Após ameaçar Nikolas, deputada do PCdoB dá “cambalhotas retóricas” e denuncia o ameaçado na PF

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Jandira Feghali, do PCdoB-RJ, empregou ameaças físicas contra Nikolas Ferreira, do PL-MG, durante um episódio caótico na sessão parlamentar

Um confronto digno de um circo de horrores entre dois deputados no plenário da Câmara dos Deputados recentemente transformou-se em um caso que agora está nas mãos da Polícia Federal. Jandira Feghali, do PCdoB-RJ, empregou ameaças físicas contra Nikolas Ferreira, do PL-MG, durante um episódio caótico na sessão parlamentar. No entanto, a reviravolta irônica veio quando Jandira decidiu recorrer à Polícia Federal, acusando Nikolas dos crimes de falsidade ideológica e violência política de gênero.

Em um movimento que demonstra a hipocrisia nas altas esferas da política, a deputada carioca não se contentou em apenas denunciar Nikolas, mas também abriu um inquérito policial. Ela alega que Nikolas Ferreira incitou seus apoiadores a lançarem ameaças de morte contra ela, originando uma queixa-crime. Os delitos que ele agora enfrenta incluem a falsidade ideológica e a violência política de gênero, conforme previstos no nosso adorado Código Penal.

Este lamentável espetáculo, que teve início com uma troca de farpas no recinto sagrado da representação popular, agora se encontra nas mãos da Polícia Federal, que terá a “honra” de investigar as alegações feitas por Jandira Feghali. A ironia do caso está em que a própria agressora, em um ato digno de uma tragicomédia, denunciou o suposto alvo de suas ameaças, lançando luz sobre a decadência do cenário político nacional. 

CPI da Americanas termina em pizza

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O relatório final, de autoria do deputado Carlos Chiodini (MDB-SC), foi aprovado com 18 votos favoráveis e oito contrários

A CPI da Americanas, instalada em maio deste ano com o objetivo de investigar o rombo contábil bilionário na varejista e as inconsistências financeiras da empresa, chegou ao seu desfecho na última terça-feira (26/9). O relatório final, de autoria do deputado Carlos Chiodini (MDB-SC), foi aprovado com 18 votos favoráveis e oito contrários. No entanto, surpreendentemente, a comissão não recomendou o indiciamento de nenhuma pessoa em relação à fraude de mais de R$ 20 bilhões que desencadeou a maior crise da história da Americanas.

Troca de acusações entre atual e antiga direção

Durante os quatro meses de trabalho da CPI, ex-diretores da companhia, advogados responsáveis pela recuperação judicial e autoridades envolvidas nas investigações foram ouvidos. Embora o relatório aprovado pelo comitê mencione a possibilidade de envolvimento de ex-diretores e ex-executivos no escândalo contábil, o deputado Carlos Chiodini ressaltou que os elementos coletados não são suficientes para atribuir autoria ou fundamentar um eventual indiciamento.

Americanas confia nas autoridades e aponta fraudes na diretoria anterior

A Americanas, em nota encaminhada à CPI e que integra o parecer final, demonstrou confiança nas autoridades envolvidas nas apurações e investigações. A empresa alega que as demonstrações financeiras da companhia foram fraudadas pela diretoria anterior, liderada pelo ex-CEO Miguel Gutierrez. Este último, em depoimentos à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e à Polícia Federal (PF), afirmou que todas as decisões estratégicas dependiam do consentimento dos acionistas de referência da empresa – Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira. Assim, o desfecho da CPI da Americanas deixa uma série de perguntas sem respostas e um cenário de incertezas em relação às responsabilidades pelo rombo contábil da varejista.

Lira sente cheiro de fraqueza no governo Lula e vê oportunidades para mais cargos

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Lira pressiona governo a liberar cargos; Lula quer distância

O presidente Lula declarou aos seus aliados nos últimos dias que pretende manter uma certa distância do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Entretanto, Lira está disposto a usar a insatisfação da bancada ruralista no Congresso como instrumento para enviar recados contundentes ao Palácio do Planalto, apontando a falta de articulação na base governista.

A origem dessa nova crise política está diretamente relacionada à indicação de nomes para a Codevasf e para as 12 vice-presidências da Caixa. Até o momento, o governo Lula não concedeu os esperados cargos aos partidos do Centrão, que englobam PP, Republicanos, União Brasil e PSD. O PSD, em particular, está pressionando o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, para que a direção da Funasa seja liberada. No entanto, Lula se opõe à indicação do ex-vice-governador do Ceará, Domingos Filho, pai do deputado federal Domingos Neto (PSD-CE).

Na escalada dessa tensão, Arthur Lira já tomou medidas significativas, cancelando as deliberações da Câmara dos Deputados pela primeira vez em uma semana fora do chamado recesso branco. A bancada ruralista, por sua vez, iniciou uma obstrução dos trabalhos no Congresso para pressionar o governo Lula a endossar mudanças no marco temporal de terras indígenas. Se o Planalto não ceder, os aliados de Lira sinalizam com a votação de um projeto de lei no Senado e de uma PEC na Câmara, como um claro recado de que ainda persistem desafios na articulação política entre o governo e a base no Congresso. A fome do Centrão por cargos e influência política parece não ter fim, e o cenário político se mantém instável diante dessas disputas internas.

Parlamentares articulam PEC para conter abusos do STF

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Oposição articula PEC que permite ao Congresso derrubar decisões da Suprema Corte

Grupos da oposição no Congresso Nacional estão reunindo assinaturas para protocolar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que concede aos parlamentares o poder de revogar julgamentos do Supremo Tribunal Federal (STF). A proposta já conta com 137 das 171 assinaturas necessárias para ser oficialmente apresentada. Na terça-feira (26), algumas frentes parlamentares anunciaram apoio público ao texto do deputado Domingos Sávio (PL-MG), que lidera a iniciativa. O autor da proposta espera finalizar a coleta de assinaturas ainda esta semana, contando com o apoio de 15 frentes, incluindo a Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), a Evangélica e a da Segurança Pública.

Em nota conjunta, as frentes repudiaram o que chamaram de “contínua usurpação de competência pelo Supremo Tribunal Federal em temas como legalização das drogas, descriminalização do aborto, direito de propriedade e legítima defesa, entre outros”. Alegam que tais temas são de competência do parlamento. O deputado Domingos Sávio classificou as atitudes dos membros do STF como “usurpação de competências”, embora tenha negado que haja afronta ao Judiciário. Ele enfatizou que a proposta visa esclarecer o artigo 49 da Constituição Federal, que atribui ao Congresso Nacional a competência exclusiva de “sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa”, permitindo assim que o parlamento, por maioria constitucional, anule os efeitos de decisões do STF.

Domingos Sávio criticou a Suprema Corte por tomar decisões em vez do parlamento, afirmando que “se o Congresso não decidiu é porque entendeu que ainda não era o momento de decidir. Não decidir é uma decisão”. A proposta, se aprovada, poderia representar uma mudança significativa na relação entre os poderes no Brasil, permitindo que o Congresso exerça um maior controle sobre as decisões do STF.

Retirar preservativo sem consentimento do parceiro pode virar crime previsto no CP

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Felipe Francischini: prática do stealthing tem de ser combatida - (Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados)

A prática é conhecida como stealthing, que em inglês significa “furtivo”

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (26), proposta que prevê, no Código Penal, o crime de remover propositalmente o preservativo, sem o consentimento do (a) parceiro (a). A prática é conhecida como stealthing, que em inglês significa “furtivo”. 

O texto aprovado foi o substitutivo do deputado Felipe Francischini (União-PR) ao Projeto de Lei 965/22, do deputado Delegado Marcelo Freitas (União-MG). O projeto ainda depende de avaliação pelo Plenário. 

A proposta original estabelecia pena de reclusão de um a quatro anos. Francischini reduziu essa previsão. Assim, de acordo com o texto aprovado, remover, sem o conhecimento ou consentimento da outra pessoa, o preservativo antes ou durante o ato sexual terá pena de reclusão de seis meses a dois anos e multa, se o ato não constituir crime mais grave.

De acordo com o relator, a pena prevista na proposta original poderia ser considerada desproporcional e entrar em conflito com crimes mais graves. 

Violação
Francischini afirmou que a prática de stealthing é uma violação grave dos direitos fundamentais das pessoas. “Há muitos desdobramentos da prática do stealthing, tendo como principais a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis ou uma gravidez indesejada”, disse.

“No primeiro caso, o desconhecimento da vítima, na relação em que houve a remoção do preservativo, a impede de buscar assistência médica imediata, a fim de mitigar ou eliminar o risco de contrair doenças. No segundo, ainda mais grave, o desconhecimento impede a vítima de buscar contraceptivos de emergência e evitar uma gravidez indesejada”, argumentou o parlamentar.

Estudo
Felipe Francischini também citou pesquisa de março de 2018 conduzida pelo professor Pedro Pulzatto Peruzzo, pesquisador da Faculdade de Direito da PUC-Campinas, com o objetivo de investigar o fenômeno do stealthing no Brasil. O estudo contou com a participação de 279 mulheres de orientações sexuais, classes sociais e raças diversas.

De acordo com os resultados, 21% das mulheres entrevistadas reconheceram a natureza ilícita dessa conduta, sendo que 13,6% afirmaram saber exatamente do que se trata o termo stealthing. Além disso, 9% das entrevistadas revelaram terem sido vítimas ou terem vivenciado isso. 

“Nesse contexto, é necessário que o Poder Legislativo atue para evitar a perpetuação de tal prática”, defendeu Francischini. 

“Continuo achando que bandido não sobe a rampa”, diz Heleno sobre Lula

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O militar foi questionado sobre uma fala dada no final do ano passado, onde ele disse “não” a bolsonaristas que o perguntaram se “bandido sobe a rampa”, em referência ao presidente Lula

General Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) durante o governo de Jair Bolsonaro, compareceu hoje à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro, onde reiterou sua polêmica declaração anterior. Em sua resposta às indagações dos parlamentares, Heleno manteve a posição de que “bandido não sobe a rampa”, uma afirmação feita em resposta a bolsonaristas que questionaram sobre a possibilidade de o presidente Lula retornar ao poder. Esta afirmação provocou aplausos de parlamentares da oposição durante o depoimento.

Durante o interrogatório, o general assegurou que nunca discutiu assuntos eleitorais com seus subordinados no GSI e enfatizou que encerrou suas funções ministeriais no último dia de dezembro, ressaltando sua inaptidão para prestar esclarecimentos sobre os eventos do 8 de janeiro. Por fim, Heleno negou ter participado do acampamento no QG do Exército em Brasília, classificando-o como uma “manifestação política e pacífica” que não despertou seu interesse.

Veja:

Senado está “ávido” por discutir o fim da reeleição, diz Pacheco

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Presidente do Senado defendeu que o debate sobre o assunto seja incluído na apreciação da minirreforma eleitoral pelos senadores

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), revelou o interesse do Senado em discutir o fim da reeleição para cargos do Executivo durante a análise da minirreforma eleitoral, já aprovada pela Câmara dos Deputados. Pacheco argumentou que a reeleição não tem sido benéfica para o país e levantou questionamentos sobre seu impacto positivo. Durante uma conferência da Federação Interamericana das Empresas de Seguros no Rio de Janeiro, o senador enfatizou a necessidade de debater o tema, destacando como a reeleição pode limitar a autonomia dos mandatários na tomada de decisões.

Rodrigo Pacheco ressaltou que não tem pressa em pautar a votação da minirreforma, que precisa ser sancionada até o dia 6 de outubro para valer nas eleições do próximo ano. Além de abordar a possível eliminação da reeleição, o presidente do Senado defendeu a extensão dos mandatos de quatro para cinco anos e a sincronização das eleições federais, estaduais e municipais como medidas para reduzir o que ele chamou de “estado eleitoral permanente”. Luís Roberto Barroso, que assumirá a presidência do STF nesta semana, também se pronunciou no evento, destacando que a segurança jurídica será central em sua gestão à frente do tribunal.

Além de super-ricos, governo precisa taxar empresas de médicos e advogados, afirma Arminio Fraga

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O governo enviou em agosto ao Congresso propostas para taxar fundos exclusivos e investimentos fora do país

O economista Arminio Fraga, ex-presidente do Banco Central, se posicionou a favor das propostas do governo brasileiro para aumentar impostos sobre os super ricos. Em entrevista à BBC News Brasil, Fraga criticou a atual estrutura tributária do país, onde os mais ricos pagam menos impostos que os mais pobres, devido a uma carga tributária pesada sobre o consumo e leve sobre rendas elevadas. Para ele, as medidas propostas, que incluem a taxação de fundos exclusivos e investimentos no exterior, são necessárias para corrigir as alíquotas “hiper baixas” e trazer mais justiça ao sistema.

No entanto, Fraga também destacou que outras medidas são igualmente importantes para corrigir a desigualdade no sistema tributário, como a revisão de regimes especiais que permitem que empresas com alto faturamento paguem poucos impostos. Ele ressaltou que a resistência no Congresso é um obstáculo para aumentar os impostos sobre esse grupo. Fraga expressou a crença de que, em algum momento, questões éticas podem influenciar uma revisão desses regimes especiais, e ele acredita que isso poderia ocorrer em um governo do PT.

Além disso, Arminio Fraga abordou seus investimentos em reflorestamento com a empresa re.green e destacou a importância da regulamentação do mercado de crédito de carbono pelo Congresso, enfatizando a necessidade de que esse mercado se integre ao mercado internacional. Ele ressaltou que é essencial evitar protecionismos para garantir que as empresas brasileiras possam competir internacionalmente no setor de créditos de carbono.

Investigação do CNJ contra a Lava-Jato é vingança com motivação política, diz Moro

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Moro alegou que o corregedor nacional de Justiça, Luis Felipe Salomão, não possui a atribuição adequada para lidar com esse assunto e sugeriu que a decisão foi motivada por vingança

O senador e ex-juiz Sergio Moro fez uma visita ao plenário do Senado para expressar sua crítica à decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O CNJ determinou a abertura de uma investigação sobre sua conduta durante a Operação Lava Jato. Moro alegou que o corregedor nacional de Justiça, Luis Felipe Salomão, não possui a atribuição adequada para lidar com esse assunto e sugeriu que a decisão foi motivada por vingança.

Durante seu discurso, Moro destacou a ironia da situação, observando que a investigação se baseia em seu trabalho na Operação Lava Jato, que resultou na devolução de mais de R$ 2 bilhões à Petrobras por meio de contas judiciais da 13ª Vara federal de Curitiba. Ele enfatizou que os valores totais recuperados pela Petrobras ultrapassaram R$ 6 bilhões, incluindo recursos obtidos de diversas fontes. Moro concluiu afirmando que é algo inédito no mundo um juiz ser investigado por cumprir sua missão e devolver o dinheiro tirado dos infratores à vítima.

Girão volta a criticar governo por suposto banheiro unissex

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Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Ao discursar no Senado nesta segunda-feira (25), o senador Eduardo Girão (Novo-CE) voltou a criticar o governo do presidente Lula. Para o senador, …

Ao discursar no Senado nesta segunda-feira (25), o senador Eduardo Girão (Novo-CE) voltou a criticar o governo do presidente Lula. Para o senador, Lula defende o aborto, a maconha, valores contra a família e é amigo de ditadores. Como exemplo de pautas que seriam contrárias à família, Girão citou o suposto banheiro unissex em escolas e disse que o governo estáse valendo do aparato estatal para fazer avançar a agenda de gênero nas escolas, inclusive envolvendo estudantes menores de idade. Na avaliação de Girão, trata-se de um estelionato eleitoral, já que, na campanha do ano passado, Lula teria dito ser contra a maconha, o aborto e outras pautas.

— Quando a gente tentava dizer isso, o TSE multava a gente. A verdade pode demorar, mas aparece — registrou o senador, que também criticou a saída do Brasil do Consenso de Genebra, declaração assinada em 2020 em que governos de dezenas de países condenam o aborto.

Girão ainda criticou a iniciativa do ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, de acionar a Advocacia-Geral da União (AGU) contra a divulgação do que a pasta classifica de fake news — já que, segundo o ministro, a orientação sobre banheiros( Resolução 2/2023 , do Conselho Nacional dos Direitos das PessoasLGBTQIA+)não é de autoria do ministério, como divulgado pelos deputados Nikolas Ferreira (PL-MG) eFilipe Barros (PL-PR)nas redes sociais, e não cita banheiros unissex, e sim “de uso individual”, independente de gênero. Para Girão, o fato de não ter a palavra unissex na orientação sobre banheiros não passa de “eufemismo”.

— O governo quer, sim, a destruição da família, as drogas e a libertinagem completa. Esse governo é uma farsa. Não estamos mais numa democracia no Brasil — afirmou.

Em aparte, o senador Sérgio Moro (União-PR) também criticou o governo. Para ele, é preciso garantir a imunidade das declarações dos parlamentares. Moro acrescentou que Lula é propagador de fake news e classificou o governo como “arbitrário”.

Argentina

Girão também relatou que esteve na Argentina no último fim de semana em um evento que teve como tema a “defesa da democracia”. Ele disse que vai falar mais sobre o assunto no discurso desta terça-feira (26), mas adiantou que vai denunciar “arbitrariedades” tanto do governo Lula quanto do STF.