“Nunca me beneficiei de espionagem” , disse Flávio Bolsonaro a CNN

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Senador Rogério Marinho e a situação do Jordy e Ramagem (vídeo)

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Mantida ação penal contra ex-vereador Gabriel Monteiro por difamação de médico

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O caso teve início em novembro de 2021, quando o então vereador e sua equipe de segurança foram à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Senador Camará, localizada na capital fluminense, para uma suposta fiscalização

O vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Og Fernandes, no exercício da presidência, indeferiu liminar em habeas corpus requerida pela defesa do ex-vereador do Rio de Janeiro Gabriel Monteiro e manteve a ação penal em que ele é acusado de difamar um médico.

O caso iniciou-se em novembro de 2021, quando o então vereador e sua equipe de segurança foram à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Senador Camará, localizada na capital fluminense, para uma suposta fiscalização. Em vídeos gravados para as redes sociais, Gabriel Monteiro teria dado voz de prisão e acusado publicamente o profissional de saúde – então lotado naquela unidade – de não estar trabalhando no horário de seu plantão.

A defesa do ex-vereador argumentou que o médico não compareceu a uma audiência, agendada com três meses de antecedência, e que o juiz de primeiro grau se limitou a remarcá-la. Por esse motivo, em habeas corpus requerido ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), ela pediu o trancamento da ação penal, alegando perempção (abandono da ação pelo autor, o que o impediria de entrar com o mesmo processo novamente).

Após a negativa da corte estadual, um novo habeas corpus foi impetrado no STJ, requerendo o trancamento da ação ou a suspensão da nova audiência.

Falta do autor em audiência não configurou hipótese de perempção

De acordo com Og Fernandes, o acórdão do TJRJ foi adequadamente fundamentado – inclusive quanto à demonstração de que o médico justificou sua falta à audiência –, não havendo razão para o trancamento da ação penal.

Ao analisar o processo, o vice-presidente do STJ observou que o médico pediu que seu depoimento fosse tomado por videoconferência, mas a solicitação só foi indeferida na véspera da audiência. Sobre esse ponto, o ministro destacou a conclusão da corte estadual de que não se caracterizou falta injustificada a ato processual, que seria uma hipótese de perempção.

“Não se percebem, portanto, os requisitos para a concessão do pedido liminar, já que ausente constrangimento ilegal verificado de plano”, finalizou Og Fernandes ao indeferir a medida urgente.

A análise mais aprofundada das alegações da defesa caberá à Sexta Turma, no julgamento definitivo do habeas corpus, sob a relatoria do ministro Antonio Saldanha Palheiro.

Esta notícia refere-se ao(s) processo(s):HC 884445

Trump vence mais uma

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Em seu discurso para apoiadores, Trump expressou satisfação com os resultados recentes e se posicionou como o candidato mais forte do Partido Republicano para enfrentar as eleições de novembro

Na terça-feira (23), o ex-presidente Donald Trump celebrou sua vitória na primária do Partido Republicano em New Hampshire, superando a ex-embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley. Com a apuração de aproximadamente 50% dos votos, Trump obteve uma margem de quase 10 pontos percentuais à frente de Haley, alcançando 54,1% dos votos contra 44,5% da concorrente. Este resultado marca a segunda vitória consecutiva de Trump nas primárias republicanas, após o início do processo eleitoral na segunda-feira da semana anterior (15), em Iowa.

Em seu discurso para apoiadores, Trump expressou satisfação com os resultados recentes e se posicionou como o candidato mais forte do Partido Republicano para enfrentar as eleições de novembro. Na primeira disputa das primárias, em Iowa, Trump já havia liderado com 51% dos votos, seguido por Ron DeSantis, governador da Flórida, que posteriormente desistiu da disputa e declarou apoio a Trump. Nikki Haley havia ficado em terceiro lugar em Iowa, com 19,1% dos votos.

Uma pesquisa realizada pelo Centro de Estudos Políticos Americanos da Universidade de Harvard em parceria com a Harris Insights and Analytics, divulgada na segunda-feira (22), aponta que Trump teria uma vantagem de sete pontos percentuais sobre o atual presidente Joe Biden em um eventual confronto eleitoral em novembro, com 48% das intenções de voto contra 41% de Biden. Durante seu discurso, Trump criticou a performance e o otimismo de Haley, bem como fez comentários desfavoráveis a Biden, reforçando sua confiança para a disputa presidencial.

Valdemar da Costa segue se defendendo sobre a comparação feita por ele entre Lula e Bolsonaro (vídeo)

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Talíria comenta ao descobrir o mandante da morte de Mariele (vídeo)

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2024: O ano de passar raiva na esquerda

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Em seu discurso, Milei enfatizou o papel do Estado em garantir a liberdade e a justiça para todos os cidadãos, mencionando a Constituição Nacional que determina a garantia dos benefícios da liberdade para todos os habitantes da nação

O Presidente da Argentina, Javier Milei, proclamou nesta segunda-feira (22) o ano de 2024 como o “ano da Defesa da Vida, da Liberdade e da Propriedade”. A declaração foi feita por meio de um decreto publicado no Diário Oficial da República Argentina, ressaltando esses três pilares como fundamentais para a nação.

Milei, ao fundamentar sua decisão, remeteu a documentos históricos como a Declaração de Direitos da Virgínia de 1776 e a Constituição Nacional Argentina de 1853. Ele destacou a importância de tais documentos na formação dos princípios democráticos e liberais que rege sua administração. Em seu discurso, Milei enfatizou o papel do Estado em garantir a liberdade e a justiça para todos os cidadãos, mencionando a Constituição Nacional que determina a garantia dos benefícios da liberdade para todos os habitantes da nação.

O presidente argentino também abordou temas relacionados ao liberalismo e ao libertarianismo, citando Alberto Benegas Lynch, uma figura influente em seu pensamento político. Milei reiterou sua visão de um liberalismo baseado no respeito ao projeto de vida dos outros, na não agressão e na defesa dos direitos à vida, à liberdade e à propriedade. Ele argumentou que estas são as bases para a propriedade privada, mercados livres de intervenção estatal, livre concorrência, divisão do trabalho e cooperação social. Este anúncio segue seu recente discurso no Fórum de Davos, onde Milei destacou os benefícios do capitalismo e alertou sobre os riscos do coletivismo.

Lula sanciona Lei que destina R$ 5 bilhões para serem torrados nas campanhas eleitorais de 2024

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O Fundo Eleitoral, implementado em 2018, é composto por recursos públicos e tem a finalidade de financiar as atividades de campanha dos candidatos a prefeito e vereador

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta segunda-feira (22) o novo Fundo Eleitoral destinado às campanhas municipais. O valor aprovado pelo Congresso Nacional é de R$ 5 bilhões, marcando um significativo aumento em comparação aos R$ 2 bilhões destinados na última disputa municipal, que ocorreu em 2020.

O Fundo Eleitoral, implementado em 2018, é composto por recursos públicos e tem a finalidade de financiar as atividades de campanha dos candidatos a prefeito e vereador. A última eleição municipal contou com um fundo de R$ 2 bilhões, que, ajustado pela inflação, representaria hoje cerca de R$ 2,5 bilhões. A nova quantia sancionada representa, portanto, um aumento expressivo em relação ao valor corrigido.

Antes de 2015, o financiamento de campanhas eleitorais no Brasil contava com contribuições significativas de grandes empresas, incluindo bancos e empreiteiras. No entanto, uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu doações empresariais para campanhas, argumentando que o financiamento por parte de grandes corporações poderia desequilibrar o processo democrático. Desde então, o financiamento público por meio do Fundo Eleitoral tornou-se uma das principais fontes para as campanhas políticas no país.

Petistas atacam a imprensa por cobertura do evento nem Abreu e Lima

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No encontro, Gleisi Hoffmann afirmou que os jornais mencionados têm um histórico de “entreguismo e subserviência a interesses estrangeiros”, referindo-se às publicações como “editoriais raivosos” sobre o evento

A presidente do PT e deputada federal Gleisi Hoffmann criticou, neste domingo (21), a abordagem de veículos de imprensa, em especial a Folha de S.Paulo, O Globo e O Estado de São Paulo, em relação à cobertura do evento sobre a retomada da Refinaria Abreu e Lima. O evento, que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reviveu discussões sobre episódios da Operação Lava Jato. Durante o evento, Lula comentou sobre a operação, mencionando uma suposta colaboração entre juízes brasileiros e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

No encontro, Gleisi Hoffmann afirmou que os jornais mencionados têm um histórico de “entreguismo e subserviência a interesses estrangeiros”, referindo-se às publicações como “editoriais raivosos” sobre o evento. Ela relembrou diversas ocasiões desde 1953, nas quais esses veículos apoiaram privatizações de grandes empresas brasileiras como CSN, Vale, BR Distribuidora e Eletrobras. A deputada também acusou os jornais de serem cúmplices do ex-juiz Sergio Moro, a quem atribuiu a responsabilidade por prejudicar a indústria nacional de engenharia, óleo e gás.

Paulo Pimenta, Ministro da Secretaria de Comunicação Social do Palácio do Planalto, também expressou críticas à imprensa. Ele alegou existir uma “sincronia e articulação” dos veículos de mídia para impedir que o Brasil se torne líder no setor de petróleo e gás. Pimenta destacou o que ele chama de resistência da grande mídia em aceitar a retomada do controle brasileiro na política energética e tentativa de proteger as privatizações, apresentando-as como “modernas e eficientes”.

Aprovação de políticos apoiados por Bolsonaro sinaliza nova onda que vai engolir a esquerda em 2024

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Esses indicadores sugerem um cenário competitivo e dinâmico para o pleito deste ano

À medida que as eleições de 2024 se aproximam, a importância dos cabos eleitorais e a influência de figuras políticas locais ganham destaque no cenário eleitoral brasileiro. Pesquisas de opinião revelam uma tendência de aprovação elevada para governadores aliados ao ex-presidente Jair Bolsonaro, especialmente nas regiões Centro-Oeste e Sul do país. Esses indicadores sugerem um cenário competitivo e dinâmico para o pleito deste ano.

Segundo levantamentos recentes, governadores de estados como Goiás, Mato Grosso e Paraná apresentam altos índices de aprovação. Ronaldo Caiado (União Brasil) de Goiás, Mauro Mendes (MT) do Mato Grosso e Ratinho Jr. (PR) do Paraná estão entre os mais bem avaliados, com aprovações que ultrapassam os 70%. Além deles, Jorginho Mello (SC), Antonio Denarium (RR) e Wanderlei Barbosa (TO) também demonstram forte aceitação entre os eleitores. Em contrapartida, governadores como Wilson Lima (AM), Tarcísio de Freitas (SP), Romeu Zema (MG) e Ibaneis Rocha (DF) mantêm uma média acima de 56% de aprovação.

Por outro lado, uma pesquisa realizada pelo instituto Futura Inteligência aponta desafios significativos para a esquerda nas eleições municipais, particularmente nas maiores capitais do país. O estudo, que abrangeu 15 capitais estaduais, mostra que a esquerda não é a preferência ideológica majoritária em nenhuma delas. Em oito capitais, a maioria dos entrevistados indicou não ter preferência ideológica definida, enquanto nas outras sete, a direita aparece como a tendência política mais popular. Florianópolis é a única capital onde a esquerda surge como segundo posicionamento mais comum, com 23,3% de preferência. Esses dados revelam um cenário desafiador para os partidos de esquerda nas próximas eleições municipais.