Deputado antecipa trabalho com o Estado por ações na Infraestrutura e na Educação

0
Parlamentar dá início a mandato cuja posse ocorrerá no próximo dia 1º de fevereiro

Welberth Rezende (PPS) cumpre agendas políticas com equipe do governador do Rio, Wilson Witzel (PSC)

Ao antecipar as ações do mandato que terá início oficial na próxima semana, o deputado estadual eleito Welberth Rezende (PPS), já trata com a equipe de secretariado do governador Wilson Witzel (PSC), demandas pertinentes a dois setores emblemáticos de Macaé: Educação e Infraestrutura.

Na semana passada, Welberth se reuniu com o secretário estadual das Cidades, Juarez Fialho, com objetivo de conhecer os trâmites da nova pasta, que terá poder para definir o financiamento de projetos de infraestrutura para as 92 cidades fluminenses. A pauta do encontro teve relação direta com a necessidade de redução do déficit habitacional de Macaé, além de se buscar apoio para a realização de obras de infraestrutura em comunidades carentes.

“Com essa nova estrutura de gestão, o Estado abre caminhos para que as cidades do interior possam buscar aportes para viabilizar projetos nas áreas da habitação. Acredito que esse seja um bom caminho, não apenas para Macaé, mas para cidades como Carapebus, Quissamã, Conceição de Macabu e Região dos Lagos, que enfrentam sérios problemas de desigualdade”, afirmou o parlamentar.

Welberth também conseguiu agenda com a equipe da secretaria estadual de Educação, sob a gestão do ex-deputado Pedro Fernandes. E o principal objetivo do parlamentar macaense é garantir a retomada e finalização das obras do novo colégio-modelo do Lagomar, destinado não apenas à formação acadêmica, mas também profissionalizante.

“Precisamos tratar das reformas dos Colégios Luiz Reid e Mathias Neto, além de cuidar da parte acadêmica, renovando o quadro de professores, ampliando as oportunidades de formação dos estudantes, como cursos de extensão e profissionalizantes. A base para a reconstrução do nosso Estado é a educação. E, neste aspecto, todas as cidades do interior enfrentam um problema grave”, apontou o parlamentar.

Essas e outras demandas já foram tratadas de forma direta entre Welberth e Witzel, em encontro realizado há duas semanas em Campos dos Goytacazes, durante inauguração de unidade destinada ao apoio social.

Câmara de Rio das Ostras terá iluminação por energia solar

0
Vereador Dr. Fábio Simões

Projeto de lei de autoria do vereador Fábio Simões deve ser implantado ainda nesse semestre

A implantação e utilização de energia solar em prédios públicos já é lei em Rio das Ostras. A administração municipal – pelo projeto proposto pelo vereador Dr. Fábio Simões – deverá conceder descontos em algum tributo para incentivar os proprietários de residências particulares a implantar esse sistema. O prefeito de Macaé – por exemplo – concedeu desconto de 50% no IPTU a partir de 2019, a todos os imóveis particulares que utilizarem esse sistema. Para Dr. Fábio Simões, o projeto de lei vai de encontro às necessidades de economia e também de se criar uma pegada ecológica e sustentável que o meio ambiente exige.

A Câmara de Vereadores de Rio das Ostras será a primeira a adotar o novo sistema de iluminação. Segundo Fábio, dependendo do orçamento da Casa, o projeto passa a funcionar ainda no primeiro semestre. O projeto de lei dispõe sobre o incentivo à implantação de sistemas de energia solar nos prédios públicos. “A administração municipal deve oferecer um incentivo como desconto no IPTU para todas as edificações particulares. Em Macaé, o Dr. Aluízio estará agora em 2019 oferecendo 50% de desconto no valor total do IPTU para proprietário de imóveis. O mesmo deve ser feito aqui na cidade”, justificou o vereador.

Fábio lembra ainda que somente de iluminação pública, a Prefeitura de Rio das Ostras, com a adoção da energia solar deverá economizar – por mês – em torno de R$ 1 milhão. E o mesmo valor com a utilização do sistema nas escolas públicas, como ele propõe no projeto de lei. Ainda no mesmo texto, o vereador define que os prédios a serem alugados deverão contar com abastecimento por energia solar. “Eu tenho energia solar em casa e recomendo. Os tempos mudaram. Temos que ter racionalidade com o dinheiro público. Mostrarmos à população que usamos o dinheiro que eles pagam de imposto em melhorias”. Dr. Fábio Simões defende, ainda, a captação de água de chuva nas escolas para redução de gastos e também evitar desperdícios com a água coletada e tratada dos mananciais.

Quanto a energia solar, Dr. Fábio Simões lembra que o Brasil acaba de atingir a marca histórica de 500 megawatts (MW) de potência instalada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar/fotovoltaica em residências, comércios, indústrias, produtores rurais e prédios públicos. A fonte solar fotovoltaica, baseada na conversão direta da radiação solar em energia elétrica de forma renovável, limpa e sustentável, lidera com folga o segmento de microgeração e minigeração distribuída, com mais de 99,5% das instalações do país.

Em número de sistemas instalados, os consumidores residenciais estão no topo da lista, representando 75,5% do total. Em seguida, aparecem as empresas dos setores de comércio e serviços (16,8%), consumidores rurais (4,3%), indústrias (2,7%), poder público (0,7%) e outros tipos, como serviços públicos (0,1%) e iluminação pública (0,01%).

Em potência instalada, os consumidores dos setores de comércio e serviços lideram o uso da energia solar fotovoltaica, com 43,2% da potência instalada no país, seguidos de perto por consumidores residenciais (35,7%), indústrias (10,3%), consumidores rurais (7,3%), poder público (3,2%) e outros tipos, como serviços públicos (0,3%) e iluminação pública (0,01%). São essas estatísticas que Dr. Fábio Simões quer mudar para o setor público. “É dando exemplo de economia e sustentabilidade, que teremos um governo realmente preocupado com sua população”, finalizou ele.

O Brasil possui hoje 49.177 sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, trazendo economia e sustentabilidade ambiental a 60.090 unidades consumidoras, somando mais de R$ 2,6 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, distribuídos ao redor de todas as regiões do país.

Orçamento da Câmara soma R$ 419 milhões em seis anos e cresce na contramão da crise

0
Inaugurado em 2013, Palácio do Legislativo apresenta sérios problemas estruturais. Ar condicionado e internet não funcionam há dois dias

Mesmo com devolução de verbas para os cofres do governo, Legislativo de Macaé é o mais rico da região Norte Fluminense

Na contramão da crise, que reduziu a arrecadação das principais cidades da região ao longo dos três anos de recessão do mercado do petróleo, o orçamento destinado à manutenção anual da Câmara de Vereadores cresceu, chegando a somar os surpreendentes R$ 419 milhões, entre 2013 e 2018. Apenas para este ano, o parlamento já pode contar com R$ 81 milhões reservados pelos cofres da prefeitura.

Entre 2014 e 2016, as previsões de receitas indicadas pela Lei Orçamentária Anual (LOA) para o Legislativo municipal só cresceram, saindo de R$ 55 milhões para mais de R$ 80 milhões. Vale destacar que o número de vereadores (17) e o número de servidores e assessores (366) não variaram no mesmo período.

Com uma redução de R$ 7 milhões entre 2016 (R$ 80 milhões) e 2017 (R$ 73 milhões), a Câmara voltou a registrar uma curva ascendente de verbas nos anos seguintes, chegando a 2019 com a marca histórica de contar com orçamento de mais de R$ 81 milhões.

Nos últimos seis anos, a Câmara contou com verbas calculadas em quase R$ 420 milhões. Presidente da Casa na era mais “próspera” do parlamento, Dr. Eduardo Cardoso (PPS) informou recentemente à imprensa que mais de R$ 45 milhões foram devolvidos aos cofres da prefeitura no mesmo período, fruto de uma gestão eficiente que reduz despesas e garante investimentos, como Portal da Transparência e a reforma do Palácio Cláudio Moacyr de Azevedo.

Entre o total previsto como orçamento e o devolvido pelo presidente, sobram quase R$ 374 milhões em seis anos. Grande parte deste dinheiro, cerca de 80%, foi destinado a cobrir as despesas com a folha de pagamento da Casa. O restante serviu para custear contratos de manutenção do Palácio Natálio Salvador Antunes, de prestação de serviços, como aluguel de carros.

Confira o orçamento da Câmara

Ano Receita
2013 R$ 55.548.990,00
2014 R$ 65.238.202,35
2015 R$ 72.694.000,00
2016 R$ 80.050.000,00
2017 R$ 73.056.000,00
2018 R$ 73.108.000,00
2019 R$ 81.000.000,00

Governo já recebe R$ 1 milhão de royalties como cota-extra de 2018

1
Cota-extra abre arrecadação do governo com as receitas do petróleo

Estimativa para 2019 é que receitas do petróleo cheguem à casa dos R$ 600 milhões

Além de atingir a arrecadação história de mais de R$ 650 milhões no ano passado, o governo volta a lucrar alto com as receitas do petróleo, diante da boa fase do mercado offshore no Brasil e no mundo.

No primeiro dia útil de 2019, mais de R$ 1 milhão foi repassado pela Secretaria de Tesouro Nacional aos cofres do município, como cota-extra de royalties, em virtude da produção e comercialização do petróleo extraído das 40 reservas em operação na Bacia de Campos.

Em dezembro do ano passado, Macaé registrou o maior acúmulo de repasses do petróleo da história, contabilizando em apenas um mês mais de R$ 60 milhões apenas com os royalties. Esta cota-extra representa também a valorização do óleo bruto brasileiro comercializado no mercado internacional. E a tendência é que os repasses sigam em alta ao longo deste ano.

Por conta disso, as perspectivas de Macaé quanto ao novo ciclo virtuoso da indústria de óleo e gás se fortalecem, à medida que novos leilões também são programados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Além disso, há a expectativa quanto ao início dos investimentos em revitalização dos campos maduros, operação que vai gerar ainda mais óleo na Bacia de Campos, e consequentemente, mais royalties e Participação Especial do petróleo.

Witzel começa a mudar cenário político na região

0
Deputados ao lado de Witzel, uma relação política em benefício da cidade

Governador abre espaço para diálogo com lideranças que estiveram em palanques opostos na campanha

Ao abrir mão de uma velha estratégia que sustentou a administração dos seus antecessores, presos hoje pela Operação Lava-Jato, o governador Wilson Witzel (PSC) se distancia dos debates sobre a eleição da presidência da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), mas costura de forma transparente relações com parlamentares que possuem o perfil de trabalho. Ao visitar Cabo Frio no sábado passado (12), Witzel não arrastou apenas uma ode de prefeitos dos municípios da Região dos Lagos, como também uma legião de parlamentares, estaduais e federais, eleitos nas cidades do interior do Rio.

Entre as lideranças, dois nomes se destacaram: os dos deputados estaduais eleito Welberth Rezende (PPS) e o suplente, Chico Machado (PSD). E como a fotografia publicada nesta matéria demonstra, o tempo de campanha passou. Agora é hora de trabalho.

Welberth garantiu a sua primeira vitória na Alerj através de uma oportunidade gerada por Conte Bittencourt (PPS), presidente do seu partido, que concorreu ao posto de vice-governador ao lado do ex-prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (DEM).

Já Chico embarcou no projeto liderado pelo ex-deputado Índio da Costa. Por não alcançar o desempenho desejado, o bloco do PSD declarou apoio a Witzel no segundo turno. Independente do posicionamento das urnas, Welberth e Chico passam a construir uma carreira-solo na Alerj. E isso já foi identificado pelo governador.

Muito mais estratégica que a consolidação de um porto em 180 dias, Macaé é essencial para a construção do Estado. E o governador, que esteve duas vezes na cidade durante a campanha, sabe muito bem disso.

Agora, com o primeiro contato estabelecido em Cabo Frio, Welberth e Chico começam bem os seus mandatos, encontrando o caminho ideal para desenvolver o trabalho que marcou as suas trajetórias políticas na cidade: a construção de uma relação institucional com o governo, atendendo as demandas da cidade.

Witzel institui política de transparência na arrecadação do governo do Estado

0
Governador Wilson Witzel abre caixa-preta da arrecadação do Estado do Rio

Repasses de impostos aos municípios podem ser acompanhados mensalmente pela população

O governador Wilson Witzel (PSC) instituiu nesta semana uma nova política de transparência na gestão do Estado. Passo a passo, o governo informa à população dados relativos à arrecadação de impostos, e repasses efetuados mensalmente. Nesta semana, mais de R$ 239 milhões já foram emitidos às cidades fluminenses.

Segundo o governo, essa quantia é referente ao montante arrecadado no período de 7 a 11 de janeiro. Os valores correspondem à distribuição de parte da arrecadação dos tributos IPVA, IPI e ICMS às prefeituras.

As cidades já haviam recebido R$ 53 milhões no repasse anterior, realizado em 8 de janeiro, relativo à arrecadação do período entre os dias 2 e 4 deste mês. Com os depósitos efetuados nesta semana, o valor acumulado distribuído às prefeituras em janeiro sobe para R$ 291,3 milhões.

Os depósitos semanais são realizados sempre até o segundo dia útil de cada semana, conforme prevê a Lei Complementar nº 63, de 11 de janeiro de 1990. As consultas dos valores dos exercícios anteriores podem ser feitas no site da Fazenda (www.fazenda.rj.gov.br), no caminho Portais > Tesouro > Serviços > Relatórios > Transferências aos Municípios.

Os valores semanais transferidos aos municípios fluminenses variam em função dos prazos fixados na legislação vigente. Dependendo do mês, pode haver até cinco datas de repasses. As variações destes depósitos oscilam conforme o calendário mensal, os prazos de recolhimento e o volume dos recursos arrecadados. A agenda de pagamentos está concentrada no dia 10 de cada mês.

Welberth Rezende e Chico Machado se reúnem com governador em Cabo Frio

0
Deputados ao lado de Witzel, uma relação política em benefício da cidade

Políticos macaenses acompanharam visita do governador ao Aeroporto de Cabo Frio

Na expectativa de assumir o mandato em fevereiro, o deputado estadual eleito Welberth Rezende (PPS), acompanhado do suplente Chico Machado (PSD), se encontrou com o governador Wilson Witzel (PSC), no último sábado (12), em Cabo Frio. Ambos fortaleceram o empenho da nova gestão do Estado em promover o desenvolvimento econômico regional, através da força do petróleo.

O encontro já pode ser considerado como uma prévia dos mandatos dos parlamentares. Apesar de ocuparem palanques opostos ao de Witzel, Welberth e Chico irão manter o mesmo perfil de trabalho que marcou a passagem de ambos na Câmara de Vereadores: o diálogo e a aliança.

Chico Machado ainda aguarda o comunicado oficial do TRE-RJ para assumir uma cadeira na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, após a validação dos votos do candidato Felipe Peixoto (PSD), que teve os seus votos validados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Desde o início do mandato, o governador já demonstrou empenho em dar prioridade a pautas importantes para as cidades do Norte Fluminense e Região dos Lagos, estratégicas para a dinâmica de operações da Bacia de Campos.

A partir da posse do mandato, os dois deputados pretendem auxiliar o licenciamento do novo porto do São José do Barreto, a consolidação da concessão do Aeroporto de Macaé e a realização de obras de infraestrutura, importantes para garantir a logística da indústria offshore.

Câmara Municipal devolve recursos pelo 6º ano consecutivo

0
Para Dr. Eduardo Cardoso, a economia obtida nos últimos anos se deve a uma gestão mais eficiente

Atual gestão devolveu cerca de R$ 45 milhões aos cofres públicos

Desde 2013, quando Dr. Eduardo Cardoso (PPS) assumiu a presidência do Legislativo macaense, já foram devolvidos aproximadamente R$ 45 milhões aos cofres públicos. Esse recurso era parte do orçamento da Câmara, fruto da economia promovida pelo atual gestor, e foi devolvido ao Executivo para aumentar os investimentos em saúde, educação, infraestrutura e outros.

O orçamento da cidade e, consequentemente, do Legislativo, sofreu quedas bruscas em 2017 e 2018 – devido à crise econômica – o que acabou impactando também as devoluções de recursos. Ainda assim, a Câmara conseguiu devolver R$ 2 milhões aos cofres do município do seu orçamento de 2018.

Contudo, é importante destacar que os investimentos nesse período também cresceram no Legislativo. Foi criado um Portal da Transparência para tornar os atos da atual gestão mais acessíveis ao público. A ferramenta será aperfeiçoada e ampliada este ano, mas já é considerada uma das melhores do estado, segundo o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ).

Foram regularizados antigos débitos com o Instituto de Previdência Social de Macaé – MacaePrev, que impediam os servidores com os anos de serviços necessários de se aposentarem. Foi iniciada a reforma e adaptação do antigo prédio da Câmara para a criação de um Museu do Legislativo e teve início uma série de cursos de capacitação para servidores de Macaé e região.

Expectativas para 2019

A projeção é de aumento orçamentário, conforme preveem os especialistas da Secretaria de Finanças e Orçamento de Macaé. Neste caso, as devoluções do Legislativo, que já chegaram a 15,6% do seu orçamento total, tendem a aproximar da média de 11% do orçamento anual.

Uma das metas do ano é dar continuidade a esses investimentos, com a transformação do antigo prédio histórico em um Centro de Cultura com biblioteca, museu, espaço para exposições de artistas locais e polo de capacitação para servidores de toda a região, em parceria com o Tribunal de Contas do Estado (TCE – RJ), com a Escola da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Elerj) e com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Também está prevista a revisão do Plano de Cargos Carreiras e Vencimentos (PCCV) dos servidores da Câmara, seguindo a política de valorização funcional da atual gestão. O projeto Câmara Itinerante, que leva as discussões das sessões plenárias para dentro dos bairros e comunidades, deve ser retomado. A intenção do presidente é ampliar a participação popular nas discussões que definem os rumos da cidade.

Em paralelo a essas ações, a Câmara também criou um Fundo do Legislativo, que já ultrapassou R$ 6,5 milhões – dinheiro que está sendo utilizado para equipar a biblioteca do Centro de Cultura e que poderá atender outros fins.

Gestão mais eficiente

Para Dr. Eduardo Cardoso, a economia obtida nos últimos anos se deve a uma gestão mais eficiente. “A Câmara paga em dia todos os seus credores e, assim, consegue preços melhores. Nos últimos anos, também conseguimos baixar os valores das licitações, executando-as por pregão. Por fim, demos transparência a todos esses trâmites, o que acabou nos favorecendo ainda mais”, esclareceu o presidente. O resultado é que mesmo com os investimentos em novos projetos e com a política de valorização dos servidores, tem sobrado dinheiro que vem sendo devolvido anualmente aos cofres da cidade.

Falha do governo gera perda estimada de R$ 9 milhões para Macaé neste ano

0
Mais dois óbitos: mulheres, 76 anos, hipertensão e diabetes, e 82 anos, sem história de comorbidades - Foto: Wanderley Gil

Taxa de contribuição de iluminação pública deixa de ser cobrada por ausência de previsão em Código

Apesar de estimar aumento de receitas para 2019, com um orçamento previsto em R$ 2,350 bilhões, o governo da mudança vai deixar de arrecadar cerca de R$ 9 milhões devido a uma falha interna, que poderá gerar consequências diretas para a população.

Excluída do novo texto do Código Tributário, em função de um descuido ao vetar emenda da Câmara, a cobrança da taxa de contribuição da iluminação pública não poderá ser feita pela administração municipal neste ano, o que já é notado pelos contribuintes que receberam a conta de energia emitida pela Eneel.

O governo até tentou corrigir o erro, enviando às pressas para a Câmara de Vereadores um projeto de lei que repetia a previsão da taxa excluída do novo Código Tributário, mas já era tarde. E mesmo convocando a Câmara para realizar, em 27 de dezembro, uma sessão extraordinária com o propósito de votar o projeto, o Executivo perdeu o prazo de tramitação no Legislativo. É que o projeto que previa a cobrança da taxa de iluminação pública foi protocolado no parlamento no dia 12 de dezembro. No entanto, o Legislativo entrou em recesso no dia 15, sem dar início à tramitação da matéria.

Com isso, já com os trabalhos normais suspensos por conta do recesso, a Câmara não poderia emitir parecer, ou apresentar emendas de última hora ao projeto em discussão durante a sessão extraordinária.

“Essa é uma culpa exclusiva do poder Executivo e, por conta disso, a matéria não será votada. Acho até que por culpa da secretaria de Fazenda, que comeu uma mosca do tamanho de um elefante”, disse o presidente da Câmara, Dr. Eduardo Cardoso (PPS), na sessão extraordinária do último dia 27.

Sem a previsão no Código Tributário, a cobrança da taxa segue suspensa, o que vai gerar uma perda estimada de R$ 9 milhões para os cofres do município neste ano. Em se tratando de contribuição, legislação federal determina que a vigência da regra deve ser estabelecida de um ano, para outro. Ou seja, mesmo que o projeto seja votado pela Câmara após o recesso, a contribuição da iluminação pública só volta a ser anexada às contas de energia em 2020.

Bolsonaro assina decreto que flexibiliza a posse de armas

0

O presidente Jair Bolsonaro assinou hoje (15), durante cerimônia no Palácio do Planalto, o decreto que regulamenta o registro, a posse e a comercialização de armas de fogo no país, uma das principais promessas de campanha do presidente da República.

“Como o povo soberanamente decidiu, para lhes resguardar o legítimo direito à defesa, vou agora, como presidente, usar esta arma”, afirmou Bolsonaro, mostrando a caneta.


“Estou restaurando o que o povo quis em 2005”, acrescentou Bolsonaro mencionando o referendo realizado há 14 anos.

O decreto refere-se exclusivamente à posse de armas. O porte de arma de fogo, ou seja, o direito de andar com a arma na rua ou no carro não foi incluído no texto.

A assinatura do decreto ocorreu logo depois da reunião ministerial coordenada por Bolsonaro todas as terças-feiras, às 9h, no Planalto, desde que assumiu o poder em 1º de janeiro.