G. Dias se complica e pode ser preso a qualquer momento

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O general Carlos José Russo Assumpção Penteado, ex-secretário executivo do Gabinete de Segurança Institucional, compareceu hoje à CPI dos Atos Democráticos, na Câmara Legislativa do Distrito Federal

Na CPI dos Atos Democráticos, realizada na Câmara Legislativa do Distrito Federal, hoje, foi comparecido o general Carlos José Russo Assumpção Penteado, ex-secretário executivo do Gabinete de Segurança Institucional. Durante seu depoimento, foi revelado que informações enviadas pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) sobre os ataques às sedes dos Três Poderes, ocorridos em Brasília no dia 8 de janeiro, foram retidas pelo ex-ministro do GSI, Gonçalves Dias.

De acordo com o general Carlos Penteado, a conduta adotada por G. Dias acabou por impedir a avaliação real da situação dos atos e, como resultado, o acionamento do Plano Escudo não pôde ser efetuado.

VEJA:

Com medo: Ibaneis entrega segurança do 7 de setembro a vice-governadora

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O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), voltou para Brasília, depois da viagem a Washington (EUA) para o evento Lide Brazil Development Forum 2023

Na viagem a Washington (EUA) para o evento Lide Brazil Development Forum 2023, o Distrito Federal foi representado pelo governador Ibaneis Rocha (MDB). No entanto, ao retornar para Brasília, a condução de uma reunião com o Gabinete de Mobilização Institucional para discutir a segurança do evento de 7 de Setembro foi delegada à vice-governadora, Celina Leão (PP).

Foi apurado pela CNN que a liderança do planejamento referente à segurança dos eventos na Esplanada dos Ministérios tem sido considerada pelo governador, levando em conta que essa ação poderia recolocá-lo em evidência, especialmente quando as críticas sobre sua atuação durante os ataques criminosos de 8 de janeiro estão diminuindo. Observa-se que a situação política do governador do DF está mais tranquila neste momento.

Na semana passada, um ofício do ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, foi enviado ao governo do DF em relação às convocações para manifestações na data. A vice-governadora, Celina Leão, recebeu o documento e determinou a criação do Gabinete de Mobilização Institucional para coordenar as atividades administrativas e monitorar os eventos de 7 de setembro de 2023. É relevante destacar que Celina iniciou a organização desse gabinete. A ausência temporária de Ibaneis do Brasil possibilitou que ela estivesse à frente do governo do DF.

Em janeiro, após os atos criminosos que resultaram na destruição das sedes dos Três Poderes, Ibaneis Rocha foi afastado do cargo por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) e só retornou ao poder após mais de dois meses. Atualmente, a ênfase no Palácio do Buriti é a importância de não cometer erros e o compromisso com a segurança, que será reforçada com a convocação de cerca de 3.000 policiais militares do Distrito Federal para atuar no próximo dia 7.

Lula deve tirar Ana Moser para acomodar André Fufuca, do PP

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A atual ministrar seria a segunda a ser substituída por um homem do “centrão”

O Ministério do Esporte pode ser conquistado pelo Partido Progressista (PP) no governo do presidente Lula (PT), consolidando, desse modo, o respaldo da agremiação ao governo. A informação foi divulgada por Vera Magalhães, do O Globo.

Nesse contexto, o cargo da ministra Ana Moser poderá ser perdido para o deputado André Fufuca (MA), um nome que há meses vem sendo cogitado para ocupar uma pasta nesta aliança entre o partido de Arthur Lira (AL) e o governo de Lula.

Fufuca poderá vir a ser encarregado de uma pasta ainda mais relevante, já que as apostas esportivas, caso sejam legalizadas, passarão a integrar o Ministério do Esporte. Com a regulamentação da tributação dessas apostas, os recursos administrados pelo deputado tomarão proporções ainda maiores. Além disso, o PP poderá ainda conquistar a presidência da Caixa Econômica Federal e várias diretorias, ampliando consideravelmente sua capacidade de gestão de recursos.

Farra das emendas: Governo Lula libera R$ 5 bilhões em emendas antes de votações no Congresso

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Para 2023, está previsto um total de R$ 36,5 bilhões em recursos para emendas, sendo que R$ 22,3 bilhões já foram empenhados, correspondendo a 61% do valor total.

No último final de semana, o governo federal anunciou a liberação de vultosos R$ 5 bilhões em emendas parlamentares, um montante que representa quase metade dos R$ 10,14 bilhões já destinados a essa finalidade ao longo deste ano. O gesto ocorre em meio a uma semana de decisões cruciais no Congresso Nacional, que deve votar projetos importantes para o governo, como os das apostas esportivas e do rotativo do cartão de crédito.

Para 2023, está previsto um total de R$ 36,5 bilhões em recursos para emendas, sendo que R$ 22,3 bilhões já foram empenhados, correspondendo a 61% do valor total.

Apesar da significativa liberação de recursos, muitos parlamentares têm manifestado insatisfação com a velocidade dos pagamentos. Em suas palavras, um deputado declarou: “O ritmo está lento demais.” No entanto, com a possibilidade de avanço na tramitação da reforma tributária até o final de 2023, espera-se que o governo acelere a liberação das emendas nos próximos meses, atendendo às expectativas do Congresso e fortalecendo o diálogo entre os poderes.

CPI vai ouvir empresa de monitoramento de fraudes no futebol

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a manipulação em partidas de futebol realizará audiência p…

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a manipulação em partidas de futebol realizará audiência pública na terça-feira (5) para debater a atuação da empresa Sportradar, que foi contratada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para monitorar indícios de fraudes no esporte.

Também está prevista a tomada de depoimento de Bruno Rodrigues, sócio da Brax Sports Assets, para que ele explique o modelo de negócios da empresa, que, entre outras atividades, adota tecnologia criada especificamente para o mercado de apostas, com cotações fornecidas em tempo real nos equipamentos de led durante a transmissão dos jogos.

O requerimento para ouvir representantes da Sportradar foi apresentado pelo deputado Mersinho Lucena (PP-PB). O objetivo, segundo ele, é discutir o funcionamento do sistema contratado para identificação de fraudes em apostas.

Já a presença de Bruno Rodrigues foi solicitada pelo deputado Julio Arcoverde (PP-PI), que manifestou a intenção de buscar “compreender tudo que envolve esse mercado, até para que possa sugerir as medidas necessárias para prevenir ou mitigar os riscos de reincidência das práticas ilícitas identificadas”.

A reunião da comissão está marcada para as 14 horas no plenário 10.

Nos EUA, idade e economia ameaçam reeleição de Biden em 2024, mostra pesquisa do ‘WSJ’

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Apenas 39% dos eleitores têm uma visão favorável do presidente

Uma nova pesquisa do Wall Street Journal revelou que, de acordo com os eleitores, a idade do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, o torna inadequado para concorrer à próxima eleição, e eles expressaram uma avaliação desfavorável de sua gestão econômica e outras questões cruciais para seu voto. Nessa pesquisa, apenas 39% dos eleitores têm uma visão favorável do presidente. Quando se trata de sua condução no cargo, 42% aprovam, enquanto 57% desaprovam.

Foi constatado que Biden se encontra em um empate com o ex-presidente Donald Trump em uma possível reedição da eleição de 2020, ambos com 46% de apoio. O levantamento do WSJ ressalta desafios para Biden, mas também revela fragilidades em seu potencial oponente. De acordo com os eleitores pesquisados, Trump é percebido como menos honesto e menos agradável do que Biden. A maioria dos entrevistados também acredita que, após a eleição de 2020, o então presidente empreendeu esforços ilegais para obstruir o reconhecimento de Biden como vencedor pelo Congresso.

Surpreendentemente, 73% dos eleitores consideram Biden como demasiado idoso para buscar um segundo mandato, enquanto 47% pensam o mesmo de Trump, que tem 77 anos. Além disso, dois terços dos democratas acreditam que Biden não deveria concorrer novamente. Em relação às realizações presidenciais, 40% dos eleitores atribuem realizações a Biden, enquanto 51% acreditam que Trump possui esse histórico. Apenas 36% consideram que Biden está mentalmente preparado para a presidência, em comparação com 46% que pensam o mesmo sobre Trump.

Esta pesquisa, realizada com 1.500 eleitores registrados entre 24 e 30 de agosto, com uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais, destaca preocupações significativas em relação aos candidatos presidenciais.

Os planos do PL com Bolsonaro para as eleições de 2024

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O partido está determinado a eleger 1.500 prefeitos nas eleições do ano que vem. Essa meta representa um aumento significativo em relação às eleições de 2020, quando o partido conquistou bem menos prefeituras

Neste sábado (2), durante o evento do PL Mulher em Brasília, a deputada federal Bia Kicis, presidente do PL Mulher do Distrito Federal, fez uma declaração que revela os planos do Partido Liberal (PL) psra as eleições municipais de 2024. Segundo ela, o partido está determinado a eleger 1.500 prefeitos nas eleições do ano que vem. Essa meta representa um aumento significativo em relação às eleições de 2020, quando o partido conquistou bem menos prefeituras. Atualmente, o Brasil conta com 5.568 municípios, conforme dados do IBGE.

Além disso, Bia Kicis reforçou a posição política do PL, deixando claro que o partido se mantém na oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT). “O PL é um partido de direita, o PL é um partido de oposição”, afirmou Kicis. A declaração foi feita em um evento que contou com a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, reforçando as alianças e estratégias políticas do PL no cenário político nacional.

Zueiro, ex-presidente Temer ironiza suposto “golpe” alegado por Lula

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Ele destacou que o impeachment resultou em diversas reformulações no governo e que é uma narrativa política que o povo não acredita e acrescentou: “se foi golpe, foi de sorte”.

Em resposta às recentes declarações de Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-presidente Michel Temer rebateu as alegações de que haveria a necessidade de “recompensar” Dilma Rousseff pelo processo de impeachment que a destituiu do cargo. Em entrevista à revista Veja, Temer expressou seu desacordo com a afirmação de Lula, argumentando que Dilma já recebeu reconhecimento por sua trajetória política. Segundo Temer, a nomeação de Dilma para a presidência do banco dos Brics foi uma forma de reconhecimento por seus serviços anteriores.

Temer também comentou a polêmica em torno do processo de impeachment de Dilma, rejeitando a ideia de que tenha sido um golpe. Ele destacou que o impeachment resultou em diversas reformulações no governo e que é uma narrativa política que o povo não acredita e acrescentou: “se foi golpe, foi de sorte”. Para ele, a destituição de Dilma foi um processo conduzido dentro dos limites constitucionais, e qualquer alegação de golpe é infundada.

Além disso, o ex-presidente comentou a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região em relação às pedaladas fiscais de Dilma. Ele esclareceu que a sentença do TRF-1 não analisou o mérito do caso, mas apenas seguiu uma determinação do Supremo Tribunal Federal de que não deve haver dupla punição por um mesmo ato político. Portanto, a ideia de que Dilma foi absolvida não corresponde à realidade, de acordo com Temer.

Novo atrito entre STF, TSE e Câmara vai por parlamentares e ministros em “rota de colisão” e gerar mais gasto

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O STF estabeleceu um prazo até 30 de junho de 2025 para que a Câmara realize alterações na legislação sobre número de deputados

A Câmara dos Deputados está se movimentando para reagir à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que ordenou a atualização do número de parlamentares por Estado de acordo com os novos dados populacionais do Censo do IBGE de 2022. A deputada Dani Cunha (União-RJ), que lidera o Grupo de Trabalho da Minirreforma Eleitoral, é a autora de um projeto que visa permitir o aumento do número de deputados federais.

O projeto propõe uma mudança sutil, porém significativa, na legislação atual, estipulando que “o número de deputados federais não será inferior a 513 representantes”, em contraste com o texto vigente que limita a quantidade a “quinhentos e treze representantes”. A proposta assegura que nenhum Estado perca representatividade, permitindo apenas acréscimos no número mínimo de deputados federais, caso o Censo identifique um crescimento populacional justificável. Além disso, o projeto prevê a realização de um recenseamento a cada segundo ano de legislatura.

Com essa iniciativa, a deputada Dani Cunha busca evitar que seu estado natal, o Rio de Janeiro, e outras unidades da Federação, percam cadeiras na Câmara dos Deputados. Dani Cunha, filha do ex-deputado Eduardo Cunha, tem desempenhado um papel de destaque como “porta-voz” das preocupações dos parlamentares, mesmo que ela refute esse título.

Os dados do Censo de 2022, divulgados recentemente, destacam as disparidades no crescimento populacional entre os estados, o que pode ter um impacto direto na distribuição de cadeiras na Câmara dos Deputados. O STF estabeleceu um prazo até 30 de junho de 2025 para que a Câmara realize as alterações necessárias. Se os parlamentares não cumprirem esse prazo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinará o número de deputados federais para cada estado e o Distrito Federal na legislatura que inicia em 2027.

Cacique Tsereré depõe na CPI do DF do dia 31.08.2023 (vídeo)

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Por Tribuna 5