Welberth Rezende garante posto do Detran em Macaé

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Presidente do Detran, Luiz Carlos das Neves, ao lado do deputado Welberth Rezende - Divulgação

Deputado estadual esteve reunido com o presidente do órgão, no Rio de Janeiro

O deputado estadual Welberth Rezende (PPS) estive reunido na tarde de quarta-feira (15), com o presidente do Detran, Luiz Carlos das Neves, no Rio de Janeiro. Em pauta o parlamentar defendeu a permanência do posto do Detran na cidade, em meio a rumores de transferência do posto de órgão do Estado para a cidade de Rio das Ostras.

De acordo com o deputado, o presidente do Detran garantiu a permanência do posto do Detran em Macaé, além de outros benefícios para o município. “Reforçamos ao presidente a demanda de nossa cidade e ele nos garantiu que o órgão continuará atuando em Macaé.

Discutimos também a questão da possibilidade de instalar um posto de identificação civil até nas escolas, para que jovens de 16 a 18 anos possam fazer sua carteira de identidade, além de solicitar mais agilidade no agendamento de vistoria e no serviço de troca de propriedade. Saímos convictos de que as solicitações serão atendidas num curto prazo de tempo”, disse Welberth Rezende.

O deputado destacou que a mudança de local do posto do Detran poderia trazer muitos transtornos para a cidade. “As conquistas colocam Macaé em pé de igualdade com as grandes cidades trazendo comodidade e benefícios para a população. Na próxima semana uma equipe do Detran estará em Macaé para verificar uma possível troca de local, que deverá sair da Aroeira para outro ponto da cidade”, comentou Welbert Rezende.

Denúncia sobre bombas desligadas expõe problemas na drenagem da cidade

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Vereador Maxwell Vaz esteve na casa de máquinas do sistema de macrodenagem situada na Aroeira - Divulgação

Comissão da Câmara cobra do governo ação emergencial para evitar alagamentos na cidade

Apesar do volume excessivo de chuva que atinge a cidade desde a quarta-feira (15), os impactos registrados na cidade com alagamentos, especialmente nas regiões do Centro, Sol Y Mar, Visconde e Miramar, não estão apenas relacionados às intempéries da natureza. Denúncia da Comissão Permanente de Meio Ambiente e Saneamento da Câmara indica que falhas da prefeitura, na manutenção do sistema de drenagem mecânica, causaram prejuízos para a população.

Na manhã de quarta-feira, o presidente da Comissão, Maxwell Vaz (SD), esteve na casa de máquinas do sistema da Macrodrenagem, situada na Aroeira. O local é o ponto principal do mecanismo que drena as águas acumuladas nos bolsões situados abaixo do nível do mar, escoando para o braço do Rio Macaé situado na Malvinas.

Conforme constatou Maxwell, as três bombas responsáveis por fazer o escoamento das águas não foram ligadas no dia de maior incidência das chuvas. O motivo, de acordo com ele, foi o planejamento equivocado de manutenção dos equipamentos. “Nós estivemos na casa de máquinas e constatamos que as bombas estavam desligadas. Com isso, os alagamentos se formaram na região do Miramar, Visconde e no Centro. Choveu muito, mas se o equipamento estivesse funcionando, os transtornos seriam bem menores”, afirmou.

Maxwell também esteve em outro ponto do sistema mecânico de drenagem da cidade, ligado ao Canal Fábio Franco, que acabou ficando sobrecarregado. “Este sistema funcionou, mas não foi suficiente para atender a situação da cidade. Como fazem manutenção de todos os equipamentos de uma só vez, deixando o sistema inativo? A população não pode mais pagar por esses erros do governo”, afirmou Maxwell.

Água: proposição sugere gratuidade a empresas que contratarem macaenses

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A proposta de Luiz Fernando foi aprovada, mas três vereadores se abstiveram - Ivana Gravina CMM

Requerimento abriu mais uma frente no debate sobre a gratuidade da cobrança de água na cidade

O Requerimento 333/2019, do vereador Luiz Fernando (sem partido), abriu mais uma frente no debate sobre a gratuidade da cobrança de água no caso de a prefeitura assumir o serviço de fornecimento. A proposição foi aprovada na sessão do Legislativo na última quarta-feira (15).

O vereador sugere que, além das pessoas físicas, também não seja cobrada tarifa de empresas “tendo como contrapartida a garantia de empregar os residentes em Macaé”.

O primeiro a falar foi Marcel Silvano (PT). “Não sabemos sequer se o governo vai conseguir realizar o serviço. Além disso, a demanda das grandes empresas é enorme. É preciso, antes de propor algo assim, fazer um estudo do consumo delas”.

Maxwell Vaz (SD) mencionou a política nacional de recursos hídricos. “Segundo essa política, cobra-se mais de quem consome mais”. Ele questionou ainda como o governo pagará os custos do abastecimento. “Tenho medo de que esse dinheiro saia de outros serviços básicos”.

O autor, Luiz Fernando, defendeu. “O que proponho é que, se for dada gratuidade a todos, os empresários assegurem à população uma contrapartida do benefício que o município concederá”. Márcio Bittencourt (PMDB) apoiou. “Assim, além de desonerar as empresas, ainda incentivaremos a criação de empregos para os macaenses”.

Escassez

O risco de desabastecimento com o aumento do consumo incentivado pela gratuidade foi outro argumento apresentado por Marcel. “Temos estudos de técnicos da UFRJ alertando para a escassez em 25 anos”, disse ele ainda considerando uma situação em que a água em Macaé não é de graça.

Já o presidente, Eduardo Cardoso (PPS), apoiou o requerimento. “Escassez nós já estamos vivendo agora. A água não está chegando na torneira das pessoas em muitos bairros da cidade”. O requerimento foi aprovado por todos os presentes, exceto por Marcel, Maxwell e Luciano Diniz (MDB), que se abstiveram.

Termelétrica: Câmara defende prioridade para mão de obra local

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Todos os vereadores presentes na sessão da última quarta-feira (15) votaram a favor da iniciativa

Vereador Márcio Bittencourt (MDB) pede que prefeitura busque meios para priorizar trabalhadores que residem em Macaé

Com a implantação de uma nova termelétrica, há grandes expectativas para a abertura de postos de trabalho. Nesse sentido, a Câmara Municipal de Macaé aprovou, por unanimidade, um requerimento de autoria de Márcio Bittencourt (MDB) para que a prefeitura estude meios de assegurar que 90% das vagas sejam ocupadas por moradores da cidade. Todos os vereadores presentes na sessão de quarta-feira (15) votaram a favor da iniciativa.

“Quando uma pessoa que estava desempregada retorna ao mercado, volta a colaborar com a economia e com a circulação de renda. Hoje, há milhares de macaenses em busca de uma oportunidade e precisamos pensar neles”, defendeu Márcio.

Para Marvel Maillet (Rede), o governo municipal falha no apoio à capacitação profissional. “É preciso oferecer cursos técnicos, pois a maior parte das vagas exige uma qualificação adequada. Como parlamentar, apresentei uma emenda que destina orçamento para a área, mas ainda não vimos algo de concreto”, lamentou.

De acordo com Cristiano Gelinho (PTC), a Secretaria de Trabalho tem estudado meios para viabilizar o pedido de Márcio. Já o presidente, Eduardo Cardoso (PPS), disse que a termelétrica é uma realidade para a economia local, mesmo com a concentração de ações voltadas para a possível construção de um porto marítimo na praia do Barreto. “Há anos só ouvimos falar dessa promessa. Acredito que não sairá do papel”, finalizou.

Isenção da cobrança
de estacionamento

Também foi aprovado um requerimento de Márcio Bittencourt solicitando à prefeitura informações sobre a possibilidade de isenção da cobrança do estacionamento rotativo no Centro da cidade aos sábados. Maxwell Vaz (SD) questionou que o sistema tem o objetivo de evitar que pessoas deixem o carro o dia inteiro numa vaga impedindo que consumidores estacionem seus veículos para fazer compras.

Bittencourt argumentou que os comerciantes entendem, ao contrário, que a gratuidade estimularia o consumo: “A própria Acim (Associação Comercial e Industrial de Macaé) pediu que eu apresentasse essa proposta”.

Audiência discutirá a criação do Conselho do Esporte de Macaé

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Marvel Maillet convida toda a sociedade, atletas, competidores da cidade para participarem da Audiência Pública

Vereador Marvel Maillet quer promover e melhorar as ações esportivas na cidade

Para desenvolver, intensificar e melhorar a qualidade do esporte em Macaé, o vereador Marvel Maillet (REDE) convida toda a sociedade, atletas, competidores da cidade para participarem da Audiência Pública que vai discutir a criação do Conselho do Esporte de Macaé. O evento será no sábado (18), às 9h30, no Museu do Legislativo, a antiga Câmara de Macaé, localizada na Av. Rui Barbosa, no Centro.

“Esporte é saúde, é qualidade de vida, é educação, é segurança pública. Macaé se destaca em várias modalidades esportivas e nas competições com grandes atletas que representam e trazem títulos para a cidade”, ressalta Marvel.

Vereador comenta ainda que o Conselho será formado por 12 membros da sociedade civil e do poder público, que irão acompanhar a execução do calendário municipal anual esportivo e de lazer na cidade e na região serrana, além de fiscalizar os projetos e as condições dos materiais destinados às atividades físicas.

Marvel destaca a Lei Municipal 2.756/2006 que institui o Programa Bolsa Atleta. “É fundamental esse incentivo para valorizar e dar condições para os nossas atletas para custearem campeonatos, alimentação, passagens. Infelizmente nossos atletas precisam fazer rifas, correr atrás de patrocinadores para se manter no esporte”, disse.

O Conselho irá contribuir com sugestões, propor e acompanhar seminários, eventos e cursos relativos ao esporte. A meta será o fortalecimento das atividades esportivas e de lazer em Macaé.

Vereador cobra informação sobre abastecimento de água 

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Requerimento aprovado é de indicação do Vereador Marcel Silvano - Ivana Gravina CMM

Requerimento aprovado na Câmara solicita informações à Cedae sobre o serviço prestado no bairro

A falta d’água é um problema que ocorre nos quatro cantos da cidade e as medidas da Prefeitura, como a encampação do tratamento e abastecimento na cidade não respondem às perguntas que alguns moradores, como do bairro Jardim Carioca II, trazem à Câmara Municipal. Na última terça-feira (14), foi aprovado o requerimento nº 303/2019, de autoria do vereador Marcel Silvano (PT), que solicita informações à Cedae sobre o serviço prestado naquele bairro.
Durante a discussão da pauta, o vereador Luciano Diniz informou que a água não chega ao Jardim Carioca II devido à falta de infraestrutura para que recebam o abastecimento. “Cada loteamento desses pertence a aqueles 19 assentamentos precários do plano de avaliação territorial do município. E cada um desses requer da Prefeitura algum tipo de intervenção específica. É o que acontece com o Jardim Carioca, não urbanizado, que precisa da política de legalização de todos os serviços, como água, tratamento de esgoto e calcetamento”, explicou Diniz.
Marcel novamente falou da incoerência do Governo com promessas que não serão cumpridas, já que nesses anos todos, em duas gestões, nem infraestrutura levou para os bairros. “A água não chega porque não tem as instalações das redes. Então, na minha leitura, loteamentos como estes, em que ainda há necessidade de adequar para garantir o fornecimento de água, agrava o debate sobre a municipalização d’água, porque entendemos que o município não tem condições de expandir o abastecimento. Então pedimos, inclusive, que o Governo nos apresente um planejamento, dizendo como irá resolver essas questões. E vamos apresentar requerimento de todos os bairros para que sejam respondidos”, ressaltou Marcel.

Apresentada soluções para a mobilidade urbana da cidade

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Requerimentos e indicações sobre mobilidade urbana foram aprovados na Câmara Municipal -  Ivana Gravina CMM

O objetivo dos parlamentares é melhorar o sistema de transporte urbano para a população

Requerimentos e indicações sobre mobilidade urbana foram aprovados na sessão desta quarta-feira (15), na Câmara Municipal de Macaé. Entre eles, está uma indicação do vereador Maxwell Vaz (SD) sugerindo ao governo que a integração do sistema de transportes seja feita no Parque da Cidade e inclua o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

Para Maxwell, esse deslocamento evitaria impactos no trânsito, que, na sua opinião, está mal organizado e confuso, sobretudo após o fechamento do Terminal Central. “A população tem reclamado muito e, dessa forma, seria possível melhorar o serviço”.

Outro vereador que apresentou pedidos para a Secretaria de Mobilidade Urbana foi Luciano Diniz (MDB). Por meio de requerimentos, ele solicitou informações sobre as linhas de ônibus que atendem ao Verdes Mares, ao Lagomar e à Linha Azul. O parlamentar defende que haja aumento da frota com o objetivo de melhorar o serviço prestado aos passageiros.

Na mesma sessão, Márcio Bittencourt (MDB) pediu à pasta que informe se há, em andamento, estudos para a manutenção das câmeras de segurança da cidade. Ele reforça que o monitoramento por vídeo é um dos pilares da prevenção de acidentes.

Rejeitada proposta de destinar 2% dos royalties para financiar pesquisas

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Para Marcel Silvano, a emenda poderia garantir que todo ano, valores em torno de 10 milhões fossem destinados às instituições - Ivana Gravina CMM

Por sete votos a quatro, bancada governista vota contra a proposta de Emenda à Lei Orgânica Municipal

O plenário da Câmara Municipal de Macaé rejeitou por sete votos a quatro a proposta de Emenda à Lei Orgânica Municipal que destinava 2% dos recursos dos royalties de petróleo ao financiamento de pesquisa e a capacitação, científica e tecnológica. A votação foi realizada na sessão ordinária na manhã desta terça-feira.

Segundo a Prefeitura, por ano, a cidade recebe cerca de R$ 600 milhões de recursos dos royalties. A proposta, apresentada no início do ano, foi colocada para votação depois da repercussão e protestos de estudantes e educadores contra o corte de 30% das verbas das universidades e instituições federais, anunciado no dia 30 de abril pelo Governo Federal.

Segundo o vereador e autor da proposta, Marcel Silvano (PT), a emenda poderia garantir que todo ano, valores em torno de 10 milhões fossem destinados às instituições. Ainda de acordo com o parlamentar, a decisão do Governo Federal coloca as universidades numa situação crítica, pondo em risco importantes pesquisas em desenvolvimento.

“Estávamos abraçando essa luta, em defesa das universidades públicas e reforçando a importância do processo de interiorização do ensino superior. O que foi proposto era a destinação de 2% do recurso dos royalties para pesquisas acadêmicas. Os vereadores da base aliada do governo simplesmente votaram contra o projeto sem justificar os seus votos. Isso me deixou muito chateado pela falta de diálogo”, disse Marcel Silvano.

O parlamentar também ressaltou a incoerência do governo municipal que iniciou um projeto de financiamento de startups, mas não quer que uma pequena porcentagem dos royalties seja destinada ao desenvolvimento da ciência e tecnologia. “Em Macaé, são realizadas pesquisas científicas importantíssimas como a que estuda uma cura para o Mal de Parkinson, por exemplo. É contra isso que a maioria dos vereadores votou hoje”, esclareceu Marcel.

Alguns dos parlamentares da bancada governista justificaram o seu voto contrário. Márcio Barcelos (MDB) alegou uma possível inconstitucionalidade no projeto. Já Cristiano Gelinho (PTC) disse não ter sido convencido sobre a proposta e pediu respeito ao seu posicionamento. “Não me envergonho do meu voto. Quero ser respeitado, pois votei com consciência”, disse.

O presidente Eduardo Cardoso (PPS) não votou no projeto, mas defendeu que o governo possui outras prioridades no momento.

Vereadores aprovam modificações na Lei do Silêncio no município

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A votação contou com a presença de diversos representantes das categorias envolvidas - Ivana Gravina CMM

Robson Oliveira afirmou que o objetivo é garantir que a fiscalização aconteça de acordo com as normas e os procedimentos regulamentados em âmbito federal

Após quase duas horas de debates que envolveram todos os parlamentares presentes, a Câmara Municipal de Macaé aprovou, por unanimidade, ontem (14), alterações na Lei 3.284/2009, conhecida como a Lei do Silêncio. As propostas, de acordo com o autor Robson Oliveira (PSDB), buscam atualizar, regulamentar e garantir a atuação de profissionais da música, principalmente em bares e restaurantes.

A votação contou com a presença de diversos representantes das categorias envolvidas. Para Robson, é fundamental a manutenção da paz e da tranquilidade dos moradores e, ainda sim, permitir que os estabelecimentos possam proporcionar música ao vivo ou mesmo reprodução de som como atrativos aos clientes. O atual limite de 70 decibéis (dbA) para quiosques e bares instalados nas orlas de Macaé foi mantido.

“Temos conhecimento de que o governo não realiza fiscalização com o decibelímetro (aparelho usado para medição sonora) e que multas são aplicadas sem que uma infração seja comprovada. A Lei do Silêncio é muito boa, mas nós precisamos que esses problemas sejam resolvidos. O que não pode é deixarmos profissionais impedidos de exercerem suas profissões, além do consequente prejuízo para os empresários, gerando desemprego e diminuindo as opções de lazer e de turismo da cidade”, frisou Robson.

Outra mudança na lei, que ainda depende de sanção ou veto do prefeito, é no valor das multas aplicadas. O texto original estabelece penalizações variando entre 5 mil e 20 mil Unidades de Referência Municipal (URM). Em cálculos atuais, as infrações podem ser de R$ 16,5 mil a R$ 65 mil.

A proposta do tucano é que as multas variem de 200 a 1200 URMs (R$ 650 a R$ 3.840, em números aproximados) para casos de reincidência. Também foram mantidas as normas para os casos de apreensão dos equipamentos sonoros e, em últimas instâncias, interdição definitiva e cassação do alvará de funcionamento.

Lei do Silêncio

Autor da lei, Paulo Antunes (MDB) lembrou que a proposta foi apresentada quando a cidade vivia uma outra realidade econômica. “Na época, Macaé era um canteiro de obras que não respeitava os moradores ao redor. Por isso, as multas foram impostas com valores elevados. Voto a favor da iniciativa, mas reforço que, caso a fiscalização não ocorra dentro da legalidade, denúncias sejam formalizadas.”

O texto original também contou com a colaboração de Maxwell Vaz (SD), que era o secretário de Meio Ambiente do período. “É preciso analisar o zoneamento da cidade, pois a legislação municipal estabelece os locais que podem ter a instalação de comércios. Lembro também que muitas reclamações eram feitas sobre templos religiosos que não tinham o isolamento acústico adequado.”

Welbert Rezende entrega Moção de Aplausos ao jornal O DEBATE

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Deputado Welberth Rezende entrega a Moção de Aplausos ao diretor-presidente Oscar Pires - Wanderley Gil 

Honraria aprovada na Alerj é uma homenagem pelos 43 anos de fundação do periódico

O deputado estadual Welberth Rezende (PPS), que preside a Comissão Permanente de Turismo da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), esteve na noite da última segunda-feira (13) na redação do Jornal O DEBATE para fazer a entrega da Moção de Aplausos e Congratulações pelos 43 anos de fundação do periódico. O parlamentar entregou a honraria em mãos ao diretor-presidente Oscar Pires.

Welberth destaca na proposição que: “O Debate, fundado em 01 de Maio de 1976, se aproximou cada vez mais da representatividade da data de seu nascimento: o Dia do Trabalhador. Ao longo de 43 anos, o jornal tornou-se referência como o mais importante da Região Norte Fluminense, celebrando conquistas, sucessos e superação. Através da visão vanguardista do jornalista Oscar Pires, o jornal O DEBATE surge como testemunha ocular do começo do progresso que reverbera na economia das milhares de cidades brasileiras. Pelas páginas de O DEBATE foram registrados nomes de profissionais importantes para a consolidação da indústria do petróleo como a principal base da economia brasileira, lideranças políticas responsáveis pela transformação da infraestrutura urbana e social da cidade, personalidades que reconhecem a capacidade do município em suportar todas as atividades que despertam a cobiça de municípios que almejam se tornar ricos, sem o merecimento do trabalho, principal fato celebrado neste 1º de maio de 2019″.

Emocionado, o jornalista Oscar Pires agradeceu as palavras do deputado: “É um prazer enorme receber uma homenagem que foi aprovada e concedida pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Este reconhecimento por todo o nosso trabalho diário é gratificante. Esta placa vai para um lugar especial na parede”, confessou.

Welberth Rezende destacou que “nas matérias de O DEBATE estão registrados também os principais discursos das personalidades políticas que passaram pela gestão do município e do Estado ao longo dos últimos 43 anos, nomes de lideranças políticas que se tornaram responsáveis por partes importantes da história de Macaé como a Capital Nacional do Petróleo. Seja de forma positiva, seja pelos desafios criados ao longo dos anos, Macaé e região estão presentes nas páginas de O DEBATE que resiste ao tempo, supera as adversidades, se mantém como a vitrine de Macaé, seja como Princesinha do Atlântico, seja como a Capital Nacional do Petróleo. Por sua destacada trajetória nesses 43 anos de existência, o Jornal O DEBATE é merecedor desta nobre honraria”.