Nos EUA, idade e economia ameaçam reeleição de Biden em 2024, mostra pesquisa do ‘WSJ’

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Apenas 39% dos eleitores têm uma visão favorável do presidente

Uma nova pesquisa do Wall Street Journal revelou que, de acordo com os eleitores, a idade do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, o torna inadequado para concorrer à próxima eleição, e eles expressaram uma avaliação desfavorável de sua gestão econômica e outras questões cruciais para seu voto. Nessa pesquisa, apenas 39% dos eleitores têm uma visão favorável do presidente. Quando se trata de sua condução no cargo, 42% aprovam, enquanto 57% desaprovam.

Foi constatado que Biden se encontra em um empate com o ex-presidente Donald Trump em uma possível reedição da eleição de 2020, ambos com 46% de apoio. O levantamento do WSJ ressalta desafios para Biden, mas também revela fragilidades em seu potencial oponente. De acordo com os eleitores pesquisados, Trump é percebido como menos honesto e menos agradável do que Biden. A maioria dos entrevistados também acredita que, após a eleição de 2020, o então presidente empreendeu esforços ilegais para obstruir o reconhecimento de Biden como vencedor pelo Congresso.

Surpreendentemente, 73% dos eleitores consideram Biden como demasiado idoso para buscar um segundo mandato, enquanto 47% pensam o mesmo de Trump, que tem 77 anos. Além disso, dois terços dos democratas acreditam que Biden não deveria concorrer novamente. Em relação às realizações presidenciais, 40% dos eleitores atribuem realizações a Biden, enquanto 51% acreditam que Trump possui esse histórico. Apenas 36% consideram que Biden está mentalmente preparado para a presidência, em comparação com 46% que pensam o mesmo sobre Trump.

Esta pesquisa, realizada com 1.500 eleitores registrados entre 24 e 30 de agosto, com uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais, destaca preocupações significativas em relação aos candidatos presidenciais.

Os planos do PL com Bolsonaro para as eleições de 2024

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O partido está determinado a eleger 1.500 prefeitos nas eleições do ano que vem. Essa meta representa um aumento significativo em relação às eleições de 2020, quando o partido conquistou bem menos prefeituras

Neste sábado (2), durante o evento do PL Mulher em Brasília, a deputada federal Bia Kicis, presidente do PL Mulher do Distrito Federal, fez uma declaração que revela os planos do Partido Liberal (PL) psra as eleições municipais de 2024. Segundo ela, o partido está determinado a eleger 1.500 prefeitos nas eleições do ano que vem. Essa meta representa um aumento significativo em relação às eleições de 2020, quando o partido conquistou bem menos prefeituras. Atualmente, o Brasil conta com 5.568 municípios, conforme dados do IBGE.

Além disso, Bia Kicis reforçou a posição política do PL, deixando claro que o partido se mantém na oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT). “O PL é um partido de direita, o PL é um partido de oposição”, afirmou Kicis. A declaração foi feita em um evento que contou com a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, reforçando as alianças e estratégias políticas do PL no cenário político nacional.

Zueiro, ex-presidente Temer ironiza suposto “golpe” alegado por Lula

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Ele destacou que o impeachment resultou em diversas reformulações no governo e que é uma narrativa política que o povo não acredita e acrescentou: “se foi golpe, foi de sorte”.

Em resposta às recentes declarações de Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-presidente Michel Temer rebateu as alegações de que haveria a necessidade de “recompensar” Dilma Rousseff pelo processo de impeachment que a destituiu do cargo. Em entrevista à revista Veja, Temer expressou seu desacordo com a afirmação de Lula, argumentando que Dilma já recebeu reconhecimento por sua trajetória política. Segundo Temer, a nomeação de Dilma para a presidência do banco dos Brics foi uma forma de reconhecimento por seus serviços anteriores.

Temer também comentou a polêmica em torno do processo de impeachment de Dilma, rejeitando a ideia de que tenha sido um golpe. Ele destacou que o impeachment resultou em diversas reformulações no governo e que é uma narrativa política que o povo não acredita e acrescentou: “se foi golpe, foi de sorte”. Para ele, a destituição de Dilma foi um processo conduzido dentro dos limites constitucionais, e qualquer alegação de golpe é infundada.

Além disso, o ex-presidente comentou a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região em relação às pedaladas fiscais de Dilma. Ele esclareceu que a sentença do TRF-1 não analisou o mérito do caso, mas apenas seguiu uma determinação do Supremo Tribunal Federal de que não deve haver dupla punição por um mesmo ato político. Portanto, a ideia de que Dilma foi absolvida não corresponde à realidade, de acordo com Temer.

Novo atrito entre STF, TSE e Câmara vai por parlamentares e ministros em “rota de colisão” e gerar mais gasto

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O STF estabeleceu um prazo até 30 de junho de 2025 para que a Câmara realize alterações na legislação sobre número de deputados

A Câmara dos Deputados está se movimentando para reagir à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que ordenou a atualização do número de parlamentares por Estado de acordo com os novos dados populacionais do Censo do IBGE de 2022. A deputada Dani Cunha (União-RJ), que lidera o Grupo de Trabalho da Minirreforma Eleitoral, é a autora de um projeto que visa permitir o aumento do número de deputados federais.

O projeto propõe uma mudança sutil, porém significativa, na legislação atual, estipulando que “o número de deputados federais não será inferior a 513 representantes”, em contraste com o texto vigente que limita a quantidade a “quinhentos e treze representantes”. A proposta assegura que nenhum Estado perca representatividade, permitindo apenas acréscimos no número mínimo de deputados federais, caso o Censo identifique um crescimento populacional justificável. Além disso, o projeto prevê a realização de um recenseamento a cada segundo ano de legislatura.

Com essa iniciativa, a deputada Dani Cunha busca evitar que seu estado natal, o Rio de Janeiro, e outras unidades da Federação, percam cadeiras na Câmara dos Deputados. Dani Cunha, filha do ex-deputado Eduardo Cunha, tem desempenhado um papel de destaque como “porta-voz” das preocupações dos parlamentares, mesmo que ela refute esse título.

Os dados do Censo de 2022, divulgados recentemente, destacam as disparidades no crescimento populacional entre os estados, o que pode ter um impacto direto na distribuição de cadeiras na Câmara dos Deputados. O STF estabeleceu um prazo até 30 de junho de 2025 para que a Câmara realize as alterações necessárias. Se os parlamentares não cumprirem esse prazo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinará o número de deputados federais para cada estado e o Distrito Federal na legislatura que inicia em 2027.

Cacique Tsereré depõe na CPI do DF do dia 31.08.2023 (vídeo)

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Por Tribuna 5

Oposição pede prisão do General Dias após depoimento à CPMI

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Deputados citaram o artigo 129 da Constituição Federal para justificar o pedido, alegando omissão imprópria, prevaricação, ação de ofício, interesse pessoal e obstrução de Justiça por parte de Gonçalves Dias, que teria falsificado conscientemente um ofício remetido à Casa.

Deputados e senadores da oposição apresentaram um requerimento para a prisão preventiva do ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Gonçalves Dias. O pedido foi submetido à Procuradoria Geral da República após um depoimento que durou cerca de sete horas na CPMI do 8 de Janeiro, na última quinta-feira (31). Segundo o deputado André Fernandes (PL-CE), o documento conta com as assinaturas de 25 parlamentares.

A fundamentação para a prisão foi delineada pelo deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), que mencionou suposta falsificação de documentos apresentados à CPMI. O deputado citou o artigo 129 da Constituição Federal para justificar o pedido, alegando omissão imprópria, prevaricação, ação de ofício, interesse pessoal e obstrução de Justiça por parte de Gonçalves Dias, que teria falsificado conscientemente um ofício remetido à Casa.

Durante o depoimento, a oposição destacou mensagens enviadas pelo ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Saulo Moura da Cunha, alertando Gonçalves Dias sobre a crescente tensão em 8 de janeiro. Outra alegação da oposição é que o ex-ministro estaria encobrindo responsabilidades do ministro da Justiça, Flávio Dino. Em contrapartida, o líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), considerou que o depoimento desmistificou insinuações de envolvimento do governo Lula nas perturbações aos prédios dos poderes.

A próxima sessão da CPMI do 8 de Janeiro ficou agendada para 12 de setembro. 

Ronaldinho Gaúcho nega ser fundador ou sócio da empresa 18k em depoimento à CPI das Pirâmides Financeiras

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“Nunca foi autorizado que essa empresa utilizasse meu nome e minha imagem”, reiterou.

O empresário e ex-jogador de futebol Ronaldo de Assis Moreira, o Ronaldinho Gaúcho, negou à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Pirâmides Financeiras, nesta quinta-feira (24), que seja fundador ou sócio da empresa 18k Ronaldinho Comércio e Participações LTDA, diferentemente do que vem sendo divulgado pela CPI.

“Eu nunca fui sócio da empresa 18k Ronaldinho Comércio e Participações Ltda. Os sócios de tal empresa são os senhores Rafael Honorário Junior Oliveira e Marcelo Lara Marcelino. Eles utilizaram indevidamente meu nome para criar a razão social dessa empresa”, afirmou. “Inclusive já fui ouvido pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil do Rio de Janeiro na condição de testemunha”, acrescentou. Ele disse que, além de não ser sócio, jamais autorizou o uso de seu nome e imagem pela empresa e foi vítima dos sócios da empresa.

Ronaldinho afirmou que, em 2016, foi realizado contrato com a empresa americana 18k Watch Corporation, para a criação de uma linha de relógios com a imagem dele, e que, em julho de 2019, foi firmado contrato com a empresa brasileira 18k Watch Comércio Atacadista e Varejista de Negócios, de propriedade de Marcelo Lara, para uso de imagem para outros produtos além do relógio, mas esse contrato foi rescindido em outubro de 2019.

“Portanto, esse contrato nem sequer chegou a ser executado”, alegou. Segundo ele, chegou ao conhecimento do seu irmão que Marcelo estava usando indevidamente a imagem de Ronaldinho sem a sua autorização pela empresa 18k Ronaldinho Comércio e Participações Ltda, que fazia compra e venda de moedas bitcoins. “Nunca foi autorizado que essa empresa utilizasse meu nome e minha imagem”, reiterou.

No início da sessão, o presidente da CPI, deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), disse que o jogador foi convocado à CPI por ter usado sua credibilidade para levar milhares de brasileiros a investir suas economias em uma empresa que prometia lucro fácil, claramente uma pirâmide financeira – a empresa 18k.

Zanin autoriza GDias a ficar em silêncio em depoimento na CPMI

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Ex-ministro será ouvido pelo colegiado nesta quinta-feira

O ex-ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Marco Edson Gonçalves Dias, conhecido como GDias, foi autorizado a adotar o silêncio em relação a assuntos que possam implicá-lo, durante seu depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos atos de 8 de janeiro, conforme a decisão do ministro Cristiano Zanin do Supremo Tribunal Federal (STF). A determinação ressalta que o escopo do silêncio do GDias abrange apenas tópicos que possam conotar culpa e que ele não está eximido de responder perguntas objetivas que não estejam ligadas a esse contexto, uma vez que todos são obrigados a ser verídicos em relação a formulações não abrangidas pela proteção constitucional.

A oposição considera o depoimento do GDias, o primeiro ministro a deixar o governo Lula (PT), como extremamente crucial. Os opositores alegam negligência por parte do governo em relação às invasões de prédios públicos em Brasília no dia 8 de janeiro. As suspeitas de cumplicidade aumentaram, especialmente após a divulgação de vídeos que registraram GDias orientando invasores sobre a saída do Planalto. A solicitação para que GDias fosse ouvido pela comissão foi aprovada em 20 de junho, porém, a data do depoimento ainda não tinha sido definida. Anteriormente, GDias já havia testemunhado perante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) sobre os eventos de 8 de janeiro, em que ele afirmou que não recebeu alertas sobre possíveis ataques e alegou ter feito tudo ao seu alcance. Ele também mencionou que um subordinado que trabalhou sob o comando do general Augusto Heleno, seu predecessor no ministério, havia assegurado que tudo estava normal naquele dia.

Cabo Frio em foco

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A cidade de Cabo Frio, localizada na Região dos Lagos, Rio de Janeiro, tem sido palco de uma verdadeira metamorfose.
E o motivo dessa transformação na sétima cidade mais antiga do país, com 407 anos, tem sido o cenário político dos últimos 40 dias. Com o falecimento do ex-prefeito José Bonifácio, a vice Magdala Furtado assumiu a chefia do executivo municipal, tornando-se a primeira prefeita da história de Cabo Frio. E não para por aí, logo de início a prefeita foi com tudo pra rua.
Promoveu mutirão de limpeza pública, exonerou funcionários fantasmas, desobstruiu ruas e resgatou parcerias quase partidas.
O mais impactante até então, foi a ida de uma comitiva cabofriense a Brasília, incluindo a prefeita Magdala Furtado, com propósito de buscar recursos e firmar parcerias.
Na bagagem, muita humildade e força de vontade de colocar Cabo Frio nos trilhos do progresso.
A comitiva contou com a presença do Secretário de Relações Institucionais e Captação de Recursos – André Longobardi (foto ao lado da prefeita Magdala Furtado), que reforçou a importância de estreitamento político entre Cabo Frio e Brasília:
“Nunca na história de Cabo Frio um prefeito tinha vindo pessoalmente a Brasília batendo de porta em porta pedindo auxílio ao seu município”, reforçou André Longobardi. Esse gesto, além de garantir investimentos provenientes de emendas parlamentares, proporcionou a inclusão de Cabo Frio e programas e ações do Governo Federal com propósito que garantir investimentos em saúde, educação e infraestrutura, completou o secretário.

O secretário de saúde, Bruno Alpacino, o Controlador Geral, Diego Vogas, e os vereadores Léo Mendes e Carol Midore completaram a comitiva.

E a metamorfose não para por aí, a cultura política da cidade está mudando, colocando sobre os ombros da prefeita a responsabilidade de uma gestão forte, austera, eficiente, e com a sensibilidade humanizada que só uma mulher pode conduzir.

Por Lithoral News

Senador denuncia “esforço do governo” para boicotar CPMI

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Marcos Rogério criticou, também, o ministro da Justiça Flávio Dino

Membros do governo Lula (PT) foram denunciados pelo senador Marcos Rogério (PL-RO) por supostamente estarem engajados em ações que visam obstaculizar as investigações da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro. A alegação surgiu após as imagens do circuito de segurança da pasta serem solicitadas repetidamente ao longo do tempo e, finalmente, o ministro da Justiça, Flávio Dino, declarar que as gravações foram apagadas.

Um esforço significativo está sendo empreendido por certos integrantes do governo para dificultar a condução dos trabalhos da CPMI, bem como para ocultar provas e modificar relatórios. O exemplo do relatório anteriormente submetido ao Senado, contendo informações alteradas sobre os alertas da Abin, é ilustrativo desse cenário. O senador Marcos Rogério expressou sua preocupação diante dessa situação, destacando também o comportamento do ministro da Justiça em reter informações que foram legitimamente requisitadas pela CPMI, especificamente as imagens do Ministério da Justiça.

O parlamentar enfatizou que teria sido possível evitar os eventos ocorridos se as normas tivessem sido seguidas e se medidas preventivas tivessem sido tomadas para proteger o Palácio. Enquanto ele não defende os invasores e agressores, ele também responsabiliza aqueles que se abstiveram de ações e, de certa forma, favoreceram o ambiente propício à invasão. Paralelamente, Flávio Dino, o ministro da Justiça, além de não autorizar a análise das imagens pelo comitê, adota uma postura irônica ao questionar se essas imagens teriam o poder de alterar a percepção dos acontecimentos.