Lula culpa “bolsonaristas escondidos” pela ineficiência do seu desgoverno

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O presidente admitiu que, apesar de estar há cerca de 40 dias no cargo, sua equipe ainda não conseguiu montar todas as equipes dos ministérios devido à necessidade de retirar esses infiltrados do governo.

Lula disse ter identificado os culpados pelo fato de seu desgoverno estar há 40 dias devagar, quase parando. Segundo o petista, a culpa é de bolsonaristas infitrados na administração federal. Durante a cerimônia de entrega de unidades do Minha Casa, Minha Vida, feitas por Bolsonaro na Bahia, Lula colocou a culpa pelo ritmo lento de seu governo nos “bolsonaristas escondidos” que, segundo ele, ocupam cargos na burocracia federal.

O presidente admitiu que, apesar de estar há cerca de 40 dias no cargo, sua equipe ainda não conseguiu montar todas as equipes dos ministérios devido à necessidade de retirar esses infiltrados do governo.

De acordo com Lula, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, é o responsável por identificar e assinar a exoneração desses colaboradores de Jair Bolsonaro na gestão petista. Lula ressaltou a importância de remover esses bolsonaristas para que a gestão possa avançar em suas políticas e projetos.

Por Portal Novo Norte

Senador critica interesse vil dos parlamentares em reeleger Pacheco à presidência do Senado

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Senador critica interesse vil dos parlamentares em reeleger Pacheco à presidência do Senado

O senador Rogério Marinho (PL-RN) quer evitar o desperdício dos avanços obtidos no governo Jair Bolsonaro (PL). Para conseguir, o líder da oposição no Senado vem alertando políticos e a sociedade sobre a conduta e também sobre as propostas que Lula vem praticando no início deste governo. O ex-ministro concedeu entrevista ao Sistema Tribuna, onde falou sobre diversos assuntos, dentre eles a disputa pela liderança do Senado e as atribuições da oposição neste momento.

Questionado sobre seu papel tão proeminente já neste primeiro mandato, Marinho respondeu: – A nossa ideia é contribuirmos pra que nós tenhamos um uma boa administração no país, porque nós temos que defender esse legado virtuoso do ponto de vista da economia e social, é impedir retrocessos e eu diria até evitar algumas incongruências que, certamente, caso sejam aprovadas vão impactar de forma muito negativa na sociedade brasileira – disse. O senador também respondeu acerca dos retrocessos que Lula ou o Congresso já efetivou nesse início de governo.

– Eu diria que o governo que se instala do Lula tem sido pródigo em bater cabeças. É um governo confuso e me parece que claramente que falta um norte. O que um ministro diz pela manhã, um outro ministro se encarrega de desmentir à tarde. Esse padrão se repete inclusive com o presidente da República. […] Nós temos o histórico de desastre econômico e social como consequência. Nós temos um país que, em 2016, último ano do governo do PT, e tivemos um prejuízo, por exemplo, nas nossas estatais que eram aparelhadas pelos apaniguados políticos em mais de R$ 30 bilhões por ano. Essa mudança começa a acontecer com a profissionalização da gestão das estatais, dos bancos públicos, a partir da lei das estatais que está em risco. Esse é um dos acenos negativos que esse governo faz. Marinho respondeu com muita clareza a pergunta se há ou não legalidade nas indicações de Aloizio Mercadante para o BNDES e Jean Paul Prates para a Petrobras.

– É evidente que [a Lei das Estatais] foi desrespeitada por um governo que acredita que pode tudo. Não estou falando nem no mérito das suas indicações se são ou não competentes, até porque no caso do Jean Paul, que é aqui do Rio Grande do Norte, para nós é até importante como norte-riograndense ter um presidente da Petrobras, porque é um cargo importante, mas nós não podemos acreditar que existem pessoas, indivíduos ou partidos acima da lei. Ninguém pode estar acima da lei, ela não vale só para um seguimento político – frisou.

O parlamentar também foi indagado sobre acusar o PT de querer criar uma narrativa de “herança maldita”, onde os esquerdistas tentam macular a gestão passada. – A taxa de desemprego no Brasil chegou a mais de 14% ao ano. No final de 2022 chegou a 8%. Nós temos superávit nas três esferas do governo, há nove anos isso não acontecia. O Brasil terminou o ano com a inflação menor do que a dos Estados Unidos e da Europa, há 40 anos não acontecia. O Brasil está crescendo mais do que a China, há 42 anos isso não acontecia. Nós geramos um saldo de mais de quatro milhões de novos empregos em dois anos, mesmo com guerra da Ucrânia e com pandemia. Então, olhar para essa herança e dizer que é herança maldita, parece uma forçação de barra e um processo de narrativas que é típico do PT, é a forma de como o PT assumiu em 2003, acusando Fernando Henrique Cardoso de ter feito um governo temerário – explicou. Marinho não poupou o presidente Lula de suas críticas e comentou sobre a falta de postura do petista como Chefe de Estado, que tem obrigação de observar o mercado financeiro antes de dar suas declarações ou de propor algo.

– O presidente Lula faz afirmações como se ele estivesse sentado numa mesa de bar. Não está entendendo que ele é presidente da República e qualquer manifestação da sua parte impacta na segurança jurídica na perspectiva de quem vai investir no país, gera problema de toda sorte e, não se espantem, se começarmos a cair o ritmo da empregabilidade no Brasil – declarou.

Rogério Marinho ressaltou que pediu votos a todos os senadores para a corrida à chefia da Casa, exceto Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e teve oportunidade de conversar com todos eles.

– Eu tive a oportunidade de conversar, praticamente, com todo colegiado. Eu só não pedi voto ao Rodrigo Pacheco, até por respeito a ao fato dele ser candidato abertamente, mas conversei possivelmente com 90% dos senadores. E a todos eu tive a oportunidade de expor a minha preocupação com a imagem do Congresso Nacional e em especial o Senado da República. Eu não cheguei no Senado com a pretensão de ser candidato a presidente, estou chegando agora, evidente que eu preciso ter a humildade e a compreensão que aquela é uma casa complexa, é uma casa que tem todas as suas especificidades, que quem está lá há mais tempo tem uma vantagem por conhecer o funcionamento da máquina e da instituição, mas as circunstâncias é que me fizeram candidato a presidente […]. Ele também denunciou que existem outras motivações para a eleição de Pacheco à presidência da Casa que vão além da mera questão republicana.

– O resultado da eleição é evidente. Não somos ingênuos. Não refletiu apenas a vontade dos senhores parlamentares. Há todo um processo que faz parte da regra do jogo, não estou aqui com choro de perdedor – disparou.

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Gleisi Hoffmann não deve fazer parte do governo Lula até 2025

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Entenda qual será o papel da presidente do PT nos rumos da legenda e a relação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva

A reunião da liderança do PT realizada na segunda-feira (13) renovou o mandato de Gleisi Hoffman na presidência do partido. Uma das razões dessa decisão teria sido a intenção de evitar controvérsias internas em disputa pelo comando da legenda.

Gleisi lidera o partido desde 2017 e, até finais de 2025, vai exercer o seu terceiro mandato de três anos. Apesar dos rumores de que ela pode ser nomeada em uma pasta ministerial no governo Lula, pelo menos, durante esse novo mandato à frente do PT, não deverá se tornar ministra.

Mesmo estando fora do governo, a presidente do partido mantém grande influência nas decisões da legenda e tem ampla confiança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Lula tem reuniões regulares com Gleisi e conversa frequentemente com ela por telefone.

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“Festa de Horrores” celebra 43 anos do PT com ataques a Bolsonaro, ao Banco Central e homenagem a corrupto condenado

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O auditório, que não estava lotado, recebeu governadores, ministros, senadores, deputados e quadros históricos do partido, incluindo a presença rara do ex-ministro José Dirceu, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro

O Partido dos Trabalhadores (PT) celebrou seus 43 anos de fundação com um ato político em Brasília, onde Lula fez um discurso cheio de ataques ao ex-presidente Bolsonaro. Durante sua fala, Lula chorou e afirmou que voltou para governar “da forma que o país precisa ser governado”.

Lideranças do partido estiveram presentes no evento, incluindo a ex-presidente Dilma Rousseff e a presidente petista Gleisi Hoffmann, que pediu a prisão dos golpistas de 8 de janeiro e puxou gritos de “sem anistia”. Ainda no evento, Lula incentivou os filiados a contribuírem com dinheiro para o partido e assinou a renovação simbólica da autorização para desconto em folha de sua contribuição mensal ao PT, algo que faz desde os anos 1980.

O auditório, que não estava lotado, recebeu governadores, ministros, senadores, deputados e quadros históricos do partido, incluindo a presença rara do ex-ministro José Dirceu, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro. Em tom de esquerda, as falas de Dilma e Gleisi foram duras e a presidenyre do PT voltou a atacar o Banco Central dizendo que a organização “corrobora com uma mentira” do mercado.

Lula celebrou a história do partido que ajudou a fundar, lembrando que é uma das maiores organizações de esquerda do planeta. O ex-presidente incentivou os membros do partido a contribuírem para que o PT não fique eternamente dependente de fiscalização do Tribunal de Contas da União (TCU), declarando que “temos que ter recursos próprios, e recursos próprios é contribuição dada por nós”.

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Soraya quer emplacar CPI dos Atos Antidemocráticos no DF

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Senadora pretende apelar ao STF para conseguir implantar CPI

A senadora Soraya Thronicke (União Brasil-MS) planeja entrar com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para colocar para frente a CPI dos Atos Antidemocráticos.

Em janeiro, ela obteve 46 assinaturas, sendo que cinco senadores do PT devem retirar o nome após orientação do presidente Lula (PT) contrária à CPI. De todo modo, Thronicke ainda teria 33 assinaturas, seis a mais que o necessário para iniciar as investigações.

A senadora adota a mesma estratégia de Alessandro Vieira (PSDB-SE) e Jorge Kajuru (PSB-GO) durante a CPI da Covid. A investigação não era acolhida pelo Planalto e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), procrastinou a leitura do requerimento em plenário, até que uma decisão do STF determinou que os trabalhos da CPI fossem iniciados.

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PT quer alterar Artigo 142 da Constituição e suprimir ações de Garantia da Lei e da Ordem

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Destinação das Forças Armadas seria restrita à “defesa da pátria, da independência e da soberania do país e da integridade do seu território”.

Deputados do Partido dos Trabalhadores (PT) estão elaborando uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para acabar com as operações militares de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). O texto em elaboração também obriga a transferência de militares para a reserva quando eles assumirem cargos públicos, mesmo que temporários. A iniciativa é dos deputados Alencar Santana e Carlos Zarattini, ambos do PT-SP. Eles já haviam tentado uma iniciativa semelhante em 2020, mas não conseguiram as assinaturas necessárias.

A PEC altera o artigo 142 da Constituição Federal, que trata das funções das Forças Armadas. Segundo a lei atual, qualquer poder pode requisitar que os militares garantam a lei e a ordem. No entanto, com a proposta em discussão, esse trecho seria suprimido e a destinação das Forças Armadas seria restrita à “defesa da pátria, da independência e da soberania do país e da integridade do seu território”.

A proposta também determina que os militares devem exercer suas funções de forma “apartidária, sem usar o cargo, função ou arma para interferir em questões políticas”. Além disso, o presidente da República pode convocar os militares para missões de defesa civil. Apesar de acabar com a possibilidade de GLOs, a PEC ainda estabelece que os militares devem atuar como defensores da pátria e do povo contra qualquer tipo de agressão ou intervenção estrangeira.

Com informações do Poder 360

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Os planos de Geraldo Alckimin

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Ex-colega de partido deu sua opinião sobre o que vice-presidente espera para o futuro do governo Lula

Tucano das antigas, o ex-prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, expressou sua opinião sobre os reais planos do vice-presidente Geraldo Alckmin. Em resposta a um tweet da jornalista Dora Kramer, que o descreveu como “decorativo”, Virgílio afirmou que, baseado em sua conhecimento de Alckmin, o vice-presidente e ministro deve estar esperando por uma crise que levaria Lula à impossibilidade de governar. Ele afirmou que Alckmin estaria pronto para “se sacrificar pelo Brasil” tendo que governá-lo, se a situação exigir.

Virgílio era do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) há 33 anos, mas decidiu deixar a legenda no ano passado devido a divergências. Em sua carta de despedida, ele escreveu que ficava triste ao ver o que era, antes, o “melhor partido da história republicana brasileira” se descaracterizar e se transformar em uma agremiação semelhante a tantas outras, sem relevância e cheia de mediocridade.

Desde o período de transição de governo de Bolsonaro para Lula, a mídia e os parlamentares cobram uma postura mais definida de Geraldo Alckmin. Como coordenador do processo, ele era responsável por assegurar a transição de governo. Após a posse, em 1° de janeiro, Alckmin praticamente desapareceu dos holofotes, especialmente em momentos mais tensos, como aos recentes ataques de Lula ao Banco Central e ao seu presidente, Roberto Campos Neto.

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Defesa de Ibaneis pede retorno dele ao governo do Distrito Federal

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Defesa de Ibaneis pede retorno dele ao governo do Distrito Federal

A defesa do governador afastado do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, enviou, na noite desta quinta-feira (9) ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, pedido para que a decisão de afastar o governador do cargo seja revogada.

O documento enviado ao relator do inquérito sobre os atos golpistas argumenta que a perícia inicial, feita pela Polícia Federal nos aparelhos celulares de Ibaneis, não teriam revelado atos do governador visando facilitar as ações de vandalismo praticadas contra as sedes dos Três Poderes no dia 8 de janeiro.

Na madrugada de 9 de janeiro, o ministro Alexandre de Moraes determinou o afastamento de Ibaneis do cargo pelo prazo de 90 dias.

Em diálogos com autoridades, Ibaneis mostrava-se tranquilo durante os momentos iniciais dos atos golpistas, apesar dos alertas feitos pelo ministro da Justiça, Flávio Fino, e pelos presidentes do STF, ministra Rosa Weber, e do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

A Polícia Federal confirmou que a análise dos aparelhos foi concluída e que o relatório já foi encaminhado ao STF, mas não entrou em detalhes, uma vez que o ministro Moraes colocou em sigilo o inquérito.

Na argumentação apresentada pela defesa de Ibaneis, solicitando a revogação da decisão de afastamento dele, foi dito que, no laudo produzido com base na análise dos aparelhos de telefonia usados pelo governador, estaria expresso que “a investigação não revelou atos” deste para “mudar o planejamento, desfazer ordens de autoridades das forças de segurança, omitir informações a autoridades superiores do governo federal, ou mesmo de impedir a repressão ao avanço dos manifestantes durante os atos de vandalismo”.

Por fim, a defesa afirma que “as provas levantadas comprovam que o peticionário [Ibaneis] não participou da empreitada criminosa e golpista”.

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Proposta de Moro acaba com o “Ministério da Verdade” criado por Lula e Dino

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De acordo com Moro, Lula “ultrapassou seu poder” ao regulamentar por decreto um tema tão complexo como as fake news.

O senador Sergio Moro quer pôr fim ao “Ministério da Verdade” criado por Lula. Ele protocolou um projeto de decreto legislativo na última quarta-feira (8) com o objetivo de interromper a criação da Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia, o nome oficial do órgão criado por Lula dentro da Advocacia-Geral da União (AGU).

O “Ministério da Verdade” tem como objetivo combater a disseminação de notícias falsas. Moro argumenta no projeto que a criação deste órgão com o pretexto de enfrentar a desinformação sobre políticas públicas pode ser usada como fundamento para a instrumentalização da censura política dos oponentes ao governo.

De acordo com Moro, Lula “ultrapassou seu poder” ao regulamentar por decreto um tema tão complexo como as fake news.

Com informações de Pleno News.

Por Portal Novo Norte

Para Jorge Seif, lei determinando o que é fake news seria censura prévia

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Foto: Roque de Sá/Agência Senado

O senador Jorge Seif (PL-SC) condenou, em seu primeiro pronunciamento em Plenário, nessa quarta-feira (8), a tentativa de se criar uma lei que dete…

O senador Jorge Seif (PL-SC) condenou, em seu primeiro pronunciamento em Plenário, nessa quarta-feira (8), a tentativa de se criar uma lei que determinaria o que é fake News, com punição contra quem as crie e divulgue. Em sua opinião, deliberações sobre essa pauta significam uma tentativa de instituir a censura no país.

O senador disse estar preocupado porque leu uma reportagem segundo a qual um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) entregaria ao Congresso uma proposta de lei nesse sentido.

— Eu gostaria de sugerir aos ministros do Supremo Tribunal Federal que queiram legislar que tenham a mesma coragem do ex-ministro [senador] Sérgio Moro [União-PR], ex-juiz de primeira instância, que abdicou de sua vida de magistrado e veio para cá, candidatou-se e se elegeu senador pelo estado do Paraná.

Jorge Seif afirmou ainda que, apesar de o fenômeno das redes sociais e da popularização da internet facilitar a promoção de calúnia, difamação e falsidade, a Constituição garante a livre manifestação do pensamento. Censura prévia e bloqueio de contas, disse, são inconstitucionais.

— Sabemos que há devaneios, distopias, mas não podemos deixar o totalitarismo se apoderar de nossas opiniões, amplamente garantidas pela Constituição Federal.

Para o senador, “ninguém consegue controlar o que os outros pensam e opinam”. Jorge Seif lembrou que as leis atuais já preveem punição de pessoas que cometam injúria, calúnia e difamação.

Por Portal Novo Norte