Prefeita Fátima Pacheco participa de homenagem aos 70 anos da Petrobras na Alerj

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Crédito - Thiago Lontra/Alerj

A prefeita de Quissamã, Fátima Pacheco, participou da solenidade em comemoração aos 70 anos da Petrobras da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), nesta segunda-feira (9), às 14h, no Palácio Tiradentes. A cerimônia foi promovida pela deputada Martha Rocha e contou com a presença do presidente da Petrobras, Jean Paul Prates. 

“Estou muito honrada em representar todos os municípios do Estado do Rio nesta homenagem aos 70 anos da Petrobras. Uma empresa muito importante para o país e o Estado do Rio, no desenvolvimento das cidades. Sou de um município do Norte Fluminense e posso pontuar o antes e depois dos royalties do petróleo em nossa região. Antes, tínhamos cidades empobrecidas, crianças trabalhando, pessoas sem acesso à Educação e a Saúde de qualidade. Depois, conseguimos avançar em diversos pontos. Em Quissamã, hoje, lideramos o ranking das Cidades Sustentáveis no Estado do Rio, ofertando Educação e Saúde de qualidade. Nossa crianças não cortam mais cana, estão na escola buscando um futuro cada vez melhor. Gostaria de parabenizar a deputada Martha Rocha pela iniciativa e ao presidente Jean Paul Prates por colocar a Petrobras novamente no caminho de uma empresa respeitada. A Petrobras é nossa”, disse Fátima Pacheco no plenário do Palácio Tiradentes. 

Fundada em 1953 pelo presidente Getúlio Vargas, a estatal é um dos grandes legados trabalhistas. A Petrobras surgiu em meio a um contexto de pós-guerras e amplos debates políticos e econômicos no mundo.

“A contribuição do Trabalhismo para a formação e o desenvolvimento do Estado brasileiro é imensa. Precisamos manter vivo esse legado, com o respeito à maior de nossas conquistas: a democracia”, disse a deputada Martha Rocha.

Por Secom Pref Quissamã

Marcos Rogério defende tecnologia para revolucionar a transição energética

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O senador Marcos Rogério (PL-RO) fez um pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (9) e compartilhou sua experiência em uma missão oficial à N…

O senador Marcos Rogério (PL-RO) fez um pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (9) e compartilhou sua experiência em uma missão oficial à Nova Zelândia, realizada no início deste mês com o senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP). O parlamentar destacou que, durante a viagem, teve a oportunidade de conhecer uma tecnologia de transmissão de energia que dispensa o uso de fios e promete revolucionar a transição energética global. Marcos Rogério enfatizou que a descoberta se deve às pesquisas pioneiras do inventor Nikola Tesla, cujo legado científico e tecnológico é reverenciado mundialmente.

— É precisamente essa evolução que tivemos o privilégio de testemunhar em Auckland, na Nova Zelândia […]. Esse momento histórico representa um divisor de águas no contexto do futuro energético global. Atualmente, podemos vislumbrar um horizonte em que a transmissão de energia seguirá uma trajetória evolutiva semelhante à das telecomunicações, migrando dos cabos tradicionais para uma transmissão via satélite — disse.

O senador defendeu a importância de o Brasil colaborar com os cientistas neozelandeses para aprimorar a inovação e exportar a tecnologia para o mundo. Segundo o parlamentar, a tecnologia pode beneficiar o Brasil, que possui extensas áreas com dificuldades de acesso à energia, como a Amazônia.

— Algo realmente inovador e que nos deixa muito otimistas, especialmente o Brasil, que tem regiões ainda isoladas, sem energia de qualidade chegando a essas regiões. Algumas regiões com energia produzida a partir de motores tocados a óleo diesel, uma energia, portanto, suja, de maior impacto no meio ambiente […], sem linha de transmissão, sem a necessidade de você fazer ali abertura no meio de florestas, o que exige licenciamento e outras questões mais, impactando o meio ambiente e dificultando a vida das pessoas que estão nessas comunidades isoladas — concluiu.

Girão condena conflito Israel-Palestina e cobra do governo posição contra Hamas

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O senador Eduardo Girão (Novo-CE) lamentou, em pronunciamento nesta segunda-feira (9), o sofrimento de israelenses e palestinos durante o conflito …

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) lamentou, em pronunciamento nesta segunda-feira (9), o sofrimento de israelenses e palestinos durante o conflito iniciado após ataques terroristas do grupo Hamas a Israel no sábado (7). Ele repudiou as ações do Hamas e criticou o governo Lula por, na avaliação do parlamentar, não ter se manifestado de forma firme contra o grupo.

— Fica um questionamento que, eu confesso, me constrange, assim como aos cidadãos de bem da nossa nação, uma nação pacífica, como é o Brasil, por não ver um ato mais firme deste governo, nem dos seus ministros. E ninguém sabe onde anda o ministro dos Direitos Humanos do Brasil, ante essas atrocidades que todos nós estamos vendo, com famílias sequestradas, crianças, mulheres. Não se vê uma declaração firme contra essa barbárie que está acontecendo lá. E a gente fica na dúvida: poxa, é porque o grupo Hamas parabenizou o presidente Lula pela eleição no ano passado? É porque alguns deputados ligados ao PT, ao PSOL também, tiveram uma reação a uma iniciativa britânica, em 2021, com relação a sanções mais pesadas em cima desse grupo Hamas? — questionou.

Girão afirmou que “terrorismo é o que está sendo visto no Oriente Médio neste momento” e enfatizou que os atos de vandalismo ocorridos em Brasília, em 8 de janeiro, não se enquadram na categoria.

— Eu defendo a punição de quem depredou, vandalizou, seja de direita, seja de esquerda, seja infiltrado, tem que ser punido exemplarmente, mas aquilo não é terrorismo. […] Terrorismo é quando acontece morte, é quando acontece estupro, da maneira como aconteceu, com arma de fogo, com terrorismo… É exatamente essa sanha do ódio. Isso sim é o que nós estamos vendo acontecer agora no Oriente Médio, com sofrimento, com a dor de pessoas. E não o que aconteceu no dia 8 de janeiro.

Dia do Nascituro

O senador destacou que o Congresso Nacional foi iluminado de azul celeste, no domingo (8), em homenagem ao Dia Nacional do Nascituro, celebrado em 8 de outubro.

A data poderá ser oficializada em todo o país caso seja sancionado o Projeto de Lei (PL) 4.281/2023 , de autoria dele. O texto já foi aprovado no Senado e agora está na Câmara dos Deputados.

Por portal Novo Norte

Moro manifesta repúdio a atentados no Oriente Médio e cobra posição do Brasil

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O senador Sérgio Moro (União-PR), em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (9), repudiou os ataques do grupo Hamas contra Israel, ocorrido…

O senador Sérgio Moro (União-PR), em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (9), repudiou os ataques do grupo Hamas contra Israel, ocorridos no último sábado. O parlamentar criticou a reação do governo brasileiro que, segundo ele, embora tenha condenado os atentados terroristas em Israel, não definiu um posicionamento claro do país diante da comunidade internacional.

Moro sugeriu a revisão da Lei 13.810 , de 2019, que trata do cumprimento de sanções do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre atos de terrorismo, para possibilitar que o Brasil, de forma independente, possa classificar grupos terroristas, sem depender de determinações externas.

— Nós deveríamos atualizar nossa legislação, para que pudéssemos ter a possibilidade de uma definição de grupos terroristas internamente e a atuação condizente com essa identificação, para que nós possamos cooperar, de uma maneira mais efetiva, com a comunidade internacional contra a atuação desses grupos terroristas, seja aqui no Brasil, seja eventualmente no exterior — enfatizou.

O parlamentar apontou que o Hamas iniciou uma guerra sem aviso, resultando em “destruição e sofrimento”. Para o senador, não há explicação para a estratégia homicida adotada pelo grupo, que “sequestra” a população israelense como “moeda de troca” e também submete a população palestina a sua ditadura.

— É importante fazer essa diferenciação, em não confundir o Hamas com a população palestina. O Hamas tomou a Faixa de Gaza e submete os mais de 2 milhões de palestinos, na prática, como sequestrados do seu arbítrio, da sua ditadura, mas também os expõe, por conta dos seus atos homicidas em Israel, à retaliação e a danos colaterais que devem decorrer dos esforços de Israel. É importante destacar que não é todo palestino que apoia o Hamas. Uma coisa é o povo palestino, outra coisa é o Hamas. O Hamas não é um povo, ele é apenas um grupo terrorista — disse.

Por portal Novo Norte

Policiais supostamente desacatados por filho de Randolfe Rodrigues serão investigados

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Na delegacia, Gabriel negou as acusações de desacato, alegando não utilizar tal linguagem e denunciou ter sido ameaçado e alvo de comentários homofóbicos,

A Polícia Militar do Amapá anunciou nesta segunda (6) que vai abrir uma investigação interna após prisão do filho do senador Randolfe Rodrigues. Gabriel Marti Cruz Rodrigues, de 28 anos, foi detido sob acusação de desacato e desobediência em Macapá. A PM do estado enfatiza seu compromisso com a imparcialidade na apuração dos fatos.

A abordagem policial ocorreu durante o encerramento de uma festa na boate de propriedade de Gabriel, onde policiais alegaram que o horário ultrapassava o permitido no alvará. Em resposta, o jovem proferiu ofensas contra os policiais, levando à sua prisão, com resistência que exigiu o uso progressivo da força.

Na delegacia, Gabriel negou as acusações de desacato, alegando não utilizar tal linguagem e denunciou ter sido ameaçado e alvo de comentários homofóbicos, algo inédito em seus três anos de atuação como empresário do estabelecimento.

Soraya Thronicke não cansa de passar vergonha

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Nikolas Ferreira, do PL de Minas Gerais, classificou sua fala como “desprezível”.

Em um comentário no Twitter nesta segunda (9), a senadora Soraya Thronicke, representante do Podemos no estado do Mato Grosso do Sul, causou polêmica ao comparar senhoras evangélicas com organizações terroristas. No último domingo, em um tweet, a parlamentar sugeriu que grupos criminosos, como o Hamas, começam com “senhorinhas fundamentalistas orando com a Bíblia nas mãos”.

A polêmica se acentuou quando Soraya Thronicke manifestou sua posição contrária aos ataques do Hamas a Israel, destacando sua incapacidade de dialogar quando civis, especialmente crianças, mulheres e idosos, são alvo de ataques. Além disso, ela enfatizou a classificação do Hamas como uma organização terrorista que busca legitimidade por meio de reivindicações enganosas.

As reações à declaração da senadora foram intensas, com o deputado federal Nikolas Ferreira, do PL de Minas Gerais, classificando suas palavras como “ser desprezível”. Nas redes sociais, ele expressou sua indignação com a sugestão de que as práticas religiosas dos cristãos se assemelham ao terrorismo devido à simples atitude de orar com a Bíblia em mãos. A polêmica continua a atrair a atenção pública e a gerar debates acalorados sobre liberdade religiosa e o uso de comparações extremas no cenário político brasileiro.

Partido brasileiro fica do lado de grupo terrorista e diz ser “1.000% Hamas”

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Rui Costa expressou sua posição, sendo respaldado pelo perfil oficial do partido nas redes sociais.

O Partido da Causa Operária (PCO) surpreendeu ao usar as redes sociais para declarar seu total apoio ao grupo terrorista Hamas durante os recentes ataques contra Israel ocorridos no último sábado (7). Liderado por Rui Costa Pimenta, o partido de extrema-esquerda não economizou nas palavras, afirmando que seu apoio não é de apenas 100%, mas sim de “1.000%”.

Para o PCO, essa postura é uma resposta à hipocrisia política que, segundo eles, poderia resultar em um novo massacre e no completo esmagamento da população palestina. Rui Costa expressou sua posição, sendo respaldado pelo perfil oficial do partido nas redes sociais.

Além desse apoio enfático, o PCO também se posicionou contra a rotulação de “terroristas” para os palestinos e, em outra publicação, descreveu o dia dos ataques como “histórico”, ao mesmo tempo que clamou pelo “fim de Israel”. Essas declarações provocaram intensos debates e controvérsias, destacando a complexidade da questão do Oriente Médio no cenário político internacional.

Milei diz que não vai aderir à Agenda 2023 da ONU e ao Acordo de Paris

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Em meio às discussões sobre políticas ambientais, Milei anunciou que, se eleito, o país não aderirá à Agenda 2030 e ao Acordo de Paris

Candidato à Presidência da Argentina, Javier Milei, do partido A Liberdade Avança, surpreendeu durante o debate pré-eleitoral realizado no último domingo (8). Em meio às discussões sobre políticas ambientais, Milei anunciou que, se eleito, o país não aderirá à Agenda 2030 e ao Acordo de Paris.

Milei, que foi o candidato mais votado nas primárias argentinas em agosto, enfatizou sua oposição ao que ele chamou de “marxismo cultural” e “decadência”, afirmando que seu governo não seguirá os compromissos internacionais estabelecidos por essas agendas globais. O debate, que ocorreu na Faculdade de Direito da Universidade de Buenos Aires (UBA), marcou o segundo confronto entre os cinco candidatos presidenciais, sendo o primeiro realizado em 1º de outubro

Um dos momentos mais acalorados do debate ocorreu quando Milei foi questionado sobre suas posições em relação às mudanças climáticas e ao feminicídio pela candidata esquerdista Myriam Bregman, que os descreveu como “negacionistas”. Milei negou ser um negacionista das mudanças climáticas, argumentando que a história da Terra já testemunhou ciclos de temperaturas e que o atual é o quinto, acrescentando que as políticas que culpam os seres humanos pelas mudanças climáticas são falsas.

Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, adotados pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 2015, e o Acordo de Paris, negociado em 2015 por 195 países, são tratados internacionais que buscam abordar questões ambientais, sociais e econômicas, incluindo o combate às mudanças climáticas. Atualmente, a Argentina é signatária de ambos os tratados.

‘Não existe Supremo acima de tudo e de todos’, diz senador

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Entre essas propostas, destaca-se a PEC 16/2019, de autoria do senador Plínio Valério (PSDB-AM), que propõe fixar mandatos de oito anos, não renováveis, para os ministros do STF, além de estabelecer prazos para indicação e sabatina dos escolhidos

O Senado Federal tem sido palco de um debate fervoroso nas últimas semanas, com parlamentares apresentando Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que buscam reformar o Supremo Tribunal Federal (STF). Entre essas propostas, destaca-se a PEC 16/2019, de autoria do senador Plínio Valério (PSDB-AM), que propõe fixar mandatos de oito anos, não renováveis, para os ministros do STF, além de estabelecer prazos para indicação e sabatina dos escolhidos. Embora controversa, Valério nega que a PEC seja movida por “revanchismo” e argumenta que visa aprimorar o funcionamento do Supremo.

Plínio Valério defende que a proposta traria agilidade ao processo de nomeação de ministros, evitando prolongadas negociações. Segundo ele, a ideia é evitar que ministros se sintam intocáveis devido à longa permanência no cargo, citando exemplos de ministros que, em sua opinião, exageraram em suas atuações. O senador também enfatiza que a PEC não afetaria os atuais ministros, que permaneceriam até os 75 anos, mas sim os futuros indicados.

Embora a PEC de Valério seja uma das várias propostas em discussão no Senado, ele acredita que, eventualmente, o relator unificará as diferentes ideias em um único texto. No entanto, o senador reconhece que a aprovação da proposta não é iminente, dado o atual cenário político.

Michelle Bolsonaro vai ajudar PL a eleger 1.000 prefeitos e formar base para 2026

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Michelle Bolsonaro, que atualmente recebe um salário de R$ 30 mil, desempenha um papel crucial na organização de eventos em todo o país, cujo objetivo principal é fomentar candidaturas femininas

Desde o início deste ano, o Partido Liberal (PL) experimentou um considerável aumento em sua base de filiados, somando um total de 43 mil novos membros. Notavelmente, desse contingente, 14 mil são mulheres, conforme revelou a coluna Painel da Folha de São Paulo.

A ascensão inesperada de novos correligionários deixou membros da legenda atônitos, atribuindo esse fenômeno ao fenômeno do bolsonarismo e, sobretudo, à influência da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Michelle Bolsonaro, que atualmente recebe um salário de R$ 30 mil, desempenha um papel crucial na organização de eventos em todo o país, cujo objetivo principal é fomentar candidaturas femininas. Em uma demonstração de ousadia política, o PL estabeleceu a ambiciosa meta de eleger mil prefeitos para o ano de 2024.