“Estamos vivendo em uma ditadura”, diz Jordy após sofrer busca e apreensão

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Em sua declaração, o deputado expressou surpresa e indignação com a ação

O deputado Carlos Jordy (PL-RJ), líder da oposição na Câmara reagiu à operação da Polícia Federal que fez buscas em seu gabinete e residências nesta quinta (18), em sua declaração, o deputado expressou surpresa e indignação com a ação. Jordy qualificou o mandado de busca e apreensão, expedido pelo ministro Alexandre de Moraes, como evidência de uma “ditadura”. Ele negou ter incentivado ou apoiado atos antidemocráticos, referindo-se especificamente aos eventos de 8 de janeiro, e afirmou não ter participado de nenhuma atividade nos quartéis-generais.

O parlamentar também enfatizou a ausência de provas contra ele, alegando não existirem postagens ou evidências que justifiquem a medida. A Operação Lesa Pátria, conforme divulgado anteriormente, tem como objetivo identificar indivíduos envolvidos no planejamento, financiamento e incitação de atos entre outubro de 2022 e início de 2023.

A Polícia Federal, em comunicado, informou que foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão, autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A investigação busca apurar supostos crimes como abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. Jordy é investigado por suposto contato com pessoas envolvidas nos atos de 8 de janeiro, com mensagens trocadas sendo parte da investigação.

Pior prefeito de capital do Brasil é do PSOL, de Boulos

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A administração de Edmilson Rodrigues em Belém tem sido marcada por diversos desafios e críticas

O pior prefeito de uma capital do Brasil é de esquerda. Edmilson Rodrigues, do PSOL, enfrenta uma significativa desaprovação, marcando 71,3% segundo pesquisa do Paraná Pesquisas. Este índice coloca Rodrigues como o prefeito mais mal avaliado entre as capitais pesquisadas. Este dado vem à tona em um momento político delicado, em que a esquerda brasileira, apesar do retorno de Lula ao Palácio do Planalto, busca reconquistar espaço após os resultados das eleições municipais de 2020, onde não obteve êxito nas principais metrópoles.

A administração de Edmilson Rodrigues em Belém tem sido marcada por diversos desafios e críticas. Problemas como a má articulação política, inchaço da máquina administrativa, e falhas em serviços essenciais como a zeladoria urbana têm sido frequentes. Greves de servidores devido a salários atrasados ou demanda por melhores condições de trabalho adicionam-se ao cenário de dificuldades enfrentadas pelo prefeito. Além disso, Rodrigues encontra-se em uma posição isolada, com dificuldades de diálogo tanto com o governo estadual quanto com a Câmara Municipal, e enfrenta divisões internas em seu próprio partido, o PSOL.

Enquanto a gestão em Belém enfrenta estes problemas, o desempenho da prefeitura tem repercussões em outras regiões do país. Em São Paulo, por exemplo, a imagem do prefeito Edmilson Rodrigues é utilizada por adversários políticos para criticar e questionar a capacidade de gestão do PSOL, influenciando a percepção pública em relação a outros candidatos do partido, como Guilherme Boulos. Este cenário reflete a complexidade e os desafios enfrentados pela esquerda brasileira nas grandes cidades, onde a performance de uma administração pode ter impactos significativos tanto local quanto nacionalmente.

8 de janeiro: Assista o 4º episódio do documentário que revela a verdade (vídeo)

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“Lula é um camarada do povo”, disse Valdemar Costa Neto em entrevista (vídeo)

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Sérgio Lima/Poder360 - 28.nov.2023

Por Tribuna 5/ You Tube

Lula endurece norma para transferência de recursos da Saúde e pode azedar de vez relação com o Centrão

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Essa decisão, tomada pelo Ministério da Saúde sob a gestão de Nísia Trindade, resultou na interrupção de transferências para municípios no final do ano

A relação do Governo Lula com o Centrão pode azedar de vez já no início de 2024. Isso por que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT), implementou novos critérios para a transferência de verbas orçamentárias destinadas à saúde, apadrinhadas por parlamentares. 

Essa decisão, tomada pelo Ministério da Saúde sob a gestão de Nísia Trindade, resultou na interrupção de transferências para municípios no final do ano. As alterações, introduzidas por uma portaria datada de 19 de dezembro, têm causado um crescente descontentamento no Congresso Nacional.

A verba afetada pela nova norma é parte de uma cota parlamentar, embora não seja formalmente classificada como emenda parlamentar. Esses recursos são frequentemente utilizados como ferramenta de negociação pelo governo com a Câmara dos Deputados e o Senado. A mudança na regulamentação pela pasta da Saúde tem impedido o cumprimento de compromissos previamente acordados com parlamentares, que em dezembro votaram favoravelmente em pautas consideradas prioritárias para o governo Lula.

O Ministério da Saúde justificou a mudança alegando um aumento no orçamento no fim do ano, o que exigiu a revisão dos prazos e procedimentos. Entretanto, muitas propostas submetidas ao ministério ao longo do ano não foram atendidas, em grande parte devido à insuficiência orçamentária ou dificuldades técnicas. Além disso, uma das alterações introduzidas agora exige uma aprovação prévia por uma comissão intergestores, aumentando a burocracia para a liberação dos recursos.

Este cenário tem gerado reclamações de congressistas de diversos espectros políticos, que se queixam da incapacidade de atender às novas exigências a tempo de garantir a chegada dos recursos aos prefeitos antes do final do ano. Além disso, há críticas sobre o empenho de quantias inferiores às acordadas. O relacionamento já tenso entre o Executivo e o Legislativo, marcado por críticas ao longo de 2023, especialmente com a Câmara, parece se agravar com essas mudanças. Parlamentares esperam abordar a questão com o governo assim que o ano legislativo iniciar em fevereiro.

As mudanças também afetam a figura de Alexandre Padilha, ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, responsável pela articulação política do governo. Há insatisfação com sua atuação e a dos líderes do governo no Congresso, aumentando a pressão por mudanças nessas posições para melhorar a relação entre os poderes.

Ricardo Nunes se une ao PT na “Operação Abafa” contra a CPI que investigará o padre Julio Lancelotti

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De acordo com informações veiculadas pela Folha de S. Paulo, o prefeito enfatizou que tal investigação contra o padre Lancellotti não contribuiria para o progresso da cidade

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), se uniu a vereadores do PT na Câmara Municipal para barrar a CPI que pretende investigar o padre Julio Lancelotti. Em um encontro com vereadores aliados, Nunes expressou sua posição contrária à instauração da Comissão Parlamentar de Inquérito direcionada às ONGs.

De acordo com informações veiculadas pela Folha de S. Paulo, o prefeito enfatizou que tal investigação contra o padre Lancellotti não contribuiria para o progresso da cidade. Nunes também se comprometeu a declarar, se convocado, que não existem contratos vigentes entre a prefeitura e o padre. Além disso, mencionou a falta de apoio político necessário para a efetivação da CPI. Na semana anterior, sete vereadores de partidos aliados recuaram do apoio à comissão, refletindo a divisão de opiniões sobre o tema.

O vereador Manoel del Rio (PT) solicitou a remoção de sua assinatura do pedido de CPI, alegando ter assinado por engano. Ele reiterou seu apoio a Padre Júlio Lancellotti, destacando-o como um defensor dos mais necessitados, em uma declaração via X, plataforma substituta do antigo Twitter.  Para ser aprovada, a proposta requer votos favoráveis em duas etapas distintas, cada uma necessitando de pelo menos 28 votos.

Nikolas esclarece que é falso que Flávio Bolsonaro “sentou em cima” do PL que proíbe saidinhas. Entenda

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Ferreira atribuiu a demora na progressão do projeto a manobras de obstrução por outros membros do Senado, e não a uma suposta negligência de Bolsonaro.

O deputado Nikolas Ferreira utilizou sua conta no Twitter nesta trerça (9) para destruir uma narrativa falsa da esquerda sobre a tramitação do projeto de lei que visa proibir as “saidinhas” temporárias de presos no Brasil. 

Segundo ele, críticas infundadas foram dirigidas ao senador Flávio Bolsonaro, acusando-o de atrasar o processo. Ferreira destacou que Flávio, na realidade, agiu com agilidade como relator do projeto.

Nikolas Ferreira desmentiu alegações que apontavam o senador Flávio Bolsonaro como responsável pelo atraso na tramitação do projeto de lei. De acordo com o parlamentar, Flávio Bolsonaro recebeu a relatoria em 25 de maio de 2023 e, em menos de um mês, emitiu seu parecer. Ferreira atribuiu a demora na progressão do projeto a manobras de obstrução por outros membros do Senado, e não a uma suposta negligência de Bolsonaro.

O deputado reforçou que sua cobrança foi direcionada ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, por ele deter o poder de definir a agenda de votações. Ferreira frisou a importância de Pacheco em pautar o projeto com urgência, independente da necessidade de passar por comissões adicionais. Ele finalizou reiterando seu compromisso em não politizar tragédias e enfatizou que seu posicionamento reflete apenas preocupações com a segurança pública nacional.

Confira a lista de governadores que deixaram Lula no vácuo e não foram no evento do 8 de janeiro

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Confira a lista de governadores que deixaram Lula no vácuo e não foram no evento do 8 de janeiro

A cerimônia realizada por Lula na última segunda-feira (8), no Congresso Nacional, para relembrar um ano dos acontecimentos de 8 de janeiro de 2023, destacou-se mais pela ausência do que pela presença de governadores do Brasil. Em um sinal evidente de não adesão à narrativa política do petista, a maioria dos 27 governadores do país não estiveram presentes no evento, deixando cadeiras vazias e muitas perguntas no ar.

Entre os líderes estaduais mais proeminentes que optaram por não comparecer estavam Tarcísio de Freitas, de São Paulo; Cláudio Castro, do Rio de Janeiro; e Romeu Zema, de Minas Gerais. Zema, inclusive, inicialmente planejava participar, conforme indicado em sua agenda oficial, mas recuou na última hora, citando o caráter político do evento como motivo para sua ausência.

A região Sul e Sudeste do Brasil, consideradas polos econômicos e políticos do país, tiveram uma presença tímida. Dos sete governadores dessas regiões, somente dois – Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, e Renato Casagrande, do Espírito Santo – marcaram presença. 

Já no Centro-Oeste, a ausência foi total. Por outro lado, a região Norte teve representação simbólica com a presença dos governadores do Pará, Helder Barbalho, e do Amapá, Clécio Luís.

Contrastando com o restante do país, a Região Nordeste mostrou um engajamento maior, com oito dos nove governadores presentes. A exceção foi o governador de Alagoas, Paulo Dantas, que enviou seu vice, Ronaldo Lessa, para representá-lo. 

Veja a lista:

Governadores ausentes

Tarcísio de Freitas (São Paulo)
Jorginho Mello (Santa Catarina)
Ratinho Júnior (Paraná)
Ibaneis Rocha (Distrito Federal)
Ronaldo Caiado (Goiás)
Cláudio Castro (Rio de Janeiro)
Gladson Cameli (Acre)
Mauro Mendes (Mato Grosso)
Antonio Denarium (Roraima)
Eduardo Riedel (Mato Grosso do Sul)
Wilson Lima (Amazonas)
Romeu Zema (Minas Gerais)
Marcos Rocha (Rondônia)
Wanderlei Barbosa (Tocantins)
Paulo Dantas (Alagoas)

Governadores presentes

Renato Casagrande (Espírito Santo)
Eduardo Leite (Rio Grande do Sul)
Clécio Luis (Amapá)
Helder Barbalho (Pará)
Fábio Mitidieri (Sergipe)
João Azevedo (Paraíba)
Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte)
Jerônimo Rodrigues (Bahia)
Elmano de Freitas (Ceará)
Carlos Brandão (Maranhão)
Raquel Lyra (Pernambuco)
Rafael Fonteles (Piauí)

Assista antes que tirem do ar. Nikolas lança documentário contrapondo narrativas petistas sobre o 8/1

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Moraes ‘se assume como vítima’ e não pode julgar atos de 8 de Janeiro, diz Valdemar Costa Neto

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Segundo Costa Neto, a revelação por parte de Moraes de um suposto plano contra ele durante as invasões poderia comprometer sua neutralidade como julgador

Valdemar Costa Neto, presidente do Partido Liberal (PL), levantou dúvidas sobre a imparcialidade do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em relação aos eventos do dia 8 de janeiro de 2023. Em declarações recentes, Costa Neto questionou as declarações de Moraes se colocando como “vítima” no contexto dos atos ocorridos em Brasília, onde manifestantes invadiram os três poderes.

Segundo Costa Neto, a revelação por parte de Moraes de um suposto plano contra ele durante as invasões poderia comprometer sua neutralidade como julgador. Ele argumenta que, ao se colocar como parte do processo, Moraes violaria o princípio constitucional que impede que uma pessoa envolvida diretamente em um caso atue como seu juiz. 

O presidente do PL expressou sua preocupação com a integridade dos julgamentos relacionados aos eventos de janeiro, sugerindo que a posição de Moraes poderia levar a decisões questionáveis.

Em entrevista, Moraes detalhou uma narrativa de ameaças e planos violentos que teriam sido direcionados contra ele por alguns dos manifestantes mais radicais. Ele relatou planos que incluíam sua prisão e até mesmo execução.

A decisão da ministra Rosa Weber de designar Moraes como relator do processo sobre as invasões gerou críticas, pelo desrespeito ao princípio do juiz natural e à livre distribuição dos processos, fundamentos essenciais da justiça imparcial.