Marcos do Val diz em mensagem a Pacheco que o ‘sistema’ venceu

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Parlamentar disse que buscas realizadas contra ele são uma tentativa de calá-lo e intimidá-lo

O senador Marcos do Val (Podemos-ES), alvo de uma operação ordenada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), expressou seu descontentamento ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), em uma mensagem. O parlamentar afirmou que o “sistema” saiu vitorioso, mencionando que sua honra e a de sua esposa foram prejudicadas e que esteve próximo de perder sua família durante a semana.

A mensagem de Marcos do Val foi divulgada nesta segunda-feira (19) pelo colunista Paulo Cappelli, do site Metrópoles. O senador também acusou Moraes e o ministro da Justiça, Flávio Dino, de tentarem silenciá-lo e intimidá-lo, alegando que eles confiscaram todas as provas que ele apresentaria na CPMI. Ele declarou que nunca seria capaz de se envolver com um grupo criminoso e antidemocrático.

Na última quinta-feira, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão nos endereços ligados ao senador, incluindo seu gabinete no Congresso Nacional, em resposta às declarações do congressista sobre a suposta articulação de um golpe de Estado. Moraes determinou que a PF realizasse interrogatórios com o ex-presidente Jair Bolsonaro e com o ex-deputado federal Daniel Silveira, mas as datas desses depoimentos ainda não foram definidas.

Por portal Novo Norte

Governo de Alagoas exonera ex-esposa de Arthur Lira

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Governo de Alagoas exonera ex-esposa de Arthur Lira

Jullyene Lins, ex-esposa do presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira, foi oficialmente desligada de seu cargo como assessora na Secretaria de Agricultura e Pecuária de Alagoas, após conceder uma entrevista na qual afirmou não residir mais em Maceió.

A declaração foi feita ao canal ICL, no YouTube, no dia 6 de junho, gerando suspeitas de que ela estivesse ocupando um cargo fantasma.

No entanto, Jullyene divulgou uma nota explicando que a exoneração foi realizada a seu pedido, devido a questões de segurança e riscos iminentes de vida.

“Devido ao conhecimento público amplamente divulgado pela imprensa nacional sobre questões de segurança e riscos iminentes de vida, solicitei minha exoneração do cargo de confiança que me foi atribuído”, afirmou a ex-esposa de Lira.

Durante a entrevista em 6 de junho, Jullyene mencionou que Lira era um dos motivos pelos quais deixou a cidade.

“Ele [Lira] tenta me silenciar de várias maneiras, e é por isso que eu sinto a necessidade de estar sempre mudando para lugares seguros. Não fico mais em Maceió, pois não posso caminhar na praia, tenho medo”, relatou.

A exoneração de Jullyene foi publicada no Diário Oficial do Estado na sexta-feira (16) pelo governador de Alagoas, Paulo Dantas, aliado de Renan Calheiros, grande rival de Lira.

Por portal Novo Norte

Governo Lula defende ditadura da Nicarágua

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Os países da OEA vão se reunir na próxima semana, em Washington

A gestão de Luiz Inácio Lula da Silva fez uma proposta à Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA) buscando mitigar críticas direcionadas à ditadura na Nicarágua, um aliado da esquerda brasileira, e minimizar as alegações da OEA sobre o regime de Daniel Ortega.

Prevista para ocorrer na próxima semana, em Washington, a reunião da OEA tem como objetivo traçar e ratificar uma resolução crítica em relação à situação na Nicarágua, onde os direitos humanos dos dissidentes têm sido violados. O documento preparado pela OEA, apresentando medidas contra a Nicarágua, sofreu sugestões de alteração por parte do governo brasileiro.

No texto, a modificação mais significativa é encontrada no penúltimo parágrafo. Enquanto a OEA solicita o “restabelecimento da democracia na Nicarágua”, a proposta de Lula busca o “fortalecimento da democracia” na nação centro-americana.

O governo de Lula também propõe uma linguagem mais suavizada em relação às alegações de violações dos direitos humanos na Nicarágua, referindo-se a elas como “supostas”. O documento original expressa “profunda preocupação” com os relatórios da Comissão Interamericana de Direitos Humanos acerca da repressão na Nicarágua, mas o governo brasileiro quer que isso seja substituído por “expressar preocupação”.

Além disso, a gestão Lula solicita a remoção de partes do texto que mencionam o “confisco de propriedades e a negação de pensões pelo governo”, e insere a palavra “suposta” antes das alegações de “violações do direito de propriedade” na Nicarágua.

A administração Lula ainda pede para excluir a menção de que “o agravamento das condições fez com que centenas de milhares de nicaraguenses deixassem o país desde 2018”.

No documento original da OEA, os países membros instam para “cessar” a violência contra os cidadãos nicaraguenses, “restabelecer” os direitos civis e “terminar” com a intimidação de jornalistas e religiosos. Por outro lado, o Brasil propõe que Ortega “interrompa” a implementação de políticas “que possam ser interpretadas como uma violação dos direitos humanos”.

Por portal Novo Norte

PF cumpre mandados contra o senador Marcos do Val

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Decisão de Moraes se refere a denúncias de um suposto plano de golpe

Na manhã da última quinta-feira (15), endereços associados ao senador Marcos do Val (Podemos-ES), incluindo seu escritório no Congresso Nacional, foram objeto de mandados de busca e apreensão executados pela Polícia Federal.

A ordem legal para tal ação foi concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, membro do Supremo Tribunal Federal (STF). O motivo está relacionado às afirmações feitas pelo senador acerca de uma suposta conspiração para um golpe de Estado, com envolvimento do ex-presidente Jair Bolsonaro e do ex-congressista Daniel Silveira (PTB-RJ).

O senador Do Val já se pronunciou diversas vezes sobre o tema, apresentando pelo menos seis versões distintas. Porém, agora, ele foi convocado a prestar depoimento mais uma vez à PF, seguindo uma determinação do STF. O senador, até o momento, não expressou nenhum comentário sobre a operação da PF.

Por portal Novo Norte

Nikolas comenta ações contra Do Val: “Justiça ou vingança?”

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Deputado citou o fato de os mandados da PF terem sido cumpridos no dia do aniversário do senador

Nikolas Ferreiras, representante de Minas Gerais pelo Partido Liberal (PL) no Congresso Federal, expressou suas observações sobre os recentes mandados de busca e apreensão executados pela Polícia Federal (PF) contra o senador Marcos do Val (Podemos-ES) através de uma postagem em suas redes sociais. Ferreiras destacou a peculiaridade da ação policial acontecendo justamente no dia do aniversário do senador.

A autorização para tais mandados foi concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O senador foi alvo de buscas em diversos locais associados a ele, que incluíram seu gabinete no Congresso Nacional, sua residência funcional em Brasília e sua casa pessoal em Vitória, Espírito Santo.

A investigação se concentra na possibilidade de Marcos do Val ter tentado atrapalhar o andamento de um inquérito que examina eventos ocorridos no dia 8 de janeiro. Além disso, a PF está verificando se o senador teria conspirado contra o ministro Moraes, com o objetivo de puni-lo por postagens que ele fez nas redes sociais. A PF solicitou a detenção do senador, porém o pedido foi rejeitado pelo juiz.

Ferreiras, ao discutir o ocorrido, fez referência à multa de R$ 22 milhões que foi imposta ao Partido Liberal (PL), um valor que curiosamente também foi usado nas urnas.

Ao ponderar sobre as circunstâncias, o deputado perguntou: “Multa de 22 milhões no PL, audiência do Bolsonaro marcada para o dia 22 e busca e apreensão no dia do aniversário do Marcos do Val. Isso é justiça ou vingança?”.

Por portal Novo Norte

Senado celebra 75 anos da Sociedade Bíblica do Brasil

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Sessão especial no Plenário foi proposta por Zequinha Marinho e outros senadores - Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

Os 75 anos da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) serão comemorados em sessão especial no Plenário do Senado na segunda-feira (19), a partir das 10h….

Os 75 anos da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) serão comemorados em sessão especial no Plenário do Senado na segunda-feira (19), a partir das 10h. A homenagem atende a requerimento ( RQS 344/2023) do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) e outros parlamentares.

Fundada em 10 de junho de 1948, a Sociedade Bíblica do Brasil é uma entidade beneficente de assistência social, de finalidade filantrópica e cultural. O senador Zequinha Marinho destaca que a SBB traduz, produz e distribui a Bíblia em diferentes formatos.

“Para cumprir sua missão, a organização busca oferecer o texto bíblico em diferentes formatos, procurando atender também às necessidades específicas dos mais variados públicos. Não somente oferecer o texto, mas discuti-lo e fomentar a reflexão a partir dele”, aponta o parlamentar no requerimento.

Por portal Novo Norte

Bolsonaro sofre bloqueio de R$ 317 mil em conta bancária

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Presidente compartilhou imagem de bloqueio judicial em sua conta bancária

Nesta quarta-feira (14), o juiz André Rodrigues Menk, da Vara das Execuções Fiscais Estaduais de São Paulo, decretou a retenção de R$ 317.047,52 da conta corrente do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Banco do Brasil. Essa medida decorre das multas que Bolsonaro recebeu do governo de São Paulo por não usar máscaras de proteção contra a Covid-19. O ex-líder do Executivo revelou a retenção à CNN Brasil, apresentando um extrato bancário que detalhava o valor retido.

A multa originalmente aplicada a Bolsonaro decorreu da sua visita a Miracatu, em São Paulo, em outubro de 2021, durante a pandemia de Covid-19, onde ele foi visto sem máscara. Essa multa foi originalmente fixada em R$ 319,7 mil. No entanto, quando foi levada à justiça em janeiro deste ano, o débito já havia aumentado para R$ 370 mil. Agora, esse valor aumentou ainda mais para R$ 425,8 mil.

A Procuradoria Geral do Estado (PGE), o departamento jurídico do governo de São Paulo, apresentou o pedido de bloqueio à justiça em janeiro. Este é o segundo bloqueio judicial que Bolsonaro enfrenta, após uma ordem para reter quase R$ 90 mil de sua conta, emitida na terça-feira (13) pela justiça paulista.

Em um caso separado, a juíza Ana Maria Brugin, da mesma vara, já havia ordenado o bloqueio de uma soma de dinheiro na conta de Bolsonaro. Isso se referia a uma multa imposta ao ex-presidente por não usar uma máscara de proteção contra a Covid-19 no município de Itapeva, no interior de São Paulo. A multa original era de R$ 63,9 mil. Em janeiro, a PGE calculou o débito em R$ 77,4 mil. No entanto, o valor já havia aumentado para R$ 88,9 mil nesta semana. As duas multas combinadas agora totalizam R$ 514,7 mil.

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Câmara aprova PL que torna crime discriminar políticos

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Proposta recebeu 252 votos favoráveis e 163 votos contrários

Nesta quarta-feira (14), a Câmara dos Deputados aprovou uma legislação que criminaliza a discriminação contra pessoas politicamente expostas, como um passo para evitar que os bancos recusem crédito ou a abertura de contas a parentes de políticos que sejam réus ou condenados sem uma decisão judicial final.

Após ser aprovada na Câmara com 252 votos a favor e 163 contrários, a legislação agora segue para o Senado. O texto do projeto foi rejeitado por partidos como o Novo e a federação PSOL-Rede, enquanto a federação PT-PV-PCdoB deixou a votação a cargo de seus membros. Por outro lado, o PL e os dois maiores blocos da Câmara votaram a favor do projeto.

A justificativa da lei é obrigar as instituições financeiras a fornecerem razões para a recusa de abertura ou manutenção de uma conta, já que esta é frequentemente uma necessidade essencial para que o indivíduo possa garantir seu sustento e manter um emprego regularizado.

A deputada Dani Cunha (União Brasil-RJ), filha do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, propôs o projeto. O deputado Cláudio Cajado (PP-BA), relator do projeto, informou que a votação foi decidida no Colégio de Líderes, presidido por Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara.

Cajado, no plenário, argumentou que eles não estavam votando em causa própria, mas defendendo princípios constitucionais, como o princípio de presunção de inocência.

Antes da aprovação final do projeto, os deputados aprovaram um requerimento para tramitação em regime de urgência, o que permitiu a análise direta do texto no plenário, ignorando a necessidade de passar pelas comissões da Câmara.

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Nikolas Ferreira sobre processos: “A Bíblia está criminalizada no Brasil”

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O parlamentar foi denunciado por dizer que a homossexualidade é pecado

Na sessão plenária da Câmara dos Deputados, ocorrida na última quarta-feira (14), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) reagiu à denúncia que lhe foi imposta pelo deputado distrital Fábio Felix (PSOL). Esta denúncia, apresentada ao Procurador da República no Distrito Federal, acusa Ferreira de homofobia.

O cerne da acusação reside nas declarações de Ferreira, que é deputado e evangélico, afirmando que a homossexualidade, em vez de ser considerada uma doença, é um pecado. Felix argumenta que Ferreira utilizou sua “suposta liberdade religiosa” como pretexto para “ofender minorias sexuais”.

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Durante sua defesa, Ferreira, deputado por Minas Gerais, argumentou que a intenção por trás dessas acusações vai além de silenciá-lo, tem como alvo todos os cristãos brasileiros que seguem os ensinamentos da Bíblia. “Isso não se refere apenas a mim, mas também à minha fé, à fé da maioria dos brasileiros… Eles estão tentando de tudo para minar a nossa coragem”, declarou.

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CPMI terá acesso a dados de celular de Bolsonaro e Mauro Cid

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Governistas conseguiram blindar o governo e impedir a convocação do ex-ministro Gonçalves Dias

A apuração dos atos radicais de 8 de janeiro ganhou um novo capítulo na terça-feira (13), quando a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) aprovou um pedido para acessar os dados do celular do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Este pedido veio como parte de uma investigação mais ampla, conduzida pela Polícia Federal (PF), para examinar informações encontradas nos telefones de Mauro Cid e Ailton Barros. Ambos são suspeitos de tramar um golpe em mensagens trocadas após a vitória eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O senador Rogério Carvalho (PT-SE) apresentou os dois pedidos. Ele solicitou ao diretor-geral da PF, Andrei Passos, que compartilhasse os dados reunidos pela Operação Venire. Essa operação tem como objetivo desvendar possíveis fraudes nos cartões de vacinação da família Bolsonaro.

Os aliados de Bolsonaro no Congresso tentaram bloquear o pedido, alegando que ele se desviava do escopo de investigação da CPMI. No entanto, o presidente da comissão, deputado Arthur Maia (União Brasil-BA), rejeitou essas reivindicações e enviou a proposta de Carvalho para votação. O pedido de Carvalho foi aprovado por 20 votos a 11.

Outro revés para Bolsonaro ocorreu quando a comissão aprovou a convocação de três de seus ex-ministros: Anderson Torres, da Justiça, Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), e Walter Braga Netto, ex-chefe da Defesa e da Casa Civil, além de ter sido candidato a vice na chapa de Bolsonaro nas eleições de 2022. Mauro Cid, ex-assistente de ordens do ex-presidente, e Ailton Barros, conhecido como “01 de Bolsonaro”, também foram convocados.

Na mesma sessão, os parlamentares aliados ao presidente Lula conseguiram proteger o governo, rejeitando vários pedidos da oposição para convocar o ex-ministro Gonçalves Dias. Dias renunciou ao GSI após a divulgação de vídeos em que ele aparece caminhando pelo Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro.

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