Presidente sanciona Programa Habite Seguro para Profissionais da Segurança Pública

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A sanção presidencial estabelece condições específicas para o acesso à moradia própria aos profissionais da Segurança Pública

O Presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou o Projeto de Lei de Conversão nº 1, de 2022 (Medida Provisória nº 1.070, de 2021), que institui o Programa Nacional de Apoio à Aquisição de Habitação para Profissionais da Segurança Pública (Programa Habite Seguro); e altera as Leis nºs 8.677, de 13 de julho de 1993, 10.188, de 12 de fevereiro de 2001, 11.124, de 16 de junho de 2005, e 11.977, de 7 de julho de 2009.

A proposição legislativa objetiva conceder condições especiais de acesso à moradia e reduzir a carência habitacional de profissionais de segurança pública, bem como a exposição a riscos decorrentes da sua situação habitacional. À vista disso, a medida busca valorizar esses profissionais e melhorar a sua qualidade de vida ao implementar ações voltadas para o financiamento residencial, e, assim, possibilitar a redução da insegurança associada ao local da habitação desses profissionais, que, em muitos casos, pode agravar ainda mais a sua exposição.

O benefício contempla diversas categorias de agentes públicos e terá como critérios a remuneração e o valor do imóvel. Os profissionais poderão ser integrantes da polícia federal, da polícia rodoviária federal, das polícias civis, das polícias penais e das polícias militares; bombeiros integrantes dos corpos de bombeiros militares; agentes penitenciários, peritos e papiloscopistas integrantes dos institutos oficiais de criminalística, de medicina legal e de identificação; integrantes das guardas municipais; agentes socioeducativos concursados; agentes de trânsito concursados; e policiais legislativos.

O referido programa abarcará, nos casos em que a Lei especifica, profissionais da ativa, da reserva, reformados e aposentados, assim como os cônjuges e dependentes dos beneficiários que tenham falecido em razão da atividade. Em relação aos agentes socioeducativos, agentes de trânsito e policiais legislativos, salienta-se que não poderão receber a subvenção econômica de que trata o art. 10, mas poderão obter condições especiais de financiamento, a serem definidas pelos agentes financeiros.

Há também a previsão de vedações para a concessão de subvenções econômicas com a finalidade de aquisição ou de construção de unidade habitacional por pessoa física, quando esta for titular de financiamento ativo de imóvel localizado em qualquer parte do território nacional, exceto na hipótese de celebração de contratos destinados à aquisição de material de construção; ou em caso de ser proprietária, possuidora, promitente compradora, usufrutuária ou cessionária de imóvel localizado em qualquer parte do território nacional.

O programa é promovido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública com a participação de instituições financeiras oficiais. Desse modo, os recursos orçamentários destinados à implementação e à execução do Programa Habite Seguro observarão a programação financeira e orçamentária do Fundo Nacional de Segurança Pública.

Assim, a sanção presidencial propiciará aos profissionais de segurança pública um instrumento de concretização do direito à moradia digna, sob o aspecto social e de segurança, fornecendo garantias àqueles que combatem o crime.

Por Portal Novo Norte

Mauro Carlesse renuncia ao mandato de governador do Tocantins

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Carlesse estava afastado do cargo desde outubro por decisão do Superior Tribunal de Justiça

Mauro Carlesse renunciou ao cargo de governador do Tocantins em carta apresentada à Assembleia Legislativa do estado nesta sexta-feira (11). O governador estava afastado do cargo desde outubro de 2021 após a deflagração de uma série de operações da Polícia Federal contra ele e outros membros do alto escalão do governo estadual.

Carlesse é suspeito de liderar uma organização criminosa que cobrava propina para liberar pagamentos aos prestadores de serviço do plano de saúde dos servidores públicos do estado do Tocantins. Pesa também sobre o seu grupo a suspeita de que teria aparelhado a segurança pública estadual com o objetivo de dificultar investigações da Polícia Civil. Há indícios de que delegados que investigavam supostos crimes de pessoas ligadas ao governo teriam sido perseguidos e removidos de seus cargos.

A renúncia é uma manobra para trazer a investigação contra ele para a primeira instância, já que Carlesse perde a prerrogativa de foro no STJ. De quebra, o agora ex-governador também acaba com o processo de impeachment que estava avançando a passos largos na Assembleia Legislativa. 

O relatório preliminar da Comissão do Impeachment contra Carlesse foi aprovado por unanimidade em primeiro turno na noite da última quinta-feira. O segundo turno das discussões e votação estava previsto para hoje. Com a renúncia, o processo perde o objeto e deve ser arquivado. Representantes da defesa devem ler uma mensagem no início dos trabalhos.

Carlesse assumiu o governo interinamente em 2018, após a cassação do ex-governador Marcelo Miranda (MDB), disputou dois turnos de uma eleição suplementar e foi efetivado no Palácio Araguaia. Em outubro do mesmo ano, venceu a eleição regular e foi confirmado para mais 4 anos à frente do executivo estadual.

Veja a carta de renúncia protocolada:

Por Portal Novo Norte

Marcel faz um importante alerta: “Lula quer afastar os investidores do Brasil”

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Se Lula estivesse realmente preocupado com o patrimônio público, começaria devolvendo ao país tudo o que roubou.

Lula é a pior escória da política nacional.

Por seu projeto de poder, interrompido pelo escândalo do Petrolão, o sujeito atua contra os interesses nacionais e contra o povo brasileiro.

Recentemente, em viagem ao México, o petista disse que, caso retorne a presidência, não irá “abdicar do patrimônio público” e desaconselhou a compra de estatais porque, se eleito, vai querer “rediscutir” o assunto.

“Eu tenho avisado às empresas nas entrevistas: ‘não comprem as empresas públicas brasileiras, porque, se nós vencermos as eleições, nós vamos querer rediscutir. Porque nós não vamos abdicar do patrimônio que foi construído pelo povo brasileiro'”.

Sobre essa declaração do meliante, eis o que disse Marcel:

“Apesar da gravidade desta fala do ex-presidiário Lula, esse assunto acabou sendo pouco discutido. O petista tem dito aos empresários para não comprarem as empresas públicas brasileiras porque, se eleito, vai querer rediscutir o assunto. 

Agora, imaginem o que grandes investidores externos pensam sobre o Brasil ao saberem de uma ideia estapafúrdia como essa. É óbvio que, no mínimo, vão hesitar em querer comprar uma estatal se ali adiante esta pode ser ‘tomada’ pelo governo. Chega até a ser irônico, Lula afirmar que faria isso porque ‘não quer abdicar do patrimônio público’ depois de o PT ter saqueado várias estatais em esquemas de corrupção. 

Declarações como essa só servem para afugentar empresários sérios dos processos de privatizações do Brasil. Um descalabro total!”.

Se Lula estivesse realmente preocupado com o patrimônio público, começaria devolvendo ao país tudo o que roubou.

Por site Ponto e Vírgula

#DerreteMBL: Falas machistas de Arthur do Val provocam racha na militância do MBL

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Áudio do deputado estadual despertou pedidos de cassação de seu mandato; já passam de 10 os protocolados na Alesp

Após a viralização dos áudios enviados pelo deputado estadual Arthur Moledo do Val (PODEMOS/SP), a amigos na última sexta-feira (4), militantes do Movimento Brasil Livre (MBL) têm se mostrado divididos sobre os desdobramentos do caso. O monitoramento dos grupos do MBL no aplicativo Telegram mostrou um verdadeiro “racha” na militância, o que pode comprometer o futuro político do grupo. 

Alguns participantes seguem apoiando o ‘Mamãe Falei’, enxergando a reprovação de seus atos como uma “traição ao conservadorismo”, enquanto outros reconhecem a gravidade de sua fala e se mostram críticos quanto à postura do grupo.

Demonstrações de repúdio às falas machistas do parlamentar são constantemente respondidas com violentos ataques, xingamentos e palavras de baixo calão. “Vai lamber o c* do Lula, então”, diz um dos integrantes do grupo ao reprovar o questionamento de um outro participante quanto às falas do deputado.

Veja alguns diálogos:

Para outro participante, menos radical, apesar de seguir apoiando o movimento e seus líderes, Arthur do Val errou e deveria seguir o que a deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) disse no sábado (5), sobre uma possível prestação de contas por parte dos coordenadores do MBL — Renan Santos, além do próprio Arthur, que viajaram juntos para a Ucrânia. Para o participante, uma prestação de contas bem feita poderia “conter os danos”, para além dos já gerados. 

“Diante dos inaceitáveis áudios divulgados e já reconhecidos como autênticos pelo próprio autor, torna-se mais urgente exigir a apresentação dos comprovantes de efetiva entrega das doações recolhidas, sob o pretexto humanitário. O caso pode ser ainda mais grave do que parece”, disse Janaina, em seu Twitter. Ela complementou na sequência: “vislumbro, inclusive, competência federal para a apuração.”

Além deste posicionamento da deputada estadual sobre o caso, Arthur Moledo do Val já lida com uma realidade desfavorável: está fora do Podemos, após passar por processo interno de avaliação do caso; se afastou do MBL; perdeu o apoio de Sergio Moro para sua pré-candidatura ao governo de São Paulo e a cassação de seu mandato é dada como certa, visto que já existem mais de 10 pedidos protocolados na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp).

Por Portal Novo Norte

Câmara aprova urgência para projeto sobre mineração em terras indígenas; texto será analisado por grupo de trabalho

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Sessão do Plenário da Câmara dos Deputados - (Foto: Paulo Sergio/Câmara dos Deputados)

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, por 279 votos a 180, o requerimento do líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR), para tramitação em regime de urgência do Projeto de Lei 191/20, sobre a mineração em terras indígenas.

Ao anunciar que o requerimento será votado hoje, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou também que a proposta será analisada por um grupo de trabalho e só será incluída na pauta da segunda semana de abril. A decisão, segundo ele, é parte de acordo entre líderes da base e da oposição.

“Como nós não temos as comissões instaladas, vamos autorizar a formação de um grupo de trabalho com, em tese, 20 deputados – na proporção de 13 deputados da maioria e 7 da minoria – com prazo acertado entre os líderes de 30 dias para que o projeto venha ao Plenário na primeira quinzena de abril”, disse.

“Esta presidência não tem compromisso com o que está escrito no PL 191/20”, afirmou. Entretanto, confirmou a votação do requerimento de urgência para a matéria ainda na sessão de hoje, ressaltando que isso não inviabilizará a atuação do grupo de trabalho.

Constituição Federal
O líder do governo, deputado Ricardo Barros, afirmou que a proposta apenas consolida algo que já está na Constituição: o aproveitamento dos recursos hídricos, incluídos os potenciais energéticos, a pesquisa e a lavra das riquezas minerais em terras indígenas só podem ser efetivados com autorização do Congresso Nacional.

“Está muito claro que o Congresso foi encarregado pela Constituição de regulamentar a exploração em terras indígenas, estamos cumprindo, com anos de atraso, a Constituição”, explicou.

Barros afirmou ainda que a mineração em terras indígenas é uma realidade que precisa ser regulamentada e fiscalizada. “Vemos as cenas horrorosas, as imagens dos rios da Amazônia que já são explorados pelos garimpeiros ilegais. Sem licença, não há fiscalização nem obrigação de reconstituição ambiental”, declarou.

O líder do governo disse ainda que a aprovação do requerimento de urgência é o primeiro passo para a discussão do tema pelo grupo de trabalho, que terá liberdade para definir um novo texto. “Não há compromisso de mérito sobre o projeto, o grupo de trabalho é que será encarregado de escrever um novo texto”, disse Barros.

O deputado Capitão Alberto Neto (Republicanos-AM) também defendeu a regulamentação da mineração em terras indígenas. “Se não tiver uma regulamentação sobre isso, vai causar uma insegurança jurídica e um atraso no nosso País”, disse.

Críticas da oposição
A oposição criticou a decisão de votar a urgência nesta quarta-feira. “A mera criação de um grupo de trabalho demonstra que não há urgência na votação deste tema”, afirmou a líder do Psol, deputada Sâmia Bomfim (SP).

O líder do PT, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), defendeu a rejeição da urgência nesta quarta-feira. Para ele, o tema só deveria vir à pauta após a discussão no grupo de trabalho. “Durante as reuniões, mesmo os líderes da base do governo manifestaram divergências em relação ao texto”, disse.

A representante da Rede, deputada Joenia Wapichana (RR), afirmou que a proposta viola direitos das populações indígenas. “Vai levar à morte, à devastação das vidas e das terras indígenas. Não se pode colocar uma ameaça de falta de fertilizantes para autorizar a mineração em terras indígenas, mas essas minas [de materiais utilizados na fabricação de fertilizantes] não estão na Amazônia, estão em São Paulo e em Minas Gerais”, declarou.

Para o deputado Nilto Tatto (PT-SP), a Casa dá um passo contrário às demandas da sociedade reunida em frente ao gramado do Congresso Nacional no Ato em Defesa da Terra. Ele também ressaltou que as minas com insumos para a produção de fertilizantes não estão localizadas em terras indígenas.

“Neste momento, a sociedade civil e os movimentos populares estão lá fora clamando para que esta Casa pare de votar a destruição da natureza. E a base do governo insiste em querer votar aqui autorização para mineração, a monocultura e a construção de hidrelétricas em terras indígenas”, lamentou.

O 1º vice-presidente da Câmara, deputado Marcelo Ramos (PSD-AM), afirmou que houve um esforço em busca de um acordo para que o tema não fosse analisado nesta quarta-feira, mas as negociações não avançaram.

Por Portal Novo Norte

Exclusivo O vice de Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais de 2022

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Ainda sem aceno oficial do presidente da República, nome de Braga Netto é dado como “certo”.

Depois da filiação ao PL no fim do ano passado, o presidente Jair Bolsonaro segue determinado em escolher um “nome de peso” para ocupar o cargo de vice-presidente e, consequentemente, disputar as eleições deste ano.

O Conexão Política apurou, com exclusividade, que o general Braga Netto é dado como ‘certo’ para compor a chapa de Bolsonaro.

Ainda sem nenhuma confirmação oficial por parte do chefe do Executivo, a cotação do militar já ventila entre o eixo assertivo do Planalto.

O mandatário tem avaliado, inclusive, como tem sido a aceitação das pessoas ao associarem o nome de Braga Netto aos ideais que serão propostos ao longo da futura campanha à reeleição.

Sinal verde

Com agenda intensificada pelo Brasil, especialmente nas regiões Norte e Nordeste do país, Bolsonaro têm visto crescer o apoio em torno do nome do atual ministro da Defesa.

Ao Conexão Política, interlocutores do governo destacam que o presidente da República reforça o anseio de ter um “general de quatro estrelas” na vice-presidência, dando continuidade à linhagem militar.

A reportagem entrou em contato com o gabinete de Braga Netto. No entanto, até o fechamento desta matéria, não havia sido feito nenhum pronunciamento. O espaço segue aberto para inserção de manifestação oficial.

Por Portal Novo Norte

PDT de Ciro Gomes recorre ao STF para afrouxar Lei que impede candidatura de políticos “ficha suja”

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Ataque à Lei da Ficha Limpa tem sido vistro como mais uma etapa no desmonte do combate à corrupção no Brasil promovido pelo próprio Judiciário

O Supremo Tribunal Federal começa a julgar nesta quarta-feira (9) uma ação do PDT que pode afrouxar o rigor da Lei da Ficha Limpa no combate à corrupção.

A lei, que teve origem em um projeto de iniciativa popular, determina que políticos condenados por órgãos colegiados fiquem inelegíveis desde a condenação até 8 anos após o cumprimento da pena.

O PDT alega que a inelegibilidade gerada pela condenação em segunda instância poderia estender a inelegibilidade por tempo indeterminado, já que o cumprimento da pena ocorreria somente a partir do trânsito em julgado, ou seja, até o último recurso na última instância.

O ex-juiz Marlon Reis, um dos idealizadores do movimento que criou a Lei da Ficha Limpa, classificou como “falacioso” o argumento usado pelo PDT na ação. Segundo ele, “está consolidado no STF o conceito elementar segundo o qual inelegibilidade não constitui pena. Reis anunciou que fará sustentação oral durante o julgamento em nome do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral.

Se derrubada pelo STF, políticos condenados por corrupção podem voltar mais cedo a concorrer a outros cargos eletivos. O julgamento está previsto para iniciar às 15h e terá transmissão ao vivo pela TV Justiça.

Por Portal Novo Norte

Vídeo com suposta orgia de João Doria com mulheres não é montagem, afirma laudo da Polícia Federal

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Laudo veio a público nesta terça-feira (8)

Um laudo da Polícia Federal concluiu que o vídeo com uma suposta orgia sexual do governador João Doria com várias mulheres não tem sinais de adulteração. As imagens vazaram em 2018, poucos dias antes do segundo turno das eleições. Na época, a equipe de comunicação de Doria se pronunciou afirmando que as imagens eram uma “montagem”.

Entretanto, o documento que veio a público nesta terça-feira (8) não confirma que o protagonista do video é mesmo o atual governador de São Paulo.

Segundo portal R7, Uma das mulheres que aparecem nas cenas, que trabalha no gabinete de um parlamentar paulista, foi convocada para depor. João Doria nega que seja ele quem aparece durante o ato. O inquérito policial, que está nas últimas fases da investigação, foi aberto a pedido dos advogados do governador. 

Dória se vitimizou e disse que o laudo da PF seria uma “perseguição Política”, com o suposto objetivo de minar sua pré-candidatura à Presidência da República.

Por Portal Novo Norte

Rogério Marinho libera avalanche de obras no Nordeste e irrita governadora do PT

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O Estado do Rio Grande do Norte precisa comemorar a grande quantidade de investimentos que estão sendo feitos pelo governo federal na região.

Numa situação absurda, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho (PL), teve que gravar um vídeo para rebater os ataques que vem recebendo do Governo Fátima Bezerra (PT).

Segundo o ministro, o Estado do Rio Grande do Norte precisa comemorar a grande quantidade de investimentos que estão sendo feitos pelo governo federal na região.

Por incrível que pareça, a governadora está revoltada porque o seu estado, Rio Grande do Norte, está sendo beneficiado com muitas obras!?!

Sobre a mais recente polêmica envolvendo a Estrada do Melão, que o Governo Fátima acusa o Ministério de querer “tomar o projeto”.

“É uma obra importante que vai permitir que quase 4 mil empregos sejam preservados. Essa licitação foi feita em 2009 e o Estado não teve condições de fazer a obra até hoje. 

Governadora, faço um apelo, vamos deixar de lado a questão política, vamos ajudar o RN. Não temos nenhum interesse em confronto ou críticas pessoais. A senhora dá uma resposta muito maior permitindo que o RN ganhe esse importante benefício”, disse Rogério.

Por site Ponto e Vírgula

Secretaria da Mulher divulga nota de repúdio à fala de Arthur do Val sobre mulheres ucranianas

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Billy Boss/Câmara dos Deputados Tereza Nelma defendeu a cassação do mandato do deputado estadual

A Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados divulgou nota de repúdio contra a fala do deputado estadual de São Paulo Arthur do Val (Podemos) a respeito das mulheres ucranianas. A nota foi lida pela procuradora da Mulher na Câmara, deputada Tereza Nelma (PSDB-AL), no 2º Encontro Nacional de Procuradoras da Mulher, nesta segunda-feira (7).

A parlamentar destacou que, em áudios vazados na internet, o deputado estadual fez  comentários sexistas a respeito das mulheres ucranianas, como que elas “são fáceis porque são pobres”.  Tereza Nelma defendeu a cassação do mandato do parlamentar por conta dessa fala.

“A Secretaria da Mulher, como tem feito em inúmeras oportunidades, não deixará de se manifestar e repudiar quaisquer manifestações que aprofundem as desigualdades e o desrespeito, o preconceito e a violência contra as mulheres”, disse.

Tereza Nelma adiantou que a Secretaria da Mulher, por meio da Procuradoria da Mulher, acionará os órgãos responsáveis, inclusive a Assembleia Legislativa do estado de São Paulo para que sejam tomadas todas as providências cabíveis quanto a Arthur do Val.

Por Portal Novo Norte