Dino desrespeita o Parlamento e insiste na mesma desculpa esfarrapada para não ir à Câmara

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O deputado Sanderson reagiu à ausência de Dino, considerando-a um ato de crime de responsabilidade, amparado pelo Artigo 50 da Constituição Federal.

Afetado pelas recentes revelações de reuniões de pessoas intimamentes ligadas a líderes do Comando Vermelho no seio do Governo Lula, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, não compareceu pela terceira vez consecutiva à Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados. Em documento oficial, Dino comunicou ao presidente da Câmara, Arthur Lira, e insistiu na desculpa esfarrapada de não ir por alegadas ameaças de parlamentares. Dino, em seu ofício, mencionou episódios anteriores de xingamentos e tumultos, destacando a insegurança para sua presença na comissão, ao mesmo tempo em que questionou a conduta e imparcialidade do presidente da comissão, deputado Sanderson.

A recusa de Dino em comparecer à sessão se baseia em sua percepção, sem fatos, de risco à própria integridade física, sustentada por incidentes de discussão em ocasioões anteriores. Ele propôs a realização da reunião em uma comissão geral no plenário da Câmara, reiterando preocupações levantadas em ocasiões passadas, como a última convocação da comissão em 24 de outubro. Dino enfatizou que parlamentares, dispensados de passar por detectores de metais, poderiam estar armados, ampliando o risco para sua segurança.

O deputado Sanderson reagiu à ausência de Dino, considerando-a um ato de crime de responsabilidade, amparado pelo Artigo 50 da Constituição Federal. Sanderson ressaltou que a não participação do ministro deveria se justificar por razões de força maior, como doenças ou compromissos internacionais inadiáveis, não sendo o caso de Dino. O ministro, por sua vez, destacou a atual postura de confronto entre membros da comissão como um fator adicional para sua decisão de não comparecer.

Projeto de Lei busca retomar voto em cédula no Brasil

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Inspirado nos modelos adotados em países como os Estados Unidos e Argentina, o projeto de Bibo Nunes propõe um retorno ao método tradicional de votação, substituindo o atual sistema eletrônico

O deputado Bibo Nunes (PL-RS) propôs uma mudança significativa no sistema eleitoral brasileiro. Nesta segunda-feira (20), o parlamentar protocolou um projeto de lei que visa a reintrodução do voto em cédula no Brasil. Inspirado nos modelos adotados em países como os Estados Unidos e Argentina, o projeto de Bibo Nunes propõe um retorno ao método tradicional de votação, substituindo o atual sistema eletrônico.

A proposta surge em um contexto em que o voto eletrônico no Brasil tem sido alvo de diversas teorias da conspiração, principalmente entre os apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro. Durante as últimas eleições, houve várias alegações infundadas de fraude, embora nenhuma tenha sido comprovada. Essa situação parece ter influenciado a proposta do deputado, que busca um sistema que, em sua visão, ofereça mais transparência e aceitação universal, inclusive entre os derrotados.

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Citando especificamente os Estados Unidos e a Argentina como referências, Bibo Nunes argumenta que a votação em cédula é um método transparente, rápido e que não gera controvérsias após a divulgação dos resultados eleitorais. A proposta do deputado, assim, busca reverter o Brasil ao uso de cédulas, em um esforço para restaurar a confiança no processo eleitoral.

Seif critica investigação contra Bolsonaro e pede ajuda para vítimas da chuva em SC

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O senador Jorge Seif criticou o anúncio do Ministério Público Federal, feito na última sexta-feira (17), de que vai acompanhar o inquérito instaura…

O senador Jorge Seif criticou o anúncio do Ministério Público Federal, feito na última sexta-feira (17), de que vai acompanhar o inquérito instaurado pela Polícia Federal para saber se o ex-presidente Jair Bolsonaro importunou uma baleia jubarte enquanto pilotava um jet ski no litoral paulista, em junho deste ano, no feriado de Corpus Christi. Em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (20), o parlamentar disse “não acreditar” no tema investigado pela PF e afirmou que “as instituições estão desviando o foco de questões mais importantes para o país”. Ele chamou a situação de “tragicômica”:

— Eu não sei se eu rio ou se eu choro, mas me dá vontade de gargalhar […]. Vocês estão jogando a reputação de vocês na lama. Ridículo, vergonhoso: molestar baleia por passar com jet ski? Vocês estão de brincadeira comigo e de brincadeira com o brasileiro que paga o salário de vocês. Tem pouco vagabundo e bandido solto para vocês ficarem perdendo tempo com palhaçada — ironizou.

Ainda durante o pronunciamento, o senador fez um apelo ao Parlamento e à população brasileira, pedindo mobilização para doações de alimentos, água, colchões e outros itens essenciais às vítimas dos temporais em Santa Catarina. O senador destacou a campanha de arrecadação da Secretaria de Assistência Social do estado e incentivou aqueles que estiverem fora de SC a contribuir por meio de mercados que realizam vendas on-line com entrega na região.

Segundo dados divulgados hoje pela Defesa Civil estadual, são 67 os municípios atingidos pelos temporais que registraram ocorrências. Subiu para 71 o número de cidades em situação de emergência, sendo 11 em estado de calamidade pública: Trombudo Central, Rio do Sul, Vidal Ramos, Rio do Oeste, Pouso Redondo, Botuverá, São João Batista, Agrolândia, Braço do Trombudo, Agronômica e Lontras. Quase 6 mil pessoas estão desabrigadas.

Presidente do PT e políticos disseminam fake news e incitam ódio contra jornalistas do Estadão

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Gleisi Hoffmann compartilhou informações inverídicas sobre a produção jornalística do Estadão, ampliando o alcance da desinformação

Jornalistas do Estadão estão enfrentando uma campanha de difamação, impulsionada por Gleisi Hoffmann, presidente do PT, e reforçada por influenciadores e políticos petistas. A editora-executiva de Política, Andreza Matais, tornou-se alvo após publicações sobre Luciane Barbosa Farias, conhecida como a “dama do tráfico amazonense”. A matéria, que abordou encontros de Luciane com autoridades do Ministério da Justiça, gerou uma onda de ataques online, incluindo uma postagem do youtuber Felipe Neto contra Matais. O Estadão considera medidas legais em resposta a esses ataques.

Gleisi Hoffmann compartilhou informações inverídicas sobre a produção jornalística do Estadão, ampliando o alcance da desinformação. A ação foi seguida por mais de mil compartilhamentos e comentários, incluindo a participação do Ministro da Justiça, Flávio Dino, e outros influenciadores digitais de esquerda. A acusação baseou-se em um formulário de denúncia do Ministério Público do Trabalho, acessível ao público e sem verificação de conteúdo. O fato suscitou preocupações sobre a disseminação de fake news e ataques a jornalistas.

As reações frente aos ataques variaram. Enquanto jornalistas e profissionais de diferentes áreas condenaram as práticas difamatórias, o Estadão reafirmou seu compromisso com a apuração jornalística independente. Marcos Lisboa, ex-presidente do Insper, e Wilson Gomes, cientista político, expressaram preocupação com a crescente hostilidade contra a imprensa. Por sua vez, o Ministério da Justiça reconheceu falhas e alterou procedimentos de acesso após a revelação do caso pela reportagem do Estadão.

Em evento do PL, Michelle critica “desgoverno” Lula e defende honestidade e limpeza na política. Veja o vídeo

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A ex-primeira-dama expressou sua visão de que o Brasil está vivenciando um momento crucial para reconhecer a diferença entre um governo que atende às necessidades do povo e um que não o faz

Durante um evento do PL Mulher em Porto Alegre, Michelle Bolsonaro fez um discurso marcante, no qual enfatizou a importância da honestidade e limpeza na política brasileira. A ex-primeira-dama expressou sua visão de que o Brasil está vivenciando um momento crucial para reconhecer a diferença entre um governo que atende às necessidades do povo e um que não o faz. Michelle Bolsonaro destacou a necessidade de uma política que respeite e priorize o bem-estar da população, contrapondo-a com o que ela descreve como um “desgoverno” atual.

Em seu discurso, Michelle Bolsonaro fez críticas contundentes ao governo atual, referindo-se a ele como um “desgoverno” que prega ideologias como o comunismo e o socialismo, mas não as pratica. Ela acusou o governo de não cuidar da segurança dos cidadãos e de focar em seus próprios interesses, em vez dos interesses da nação. A ex-primeira-dama também abordou a questão da segurança pública, questionando a capacidade do atual ministro de entrar em favelas sem segurança e sua decisão de receber a “dama do tráfico” no ministério.

No início de seu discurso, Michelle Bolsonaro relembrou sua aversão inicial à política, relacionando-a com a crença de que era um campo não adequado para pessoas íntegras. Ela destacou como essa percepção mudou ao longo do tempo, principalmente durante a administração de seu marido, Jair Bolsonaro. Segundo ela, o governo Bolsonaro resgatou o espírito patriótico no país e proporcionou um contraste claro entre um governo focado no bem e um focado no mal. Essa mudança de perspectiva foi crucial para sua atual visão sobre a importância da participação dos cristãos na política.

Vitória de Milei também é vitória para Trump e Bolsonaro

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A eleição de Milei foi acompanhada de perto por líderes internacionais

Em uma disputa eleitoral marcante, Javier Milei conquistou a presidência da Argentina com 55,69% dos votos, superando o candidato peronista Sergio Massa. Este resultado histórico foi anunciado após o segundo turno das eleições presidenciais argentinas. A vitória de Milei representa uma mudança significativa na política argentina, refletindo uma nova direção para o país sul-americano.

A eleição de Milei foi acompanhada de perto por líderes internacionais. Destacando-se entre eles, o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, utilizou sua plataforma, Truth Social, para expressar apoio ao presidente eleito. “O mundo inteiro estava assistindo! Estou muito orgulhoso de você. Você vai mudar o seu país e realmente tornar a Argentina grande novamente!”, declarou Trump, fazendo uma alusão ao seu próprio slogan de campanha.

Além de Trump, o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro também manifestou suas congratulações a Milei. “Parabéns ao povo argentino pela vitória com Javier Milei. A esperança volta a brilhar na América do Sul. Que esses bons ventos alcancem os Estados Unidos e o Brasil para que a honestidade, o progresso e a liberdade voltem para todos nós”, afirmou Bolsonaro. A eleição de Milei e as reações que se seguiram sublinham um momento de transição política significativa na América do Sul.

Argentina em festa com a vitória de Milei (vídeo)

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O Contraste Eleitoral: A Eficiência do Processo Argentino Surpreende o Brasil

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Marcos Cintra, ex-Secretário da Receita Federal do Brasil e professor com PhD em economia pela Fundação Getúlio Vargas, comentou sobre essa discrepância entre os sistemas eleitorais dos dois países

No último domingo (19), a Argentina exibiu uma notável eficiência em seu processo eleitoral, realizado em papel e auditável. Esta agilidade, sem a ocorrência de polêmicas ou questionamentos, destaca-se em comparação com o sistema eleitoral brasileiro. Esse cenário gerou reflexões no Brasil, especialmente em meio a debates sobre métodos eleitorais e tecnologia.

Marcos Cintra, ex-Secretário da Receita Federal do Brasil e professor com PhD em economia pela Fundação Getúlio Vargas, comentou sobre essa discrepância entre os sistemas eleitorais dos dois países. Cintra pontuou a rapidez e a ausência de controvérsias no processo argentino, questionando se o Brasil realmente se encontra na vanguarda tecnológica no que tange a eleições.

A observação de Cintra destaca um importante debate sobre transparência e segurança nos processos eleitorais. A experiência argentina, contrastando com a do Brasil, traz à tona questionamentos relevantes sobre as melhores práticas em sistemas eleitorais. Este contraste entre os dois países sul-americanos oferece uma oportunidade para reflexões críticas sobre a modernização e confiabilidade dos métodos de votação.

“Fim do kirchnerismo” é luz para o continente sul-americano, diz Moro

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O triunfo de Milei, segundo Moro, simboliza mais do que uma mudança de liderança na Argentina; representa o “fim do kirchnerismo”, um movimento político que dominou o cenário político argentino por anos

O senador Sergio Moro utilizou a plataforma X neste domingo (19), para expressar seu entusiasmo pela recente eleição presidencial na Argentina. Moro destacou a vitória de Javier Milei como um marco significativo para a América Latina, comparando-a às vitórias argentinas na Copa do Mundo. Além disso, desejou “sorte e sucesso” ao recém-eleito presidente Milei.

O triunfo de Milei, segundo Moro, simboliza mais do que uma mudança de liderança na Argentina; representa o “fim do kirchnerismo”, um movimento político que dominou o cenário político argentino por anos. O senador brasileiro vê essa mudança como uma “luz para todo o continente”, indicando um possível novo capítulo para a política na América Latina.

A eleição de Milei na Argentina foi recebida com reações diversas na esfera política sul-americana. Moro, ao celebrar essa vitória, demonstra um alinhamento ideológico e uma expectativa positiva quanto ao futuro político da região. A mudança de poder na Argentina, agora sob a liderança de Milei, é vista por muitos como um sinal de transformação política em toda a América Latina.

Bolsonaro espera renovação da onda conservadora com vitória de Milei

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Bolsonaro destacou a importância dos resultados eleitorais na Argentina e expressou um desejo de que esses “bons ventos” se estendam aos Estados Unidos e ao Brasil

O ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, expressou seu apoio ao recém-eleito presidente da Argentina, Javier Milei, através de uma publicação em suas redes sociais. Bolsonaro, que não visitou a Argentina para as celebrações eleitorais, assim como outros políticos brasileiros, como seu filho Eduardo, usou as redes sociais para manifestar sua posição.

Bolsonaro destacou a importância dos resultados eleitorais na Argentina e expressou um desejo de que esses “bons ventos” se estendam aos Estados Unidos e ao Brasil. Ele enfatizou a necessidade de promover a honestidade, o progresso e a liberdade nos países mencionados. Este comentário vem na esteira da recente vitória de Javier Milei na Argentina, contrastando com a postura do atual presidente brasileiro, Lula, que felicitou a Argentina pelas eleições, mas sem mencionar explicitamente Milei.

O ex-presidente brasileiro, conhecido por suas posições conservadoras, parece alinhar-se com Milei em termos de visão política, ressaltando a possível formação de uma nova onda conservadora na região.