Proposta cancela aumento de diárias do governo federal

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Foto:Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Autor diz que falta detalhamento sobre o impacto orçamentário do aumento

O Projeto de Decreto Legislativo 4/24 anula o Decreto 11.872/23 do Executivo que estabeleceu novos valores para diárias de órgãos e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional. Essas diárias são pagas a servidores quando estão a trabalho fora de seu local de residência.

Segundo o deputado Gustavo Gayer (PL-GO), autor da proposta, o decreto causa preocupação por autorizar aumento de até 62% no valor dessas diárias. “O aumento dos valores das diárias pode representar um impacto significativo nos gastos públicos, especialmente em um contexto de desafios econômicos. A manutenção da responsabilidade fiscal é crucial para a estabilidade financeira do país”, disse.

Gayer afirmou que falta estudo de impacto orçamentário para justificar e medir os efeitos financeiros do aumento. “A falta de uma análise detalhada pode comprometer a sustentabilidade das finanças públicas.”

Próximos passos
A proposta será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Caso aprovada, segue para o Plenário.

Por portal Novo Norte

Anistia aos envolvidos no 8 de janeiro pode caminhar com nova presidente da CCJ da Câmara

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Caroline destacou que há projetos em discussão na Câmara sobre a anistia dos envolvidos nos acontecimentos do 8 de janeiro.

A nova presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, deputada Caroline de Toni (PL-SC), afirmou em entrevista à Folha nesta sexta-feira (8) que considera um “exagero” as acusações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ela indicou a possibilidade de debater a anistia aos condenados pelos eventos do 8 de janeiro, incluindo Bolsonaro.

Caroline destacou que há projetos em discussão na Câmara sobre a anistia dos envolvidos nos acontecimentos do 8 de janeiro. Ela mencionou que o projeto que estava sob relatoria da deputada Sâmia Bonfim (PSOL-SP) será reavaliado, agora que a relatoria está vaga.

Além disso, a presidente da CCJ afirmou que, se houver apelo social e político, não vê problemas em pautar projetos de anistia. Ela ressaltou a importância de considerar a conveniência e oportunidade dessas pautas. Caroline também enfatizou que, caso haja interesse e apoio político, não hesitará em discutir temas caros ao bolsonarismo na comissão.

Por portal Novo Norte

Congresso dos EUA quer ouvir parlamentares brasileiros sobre perseguição política no Brasil

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Outros políticos brasileiros também foram convidados para a audiência nos EUA. Gayer ressaltou a importância do convite e sua participação na audiência, alertando que isso pode levá-lo à prisão devido à suposta ditadura no país.

O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) anunciou em suas redes sociais que o Congresso dos EUA convidou parlamentares brasileiros para uma audiência em 12 de março. O tema será “Brasil: Uma crise da Democracia, Liberdade e Estado de Direito?”. Gayer criticou as instituições brasileiras, acusando-as de perseguição política e censura à imprensa. Ele afirmou que buscará apoio internacional para restaurar a democracia no Brasil.

Outros políticos brasileiros também foram convidados para a audiência nos EUA. Gayer ressaltou a importância do convite e sua participação na audiência, alertando que isso pode levá-lo à prisão devido à suposta ditadura no país.

Além de Gayer, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o jornalista Paulo Figueiredo também foram mencionados. Figueiredo teve suas contas bancárias e redes sociais bloqueadas, e seu passaporte cancelado por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele destacou o histórico americano de sanções contra tiranias e questionou se o Brasil será o próximo alvo.

Outros nomes, como o jornalista Allan dos Santos, exilado nos EUA, podem ser convidados para expor a situação brasileira no Congresso americano, segundo a Revista Exílio.

Por portal Novo Norte

Zequinha Marinho critica ‘pauta ideológica’ no novo Plano Nacional de Educação

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Em pronunciamento no Plenário nesta quinta-feira (7), o senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) demonstrou preocupação com a presença de “pautas ideo…

Em pronunciamento no Plenário nesta quinta-feira (7), o senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) demonstrou preocupação com a presença de “pautas ideológicas” do movimento LGBTQIA+ e do Movimento Sem Terra (MST) durante a Conferência Nacional de Educação 2024, em Brasília. O senador argumentou que “essas questões não contribuem para a melhoria da qualidade da educação no Brasil”.

— Isso era uma conferência de educação ou era uma conferência para discutir questão ideológica, para obrigar as pessoas a ser aquilo que jamais gostariam de ser? — questionou.

O parlamentar destacou que o Fórum Nacional de Educação já entregou ao ministro da Educação, Camilo Santana, o documento final da conferência, que servirá de base para a elaboração do projeto de lei do Plano Nacional de Educação (PNE) para os próximos 10 anos. O projeto será analisado pelo Congresso.

Zequinha salientou que algumas propostas do antigo PNE serão renovadas, incluindo a universalização da pré-escola para crianças a partir dos 4 anos, a ampliação da educação profissionalizante no ensino médio, melhoria da qualidade da educação à distância (EAD) para o ensino superior e o investimento de 10% do PIB na educação. O senador destacou a importância de o Legislativo fazer um debate ainda mais amplo e qualificado com a sociedade.

— A gente precisa fazer um bom debate, e não só um debate aqui dentro do Congresso Nacional. Entendo que aqueles que realmente se interessam na educação, mas que não foram mobilizados a participar da conferência nacional, comandada pelo Fórum Nacional [de Educação], possam agora ser ouvidos. Que a gente possa fazer sessões temáticas aqui dentro, para termos grandes debates, com qualidade, com relação à qualidade de ensino, à eficiência disso — disse.

Por portal Novo Norte

Mourão critica declaração de Lula sobre processo eleitoral na Venezuela

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Em pronunciamento no Plenário nesta quinta-feira (7), o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) criticou declaração do presidente Luiz Inácio Lul…

Em pronunciamento no Plenário nesta quinta-feira (7), o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) criticou declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o processo eleitoral na Venezuela. Lula foi questionado por jornalistas se confiava que as eleições na Venezuela seriam justas e a disputa teria candidatos da oposição. O presidente brasileiro afirmou ter sido informado de que serão convidados observadores do mundo inteiro para acompanhar o processo, “mas se o candidato da oposição tiver o mesmo comportamento que o nosso daqui, nada vale”.

Mourão avaliou que a Venezuela não realiza eleições livres e destacou que o Brasil não pode apoiar um país que vive sob a influência de um “regime ditatorial” que busca se preservar com o apoio das Forças Armadas.

— O Brasil, que sempre esteve do lado certo da história, não pode se colocar agora do lado errado da história, apoiar e dizer que o que vai acontecer naquele país está de acordo com os princípios democráticos que nós praticamos […]. [Nicolás] Maduro está há 11 anos no poder. As perseguições são incansáveis. As principais lideranças políticas ou se exilaram, ou estão presas. Hoje nós temos em torno de 300 presos políticos na Venezuela — disse.

O senador destacou a expansão do regime venezuelano nos últimos 25 anos, ressaltando o aumento do número de juízes da Suprema Corte, a criação de uma nova Constituição, o Legislativo unicameral e a consolidação de cinco Poderes, incluindo o Poder Eleitoral e o Poder Cidadão. O parlamentar também mencionou perseguição e prisão de lideranças políticas, além da deterioração econômica, exposta pela saída de mais de 8 milhões de venezuelanos do país.

— Muitos deles vivendo aqui, no nosso Brasil, em situação muito ruim. A gente anda pelas nossas cidades e vê venezuelanos numa situação de mendicância pela dificuldade que têm de serem alocados em empregos aqui, no nosso país, e isso ocorre em outros países — concluiu.

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Descriminalização do porte de drogas via STF é invasão de competência, diz Pacheco

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Ele explicou que a motivação para propor uma Emenda à Constituição (PEC) em resposta à discussão do STF surge da preocupação de que uma possível declaração de inconstitucionalidade da criminalização do porte de drogas para uso pessoal significaria sua descriminalização tanto na prática quanto juridicamente.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), posicionou-se nesta quinta-feira (7) o contra a análise pelo Supremo Tribunal Federal (STF) da descriminalização do porte de drogas para uso pessoal, considerando-a uma “invasão de competência” do legislativo. Em declaração feita no plenário do Senado, Pacheco argumentou que cabe ao Parlamento a responsabilidade de determinar o que constitui crime, e não ao STF.

Ele explicou que a motivação para propor uma Emenda à Constituição (PEC) em resposta à discussão do STF surge da preocupação de que uma possível declaração de inconstitucionalidade da criminalização do porte de drogas para uso pessoal significaria sua descriminalização tanto na prática quanto juridicamente. Isso, segundo ele, seria algo inaceitável para o Senado, dada a prerrogativa do Parlamento de legislar sobre questões criminais.

Por portal Novo Norte

Justiça obriga Boulos a apagar postagens com dados distorcidos sobre pesquisa eleitoral

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O MDB acusou Boulos de tentar “manipular a opinião pública” com informações falsas, levando a questão à justiça.

Ojuiz Antonio Maria Patiño Zorz, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, determinou na terça-feira (30) que o deputado federal Guilherme Boulos, pré-candidato à Prefeitura de São Paulo pelo Psol, remova em até 24 horas postagens que distorcem dados de uma pesquisa eleitoral. A ordem atende a uma solicitação do MDB, partido do atual prefeito e candidato à reeleição, Ricardo Nunes.

A controvérsia surgiu de publicações de Boulos que alegavam liderança nas intenções de voto “com 34% contra qualquer bolsonarista”, interpretação que o judiciário desmentiu por não corresponder aos resultados do estudo realizado pelo Instituto Real Time Big Data. O juiz Zorz esclareceu que as publicações de Boulos não refletiam os verdadeiros achados da pesquisa, que considerou diferentes cenários eleitorais.

O MDB acusou Boulos de tentar “manipular a opinião pública” com informações falsas, levando a questão à justiça. De acordo com a decisão judicial, caso as postagens não sejam excluídas no prazo determinado, Boulos, juntamente com as redes sociais Facebook e Instagram, será sujeito a uma multa diária de R$ 10 mil.

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Para elaboração de políticas públicas de saúde eficientes, Mantoan pede censo e microchipagem de animais

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O documento sugere que os dados sejam obtidos mediante a aplicação de um questionário feito por uma equipe multidisciplinar da vigilância em saúde, que pode usar a mesma metodologia do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

A sessão desta quarta-feira (06), o deputado estadual Eduardo Mantoan (PSDB) apresentou um requerimento solicitando a criação de uma plataforma eletrônica para a coleta de dados sobre os animais domésticos e em situação de abandono, no Tocantins.

O documento sugere que os dados sejam obtidos mediante a aplicação de um questionário feito por uma equipe multidisciplinar da vigilância em saúde, que pode usar a mesma metodologia do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

O censo animal deverá fornecer informações sobre idade, sexo, vacinação, estado de saúde, entre outras. “Nós precisamos desta estimativa para embasar a Política de Saúde Animal a ser implantada pelos municípios. Além disso, o levantamento será útil para nortear as ações desenvolvidas pelos setores de zoonoses no controle de doenças”, explicou Mantoan.

Microchipagem de animais

O deputado também apresentou um Projeto de Lei tornando obrigatória a implantação de microchip subcutâneo em cães e gatos domésticos com informações sobre os animais e os tutores. A medida tem o efeito prático de coibir o abandono e ajudar na localização em caso de fuga ou furto. O microchip também poderá auxiliar na responsabilização civil ou criminal do dono em situações como ataques de animais. 

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Carol de Toni na CCJ e Nikolas na Educação: Como passar mais raiva na esquerda?

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De Toni e Nikolas são parpamentares extremamente combativos e posicionados pelo conservadorismo.

O Partido Liberal (PL) e aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) asseguraram a liderança das principais comissões permanentes da Câmara, destacando-se na presidência de comitês essenciais como a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e a Comissão de Educação. Esta movimentação evidencia o fortalecimento político do PL e a influência de Bolsonaro na Casa.

Na CCJ, a deputada Caroline de Toni (PL-SC) assume a presidência, marcando uma mudança significativa ao substituir Rui Falcão (PT-SP), refletindo uma inversão entre governo e oposição na liderança da comissão mais prestigiada da Câmara. Similarmente, a Comissão de Educação será presidida por Nikolas Ferreira (PL-MG), sucedendo Moses Rodrigues (União Brasil-CE), numa escolha que gerou descontentamento entre membros progressistas, como evidenciado pela declaração do deputado Tarcísio Motta (PSOL-RJ) sobre a necessidade de respeito ao setor educacional.

Outro aliado de Bolsonaro, Alberto Fraga (PL-DF), vai liderar a Comissão de Segurança Pública, continuando a presença do PL à frente desta comissão, após Sanderson (PL-RS). A dominância do PL se estende com a eleição de Antonio Carlos Rodrigues (PL-SP) e Pastor Eurico (PL-PE) para presidirem, respectivamente, as Comissões de Esporte e de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família.

De Toni e Nikolas são parpamentares extremamente combativos e posicionados pelo conservadorismo. Este cenário nostra a força do PL e aliados de Bolsonaro em postos-chave, o que pode influenciar decisivamente nas deliberações legislativas e no andamento de futuras propostas e nas eleições municipais de 2024.

Por portal Novo Norte

Confira os nomes dos presidentes das principais comissões permanentes da Câmara

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Demais eleições foram marcadas para a semana que vem

Dezenove comissões permanentes da Câmara dos Deputados elegeram nesta quarta-feira (6) seus novos presidentes, para o mandato de um ano. Os partidos dos presidentes que comandariam cada comissão foram definidos previamente pelos líderes partidários, com base na proporcionalidade partidária, e os nomes dos candidatos eleitos também foram indicados pelos líderes.

Ficaram para a semana que vem as eleições das seguintes comissões: Desenvolvimento Urbano; Integração Nacional e Desenvolvimento Regional; Fiscalização Financeira e Controle; Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais; Ciência, Tecnologia e Inovação; Comunicação; e Administração e Serviço Público.

Veja abaixo o resultado das eleições:

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Por portal Novo Norte