Talíria comenta ao descobrir o mandante da morte de Mariele (vídeo)

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Por Tribuna 5/ You Tube

2024: O ano de passar raiva na esquerda

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Em seu discurso, Milei enfatizou o papel do Estado em garantir a liberdade e a justiça para todos os cidadãos, mencionando a Constituição Nacional que determina a garantia dos benefícios da liberdade para todos os habitantes da nação

O Presidente da Argentina, Javier Milei, proclamou nesta segunda-feira (22) o ano de 2024 como o “ano da Defesa da Vida, da Liberdade e da Propriedade”. A declaração foi feita por meio de um decreto publicado no Diário Oficial da República Argentina, ressaltando esses três pilares como fundamentais para a nação.

Milei, ao fundamentar sua decisão, remeteu a documentos históricos como a Declaração de Direitos da Virgínia de 1776 e a Constituição Nacional Argentina de 1853. Ele destacou a importância de tais documentos na formação dos princípios democráticos e liberais que rege sua administração. Em seu discurso, Milei enfatizou o papel do Estado em garantir a liberdade e a justiça para todos os cidadãos, mencionando a Constituição Nacional que determina a garantia dos benefícios da liberdade para todos os habitantes da nação.

O presidente argentino também abordou temas relacionados ao liberalismo e ao libertarianismo, citando Alberto Benegas Lynch, uma figura influente em seu pensamento político. Milei reiterou sua visão de um liberalismo baseado no respeito ao projeto de vida dos outros, na não agressão e na defesa dos direitos à vida, à liberdade e à propriedade. Ele argumentou que estas são as bases para a propriedade privada, mercados livres de intervenção estatal, livre concorrência, divisão do trabalho e cooperação social. Este anúncio segue seu recente discurso no Fórum de Davos, onde Milei destacou os benefícios do capitalismo e alertou sobre os riscos do coletivismo.

Lula sanciona Lei que destina R$ 5 bilhões para serem torrados nas campanhas eleitorais de 2024

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O Fundo Eleitoral, implementado em 2018, é composto por recursos públicos e tem a finalidade de financiar as atividades de campanha dos candidatos a prefeito e vereador

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta segunda-feira (22) o novo Fundo Eleitoral destinado às campanhas municipais. O valor aprovado pelo Congresso Nacional é de R$ 5 bilhões, marcando um significativo aumento em comparação aos R$ 2 bilhões destinados na última disputa municipal, que ocorreu em 2020.

O Fundo Eleitoral, implementado em 2018, é composto por recursos públicos e tem a finalidade de financiar as atividades de campanha dos candidatos a prefeito e vereador. A última eleição municipal contou com um fundo de R$ 2 bilhões, que, ajustado pela inflação, representaria hoje cerca de R$ 2,5 bilhões. A nova quantia sancionada representa, portanto, um aumento expressivo em relação ao valor corrigido.

Antes de 2015, o financiamento de campanhas eleitorais no Brasil contava com contribuições significativas de grandes empresas, incluindo bancos e empreiteiras. No entanto, uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu doações empresariais para campanhas, argumentando que o financiamento por parte de grandes corporações poderia desequilibrar o processo democrático. Desde então, o financiamento público por meio do Fundo Eleitoral tornou-se uma das principais fontes para as campanhas políticas no país.

Petistas atacam a imprensa por cobertura do evento nem Abreu e Lima

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No encontro, Gleisi Hoffmann afirmou que os jornais mencionados têm um histórico de “entreguismo e subserviência a interesses estrangeiros”, referindo-se às publicações como “editoriais raivosos” sobre o evento

A presidente do PT e deputada federal Gleisi Hoffmann criticou, neste domingo (21), a abordagem de veículos de imprensa, em especial a Folha de S.Paulo, O Globo e O Estado de São Paulo, em relação à cobertura do evento sobre a retomada da Refinaria Abreu e Lima. O evento, que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reviveu discussões sobre episódios da Operação Lava Jato. Durante o evento, Lula comentou sobre a operação, mencionando uma suposta colaboração entre juízes brasileiros e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

No encontro, Gleisi Hoffmann afirmou que os jornais mencionados têm um histórico de “entreguismo e subserviência a interesses estrangeiros”, referindo-se às publicações como “editoriais raivosos” sobre o evento. Ela relembrou diversas ocasiões desde 1953, nas quais esses veículos apoiaram privatizações de grandes empresas brasileiras como CSN, Vale, BR Distribuidora e Eletrobras. A deputada também acusou os jornais de serem cúmplices do ex-juiz Sergio Moro, a quem atribuiu a responsabilidade por prejudicar a indústria nacional de engenharia, óleo e gás.

Paulo Pimenta, Ministro da Secretaria de Comunicação Social do Palácio do Planalto, também expressou críticas à imprensa. Ele alegou existir uma “sincronia e articulação” dos veículos de mídia para impedir que o Brasil se torne líder no setor de petróleo e gás. Pimenta destacou o que ele chama de resistência da grande mídia em aceitar a retomada do controle brasileiro na política energética e tentativa de proteger as privatizações, apresentando-as como “modernas e eficientes”.

Aprovação de políticos apoiados por Bolsonaro sinaliza nova onda que vai engolir a esquerda em 2024

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Esses indicadores sugerem um cenário competitivo e dinâmico para o pleito deste ano

À medida que as eleições de 2024 se aproximam, a importância dos cabos eleitorais e a influência de figuras políticas locais ganham destaque no cenário eleitoral brasileiro. Pesquisas de opinião revelam uma tendência de aprovação elevada para governadores aliados ao ex-presidente Jair Bolsonaro, especialmente nas regiões Centro-Oeste e Sul do país. Esses indicadores sugerem um cenário competitivo e dinâmico para o pleito deste ano.

Segundo levantamentos recentes, governadores de estados como Goiás, Mato Grosso e Paraná apresentam altos índices de aprovação. Ronaldo Caiado (União Brasil) de Goiás, Mauro Mendes (MT) do Mato Grosso e Ratinho Jr. (PR) do Paraná estão entre os mais bem avaliados, com aprovações que ultrapassam os 70%. Além deles, Jorginho Mello (SC), Antonio Denarium (RR) e Wanderlei Barbosa (TO) também demonstram forte aceitação entre os eleitores. Em contrapartida, governadores como Wilson Lima (AM), Tarcísio de Freitas (SP), Romeu Zema (MG) e Ibaneis Rocha (DF) mantêm uma média acima de 56% de aprovação.

Por outro lado, uma pesquisa realizada pelo instituto Futura Inteligência aponta desafios significativos para a esquerda nas eleições municipais, particularmente nas maiores capitais do país. O estudo, que abrangeu 15 capitais estaduais, mostra que a esquerda não é a preferência ideológica majoritária em nenhuma delas. Em oito capitais, a maioria dos entrevistados indicou não ter preferência ideológica definida, enquanto nas outras sete, a direita aparece como a tendência política mais popular. Florianópolis é a única capital onde a esquerda surge como segundo posicionamento mais comum, com 23,3% de preferência. Esses dados revelam um cenário desafiador para os partidos de esquerda nas próximas eleições municipais.

Após fala “nazista” contra judeus, Genoíno é denunciado no Ministério Público por racismo

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Na denúncia, Guto Zacarias ressalta a gravidade das declarações de Genoíno, associando-as à perseguição histórica sofrida pela comunidade judaica, particularmente na Alemanha sob o regime de Adolf Hitler

O deputado estadual Guto Zacarias (União-SP) apresentou uma denúncia no Ministério Público contra o ex-deputado federal e ex-presidente do PT, José Genoíno, após este último fazer declarações sugerindo o boicote contra “empresas de judeus”. A iniciativa de Zacarias foi confirmada por ele mesmo em suas redes sociais, ocorrendo em resposta às falas de Genoíno durante uma transmissão ao vivo no último sábado, dia 20.

Na denúncia, Guto Zacarias ressalta a gravidade das declarações de Genoíno, associando-as à perseguição histórica sofrida pela comunidade judaica, particularmente na Alemanha sob o regime de Adolf Hitler. Ele recorda que, naquela época, o boicote a negócios judaicos foi um prelúdio para medidas cada vez mais severas, culminando no Holocausto que resultou na morte de cerca de 6 milhões de judeus. O deputado estadual enfatiza a importância de combater o racismo e a intolerância religiosa em São Paulo, conforme publicado por ele na rede social X, anteriormente conhecida como Twitter.

O contexto das declarações de José Genoíno envolveu a sugestão de boicote a “determinadas empresas de judeus” e “empresas vinculadas ao estado de Israel”. A fala do ex-presidente do PT ocorreu durante uma live, gerando reações imediatas no cenário político. A denúncia de Zacarias busca não apenas responder a essas declarações, mas também reafirmar o compromisso com o respeito e a tolerância em uma sociedade diversa.

EP 06 – Nilma: desconhecida dentro de casa (vídeo)

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PT de mãos dadas com Maluf

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A campanha de Nunes busca destacar a complexidade das alianças políticas em São Paulo, evidenciando o apoio de Maluf a Haddad em 2012

A campanha de reeleição do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, do MDB, está implementando estratégias para contrapor as acusações do PT e do PSOL de alinhamento com setores antidemocráticos. Esta ação ocorre em resposta ao apoio recebido pelo prefeito do ex-presidente Jair Bolsonaro. De acordo com informações da Folha de S.Paulo, a tática do MDB inclui a lembrança do apoio histórico do ex-prefeito Paulo Maluf, tanto a Fernando Haddad, do PT, em 2012, quanto à chapa de Luiza Erundina e Michel Temer em 2004.

A campanha de Nunes busca destacar a complexidade das alianças políticas em São Paulo, evidenciando o apoio de Maluf a Haddad em 2012, um momento marcante na política municipal, caracterizado pelo encontro entre Lula, Haddad e Maluf. Esta aliança anterior é apresentada como exemplo de pragmatismo político, semelhante às críticas atuais dirigidas a Nunes. Em 2004, Maluf também apoiou a chapa formada por Michel Temer, então visto como uma figura controversa pela esquerda, e Luiza Erundina, que atualmente é parte do PSOL.

Além disso, o MDB reivindica a criação de uma “frente ampla” para as eleições de 2024 em São Paulo, enfatizando a natureza do partido como uma coalizão centrada na diversidade política. O deputado Baleia Rossi, presidente nacional do MDB, destacou o histórico do partido como opositor à ditadura e salientou os esforços de Nunes para formar uma aliança política abrangente, incluindo partidos de diferentes espectros, como Solidariedade, Avante, PL, PSD, PP, PSDB e Cidadania.

Polícia do Equador prende 68 criminosos que tentavam dominar hospital

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O grupo tentava controlar um hospital na cidade de Yaguachi, localizada na província de Guayas, sudoeste do país

Uma operação policial no Equador resultou neste domingo (21) na prisão de 68 criminosos suspeitos de integrarem uma organização. O grupo tentava controlar um hospital na cidade de Yaguachi, localizada na província de Guayas, sudoeste do país. A ação faz parte de uma ampla campanha do governo equatoriano contra o narcotráfico, que já mobilizou milhares de militares.

Segundo as autoridades, o objetivo da ocupação do hospital era proteger um membro da organização que havia sido ferido. Durante a operação, foram apreendidas armas de fogo e drogas. A polícia também descobriu e invadiu um centro clandestino de reabilitação, usado como esconderijo pelos suspeitos. O chefe da polícia local, Julio Camacho, revelou que, além de abrigar os membros da quadrilha, o local funcionava como um bordel.

A situação no Equador tem se agravado com a atuação de cerca de vinte organizações criminosas, que exercem controle a partir das prisões e têm realizado ações violentas, como a invasão do canal TC em 9 de janeiro, transmitida ao vivo. Em resposta, o presidente Noboa declarou um “conflito armado interno” e iniciou uma ofensiva contra os grupos, classificados por ele como “terroristas”. Este cenário tem levado ao fechamento de vários centros clandestinos de reabilitação, alguns dos quais foram palco de tragédias, como um incêndio em 2019 que resultou em 18 mortes.

PSOL diz que vai quitar dívida de campanha de Boulos

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Psol (Partido Socialismo e Liberdade) anunciou que irá quitar a dívida de R$ 44,4 mil referente à campanha presidencial de Guilherme Boulos em 2018. O valor, que está inscrito na Dívida Ativa da União, é referente a impostos de contribuição previdenciária não pagos pelo CNPJ criado para a campanha do atual deputado federal.

Caso a dívida não seja quitada, tanto o político quanto sua empresa podem ser alvo de um processo judicial. Em 2018, a campanha de Boulos arrecadou R$ 6,2 milhões, sendo a maior parte financiada pelo próprio Psol. Além disso, houve uma arrecadação de R$ 120 mil por meio de financiamento coletivo e R$ 90 mil em doações de pessoas físicas.

Por Junior Takamoto

https://www.juniortakamoto.com.br/psol-diz-que-vai-quitar-divida-de-campanha-de-boulos/