Projeto proíbe condenado de lucrar sobre livro ou filme baseado no crime praticado

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Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

Proposta autoriza vítima ou herdeiros a requerer os valores; Câmara dos Deputados analisa o texto

O Projeto de Lei 5912/23 proíbe a pessoa condenada de lucrar com a produção de eventual obra intelectual sobre o crime cometido por ela.

Pelo texto, se o condenado tiver recebido qualquer valor, a vítima ou seus herdeiros poderão requerer o montante recebido mais danos morais, independentemente de qualquer reparação já efetuada pelos prejuízos decorrentes da infração penal.

O autor da proposta, deputado Altineu Côrtes (PL-RJ), alerta que condenados notórios poderiam buscar lucro com a venda da história para produtores ou editores, com a cobrança para a concessão de entrevistas exclusivas ou com fornecimento de material para elaboração de biografias. Segundo ele, a medida impede qualquer ganho por parte do criminoso.

Legislação americana
Côrtes afirma que se inspirou na legislação americana. Lá, um conjunto de leis estaduais, conhecidas como “Son of Sam Laws” , autoriza o Estado a receber todo o dinheiro arrecadado pelo criminoso por cinco anos, com o objetivo de compensar a família das vítimas.

O nome da lei norte-americana faz referência a David Berkowitz, um assassino serial que agiu em Nova York na década de 1970. Em um dos crimes que cometeu, ele deixou um bilhete com a assinatura Son of Sam (Filho de Sam). Condenado a prisão perpétua, Berkowitz ganhou muito dinheiro após lançar livro em que narra detalhes e motivações para os crimes.

“Inspirada em leis americanas neste sentido, acreditamos que a medida é fundamental para preservar a moralidade pública”, disse Côrtes. “Assegura ainda às vítimas e aos herdeiros o direito de requerer indenização, tendo em vista que o lucro do condenado com o crime cometido, ainda que de forma indireta, constitui uma nova forma de agressão”, acrescentou.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Por portal Novo Norte

Gayer denuncia Lula ao Tribunal Internacional por genocídio de indígenas Yanomami

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Aumento de mortes entre os Yanomami em 2023 motiva ação; acusações também abordam negligência governamental frente ao garimpo ilegal.

O deputado Gustavo Gayer (PL-GO) apresentou na sexta (1) uma denúncia contra Lula ao Tribunal Penal Internacional por genocídio contra os indígenas Yanomami. O documento enfatiza um aumento de 5,8% no número de mortes entre os Yanomami em 2023, somando 363 óbitos, em comparação a 343 no ano anterior. Além disso, aponta uma crise humanitária agravada por garimpo ilegal e desmatamento nas terras Yanomami, que se localizam entre os estados do Amazonas e Roraima.

Gayer argumenta que as promessas de Lula de reduzir a mortalidade entre os Yanomami não foram cumpridas, criticando a falta de medidas eficazes para proteger os indígenas de ameaças externas. Ele destaca a relação direta entre a presença de garimpeiros e madeireiros ilegais na área e o aumento de desnutrição e doenças entre a população indígena.

A denúncia se apoia em evidências como artigos de imprensa, números oficiais e relatórios governamentais, segundo Gayer. O deputado também menciona um precedente no Tribunal de Haia, que já aceitou acusações semelhantes contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

No contexto da denúncia, Gayer publicou um vídeo em seu canal no YouTube, com mais de 1 milhão de seguidores, onde compara as taxas de mortalidade durante os governos de Michel Temer, Bolsonaro e Lula, criticando duramente a gestão atual pelo não fornecimento de medicamentos essenciais aos Yanomami.

Por portal Novo Norte

Senado vai bater de frente com o STF para evitar descriminalização do porte de drogas

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PEC busca criminalizar porte de qualquer quantidade de entorpecentes, enquanto Supremo avança para possível liberação para uso pessoal

O Senado Federal deve votar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa criminalizar o porte de qualquer quantidade de drogas. A ação surge como reação ao julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a descriminalização do porte de pequenas quantidades para uso pessoal, que será retomado na quarta-feira, 6. A proposta, que já está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) desde setembro, poderia ser levada ao plenário do Senado no mesmo dia da decisão do STF.

Efraim Filho (União-PB), relator da PEC, expressou o sentimento do legislativo de preservar suas prerrogativas de legislar sobre o tema, criticando o que considera “ativismo judicial”. A atual legislação, estabelecida pelo Congresso em 2006, já define o porte de drogas para uso pessoal como crime, porém, não implica prisão, e sim penas alternativas como prestação de serviços à comunidade.

Ainda que haja apenas um voto restante para que o STF possa formar maioria pela liberação do porte para consumo próprio, o Senado busca reafirmar sua posição contra a descriminalização, adicionando um inciso ao artigo 5º da Constituição. Esta movimentação legislativa evidencia a contínua disputa de poderes no Brasil, tendo o Legislativo já empregado estratégias similares em outros temas controversos como o marco temporal para terras indígenas.

Além da PEC sobre drogas, o Congresso também se mobiliza em outras frentes contra decisões do STF, como na discussão sobre a descriminalização do aborto, mostrando a complexidade das relações institucionais e o desafio de equilibrar poderes e competências dentro da democracia brasileira.

Por portal Novo Norte

Projeto aumenta período de internação de adolescente e exige audiência de custódia antes de liberação

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Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

O Projeto de Lei 5992/23 aumenta de 45 para 90 dias o prazo máximo previsto para a internação, antes da sentença judicial, de adolescentes apreendi…

O Projeto de Lei 5992/23 aumenta de 45 para 90 dias o prazo máximo previsto para a internação, antes da sentença judicial, de adolescentes apreendidos em flagrante por ato infracional. Em análise na Câmara dos Deputados, o texto também proíbe a pronta liberação do adolescente sem a realização de audiência de custódia.

De acordo com o projeto, em caso de flagrante delito, a autoridade policial deverá encaminhar o adolescente para audiência de custódia a ser realizada por um juiz de direito em até 24 horas.

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O texto também prevê a realização de audiência de custódia antes da liberação do adolescente internado por atos infracionais equiparados a furto, roubo ou crimes hediondos. Atualmente, a liberação pode ocorrer mediante a presença dos pais e a assinatura de termo de responsabilidade, exceto quando o delito praticado for grave e existir risco à ordem pública.

Autor da proposta, o deputado Doutor Luizinho (PP-RJ) argumenta que as mudanças são fundamentais para evitar que o tráfico de drogas e armas e o crime organizado continuem utilizando menores de idade “para espalhar o terror”.

“Ao ampliar o prazo de internação e garantir a realização de audiências de custódia em um prazo determinado, busca-se oferecer uma resposta mais robusta e imediata aos atos infracionais graves”, diz o deputado. “Essa abordagem não se destina apenas a impor penalidades mais severas, mas também a promover uma justiça mais ágil e eficaz.”

Tramitação
A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois será discutida e votada pelo Plenário da Câmara dos Deputados.

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Senador critica o STF por ativismo político-ideológico no debate sobre a descriminalização do porte de drogas

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Senador critica o STF por ativismo político-ideológico no debate sobre a descriminalização do porte de drogas

O Senador Eduardo Girão (Novo CE) usou o plenário do Senado nesta segunda (4) para expressar sua preocupação com o que ele vê como um “avassalador ativismo político-ideológico” do Supremo Tribunal Federal (STF), criticando a instituição por desvirtuar seu papel democrático. Girão destacou a pauta do STF para quarta-feira, referente ao julgamento de um recurso da Defensoria Pública de São Paulo que questiona a constitucionalidade do artigo 28 da Lei de Drogas de 2006, aprovada no primeiro mandato do Presidente Lula. O senador apontou uma discordância com a vontade popular, mencionando que pesquisas indicam que pelo menos 85% dos brasileiros são contra a legalização das drogas.

Girão enfatizou o papel do Congresso na legislação sobre drogas, relembrando a aprovação de medidas contra a descriminalização tanto em 2006 quanto em 2019, esta última sancionada pelo Presidente Bolsonaro. Ele criticou a postura do STF de ignorar a legislação existente e as decisões do Congresso, sugerindo que a Corte estaria agindo contra os interesses da população brasileira.

Além disso, o senador mencionou mobilizações nacionais contra a descriminalização e expressou sua preocupação com as consequências da legalização, como o aumento do tráfico de drogas. Girão também criticou ações recentes do governo em relação a outras questões, como a vacinação contra a COVID-19 para crianças e a política de aborto, sugerindo que haveria um desalinhamento entre as ações governamentais e os valores da população.

Finalmente, Girão fez um apelo pela urgência na votação da PEC 45, que visa reafirmar a criminalização do porte de drogas para consumo próprio, e questionou a imparcialidade de certos ministros do STF, especialmente em relação à legalização da maconha. Ele encerrou seu discurso destacando a importância da manutenção dos valores e princípios defendidos pelo povo brasileiro e pelo Congresso Nacional.

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Projeto prevê suspensão por seis meses de CNH e de conta telefônica do autor de pichação

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Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Proposta é analisada pela Câmara dos Deputados

O Projeto de Lei 337/24 suspende por seis meses a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e as linhas telefônicas de quem praticar pichações. O texto também proíbe o autor da pichação de pegar empréstimos subsidiados e consignados. A proposta está sendo analisada pela Câmara dos Deputados.

O projeto, do deputado Bibo Nunes (PL-RS), define pichação como o ato de riscar, desenhar, escrever, manchar, sujar ou degradar, sem consentimento do respectivo proprietário, edificação, mobiliário ou equipamento público ou privado.

“A pichação é considerada essencialmente agressiva e desprovida de valores artísticos. Paisagens urbanas estão sendo exponencialmente deterioradas por essa prática, afetando edificações ou monumentos, desrespeitando o investimento privado ou público, a arquitetura e a história”, justifica o autor.

A proposta estabelece ainda que as punições serão aplicadas independentemente de sanções penais cabíveis e da obrigação de indenizar os danos materiais e morais causados pelas pichações.

Em relação a eventuais indenizações, o projeto determina a inscrição em dívida ativa do autor de pichações que não efetuar o pagamento dos ressarcimentos.

Tramitação
O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Comunicação; Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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Bancada Evangélica convoca ação contra a descriminalização do porte de maconha pelo STF

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Frente Evangélica mobiliza cristãos diante da retomada do julgamento pelo STF sobre o porte de drogas para consumo pessoal.

A Frente Parlamentar Evangélica (FPE) convocou, neste domingo (3), os cristãos do Brasil para uma campanha de oração. O objetivo é combater a descriminalização do porte de maconha, tema que está sendo analisado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Atualmente, cinco dos ministros do STF se mostraram favoráveis à liberação do porte de maconha para uso pessoal, com um voto contrário.

A análise do recurso pelo STF, que pode definir o porte de drogas para consumo próprio como não criminoso, motivou a FPE a pedir um movimento de oração. Eles esperam que essa ação espiritual influencie os ministros a votarem contra a descriminalização. A Bancada Evangélica distribuiu um pedido aos pastores para que convoquem suas igrejas a participarem do clamor.

Os ministros do STF precisam decidir sobre a quantidade de droga que uma pessoa pode carregar para ser considerada uso pessoal, sem caracterizar tráfico. A discussão se concentra em esclarecer aspectos da Lei de Drogas de 2006, que criminalizou a posse de entorpecentes para consumo sem estabelecer pena de prisão, deixando a decisão para análise caso a caso.

Essa decisão do STF visa criar um entendimento jurídico que esclareça as lacunas da legislação atual, determinando quais substâncias, além da maconha, podem ser portadas legalmente para uso pessoal e qual a quantidade aceitável para tal fim, sem que o indivíduo seja criminalizado.

Por portal Novo Norte

Governadores do Sul e Sudeste reclamam de falta de diálogo com o governo Lula e avaliam suspender pagamentos de dívidas federais

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Os líderes estaduais defendem a eliminação dos juros sobre a dívida, propondo que apenas a correção monetária seja aplicada.

Governadores e secretários de Fazenda do Sul e Sudeste expressaram nesta sexta (1), durante uma reunião do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud) em Porto Alegre, frustrações pela dificuldade em dialogar com o Ministério da Fazenda sobre a renegociação da dívida dos Estados com a União. Eles consideram levar o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF) e suspender o pagamento dos débitos como forma de pressão.

Os líderes estaduais defendem a eliminação dos juros sobre a dívida, propondo que apenas a correção monetária seja aplicada. A questão já havia sido discutida com o ministro Fernando Haddad em novembro do ano passado. O Ministério da Fazenda reafirmou estar aberto ao diálogo para encontrar soluções.

Na reunião, Cláudio Castro (PL-RJ) destacou que o Rio de Janeiro pagou R$ 2 bilhões a mais do que seria necessário sob as condições propostas. Os governadores também consideram mobilizar as bancadas dos estados no Congresso para buscar mudanças legislativas que favoreçam uma renegociação.

O Ministério da Fazenda anunciou em julho de 2023 a intenção de modificar o Regime de Recuperação Fiscal para oferecer mais flexibilidade e estender o prazo de duração, uma medida ainda pendente de implementação, mas parece que nada andou muito desde então.

Por portal Novo Norte

Girão diz que governo Lula parece querer o infanticídio no Brasil

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Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) criticou, em pronunciamento nesta sexta-feira (1), a nota técnica publicada pelo Ministério da Saúde

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) criticou, em pronunciamento nesta sexta-feira (1), a nota técnica publicada pelo Ministério da Saúde na quarta-feira (28) revogando uma orientação do governo Jair Bolsonaro que fixava prazo para o aborto legal. Com a medida, passaria a valer o que está no Código Penal, que não estabelece qualquer limite de tempo para aborto nas condições previstas em lei. Após forte mobilização da sociedade, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, suspendeu a nota na quinta-feira (29).

— Ampliaria a permissão do aborto em qualquer idade gestacional, revogando completamente a Portaria 44, de 2022, do próprio Ministério da Saúde, do governo anterior, que definia a 21ª semana de gestação como limite para execução do aborto nos casos previstos em lei. A partir de agora, passaria a ser realizado em qualquer fase gestacional, ou seja, o governo estaria autorizando o assassinato de bebês com até nove meses de vida à beira do nascimento. Um verdadeiro infanticídio — disse o senador.

Segundo o parlamentar, a nota técnica continha “chavões ideológicos” para “encobrir a gravidade do ato”. Apesar da revogação, Girão afirmou que o governo federal continua com uma posição “cruel” em relação ao tema. O parlamentar também citou a derrubada de portaria que estabelecia que os serviços de saúde deveriam comunicar às autoridades policiais os casos de aborto decorrentes de estupro, preservando materiais que pudessem auxiliar na identificação do estuprador por meio de exames genéticos.

— Essa revogação produziu duas grandes perversidades. A primeira foi estimular a prática do aborto em caso de estupro. A segunda foi impedir a devida investigação e punição do estuprador, pois sem notificação policial prevalece a impunidade nesse crime gravíssimo. Não precisa mais de boletim de ocorrência. Basta dizer lá que foi estuprada e vai, tira. Pode não ter sido e fica por isso mesmo, sem se saber se houve de fato uma violência.

O parlamentar citou dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), segundos os quais são praticados cerca de 800 mil estupros por ano no Brasil. Ou seja, um a cada dois minutos.

— E o governo Lula quando a gente diz que flerta com o crime, que é leniente, as pessoas acham ruim. Está aqui essa portaria que foi revogada, que beneficia estuprador e o deixa livre da punição.

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Projeto atribui à Marinha o licenciamento ambiental de empreendimentos náuticos

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Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

Atualmente, a tarefa é realizada pelos órgãos ambientais; a Câmara dos Deputados vai analisar a proposta

O Projeto de Lei Complementar 254/23 atribui à Marinha do Brasil a responsabilidade por regulamentar e fiscalizar os processos de licenciamento ambiental de atividades e de empreendimentos náuticos no País. Atualmente, essa tarefa é realizada pelos órgãos ambientais. O texto está sendo analisado pela Câmara dos Deputados.

Segundo a proposta, será competência da Marinha emitir os licenciamentos ambientais relacionados ao turismo, ao esporte e à economia náuticos. Também caberá à Marinha analisar o licenciamento de empreendimentos localizados na zona costeira e pré-definidos por ato do Executivo, considerando porte, potencial poluidor e natureza da atividade ou empreendimento.

O projeto altera a Lei Complementar 140/11 , que define as competências de União, estados, Distrito Federal e municípios em relação aos licenciamentos ambientais.

Agilidade
Autor do projeto, o deputado José Medeiros (PL-MT) argumenta que a medida poderá tornar mais ágil o processo de licenciamento de atividades e empreendimentos náuticos no País.

“Ainda aproveitamos pouco o potencial do turismo no nosso País, incluindo outras áreas a ela relacionadas, como o esporte e a economia náutica”, afirma o deputado. “Como sabemos, um dos problemas da falta de exploração desse potencial é a lentidão dos órgãos ambientais em emitir licenças ambientais para esse tipo de atividade.”

Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em seguida, seguirá para o Plenário.

Por portal Novo Norte