Para o povo, miséria. Para os petistas, lagostas!

0

Durante o encontro, o deputado estadual Francisco de Assis Diniz, do PT, compartilhou nas redes sociais imagens do almoço, no qual lagostas graúdas e cerveja foram o prato principal

Lideranças petistas foram flagradas após uma plenária do partido em Icapuí, localizada a 360 quilômetros da capital Fortaleza, saboreando lagostas e festejando. 

Durante o encontro, o deputado estadual Francisco de Assis Diniz, do PT, compartilhou nas redes sociais imagens do almoço, no qual lagostas graúdas e cerveja foram o prato principal.

José Guimarães, líder do governo na Câmara, também aparece no vídeo, falando que as lagostas eram “fonte de energia para continuar trabalhando pelo Brasil e pelo Ceará”. 

As imagens rapidamente se espalharam pelas redes sociais, causando indignação, embora não haja evidências de que recursos públicos tenham financiado o evento.

Veja:

Sessão debaterá PEC que limita decisões monocráticas de tribunais superiores

0

O Senado vai discutir, em sessão temática na próxima quinta-feira (19), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 8/2021 , que impõe limites às dec…

O Senado vai discutir, em sessão temática na próxima quinta-feira (19), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 8/2021 , que impõe limites às decisões monocráticas nos tribunais superiores. O requerimento para a sessão de debates foi aprovado nesta terça-feira (17). Na mesma sessão, os senadores também aprovaram a prorrogação da CPI das ONGs.

O requerimento para a discussão da PEC foi apresentado pela presidência do Senado. A proposta veda a concessão de decisão monocrática que suspenda a eficácia de lei ou ato normativo com efeito geral ou que suspenda ato dos presidentes da República, do Senado, da Câmara ou do Congresso. A proposta também estabelece que pedidos de vista — prazo para estudar um determinado processo — devem ser concedidos coletivamente e por prazo máximo de seis meses.

A proposta, que tem como primeiro signatário o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no início de outubro. A sessão está marcada para as 11 horas.

Outros requerimentos

Também foi anunciado pelo presidente do Senado o requerimento de prorrogação da CPI das Ongs por mais 57 dias. O requerimento foi assinado por 41 parlamentares, e não precisa passar pela aprovação do Plenário para produzir efeitos. A CPI começou a trabalhar em junho. O prazo final seria o dia 23 de outubro, mas, com a prorrogação, os trabalhos permanecerão até 19 de dezembro.

Os senadores aprovaram, ainda, um requerimento do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) para que dois projetos passem a tramitar em conjunto. Os projetos são o PL 1.635/2022 , apresentado por ele, que cria o Estatuto da População em Situação de Rua, e o PL 2.245/2023 , da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que institui a Política Nacional de Trabalho Digno e Cidadania para População em Situação de Rua.

Bancada evangélica manda recado a Lula: “Bessias” sim, Dino não!

0

Carlos Viana expressou sua preferência por Jorge Messias, advogado-geral da União e uma das opções na lista de indicações de Lula

A Frente Parlamentar Evangélica fez chegar ao Planalto, nos últimos dias, uma mensagem clara: caso o presidente Lula escolha Flávio Dino para o Supremo Tribunal Federal (STF), o atual ministro da Justiça e Segurança Pública, não terá o mesmo apoio que Cristiano Zanin obteve do Senado, alertou o senador Carlos Viana (Podemos-MG).

Carlos Viana expressou sua preferência por Jorge Messias, advogado-geral da União e uma das opções na lista de indicações de Lula. Viana argumentou que Messias, por sua fé batista, representaria um gesto de pacificação do presidente com o segmento evangélico. A escolha do novo ministro do STF tem sido objeto de debates e recomendações para adiar a decisão.

A Frente Parlamentar Evangélica, com 26 parlamentares signatários no Congresso, e liderada por Silas Câmara na Câmara dos Deputados e Carlos Viana no Senado, sinaliza um ambiente de crescente desaprovação por parte dos evangélicos durante os primeiros seis meses do governo Lula, conforme uma pesquisa do PoderData que indica um aumento de 6 pontos percentuais na desaprovação, passando de 56% em janeiro para 62% em junho. 

Quem é o senador que comprou Porsche de R$ 1,2 milhão e está construindo mansão de R$ 45 milhões

0

Carvalho Júnior assumiu o mandato de senador em julho deste ano, ocupando a vaga de Wellington Fagundes, do PL, que se afastou por motivos de licença médica

O senador Mauro Carvalho Júnior, do União Brasil, está no centro das atenções devido a sua recente aquisição, um Porsche 911 Carrera Cabriolet de cor preta, importado e fabricado em 2022, com valor estimado em R$ 1,22 milhão. Curiosamente, essa compra acontece enquanto sua esposa está em meio à construção de uma mansão avaliada em R$ 45 milhões em um condomínio de luxo em Cuiabá, no Mato Grosso.

Carvalho Júnior assumiu o mandato de senador em julho deste ano, ocupando a vaga de Wellington Fagundes, do PL, que se afastou por motivos de licença médica. Antes de entrar para o cenário político, ele desempenhava a função de secretário-chefe da Casa Civil do Governo de Mato Grosso, na gestão de Mauro Mendes, também filiado ao União Brasil. 

Nas eleições de 2022, o senador declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um patrimônio de R$ 22,8 milhões, que já incluía uma Mercedes e um Porsche Cayenne. Essa aquisição mais recente levanta questionamentos sobre as prioridades financeiras dos políticos em meio a um contexto de crise econômica e desigualdade social.

Hacker criminoso fica de fora da lista de indiciados pela CPMI de 8 de janeiro

0

Eliziane Gama defendou a necessidade de investigações mais profundas para esclarecer o envolvimento de Delgatti com diversas autoridades no suposto intento criminoso.

A relatora da CPMI dos Atos de 8 de Janeiro, senadora governista Eliziane Gama (PSD-MA), deixou de fora da lista de indiciados o hacker Walter Delgatti Neto, acusado de ter encontros e acordos de tero “golpista” com a deputada federal Carla Zambelli.

Segundo o relatório, Delgatti foi contratado para trabalhar no gabinete de Zambelli com o objetivo de invadir sistemas de órgãos públicos ligados ao processo eleitoral. Essas invasões, aparentemente financiadas com dinheiro público, eram destinadas a fornecer fundamentos para questionar a legitimidade das eleições, alimentando a narrativa bolsonarista. Delgatti também se reuniu com figuras proeminentes, incluindo Valdemar Costa Neto, Bruno Zambelli e até mesmo o presidente da República, com o propósito de questionar as urnas eletrônicas.

“Conforme exposto, entendemos que Walter Delgatti Neto foi instrumentalizado por indivíduos de alto relevo na Administração Pública federal para atentar contra o Estado Democrático de Direito, especialmente por meio de questionamentos infundados do processo eleitoral, motivo pelo qual são necessárias investigações mais aprofundadas para elucidar a colaboração de cada uma das autoridades no intento criminoso”, disse o relatório.

Eliziane Gama defendeu a necessidade de investigações mais profundas para esclarecer o envolvimento de Delgatti com diversas autoridades no suposto intento criminoso. Segundo ela, a contribuição de Delgatti desempenhou um papel fundamental na identificação de supostos delitos cometidos por Carla Zambelli, Paulo Sérgio Nogueira e outros indiciados.

Leitura do Relatório Final da CPMI dos atos de 8 de Janeiro. Assista

0

Projeto quer acabar com “farra” de políticos com aviões da FAB

0
Jatinho da Força Aérea Brasileira (FAB): projeto procura dar transparência aos gastos com transportes de autoridades - Foto: Tenente Enilton/FAB

O transporte aéreo de autoridades em aeronaves de propriedade da União ou de suas entidades ou por elas fretadas somente poderá ser requerido pelo …

O transporte aéreo de autoridades em aeronaves de propriedade da União ou de suas entidades ou por elas fretadas somente poderá ser requerido pelo presidente ou vice-presidente da República, pelos presidentes do Senado Federal, da Câmara dos Deputados ou do Supremo Tribunal Federal, por ministro de Estado, por comandante de Força Armada ou pelo chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas.

É o que estabelece o projeto de lei (PL) 4788/2023 , que foi apresentado pelo senador Cleitinho (Republicanos-MG) e tramita na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE). A matéria será encaminhada posteriormente à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde será apreciada em caráter terminativo.

De acordo com o projeto, o transporte aéreo de autoridades em aeronaves de propriedade da União e suas entidades ou por ela fretadas somente será permitido em viagem a serviço, emergência médica ou por motivo de segurança pessoal.

A autoridade requisitante justificará o pedido no prazo de 48 horas contado da sua apresentação. Todas as despesas com a utilização de aeronaves para o transporte aéreo de autoridades serão informadas, de forma detalhada e em destaque, no Portal da Transparência.

O descumprimento das regras configurará crime de responsabilidade e ato de improbidade administrativa especificado no artigo 10 da Lei 8.429, de 1992 , sem prejuízo da obrigação, pela autoridade requisitante, de ressarcimento aos cofres públicos dos valores despendidos irregularmente.

Ao justificar o projeto, Cleitinho ressalta que o transporte aéreo de autoridades em aeronaves oficiais “tem sido objeto de diversos escândalos, que demonstram evidente desvio de finalidade na sua utilização, o que impõe a regulação da matéria de forma rígida, para que cessem os ilícitos que têm sido praticados”.

“Temos a certeza de que, com a aprovação deste PL, daremos passo fundamental no sentido de garantir o bom uso do dinheiro público, impedindo o espetáculo de desperdício e ostentação que temos assistido nos últimos tempos por parte exatamente daqueles que deveriam se preocupar com o Erário”, conclui Cleitinho na justificativa do projeto.

Lula pode perder o mandato

0

As acusações foram apresentadas pela campanha do ex-presidente Jair Bolsonaro e estão programadas para serem analisadas nesta terça-feira (17)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE)  julgará nesta terça (17) duas ações relacionadas à campanha do presidente Lula, as quais, se resultarem em sua condenação, podem levá-lo a perder o mandato presidencial e ficar inelegível por um período de oito anos. 

As acusações foram apresentadas pela campanha do ex-presidente Jair Bolsonaro e estão programadas para serem analisadas nesta terça-feira (17). Uma das ações envolve acusações de abuso de poder econômico e dos meios de comunicação, enquanto na segunda acusação, o presidente petista enfrenta alegações de uso indevido dos meios de comunicação. A Procuradoria-Geral Eleitoral já emitiu sua manifestação sobre o caso, pedindo o indeferimento da ação.

Acordo pode por fim ao regime narcoditatorial de Maduro na Venezuela. Entenda

0

O relaxamento das sanções deve ser anunciado pelo governo americano somente depois da assinatura do acordo, estabelecendo uma data definitiva para a eleição no segundo semestre do ano que vem.

O governo dos Estados Unidos e a ditadura da Venezuela chegaram a um acordo no qual o regime comandado por Nicolás Maduro se compromete a organizar uma eleição presidencial competitiva e monitorada por observadores internacionais no ano que vem, segundo o jornal The Washington Post.

Em troca, a Casa Branca deve aliviar as sanções contra a indústria de petróleo do país sul-americano. Autoridades do regime liderado por Maduro e representantes da oposição devem assinar uma espécie de acordo eleitoral ainda nesta semana, suspendendo as proibições impostas aos candidatos da oposição.

O relaxamento das sanções deve ser anunciado pelo governo americano somente depois da assinatura do acordo, estabelecendo uma data definitiva para a eleição no segundo semestre do ano que vem.

Ex-Deputado crítico de Bolsonaro vira piada nas redes ao dizer que é o “parlamentar mais relevante do AM”

0

O vídeo da entrevista viralizou nas redes sociais, levando a uma série de comentários sarcásticos por parte dos internautas

Marcelo Ramos, ex-deputado federal pelo PSD, virou piada nas redes sociais após se autoproclamar o “deputado mais relevante da história política do Amazonas” durante uma entrevista no podcast da jornalista Cynthia Blink. Ramos, que afirmou que sua afirmação se baseia em fatos, declarou: “Eu sou o mais relevante deputado da história da política do Amazonas, não é dessa legislatura, não é dos últimos dez anos, é da história da política do Amazonas.”

Questionado sobre sua derrota nas eleições de 2022, Marcelo Ramos atribuiu seu insucesso eleitoral à campanha que o ex-presidente Jair Bolsonaro teria feito contra ele. Ele também mencionou a mudança nas dinâmicas eleitorais, afirmando que hoje a eleição de deputados federais depende de estratégias diferentes, como “lacrar na internet, comprar votos, comprar prefeitos do interior e obter apoio de igrejas evangélicas”. O vídeo da entrevista viralizou nas redes sociais, levando a uma série de comentários sarcásticos por parte dos internautas.

Muitos usuários das redes sociais expressaram seu ceticismo diante da afirmação de Marcelo Ramos, com comentários irônicos como: “Ele tá certo … errado é o psiquiatra que deu alta”, “Tão relevante que levou um chute da população na eleição”, e “Ele quis dizer: ‘eu sou o deputado menos relevante da história'”. A declaração polêmica de Ramos e a reação nas redes sociais deixaram em evidência as controvérsias em torno de sua carreira política e de suas opiniões.