Eleitor pode tirar segunda via de título só até esta quinta-feira

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Só poderão votar neste ano os eleitores que estão em dia com as obrigações junto ao TRE

Documentos oficiais com fotos também podem ser utilizados para ter acesso às urnas

Termina nesta quinta-feira (27), dez dias antes do primeiro turno do pleito, o prazo para o eleitor solicitar a segunda via do título no cartório eleitoral da zona onde está cadastrado. A previsão consta no artigo 52 do Código Eleitoral.

É importante ressaltar que, para a emissão da segunda via do título, o eleitor deve estar quite com a Justiça Eleitoral, ou seja, não poderá ter débitos pendentes, como multas por ausência às urnas ou aos trabalhos eleitorais, como o de mesário, ou ainda ter recebido multas em razão de violação de dispositivos do Código Eleitoral (Lei 4.737/1965), da Lei das Eleições (Lei 9.504/1997) e leis conexas.

Multas devem ser pagas por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU) emitida pelo cartório eleitoral e podem variar de R$ 1,05 a R$ 35,14.

O título de eleitor não é o único documento que possibilita a participação nas eleições. O eleitor pode se apresentar à mesa de votação trazendo consigo qualquer documento oficial com foto, como a carteira de identidade, carteira de trabalho, carteira de motorista ou o passaporte, por exemplo.

O cidadão cuja inscrição eleitoral estiver em situação regular tem como alternativa ao título de papel a versão digital do documento, que pode ser obtida gratuitamente por meio do aplicativo e-Título, disponível para dispositivos móveis nas lojas virtuais Apple Store e Google Play.

O e-Título também serve como documento de identificação do eleitor caso ele já tenha feito o recadastramento biométrico. Isso porque a versão digital será baixada com foto, o que dispensa a apresentação de outro documento de identificação no momento do voto.

O aplicativo informa o local de votação e, por meio de ferramentas de geolocalização, guia o usuário até sua seção eleitoral. Além disso, ele também oferece serviços como a emissão de certidões de quitação eleitoral e negativa de crimes eleitorais.

O local de votação também pode ser conhecido no portal do TSE, por meio da seção Serviços ao eleitor > Título de eleitor > Título e local de votação. A consulta pode ser feita pelo nome do eleitor ou número do título, data de nascimento e nome da mãe.

 

Ibope: Bolsonaro perde votos no Sul e Haddad sobe na região

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Por Daniel Weterman

O candidato Jair Bolsonaro (PSL) caiu oito pontos na preferência do eleitorado da região Sul para o primeiro turno da disputa pelo Planalto, apesar de ainda liderar na região. O presidenciável tem 30% nesse território. No último dia 18, tinha 38%. O candidato do PT ao Planalto, por sua vez, subiu oito pontos e cresceu de 11% para 19% nas intenções de voto entre os sulistas. No universo total do eleitorado brasileiro, Bolsonaro lidera a pesquisa com 28% e Haddad tem 22%.

Ainda no Sul, Ciro Gomes (PDT) tem 9% das intenções do voto. O candidato do PDT tinha 7% na semana anterior. Alvaro Dias (Podemos) continua com 6%. Geraldo Alckmin (PSDB) se mantém com 7% e Marina Silva (Rede) foi de 4% para 2%. João Amoedo (Novo) continua com 4% das intenções de voto na mesma região.

Haddad cresceu no Nordeste, onde subiu de 31% para 34% e é o candidato mais citado por eleitores na região. Ciro vem em seguida, com 18% – ele tinha 17% há uma semana. Bolsonaro oscilou de 16% para 17% no Nordeste. Entre os entrevistados pelo Ibope, 5% dos nordestinos declaram voto em Marina e 5% diz votar em Alckmin.

No Sudeste, Bolsonaro cresceu três pontos e agora tem 31% das intenções de voto no primeiro turno. Haddad oscilou de 15% para 16%. Alckmin e Ciro variaram de 9% para 10% e Marina Silva foi de 4% para 5%.

Na soma das regiões Norte e Centro-Oeste, Bolsonaro lidera com 33% (tinha 32%) e é seguido por Fernando Haddad, que subiu de 15% para 20%. Na sequência, estão Geraldo Alckmin (9%), Ciro Gomes (8%) e Marina Silva (7%). Entre esses três candidatos, o único que variou fora da margem de erro nas duas regiões foi o candidato do PDT, que tinha 11% na semana anterior e caiu três pontos.

O Ibope foi a campo entre os dias 22 e 23 de setembro e ouviu 2 506 eleitores. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR06630/2018.

Fonte: Estadão conteúdo

PSDB vai usar pesquisa para reforçar voto útil

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Por Pedro Venceslau e Gilberto Amendola, com colaboração de Renan Truffi, Leonencio Nossa e Mariana Haubert

Os tucanos receberam com apreensão, mas viram um alento na pesquisa Ibope/Estado/TV Globo divulgada na noite desta segunda-feira, 24. A expectativa no entorno de Geraldo Alckmin, presidenciável do PSDB, era de um crescimento que o colocasse na casa dos dois dígitos. Alckmin, porém, oscilou apenas um ponto porcentual e foi a 8%, ficando em quarto lugar.

A apreensão se deve ao pouco tempo para reverter esse quadro, apenas 13 dias. O alento é que o candidato do PSDB ganhou uma narrativa para lutar pelo voto útil.

Nos comerciais que começam a ser exibidos nesta terça-feira, 25 , um locutor mostra a imagem de Jair Bolsonaro, candidato do PSL, se transformando aos poucos no rosto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Na eleição desse ano você pode acabar elegendo quem menos espera. Por exemplo: você vota no Bolsonaro no primeiro turno. No segundo turno, as pesquisas mostram: Bolsonaro empata com Marina, perde para o Ciro e caminha para perder do Haddad. Os três foram ministros do Lula”, diz o comercial.

O principal temor na campanha de Alckmin era que o crescimento de Haddad criasse uma onda de voto útil antipetista que impulsionasse Bolsonaro para uma vitória no primeiro turno.

Trabalho

Questionado sobre o resultado da pesquisa, Fernando Haddad disse que ainda tem “trabalho pela frente”. “Vamos trabalhar com muita serenidade até o dia 7. Temos muito trabalho pela frente. Temos 13 dias ainda”, afirmou.

O general da reserva Augusto Heleno Ribeiro questionou o índice de rejeição a Bolsonaro. “Essas indicações de rejeição são artifícios para uma manipuladinha. Bolsonaro nunca foi hostilizado pelas pessoas em aeroportos, na praia”, disse.

Ciro Gomes (PDT) afirmou que “as pesquisas são retratos do momento e as eleições são um filme”. Já a candidata da Rede, Marina Silva, informou que não comentaria a pesquisa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Estadão conteúdo

Insatisfeita com desempenho na campanha, Rede dispensa produtora

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Por Mariana Haubert e Marianna Holanda

A campanha da candidata da Rede à Presidência da República, Marina Silva, rompeu, na semana passada, um contrato com uma produtora de audiovisual que atuou nas suas últimas agendas de rua. De acordo com a assessoria de imprensa da campanha de Marina, o trabalho da empresa Do Rio Produtora Audiovisual era voltado para produção de conteúdo para as redes sociais.

O desempenho dos vídeos teve uma baixa repercussão na internet e acabou sendo avaliado como não estratégico. Com um orçamento enxuto, a coordenação da campanha fez uma avaliação sobre o custo-benefício dos serviços e decidiu romper o contrato com a produtora.

Procurada nesta segunda-feira, 24, a Do Rio não quis se manifestar. A produtora já recebeu, de acordo com a prestação de contas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cerca de R$ 144 mil

A campanha da Rede gastou, até o momento, quase metade do que arrecadou – mais de R$ 3,5 milhões dos R$ 7,2 milhões. Deste valor, R$ 1,8 milhão foi usado para pagar produção de vídeos e peças publicitárias para rádios – com impulsionamento de conteúdo na internet foram gastos R$ 100 mil.

Cinegrafistas

Segundo o Estadão/Broadcast apurou, os dois cinegrafistas dispensados atuaram na campanha por duas semanas. As equipes contratadas desde o início da corrida eleitoral para a produção de vídeos para TV e internet, no entanto, continuam atuando para a candidata.

Pela terceira vez na disputa à Presidência, Marina atingiu uma dos seus mais baixos índices de intenção de votos – caiu de 12% no dia 5 para 5%, conforme pesquisa Ibope/Estado/TV Globo divulgada nesta segunda-feira. A ex-ministra já começa a ser considerada com poucas chances de chegar ao segundo turno.

Estrategistas da Rede avaliam que um dos motivos dessa queda foram as primeiras propagandas para rádio e televisão, classificadas de “conceituais” e que não conseguiram retratar temas discutidos naquele momento. Apesar disso, Marina disse nesta segunda-feira estar “confiante na virada”. “Agora é a vez da mudança. Não podemos ficar entre a cruz da corrupção e a espada da violência”, afirmou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Em encontro com especialistas, Ciro discute segurança do Rio

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Por Renata Batista

O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, disse na noite desta segunda-feira, 24, que está desenhando um plano de segurança específico para o Rio de Janeiro. Ele criticou a atuação das Forças Armadas no Estado e defendeu o uso de inteligência para enfraquecer o crime organizado.

“Já tenho um plano de segurança, mas estou aprofundando para especializar para o Rio de Janeiro. A intervenção termina dia 31 de dezembro e vai acabar com números muito frustrantes. Nós precisamos oferecer ao povo do Rio de Janeiro, que é a cara do Brasil, uma alternativa concreta”, disse o candidato, que teve hoje um encontro reservado com especialistas em segurança do Estado.

Na avaliação do pedetista, o Estado precisa se infiltrar nas organizações criminosas e mapear o caminho do dinheiro. “Precisamos tirar essa ilusão de que aparato vai resolver o problema. O que vai resolver é infiltração, espionagem, saber a trilha do dinheiro”, defendeu.

Ciro atribuiu o uso do Exército à pressão externa. Afirmou que o treinamento das forças armadas é para enfrentar e matar o inimigo. “É um equívoco grosseiro que os norte-americanos estão impondo aos países periféricos”, afirmou. “A segurança tem de coibir a delinquência e formar culpa para que a justiça possa punir”, completou.

Fonte: Estadão conteúdo

Haddad prevê que ideias de Bolsonaro vão “virar pó na eleição”

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Por Mateus Fagundes

O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, fez duras críticas ao concorrente à campanha do concorrente Jair Bolsonaro (PSL) em evento na noite desta segunda-feira, 24, com educadores e intelectuais.

Sem mencionar o nome de Bolsonaro, Haddad condenou as falas do militar e, principalmente, do vice dele, general Hamilton Mourão (PRTB), em especial às relacionadas ao papel da mulher na sociedade.

O petista crê, no entanto, que as ideias de Bolsonaro são passageiras. “Tudo isso vai virar pó na eleição”, disse.

Haddad afirmou ainda que o País corre risco de ruptura institucional neste pleito. “As instituições estão em risco, estão em jogo nesta eleição”, disse.

Ao comentar aos militantes os números de recentes pesquisas eleitorais, Haddad disse que a campanha petista está esbarrando no primeiro colocado. “Isso é fruto de uma mobilização social. Nós não começamos a fazer a campanha há 13 dias. Nós começamos com o fim do regime militar”, afirmou.

Tal qual o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o candidato do PT fez uso da analogia ao futebol para agradecer o apoio da militância. “Ninguém aqui tá a fim de pendurar a chuteira, nós vamos jogar bola pelo País inteiro”, disse.

Brincando, o petista disse ainda que, se fosse adversário de Lula, não gostaria de vê-lo na cadeia. “É muito ruim (para os adversários) deixar um cara com aquela inteligência 24 horas por dia pensando”, afirmou, arrancando gargalhadas da plateia.

No ato, Haddad foi ovacionado diversas vezes pela militância que alternava os gritos de “olê, olê, olá, Lula livre e Haddad lá” e “Eu tô com ele, eu tô com ela, eu tô com Lula, Haddad e Manuela”

Em sua fala, a candidata a vice da chapa, Manuela d’Ávila (PCdoB), ressaltou a importância da educação no plano de governo petista.

“O País teve uma veloz transformação social quando Lula assumiu a presidência e quando Haddad assumiu o Ministério da Educação”, disse.

‘Ninguém pensa que haverá autoritarismo’, diz Temer em NY sobre eleição

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Por Beatriz Bulla e Ricardo Leopoldo

O presidente Michel Temer afirmou em evento junto a empresários em Nova York que “não há risco de retorno a um sistema autoritário”. Após dizer aos investidores estrangeiros que nenhum candidato às eleições de 2018 “pôs em dúvida a democracia”, Temer reiterou à imprensa que “ninguém pensa que haverá autoritarismo” no País. Na reunião, o presidente também disse que vai tentar votar a Reforma da Previdência após as eleições.

“O que eu disse claramente é que hoje não há condições para violar princípios democráticos. Ninguém pensa que haverá autoritarismo. O que vai acontecer é o cumprimento da Constituição”, disse Temer.

A fala do presidente a um público de investidores estrangeiros vem poucos dias após a revista britânica The Economist dedicar a capa à candidatura do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). A publicação estrangeira afirmou que Bolsonaro poderia colocar a democracia no Brasil em risco.

A empresários, Temer afirmou que não há espaço para “alternativas” à democracia. “Não há nenhum risco de violação dos princípios institucionais no Brasil. Não há risco de retorno a um sistema autoritário, não há absolutamente nada disso”, repetiu o presidente à imprensa ao deixar o encontro.

Ele participou de almoço com empresários organizado em Nova York pela Brazil-U.S. Business Council. Amanhã, Temer faz o discurso de abertura da 73ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

 

Fonte: Estadão conteúdo

Após fake news sobre Adelio, Manuela d’Ávila é ameaçada nas redes sociais

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Por Paulo Beraldo

Após a disseminação de informações falsas de que teria ligado para Adelio Bispo de Oliveira, o agressor de Jair Bolsonaro (PSL), no dia em que o presidenciável sofreu um atentado, a candidata a vice-presidente na chapa de Fernando Haddad (PT), Manuela d’Ávila (PCdoB), foi alvo de ameaça via redes sociais nesta semana. A defesa entrou nesta segunda-feira, 24, com representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo reforço na segurança da candidata e solicitando a apuração dos fatos.

Dezenas de publicações em redes sociais como Facebook, Instagram e Twitter afirmam que a Polícia Federal teria quebrado o sigilo telefônico de Adélio e que a candidata do PCdoB teria ligado várias vezes para monitorar o agressor. As mensagens dizem, ainda, que Manuela e o PT teriam planejado o ataque a faca contra o candidato do PSL.

“Tornou-se viral a imputação de conduta delituosa à Manuela d’Ávila, motivo pelo qual a Coligação e a própria candidata agora temem pelo que pode ocorrer em seus próximos atos de campanha”, diz a nota da defesa. “Esta cólera generalizada, que se alimenta de informações inverídicas como a relatada, é terreno fértil para os ditos ‘justiceiros’ que pretendem vingar seu ‘mártir’ fazendo justiça com as próprias mãos”.

A mensagem recebida por Manuela em uma rede social, escrita por um homem identificado como Guilherme Messias Bolsonaro, ameaça a integridade da candidata. “Vacilona, foi você quem mandou o Adélio esfaquear o Bolsonaro! Planejou tudo e com detalhes. Já te vi você (sic) uma vez perto da PUC aqui em Campinas, e ignorei, mas dessa vez vai ser diferente. Se prepare D’Ávila”, escreveu o usuário. O pedido está sob relatoria do ministro Og Fernandes e não há prazo para que haja manifestação a respeito dele.

 

Fonte: Estadão conteúdo

OAB de Pernambuco repudia funk de bolsonaristas feito contra feministas

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Por Julia Affonso

A Comissão da Mulher Advogada (CDMA) da Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco emitiu nota nesta segunda-feira, 24, na qual repudia uma música cantada em forma de funk por apoiadores do candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, durante manifestação em Recife. Neste domingo, 23, centenas de manifestantes se reuniram na Avenida Boa Viagem, na Marcha da Família.

“Em tempos em que, a cada dois segundos, uma mulher é vítima de violência física ou verbal no Brasil, segundo dados do Relógios da Violência do Instituto Maria da Penha, não se pode admitir que, sob o manto da liberdade de expressão, qualquer partido político, seja ele de direita ou de esquerda, ofenda publicamente uma coletividade de mulheres, reforçando a cultura machista e misógina que, infelizmente, ainda insiste em matar muitas mulheres todos os dias”, afirma a comissão.

Bolsonaro está internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde se recupera de uma facada. No dia 6 de setembro, o candidato foi atacado por Adelio Bispo de Oliveira em Juiz de Fora (MG) e preso em flagrante.

Leia a íntegra da nota da comissão da OAB-PE:

“A Comissão da Mulher Advogada (CDMA) da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Pernambuco, manifesta seu profundo repúdio a uma das músicas cantadas neste domingo (23.09) durante a “Marcha da Família” do candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro, que aconteceu no bairro de Boa Viagem, na cidade do Recife.

A letra, entoada em coro, afirma que às feministas deve ser dada “ração na tigela” e que as mulheres “de esquerda têm mais pelo que cadela”.

Os estarrecedores trechos da música acima transcritos reduzem as mulheres à condição análoga de seres irracionais e incitam o ódio, a violência e o preconceito contra aquelas que se reconhecem feministas e/ou que têm orientação política diversa do aludido candidato.

Em tempos em que, a cada dois segundos, uma mulher é vítima de violência física ou verbal no Brasil, segundo dados do Relógios da Violência do Instituto Maria da Penha, não se pode admitir que, sob o manto da liberdade de expressão, qualquer partido político, seja ele de direita ou de esquerda, ofenda publicamente uma coletividade de mulheres, reforçando a cultura machista e misógina que, infelizmente, ainda insiste em matar muitas mulheres todos os dias”.

Assina a nota na Luiza Mousinho, presidente da Comissão da Mulher Advogada da OAB-PE.

Reforma administrativa deve marcar fim de ano

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Prefeitura de Macaé

Objetivo é garantir que setores estratégicos tenham maior autonomia e agilidade

Passado o período eleitoral, o governo municipal deve colocar em prática uma nova proposta de redistribuição de cargos comissionados e restruturação de secretarias, através de uma nova reforma administrativa.

O objetivo, de acordo com secretários que foram ouvidos nesta semana pelo prefeito, é garantir que setores estratégicos da gestão municipal tenham maior autonomia e agilidade na definição e execução de serviços.

E um dos setores que irá passar pela reforma é a gestão da Saúde. Duramente criticada pela Câmara de Vereadores nas últimas semanas, a pasta que passa hoje por intervenção da Controladoria Geral do Município, deve encerrar o sistema de “descentralização” de setores, retomando ao gestor principal o total poder de tomada de decisões.

Em reunião com o secretariado nesta semana, o governo deu ultimato em pastas que perderão status de secretariado. O que corre nos corredores da sede do poder Executivo da cidade é que nem todos os membros do alto escalão do governo permanecerão no quadro após a reforma.