Douglas Ruas e Chico Machado participam de motocarreata em Macaé

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Mobilização foi anunciada por Chico Machado, com concentração na rotatória da Linha Verde

Uma motocarreata reúne apoiadores de Douglas Ruas nesta quinta-feira (22), em Macaé. A mobilização foi divulgada pelo deputado estadual Chico Machado, que anunciou a presença do governador eleito do Rio de Janeiro.

A concentração foi marcada para as 10h30, na rotatória da Linha Verde, com saída prevista para as 11h. O evento movimenta a cidade e reúne participantes em uma manifestação de apoio político.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, Chico Machado convidou moradores a participar com suas motocicletas e a vestir as cores verde e amarelo. “Prepare a sua moto, vista seu verde e amarelo”, declarou o parlamentar.

Senado aprova fim da escala 6×1 com votos de governo e oposição

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Com votos favoráveis do governo e da oposição, o Senado aprovou nesta quarta- feira (14), em dois turnos, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que acaba com a escala 6×1 e reduz a jornada máxima de trabalho para 40 horas semanais, sem diminuição do salário.

A proposta foi aprovada com 75 votos favoráveis e apenas um contrário, do senador Hamilton Mourão (Republicanos- RS). A medida garante dois dias de descanso remunerado por semana e prevê uma transição gradual para as novas regras. Como o texto já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados, em maio, e não houve alterações, a proposta segue agora para promulgação pelo Congresso Nacional.

A 11 dias do segundo turno das eleições presidenciais, o fim da escala 6×1 é visto como uma das principais vitrines eleitorais do governo Lula na busca pela reeleição. Lula começou a defender a medida no fim do ano passado e, em fevereiro de 2026, incluiu a pauta como prioritária na mensagem presidencial ao Congresso.

Ao longo da campanha eleitoral, o senador Flávio Bolsonaro se opôs ao projeto, que chegou a chamar de “oportunista”. No dia anterior à votação, porém, o senador afirmou que votaria a favor do fim da 6×1 após visitar seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele cumpre agenda de campanha no Rio Grande do Sul, mas marcou presença na sessão de forma virtual e votou a favor da PEC.

A mudança de postura foi vista por aliados de Lula como uma tentativa de neutralizar o eventual ganho eleitoral que o petista teria com a vitória. Pesquisas de opinião mostram que sete a cada dez brasileiros são favoráveis à medida. Segundo o Ministério do Trabalho, cerca de 14,8 milhões de trabalhadores formais estão sujeitos à jornada 6×1 e, portanto, serão diretamente beneficiados.

A maioria dos partidos orientou suas bancadas a votar a favor da proposta. Somente PL e PP liberaram seus parlamentares.

Datafolha: Flávio Bolsonaro tem 52% e Lula, 48% em votos válidos no 2º turno

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O primeiro levantamento do Datafolha feito após a definição da disputa de segundo turno da eleição presidencial mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 52% em votos válidos e o presidente Lula (PT) com 48%.

Os votos válidos excluem brancos, nulos e indecisos e são a métrica do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para contabilizar o placar final no dia do pleito.

Em votos totais, que no caso da pesquisa também incluem indecisos, Flávio fica com 49% e Lula, com 45%. Indecisos, ponto focal de uma corrida que pode ser definida nos detalhes, são apenas 1%. Já dizem que vão votar em branco ou anular outros 5%.

A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos, então os candidatos estão em um empate técnico no limite dela, mas estatisticamente isso é considerado improvável.

No primeiro turno, realizado no domingo passado (4), o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro ganhou 47,03% dos válidos, ante 45,16% do petista.

O Datafolha foi às ruas na terça-feira (6) e na quarta (7), em um trabalho encomendado pela Folha e pela TV Globo registrado com o código BR-02949/2026 no TSE. Foram entrevistados 2.520 eleitores em 153 municípios.

O levantamento mostra Flávio com intenção mais destacada, contando aqui os votos totais, entre os 42% de moradores do populoso Sudeste (50% a 42%), entre os que integram a classe média baixa que ganha de 2 a 5 salários mínimos (56% a 38%), os 15% de sulistas (58% a 35%) e os 28% de evangélicos (69% a 25%).

O presidente, mantendo o padrão do primeiro turno, vai melhor entre os 47% mais pobres (52% a 41%), 28% menos instruídos (55% a 41%), 49% de católicos (53% a 41%) e 27% de nordestinos (61% a 35%).

A aferição dos pesquisadores ocorreu em meio a momentos díspares das campanhas que polarizaram toda a disputa até aqui.

Flávio surfa o otimismo do resultado expressivo da direita no primeiro turno e o fato de que acabou à frente de Lula, após estar atrás ou empatado com o presidente nas pesquisas até a véspera -ainda que os levantamentos sejam instantâneos da disputa, não previsões.

Na véspera do voto, o Datafolha fotografou Lula com os mesmos 45% dos válidos da quinta (1º) e Flávio oscilando dois pontos para cima, chegando a 42%. Na urna, só o senador ficou acima do rival -dentro da margem de erro, se fosse uma pesquisa.

Seja como for, o senador vendeu a partir da segunda (6) uma imagem de virada irrefreável, que temperou ao colher apoio de partidos como o PP e Republicanos e rivais como Ronaldo Caiado, cujo PSD, entretanto, não se alinhou a ninguém.

Flávio tem uma posição vantajosa entre os eleitores de candidatos que ficaram para trás no primeiro turno. Segundo o Datafolha, 46% daqueles que votaram em Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Caiado e Romeu Zema (Novo) dizem migrar para o senador agora.

Já Lula fica com 32% desses votos, enquanto 15% dizem que irão de branco ou nulo.

Douglas Ruas: quem é o policial civil e deputado que deve ser declarado eleito governador do RJ

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Deputado foi eleito em 2022 com a segunda maior votação para a Alerj, comandou a Secretaria Estadual das Cidades e presidiu a Assembleia antes de disputar o governo do estado.

Douglas Ruas (PL), de 37 anos, é policial civil concursado, advogado, deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Nascido em São Gonçalo, na Região Metropolitana, ele terminou o primeiro turno na liderança, com 49,27% dos votos, e pode ser declarado eleito governador nesta quinta-feira (8) após o TSE confirmar a nulidade dos votos de Anthony Garotinho (Republicanos).

Bacharel em Direito, pós-graduado em Gestão Pública e concursado da Polícia Civil, é casado e tem um filho. Se eleito, será o governador mais jovem desde 1959.

Ruas iniciou a trajetória política em São Gonçalo. Foi subsecretário de Trabalho do município, superintendente regional do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e, em 2021, assumiu a Secretaria de Gestão Integrada e Projetos Especiais.

Em 2022, foi eleito deputado estadual com 175.977 votos, a segunda maior votação daquele ano para a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). No Legislativo, atuou em pautas relacionadas à defesa do consumidor, à valorização dos profissionais da segurança pública e ao desenvolvimento regional.

Depois, foi convidado pelo então governador Cláudio Castro para assumir a Secretaria Estadual das Cidades. À frente da pasta, coordenou investimentos em infraestrutura urbana em diferentes regiões do estado.

Em março de 2026, deixou a secretaria e retornou à Alerj para reassumir o mandato de deputado estadual. Em abril, foi eleito presidente da Assembleia.

Na eleição para o governo do estado, Ruas terminou o primeiro turno à frente de Eduardo Paes (PSD), mas inicialmente não atingiu mais de 50% dos votos válidos. A possibilidade de vitória já no primeiro turno depende da decisão definitiva da Justiça Eleitoral sobre os votos de Anthony Garotinho (Republicanos), que teve o registro de candidatura indeferido.

De 2019 a 2020, atuou como superintendente regional do Instituto Estadual do Ambiente. Em 2021, assumiu a Secretaria de Gestão Integrada e Projetos Especiais em São Gonçalo.

Em 2022, foi eleito deputado estadual no Rio de Janeiro com 175.977 votos, a segunda maior votação naquele ano.

Ruas declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 1,2 milhão em 2022. Na Alerj, apresentou oito projetos de lei, sem propostas relacionadas a temas polêmicos.

Entre setembro de 2023 e março de 2026, ocupou o cargo de secretário estadual das Cidades, pasta responsável por investimentos em obras em parceria com prefeituras em todo o estado.

Em fevereiro, Douglas Ruas tinha sido anunciado pré-candidato ao governo do estado pelo PL.

Garotinho desiste de recurso no TSE, e Ruas pode ser declarado eleito

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Defesa afirma que decisão é ‘irretratável’ e pede a homologação da desistência ao TSE, que ainda não se manifestou. Mudança pode levar à retotalização dos votos e encerrar o pleito ao governo do RJ.

Anthony Garotinho (Republicanos) desistiu nesta segunda-feira (5) do recurso apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o indeferimento de sua candidatura ao governo do Rio de Janeiro.

A decisão pode mudar o resultado da eleição no estado e dar a vitória a Douglas Ruas (PL) ainda no primeiro turno (entenda).

Após acusações contra Ruas e o seu concorrente, Eduardo Paes (PSD), Garotinho criticou a votação e afirmou:

“Em função do resultado manifestado pela população nas urnas, não me resta outra opção jurídica a não ser desistir, de forma livre, expressa, consciente e irretratável. Que agora o povo arque com as consequências do que eles fizeram”, disse.

Em entrevista coletiva, o ex-governador disse que faria a desistência do recurso mesmo se Paes estivesse na frente e fosse o beneficiado. “Teria até mais prazer se fosse com ele.”

O que foi protocolado?

A defesa de Garotinho protocolou no TSE um termo de desistência do recurso ordinário eleitoral que discutia o registro da candidatura. O processo está sob relatoria do ministro Floriano de Azevedo Marques.

No documento, protocolado às 14h09, os advogados afirmam que a decisão de Garotinho é “livre, expressa, consciente e irretratável”. Os advogados citam o artigo 998 do Código de Processo Civil e sustentam que Garotinho pode desistir do recurso a qualquer momento, sem necessidade de concordância das demais partes.

O resultado, no entanto, ainda depende da formalização da desistência e de uma eventual retotalização pela Justiça Eleitoral. O tribunal ainda não se posicionou.

“Eu fiz a minha parte”, disse Garotinho.

O que muda?
Com 100% das urnas apuradas, Ruas teve 4.271.199 votos e apareceu com 49,27% dos votos válidos. Eduardo Paes (PSD), segundo colocado, recebeu 3.706.984 votos, ou 42,76%. Garotinho teve 274.411 votos, equivalentes a 3,17%.

Sem os votos de Garotinho na base de cálculo, o percentual dos candidatos sobe, e Ruas ultrapassa os 50% necessários para vencer a eleição no primeiro turno. Se os votos forem considerados nulos, porém, nada muda.

O TSE não se posionou sobre o que será feito caso o pedido de Garotinho seja aceito.

Com os votos de Garotinho, a totalização reúne 8.669.038 votos distribuídos entre os nove candidatos. O resultado com 100% das urnas apuradas, ficou assim (só os três primeiros colocados):

Douglas Ruas (PL): 49,27% — 4.271.199 votos
Eduardo Paes (PSD): 42,76% — 3.706.984 votos
Garotinho (Republicanos): 3,17% — 274.411 votos, anulados sub judice
Nesse cenário, Ruas fica abaixo dos 50%, e os dois candidatos mais votados são convocados para o 2º turno. Sem os 274.411 votos de Garotinho, a base da totalização cairia de 8.669.038 para 8.394.627 votos.

Com os mesmos votos recebidos pelos outros candidatos, mas uma base menor para o cálculo dos percentuais, os números sobem, e o cenário ficaria assim:


Garotinho desiste de recurso no TSE, e Ruas pode ser declarado eleito: ‘Que o povo arque com as consequências’, diz ex-governador
Defesa afirma que decisão é ‘irretratável’ e pede a homologação da desistência ao TSE, que ainda não se manifestou. Mudança pode levar à retotalização dos votos e encerrar o pleito ao governo do RJ.
Por André Coelho Costa, Adriana Cruz, Lucas Soares, Erick Rianelli, Thaís Espírito Santo, g1 Rio e TV Globo

05/10/2026 14h34  Atualizado há 15 minutos

Garotinho desiste de recurso no TSE, e Ruas pode ser declarado eleito em 1º turno
Garotinho desiste de recurso no TSE, e Ruas pode ser declarado eleito em 1º turno


Anthony Garotinho (Republicanos) desistiu nesta segunda-feira (5) do recurso apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o indeferimento de sua candidatura ao governo do Rio de Janeiro.

A decisão pode mudar o resultado da eleição no estado e dar a vitória a Douglas Ruas (PL) ainda no primeiro turno (entenda).

Após acusações contra Ruas e o seu concorrente, Eduardo Paes (PSD), Garotinho criticou a votação e afirmou:

“Em função do resultado manifestado pela população nas urnas, não me resta outra opção jurídica a não ser desistir, de forma livre, expressa, consciente e irretratável. Que agora o povo arque com as consequências do que eles fizeram”, disse.
Em entrevista coletiva, o ex-governador disse que faria a desistência do recurso mesmo se Paes estivesse na frente e fosse o beneficiado. “Teria até mais prazer se fosse com ele.”

O que foi protocolado?
Octávio Guedes: Garotinho desiste de eleição por Ruas
Octávio Guedes: Garotinho desiste de eleição por Ruas


A defesa de Garotinho protocolou no TSE um termo de desistência do recurso ordinário eleitoral que discutia o registro da candidatura. O processo está sob relatoria do ministro Floriano de Azevedo Marques.

No documento, protocolado às 14h09, os advogados afirmam que a decisão de Garotinho é “livre, expressa, consciente e irretratável”. Os advogados citam o artigo 998 do Código de Processo Civil e sustentam que Garotinho pode desistir do recurso a qualquer momento, sem necessidade de concordância das demais partes.

O resultado, no entanto, ainda depende da formalização da desistência e de uma eventual retotalização pela Justiça Eleitoral. O tribunal ainda não se posicionou.

“Eu fiz a minha parte”, disse Garotinho.

O que muda?
Com 100% das urnas apuradas, Ruas teve 4.271.199 votos e apareceu com 49,27% dos votos válidos. Eduardo Paes (PSD), segundo colocado, recebeu 3.706.984 votos, ou 42,76%. Garotinho teve 274.411 votos, equivalentes a 3,17%.

Sem os votos de Garotinho na base de cálculo, o percentual dos candidatos sobe, e Ruas ultrapassa os 50% necessários para vencer a eleição no primeiro turno. Se os votos forem considerados nulos, porém, nada muda.

O TSE não se posionou sobre o que será feito caso o pedido de Garotinho seja aceito.


Garotinho votou em colégio na Zona Sul do Rio — Foto: Guilherme Vizane/ TV Globo
Garotinho votou em colégio na Zona Sul do Rio — Foto: Guilherme Vizane/ TV Globo

Com os votos de Garotinho, a totalização reúne 8.669.038 votos distribuídos entre os nove candidatos. O resultado com 100% das urnas apuradas, ficou assim (só os três primeiros colocados):

Douglas Ruas (PL): 49,27% — 4.271.199 votos
Eduardo Paes (PSD): 42,76% — 3.706.984 votos
Garotinho (Republicanos): 3,17% — 274.411 votos, anulados sub judice
Nesse cenário, Ruas fica abaixo dos 50%, e os dois candidatos mais votados são convocados para o 2º turno. Sem os 274.411 votos de Garotinho, a base da totalização cairia de 8.669.038 para 8.394.627 votos.

Com os mesmos votos recebidos pelos outros candidatos, mas uma base menor para o cálculo dos percentuais, os números sobem, e o cenário ficaria assim:


Douglas Ruas (PL): 50,88% — 4.271.199 votos
Eduardo Paes (PSD): 44,16% — 3.706.984 votos
Nesse segundo cenário, Ruas ultrapassa os 50% e teria votos suficientes para vencer a eleição no primeiro turno.

Liminar suspensa
O processo de registro de candidatura de Garotinho foi indeferido pelo TRE-RJ por conta de uma condenação por improbidade administrativa. A defesa do ex-governador argumenta que o período de inelegibilidade teria se encerrado em julho — e recorreu.

O recurso foi apresentado ao próprio TRE-RJ, que colhe parecer do Ministério Público Eleitoral e de outros interessados na ação — entre elas a coligação de Eduardo Paes — e remete à corte superior.

Este é o processo que define a validade ou não dos votos dados a Garotinho.

Em outra frente, o ex-governador entrou no TSE para garantir sua campanha mesmo com o indeferimento da candidatura. Foi nesse processo que o ministro Floriano Marques decidiu, na última sexta-feira (2), que os votos dados a Garotinho não deveriam ser considerados.

No domingo, no entanto, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, determinou que os votos dados a Garotinho fossem “considerados no cálculo dos percentuais obtidos por cada concorrente ao pleito majoritário, até que seja proferida decisão colegiada pelo Tribunal Superior Eleitoral”.

Confira os deputados federais eleitos para representar o RJ em Brasília

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Os eleitores do Rio de Janeiro definiram neste domingo (4) os 46 deputados federais que vão representar o estado na Câmara dos Deputados a partir de fevereiro de 2027. Com 100% das urnas apuradas, Dr. Luizinho (PP) foi o candidato mais votado, com 213.904 votos.

Na sequência aparecem Rick Azevedo (PSOL), com 191.371 votos, e Lindbergh (PT), com 181.768. Ao todo, 46 parlamentares foram eleitos para a legislatura de 2027 a 2031.

Entre os eleitos estão nomes que já ocupam cadeiras na Câmara e candidatos que chegam pela primeira vez ao Congresso. Dos 46 deputados eleitos, 21 conseguiram a reeleição e 10 são mulheres. O PL formou a maior bancada do estado, com 15 cadeiras, seguido pelo PT, com seis, e pelo PP, com cinco.

Entre os deputados federais eleitos com ligação direta à Costa do Sol estão Manoela Peres (PL), com 117.648 votos; Fabiano Horta (PT), com 82.902; Márcio Rezende (PSD), de Macaé, com 75.148; e Diego Quaquá (PT), com 68.798 votos.

Confira os eleitos

Dr. Luizinho (PP) — 213.904 votos
Rick Azevedo (PSOL) — 191.371 votos
Lindbergh (PT) — 181.768 votos
Luciano Vieira (PSDB) — 177.887 votos
Altineu Cortes (PL) — 175.161 votos
Freixo (PT) — 172.969 votos
Sóstenes Cavalcante (PL) — 170.290 votos
Rueda (União) — 155.836 votos
Anielle Franco (PT) — 149.726 votos
General Pazuello (PL) — 146.148 votos
Gutemberg Reis (MDB) — 145.876 votos
Soraya Santos (PL) — 141.443 votos
Aureo Ribeiro (Solidariedade) — 134.557 votos
Delegado Felipe Curi (PP) — 133.626 votos
Talíria Petrone (PSOL) — 122.500 votos
Manoela Peres (PL) — 117.648 votos
Dani Cunha (PL) — 116.984 votos
Daniel Soranz (PSD) — 107.849 votos
Julia de Castro (PL) — 103.880 votos
Elias Jabbour (PCdoB) — 103.219 votos
Diogo Balieiro Diniz (PL) — 102.026 votos
Renan Ferreirinha (PSD) — 93.504 votos
Rafael Satiê (PL) — 91.074 votos
Glauber Braga (PSOL) — 86.314 votos
Renato Cozzolino (PP) — 84.516 votos
Fabiano Horta (PT) — 82.902 votos
Chris Tonietto (PL) — 81.966 votos
Poubel (PL) — 81.960 votos
Wladimir Garotinho (PL) — 81.797 votos
Douglas Gomes (PL) — 80.310 votos
Luiz Lima (Novo) — 79.249 votos
Pastor Henrique Vieira (PSOL) — 77.584 votos
Márcio Rezende (PSD) — 75.148 votos
Jandira Feghali (PCdoB) — 74.409 votos
Leniel Borel (PP) — 72.658 votos
Luis Carlos Gomes (Republicanos) — 70.331 votos
Marcos Tavares (PDT) — 69.438 votos
Diego Quaquá (PT) — 68.798 votos
Marcio Ribeiro (PSD) — 67.989 votos
Thiago Gagliasso (PL) — 67.700 votos
Nísia Trindade (PT) — 67.350 votos
Jorge Miranda (PL) — 67.298 votos
Juninho do Pneu (PSDB) — 64.440 votos
Marcelo Queiroz (PSDB) — 58.739 votos
Bebeto (PP) — 52.761 votos
Talita Galhardo (PSDB) — 46.780 votos.

Bancada fluminense

A nova bancada do Rio de Janeiro terá forte presença do PL, que conquistou 15 das 46 cadeiras. O PT terá seis deputados, enquanto o PP ficará com cinco. PSOL, PSDB e PSD elegeram quatro parlamentares cada, e o PCdoB terá dois representantes.

Com uma cadeira cada, completam a bancada fluminense União Brasil, MDB, Solidariedade, Novo, Republicanos e PDT. Ao todo, 13 partidos terão representantes do Rio de Janeiro na Câmara dos Deputados a partir de 2027.

Veja quem são os 70 deputados estaduais eleitos no RJ

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Os eleitores fluminenses definiram neste domingo (4) os 70 deputados estaduais que vão ocupar as cadeiras da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) a partir de 2027. A nova composição reúne parlamentares reeleitos, nomes que retornam ao Legislativo e candidatos que chegam pela primeira vez à Assembleia

Com 100% das urnas apuradas, Índia Armelau (PL) foi a deputada estadual mais votada do estado, com 248.504 votos. Na sequência aparecem Márcio Canella (União), com 197.178 votos, e Renata Souza (PSOL), com 176.871 votos.

O PL terá a maior bancada da nova legislatura, com 21 cadeiras. PT e PSD terão nove deputados cada; PSOL e PP, cinco cada; União Brasil, quatro; e outras legendas completarão a composição da Casa.

Entre os candidatos com atuação e base eleitoral na Costa do Sol eleitos para a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) estão Dra. Gabriela (PL), com 96.267 votos; Allyson Elias (PT), com 51.145; Chico Machado (PL), com 50.664; Ana Paula Mendes (PSD), com 43.356; Zeidan (PT), com 43.115; Vantoil Martins (PSB), com 39.179; e Carlos Russo (DC), de Araruama, com 27.447 votos.

Confira os 70 deputados estaduais eleitos

A lista abaixo está organizada pela quantidade de votos recebidos:

Índia Armelau (PL) — 248.504 votos
Márcio Canella (União) — 197.178 votos
Renata Souza (PSOL) — 176.871 votos
Dani Balbi (PCdoB) — 169.474 votos
Guilherme Delaroli (PL) — 166.374 votos
Rosenverg Reis (MDB) — 139.866 votos
Elika Takimoto (PT) — 135.271 votos
Anderson Moraes (PL) — 129.325 votos
Costenaro (Novo) — 121.780 votos
Dra. Gabriela (PL) — 96.267 votos
Flavio Serafini (PSOL) — 95.666 votos
Felipinho Ravis (PP) — 93.606 votos
Alan Lopes (PL) — 93.396 votos
João Pires (PSD) — 90.195 votos
Verônica Lima (PT) — 85.421 votos
Alexandre Isquierdo Malafaia (PL) — 83.461 votos
Fernanda Neves (PDT) — 83.326 votos
Rafael Nobre (União) — 76.706 votos
Jair Bittencourt (PL) — 73.722 votos
Léo Vieira Filho (PSDB) — 72.939 votos
André Ceciliano (PT) — 70.628 votos
Nelsinho Ruas (PL) — 70.552 votos
Bruno Dauaire (União) — 69.119 votos
Marina do MST (PT) — 66.167 votos
Rodrigo Medeiros (PL) — 65.530 votos
André Corrêa (PSD) — 65.188 votos
Carlinhos BNH (PP) — 61.724 votos
Felipe Pampolha (PP) — 61.589 votos
Jorge Felippe Neto (PL) — 58.508 votos
Delegado Carlos Augusto (PL) — 58.142 votos
Marcelo Dino (PL) — 57.982 votos
Librelon (Republicanos) — 57.409 votos
Dr. Pedro Ricardo (PL) — 57.354 votos
Delegado Bernardo Leal (PP) — 57.254 votos
Claudio Caiado (PSD) — 56.936 votos
Gustavo Tutuca (PP) — 56.334 votos
Renato Miranda (PL) — 56.329 votos
Dani Monteiro (PSOL) — 55.227 votos
Guilherme Schleder (PSD) — 54.760 votos
Munir Neto (Solidariedade) — 52.808 votos
Julio Rocha (Agir) — 51.609 votos
Allyson Elias (PT) — 51.145 votos
Márcio Gualberto (PL) — 50.804 votos
Chico Machado (PL) — 50.664 votos
Vinícius Cozzolino (PSD) — 49.353 votos
Leandro (Republicanos) — 49.013 votos
Tia Ju (Republicanos) — 47.302 votos
Coronel Menezes (PL) — 46.700 votos
Rafael Picciani (União) — 46.686 votos
Giovani Ratinho (MDB) — 46.380 votos
Luciana Boiteux (PSOL) — 44.928 votos
Leonel de Esquerda (PT) — 44.597 votos
Giselle Monteiro (PL) — 44.532 votos
Luiz Paulo (PSD) — 43.720 votos
Serginho (PDT) — 43.664 votos
Ana Paula Mendes (PSD) — 43.356 votos
Yuri Moura (PSOL) — 43.336 votos
Zeidan (PT) — 43.115 votos
Poubel Filho (PL) — 42.871 votos
Daniel Marques (PL) — 42.768 votos
Adilson Pires (PT) — 42.467 votos
Felipe Tropa (PL) — 41.293 votos
Carla Machado (PSD) — 39.208 votos
Vantoil Martins (PSB) — 39.179 votos
Soldado Tobias (PRD) — 37.969 votos
Joyce Trindade (PSD) — 37.088 votos
Arthur Monteiro (Solidariedade) — 35.844 votos
Jari (PSB) — 34.199 votos
Raone Ferreira (PT) — 28.377 votos
Carlos Russo (DC) — 27.447 votos.

Sistema proporcional

A eleição para deputado estadual ocorre pelo sistema proporcional. A distribuição das cadeiras considera os votos recebidos pelos partidos e federações e, depois, a votação dos candidatos dentro de cada legenda ou federação.

Por isso, a quantidade de votos individuais não é o único fator que determina quem conquista uma cadeira na Alerj.

Os 70 eleitos terão mandato de quatro anos e assumirão a nova legislatura em 2027.

Fonte: Giro Costa do Sol

Flávio Bolsonaro, Douglas Ruas e Chico Machado participam de ato político neste sábado em Macaé

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Convite foi divulgado nas redes sociais pelo deputado estadual e candidato à reeleição Chico Machado, e  chama apoiadores para participar da mobilização política que está marcada para o meio-dia, na Praia Campista

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e o candidato ao Governo do Estado do Rio de Janeiro Douglas Ruas (PL) estarão em Macaé neste sábado (12) para uma agenda de campanha.

A passagem por Macaé integra um roteiro de campanha de Flávio Bolsonaro pelo interior do Estado do Rio. A agenda também inclui compromissos em outras cidades, entre elas Cabo Frio, Campos dos Goytacazes e Itaperuna.

Nas redes sociais, Chico Machado afirma que o encontro terá como objetivo reunir apoiadores em torno das candidaturas de Flávio Bolsonaro e Douglas Ruas. O material de divulgação também menciona a presença de outras lideranças políticas.

Serviço
Evento: Ato político
Data: sábado, 12 de setembro
Horário: 12h
Local: Praia Campista, Macaé

Flávio Bolsonaro em Macaé, Campos e Itaperuna no próximo sábado

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Antes de chegar ao Norte e Noroeste Fluminense, o candidato do PL a presidente do Brasil irá passar por Cabo Frio, na Região dos Lagos

Candidato à Presidência da República pelo PL, o senador Flávio Bolsonaro cumprirá agenda de campanha no Norte e Noroeste Fluminense, no próximo sábado (12). Ele vai passar por Macaé, Campos e Itaperuna, cidade onde encerrará os compromissos de campanha nas duas regiões. Flávio Bolsonaro aparece empatado com o também candidato a presidente Luís Inácio Lula da Silva, do PT, em todas as pesquisas de intenção de votos.

Em Campos, Flávio Bolsonaro participará de um comício na Avenida Pelinca ou na Princesa Isabel. Porém, antes de chegar ao Norte e Noroeste Fluminense, o candidato do PL a presidente do Brasil irá passar por Cabo Frio, na Região dos Lagos. Em Itaperuna será o último compromisso do dia.

Flávio Bolsonaro é senador pelo Rio de Janeiro e o primeiro filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Iniciou a carreira pública em 2003, sendo o deputado estadual mais jovem do Rio, e exerceu quatro mandados na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Eleito senador em 2018 pelo então PSL, ganhou projeção nacional após a eleição do pai.

Glauco Lopes anuncia saída do PSDB e fim da Executiva Municipal em Macaé

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O presidente do Diretório Municipal do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) em Macaé, Glauco Lopes, anunciou, juntamente com integrantes da Comissão Executiva, a desfiliação do partido e a dissolução da Executiva Municipal da legenda.

Além de Glauco Lopes, assinam o comunicado Rodrigo Pontes, vice-presidente; Adeilton Santos, secretário-geral; e Márcio Siqueira, tesoureiro.

Segundo os dirigentes, a decisão está relacionada ao atual posicionamento e à condução da Direção Regional do PSDB, além de ações com as quais afirmam não mais se identificar ou concordar.

No comunicado, o grupo destacou, entretanto, que a decisão não representa um rompimento com a história construída pelo PSDB em Macaé. Os dirigentes ressaltaram o legado político da legenda no município e reconheceram a participação de filiados, dirigentes, colaboradores e demais integrantes que contribuíram para essa trajetória.

“Saímos com a consciência tranquila e com respeito à trajetória que construímos juntos”, afirmaram os representantes no documento.
Ao final, Glauco Lopes, Rodrigo Pontes, Adeilton Santos e Márcio Siqueira agradeceram aos filiados, companheiros e colaboradores que participaram da caminhada política do partido em Macaé.