Extremistas: Boulos é flagrado com apoiador do Hamas em festa

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O encontro aconteceu durante a celebração do aniversário de Boulos, que ocorreu no restaurante Al Janiah

Em 2022, o deputado federal Guilherme Boulos, representante do Psol-SP, foi flagrado em uma foto ao lado de Sayid Tenório, notório apoiador do grupo terrorista Hamas e vice-presidente do Instituto Brasil-Palestina. 

O encontro aconteceu durante a celebração do aniversário de Boulos, que ocorreu no restaurante Al Janiah, especializado em culinária palestina, em junho de 2022. Além da foto, Tenório presenteou o político com seu livro “Palestina: do Mito da Terra Prometida à Terra da Resistência”. 

No post em seu perfil do Instagram, Tenório afirmou que Boulos pretende ser um defensor da Palestina na Câmara dos Deputados.

Dias antes do ataque do Hamas a civis israelenses em 7 de outubro de 2023, Tenório realizou uma “visita de cortesia” ao ministro Alexandre Padilha no Palácio do Planalto. Durante o encontro, Tenório presenteou o ministro com uma cópia de seu livro. No entanto, após comentários controversos nas redes sociais, nos quais Tenório teria feito piadas sobre vítimas do Hamas, incluindo possíveis vítimas de estupro, o deputado federal Márcio Jerry, do PCdoB-MA, exonerou Tenório de seu cargo de assessor na terça-feira, 10 de outubro.

Petista que invadiu igreja pode enfrentar novo processo de cassação

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Desta vez, o alvo de suas palavras afiadas é o presidente da Assembleia Legislativa do estado, Ademar Traiano (PSD), que foi alvo de insultos diretos por parte do petista

O deputado estadual Renato Freitas (PT-PR) parece estar obstinado em ser cassado, encaminhando-se agora para o seu segundo processo de quebra de decoro parlamentar em menos de dez meses. Desta vez, o alvo de suas palavras afiadas é o presidente da Assembleia Legislativa do estado, Ademar Traiano (PSD), que foi alvo de insultos diretos por parte do petista.

No início do ano, Freitas já havia conseguido escapar de um julgamento na Casa, após ter sido acusado de insultar o governador Ratinho Jr. e o empresário Luciano Hang durante uma sessão plenária. Na ocasião, o deputado fez a absurda afirmação de que o dono da Havan teria “rifado a própria mãe para experimentos laboratoriais” ao negar a vacina da Covid.

E como se isso não fosse o bastante, vale relembrar que o histórico de Renato Freitas também inclui um episódio bizarro durante seu mandato como vereador em Curitiba. Ele chegou a ser cassado por invadir uma igreja durante um protesto na capital paranaense. Entretanto, essa cassação foi posteriormente anulada pelo ministro Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF). Com mais essa polêmica, o deputado do PT-PR parece estar pavimentando seu caminho para um novo processo de cassação, levantando sérias dúvidas sobre sua conduta no cenário político estadual.

A próxima vítima da “justiça”

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Agendada para o dia 16 de novembro, às 13h, a audiência que poderá cassar mandato de Sergio Moro

O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) anunciou a data da audiência que poderá determinar o destino político do senador Sérgio Moro, representante da União Brasil-PR. Agendada para o dia 16 de novembro, às 13h, a audiência ocorrerá por meio de videoconferência e diz respeito a duas ações movidas pelo PT (Partido dos Trabalhadores) e pelo PL (Partido Liberal).

Além do senador, seus suplentes, Luis Felipe Cunha e Ricardo Augusto Guerra, também serão ouvidos. Os processos, atualmente sob análise no TRE-PR, têm potencial para chegar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O PT alega que Moro teria utilizado recursos do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral em benefício de sua pré-candidatura, citando movimentações financeiras suspeitas e irregularidades que violam as normas eleitorais.

O PL questiona um suposto desequilíbrio eleitoral causado por alegadas irregularidades na campanha de Moro, particularmente após sua filiação ao Podemos, além de seu histórico de pré-candidatura à Presidência seguido pela mudança para o União Brasil visando concorrer ao Senado. Ambos os partidos pleiteiam a cassação de Sergio Moro e sua inelegibilidade por um período de oito anos.

Deputado petista pode perder o mandato por chamar colega de “terrorista”

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Os ânimos exaltados levaram à intervenção de colegas para separar os parlamentares, que se envolveram em uma série de trocas de acusações

O PL anunciou que apresentará ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados uma representação visando a cassação do deputado Lindbergh Farias (PT-RJ). A ação vem na sequência de um acalorado debate ocorrido no plenário da Câmara nesta segunda-feira (9), no qual Lindbergh chamou Carla Zambelli (PL-SP) de “terrorista”. 

Os ânimos exaltados levaram à intervenção de colegas para separar os parlamentares, que se envolveram em uma série de trocas de acusações.

A motivação do conflito é a discussão sobre a classificação do Hamas como um grupo terrorista, feita por parlamentares apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Lindbergh questionou se aqueles que participaram dos atos de 8 de janeiro seriam também considerados terroristas e mencionou o episódio de tentativa de bombardeio ao aeroporto de Brasília. 

Em resposta a uma pergunta de Zambelli sobre o Hamas, Lindbergh a chamou de “terrorista”, desencadeando a escalada do conflito.

O PL argumenta que Lindbergh violou o decoro parlamentar e fez uso injustificado de sua prerrogativa, chegando a rir após proferir ofensas. A discussão acalorada revelou um clima polarizado no Congresso, e o Conselho de Ética da Câmara já possui 22 representações protocoladas, sendo metade delas de autoria do PL, que lidera o movimento neste momento.

Damares critica Hamas e países que apoiam o grupo por ataques a Israel

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Em pronunciamento nesta terça-feira (10), a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) manifestou preocupação em relação aos conflitos entre Hamas e …

Em pronunciamento nesta terça-feira (10), a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) manifestou preocupação em relação aos conflitos entre Hamas e Israel. Ela repudiou a brutalidade e crueldade envolvidas nas ações do grupo extremista islâmico, especialmente contra crianças.

—O que o Hamas queria com o atentado a Israel, atentado ali naquela região? Mostrar quão sanguinários eles são. Conseguiu. O mundo inteiro está em pavor vendo quão sanguinário é o Hamas. Decapitar bebês? Prender crianças? Machucar mulheres? Atentados contra civis? E não podemos nem invocar a Convenção de Genebra, porque não cabe a eles, eles não são exército, são terroristas assassinos e covardes — disse.

Para a senadora, o Hamas não está lutando por território, mas pela extinção dos judeus, e questionou se outros grupos ou países também seriam alvos no futuro.

—Hoje são os judeus, amanhã seremos nós? Somos impuros também, somos infiéis, como eles acreditam. Vocês acham que eles ficarão apenas nos atentados contra o povo judeu?

Damares também criticou autoridades de diversos países que, segundo ela, apoiam grupos extremistas, e pediu ao governo brasileiro que reconheça a periculosidade do Hamas.

O Hamas não é um povo, ele é apenas um grupo terrorista, diz Moro

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Moro destacou a necessidade urgente de revisão da Lei que regula o cumprimento das sanções estabelecidas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas em relação a atos de terrorismo

Em um pronunciamento contundente no Plenário nesta segunda-feira (9), o senador Sérgio Moro, representante da União-PR, expressou sua firme condenação aos ataques recentes perpetrados pelo grupo terrorista Hamas contra Israel, ocorridos no último sábado. Contudo, o parlamentar também direcionou críticas ao governo brasileiro pela falta de um posicionamento claro diante do conflito no Oriente Médio.

Moro destacou a necessidade urgente de revisão da Lei que regula o cumprimento das sanções estabelecidas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas em relação a atos de terrorismo. Ele argumentou que tal revisão permitiria ao Brasil classificar grupos terroristas de maneira autônoma, sem depender de diretrizes externas, possibilitando uma colaboração mais eficaz com a comunidade internacional na luta contra essas organizações tanto em território nacional quanto no exterior.

Durante seu discurso, o senador enfatizou a imprudência do Hamas ao iniciar um conflito sem aviso prévio, causando destruição e sofrimento. Moro ressaltou a importância de distinguir o grupo terrorista do povo palestino, enfatizando que o Hamas submete os palestinos à sua ditadura, enquanto utiliza a população israelense como “moeda de troca” em seus atos homicidas. O senador enfatizou: “O Hamas não é um povo, ele é apenas um grupo terrorista.” Suas palavras ecoaram no Plenário, chamando a atenção para a necessidade de ação imediata em relação à lei de combate ao terrorismo.

“Vítimas da sociedade” invadem escritório de deputado petista e provocam reação incoerente do político

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A ocorrência foi imediatamente registrada no 5º Distrito Policial do município, com a perícia sendo acionada para investigar os detalhes do incidente

O escritório do deputado estadual Emidio de Souza (PT-SP) em Osasco, na região metropolitana de São Paulo, foi alvo de invasão no último final de semana, conforme constatado por sua equipe de assessores ao chegarem para trabalhar nesta segunda-feira (9). 

No lugar de deixar pra lá a ação das “vítimas da sociedade”, o deputado resolveu procurar justiça. A ocorrência foi imediatamente registrada no 5º Distrito Policial do município, com a perícia sendo acionada para investigar os detalhes do incidente.

Apesar de o escritório do deputado contar com um sistema de alarme, os invasores conseguiram adentrar o local utilizando um pé-de-cabra para arrombar uma grade que não estava integrada ao sistema de segurança. Atualmente, as gravações do circuito de câmeras do espaço estão sendo minuciosamente analisadas para auxiliar nas investigações em curso.

Dentro do escritório, os invasores causaram danos, arrombando armários e gavetas. No entanto, até o momento, a equipe do parlamentar não identificou a ausência de documentos ou objetos. Emidio de Souza expressou sua expectativa de que as autoridades conduzam uma apuração ágil e eficaz do ocorrido, visando à identificação e punição do invasor.

Parlamentares fecham o cerco contra Flávio Dino

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Nísia Trindade, da Saúde, e Gonçalves Dias, ex-titular do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), ocupam o segundo e terceiro lugar no ranking, com 18 e 15 solicitações, respectivamente

Flávio Dino, Ministro da Justiça de Lula, foi novamente convocado pela Câmara dos Deputados, somando o impressionante número de 71 requerimentos de esclarecimento desde o início de sua gestão. 

Desta vez, a convocação ocorre na Comissão de Segurança Pública, onde Dino será chamado a prestar esclarecimentos sobre a alocação orçamentária de sua pasta, atendendo a uma solicitação do deputado de oposição Junio Amaral (PL-MG).

O levantamento realizado pelo O GLOBO revela que, além de Dino, outros integrantes do primeiro escalão do governo de Lula (PT) também enfrentam um alto número de solicitações de convocação na Casa Legislativa. Nísia Trindade, da Saúde, e Gonçalves Dias, ex-titular do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), ocupam o segundo e terceiro lugar no ranking, com 18 e 15 solicitações, respectivamente. 

Muitos desses pedidos emanam das Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI) relacionadas ao 8 de janeiro e a outras investigações, como a do MST. No âmbito destas CPIs, a oposição busca esclarecimentos sobre a atuação e denúncias envolvendo o Ministro da Justiça.

5 anos de cadeia: Apoio a grupos terroristas pode virar crime no Brasil

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O projeto propõe penas de reclusão de dois a cinco anos e multa para manifestações públicas, divulgação de materiais ou qualquer forma de apoio a essas entidades

O deputado federal Abílio Brunini (PL-MT)  apresentou um projeto de lei que visa criminalizar o apoio ao Hamas e ao Hezbollah no Brasil, organizações consideradas terroristas pelos Estados Unidos e pela União Europeia. 

O projeto propõe penas de reclusão de dois a cinco anos e multa para manifestações públicas, divulgação de materiais ou qualquer forma de apoio a essas entidades. Sugere também a interrupção de laços diplomáticos do Brasil com nações que financiem esses grupos.

O momento da apresentação do projeto é sensível, ocorrendo durante um conflito em curso no Oriente Médio, no qual o Hamas lançou ataques terroristas contra Israel. 

O projeto equipararia o apoio ao Hamas e ao Hezbollah ao crime de promoção ao nazismo e ao terrorismo.

Conflito entre Israel e Hamas provoca discussão entre deputados do governo e da oposição

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Helder Salomão: "O que o Brasil propõe é paz e diálogo - (Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados)

A posição do Brasil sobre o conflito entre Israel e o grupo Hamas provocou discussão entre deputados da base do governo e da oposição no Plenário d…

A posição do Brasil sobre o conflito entre Israel e o grupo Hamas provocou discussão entre deputados da base do governo e da oposição no Plenário da Câmara. A oposição cobrou uma condenação mais firme do País ao Hamas, que desde sábado (7) provocou quase mil mortes em ataques a cidades israelenses. Com a resposta de Israel, o número de mortos já se aproxima de 2 mil.

A posição do Brasil foi divulgada no domingo (8), em uma reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), um dia depois do início do conflito. O governo brasileiro condenou os ataques contra civis dos dois lados e a escalada da violência. Também reiterou o compromisso com a solução de dois Estados na região, um palestino, além de Israel, e pediu paz.

Os deputados da oposição criticaram a falta de uma condenação mais firme ao Hamas e a classificação do grupo como terrorista. “O ataque covarde, terrorista, bárbaro que aconteceu, do Hamas contra o Estado de Israel, não pode ficar e merecer o silêncio desta Nação. Especial ao presidente Lula, que não deu nome aos bois. Foi um atentado terrorista do Hamas. Não tem que passar mão no terrorista”, disse a deputada Adriana Ventura (Novo-SP).

A deputada Clarissa Tércio (PP-PE) pediu ajuda militar do Brasil a Israel. “Eu pergunto: qual o motivo de o presidente Lula não ter agido com firmeza e nem sequer citar o grupo terrorista Hamas quando falou dos ataques? Eu pergunto aqui, e o mundo está observando os Estados Unidos enviando ajuda militar a Israel. E cadê o Brasil nisso? Vamos lembrar que os soldados de Israel estiveram aqui no Brasil durante a tragédia de Brumadinho, e eles vieram para nos ajudar. Cadê o Brasil?”, questionou.

Para o deputado Helder Salomão (PT-ES), da base governista, o que o Brasil propõe é paz e diálogo. “Todo ato de violência tem que ser condenado, todo ato terrorista tem que ser condenado. Então o ato praticado pelo Hamas tem que ser condenado. Não há solução para os conflitos se não for por meio do diálogo. Ao invés de enviar armas para o conflito entre Israel e Palestina, os Estados Unidos deveriam enviar uma missão de paz. É o que o governo brasileiro propõe.”

Divisão política
A discussão no Plenário sobre a guerra no Oriente Médio teve também referências à divisão política no Brasil. O deputado Luiz Lima (PL-RJ) criticou o que chamou de posição da esquerda sobre o Hamas e a Palestina.

“Qual a posição que o governo brasileiro tem sobre o Hamas, movimento terrorista? Por que deputados de esquerda visitam a Palestina, um lugar onde não se respeita a liberdade religiosa, onde não se respeita os gays, onde não se respeita a democracia?”, questionou.

Clarissa Tércio:
Clarissa Tércio: “os soldados de Israel estiveram no Brasil para ajudar durante a tragédia de Brumadinho – (Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados)

O deputado Rogério Correia (PT-MG), por sua vez, condenou ataques a civis e atribuiu parte da responsabilidade pelo conflito a atos do que chamou de ultradireita de Israel.

“O governo tem uma posição muito clara de repudiar qualquer ataque a civis e, nesse sentido, pedir a paz. E é óbvio que lá em Israel a ultradireita, assim como a ultradireita aqui no Brasil, age sempre dessa forma: em tom bélico, em tom de sangue e em tom de opressão. O povo palestino, e não estou falando do Hamas, falo do povo palestino, foi sempre oprimido por este tipo de governo de ultradireita”, afirmou.

A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) também condenou ataques a civis e defendeu uma análise histórica do conflito. Ela disse que o Hamas não representa os palestinos.

“Nós temos uma brutal solidariedade ao povo judeu e temos também solidariedade à população da Palestina. O Hamas não é a Palestina, mas isso tudo chegou a este ponto porque Israel nunca reconheceu o Estado palestino. As coisas não chegam a este ponto por acaso. Isso justifica ataques a civis? Não, a nenhum deles. Nem do Hamas e nem de Israel contra a Palestina”, declarou.

A guerra na região começou sábado, com ataques do Hamas a Israel a partir da faixa de Gaza, território palestino ao sul do país, na fronteira com o Egito.