Câmara aprova urgência para projeto sobre mineração em terras indígenas; texto será analisado por grupo de trabalho

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Sessão do Plenário da Câmara dos Deputados - (Foto: Paulo Sergio/Câmara dos Deputados)

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, por 279 votos a 180, o requerimento do líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR), para tramitação em regime de urgência do Projeto de Lei 191/20, sobre a mineração em terras indígenas.

Ao anunciar que o requerimento será votado hoje, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou também que a proposta será analisada por um grupo de trabalho e só será incluída na pauta da segunda semana de abril. A decisão, segundo ele, é parte de acordo entre líderes da base e da oposição.

“Como nós não temos as comissões instaladas, vamos autorizar a formação de um grupo de trabalho com, em tese, 20 deputados – na proporção de 13 deputados da maioria e 7 da minoria – com prazo acertado entre os líderes de 30 dias para que o projeto venha ao Plenário na primeira quinzena de abril”, disse.

“Esta presidência não tem compromisso com o que está escrito no PL 191/20”, afirmou. Entretanto, confirmou a votação do requerimento de urgência para a matéria ainda na sessão de hoje, ressaltando que isso não inviabilizará a atuação do grupo de trabalho.

Constituição Federal
O líder do governo, deputado Ricardo Barros, afirmou que a proposta apenas consolida algo que já está na Constituição: o aproveitamento dos recursos hídricos, incluídos os potenciais energéticos, a pesquisa e a lavra das riquezas minerais em terras indígenas só podem ser efetivados com autorização do Congresso Nacional.

“Está muito claro que o Congresso foi encarregado pela Constituição de regulamentar a exploração em terras indígenas, estamos cumprindo, com anos de atraso, a Constituição”, explicou.

Barros afirmou ainda que a mineração em terras indígenas é uma realidade que precisa ser regulamentada e fiscalizada. “Vemos as cenas horrorosas, as imagens dos rios da Amazônia que já são explorados pelos garimpeiros ilegais. Sem licença, não há fiscalização nem obrigação de reconstituição ambiental”, declarou.

O líder do governo disse ainda que a aprovação do requerimento de urgência é o primeiro passo para a discussão do tema pelo grupo de trabalho, que terá liberdade para definir um novo texto. “Não há compromisso de mérito sobre o projeto, o grupo de trabalho é que será encarregado de escrever um novo texto”, disse Barros.

O deputado Capitão Alberto Neto (Republicanos-AM) também defendeu a regulamentação da mineração em terras indígenas. “Se não tiver uma regulamentação sobre isso, vai causar uma insegurança jurídica e um atraso no nosso País”, disse.

Críticas da oposição
A oposição criticou a decisão de votar a urgência nesta quarta-feira. “A mera criação de um grupo de trabalho demonstra que não há urgência na votação deste tema”, afirmou a líder do Psol, deputada Sâmia Bomfim (SP).

O líder do PT, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), defendeu a rejeição da urgência nesta quarta-feira. Para ele, o tema só deveria vir à pauta após a discussão no grupo de trabalho. “Durante as reuniões, mesmo os líderes da base do governo manifestaram divergências em relação ao texto”, disse.

A representante da Rede, deputada Joenia Wapichana (RR), afirmou que a proposta viola direitos das populações indígenas. “Vai levar à morte, à devastação das vidas e das terras indígenas. Não se pode colocar uma ameaça de falta de fertilizantes para autorizar a mineração em terras indígenas, mas essas minas [de materiais utilizados na fabricação de fertilizantes] não estão na Amazônia, estão em São Paulo e em Minas Gerais”, declarou.

Para o deputado Nilto Tatto (PT-SP), a Casa dá um passo contrário às demandas da sociedade reunida em frente ao gramado do Congresso Nacional no Ato em Defesa da Terra. Ele também ressaltou que as minas com insumos para a produção de fertilizantes não estão localizadas em terras indígenas.

“Neste momento, a sociedade civil e os movimentos populares estão lá fora clamando para que esta Casa pare de votar a destruição da natureza. E a base do governo insiste em querer votar aqui autorização para mineração, a monocultura e a construção de hidrelétricas em terras indígenas”, lamentou.

O 1º vice-presidente da Câmara, deputado Marcelo Ramos (PSD-AM), afirmou que houve um esforço em busca de um acordo para que o tema não fosse analisado nesta quarta-feira, mas as negociações não avançaram.

Por Portal Novo Norte

Exclusivo O vice de Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais de 2022

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Ainda sem aceno oficial do presidente da República, nome de Braga Netto é dado como “certo”.

Depois da filiação ao PL no fim do ano passado, o presidente Jair Bolsonaro segue determinado em escolher um “nome de peso” para ocupar o cargo de vice-presidente e, consequentemente, disputar as eleições deste ano.

O Conexão Política apurou, com exclusividade, que o general Braga Netto é dado como ‘certo’ para compor a chapa de Bolsonaro.

Ainda sem nenhuma confirmação oficial por parte do chefe do Executivo, a cotação do militar já ventila entre o eixo assertivo do Planalto.

O mandatário tem avaliado, inclusive, como tem sido a aceitação das pessoas ao associarem o nome de Braga Netto aos ideais que serão propostos ao longo da futura campanha à reeleição.

Sinal verde

Com agenda intensificada pelo Brasil, especialmente nas regiões Norte e Nordeste do país, Bolsonaro têm visto crescer o apoio em torno do nome do atual ministro da Defesa.

Ao Conexão Política, interlocutores do governo destacam que o presidente da República reforça o anseio de ter um “general de quatro estrelas” na vice-presidência, dando continuidade à linhagem militar.

A reportagem entrou em contato com o gabinete de Braga Netto. No entanto, até o fechamento desta matéria, não havia sido feito nenhum pronunciamento. O espaço segue aberto para inserção de manifestação oficial.

Por Portal Novo Norte

PDT de Ciro Gomes recorre ao STF para afrouxar Lei que impede candidatura de políticos “ficha suja”

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Ataque à Lei da Ficha Limpa tem sido vistro como mais uma etapa no desmonte do combate à corrupção no Brasil promovido pelo próprio Judiciário

O Supremo Tribunal Federal começa a julgar nesta quarta-feira (9) uma ação do PDT que pode afrouxar o rigor da Lei da Ficha Limpa no combate à corrupção.

A lei, que teve origem em um projeto de iniciativa popular, determina que políticos condenados por órgãos colegiados fiquem inelegíveis desde a condenação até 8 anos após o cumprimento da pena.

O PDT alega que a inelegibilidade gerada pela condenação em segunda instância poderia estender a inelegibilidade por tempo indeterminado, já que o cumprimento da pena ocorreria somente a partir do trânsito em julgado, ou seja, até o último recurso na última instância.

O ex-juiz Marlon Reis, um dos idealizadores do movimento que criou a Lei da Ficha Limpa, classificou como “falacioso” o argumento usado pelo PDT na ação. Segundo ele, “está consolidado no STF o conceito elementar segundo o qual inelegibilidade não constitui pena. Reis anunciou que fará sustentação oral durante o julgamento em nome do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral.

Se derrubada pelo STF, políticos condenados por corrupção podem voltar mais cedo a concorrer a outros cargos eletivos. O julgamento está previsto para iniciar às 15h e terá transmissão ao vivo pela TV Justiça.

Por Portal Novo Norte

Vídeo com suposta orgia de João Doria com mulheres não é montagem, afirma laudo da Polícia Federal

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Laudo veio a público nesta terça-feira (8)

Um laudo da Polícia Federal concluiu que o vídeo com uma suposta orgia sexual do governador João Doria com várias mulheres não tem sinais de adulteração. As imagens vazaram em 2018, poucos dias antes do segundo turno das eleições. Na época, a equipe de comunicação de Doria se pronunciou afirmando que as imagens eram uma “montagem”.

Entretanto, o documento que veio a público nesta terça-feira (8) não confirma que o protagonista do video é mesmo o atual governador de São Paulo.

Segundo portal R7, Uma das mulheres que aparecem nas cenas, que trabalha no gabinete de um parlamentar paulista, foi convocada para depor. João Doria nega que seja ele quem aparece durante o ato. O inquérito policial, que está nas últimas fases da investigação, foi aberto a pedido dos advogados do governador. 

Dória se vitimizou e disse que o laudo da PF seria uma “perseguição Política”, com o suposto objetivo de minar sua pré-candidatura à Presidência da República.

Por Portal Novo Norte

Rogério Marinho libera avalanche de obras no Nordeste e irrita governadora do PT

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O Estado do Rio Grande do Norte precisa comemorar a grande quantidade de investimentos que estão sendo feitos pelo governo federal na região.

Numa situação absurda, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho (PL), teve que gravar um vídeo para rebater os ataques que vem recebendo do Governo Fátima Bezerra (PT).

Segundo o ministro, o Estado do Rio Grande do Norte precisa comemorar a grande quantidade de investimentos que estão sendo feitos pelo governo federal na região.

Por incrível que pareça, a governadora está revoltada porque o seu estado, Rio Grande do Norte, está sendo beneficiado com muitas obras!?!

Sobre a mais recente polêmica envolvendo a Estrada do Melão, que o Governo Fátima acusa o Ministério de querer “tomar o projeto”.

“É uma obra importante que vai permitir que quase 4 mil empregos sejam preservados. Essa licitação foi feita em 2009 e o Estado não teve condições de fazer a obra até hoje. 

Governadora, faço um apelo, vamos deixar de lado a questão política, vamos ajudar o RN. Não temos nenhum interesse em confronto ou críticas pessoais. A senhora dá uma resposta muito maior permitindo que o RN ganhe esse importante benefício”, disse Rogério.

Por site Ponto e Vírgula

Secretaria da Mulher divulga nota de repúdio à fala de Arthur do Val sobre mulheres ucranianas

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Billy Boss/Câmara dos Deputados Tereza Nelma defendeu a cassação do mandato do deputado estadual

A Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados divulgou nota de repúdio contra a fala do deputado estadual de São Paulo Arthur do Val (Podemos) a respeito das mulheres ucranianas. A nota foi lida pela procuradora da Mulher na Câmara, deputada Tereza Nelma (PSDB-AL), no 2º Encontro Nacional de Procuradoras da Mulher, nesta segunda-feira (7).

A parlamentar destacou que, em áudios vazados na internet, o deputado estadual fez  comentários sexistas a respeito das mulheres ucranianas, como que elas “são fáceis porque são pobres”.  Tereza Nelma defendeu a cassação do mandato do parlamentar por conta dessa fala.

“A Secretaria da Mulher, como tem feito em inúmeras oportunidades, não deixará de se manifestar e repudiar quaisquer manifestações que aprofundem as desigualdades e o desrespeito, o preconceito e a violência contra as mulheres”, disse.

Tereza Nelma adiantou que a Secretaria da Mulher, por meio da Procuradoria da Mulher, acionará os órgãos responsáveis, inclusive a Assembleia Legislativa do estado de São Paulo para que sejam tomadas todas as providências cabíveis quanto a Arthur do Val.

Por Portal Novo Norte

Paschoal diz que Renan é ‘líder máximo do MBL’ e questiona: “Por que tanto medo de prestar contas?”

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Embate entre deputada e líderes do movimento vieram à tona após falas de Arthur do Val sobre mulheres ucranianas.

A polêmica envolvendo os integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL), Arthur do Val, que é deputado estadual (Podemos-SP), e Renan Santos, que é líder do grupo, parece está longe de chegar ao fim.

Na manhã deste domingo (6), a deputada estadual Janaína Paschoal (PSL-SP), usou as redes sociais para rebater os ataques recebidos após sua manifestação sobre a ida dos dois à Ucrânia, conforme registrou o Conexão Política.

Ao longo desta semana, Arthur e Renan anunciaram um ‘tour’ pelo país. O motivo, segundo eles, se daria a fim de “mostrar aos brasileiros a realidade da guerra”.

O embarque foi alvo de críticas de diversas personalidades, englobando nomes da esquerda, direita e, surpreendentemente, até do ‘centrão’ — ala política que possui determinado alinhamento com o MBL, e costuma legitimar críticas de líderes do movimento contra figuras que compõem o governo federal.

A ideia de ‘surfar’ no cenário de guerra não pegou bem para o grupo, alvo também de memes nas redes sociais, além de uma enxurrada de ‘dislikes’.

Reprovação ganha novo episódio

Na tarde da última sexta-feira (4), áudios de Arthur do Val viralizaram na internet. Neles, o parlamentar diz, entre outras coisas, que ucranianas são fáceis porque são pobres.

O conteúdo foi divulgado com exclusividade pelo portal Metrópoles. Nas mensagens, ele também teria dito que a fila da baladas brasileiras “não chega aos pés da fila de refugiados aqui”.

“Vou te dizer, são fáceis, porque elas são pobres. E aqui minha carta do Instagram, cheia de inscritos, funciona demais. Não peguei ninguém, mas eu colei em duas ‘minas’, em dois grupos de ‘mina’, e é inacreditável a facilidade”, diz Arthur, que até então era pré-candidato ao governo de São Paulo nas eleições deste ano e contava com apoio do ex-juiz Sergio Moro.

Em outro trecho, o parlamentar cita ‘fila das refugiadas’, com declarações consideradas pejorativas sobre as mulheres.

“Só vou falar uma coisa para vocês: acabei de cruzar a fronteia a pé aqui, da Ucrânia com a Eslováquia. Eu juro, nunca na minha vida vi nada parecido em termos de ‘mina’ bonita. A fila das refugiadas… Imagina uma fila sei lá, de 200 metros, só deusa. Sem noção, inacreditável, fora de série. Se pegar a fila da melhor balada do Brasil, na melhor época do ano, não chega aos pés da fila de refugiados aqui”, disse Do Val.

Reações políticas

Desde o ocorrido, Janaína Paschoal foi um dos nomes a cobrar explicações do Movimento Brasil Livre, incluindo uma série de pedidos de transparência sobre valores arrecadados pelo movimento para realizar a viagem ao país europeu.

Por meio do Twitter, Janaína publicou a seguinte mensagem, em resposta à nota oficial do MBL:

“Vídeos não provam nada! Sigo aguardando os comprovantes da efetiva destinação dos R$ 180.000,00 ao povo ucraniano. Basta digitalizar e publicar o extrato com as doações, o contrato de câmbio e as notas fiscais das compras”, escreveu ela.

Janaína foi além, ampliando questionamentos sobre o ‘giro internacional’, destacando questões financeiras envolvendo o que teria sido arrecadado pelo grupo.

“Os 180 mil reais foram gastos em garrafas velhas? Eu ainda não vi nenhum documento da viagem, nenhum comprovante da arrecadação e, principalmente, nenhum demonstrativo de que o montante foi empregado em compras para os ucranianos. Aliás, ora se fala em saque, ora em remessa….”, prosseguiu a parlamentar.

Renan Santos

Na sequência, Renan Santos rebateu as falas da deputada, dizendo que ela “está do outro lado nessa guerra”.

Ele também fez ataques pessoais contra Janaina, usando termos como “porca” e “invejosa”.

“Você é uma PORCA invejosa. Nao vamos prestar conta pra você, ser ridículo. Você não é parte disso. Você está do OUTRO LADO nessa guerra — e não só nela. Você está do outro lado em tudo”, destacou Renan Santos.

Rubinho Nunes

Não te devemos nada não, doida. Faremos prestação de contas para nossos seguidores, para quem contribuiu. Vocês que cobrem transparência do cartão corporativo do presidente.

Por Portal Ponto e Vírgula

Lira suspende retorno presencial das atividades da Câmara

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Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), suspendeu a resolução que determinava o retorno às atividades presenciais da Casa. Com isso, os debates, votações e deliberações da Câmara seguirão no sistema remoto.

Os parlamentares deverão utilizaro sistema Infoleg para registrar sua presença e inserir os votos em sessões deliberativas.

No ato em que determina a manutenção do sistema remoto, Lira justifica a decisão com a intenção de reduzir riscos de contaminação pelo novo coronavírus, no momento em que as taxas de contaminação seguem altas, impulsionadas pela variante Ômicron.

Essa medida visa a diminuir a circulação de pessoas nas dependências desta Casa Legislativa, preservando a saúde não só dos parlamentares, mas também dos servidores e dos colaboradores, considerando os efeitos da pandemia”, diz a decisão.

Por Portal Novo Norte

Impeachment: comissão para revisão da lei será instalada semana que vem

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A comissão de juristas será presidida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski - Carlos Humberto/SCO/STF

Será instalada no dia 11 a comissão de juristas que vai elaborar um anteprojeto para atualizar a Lei do Impeachment (Lei 1.079, de 1950).

Será instalada no dia 11 a comissão de juristas que vai elaborar um anteprojeto para atualizar a Lei do Impeachment (Lei 1.079, de 1950). A reunião de instalação deve começar às 11h.

A comissão será presidida por Ricardo Lewandowski, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Também integra o grupo o ex-senador Antonio Anastasia, que hoje é ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Em 2016, Lewandowski presidiu no Senado o processo de impeachment de Dilma Rousseff, enquanto Anastasia foi um dos relatores do processo. Fabiane Pereira de Oliveira, que já foi secretária-geral da Presidência do STF, será a relatora do colegiado.

Também fazem parte da comissão:

  • Rogério Schietti Machado Cruz, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ); 
  • Fabiano Augusto Martins Silveira, que foi ministro da Transparência, Fiscalização e Controle durante o governo de Michel Temer;
  • Luiz Fernando Bandeira de Mello Filho, conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ);
  • Marcus Vinicius Furtado Coêlho, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB);
  • Heleno Taveira Torres;
  • Maurício de Oliveira Campos Júnior;Continua depois da publicidade
  • Gregório Assagra de Almeida;
  • Carlos Eduardo Frazão do Amaral.Continua depois da publicidade

A comissão foi criada no mês passado pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. O grupo terá 180 dias (contados a partir de sua instalação) para apresentar o anteprojeto.

Por Ana Paula Marques, sob supervisão de Sheyla Assunção

MBL e PCO fazem MMA e passam vergonha em público

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O motivo do ‘valO motivo do ‘vale tudo’ a diferença ideológica entre os grupos.e tudo’ a diferença ideológica entre os grupos.

Uma cena patética marcou as manifestações realizadas em frente ao Consulado da Rússia, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira (01).

Membros do Movimento Brasil Livre (MBL) e do Partido da Causa Operária (PCO) iniciaram uma briga generalizada, com direito a berros no megafone e surra com hastes de bandeiras (entre elas, a de Cuba, claro!).

O motivo do  ‘vale tudo’ a diferença ideológica entre os grupos.

O MBL protestava contra os russos pela invasão à Ucrânia, que entra em seu sétimo dia nesta quarta-feira, enquanto os ativistas do PCO defendiam o país de Vladimir Putin em ‘sua empreitada contra os imperialistas do Ocidente’.

A Polícia Militar foi chamada e representantes dos dois lados foram levados para a 14ª delegacia, onde seis ‘elementos’ chegaram a ficar presos por algumas horas, para acalmar os ânimos.

Cenas lamentáveis, porém, quase inofensivas, dado a insignificância de ambos os lados!

Por Portal Novo Norte