Comissão Municipal da Firjan mobiliza empresários para a audiência do porto

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Evandro Cunha preside a Comissão Municipal da Firjan de Macaé

Expectativa para aprovar a Licença Prévia do Terminal Portuário cresce e a população começa a ser convidada para o evento

A decisão do Conselho Estadual de Controle Ambiental – CECA, de realizar no dia 7 de novembro a audiência pública para que seja concedida a Licença Prévia para a construção do Terminal Portuário de Macaé, projetado para ser construído no bairro São José do Barreto, já é o principal assunto em vários grupos de empresários e de instituições, principalmente daqueles que integram a Comissão Municipal da Firjan, presidida por Evandro Cunha.

Evandro afirma que a todo instante vem recebendo solicitação para fornecer adesivos e recebendo confirmação da presença, não só dos empresários, mas também da população que acompanha com interesse o desenrolar do processo que poderá levar o município de Macaé a atingir o ápice com novas alternativas e expectativa futura de abrir cerca de 10 mil vagas de empregos.

“Muitos empresários já agendaram a noite do dia 7 de novembro para comparecer ao Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho, onde será realizado o evento, a partir das 19 horas. Algumas empresas pretendem, ainda, liberar os empregados um pouco mais cedo para que eles também possam comparecer e conhecer os detalhes do maior complexo portuário constituído de instalações em áreas marítima e em áreas terrestres”, disse Evandro Cunha, aproveitando para convocar a população.

Para ele, a reunião realizada na última segunda-feira (22), no auditório da Associação Comercial e Industrial de Macaé (ACIM), que ficou superlotada, despertou ainda mais o interesse dos empresários e de representantes de associações de moradores de vários bairros e de várias instituições. “Isso é a prova inequívoca de que, depois de uma crise sem tamanho, a população está ávida por oportunidades de novos empregos, torcendo para que o resultado seja positivo. Não devemos deixar escapar esta oportunidade”, frisou.

Para que a população possa comparecer, está havendo uma grande mobilização do poder público a fim de disponibilizar transporte de quase todas as localidades periféricas da cidade. Os empreendedores calculam que cerca de três mil pessoas poderão estar presente na audiência pública.

Eleitor que não votou no 1º turno pode votar no próximo domingo

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Justiça Eleitoral recomenda que, antes de votar, o eleitor confirme o endereço de seu local de votação

Os eleitores que não votaram no primeiro turno, mesmo que ainda não tenham justificado a ausência, podem votar no segundo turno, no próximo domingo (28), desde que não estejam com o título cancelado ou suspenso. A Justiça Eleitoral recomenda que, antes de votar, o eleitor confirme o endereço de seu local de votação no site do TRE-RJ (www.tre-rj.jus.br). Por meio do aplicativo e-Título também é possível verificar a seção e o local de votação.

Quem não justificou a ausência no primeiro turno tem até o dia 6 de dezembro para fazer a justificativa por meio do Sistema Justifica, disponível nos sites do TRE-RJ (www.tre-rj.jus.br) e do TSE (www.tse.jus.br). Outra opção é comparecer a qualquer cartório eleitoral do país para apresentar sua justificativa eleitoral por meio de requerimento dirigido ao juiz da zona eleitoral em que for inscrito. Também é possível encaminhar a justificativa por via postal. Para quem não votar no segundo turno, o prazo para justificar é 27 de dezembro.

No segundo turno das eleições gerais, o eleitor deve ficar atento à ordem de votação na urna eletrônica. Em primeiro lugar, o voto digitado será para o cargo de governador – o número do candidato é formado por dois dígitos. Após a digitação, o eleitor deve esperar aparecer a foto do candidato na tela da urna, para então teclar no botão “confirma” (verde).

Em seguida, será a vez de votar para o cargo de presidente – o número também é formado por dois dígitos. Mais um vez, confira a foto do candidato na tela e depois aperte a tecla “confirma”.

Tanto no momento do voto para governador, quanto para presidente, caso o eleitor digite um número errado, basta apertar a tecla “corrige” para apagá-lo. Depois, é só digitar o número correto.

Em qualquer caso, se a foto de seu candidato não aparecer na tela após a digitação do número, confira se digitou o número correto para o cargo correspondente. Se digitar o número de um candidato inexistente, não aparecerá foto nenhuma. Caso o eleitor confirme a votação de um número errado, esse voto será considerado nulo.

Bolsonaro avalia nome militar para a Petrobras

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Fernando Frazão/Agência Brasil
Por Leonencio Nossa

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, avalia nomes militares para presidir a Petrobras, caso seja eleito. Para setores da campanha do presidenciável, a mais importante estatal do País sob o comando de um general passaria a imagem de austeridade para minimizar impactos de um possível governo com políticos tradicionais. A Petrobras é considerada simbólica por ter sido alvo da Operação Lava Jato durante os governos do PT.

As análises na campanha do capitão reformado sobre a escolha de um militar para a presidência da Petrobras, num eventual governo, ocorrem num momento em que tanto Bolsonaro quanto seu principal conselheiro na área econômica, Paulo Guedes, são questionados sobre divergências entre o pensamento estatizante que marcou a trajetória parlamentar do candidato e a linha ultraliberal do economista.

Logo que foi apresentado como conselheiro econômico de Bolsonaro, Guedes deixou claro que defendia a privatização total das estatais, incluindo a Petrobras e a Eletrobrás. Bolsonaro, no entanto, ponderou que as empresas eram “estratégicas” e ficariam fora. Depois, afirmou que as áreas de distribuição e refino da Petrobras poderiam ser vendidas. A produção de óleo ficaria preservada.

Até o momento, não há nomes nas Forças Armadas cotados para presidir a estatal. Os generais da reserva ligados a Bolsonaro atuam mais nas áreas de defesa e infraestrutura. Ao discutir com aliados a possibilidade de colocar a Petrobras sob o comando de um militar, Bolsonaro tenta também segurar eventuais indicações de partidos do Centrão.

Criada rastro do nacionalismo varguista em 1953, a Petrobras foi comandada por militares nos seus primeiros 25 anos. Neste período, apenas três dos 15 presidentes da companhia eram civis. Durante a ditadura militar, a companhia teve entre seus presidentes o general Ernesto Geisel (1969-1973), período que foi o apogeu da política estatizante do regime. A partir da nomeação do advogado Shigeaki Ueki, em 1979, a empresa só teve comandantes civis. As informações são do jornal O Estado de S Paulo.

Vereadores condenam prática de fake news

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Vereadores defenderam o exercício da ética e da verdade em discurso no plenário da Câmara

Parlamentares externaram preocupação com relação às notícias falsas disseminadas na internet

O presidente da Câmara Municipal, Eduardo Cardoso (PPS), durante a sessão ordinária externou sua preocupação com relação às notícias falsas disseminadas na internet, conhecidas como “fake news”. Ele condenou a prática e lamentou que a punição seja tão branda para esse tipo de crime, que vem causando grandes transtornos, sobretudo neste período de eleições.

Os parlamentares Marcel Silvano (PT) e Maxwell Vaz (SD) também defenderam o exercício da ética e da verdade. “Nunca faria isso com um adversário político nem com ninguém. Isso é muito baixo. No entanto, assistimos a essa prática cotidianamente”, lamentou Marcel.

Maxwell defendeu que esse tipo de crime seja denunciado e punido. “Temos que colocar essas pessoas na cadeia em vez de ficar indo para a rede para desmentir”, disse.

Para o presidente, a consequência disso é a população ainda mais desacreditada e indiferente à política. “Temas importantes, que deveriam ser debatidos e beneficiar a todos, acabam sendo negligenciados. E muitos abrem mão do direito de contribuir para a sociedade que queremos no futuro”, comentou Eduardo Cardoso.

 

Comissão propõe faixa em apoio ao Tepor

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Maxwell Vaz propôs faixa para marcar adesão da Câmara ao projeto do novo porto

Maxwell Vaz propõe mobilização de parlamentares que marcará audiência pública sobre empreendimento

A Comissão Permanente de Meio Ambiente da Câmara Municipal propôs na última terça-feira (23) a criação da uma faixa que marcará o posicionamento favorável dos parlamentares sobre o licenciamento prévio do Terminal Portuário de Macaé (Tepor).

A mobilização foi sugerida pelo vereador Maxwell Vaz (SD), que preside a Comissão, e que acompanha o andamento da instalação do novo porto, no São José do Barreto. “Nós, vereadores que somos favoráveis ao empreendimento, devemos nos posicionar na audiência pública, que será realizada pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), no próximo dia 7. Quem quiser assinar comigo esta faixa, vai garantir que a Câmara participe de um momento importante para o futuro da cidade”, disse Maxwell.

De imediato, todos os vereadores presentes na sessão garantiram adesão ao ato proposto pelo presidente da Comissão.

A audiência pública que debaterá o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) e do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) será realizada no próximo dia 7, no Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho.

Diretor da Associação Comercial pede ações multiplicadas para a audiência

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Eduardo Carramenha, responsável pelo projeto TEPOR, fez uma breve apresentação do Porto aos participantes

Diretores afirmam que audiência pública para a construção do Terminal Portuário do Barreto pode gerar 10 mil empregos.

O auditório da Associação Comercial e Industrial de Macaé – ACIM, ficou pequeno para o grande número de pessoas que compareceram ao local na noite da última segunda-feira (22) para conhecer o projeto do Terminal Portuário de Macaé – TEPOR, que será construído no bairro São José do Barreto. Após a explanação feita pelo consultor Eduardo Carramenha em pouco mais de uma hora, o presidente do Conselho Deliberativo Cliton da Silva Santos, incentivou não só os empresários, mas também representantes de diversas instituições da sociedade civil organizada, a multiplicar as ações para convidar todos a participarem da audiência pública, marcada para o dia 7 de novembro, às 19hs, no Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho.

“Não somos vendedores de ilusão. Estamos há dois anos trabalhando neste projeto para que a Licença Ambiental seja concedida”, disse o consultor Eduardo Carramenha, ao ser anunciado pelo presidente Antonio Severino dos Santos, antes de fazer a projeção detalhada do empreendimento. Ele explicou que o TEPOR é um projeto bastante detalhado com mais de sete mil páginas e a audiência pública será realizada pelo CECA – Comissão Estadual de Controle Ambiental. Disse também que o porto não saiu até hoje porque as dificuldades são muitas e alinhou uma série de ações que vão tornar possível a construção do terminal.

A retroárea onde serão desenvolvidos muitos trabalhos, dará acesso a dois terminais na área marítima, um para receber derivados e outro para o aporte de grandes embarcações. Para isso será necessário a construção da rodovia Transportuária que será interligada a estrada de Santa Teresa e vai tirar o movimento de carretas e caminhões do centro da cidade.

Com relação ao início das obras, Eduardo Carramenha explicou que em dezembro/janeiro começa a termoelétrica, e concedida a licença pelo Inea, o TEPOR poderá ter início em março ou abril do próximo ano. “Este projeto vai proporcionar o equilíbrio dos meios sociais e será a oportunidade de melhorar a qualidade de vida da população. Ao fazer uma comparação com o volume de obras e também de todo o projeto, ele explicou que a região da retroárea será uma segunda Cabiúnas, bem maior.

“Saio daqui feliz principalmente ao observar que após a crise do petróleo, um grupo de empresários e representantes de instituições criaram o Repensar Macaé, para estudar e viabilizar projetos para que o município possa oferecer qualidade de vida aos seus cidadãos”, disse, recebendo aplausos da plateia.

Cliton Silva Santos pediu o empenho de todas as pessoas para que Macaé possa dar o grande salto para o futuro, afirmando que não devemos deixar esta oportunidade passar mais uma vez, sem que haja a manifestação favorável da população.

Câmara aprova plano de gestãode R$ 2,3 bilhões para 2019

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Em sessão tranquila, projeto da LDO foi aprovado por unanimidade pelos parlamentares

Através de acordo, oposição e governistas aprovam emendas analisadas por equipe técnica do governo

Com objetivo de otimizar a votação, na tentativa de recobrar atraso de acordo com o prazo regimental, a Câmara de Vereadores aprovou ontem (23), com unanimidade, 58 emendas e o texto alterado do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que prevê para 2019 um orçamento estimado em mais de R$ 2,3 bilhões.

Através de acordo entre a oposição e os governistas, emendas foram votadas e aprovadas em bloco, o que permitiu a agilidade na sessão. Logo no início da sessão, o presidente da Casa, Dr. Eduardo Cardoso (PPS), explicou que as alterações propostas dos parlamentares foram apreciadas por equipe técnica do governo.

Apesar do acordo, membros da Frente Parlamentar Macaé Melhor voltaram a criticar o posicionamento do governo em sempre desconfigurar a lei aprovada em plenário. “Nós temos, de alguma forma, exercitar melhor as competências e a autoridade deste poder Legislativo, impedindo que o governo mantenha a prática de desconfigurar a lei que aprovamos aqui no plenário. Defendemos os anseios da população e isso sempre precisa ser respeitado”, disse Maxwell Vaz (SD), líder da Frente, que criticou as diversas alterações e desconsiderações políticas realizadas pelo governo sobre a LDO.

O vereador Marcel Silvano (PT) afirmou que as emendas assinadas pelos parlamentares visam democratizar a construção do orçamento público, reforçando a transparência e o controle social sobre a gestão de recursos do município. “Já tentamos convocar secretários e até o prefeito para explicar o porquê da exclusão do Orçamento Participativo, mas não conseguimos. É preciso saber e garantir as formas do cidadão ser mais ativo nas decisões sobre a gestão do dinheiro público”, apontou Marcel.

O vereador Luiz Fernando (PTC) reforçou a cobrança sobre o respeito à estratégia de gestão, proposta pelo governo, mas adaptada pela Casa de acordo com as demandas da população. “Se somos contrários ao projeto, somos acusados de sermos radiciais. Nós cobramos, denunciamos, apontamos os problemas, mas nada é feito. Acho então que está tudo certo! A cidade não tem ambulância, não tem mamógrafo, as filas se alongam nos hospitais. Mas ninguém se manifesta. Parabéns, prefeito, o povo está gostando”, considerou o vereador.

Líder do governo na Câmara, Julinho do Aeroporto (MDB) afirmou que todos os vereadores, ao propor emendas, fazem o seu papel, ao apontar medidas que visam atender demandas nas áreas onde cada um atua politicamente. “O prefeito anunciou mais de 50 obras. Quem sabe esses nossos pedidos não serão contemplados? Nós estamos fazendo o nosso trabalho, ao indicar o que realmente é importante para a sociedade”, defendeu Julinho.

Eduardo apontou que, assim como é papel do vereador fazer as emendas, é de poder do Executivo adaptar essas estratégias de acordo com o planejamento da administrações pública.

Após todos os posicionamentos, as emendas e o projeto de lei foram aprovados por unanimidade.

Projeto do Conselho de Comunicação gera reação de profissionais do setor

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Carta aberta assinada por coletivo foi registrada em plenário na sessão de ontem

O projeto de lei que propõe a criação do Conselho Municipal de Comunicação gerou reação de profissionais da imprensa local, registrado durante a sessão ordinária de ontem (23) da Câmara de Vereadores.

Ao apontar risco de afronta à democracia e à criação de um mecanismo de censura, o posicionamento coletivo dos profissionais foi lido pelo vereador Robson Oliveira (PSDB), que se posicionou contrário à matéria proposta pelo vereador Marcel Silvano (PT).

“A carta representa o posicionamento de profissionais que se preocupam com a criação de um Conselho com força de calar a imprensa, tentar engessar um trabalho desenvolvido há anos por veículos, de rádio e jornal, no município. Eu também me preocupo com risco de se criar uma ferramenta de censura”, disse Robson.

O projeto chegou a ser colocado em votação na sessão ordinária da última quarta-feira (17), mas acabou sendo retirado a pedido de Robson que buscou maior conhecimento sobre as diretrizes da proposta.

O líder do governo na Casa, Julinho do Aeroporto (MDB), defendeu a criação do Conselho. “O Conselho é uma ferramenta importante. Por que não criar esse mecanismo que pode sim participar de decisões relativas à relação entre o governo e os órgãos do setor. Pode contar com o meu apoio para se criar qualquer ferramenta democrática”, disse Julinho.

O vereador autor da matéria considerou a carta como um ato “bizarro”. “Vou pedir à minha assessoria para imprimir esta carta, em folha A4, bem grande, para que eu possa colocar no canto da minha casa onde eu tomo minha cerveja. Isso vai ficar para a história deste parlamento, por se assemelhar a ata da sessão que cassou o mandato de vereadores desta Casa em 64”, disse Marcel.

Empresários reunidos na Associação Comercial fazem campanha pró Porto

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Com o tema “SOMOS PORTO”, prensada nas camisas que começaram a ser distribuídas para massificar o movimento com o objetivo de atrair pelo menos três mil pessoas ao Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho, no dia 7 de novembro, às 19 horas.

Dezenas de empresários e também representantes de diversas instituições da sociedade civil organizada convidadas, participaram ontem à noite, de reunião realizada no auditório da Associação Comercial e Industrial de Macaé (ACIM), com o objetivo de incentivar as pessoas a comparecer na audiência pública marcada para o dia 7 de novembro, quando os membros da Comissão Estadual de Controle Ambiental (CECA), estarão discutindo o Relatório de Impacto Ambiental – RIMA, relacionado ao requerimento de licença prévia para construção do Terminal Portuário de Macaé – TEPOR.

O presidente da ACIM, Antônio Severino dos Santos, acompanhado dos diretores Aristóteles Cliton da Silva Santos, Evandro Capistrano Cunha e Marcelo Reid (Merrel), que na sexta-feira passada ultimaram os detalhes da campanha com o objetivo de mobilizar a comunidade para participar do evento, afirmou que “esta é a oportunidade de Macaé abrir suas fronteiras para o progresso. Devemos buscar não só o apoio dos empresários e das instituições, mas também de trabalhadores e trabalhadoras macaenses para demonstrar que estamos sim, com os braços abertos para receber este empreendimento que vai abrir mais empregos na cidade”.

Com o tema “SOMOS PORTO”, prensada nas camisas que começaram a ser distribuídas para massificar o movimento com o objetivo de atrair pelo menos três mil pessoas ao Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho, no dia 7 de novembro, às 19 horas, o otimismo dos participantes ficou demonstrado com os vários convites para outras reuniões que possam ser apresentado, como foi ontem, o vídeo detalhando todo o projeto do Terminal Portuário.

Para Cliton Silva Santos, este é um projeto há muito sonhado pelos macaenses e pelos que estão radicados em Macaé há alguns anos, vivendo a expectativa de abertura de mais postos de trabalho e o fortalecimento da economia. Junto com a construção do Terminal Portuário – TEPOR, em São José do Barreto, outros projetos estarão sendo paralelamente implantados na cidade objetivando o desenvolvimento do nosso município, disse.

Na reunião realizada ontem na Associação Comercial estiveram presentes, também, alguns diretores do empreendimento, ressaltando que este sonho dos macaenses poderá se transformar em realidade daqui para a frente, resgatando a história portuária da cidade iniciada em 1811, como escreveu o historiador Ricardo Meirelles no lançamento do livro “Macaé Portuária – A Luta de uma Cidade por seu Porto”, em evento realizado no Solar dos Mellos.

Arte salva como Tepor

Vereadores juvenis aprovam propostas para educação e segurança pública

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No dia 14 de dezembro acontecerá a última sessão plenária do ano na Câmara Municipal

Pedidos para a criação de atividades culturais e esportivas voltadas aos moradores também foram solicitadas

Propostas para as escolas da rede municipal e a segurança pública centralizaram as votações realizadas pela Câmara Juvenil, na última sexta-feira (19). O programa do Legislativo macaense, que amplia o papel dos jovens na política, também reforçou os pedidos para a criação de atividades culturais e esportivas voltadas aos moradores de Macaé.

A estudante Ana Carolina de Oliveira, da E. M. Carolina Curvelo Benjamim, apresentou indicações para que a prefeitura implante políticas de incentivo à área tecnológica e a integração dos alunos com grupos da terceira idade. Ela também defendeu a criação de um circuito de exibição de filmes e shows em espaços públicos. “Vários espaços são pouco utilizados e poderiam ser ocupados com atividades culturais”, disse.

Já a presidente Clara Michele Ferreira, da E. M. Maria Letícia Santos Carvalho, defendeu mais segurança para a unidade. “Diversos estudantes relataram situações de risco. Um outro pedido que faço é para que o governo veja como pode resolver a questão dos alunos com necessidades especiais da nossa escola, pois eles estão sem sala de aula”, afirmou.

Clara também voltou a cobrar que as autoridades competentes façam a troca das cadeiras e mesas do refeitório, além de investirem no laboratório de informática.

No dia 14 de dezembro, acontecerá a última sessão plenária do ano. O ato é aberto ao público e os interessados também podem acompanhar ao vivo pela internet, no canal TV Câmara – Macaé (Youtube) ou pelo site institucional http://www.cmmacae.rj.gov.br.

A parlamentar Ana Carolina Mateus, da E. M. Carolina Curvelo Benjamim, ocupou a tribuna para alertar mais uma vez sobre o aumento dos casos de violência contra a mulher. “Antes de sair, me olho no espelho várias vezes. Eu sei que, se acontecer algo comigo, vão focar na minha roupa antes de qualquer coisa. Tudo o que eu fizer será usado contra mim porque a culpa é sempre da mulher. Não quero viver em uma sociedade machista”, protestou.