Silvinho Lopes coloca em debate o futuro da economia em Macaé

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Engenheiros Silvinho Lopes, Marcelo Merrel e Cliton - Divulgação

O Pré-candidato a prefeito, Engenheiro Silvinho Lopes, realizou uma live sobre o futuro da economia, contando com a participação dos empresários Marcelo Merrel e Cliton Santos

Com suas atenções voltadas para os interesses do município, o pré-candidato a prefeito, engenheiro Silvinho Lopes, realizou quarta-feira (5), uma live sobre o futuro da economia, contando com a participação dos empresários Marcelo Viana Reid (Merrel) e Cliton Silva Santos. Abordando o tema ‘Perspectivas da Economia, como gerar mais emprego, renda e crescimento em Macaé”, no sentido de traçar projetos para a retomada da economia, neste período de crise causada pela pandemia do coronavírus.

O assunto em destaque foi a questão ligada ao gás natural e a implantação das termelétricas, no sentido de reaquecer a economia na cidade, gerando empregabilidade e renda. Como mediador, Silvinho ressaltou que a cidade está vivendo um momento difícil de recessão mundial, mas que é preciso ver uma luz no fim do túnel. “Macaé ainda é uma potência econômica, sendo a 25ª cidade mais rica do Brasil, com orçamento de mais de R$ 2 bilhões de reais”, declarou. E prosseguiu: “Esperamos em curto tempo reverter essa tendência de recessão e desesperança e transformar Macaé novamente na cidade das oportunidades e do acolhimento de pessoas de diferentes partes do mundo, que vêm em busca de trabalho e que hoje são macaenses de coração”.

Por sua vez, o empresário Cliton da Silva Santos disse que os munícipes precisam ter conhecimentos dos avanços que estão acontecendo nos grandes projetos. “Desde 2014 a cidade vem passando por uma série de crises, como a do petróleo, da Petrobras, do país e, agora, a da pandemia do novo coronavírus. Se nós considerarmos hoje a situação de Macaé comparando aos outros municípios, a nossa é um pouco melhor, então, nós, nesse momento, temos um Porto, já em vista de licenciamento, e temos uma Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) super necessária para que o gás seja direcionado às termelétricas”, comentou.

Cliton Santos revelou ainda que essas obras já estão acontecendo, e em cima dessas tem outras duas. Uma é o gasoduto ligando Cabiúnas às Termelétricas; e a outra é a adutora ligando o Rio Macaé às Termelétricas. Para o empresário, há ainda uma série de situações em que se entende que o futuro do município não é tão sombrio como em outras cidades. “Não podemos desconsiderar a situação de outros segmentos econômicos como o Turismo, que está se reinventando, e que é importante para a nossa cidade, e nós já percebemos uma movimentação através do Macaé Convencion Visitors Bureau, de que mudará o perfil do turista de nossa região. O turismo será regional, visto que as pessoas não viajarão para outros países por agora, o que é uma oportunidade para fomentar os hotéis e restaurantes de nossa cidade”, pontua.

De acordo com Cliton, o comércio sofrerá um pouco mais, já que sua recuperação será lenta. Entretanto, quando a economia começar a se movimentar, acredita-se que o mesmo terá um avanço também. “É preciso que se pense em outros segmentos tão importantes para a nossa cidade ligados à parte econômica como a pesca, que precisa urgentemente de políticas públicas tão ausentes para criação desse setor. Temos também a agricultura e a pecuária, que são segmentos econômicos que acreditamos ter num período mais curto de tempo os seus crescimentos”, destaca. E concluiu: “O que nos anima é que num futuro muito próximo teremos 14 termelétricas em Macaé. Teremos condições de nos próximos, cinco a oito anos, ter uma Itaipu em termos de geração de energia em nossa cidade. Itaipu produz 14 gigas, exatamente o que a cidade produzirá com essas 14 termelétricas. Isso tudo faz com que venha para nós a esperança de que as coisas voltem a sua normalidade. Mas para isso, é preciso que a sociedade organizada esteja cada vez mais unida, é preciso que o poder público entenda a importância das instituições organizadas e se aproximem das organizações empresariais, para que essa união faça com que esses investimentos e projetos acelerem cada vez mais, agilizando assim, os seus resultados”.

O Pré-candidato Silvinho Loppes frisa que, num passado não muito distante, o gás não era tão aproveitado, mas, que agora virou o novo ‘eldorado’, sendo uma nova esperança de desenvolvimento não só para Macaé, mas em todo Brasil. “A cidade será brindada com 14 termelétricas, sendo a cidade da energia – e energia – é desenvolvimento. Não se faz desenvolvimento sem energia”, diz.

O empresário Marcelo Reid (Merrel) declara que Macaé foi atingida em cheio na crise do óleo, gás e petróleo, de 2014 a 2019, onde muitas pessoas perderam suas empresas e os seus empregos e, agora em 2020, ao iniciar o ano com uma grande perspectiva de crescimento, foi interrompida pela pandemia do COVID-19. “Da mesma forma que a cidade foi uma das primeiras a ser atingida por essa crise, nós acreditamos na potencialidade dela e seremos uma das primeiras cidades a sair da mesma. A ‘menina dos olhos’ da vez realmente é o gás natural e, nessa semana, a Firjan fez um estudo chamado ‘Rio a todo gás’, onde prevê investimentos no estado do Rio de janeiro em cerca de 45 bilhões nos próximos anos, sendo 20 bilhões, investidos em nossa região Norte-Fluminense, principalmente, nas cidades Campos dos Goytacazes e Macaé. O que nos traz um certo alívio e um horizonte mais a frente”, revela.

Merrel afirma que é preciso estruturar a cidade e, na geração de empregos e rendas, é necessário que se tenham investidores. “O gás natural hoje é uma grande vitrine para nós, mas também, não podemos descartar o petróleo, que vem tendo sua significância, não só pelo passado, mas pelo futuro que ele ainda nos traz pela frente e acreditamos muito nesse potencial. E não podemos esmorecer nunca. Nossa missão é muito grande, e trago essas notícias como um alento a todos nós. Vamos parar de olhar pelo retrovisor e voltar as ações para o futuro”, finaliza.

Silvinho Lopes, empolgado com o compartilhamento das pessoas nas diversas plataformas de transmissão, disse que sua preocupação é com os macaenses nativos e os aqui radicados e que tem experiência capaz de mudar o quadro atual, contando para isso com pessoas qualificadas e capazes de mudar o quadro atual para melhor, além de resgatar o patrimônio público que está abandonado, acentuou.

Eleições 2020 terão barreiras contra fake news

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CPI no Congresso, mecanismos legais e ações de redes sociais devem diminuir informações falsas

Em um ano tão atípico e impactante para a vida das pessoas como está sendo 2020, o processo eleitoral brasileiro também será diferente. Além do adiamento de data para proteger a população e evitar aglomerações por conta do coronavírus, as eleições municipais serão foco de atenção, com mais controle de informações que interferem no processo de escolha dos representantes públicos.

“A legislação eleitoral, especialmente por conta dos episódios ocorridos em 2018, assumiu o protagonismo na criminalização das fake news. Com a Lei 13.834/2019, foi criminalizada a denunciação caluniosa eleitoral, que abrange a propagação de notícias falsas que prejudiquem adversários políticos”, explica Acacio Miranda da Silva Filho, doutorando em Direito Constitucional pelo IDP/DF e mestre em Direito Penal Internacional pela Universidade de Granada/Espanha.

Enquanto o Congresso Nacional trabalha na investigação de informações falsas que foram largamente propagadas durante as eleições de 2018, por meio da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também está atento aos preparativos para a eleição deste ano:

“O TSE aperfeiçoou os mecanismos de controle de propagação de notícias através das mídias sociais, evitando a prolação indiscriminada de notícias”, destaca Acacio Miranda. Segundo ele, a inovação criminaliza a “boca de urna virtual” e medidas concretas deverão ser adotadas, e serão tidos como criminosos, os pedidos de votos através das ferramentas de comunicação virtual nas 24 horas que antecedem o pleito.

Do outro lado, as próprias plataformas de redes sociais vêm criando aos poucos mecanismos para inibir a disseminação de fake news, como limitação da ação de robôs, de perfis falsos e da prática de impulsionamentos ilegais.

Silvinho Lopes vai ser o mediador de live sobre economia as 19h de hoje

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O engenheiro civil e empresário Silvinho Lopes e os empresários Marcelo Viana Reid (Merrel), e Cliton Silva Santos, estarão participando de uma live tendo como pauta principal a economia - Divulgação

Além da atual crise de saúde por causa do coronavírus que abalou ainda mais a situação econômica do município, da região e do país, com a necessidade de adotar o fechamento de quase todos os segmentos laborais, prejudicando cada vez mais as atividades econômicas, os empresários Marcelo Viana Reid (Merrel), e Cliton Silva Santos, estarão participando nesta quarta-feira (5), as 19 horas, de uma live tendo como pauta principal a economia.

O engenheiro civil e empresário Silvinho Lopes, pré-candidato a prefeito nas eleições deste ano, será o mediador do debate que está sendo aguardado com expectativa em razão de ser este o principal assunto que domina toda a classe empresarial e as pessoas ainda desconhecem medidas que possam ser tomadas após a liberação do isolamento social, considerando que o distanciamento e uso de equipamentos de proteção individual deverão continuar até que o país, o estado e municípios possam estar livres da contaminação.
“Todas as pessoas comentam e reiteram a preocupação, primeiro, com a saúde e com a educação. Mas devemos entender que apesar de fundamentais tudo isso gira em torno da economia. Desejar como principais fatores a saúde e a educação, devemos pensar, também, como será a economia no futuro depois das diversas crises que estão provocando o fechamento de empresas e desempregando as pessoas”, disse o empresário Marcelo Reid (Merrel).

Também o empresário Cliton Silva Santos, ambos ligados a diversas e importantes instituições do município, ressaltou que “a economia e a mola propulsora do desenvolvimento e hoje se torna a principal preocupação das pessoas que lideram grupos empresariais. Devemos nos preocupar, sim, com a economia, para que possamos olhar o futuro de forma responsável”.

O mediador da live que será transmitida pelas redes sociais as 19 horas desta quarta-feira será o engenheiro Silvinho Lopes, preocupado em resgatar o legado de Macaé, com a recuperação do patrimônio da cidade que estão ao abandono. “Ao exercer o cargo de gerente e de Secretário de Planejamento, durante gestões anteriores, aceitei o desafio de fazer mais com menos, considerando que o orçamento no período era três vezes menor do que o atual. Se com pouco mostramos capacidade de fazer muito, agora com cursos de gestão pública, acredito que poderemos fazer muito mais”, disse.

Falecimento de Claudio Moacyr há 25 anos é lembrado pela família e amigos

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Claudio Moacyr de Azevedo faleceu em 04 de agosto de 1995

Os 25 anos do falecimento do brilhante advogado e líder político Claudio Moacyr de Azevedo – ele faleceu em 04 de agosto de 1995 – está sendo lembrado pela família e por alguns companheiros que durante muitos anos acompanharam a vitoriosa trajetória percorrida por ele, considerado um dos mais importantes líderes que surgiram nas décadas de 60, 70 e 80, não só no antigo Estado do Rio, como após a fusão com o Estado da Guanabara, notabilizando-se até a eleição do ex-governador Leonel Brizola..

Nascido em Macaé, filho de Alvaro Bruno de Azevedo e de Zelita Tocha de Azevedo, foi líder universitário, tendo com esforço e sacrifício atingido às carreiras de Advogado e Professor. Cladio Moacyr já demonstrava sua vocação política desde jovem.
Um traço marcante da pequena Macaé dos anos 50, 60 e 70 – então com menos de 30 mil habitantes que viviam basicamente da pesca, usina de cana-de-açúcar e do turismo – era a riqueza de discussões políticas, filosóficas e literárias. Nesse ambiente que despertava acalorados debates de ideias, despontou Claudio Moacyr, um líder nato, criativo e essencialmente otimista. Nos bancos escolares, o garoto conversador já evidenciava seu carisma e espírito de liderança.

Ainda jovem, estudou na faculdade de Direito da Universidade Federal Fluminense, em Niterói. Voltou para Macaé na década de 60, quando começou a advogar na área criminalística. Veio o golpe de 64. Em tempos de cerceamento dos direitos individuais, acabou se tornando uma referência entre os presos políticos de Macaé, a quem defendia usando a perspicácia e a sua oratória eloquente.

Cláudio respirava política dentro de casa. Quando ele ainda era criança, sua mãe saía às ruas para militar e fazer a campanha, atitude rara entre as mulheres daquele tempo.
Candidato a prefeito em 1966, com apenas 30 anos, Claudio fazia comícios e campanha porta a porta, propagando seus ideais de liberdade. Com seu discurso, foi eleito prefeito. Já em 1970, foi carregado nos ombros pelo povo, que o elegeu deputado estadual, cargo que viria a ocupar por cinco mandatos consecutivos.

O hoje rico município de Macaé após a descoberta de petróleo na Bacia de Campos e consequente distribuição de royalties pouco se assemelha à realidade dos anos de Claudio à frente da Prefeitura. Os recursos federais e estaduais eram mínimos e a arrecadação insuficiente.

Para driblar as dificuldades de verba, Claudio usava a criatividade. Uma das saídas que encontrou foi divulgar bastante a cidade para fomentar o turismo. Assim conseguiu verba para pavimentar ruas, construir escolas, postos de saúde, entre tantos outros feitos até então ausentes em alguns bairros e distritos.
Sua atuação na Assembleia Legislativa não foi diferente. Com apenas dois meses de mandato, foi escolhido líder da bancada do MDB. Mais dois meses, acumulou outro cargo: líder da maioria e, depois, líder do governo e, em fevereiro de 1977, foi eleito presidente da Alerj.

Entre muitos de seus feitos ao longo da vida pública, Cláudio costumava citar com especial orgulho a instalação da Fafima, em 74, e a emancipação de Quissamã, uma promessa de campanha cumprida em 88. Depois ainda atuou pela emancipação de Rio das Ostras e Iguaba Grande.

Com uma vida política intensa, Cláudio sempre lutou pelos seus ideais e por Macaé, sendo responsável por inúmeras obras de melhorias da cidade, como a pavimentação de ruas, construção de escolas, a colocação do primeiro gerador de energia no Sana, entre outros.
Mas, sua vida foi interrompida ainda cedo. Faleceu aos 59 anos, vítima de complicações decorrentes de uma cirurgia no coração, em 1995, deixando saudades e se tornando um exemplo a ser seguido pelos gestores que hoje estão no poder.

Uma das homenagens consideradas mais importante e que perpetua seu nome, foi o surgimento do Palácio Claudio Moacyr de Azevedo, no antigo prédio da prefeitura onde ele exerceu o cargo e, posteriormente, passou a ser o prédio da Câmara Municipal de Macaé.
Com certeza, algum correligionário ou político, poderá lembrar seus feitos durante a próxima sessão do Poder Legislativo, considerando que o atual presidente Dr. Eduardo Cardoso da Silva, ainda encontra argumentos fortes para contar algumas histórias.
Elizabeth Franco de Azevedo e Marcia Curvelo, sobrinhas e que sempre estiveram à frente da Fundação Educacional Luiz Reid, mantenedora da Faculdade de Filosoria, Ciências e Letras de Macaé, reúnem nesta semana, alguns amigos e parentes para uma roda de bate-papo para lembrar com saudades alguns fatos da vida política do tio e, ainda, mostrar parte do acervo que vem sendo guardado a sete chaves mas que deverão estar abertos para conhecimento público em data a ser definida.

Dr. Aluízio anuncia Chapeta e Jacy para concorrer a sucessão

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 Chapeta e Jacy foram anunciados como pré-candidatos em reunião de secretários - Divulgação

Prefeito decide entrar nas discussões pré-eleitorais na cidade, optando por chapa “puro sangue”

Depois de muitas especulações e outras tentativas, o prefeito Dr. Aluízio confirmou na quinta-feira (30) a indicação de Célio Chapeta como o seu pré-candidato a prefeito, liderando assim a futura chapa do PSDB que conta também com a escolha prévia de Jacy Cherene como pré-candidata a vice.

Escolha considerada como natural, em função do grau de importância de Chapeta para o governo, a definição da pré-chapa governista acontece no momento em que outros projetos já lançados na cidade davam como certa a aliança com o Executivo e a cobiçada indicação de Dr. Aluízio. Ledo engano.

O nome de Chapeta foi anunciado na noite da última quinta-feira (30), em reunião realizada no Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho. Os principais integrantes do governo, alguns até em diálogo com outras pré-candidaturas anunciadas na cidade, compareceram a convocação e respeitaram a decisão de Dr. Aluízio.

Comerciante antigo da cidade, com loja de venda de materiais de construção, Chapeta chegou a prefeitura já com cadeira cativa no quadro de secretariado, mantendo-se a frente da pasta de Serviços Públicos, hoje Infraestrutura, ao longo dos oito anos da gestão “da mudança”. Ele foi responsável por atender as principais demandas da cidade, dominando ambiente bastante disputado pela Câmara de Vereadores.

Jacy Cherene é secretária do prefeito, atuando na interface do gabinete com o secretariado e demandas sociais que chegam de forma direta a Dr. Aluízio. Natural de Silva Jardim, Jacy é empresária e foi responsável pela administração da empresa da família HM Transportes.

Pré-candidato Igor Sardinha pretende implantar a moeda social em Macaé

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Igor Sardinha diz que o diferencial do seu programa de governo é o diálogo com à população - Divulgação

O ex-vereador Igor Sardinha (PT) alicerça a sua pré-candidatura à prefeito de Macaé mantendo o discurso de oposição ao atual governo municipal. Com experiência na gestão pública de Maricá, Igor apresentou em live do Jornal O DIA nesta quinta-feira (30), programas de transferência de renda e da criação da moeda social, transformando o orçamento da cidade na principal base de equilíbrio da economia no município.

A entrevista foi conduzida pelo colunista político do DIA Sidney Rezende e pelo repórter José Eduardo Vieira.

“A prefeitura tem 31.5% de pessoas que vivem com até meio salário mínimo segundo o IBGE, ao mesmo tempo que somos a cidade com o maior poder aquisitivo. Existe uma desigualdade social gigante na cidade. Tão logo agora acabem os auxílios por conta da pandemia, chegaremos a quase da metade da população vivendo com pouco recurso. Vamos construir, desde início um programa de moeda social própria, garantindo que circule por toda a cidade. E isso vai gerar um ganho maior para o comércio que ao vender mais vai gerar mais emprego, vai pagar mais tributo e vai nos ajudar a resgatar a cidade. É preciso fazer que esses R$ 2 bilhões de orçamento fiquem nas empresas da cidade”, disse.

Sabendo que a prefeitura enfrentará um processo difícil de recomposição orçamentária, fruto do impacto da pandemia do coronavírus, Igor tratou de salientar que os servidores públicos terão uma atenção especial numa futura gestão.

“O nosso passado é o fiador que apresentamos para o futuro. Nos meus dois mandatos de vereador, fui um grande defensor dos servidores. Direito e lei não se discute, se cumpre. Vamos trabalhar com uma recomposição de todos os reajustes atrasados, permitindo assim que seja reduzida a perda salarial de todos. Não dá para pensar em gestão, sem oferecer ao servidor o que é de direito deles. Servidor para gente não é problema, é sim solução”, comentou.

Ao ser perguntado sobre ser um pré-candidato de mudança em Macaé, Igor Sardinha foi enfático na resposta:

“A mudança é o que vamos ouvir sempre. Sou um candidato de oposição ao atual governo, postura que mantenho desde o início da gestão do atual prefeito. Existem dificuldades de se debater diversas questões em Macaé, o social é um exemplo, porque as ações são inexistentes. Outro setor é o transporte público, nós precisamos virar essa página. Os ônibus sumiram das ruas, deixando as pessoas para trás. Queremos fazer uma empresa pública de transporte com tarifa zero, uma experiência que também vivemos em Maricá, que demonstrou que fica mais barato assumir o serviço, ao invés de pagar milhões de subsídio”.

Outro tema bastante abordado por Igor Sardinha e que possui destaque no plano de governo é na cultura e esporte.

“Cultura e esporte irão caminhar de mãos dadas com a educação. Eu acredito muito no sucesso das escolas em tempo integral, com a modelagem do ensino regular e, no contra turno, muita cultura e muito esporte. Lamentamos que só três escolas na cidade são de tempo integral. Precisamos ampliar essa estratégia. Vamos transformar o Parque da Cidade em uma escola-modelo, num formato que integra essas três áreas. Vamos gerar oportunidade de trabalho para os profissionais dessas áreas, que irão participar deste formato. Hoje, apenas 24% das escolas municipais tem quadra. Por isso vamos investir também nas praças. Vamos criar aqui um estúdio público. Vamos dar condições aos artistas locais de prepararem e mostrarem o seu trabalho“, finalizou.

Câmara aprova regime de urgência para votação da Nova Lei do Gás

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Câmara aprova regime de urgência para votação da Nova Lei do Gás

Para Christino Áureo, presidente da Frente Parlamentar para o Desenvolvimento Sustentável do Petróleo e Energias Renováveis, a matéria aquecerá a economia do país

 

Os deputados federais estão mobilizados para a aprovação do novo marco legal para o mercado do gás no país. Nesta quarta-feira (29), o plenário da Câmara aprovou o regime de urgência para votar o Projeto de Lei 6407/13. A matéria visa abrir o mercado, atraindo novos investimentos para o setor, que cresce em produção com a exploração do pré-sal. Com 323 votos favoráveis e 113 contrários, o texto deverá entrar em votação em duas semanas. Para o presidente da Frente Parlamentar para o Desenvolvimento Sustentável do Petróleo e Energias Renováveis, deputado Christino Áureo (PP-RJ), o relatório aprovado na Comissão de Minas e Energia está maduro, atendendo à demanda do segmento e da sociedade.

– A nova Lei do Gás visa alterar o regime de exploração de gasodutos no Brasil, que passará de concessão para autorização, oferecendo segurança jurídica para atrairmos novos investimentos para o setor. Hoje, de 30% a 40% do gás produzido no país é reinjetado nas plataformas. Temos que aproveitar melhor essa matriz energética, que serve também como insumos para diversas cadeias produtivas. Ao abrirmos o mercado, estimularemos a livre concorrência, permitindo investimento em infraestrutura de transporte do gás e facilitando a sua utilização na indústria e em diversas áreas, até mesmo no consumo doméstico.

Hoje, a rede de distribuição do gás no país é de nove mil quilômetros, bem abaixo da vizinha Argentina, com aproximadamente 30 mil quilômetros de gasodutos, e do Estados Unidos, que possui 490 mil quilômetros. No modelo atual de concessão, é necessário a realização de um leilão entre todas as empresas interessadas em investir no setor. Com a nova Lei do Gás, as empresas poderão operar, por meio de autorização, os serviços de transporte, importação, exportação, estocagem subterrânea, acondicionamento, escoamento, tratamento, liquefação, regaseificação e atividades de construção, ampliação de capacidade e operação de unidades de processamento ou tratamento de gás natural.

– Além de baratear o custo para as indústrias, a abertura do mercado permitirá, ainda, o oferecimento do gás para o consumidor domiciliar e veicular a preços mais competitivos. Acreditamos que será um grande avanço para a nossa economia no Brasil pós-pandemia – explica Christino Áureo.

O deputado acrescenta que o PL cria uma série de medidas para oferecer segurança jurídica aos investimentos. Ao ser aprovada pelo Congresso, a matéria sinalizará para empreendedores que é possível realizar obras de longo prazo, como é a construção de gasodutos. Christino Áureo ressaltou que, com a crise, não podemos esperar do governo nem da Petrobras destinação de recursos para o setor, é preciso que o investimento privado promova o crescimento do mercado de gás no país, gerando empregos e divisas.

Christino defende uma Reforma Tributária com menos impostos para o setor produtivo

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Christino defende uma Reforma Tributária com menos impostos para o setor produtivo - Divulgação

O deputado batalha por tributação maior sobre a renda e patrimônio e menor sobre investimento e consumo

Membro da Comissão Mista que volta a discutir a Reforma Tributária na Câmara Federal, o deputado Christino Áureo (PP-RJ) destacou em recente entrevista que, apesar da demora, a entrega do projeto do governo ao Congresso vai alavancar os trabalhos sobre este tema, tão importante para a economia do país.

– Nós poderíamos ter avançado mais, caso o governo já tivesse formatado a sua visão sobre este assunto com antecedência. Na Câmara, estamos discutindo a PEC 45 e, no Senado, tramita a PEC 110. Mas precisávamos desta proposta do governo, que foi entregue esta semana, para o assunto evoluir. O Congresso está com boa vontade para chegar a um entendimento. Embora a proposta do governo seja limitada, acredito que com a contribuição das duas PECs, que são mais amplas, chegaremos a um texto da Reforma Tributária que simplifique o sistema e seja justo e com menos impostos para quem produz – revela o deputado.

Na ocasião, Christino Áureo ressaltou que é fundamental aliviar a carga tributária do setor produtivo e de consumo. Para ele, é preciso desonerar o investimento e onerar o resultado final. O modelo de tributação atual agrava a precariedade da distribuição de renda no país, porque metade da carga tributária está concentrada no consumo, um problema que também colabora para tornar o ambiente de negócios do país pior, afastando o investimento.

– Temos uma das cargas tributárias mais altas do mundo. Só neste ano, o brasileiro trabalhou cinco meses para pagar impostos, sendo que o peso da tributação incide mais sobre o consumo e não sobre o patrimônio e a renda. Um estudo do economista francês Thomas Piketty, autor do livro Capitalismo do XXI, diz que 55% da renda do país fica com os 10% mais ricos. Temos que ser mais justos na forma de tributar – opina.

O deputado destacou, ainda, que é favorável a uma tributação mais justa sobre renda e patrimônio, a fim de corrigir desigualdades e uma incidência menor nos investimentos, para que o país possa crescer e gerar empregos.

– Chegou a hora de discutir essas questões. Temos que destravar o Brasil para atrair investimentos. Alguns pontos da proposta do governo têm que ser revistos, como o aumento da tributação sobre o setor de serviços, por exemplo. Ao chegarmos a um consenso sobre as três propostas, do Governo, Câmara e Senado, estou otimista que a gente consiga trazer boas notícias para o cidadão – finaliza.

A comissão mista da Reforma Tributária deve retomar os trabalhos em sessões virtuais na próxima semana . Dali, surgirá o relatório que, após a aprovação, será analisado pelo plenário da Câmara dos Deputados e do Senado.

Tributação do país hoje em números:

67,5%

• É a participação da União no total da arrecadação. Os outros entes da federação têm mordidas menores, com 25,9% para os estados e 6,26% para os municípios.

33,26%

• É o tamanho da dentada tributária no PIB do país, informa a Receita Federal, com base em dados de 2018.

14,88%

• É a carga tributária vinda do consumo. Dentre as fontes de arrecadação para chegar a um terço do PIB, 1,54% vêm de tributação sobre propriedade; 7,19% sobre renda; 9,11% sobre a folha de salários e 14,88% de bens e serviços, ou quase metade do total.

124ª

• É a colocação do Brasil no ranking Doing Business, elaborado anualmente pelo Banco Mundial, que avalia o ambiente de negócios em 190 países. No Brasil, as empresas gastam 1.501 horas por ano com burocracia para pagar impostos, enquanto a média nos países da OCDE é de 158,8 horas. É a pior posição do ranking global.

Vereador defende moradores do Lagomar acusados de ‘traficantes e de vagabundos’

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Maxwell Vaz, em plenário, autor do pedido de retratação - Divulgação

Imagens compartilhadas nas redes sociais mostra deputado atacando obra de escola estadual paralisada e agride moradores da localidade.

Uma gravação em vídeo que circulou na internet, em que o deputado estadual Filippe Poubel (PSL) visitou uma escola com obras paralisadas e depredadas no Bairro Lagomar, denunciando que a mesma está em estado de abandono e se transformando em chiqueiro, começou a ganhar outros contornos quando os vereadores do município além de aprovar requerimento do vereador Maxwell Vaz (SDD), votaram também uma Moção de Repúdio ao parlamentar que tem feito visitas constantes na cidade, e fazendo outras denúncias.

O vereador Maxwell Vaz, que subscreveu o requerimento, afirma que foi procurado por alguns moradores daquela localidade, reclamando das acusações de terem sido taxados de “traficantes e vagabundos”. O documento aprovado pelo plenário, tem o seguinte teor: “O vereador que o presente subscreve, depois de observar as normas regimentais, rquerer à Mesa Diretora, envio de correspondência ao Sr. Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, o Exm Sr. André Ceciliano, solicitando pedido de retratação por parte do deputado estadual Filippe Poubel, à população do Bairro Lagomar, por ter ofendido de forma repugnante e irresponsável a população macaense, do Bairro Lagomar, ao afirmar, durante uma visita ao bairro supracitado, que 10% dos moradores que residem no mesmo são, nas suas palavras “traficantes e vagabundos”, uma completa inverdade, proferida por um representante parlamentar do Estado do Rio de Janeiro, que desconhece a realidade batalhadora e honrada dos moradores do Lagomar, que ficaram profundamente ofendidos”.

Ao ser informado de que a Câmara Municipal havia aprovado a Moção de Repúdio, em novo vídeo também compartilhado pela internet, o deputado Felippe Poubel diz que sobre as suas denúncias com relação à escola a prefeitura de Macaé assumiu a culpa, mas taxou os vereadores em geral de “vagabundos e que prevaricam na cidade de Macaé”, prometendo exibir o documento em seu gabinete e continuar combatendo a velha política.

Esta semana, o deputado voltou a fazer acusações ao pré-candidato a prefeito Igor Sardinha, que participaria de uma live promovida por um jornal carioca, que não foi exibida porque o mediador da entrevista teria viajado para São Paulo.

Procurado ontem para dar explicações sobre os fatos narrados, o ex-vereador não foi encontrado e não retornou a ligação até o momento em que esta matéria estava sendo encerrada.

Infraestrutura atende demandas de mandato

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Vereador acompanha intervenções realizadas em bairros da cidade - Divulgação

Solicitação de moradores gera intervenção da prefeitura em bairros

Bairros como Parque Aeroporto, Barra, Brasília e Engenho da Praia receberam, nos últimos dias, intervenções de infraestrutura solicitadas ao governo pelo mandato do vereador Alan Mansur. As ações atendem demandas apresentadas pelos moradores e comerciantes dessas áreas.

No Engenho da Praia, a prefeitura realizou a limpeza do canal que corta o bairro, recolhendo lixo e detritos. A ação é importante para evitar alagamentos, além de conter a proliferação de mosquitos e outros insetos.

Na Barra, o serviço de limpeza foi realizado na Praça Mirante dos Navegantes, capina de canteiros de plantas, além da desobstrução do sistema de drenagem de águas pluviais e de captação de esgoto. A manutenção da rede de iluminação pública também foi realizada.
No Parque Aeroporto, a equipe realizou a manutenção dos bancos da área de lazer situada na Rua Humaitá, além da limpeza da rede de esgoto da Rua 20 nas proximidades da Escola Municipal Zelita Rocha Azevedo.

“O trabalho, quando é feito em conjunto e com respeito, atende a população e garante mais qualidade de vida para todos. Agradeço a prefeitura e todas as pessoas envolvidas em cuidar do nosso bairro e da nossa cidade”, afirma Alan Mansur.