“Nós ainda precisamos avançar muito e essa pauta da família, essa pauta dos valores, é uma coisa muito atrasada”, disse.
O ex-presidiário Lula atacou a família e defendeu o aborto nesta terça-feira (5) em um debate promovido pela Fundação Perseu Abramo e a Fundação Friedrich Ebert, entidade alemã ligada a causas ambientais.
O petista deixou claro que vai partir para cima das pautas da família caso seja eleito Presidente da República em outubro. “Nós ainda precisamos avançar muito e essa pauta da família, essa pauta dos valores, é uma coisa muito atrasada”, disse.
Lula defendeu a descriminalização do aborto e banalizou o assassinato de crianças no ventre. “Eu não quero ter um filho, eu vou cuidar de não ter meu filho”, disse, defendendo ainda que o aborto não deveria ser proibido no Brasil.
O petista disse que o dinheiro já gasto trazendo militantes até Brasília para fazer pressão no Congresso surtiu pouco efeito.
O desespero causado pelo medo de uma derrota iminente está fazendo o ex-presidiário Lula ultrapassar todos os limites.
Durante o evento de lançamento da Plataforma da CUT para as Eleições 2022, nesta segunda (4), Lula defendeu o envio de sindicalistas para a casa de parlamentares para “tirar a tranquilidade deles”. O petista disse que o dinheiro já gasto trazendo militantes até Brasília para fazer pressão no Congresso surtiu pouco efeito.
“O deputado tem casa. […] Então se a gente, ao invés de tentar alugar um ônibus, gastar uma fortuna, para vir para Brasília, que às vezes não resulta em nada, se a gente pegasse, mapeasse o endereço de cada deputado e fosse [sic] 50 pessoas para a casa desse deputado. Não é para xingar não, é para conversar com ele, conversar com a mulher dele, conversar com o filho dele, incomodar a tranquilidade dele. Eu acho que surte muito mais efeito do que a gente vir fazer manifestação em Brasília”, declarou.
Lula atacou o Parlamento e disse que o Legislativo é o “pior da história”.
A percepção do naufrágio da candidatura do ex-condenado tem acirrado os ânimos entre os próprios membros do partido.
Nos últimos dias, duas figuras manjadas e conhecidíssimas entraram em confronto: Gleisi Hoffmann e José Dirceu.
A presidente do partido tem criticado bastante as articulações de Dirceu.
Parece que rola ciúme na área.
De qualquer forma, os movimentos de Zé estão sendo questionadíssimos por Gleisi.
Segundo a jornalista Bela Magale, Gleisi chegou a questioná-lo sobre alguns movimentos, como a reunião com o governador Ratinho Júnior, que disputará a reeleição no Paraná com o petista recém filiado Roberto Requião.
Dirceu trabalha nos bastidores e de maneira paralela à campanha de Lula. Ele tem dito a aliados que sabe que é uma figura polêmica e que não quer atrapalhar Lula, por isso age por conta própria.
Descontrolada, Gleisi está possessa com essa postura do notável meliante.
Gilson Machado, ex-ministro do turismo, disse que Lula pode ser tudo, menos “burro”.
O ex-ministro do Turismo, Gilson Machado, usou suas redes sociais nesta segunda-feira (4) para especular que o ex-presidiário Lula teria uma estratégia para “pular do barco” na hora certa e evitar uma vergonhosa derrota no confronto contra o presidente Jair Bolsonaro pela cadeira do Palácio do Planalto.
Para Machado, o petista “pode ser tudo, só não é burro”, e tem exata noção da tendência de vitória do presidente Jair Bolsonaro. O ex-ministro nordestino disse ainda que Lula deve anunciar “doença grave” ou “cansaço” para fugir da disputa próximo às eleições, não se efetivando candidato à presidência.
As falas de Randolfe Rodrigues em uma entrevista concedida ao site Metrópoles corroboram com a tese de Machado. Randolfe disse que se Lula não conversar com pessoas além da esquerda Bolsonaro sairá vitorioso das urnas.
“Ele não será candidato, pode ser tudo, só não é burro. Tem exata noção do mundo real e pesquisas que demonstram clara tendência de vitória do Presidente Bolsonaro. A janela partidária,mostrou o grau de desidratação que os partidos contra o governo sofreram.Uma derrota nas urnas,tira toda narrativa de GOLPISTA,afinal essa narrativa será o último capital que eles se apegarão. Preparem-se para anúncio de DOENÇA GRAVE ou cansaço. Na hora certa ele pula do barco”, tuitou.
Randolfe deu uma entrevista ao jornalista Guilherme Amado, do site Metrópoles, publicada neste domingo (3).
O senador Randolfe Rodrigues (Rede) admitiu que o presidente Jair Bolsonaro (PL) está muito mais forte que em 2018, quando ganhou as eleições para a presidência da República. “Ele (Bolsonaro) organizou um bloco de poder militar e parlamentar, que é para durar. O bolsonarismo se profissionalizou com o Centrão e trouxe o Centrão para o núcleo de decisão política”, disse.
As conclusões foram tiradas a partir de falas de Randolfe em uma entrevista ao jornalista Guilherme Amado, do site Metrópoles, publicada neste domingo (3).
Em 2018, Bolsonaro não tinha apoio de grandes partidos políticos, mas tinha a seu favor um forte apoio popular. A adesão de partidos de centro dá mais musculatura política e apoio ao presidente. Hoje, o partido de Bolsonaro é a maior bancada da Câmara dos Deputados. A campanha de Bolsonaro também vai contar com tempo de televisão e dinheiro para chegar a mais brasileiros que em 2018.
Randolfe, que é coordenador da campanha presidencial do ex-presidiário Lula, deixou claro que o PT não tem força para vencer o presidente Jair Bolsonaro no segundo turno das eleições de outubro de 2022. “Se Lula não conversar com setores mais amplos da sociedade, para além da esquerda, Bolsonaro sairá vitorioso”, disse a matéria.
O Instituto Paraná Pesquisas entrevistou presencialmente, face a face, 1.820 eleitores em 78 municípios paulistas, entre os dias 27 e 31 de março. A pesquisa está foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o n.º SP-07095/2022.
Um levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (4) revelou que o ex-ministro da Infraestrutura, Tarcisio de Feitas, aparece em primeiro lugar na pesquisa espontânea de intenções de voto para o governo de São Paulo com 5,4%.
A pesquisa espontânea registra as respostas das pessoas à pergunta: “se as eleições para Governador do Estado de São Paulo fossem hoje, em quem o(a) senhor (a) votaria?”, sem, contudo apresentar as opções disponíveis para o eleitor. É o “primeiro nome que vem à cabeça” para a maioria dos entrevistados paulistas.
A pesquisa demonstra o potencial eleitoral de Tarcisio e sua primeira disputa, além da força de transferência de votos do presidente Jair Bolsonaro.
Apesar do bom desempenho na espontânea, na pesquisa estimulada o cenário muda e Tarcísio está em terceiro, atrás de Haddad e Marcio França. Um cenário ainda incerto, visto que o percentual de votos brancos, nulos e de pessoas que não responderam passa de 30%.
O Instituto Paraná Pesquisas entrevistou presencialmente, face a face, 1.820 eleitores em 78 municípios paulistas, entre os dias 27 e 31 de março. A pesquisa está foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o n.º SP-07095/2022.
Ex-ministro afirmou que a segurança pública em São Paulo “ruiu”
O ex-ministro da Infraestrutura e pré-candidato ao governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse durante uma entrevista concedida na última sexta-feira (1°) ao portal Money Report que o estado “fez um pacto com o crime organizado” para não combatê-lo. Para Tarcísio, essa opção foi feita por conta do “efeito colateral”.
– E por que se optou por não combater? Porque crime organizado dá efeito colateral e ninguém quer o efeito colateral do combate ao crime – destacou.
De acordo com o ex-ministro, ao promover o combate ao crime organizado, há “morte policial, queima de ônibus, assalto ao banco, aumento da percepção de insegurança”. A declaração foi dada por Tarcísio enquanto ele falava sobre seus planos para a área de segurança no estado.
Ainda segundo o ex-chefe da pasta de Infraestrutura, a segurança pública do estado de São Paulo “ruiu”. Ele ainda destacou que o problema de não se promover um combate ao crime organizado é que ele “cresce, se infiltra no poder e acaba se tornando força política”.
Após a fala do ex-ministro, a Secretaria de Segurança Pública paulista emitiu uma nota onde chamou as declarações de Tarcísio de “ilações”. A pasta ainda declarou que as falas seriam “descabidas e irresponsáveis” e revelariam um “absoluto desconhecimento do tema segurança pública, em especial no que se refere ao estado de São Paulo”.
– Só nos últimos dois anos, mais de R$ 1,2 bilhão em ativos ligados às facções foram recuperados pelas forças de segurança estaduais. Aeronaves, por exemplo, que antes eram utilizadas por esses criminosos hoje integram as frotas das forças policiais no combate ao crime organizado – justificou a secretaria.
A saída de Tarcísio do cargo de ministro da Infraestrutura foi oficializada na última quinta-feira (31), quando foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) as exonerações de outros nove ministros de Estado. Quem assumiu em seu lugar foi Marcelo Sampaio, que era o atual secretário-executivo do ministério.
O prefeito de Macaé Welberth Rezende (Cidadania), sancionou, nesta sexta-feira (1), a lei 309/2022, que prevê adequação da nova estrutura básica da Administração Pública Municipal, conhecida nos bastidores como mini reforma administrativa.Nesta sábado (02) , foi publicado em Diário Oficial do Município(DOM) , a composição do secretariado na vigência da nova estrutura administrativa.
Educação: Leandra Lopes
Saúde :Alexandre Cruz
Cultura:Leandro Mussi
Adjunto de governo: Wilian Rosa Fróes Crozoé
Chefia de gabinete:Rodrigo Cavour
Casa Civil: Luiz Fernando
Cerimonial: Kleber de Almeida Costa
Relações Institucionais:Edilson Simões
Comunicação:Edvandro Lameu
Esportes: Marvel Maillet
Macprev: Cláudio de Freitas Duarte
Agroeconomia :Carlos Eduardo Jardim
Habitação:Ana Lucia Ribeiro
Saneamento: Ricardo Pereira Moreira
Interior:Rodrigo Curvelo
Obras: Felipe Bastos
Trabalho e Renda : Sabrina Nunes
Serviços Públicos:Rodrigo da Silva
Infraestrutura:Santiago Borges
Pesca e Aquicultura:Jair Gomes
Políticas Energéticas:Thiago Rocha
Administração:Érica Gonçalves
Mobilidade Urbana :Jayme Muniz
Desenvolvimento Social: Fabricio Afonso
Ordem Pública: Alan de Oliveira Lima
Ambiente,Sustentabilidade e Proteção Animal: José Vasconcelos de Luna Junior
Defesa Civil:Joseferson Florêncio
Segurança:Everson de Araujo
Fazenda: Carlos Wagner de Moraes
Turismo:Leonardo Anderson
Desenvolvimento Econômico,Trabalho e renda :Rodrigo Vianna
Ciência e Tecnologia:Marcos Paulo de Mesquita Lemos
Qualificação Profissional:Denis Madureira
Defesa do Consumidor:Gilcimar Figueiredo Prata
Recursos Humanos: Aristofanis Quirino dos Santos
Patrimônio:Sebastião Carneiro
Controlador Geral:Edilson dos Santos
Procurador Geral:Fabiano Paschoal
Ensino Superior:Flaviá Picon
Atenção Básica: Luiz Carlos Braga
Licitação e Contrato:Gusttavo Gusmão
Alta e Média Complexidade :Antonio Fabio Toste
Política para as mulheres :Jane Estanislau Roriz
Políticas de promoção da Igualdade Racial:Zoraia Braz Sobrinho Dias.
“Convite” ainda precisa ser aprovado pelo Plenário
O senador Eduardo Girão (PODEMOS-CE) a nunciou nesta sexta-feira (1) que conseguiu as assinaturas necessárias para levar ao Plenário do Senado um requerimento para ouvir o ministro Alexandre de Moraes (STF).
“Vitória! Requerimento nosso para ouvir Alexandre de Moraes foi assinado por 27 senadores! Em menos de 24 horas conseguimos o mínimo de assinaturas necessárias para que o posamos levar à votação no Plenário do Senado. Sendo aprovado podemos ter os esclarecimentos sobre inquéritos”, tuitou.
O requerimento do senador é um “convite”, ou seja, mesmo se aprovado pelos senadores, Alexandre de Moraes não tem obrigação de comparecer.
O presidente reafirmou que os militares estão de olho nos fatos e que darão a vida pela liberdade e defendeu o direito à posse de armas.
Jair Bolsonaro fez um de seus discursos mais impactantes neste ano de 2022 – depois de um período de calmaria, em que preferia elencar os grandes feitos do governo – e voltou a tocar em temas delicados, como a contagem de votos nas eleições e a discordância de decisões monocráticas por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O presidente reafirmou que os militares estão de olho nos fatos e que darão a vida pela liberdade e defendeu o direito à posse de armas.
“Creiam vocês que pouquíssimas pessoas podem alguma coisa em Brasília, mas nenhuma delas pode tudo”
“Chega de só bandido estar armado e protegido por governo. Povo armado jamais será escravizado”
“E podem ter certeza que por ocasião das eleições, os votos serão contados no Brasil, e não serão dois ou três que decidirão como serão contados esses votos”
A fala, em clima de pré-campanha eleitoral, foi durante discurso para um grande público, durante evento oficial da agenda do governo no Rio Grande do Norte.
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