Maxwell Vaz apresenta Subtenente como vice-prefeito em sua chapa

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Maxwell e Ronaldo Mota compõem a chapa para prefeito e vice-prefeito - Divulgação

Maxwell Vaz apresentou na tarde desta quinta-feira (17), o subtenente Ronaldo Mota como seu vice-prefeito. A candidatura a Prefeito de Maxwell foi confirmada na convenção partidária realizada ontem. Durante o evento também foram aprovados os 26 candidatos a vereador do partido.

Ronaldo Mota é subtenente do 9° Grupamento de Bombeiros Militar (GBM) de Macaé e pastor evangélico. “Estou muito emocionado de fazer parte desse projeto. Eu e Maxwell pensamos e queremos o mesmo para Macaé. É uma honra fazer parte dessa caminhada por uma Macaé melhor”, contou.

Maxwell explicou que o nome do subtenente foi escolhido com base na sua integridade. Uma pessoa de ficha limpa, que valoriza a família, a fé e a luta contra a corrupção.

“O Subtenente Ronaldo tem uma carreira consolidada, sempre trabalhou por Macaé. Temos um vice de respeito. Um vice de caráter íntegro. Porque o nosso desafio não é só ganhar essa eleição. O nosso desafio é de transformar Macaé a partir do nosso mandato. Eu sempre ouvi das pessoas que era para sair da política. Que é um lugar de máfia e de corrupção, mas eu acredito no potencial de Macaé e das pessoas. Vamos quebrar esse sistema corrupto de Macaé. Vamos fazer Macaé avançar”, garantiu Maxwell.

As regras da pré-campanha: o que o candidato pode o que não pode fazer

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Juiz das zonas eleitorais de Macaé está atento às irregularidades e denúncias ao que pode vir a ser um problema na eleição municipal - Arquivo

A população é o principal fiscal das ações dos candidatos aos cargos de prefeito e vereador, por isso é importante saber o que é permitido durante este período

Em ano eleitoral o mês de setembro significa ânimos em ebulição por conta do pleito, mas este ano está sendo diferente. A pandemia do coronavírus redefiniu diversos comportamentos e alterou cronogramas. Em Macaé, o pleito municipal é realizado apenas em um turno, já que o município tem um pouco mais de 250 mil eleitores e os candidatos aos cargos de prefeito e vereador já anunciaram as candidaturas, as propostas de campanha e utilizam as redes socais para difundir os projetos, mas é preciso ficar atento, não é permitido pedir voto até o dia 26 de setembro.

Orlando Thomé é consultor eleitoral e explica como funciona a pré-campanha. “Atualmente estamos em período de pré-campanha e durante este período existem regras que precisam ser seguidas à risca. O descumprimento delas acarretará em punição. É preciso garantir um equilíbrio de forças para uma disputa justa”, explicou Orlando, ressaltando o importante papel da internet que se consolida como um dos principais meios de propagação das propostas e debates.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, o período de campanha eleitoral só começa à meia noite do dia 27 de setembro, a partir desse momento, os pedidos de voto, comícios e carreatas, assim como a distribuição de material impresso estão liberados. A data permite ainda o uso de bandeiras, carros de som e mesas para distribuir material e começam também as propagandas eleitorais gratuitas em rádio e TV.

Ainda segundo o consultor eleitoral, estão vedadas as transferência voluntárias de recurso da união aos estados e municípios e a nomeação, contratação, admissão ou demissão sem justa causa de servidor público municipal.

A legislação eleitoral proíbe também as propagandas pagas em rádio e TV, a utilização de trios elétricos, brindes e shows com artistas. As punições para quem infringir as regras vão desde R$ 2 mil até a cassação do registro de candidatura.

Orlando destaca que os principais erros cometidos pelos candidatos são os despejos de santinhos no chão, anúncio em outdoor e compra de voto. “As eleições na pandemia exigem também maior fiscalização dos eleitores e conscientização dos candidatos. As aglomerações permanecem proibidas e é preciso ter bom senso quanto a realização dos encontros com o público”, explica o consultor eleitoral.

Para as Eleições 2020 a expectativa é de que o pleito seja muito mais intenso dos que o de 2018 e cada vez mais as redes sociais se consolidam como importantes propagadores da campanha dos candidatos.

Prazos eleitorais são cumpridos em Macaé

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Agora inicia o prazo para que a Justiça Eleitoral convoque partidos e emissoras de rádio e TV para elaboração do plano de mídia - Divulgação

Terminadas as convenções, agora os partidos articulam as chapas e têm até o dia 26 de setembro para realizarem o registro das candidaturas

Já foi dada a largada na corrida das eleições 2020. Quarta-feira (16) foi o último dia para a realização das convenções partidárias, definindo as coligações e a escolha dos candidatos. Segundo prazo decretado pelo Tribunal Superior eleitoral. Agora os partidos articulam as chapas e têm até o dia 26 de setembro para realizarem o registro das candidaturas.
Ou seja, entre os dias 31 de agosto a 26 de setembro é o período para o registro de candidaturas. Início do prazo para que a Justiça Eleitoral convoque partidos e emissoras de rádio e TV para elaboração do plano de mídia.

A partir daí, candidaturas oficializadas saem em busca do voto dos eleitores. E salve-se quem puder. No dia 27 de setembro terá início oficial a propaganda eleitoral, inclusive na internet.

Com a promulgação da Emenda Constitucional (EC) nº 107/2020, que adia eleições municipais para 15 (1º turno) e 29 de novembro (2º turno), ficou estabelecida a prorrogação de diversas datas do calendário eleitoral como para 15 de novembro o primeiro turno das eleições; dia 29 de novembro o segundo turno.

O dia 15 de dezembro será o último dia para entrega das prestações de contas; e 18 de dezembro é o prazo final para diplomação dos eleitos.

PT vai enfrentar eleição difícil e pode sair dela como um partido nanico

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Partido já não administra nenhuma das 100 maiores cidades do País

Pesquisas recentes indicam que o PT de Lula, que virou sinônimo de corrupção, tem chances reduzidas de conquistar prefeituras nas capitais, este ano.

Seu desempenho tem mostrado trajetória declinante há oito anos, em eleições municipais.

Elegeu 630 prefeitos em 2012, antes da Lava Jato e do impeachment de Dilma, e caiu para 256 em 2016. Queda de 60%.

O partido já não administra qualquer das 100 maiores cidades do País agora parece a caminho de um destino inexorável: virar nanico. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Candidatos do PT não têm bom desempenho nas pesquisas nem mesmo nos estados que governa: Bahia, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte.

A melhor chance do PT em capital é com Marília Arraes, que aparece bem nas pesquisas no Recife, apesar do partido. Ela tem luz própria.

A ex-prefeita Fortaleza Luzianne Lins está no páreo para voltar ao cargo, mas aparece empatada com Heitor Férrer (Solidariedade) em 2º lugar.

A deputada Benedita da Silva se lançou candidata no Rio de Janeiro, mas por enquanto consegue um 3º lugar em alguns levantamentos.

Por 24 a 0, Comissão da Alerj aprova parecer pela continuidade do impeachment de Witzel

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Governador afastado Wilson Witzel - Divulgação

A comissão especial que analisa o pedido de impeachment do governador afastado Wilson Witzel na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou hoje (17), por 24 votos, o parecer do relator, deputado Rodrigo Bacellar (SDD), pela continuidade do processo de impeachment.Bacellar afirmou, em seu relatório, que há fortes indícios de que o governador afastado tenha cometido crime de responsabilidade por meio do recebimento de vantagens indevidas. Witzel é acusado de participação em um esquema de desvio de recursos públicos destinados ao combate à pandemia de covid-19 no estado do Rio. Ele foi afastado do cargo pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O texto segue agora para votação em plenário, onde pode receber emendas. Por isso, a votação poderá levar mais de uma sessão.

Para ser aprovado, o texto precisará do quórum qualificado de dois terços dos 70 parlamentares, ou 47 deputados. Caso a decisão da Casa seja pela aceitação da denúncia, será formado um tribunal misto composto por deputados e desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado (TJRJ).

Fonte: Agência Brasil

Futuro de Macaé agora nas mãos dos eleitores

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Convenções homologam candidatos que correm para garantir registro junto ao TRE

Após negociações e estratégias traçadas nos bastidores, os eleitores de Macaé já começam a analisar o perfil das nove candidaturas a prefeitura da cidade, anunciadas em convenções partidárias encerradas na noite de ontem (16). Sem grandes novidades, a disputa pela sucessão do governo “da mudança” conta com personagens antigos e alianças que indicam uma nova visão para o futuro da Capital Nacional do Petróleo.

Se antes a força dos “padrinhos” garantiam uma certa vantagem na disputa antecipada pela prefeitura, agora, os números e dados indicados por pesquisas (oficiais ou manipuladas), passam a ser substituídos pela verdadeira opinião pública, um terreno difícil que poucos terão condições de encarar.

Com o apoio de Dr. Aluízio à Welberth Rezende, a insistência de Riverton na tentativa de voltar ao poder, na estratégia massificada por Robson nas redes sociais, na união da esquerda em apoio a Igor, na independência de André, Maxwell e Bichão, e na costura entre a experiência política de Silvinho com a força e a expertise da indústria carregada por Merrel, o cenário eleitoral da cidade ganha corpo, embora muito caminho ainda precisa ser percorrido entre aqueles que almejam chegar ao posto mais alto da política local.

Candidatos anunciados em convenções:

Silvinho Lopes (DEM) e Merrel (PL)
Welberth Rezende (Cidadania) e Chapeta (PSDB)
Igor Sardinha (PT) e Lívia Sá (PT)
Riverton Mussi (PDT) e Dr. Luiz da Penha (PDT)
Robson Oliveira (PTB) e Renatinha do Vôlei (PSL)
André Longobardi (Republicanos)
Maxwell Vaz (Solidariedade)
Ricardo Bichão (PRTB)
Sabrina Luz (PSTU)

STF enterra de vez possibilidade de auditoria das eleições através do voto impresso

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Ministro Gilmar Mendes, explicou que as urnas atuais não podem ser usadas para impressão de votos

O Supremo Tribunal Federal (STF) declarou inconstitucional a impressão do voto eletrônico, por colocar em risco o sigilo e a liberdade do voto. A Corte, em decisão unânime na sessão virtual encerrada em 14/9, confirmou medida liminar anteriormente deferida pelo Plenário e julgou procedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5889.

Na ação, a Procuradoria-Geral da República (PGR) questionava a validade do artigo 59-A da Lei das Eleições (Lei 9.504/1997), incluído pela Lei 13.165/2015 (Minirreforma Eleitoral), que previa a obrigatoriedade de impressão do registro de cada voto depositado de forma eletrônica na urna.

Intervenções humanas

O relator, ministro Gilmar Mendes, explicou que as urnas atuais não podem ser usadas para impressão de votos, pois têm impressoras internas aptas apenas para imprimirem a zerésima, relatório inicial, na abertura das votações, e o boletim de urna, em seu encerramento. Para ligar uma impressora à urna, seria necessário que esta fosse “inexpugnável, à prova de intervenções humanas”. Caso contrário, em vez de aumentar a segurança nas votações, serviria a fraudes e à violação do sigilo dos votos.

Confiabilidade

Mendes lembrou que, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não há comprovação de que a impressão incrementará de forma decisiva a integridade das apurações eleitorais, pois se trata de um processo mecânico, mas controlado por dispositivos eletrônicos. Dessa forma, há riscos teóricos de manipulação das impressões, por exemplo, com o cancelamento de votos. Além disso, fraudes que envolvam acréscimo de votos à contagem eletrônica podem ser acompanhadas da impressão de registro de votos fantasmas.

Normas de organização

Segundo o relator, o legislador não pode alterar procedimentos eleitorais sem que existam meios para tanto. “O comando normativo deve vir acompanhado de normas de organização e procedimento que permitam sua colocação em prática”, assinalou.

No caso, a lei impôs uma modificação substancial na votação, a ser implementada repentinamente, sem fornecer os meios para execução da medida. “Por princípio, todas as mudanças no processo eleitoral são feitas aos poucos. A implantação progressiva evita que falhas pontuais contaminem o processo, assim como previne o gasto de bilhões em tecnologias insatisfatórias. O voto em urnas eletrônicas, por exemplo, iniciou em 1996 e foi universalizado em 2002”, lembrou.

O ministro ressaltou que a alteração súbita exigiria alterações no sistema de transporte, logística, pessoal, aquisições, treinamentos e metodologias, além do necessário esclarecimento da sociedade acerca dos novos procedimentos. Também haveria mudanças do ponto de vista do eleitor, abandonando-se os parâmetros atuais de cadastro (biometria) e voltando-se a confiar no documento de identidade.

Por fim, o relator destacou que o custo estimado para a aquisição do módulo impresso para todas as urnas seria de quase R$ 2 bilhões, o que, a seu ver, é uma solução longe do ideal, na medida em que seria um adicional às urnas já existentes, e não um equipamento completo e integrado. “Não é possível fazer uma mudança tão abrupta no processo eleitoral, colocando em risco a segurança das eleições e gastando recursos de forma irresponsável”, afirmou. Ressalvado o seu entendimento de que a implantação da impressão do registro do voto é possível, mas precisa ser gradual, o ministro votou pela inconstitucionalidade da norma, por violação à liberdade e ao sigilo do voto.

Os ministros Marco Aurélio, Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Rosa Weber acompanharam integralmente o relator. O ministro Luís Roberto Barroso votou pela inconstitucionalidade da norma, com fundamentos distintos, e o ministro Luiz Fux se declarou suspeito.

Fonte: STF

O Lado Oculto Do Império: Globo fez pacto com Sérgio Cabral para garantir transmissão das Olimpíadas

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Ex-governador do Rio Sérgio Cabral - Divulgação

Confissões inéditas do ex-governador do Rio Sérgio Cabral, contadas à Polícia Federal, revelam que o grupo Globo sabia do esquema criminoso de compra de votos envolvendo o estado e o Comitê Olímpico Internacional – para a escolha do Rio de Janeiro como sede dos jogos de 2016. Se aproveitando da relação próxima com Cabral, os executivos da Globo fizeram um pacto: assegurar, a qualquer custo, a compra exclusiva dos direitos da Olímpiada. O medo era perder, mais uma vez, o direito de transmissão para a concorrência.

Câmara proíbe hidrelétricas na cidade

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Câmara proíbe hidrelétricas na cidade - Divulgação

Para entrar em vigor, a lei precisa ser sancionada pelo prefeito

Com apoio de todos os parlamentares presentes na sessão virtual desta quarta-feira (16), O Legislativo macaense aprovou o Projeto de Lei (PL) 124/2019, que proíbe a construção de usinas hidrelétricas, incluindo as de pequeno porte, em toda a extensão da bacia hidrográfica do Rio Macaé. A iniciativa partiu de Cristiano Gelinho, do Cidadania.

O autor do PL voltou a defender que o município fortaleça a economia com empreendimentos de gás natural. “Querem uma hidrelétrica no distrito do Sana (Região Serrana), mas a alternativa viável para lá é o turismo. Praticamente toda a população também é contra e o prefeito garantiu que vai sancionar”, disse.

Luiz Fernando (Cidadania) lembrou que a área é de preservação permanente, baseada em legislações federais. “Diversas termelétricas serão construídas na cidade. Este não é o momento e eu nem vejo a necessidade de ter uma hidrelétrica na Serra”, acrescentou.

Márcio Bittencourt (Cidadania), Marcel Silvano (PT) e George Jardim (PSDB) justificaram o voto também baseados nos possíveis impactos sociais e ambientais que uma usina hidrelétrica pode causar.

Transporte público

De acordo com Cesinha (Pros), o transporte público para o Sana está ainda pior. Em requerimento aprovado por unanimidade, ele cobrou do Executivo um relatório do serviço prestado pela SIT durante as limitações causadas pela pandemia.

Juninho de Zezito é oficializado como candidato a prefeito de Carapebus

Juninho de Zezito é oficializado como candidato a prefeito de Carapebus - Divulgação

A convenção municipal foi promovida pela Comissão Provisória do Diretório Municipal do Partido da Mulher Brasileira (PMB) de Carapebus, na terça-feira (15)

“Quem quer gerir uma cidade tem que ter coragem de seguir em frente, independente dos adversários, união de grupos. Esperar quem vai ser concorrente, além de ser coisa da velha política, é projeto pessoal”, declarou Juninho de Zezito, ao ter seu nome confirmado como candidato a prefeito pelo Partido da Mulher Brasileira (PMB) do Município de Carapebus, tendo como candidato a vice-prefeito Claudinho da Rodagem.

A convenção municipal foi promovida pela Comissão Provisória do Diretório Municipal do Partido da Mulher Brasileira (PMB) de Carapebus, na terça-feira (15), conforme Edital de Convocação divulgada pelo Presidente da Comissão, Viller Tavares Barbosa, que na Rua Valdomiro Melchiades, 40 – Centro, na cidade de Carapebus – RJ.

Na oportunidade, Juninho lembra que tem toda uma história de vida com a cidade desde a emancipação e toda uma história política, entre cargo de secretário de turismo, esporte e lazer, dois mandatos de vereador, presidente da Câmara Municipal de Carapebus, com uma experiência muito grande e com muito conhecimento externo e com contatos para tentar ajudar a levar um projeto de qualidade e diferenciado para Carapebus, num projeto que possa trazer desenvolvimento e investimentos para a cidade, da indústria, agricultura, turismo.

O candidato acrescenta que se considera uma pessoa que vai cumprir essas e outra metas de governo. “Precisamos melhorar a qualidade de vida da população de Carapebus, não somente na área de desenvolvimento econômico, mas também, na saúde, fazendo as coisas aconteçam dentro da cidade, saindo da dependência de termos que mandar os nossos munícipes lá para Bom Jesus do Itabapoana, para cuidar da saúde. Até hoje não temos um transporte público municipal funcionando e esperamos fazer tudo isso acontecer”, concluiu.

O evento obedeceu todas as regras sanitárias contra o coronavírus, deliberando também sobre a escolha dos candidatos do PMB ao cargo de Vereador nas eleições proporcionais do próximo dia 15 de novembro; sorteio dos respectivos números para os candidatos a vereador do PMB; delegação de poderes a Comissão Provisória do Diretório Executivo do PMB do Município de Carapebus para deliberar sobre propostas de coligações com outras agremiações partidárias para eleição majoritária; além de outros assuntos de interesse partidário e eleitoral.