Gabinete de André Janones tem propina e prostituição, revela áudio

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O deputado expressa seu descontentamento e preocupações com o comportamento do parente, questionando sua capacidade para assumir cargos públicos

O deputado federal André Janones teve um áudio vazado em que faz graves acusações contra seu primo e aliado político, Mac Janones. Segundo o áudio obtido pela coluna de Paulo Cappelli no portal Metrópoles, o parlamentar acusa seu primo de buscar milhões em propina e serviços de garotas de programa. O deputado expressa seu descontentamento e preocupações com o comportamento do parente, questionando sua capacidade para assumir cargos públicos.

Janones, que ganhou destaque nacional em 2022 ao se lançar como pré-candidato à Presidência e depois apoiar Lula, é ouvido expressando sua frustração com a atuação de sua equipe e com o comportamento de seu primo. Ele questiona a capacidade de Mac Janones para exercer funções públicas, acusando-o de querer roubar e buscar atividades ilícitas.

Nas redes sociais, é possível encontrar fotos de Mac Janones ao lado de André na Câmara dos Deputados, embora o deputado não pareça prestar grande apoio a seu primo em suas próprias redes. A situação expõe um conflito que parece se arrastar por anos, com Janones expressando descontentamento em mensagens anteriores. Até o momento, o deputado não emitiu comentários sobre o vazamento do áudio. 

Michelle, Rosângela e Gleisi pode disputar Senado se Moro for cassado

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O apoio de Jair Bolsonaro à candidatura de Michelle está em destaque, com a ideia de que uma vaga no Senado poderia protegê-la de investigações

A possibilidade de cassação do mandato do ex-juiz Sergio Moro está gerando agitação nos círculos políticos do Paraná. O site O Globo levantou uma possibilidade curiosa: caso isso ocorra, Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, Rosangela Moro, esposa de Moro, e Gleisi Hoffmann, deputada pelo PT, estão considerando concorrer ao Senado no estado.

O apoio de Jair Bolsonaro à candidatura de Michelle está em destaque, com a ideia de que uma vaga no Senado poderia protegê-la de investigações. Ao mesmo tempo, o grupo político de Sergio Moro vê em Rosangela Moro uma sucessora capaz de manter seu capital político. No entanto, para entrar na disputa, ambas precisariam transferir seu domicílio eleitoral para o Paraná.

Enquanto isso, Gleisi Hoffmann, do PT, já lançou sua candidatura e conta com o apoio público da primeira-dama Janja da Silva. O PT e o PL também buscam cassar o mandato de Moro no Senado, com o caso em julgamento no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), seguido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Último discurso de Nikolas na CPMI 8 de janeiro

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Nikolas fala sobre o relatório apresentado pela relatora da CPMI em seu último discurso.
Assista

Por Tribuna 5

CPMI 8/11: Saiba como votou cada deputado e senador

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O relatório final obteve 20 votos favoráveis e 11 contrários, sendo o presidente da CPMI, deputado Arthur Maia (União-BA), o único que se absteve.

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), em sua sessão desta quarta-feira (18), aprovou o relatório da senadora Eliziane Gama (PSD-MA), solicitando o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outras 60 pessoas. O documento obteve 20 votos favoráveis e 11 contrários, sendo o presidente da CPMI, deputado Arthur Maia (União-BA), o único que se absteve.

Votaram “sim” (pela aprovação do relatório):

  • senador Veneziano Vital do Rego (MDB-PB)
  • senador Marcelo Castro (MDB-PI)
  • senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS)
  • deputado Fernando Dueire (MDB-PE)
  • deputado Duarte Jr (PSB-MA)
  • deputado Dagoberto Nogueira (PSDB-MS)
  • deputada Duda Salabert (PDT-MG)
  • deputado Paulo Magalhães (PSD-BA)
  • deputado Rafael Brito (MDB-AL)
  • deputada Laura Carneiro (PSD-RJ)
  • deputado Rubens Pereira Jr (PT-MA)
  • deputado Rogerio Correia (PT-MG)
  • deputado Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ)
  • deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ)
  • senadora Eliziane Gama (PSD-MA)
  • senador Omar Aziz (PSD-AM)
  • senador Otto Alencar (PSD-BA)
  • senador Fabiano Contarato (PT-ES)
  • senador Rogério Carvalho (PT-SE)
  • senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA)

Votaram “não” (pela reprovação do relatório):

  • senador Marcos Rogério (PL-RO)
  • senador Izalci Lucas (PSDB-DF)
  • senadorEduardo Girão (Novo-CE)
  • senador Magno Malta (PL-ES)
  • senador Esperidião Amin (PP-SC)
  • senadora Damares Alves (Republicanos-DF)
  • deputado Rodrigo Valadares (União-SE)
  • deputado Aluísio Mendes (Republicanos-MA)
  • deputado André Fernandes (PL-CE)
  • deputado Delegado Ramagem (PL-RJ)
  • deputado Filipe Barros (PL-PR), deputado

A aprovação do relatório é considerada uma vitória para o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que originalmente se opôs à instalação da CPMI. O relatório abrange uma lista de pedidos de indiciamentos, abrangendo ex-ministros, parlamentares, militares e empresários, mas excluindo nomes do governo petista. Agora, o futuro Procurador-Geral da República, indicado por Lula, decidirá sobre as denúncias com base no relatório da CPMI, que também será avaliado por diversos outros órgãos competentes.

Eliziane Gama é capacho de Flávio Dino, diz Malafaia

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Malafaia alega que a senadora se apresenta como evangélica sem realmente o ser e a descreve como “uma comunista travestida de evangélica”

O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), lançou fortes críticas nesta quarta (18) à senadora Eliziane Gama (PSD-MA), relatora da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro, que solicitou o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no relatório final das investigações.

Malafaia alega que a senadora se apresenta como evangélica sem realmente o ser e a descreve como “uma comunista travestida de evangélica”. Ele observa que a senadora do Maranhão conquistou seu cargo com o apoio da comunidade evangélica, particularmente das igrejas Assembleia de Deus.

A crítica do pastor se baseia na não inclusão, no relatório, de nomes como o ex-GSI Gonçalves Dias e o ministro da Justiça, Flávio Dino, que, segundo Malafaia, poderiam ter prevenido as invasões, uma vez que foram alertados pela Abin sobre a possibilidade. O relatório de Eliziane Gama, com mais de 1.300 páginas, solicita o indiciamento de 61 pessoas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e vários ex-ministros e auxiliares.

Veja o vídeo:

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Com informações de Pleno News.

Para o povo, miséria. Para os petistas, lagostas!

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Durante o encontro, o deputado estadual Francisco de Assis Diniz, do PT, compartilhou nas redes sociais imagens do almoço, no qual lagostas graúdas e cerveja foram o prato principal

Lideranças petistas foram flagradas após uma plenária do partido em Icapuí, localizada a 360 quilômetros da capital Fortaleza, saboreando lagostas e festejando. 

Durante o encontro, o deputado estadual Francisco de Assis Diniz, do PT, compartilhou nas redes sociais imagens do almoço, no qual lagostas graúdas e cerveja foram o prato principal.

José Guimarães, líder do governo na Câmara, também aparece no vídeo, falando que as lagostas eram “fonte de energia para continuar trabalhando pelo Brasil e pelo Ceará”. 

As imagens rapidamente se espalharam pelas redes sociais, causando indignação, embora não haja evidências de que recursos públicos tenham financiado o evento.

Veja:

Sessão debaterá PEC que limita decisões monocráticas de tribunais superiores

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O Senado vai discutir, em sessão temática na próxima quinta-feira (19), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 8/2021 , que impõe limites às dec…

O Senado vai discutir, em sessão temática na próxima quinta-feira (19), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 8/2021 , que impõe limites às decisões monocráticas nos tribunais superiores. O requerimento para a sessão de debates foi aprovado nesta terça-feira (17). Na mesma sessão, os senadores também aprovaram a prorrogação da CPI das ONGs.

O requerimento para a discussão da PEC foi apresentado pela presidência do Senado. A proposta veda a concessão de decisão monocrática que suspenda a eficácia de lei ou ato normativo com efeito geral ou que suspenda ato dos presidentes da República, do Senado, da Câmara ou do Congresso. A proposta também estabelece que pedidos de vista — prazo para estudar um determinado processo — devem ser concedidos coletivamente e por prazo máximo de seis meses.

A proposta, que tem como primeiro signatário o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no início de outubro. A sessão está marcada para as 11 horas.

Outros requerimentos

Também foi anunciado pelo presidente do Senado o requerimento de prorrogação da CPI das Ongs por mais 57 dias. O requerimento foi assinado por 41 parlamentares, e não precisa passar pela aprovação do Plenário para produzir efeitos. A CPI começou a trabalhar em junho. O prazo final seria o dia 23 de outubro, mas, com a prorrogação, os trabalhos permanecerão até 19 de dezembro.

Os senadores aprovaram, ainda, um requerimento do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) para que dois projetos passem a tramitar em conjunto. Os projetos são o PL 1.635/2022 , apresentado por ele, que cria o Estatuto da População em Situação de Rua, e o PL 2.245/2023 , da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que institui a Política Nacional de Trabalho Digno e Cidadania para População em Situação de Rua.

Bancada evangélica manda recado a Lula: “Bessias” sim, Dino não!

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Carlos Viana expressou sua preferência por Jorge Messias, advogado-geral da União e uma das opções na lista de indicações de Lula

A Frente Parlamentar Evangélica fez chegar ao Planalto, nos últimos dias, uma mensagem clara: caso o presidente Lula escolha Flávio Dino para o Supremo Tribunal Federal (STF), o atual ministro da Justiça e Segurança Pública, não terá o mesmo apoio que Cristiano Zanin obteve do Senado, alertou o senador Carlos Viana (Podemos-MG).

Carlos Viana expressou sua preferência por Jorge Messias, advogado-geral da União e uma das opções na lista de indicações de Lula. Viana argumentou que Messias, por sua fé batista, representaria um gesto de pacificação do presidente com o segmento evangélico. A escolha do novo ministro do STF tem sido objeto de debates e recomendações para adiar a decisão.

A Frente Parlamentar Evangélica, com 26 parlamentares signatários no Congresso, e liderada por Silas Câmara na Câmara dos Deputados e Carlos Viana no Senado, sinaliza um ambiente de crescente desaprovação por parte dos evangélicos durante os primeiros seis meses do governo Lula, conforme uma pesquisa do PoderData que indica um aumento de 6 pontos percentuais na desaprovação, passando de 56% em janeiro para 62% em junho. 

Quem é o senador que comprou Porsche de R$ 1,2 milhão e está construindo mansão de R$ 45 milhões

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Carvalho Júnior assumiu o mandato de senador em julho deste ano, ocupando a vaga de Wellington Fagundes, do PL, que se afastou por motivos de licença médica

O senador Mauro Carvalho Júnior, do União Brasil, está no centro das atenções devido a sua recente aquisição, um Porsche 911 Carrera Cabriolet de cor preta, importado e fabricado em 2022, com valor estimado em R$ 1,22 milhão. Curiosamente, essa compra acontece enquanto sua esposa está em meio à construção de uma mansão avaliada em R$ 45 milhões em um condomínio de luxo em Cuiabá, no Mato Grosso.

Carvalho Júnior assumiu o mandato de senador em julho deste ano, ocupando a vaga de Wellington Fagundes, do PL, que se afastou por motivos de licença médica. Antes de entrar para o cenário político, ele desempenhava a função de secretário-chefe da Casa Civil do Governo de Mato Grosso, na gestão de Mauro Mendes, também filiado ao União Brasil. 

Nas eleições de 2022, o senador declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um patrimônio de R$ 22,8 milhões, que já incluía uma Mercedes e um Porsche Cayenne. Essa aquisição mais recente levanta questionamentos sobre as prioridades financeiras dos políticos em meio a um contexto de crise econômica e desigualdade social.

Hacker criminoso fica de fora da lista de indiciados pela CPMI de 8 de janeiro

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Eliziane Gama defendou a necessidade de investigações mais profundas para esclarecer o envolvimento de Delgatti com diversas autoridades no suposto intento criminoso.

A relatora da CPMI dos Atos de 8 de Janeiro, senadora governista Eliziane Gama (PSD-MA), deixou de fora da lista de indiciados o hacker Walter Delgatti Neto, acusado de ter encontros e acordos de tero “golpista” com a deputada federal Carla Zambelli.

Segundo o relatório, Delgatti foi contratado para trabalhar no gabinete de Zambelli com o objetivo de invadir sistemas de órgãos públicos ligados ao processo eleitoral. Essas invasões, aparentemente financiadas com dinheiro público, eram destinadas a fornecer fundamentos para questionar a legitimidade das eleições, alimentando a narrativa bolsonarista. Delgatti também se reuniu com figuras proeminentes, incluindo Valdemar Costa Neto, Bruno Zambelli e até mesmo o presidente da República, com o propósito de questionar as urnas eletrônicas.

“Conforme exposto, entendemos que Walter Delgatti Neto foi instrumentalizado por indivíduos de alto relevo na Administração Pública federal para atentar contra o Estado Democrático de Direito, especialmente por meio de questionamentos infundados do processo eleitoral, motivo pelo qual são necessárias investigações mais aprofundadas para elucidar a colaboração de cada uma das autoridades no intento criminoso”, disse o relatório.

Eliziane Gama defendeu a necessidade de investigações mais profundas para esclarecer o envolvimento de Delgatti com diversas autoridades no suposto intento criminoso. Segundo ela, a contribuição de Delgatti desempenhou um papel fundamental na identificação de supostos delitos cometidos por Carla Zambelli, Paulo Sérgio Nogueira e outros indiciados.