Criticado por não ir a debates, Bolsonaro vira 2º tema mais comentado no Twitter

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Por Cristian Favaro

Após a decisão de não participar dos debates até o dia 18, o candidato ao Planalto pelo PSL, Jair Bolsonaro, virou o segundo assunto mais comentado do Twitter no mundo. Segundo a equipe de Bolsonaro, o capitão do Exército não participará dos confrontos por orientação médica. Bolsonaro foi esfaqueado no dia 6 de setembro, durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG).

Após a decisão de não participar, que foi anunciada na manhã desta quarta-feira, 10, a hashtag #BolsonaroCagao figura como segundo tema mais comentado no Twitter Mundo.

O deputado federal do PT Paulo Pimenta criticou, na rede social, a decisão de Bolsonaro. “O capitão pode dar entrevista pro Datena, pro Casoy, pro Ratinho e pra Record, mas não pode participar de um debate”. Fernando Haddad, representante do PT na disputa, chegou a afirmar depois do anúncio de Bolsonaro que vai “até a enfermaria em que ele estiver” para debater.

Fonte: Estadão conteúdo

Lupi diz que Bolsonaro está sendo covarde ao não comparecer a debates

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Elza Fiúza/ABr
Por Renan Truffi

O presidente do PDT, Carlos Lupi, disse nesta quarta-feira, 10, que o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, pode estar cometendo um erro “fatal” ao utilizar atestado médico para não comparecer aos debates do segundo turno das eleições presidenciais. Lupi disse que “o povo brasileiro não gosta de fujão” e que o presidenciável do PSL está usando uma “desculpa esfarrapada e feia”.

“Ele está correndo dos debates e está sendo covarde. Não quer apresentar ao povo brasileiro o que ele pensa. Como haverá uma eleição com dois candidatos no segundo turno em que um deles não quer participar do debate eleitoral? Ele não quer que o povo conheça sua verdadeira identidade”, disse. “Virou desculpa esfarrapada feia. Por que então ele pode dar entrevista para TV Record? É medo, é correr, é fujão. Eu acho que é um erro do médico dar um atestado novo porque isso pode ser fatal para sua eleição. O povo não gosta de fujão, não gosta de candidatos que não apresentem suas ideias”, complementou.

Lupi disse que o povo precisa “acordar para a realidade” porque a candidatura de Bolsonaro representa “o golpe”. “Muita gente diz que se o Bolsonaro ganhar vem golpe. Não vem, ele é o golpe. É um capitão candidato a presidente e um general candidato a vice-presidente, para quê golpe? Então as pessoas têm de acordar pra essa realidade”, explicou.

O presidente do PDT reafirmou que vai defender, na reunião da Executiva Nacional, que a sigla faça um “apoio crítico” à Fernando Haddad, sem que ninguém da direção de seu partido participe efetivamente da campanha petista ou tenha algum cargo no governo Haddad, caso ele seja o vencedor do pleito.

A decisão sobre o “apoio crítico” ao PT será sacramentada em reunião da Executiva Nacional da legenda, que acontece neste momento em Brasília. A opção pelo apoio crítico se deve à manobra, orquestrada com aval do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que atrapalhou as negociações de apoio do PSB à candidatura de Ciro, ainda durante o primeiro turno.

O caso foi encarado como uma rasteira do PT no partido. Na ocasião, os petistas retiraram candidaturas em outros Estados para não atrapalhar nomes do PSB que disputavam os mesmos cargos Em troca, os socialistas se comprometeram a ficarem neutros no primeiro turno, em vez de apoiarem o presidenciável do PDT.

Além disso, Lupi defende que Ciro Gomes lance um movimento por uma nova candidatura, visando 2022, já após a definição do novo presidente em outubro. Porém, a opção de apoiar Haddad, ainda que de forma crítica, não é unanimidade no PDT.

“A posição mais saudável para o Ciro neste momento é dizer que vai tapar o nariz, escolher o seu candidato, mas não vai recomendar ninguém. Isso não é fugir à decisão, é assumir uma posição de liderança para o próximo pleito”, defendeu o deputado federal Mario Heringer (PDT-MG), reeleito para mais um mandato na Câmara.

Na avaliação de alguns pedetistas, Ciro não conseguiu chegar ao segundo turno justamente porque parte do eleitorado enxergou muita proximidade entre a campanha do PDT e o PT, de Lula. E se posicionar em favor do petista enfraquece ainda mais a postura de liderança de Ciro Gomes para a próxima eleição. “Temos que fazer uma oposição responsável a qualquer um dos dois e não dar apoio”, defendeu Heringer.

Fonte: Estadão conteúdo

Filho liga Bolsonaro à ‘extrema pobreza’

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Por Constança Rezende e Renata Batista

O deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL) disse que a campanha do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) vai mostrar como o candidato é “de verdade”, “dentro de casa”, nos próximos programas eleitorais na TV. Flávio disse que as inserções vão focar “na história de vida vitoriosa” de seu pai.

“Vamos mostrar uma pessoa que veio da extrema pobreza, virou oficial das Forças Armadas e que, hoje, tem grandes chances de ser presidente do Brasil”, disse o deputado, em frente à casa do empresário Paulo Marinho, onde o presidenciável passa parte do dia, gravando e aprovando programas já feitos.

Flávio afirmou também que está marcada para amanhã uma reunião com todos os deputados federais eleitos pelo PSL com o candidato, no Rio, para falar sobre estratégias de programa. “O objetivo é mostrar o tamanho do Bolsonaro dentro do parlamento e traçar algumas estratégias”, disse Flávio.

A reunião será realizada em um salão de um hotel na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, perto do condomínio onde mora o candidato ao Palácio do Planalto. Flávio afirmou que já fez uma reunião com os 13 deputados estaduais eleitos pelo partido no Estado.

‘Fantoche’

Ainda sem confirmar participação em debates neste segundo turno na TV, alegando seguir recomendação médica, Bolsonaro afirmou que não tem de discutir plano de governo com o adversário na disputa, Fernando Haddad (PT).

Bolsonaro chamou Haddad de “fantoche”, que, em toda decisão que precisa tomar, “tem de ir para Curitiba conversar com o presidiário” – referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Operação Lava Jato.

“Será que queremos de volta todos aqueles que, no governo do PT, mergulharam o Brasil na mais profunda crise ética, moral e econômica?”, questionou o candidato do PSL.

Segundo Flávio, um médico do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde Bolsonaro ficou internado por três semanas depois do atentado que sofreu em Juiz de Fora (MG), deve visitá-lo hoje em sua residência, no Rio. O objetivo é verificar suas condições de saúde e dizer se ele poderá viajar em campanha. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Bolsonaro ainda está anêmico e não pode fazer atividade prolongada, diz médico

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Fernando Frazão / Agência Brasil
Por Leonencio Nossa

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, só terá autorização médica para participar de debates e eventos de mais de três horas a partir quinta-feira da próxima semana, dia 18. A recomendação foi dada na manhã desta quarta-feira, 10, pelos médicos Antonio Luiz de Vasconcellos Macedo e Leandro Echenique, que examinaram o capitão reformado em sua casa, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Após o encontro, os médicos disseram a jornalistas que Bolsonaro ainda enfrenta uma anemia e que precisa recuperar massa perdida. “Ele ainda tem anemia. Então, a liberação não é completa. Não pode fazer viagens, nem atividades mais prolongadas”, disse o cardiologista Echenique.

Já Macedo afirmou que a preocupação é garantir que o candidato recupere 15 quilos perdidos em duas cirurgias, uma ainda em Juiz de Fora (MG), no dia 6 de setembro, quando Bolsonaro levou a facada, e outra no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, no dia 28. “Só com essa segunda cirurgia que eu fiz, ele perdeu muita massa muscular, porque é um homem magro. Vamos fazer, agora, uma intensa recuperação nutricional proteica. É preciso repor isso antes de qualquer situação de estresse.”

O médico cirurgião informou que a recuperação, no momento, exige um “repouso relativo”. “Ele aguentou um atentado terrível, mas estará liberado, com certeza, a partir da semana que vem. Na quinta-feira, ele deverá ir ao Hospital Albert Einstein para fazermos novos exames e, assim, será liberado para tudo que for necessário”.

Macedo disse ainda que Bolsonaro deverá passar por uma rápida cirurgia relacionada à retirada da colostomia, uma bolsa de acúmulo de fezes que foi acoplada ao seu corpo. Essa cirurgia, segundo os médicos, poderá ser feita a partir de 12 de dezembro, ou mesmo em janeiro. “É uma cirurgia muito mais simples que as demais”, afirmou.

Fonte: Estadão conteúdo

PT tira nome de Lula e cor vermelha em nova marca de campanha

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Por Daniel Weterman

A campanha do PT à Presidência da República começou a usar uma logomarca nas cores verde, amarela e azul, sem o nome do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Nas redes sociais, já começam a aparecer imagens apenas com o nome de Fernando Haddad, candidato à Presidência, e de Manuela D’Ávila, vice na chapa.

Nas peças do primeiro turno da disputa, o nome de Haddad era diretamente associado a Lula com a frase “Haddad é Lula” na cor vermelha, característica do PT.

Nos últimos dias, membros da campanha e aliados começaram a defender que Haddad se descole da imagem de substituto de Lula e mostre mais sua própria personalidade.

Em vídeos para as redes sociais, Haddad começou a se apresentar como candidato sem citar o nome do padrinho político, como fez fortemente no primeiro turno da disputa.

Fonte: Estadão conteúdo

Firjan e Band promovem série de debates para governador do Rio

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Wilson Witzel (PSC) e Eduardo Paes (DEM) estarão frente a frente

A Firjan e o Grupo Bandeirantes estão realizando uma série de debates relacionados às eleições para governador. O próximo será nesta quinta-feira (11), entre os dois candidatos que disputarão o segundo turno, Wilson Witzel (PSC) e Eduardo Paes (DEM). Em novembro, está prevista uma sabatina com o eleito.

O debate desta quinta-feira começa às 11h. A partir das 10h, a Casa Firjan recebe para credenciamento os associados da federação com presença confirmada. Mediado pelo diretor de jornalismo do Grupo Band do Rio, Rodolfo Schneider, o evento será transmitido ao vivo pela rádio BandNews FM e também pelas redes sociais da rádio (@bandnewsfmrio) e da Band TV (@TVBandRio).

As regras foram definidas entre a Firjan e a direção de Jornalismo da Band. Após uma breve apresentação, os candidatos vão responder a duas perguntas iguais elaboradas em conjunto pela Firjan e Band. Em seguida, haverá um bloco de perguntas entre os candidatos e depois perguntas de três representantes da Firjan e de três jornalistas da Band sobre temas livres. O debate se encerra com perguntas enviadas pelo público, que poderá interagir pelo Twitter durante o debate usando a #debatebandfirjan.

O primeiro debate ocorreu em 27/09 e reuniu os quatro candidatos a vice-governador melhor posicionados nas intenções de voto.

Segurança pública e a crise fiscal do estado do Rio de Janeiro foram os temas mais destacados no evento, que foi acompanhado por mais de 8,3 mil pessoas pelas redes sociais da BandNews FM e da TV Band. Participaram Comte Bittencourt (PPS), vice do candidato de Eduardo Paes (DEM); Zaqueu Teixeira (PSD), vice de Índio da Costa (PSD); Marcelo Delaroli (PR), vice de Romário (Podemos); e Ivanete Silva (PSOL), vice de Tarcisio Mota (PSOL). Eles responderam a perguntas de Sérgio Duarte e Carlos Gross, vice-presidentes da Firjan, e também de Jonathas Goulart, coordenador de estudos econômicos da federação. Também fizeram perguntas jornalistas do Grupo Band e o público, que participou pelas redes sociais.

“Respeito prevalece no registro das urnas”

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Val Barbeiro afirmou que todos os candidatos saíram vitoriosos destas eleições

Val Barbeiro destaca momento de tranquilidade durante o pleito deste ano

Candidato a deputado estadual, Val Barbeiro (PHS) afirmou que o principal resultado registrado nas urnas, neste ano, foi a vontade da população por mudança. De acordo com o parlamentar, a campanha proporcionou a ele oportunidade de conhecer, não apenas na cidade, mas em outros municípios da região, uma realidade diferente.

“A população decidiu por mudança e isso está claro nas urnas. E nós tivemos a oportunidade de participar desta caminhada, dentro do que esperamos acontecer para o nosso Estado e o nosso país, algo melhor a partir de agora”, disse.

Val considerou a eleição de Welberth Rezende (PPS) como o resultado do seu esforço em manter um trabalho diário nas ruas da cidade. “Essa é uma característica do vereador que certamente será mantida na Alerj. É preciso agradecer por este reconhecimento, não só para os eleitos, mas para todos nós que tivemos essa coragem de concorrer às eleições”, disse.

Coragem dos candidatos pauta avaliação das eleições na Câmara

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Vereador destacou o alto índice de rejeição da população fluminense com a política

Desempenho de Welberth, Julinho, Luiz Fernando, Marcel e Val Barbeiro é destacado em sessão

Apesar do vereador Welberth Rezende (PPS) ter sido o único vereador eleito no último pleito de domingo, a coragem dos demais parlamentares que também disputaram vagas na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Luiz Fernando (PTC), Julinho do Aeroporto (MDB), Val Barbeiro (PHS) e Marcel Silvano (PT), foi destacada pelos parlamentares, durante a avaliação sobre as eleições, que pautou a sessão ordinária da Casa de ontem.

Líder da Frente Parlamentar Macaé Melhor, Maxwell Vaz (SD) afirmou que a vontade dos parlamentares candidatos, em apresentar aos eleitores da cidade propostas diferentes, inteligentes e positivas, foi o grande marco do pleito. “Todos trabalharam de uma forma bastante competente e deram uma animada no cenário político da cidade. Hoje, Macaé tem um elenco bastante interessante de deputados, como Welberth e Felício Laterça, assim como outros apoiados por nós, que irão nos ajudar a construir o futuro melhor para esta cidade”, disse Maxwell.

Márcio Bittencourt (MDB) dedicou o seu espaço no grande expediente para destacar o resultado dos candidatos apoiados por ele nesta eleição. “É fundamental que o ato da democracia se realize com eleições transparentes, que permitam ao eleitor decidir o futuro do país, respeitando o direito de todos, dentro de um ambiente de paz”, apontou.

Cesinha (PROS) afirmou que o resultado das urnas demonstra a força da união dos vereadores que defenderam o projeto político de Welberth. “Tivemos sim a coragem de ter disposição de ir às urnas, pedir o voto, diante do atual cenário do Brasil. Nós precisamos de muita força para fazer esse Estado mais digno para todos os cidadãos, não só de Macaé, mas dos demais municípios da região que precisarão do trabalho e da dedicação de Welberth”, destacou.

Paulo Antunes (MDB) falou em nome do delegado da Polícia Federal, Felício Laterça, eleito deputado federal pelo PSL, conquistando em Macaé mais de 13 mil votos. “O Felício pediu para agradecer a todos os mais de 13 mil votos conquistados em Macaé. É um resultado positivo para todos nós, já que a cidade terá um representante oficial no Congresso”, registrou.

O vereador também destacou a coragem dos colegas vereadores candidatos que enfrentaram o crivo das urnas.

Candidatos também discursaram

Luiz Fernando apontou, em seu discurso, que a grande vitória destas eleições é do eleitor, que teve a liberdade de escolher, entre tantos candidatos, propostas positivas para a cidade. “Eu quero agradecer a todos que estiveram ao meu lado. Encerro esta campanha derrotado em números, mas vitorioso pela campanha que eu fiz, limpa e nas ruas. Tive a oportunidade de emprestar o ouvido às pessoas, e há um grande número de pessoas que está desacreditada da política”, disse.

O parlamentar afirmou que a grande resposta da sociedade foi o alto índice de abstenção nas urnas. “Vamos respeitar a escolha do povo! E não nos surpreende ver que mais de quatro milhões de pessoas no Estado não compareceram às urnas. Agora temos o segundo turno. As opções acabaram! Mas temos que decidir isso e acreditar que tudo vai melhorar”, destacou.

Marcel Silvano (PT) resumiu o processo eleitoral deste ano citando músicas e literaturas, para ilustrar a sensação de dever cumprido na sua caminhada, não vitoriosa, rumo à Alerj, e de preocupação com o rumo da democracia nacional, a partir dos resultados na batalha pela presidência da República. “Para quem sonha alto, todos os passos parecem ser os primeiros. Essa é a terceira eleição que enfrento na minha vida. E essa foi uma eleição dentro de um momento histórico, que vai ficar marcado, qualquer que seja o resultado. Eu espero que não seja o que já foi (ditadura)”, discursou.

Julinho do Aeroporto (MDB) considerou o seu desempenho nestas eleições como satisfatório. “A única coisa que eu queria era ter a oportunidade que eu tive. Foi uma eleição bastante dura que nos surpreende, mas não me entristece. Eu acho que 8,3 mil votos na cidade eu posso querer pensar o melhor para Macaé”, destacou.

Alerj terá renovação de 51% das cadeiras na próxima legislatura

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Composição da Alerj contará com 34 deputados reeleitos e com 36 parlamentares que começarão seu primeiro mandato

Posse dos novos integrantes acontecerá em fevereiro de 2019

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) terá uma renovação de 51% a partir do ano que vem. A composição da próxima legislatura, determinada pelo resultado das eleições do último domingo (07), contará com 34 deputados reeleitos e com 36 parlamentares que começarão seu primeiro mandato. A posse dos novos integrantes da Alerj acontecerá em fevereiro de 2019.

A maior bancada será do PSL, com 13 deputados. Em sequência vem a bancada do Democratas, com seis parlamentares, seguida pela do PSol com cinco. O deputado mais votado foi Rodrigo Amorim (PSL), com 140.666 votos.

Bancada feminina

Um dos destaques foi o crescimento da bancada feminina da Casa. Na próxima legislatura serão 12 mulheres, um aumento de 33% em relação às nove deputadas que exercem mandato atualmente na Alerj. A campeã de votos foi a paraquedista do exército Alana Pessoa (PSL), que teve pouco mais de 106 mil votos e foi a terceira mais votada dos 70 eleitos.

Entre as eleitas estão ainda três mulheres que trabalhavam no gabinete da vereadora Marielle Franco (PSol), executada em março deste ano no Estácio, região central do Rio. São elas: Mônica Francisco, Renata Souza e Dani Monteiro, todas do PSol.

Confira a lista dos novos deputados:

Rodrigo Amorim (PSL) – 140.666 votos

Alana Passos (PSL) – 106.253 votos

Alexandre Knoploch (PSL) – 103.639 votos

Coronel Salema (PSL) – 99.459 votos

Renata Souza (PSol) – 63.937 votos

Daniel Librelon (PRB) – 63.767 votos

Max Lemos (MDB) – 59.672 votos

Delegado Carlos Augusto (PSD) – 56.969 votos

Rosane Felix (PSD) – 53.644 votos

Franciane Motta (MDB) – 45.123 votos

Mônica Francisco (PSol) – 40.631 votos

Anderson Moraes (PSL) – 40.540 votos

Gustavo Schmidt (PSL) – 34.869 votos

Vandro Família (Sdd) – 33.315 votos

Carlo Caiado (DEM) – 32.435 votos

Welberth Rezende (PPS) – 31.725 votos

Renato Zaca (PSL) – 31.627 votos

Gil Vianna (PSL) – 28.636 votos

Dani Monteiro (PSol) – 27.982 votos

Filippe Poubel (PSL) – 27.832 votos

Doutor Serginho (PSL) – 26.906 votos

Pedro Brazão (PR) – 26.846 votos

Chicão Bulhões (Novo) – 26.335 votos

Rodrigo Bacellar (Sdd) – 26.135 votos

Marcelo do Seu Dino (PSL) – 25.497 votos

Anderson Alexandre (Sdd) – 25.384 votos

Val Ceasa (Patriota) – 25.259 votos

Valdecy da Saúde (PHS) – 23.307 votos

Márcio Gualberto (PSL) – 23.169 votos

Pedro Ricardo (PSL) – 22.006 votos

Léo Vieira (PRTB) – 20.751 votos

Alexandre Freitas (Novo) – 20.234 votos

Marcelo Cabelereiro (DC) – 18.003 votos

Subtenente Bernardo (Pros) – 16.855 votos

Giovani Ratinho (PTC) – 13.234 votos

Marina (PMB) – 12.294 votos

‘Vou até a uma enfermaria para fazer o debate, se necessário’, diz Haddad

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Por Clarissa Oliveira

São Paulo, 10/10/2018 – O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, reagiu nesta quarta-feira à decisão do rival Jair Bolsonaro (PSL) de não participar do debate da TV Bandeirantes, nesta semana. Ao ser informado que o adversário alegou restrições médicas a situações de stress, Haddad disse que aceita ir até uma enfermaria para debater.

“Eu vou até a uma enfermaria na boa, para fazer o debate”, afirmou Haddad. “Ele falou que não quer se estressar? Vou falar docemente, nem altero a voz. Faço o que ele quiser para ele dizer o que pensa”, afirmou Haddad, ao ser informado do cancelamento do debate enquanto concedia entrevista à imprensa estrangeira. “Os brasileiros precisam saber a verdade”, emendou o ex-prefeito.

O candidato do PT também se queixou de fake news lançadas contra sua campanha e afirmou já ter obtido na Justiça o direito de retirar 33 vídeos do ar. Embora tenha ponderado que o peso das notícias falsas tende a ser menor neste segundo turno, ele reforçou que é necessário o debate direto entre candidatos.

“Essa turma da extrema direita não tem pudores em jogar pesado, jogam com o que estiver na mão, passam em cima da sua honra, da sua família”, disse.

Haddad afirmou ainda que visitará nesta quinta-feira, 11, a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), para “conter as mentiras” que seu “adversário está jogando na internet”. E engatou: “Não precisamos mentir sobre Bolsonaro, só mostrar como ele pensa.”

Guedes

Haddad, evitou comentar a investigação do Ministério Público Federal em Brasília contra o guru de Bolsonaro, o economista Paulo Guedes, por suposto envolvimento em fraudes.

O ex-prefeito disse não ter tomado conhecimento sobre os detalhes da denúncia e, portanto, disse preferir não se pronunciar. “Não li a denúncia, então não posso me manifestar”, afirmou o ex-prefeito, voltando a detalhar o perfil que espera para seu próprio ministro da Fazenda.

“O que eu posso assegurar é que no Ministério da Fazenda do meu governo não será um banqueiro. Não tem Paulo Guedes não tem banqueiro no meu governo”, prosseguiu. “Na Fazenda tem que ser alguém comprometido com produção e com geração de emprego.”

Questionado sobre seu próprio perfil, Haddad disse que é conhecido “como uma pessoa de grande moderação”. “Sou amante da liberdade, mas passamos do limite da desigualdade”, afirmou.

Fonte: Estadão conteúdo