Silvinho lança plano de governo para Macaé

Silvinho e Merrel apresentam ações para elevar Macaé a novo patamar de desenvolvimento - Divulgação

Projeto apresenta à população ações que reconduzirão Macaé ao caminho do progresso

No primeiro dia de campanha, o candidato a prefeito do DEM, Silvinho Lopes, lançou o Plano de Governo para Macaé, que reúne uma série de ações criadas com objetivo de reconduzir a cidade ao caminho do progresso.


Elaborado por especialistas em gestão pública, legislação e economia, o trabalho também cumpre uma das principais exigências do candidato: o de garantir os suportes técnico e financeiro necessários para elevar a qualidade de vida da população macaense.

“O que apresentamos no Plano de Governo são ações concretas que podem elevar Macaé a um novo patamar, de desenvolvimento econômico com qualidade de vida. Pensamos em medidas que possam devolver a cidade fôlego financeiro e capacidade técnica para oferecer a nossa população serviços de qualidade”, defende Silvinho.


Candidato a vice pelo PL, Merrel afirma que o documento reforça o compromisso de ambos em defender a geração de emprego e renda para a população.


“O Plano representa a contribuição de cada um de nós na reconstrução de uma cidade capaz de atrair investimentos, gerar negócios, criar emprego e devolver a cada cidadão a capacidade de levar para casa o pão de cada dia”, afirma Merrel.

Tribunal Superior Eleitoral registra 11 candidatos a prefeito de Macaé

A corrida pela sucessão municipal resulta em 11 candidatos a prefeito de Macaé - Divulgação

Número inicial previsto para nove candidatos foi alterado para 11 e não causa surpresas para os eleitores que estão indefinidos com relação à preferência.

Apesar de estar a propaganda eleitoral permitida desde domingo (27), de acordo com o calendário que deve ser cumprido pelos candidatos, as redes sociais registraram algumas apresentações dos que postulam os cargos de vereador e de prefeito, porém, sem surpresas até o momento, a não ser o número de candidaturas que antes prevista com nove postulantes, estão aguardando o registro oficial, 11 nomes que desejam suceder Dr. Aluizio Santos Junior na próxima legislatura, que cravou na sua conta no Twiter, às 09:49 de domingo, um pedido de voto para seu candidato, com o seguinte texto: “Política sem coragem é retórica vazia. Discutir as necessidades, enfrentar as situações e decidir pensando na Cidade e sua gente. Esse me parece o caminho. Agora vou de Welberth e Chapeta. Vou de 23”.

Dos onze candidatos que pediram registro para disputar o cargo de prefeito, o único que se manifestou como candidato de oposição foi o ex-vereador Igor Sardinha (PT), que no seu programa de governo promete implantar a moeda social, forma de dinamizar o mercado municipal com investimentos nas pequenas empresas.

“Desde o primeiro dia deste governo em janeiro de 2013, sempre fui e continuo sendo o único a me levantar contra as ações do governo da mudança que não mudou nada, a não ser para pior. Com o registro da pandemia e os cuidados necessários para não fazer aglomerações, vamos seguindo nosso trabalho fazendo uma campanha propositiva com ações concretas para a cidade desde a pré-candidatura. Continuo sendo genuinamente o candidato de oposição”, disse Igor Sardinha, prometendo empenho de sua militância.

Outro candidato que também promete fazer oposição é o empresário André Longobardi que concorre, segundo ele, com apoio de Bolsonaro e de bolsonaristas. Durante a pré-campanha ele em vídeo, gravou diversas denúncias do abandono dos bens públicos e de possível ato de corrupção na compra de material para a saúde. Porém, não comprovou nenhum registro a denúncia no Ministério Público.

Lista de 11 candidatos

De acordo com o site do Tribunal Superior Eleitoral, divulgacand.tse.jus.br, até as 12 horas desta segunda-feira, as 11 candidaturas que solicitaram registro ainda estavam na condição de aguardando julgamento mas, na prática, o número excessivo de candidatos pode estar causando esta demora.

Na lista dos candidatos a prefeito de Macaé, constam os seguintes nomes: André Longobardi – 10, Republicanos; Igor Paes Nunes Sardinha – 13 – PT; Luiz Antonio Pacheco – Indio – 35 – PMB; Jonas Vicente – 29 – PCO; Maxwell Vaz – Solidariedade – 77; Ricardo Souza de Carvalho (Ricardo Bichão) – PRTB – 28; Riverton Mussi Ramos – PDT – 12; Robson de Oliveira Constantino – PTB – 14; Sabrina Roberta Luz Martins (Sabrina Luz) – PSTU – 16; Silvinho Lopes – DEM – 25; e Welberth Porto de Rezende – Cidadania – 23. Cada candidato a prefeito poderá gastar na campanha eleitoral até o limite de R$ 2 milhões, 936 mil, 736 reais e 04 centavos

A divulgação das informações sobre todos os candidatos a prefeito e a vereador consta no site do Tribunal Superior Eleitoral que pode ser acessado por qualquer pessoa para saber informações de cada um, inclusive acompanhando gasto com a campanha onde também vão encontrar a declaração de bens de cada um, e que vai surpreender muitos eleitores que tiverem acesso ao conhecer os volumes de bens declarados, alguns considerados surpreendentes.

Embora ainda não tenha sido decidido, é provável que a campanha para prefeito de Macaé possa ser transmitida pela televisão, bastando para isso que a maioria dos partidos assim o requeiram à Justiça Eleitoral.

IMPEACHMENT DE WILTZEL: Justiça realiza sorteio para formar comissão de julgamento

Para Witzel ter o mandato cassado, são necessários dois terços dos votos, ou 7 dos 10 integrantes - Divulgação

Nesta segunda-feira, o processo de impeachment do governador afastado Wilson Witzel entra em mais uma fase. Às 11h, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio (TJ-RJ) vai fazer o sorteio para as vagas às quais a Corte tem direito no tribunal misto. Serão escolhidos cinco entre os 180 desembargadores para compor a comissão especial ao lado de cinco deputados eleitos pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), na tarde desta segunda-feira. Para Witzel ter o mandato cassado, são necessários dois terços dos votos, ou 7 dos 10 integrantes.
Saiba como vai funcionar o sorteio:

  • Cada desembargador é representado por um número correspondente à antiguidade no tribunal. O número 1, por exemplo, será o do decano da Corte, o desembargador Luiz Zveiter, que já está há mais de 24 anos no cargo e já foi presidente do TJ-RJ por dois biênios.
  • Os números serão gravados em bolinhas que vão ser depositadas num globo, que será girado durante o processo de escolha.
  • O desembargador Cláudio de Mello Tavares não pode participar do sorteio por ser o presidente do tribunal misto. A bola com seu número, o 3, será retirada.
  • Também ficam de fora da disputa por uma vaga os magistrados que estiverem de licença médica, de férias ou qualquer outro motivo de afastamento.
  • Todos os desembargadores aptos deverão participar do sorteio, por videoconferência ou de forma presencial.
  • O magistrado sorteado deve dizer se aceita ou não participar do julgamento. Pela lei, ele poderá se declarar impedido de julgar o processo, quando há critérios objetivos; ou se dizer suspeito por razões subjetivas que possam comprometer a parcialidade do juiz, podendo, desta forma, alegar motivos de foro íntimo.
  • Caso o magistrado não aceite participar, um novo nome será sorteado até que se complete a comissão com cinco desembargadores
  • O presidente da Corte comandará o julgamento e dará o voto de minerva, se for necessário.

Esse tribunal desempenha, no âmbito estadual, o papel que cabe ao Senado no julgamento de crimes de responsabilidade na esfera federal. É ele quem dará a palavra final sobre a perda de mandato e dos direitos políticos de Witzel. O prazo para a conclusão desta etapa é de até 180 dias.

Nesse período serão ouvidas testemunhas e analisados documentos para embasar o julgamento. Caso dois terços dos dez integrantes, ou sete votos, decidam pela procedência da denúncia, Witzel é cassado e o governador em exercício Cláudio Castro é efetivado no cargo.
Witzel se defende


Um dia após deputados da Assembleia Legislativa do Rio serem unânimes em aprovar a abertura oficial do processo de impeachment contra o governador afastado Wilson Witzel, ele usou seu perfil oficial no Twitter para voltar a se defender. Em postagem feita na última quinta-feira (24), ele disse que está sofrendo um “linchamento moral e político a partir da palavra, sem provas, de delatores, ou seja, de bandidos confessos.” Witzel afirmou enfrentar o processo “de cabeça erguida”.

Juíza orienta os partidos sobre propaganda política

Dra. Gisele Gonçalves Dias é responsável pela Fiscalização da Propaganda Eleitoral no município de Macaé - Divulgação

A reunião aconteceu na Sala do Tribunal do Júri do Fórum de Macaé, contando também com a presença do Promotor Eleitoral da 109ª ZE/RJ, Dr. Bruno de Sá Barcelos Cavaco, e do Chefe de Cartório da 109ª ZE/RJ, Willian Dias Marchiote

A Juíza Eleitoral da 109ª Zona Eleitoral do Rio de Janeiro, Dra. Gisele Gonçalves Dias, designada responsável pela Fiscalização da Propaganda Eleitoral no município de Macaé, reúne os presidentes dos partidos políticos, para transmitir orientações sobre propaganda eleitoral nas eleições de 2020. A reunião aconteceu na Sala do Tribunal do Júri do Fórum de Macaé, contando também com a presença do Promotor Eleitoral da 109ª ZE/RJ, Dr. Bruno de Sá Barcelos Cavaco, e do Chefe de Cartório da 109ª ZE/RJ, Willian Dias Marchiote.


Na oportunidade, Drª Gisele, ao abordar as questões referentes à Propaganda Eleitoral nas Eleições 2020 em Macaé, ressaltou as limitações impostas pela pandemia do COVID-19, principalmente a exigência de se evitar aglomerações de pessoas durante os atos de campanha. Em seguida destacou, de forma resumida e esquematizada, as proibições vigentes e decorrentes de Decreto Estadual, bem como assuntos que foram debatidos e restaram plenamente acordados entre os participantes.


A Juíza Eleitoral deixou claro que somente a legislação estadual ou federal poderá limitar os atos de propaganda eleitoral. “Está proibida a realização de qualquer ato de propaganda eleitoral que cause aglomeração de pessoas, principalmente comícios e passeatas”, disse. A Drª Gisele esclarece que está permitida a realização de reuniões em espaços privados e caminhadas em locais públicos, desde que não causem aglomeração de pessoas. Caso a reunião seja realizada em local público, a mesma poderá vir a ser caracterizada como comício.


A Juiza informou também que, em reuniões em espaços privados, é obrigatório o uso de máscaras e utilização de álcool em gel para higienização dos presentes, devendo ser evitada a aglomeração de pessoas, com o seu devido afastamento. “Em todos os atos de campanha, seja em ambiente público ou particular, todos os presentes devem estar usando máscara de proteção facial”ª, frisou ela.


Por oultro lado, a Drª Gisele esclarece que o ‘carro de som’ (carro de som, bicicleta de som ou minitrio elétrico) só pode ser utilizado em casos de carreatas, Ou seja, carros transitando em comboio pela cidade acompanhado de carro de som, o candidato deve estar dentro de um destes carros; mínimo de 10 carros para caracterizar a carreata.


Segunda a Juíza, o candidato deve evitar que a caminhada vire passeata e cause aglomerações. Já com relação ao uso de fogos de artifício antes, durante ou após a realização de ato de propaganda eleitoral está proibido, em respeito às pessoas autistas e aos animais. “Cabe ressaltar que os fogos de artifício não são meios de propaganda eleitoral definidos por lei”, afirmou.


A Drª Gesele prosseguiu explicando que as bandeiras sempre precisam estar com alguém segurando, ou seja, não podem estar fixadas nas ruas ou coladas nas paredes de casas ou outros imóveis. “As bandeiras não podem atrapalhar o trânsito de pessoas e veículos pelas vias públicas. O tamanho máximo da bandeira deve ser igual a 1,5 metro por 1,0 metro.

Quanto a panfletagem, a representante do Juizo Eleitoral do Rio de Janeiro em Macaé deixa claro que está permitida desde que não cause aglomerações e que sejam respeitadas as orientações da vigilância sanitária em razão do covid-19. “Os candidatos, durante os atos de campanha eleitoral, sempre devem fazer uso da máscara de proteção facial e observar o distanciamento social, devendo o aperto de mãos ser evitado. A prova de que houve aglomeração de pessoas em ato de campanha eleitoral não depende apenas da atuação da equipe de fiscalização de propaganda eleitoral, mas pode ser feita a partir de uma foto do evento feita pelo telefone celular de qualquer pessoa, por exemplo”, falou.

Dentre outras orientações, a Dr é aconselhável que os atos de campª Gisele lembrou que o evento do candidato de ser comunicado a Justiça Eleitoral e às autoridades competentes.

Coligação de sete partidos fortalece a candidatura de Welberth Resende

Coligação de sete partidos fortalece a candidatura de Welberth Resende - Divulgação

Deputado busca apoio de outras correntes para manter a união de aproximadamente 150 pré-candidatos a vereador.

Na corrida eleitoral e cumprindo agendas apertadas para dar conta de todos os compromissos que vem assumindo ao longo de sua carreira política como vereador e depois como deputado estadual, o pré-candidato a prefeito Welberth Resende (Cidadania), disse esta semana que está firme e considerou normal algumas críticas recebidas após ter sido anunciada na sua chapa como pré-candidato a vice, do ex-secretário de Infraestrutura Célio Chapeta (PSDB), indicado pelo prefeito Dr. Aluizio.

Welberth que quarta-feira viajou a Brasília para ter um encontro com o Senador Romário (Podemos), que esteve em sua companhia em Macaé visitando alguns correligionários, informou que sua coligação para disputar o pleito de 15 de novembro é composta de sete partidos – Cidadania, Podemos, Rede, PROS, PCdoB, PV e PSDB, este último, coordenado pelo prefeito Dr. Aluizio que indicou o nome de Chapeta para concorrer como vice na chapa.

Considerado um político atuante e influente nas suas ações que tem como objetivo atender as demandas da população, Welberth Resende não para e vem se dedicando ao contato direto com os eleitores, a exemplo do que vem fazendo os demais candidatos. Nesta sexta-feira, ele esteve visitando o Bosque Azul, Fronteira, Centro e Nova Esperança. “Trabalho muito, durmo pouco e continuo cumprindo todos os compromissos”, disse.

Com relação ao seu mandato de deputado estadual, Welberth disse que a campanha política não atrapalha suas atividades na Alerj porque todas as sessões continuam sendo realizadas de modo virtual e não presencial. Como membro da comissão processante da Alerj, presidida pelo deputado Chico Machado, que optou por afastar o governador Wilson Witzel do cargo, ele informou que vai manter sua decisão quando a nova comissão agora presidida por membros do Poder Judiciário, apresentar o relatório pelo afastamento definitivo.

Welberth disse que após o anúncio da coligação com o PSDB que indiciou o ex-secretário de Infraestrutura Célio Chapeta como candidato a vice, sofreu alguns reveses o que considerou natural. Mas de outro lado, ele ganhou o apoio dos seguidores do prefeito Dr. Auizio, que segue a liderança do chefe do executivo.

Sobre o gasto com a campanha, estabelecido como teto para os candidatos de Macaé, que pode chegar até a R$ 2,900 milhões, ele disse que vai continuar fazendo uma campanha enxuta e não vê ou pretende gastar todo esse dinheiro, embora o Cidadania esteja disponibilizando recursos do Fundo Eleitoral.

Riverton Mussi busca apoio para chegar a prefeitura de Macaé

Os pré-candidatos a prefeito e vice-prefeito de Macaé, Riverton Mussi e Dr. Luis da Penha - Divulgação

O pré-candidato a Prefeito de Macaé se reuniu com correligionários e apoiadores após seu nome ser indicado à Prefeitura de Macaé pela coligação PDT e PTC

É dada a largada das eleições 2020. Convenções partidárias realizadas, legislação eleitoral cumprida, e a sorte está lançada. Começa neste domingo (27) a campanha eleitoral, quando os macaenses definirão os rumos do município. O período se estende até dia 15 de novembro quando ocorrem as eleições.


Neste sentido, o nome de Riverton Mussi foi oficilizado em convenção como pré-candidato a Prefeito de Macaé, semana passada, juntamente com Dr. Luis da Penha como vice-prefeito, numa coligação do Partido Democrático Trabalhista (PDT) e o Partido Trabalhista Cristão (PDC).


“É com grande alegria que tive meu nome, junto do meu amigo Dr. Luís da Penha, aprovado em convenção, por unanimidade, como pré candidato a Prefeito e Vice Prefeito, respectivamente. Vamos à luta!”, declarou Riverton, que confirma a sua participação nesta dsputa pela sucessão municipal, apesar da informação de que o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) ter negado liminarmente o seu pedido de Habeas Corpus. De fato, ele continua cuidando do registro da candidatura e devendo concorrer subjudice com recurso às instâncias superiores.

Na mesma convenção foram escolhidos os nome dos pré-candidatos a vereador, que são os seguintes: Isabel Cristina (Tia Bebel), Vanusa Bahiana, Eliane da Cooperativa, Mayla Soares, Eliete Dorcas, Bamba, Suzana Cristina, Van Van, Carlos Ribeiro, Genésio Filho, Salvador da Empilhadeira, Viana, Pastor Antonio Pedro, Maicon Caldeira, Tunico, Professor Guto Garcia, Marlon Lima, Daniel da Aposentadoria, Ricardo Salgado, Filipe Machado, Dr. Luciano Curty, Carlinhos Peixeiro, Rogerinho do Esporte, Rafael Amorim, Sargento Sueiro.


“Ainda em êxtase pela quantidade de carinho e afeto que recebi na convenção do PDT/PTC, dia em que fui escolhido como pré candidato a prefeito ao lado do meu amigo e agora pré vice prefeito, Dr° Luís da Penha. É muito gratificante saber que, mesmo depois de tanto tempo ‘distante’, as pessoas ainda nutrem esses sentimentos por mim. A política me trouxe muitas decepções, mas me trouxe infinitas amizades e isso me enche de forças para continuar, e tenho certeza que estou no caminho certo”, concluiu o pré-candidato.


Riverton Mussi nasceu em Macaé em 8 de maio de 1963. Formado em Educação Física pela Faculdade Castelo Branco, começou sua vida pública aos 25 anos, quando em 1989, assumiu o cargo de Secretário Municipal de Esportes de Macaé. Fundou o Programa de Iniciação Desportiva (Pides), que continua em funcionamento com o objetivo de promover a inclusão social através da prática desportiva, ocupando o tempo das crianças quando não estão na escola. Foi prefeito de Macaé por dois mandatos consecutivos.

Vereador reforça que testagem não significa volta às aulas presenciais

Vereador e Ex-Secretário de Educação, Guto Garcia - Divulgação


Com os testes de COVID-19 por amostragem em 10% da categoria, o retorno voltou a gerar debate

Gerando debate pela falta de segurança, o retorno às aulas presenciais voltou a ser alvo de discussão nesta semana, após a Prefeitura de Macaé iniciar, na última segunda-feira, (21), a testagem de COVID-19 por amostragem em 10% dos profissionais da Educação das redes pública e privada de ensino. Isso porque com a iniciativa, as chances de uma possível retomada ficaram em evidência.


Segundo o Vereador e Ex-Secretário de Educação Guto Garcia, apesar da Vigilância Sanitária estar realizando a testagem, isso não se refere à possibilidade de retorno. “A prefeitura está aleatoriamente testando 10% dos profissionais para se obter uma noção de como está Macaé como um todo e o cenário entre parte da categoria”, ressalta.

De acordo com Guto, o município, que desde meados de março vem mantendo a educação pelo ensino à distância em virtude do isolamento social, continua sem previsão sobre a volta às aulas presencias. “Dificilmente as aulas presenciais retornam ainda em 2020. E se as aulas voltassem esse ano, a testagem não seria apenas em 10% dos professores, mas em todos”, pontua.


Vale lembrar que prestes a entrar no décimo mês do ano, a cidade segue na faixa verde do covidímetro, o que simboliza risco baixo no grau de contaminação. Até o momento, segundo boletim epidemiológico divulgado pela prefeitura nesta sexta-feira (25), Macaé tem 7.493 casos confirmados por COVID-19, sendo 5.428 por testes sorológicos e 2.065 por testes RT-PCR (swab). Desses números, obtém 7.439 casos de pessoas que se recuperaram da doença, contando com o número de óbitos. O município segue com 144 óbitos por coronavírus.

Partidos têm até hoje para informar critérios sobre utilização de doações nas campanhas

Partidos têm até hoje para informar critérios sobre utilização de doações nas campanhas

Legendas e candidatos devem estar atentos para outros eventos do calendário eleitoral, cujos prazos também terminam no sábado

Este sábado (26) é o último dia para que os partidos políticos apresentem ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) os critérios definidos pelos órgãos de direção nacional para utilização, nas campanhas eleitorais, das doações recebidas de pessoas físicas ou das contribuições monetárias feitas por filiados, recebidas em anos anteriores ao da eleição.

Também é o prazo final para que os órgãos municipais de direção dos partidos políticos peçam ao Tribunal Regional Eleitoral a veiculação da propaganda gratuita, em rádio e televisão, pelas emissoras que atinjam os municípios em que não há canais de radiodifusão. Isso só se aplica aos municípios que estão aptos à realização de segundo turno, ou seja, aqueles com mais de 200 mil eleitores. Para ter o “direito de antena especial”, o partido deve observar se a emissora tem condições técnicas de retransmitir as propagandas gratuitas.

Além disso, sábado também é o último dia para que os partidos políticos apresentem recurso contra decisão do juiz eleitoral sobre a nomeação dos membros das mesas receptoras e dos convocados para o apoio logístico no dia das eleições. A mesa receptora é formada por seis eleitores, nomeados pelo juiz eleitoral 60 dias antes das eleições. As legendas devem estar atentas ainda para o prazo de apresentação de recurso contra decisão do juiz eleitoral sobre designação dos locais de votação.

Outro evento eleitoral cujo prazo termina neste sábado (26) é a abertura, pelo partido, de conta bancária específica para o recebimento de doações de pessoas físicas para a campanha eleitoral. Essa conta corrente pode ser aberta em qualquer instituição financeira reconhecida pelo Banco Central do Brasil.

Por fim, os responsáveis por repartições, órgãos e unidades do serviço público têm até sábado para informar ao juízo eleitoral o número, a espécie e a lotação dos veículos e embarcações que serão utilizados no primeiro e, se for o caso, no segundo turnos de votação

Câmara é origem de três candidatos a prefeito de Macaé

Welberth Rezende é o candidato a prefeito com o maior apoio da Câmara - Divulgação

Políticos visam garantir renovação de mandatos, ao apostar na imagem popular baseada no assistencialismo e nas redes sociais

Principal campo de articulações na construção de alianças baseadas na divisão de cargos e contratos, além de acesso a serviços custeados com o orçamento de mais de R$ 2 bilhões do município, a Câmara de Vereadores deu origem, neste ano, a três candidaturas próprias que caminham para entrar na disputa pela sucessão do governo da mudança.

Welberth Rezende (Cidadania), Maxwell Vaz (Solidariedade) e Robson Oliveira (PTB) chegam ao trecho final da fase pré-eleitoral do município como personagens importantes, de um contexto político que depende diretamente da influência sobre os eleitores que estão na ponta dos serviços planejados e executados pelo governo municipal.

Independente, Maxwell Vaz abre mão de um mandato parlamentar consolidado, com trabalhos importantes em áreas ligadas ao desenvolvimento econômico e a desburocratização da gestão pública, para lançar candidatura a prefeito que tem como pilar o “combate a corrupção” e o “cuidado com a cidade”.

Já Robson Oliveira, que caiu de paraquedas no plenário do Legislativo como vereador suplente, conquistou espaço na Câmara graças aos esforços do PSDB e do espaço mantido por mais de duas décadas pela Rádio 95 FM. Mesmo com uma passagem conturbada pela Casa, manteve linha de oposição ao governo municipal e encontrou nas redes sociais o espaço ideal para construir uma imagem de “homem do povo”. Ao migrar para o PTB, conseguiu o apoio do vereador José Prestes que passa a disputar um novo mandato parlamentar no mesmo partido.

Já Welberth Rezende concentra o maior engajamento dentro do Legislativo, tendo inclusivo o presidente da Câmara, Dr. Eduardo Cardoso (Podemos), como o principal apoiador e mentor da sua candidatura a prefeito.
Vereador de dois mandatos, conquistou cadeira na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) em 2018, através de uma articulação com o ex-deputado Comte Bittencourt, de quem herdou também cerca de 90% dos assessores nomeados em seu gabinete no Rio de Janeiro.

Em Macaé, manteve proximidade com os vereadores ligados a Dr. Eduardo, conseguindo assim ampliar a coligação majoritária do seu partido nessas eleições. Com isso, Welberth é o candidato a prefeito de: Dr. Eduardo (Podemos), Cesinha (PROS), Alan Mansur (Cidadania), Luiz Fernando (Cidadania), Cristiano Gelinho (Cidadania), Márcio Bittencourt (Cidadania), Luciano Diniz (Cidadania), Marvel Maillet (Rede), Paulo Antunes (PSDB), Julinho do Aeroporto (PSDB), George Jardim (PSDB), Val Barbeiro (PSDB).
Apesar de não fazer parte da coligação do Cidadania, Guto Garcia (PDT) também apoia Welberth, devido a sua relação com o governo municipal.
A presença dos vereadores de mandato acaba dificultando a chance de novos candidatos a garantirem espaço no legislativo municipal.

Relator de impeachment de Witzel vê situação ‘difícil de ser revertida’

Wilson Witzel está afastado do cargo de governador - Divulgação

A situação do governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), é que ele se livre do impeachment

O deputado estadual Rodrigo Bacelar (Solidariedade) afirmou que vê como “muito difícil” que se reverta a situação do governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), e que ele se livre do impeachment. Bacelar é relator da comissão especial do processo de impeachment na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), e disse, em entrevista à CNN Brasil, que “há um indicativo de que o parlamento entende como sérias as acusações que pairam sobre Witzel e entendo que a situação para a próxima semana é muito difícil de ser revertida

Na última quinta-feira (17), a comissão responsável pelo processo de impeachment na Alerj aprovou por unanimidade o relatório que aponta supostas irregularidades em compras e renovações de contratos para a área da saúde durante a pandemia do coronavírus. Os 24 deputados da comissão presentes à sessão foram favoráveis ao prosseguimento do rito (somente um deputado, em licença médica, não compareceu).

O deputado explicou os próximos trâmites: “Já temos marcado para quarta a sessão que vai apreciar o relatório, pelos 70 parlamentares da Casa, e uma vez confirmado o relatório, a gente avança para a segunda parte do impeachment, que é a criação de um tribunal misto, composto por cinco.