Bolsonaro completa Mil Dias no poder. Veja as principais realizações

0

Data celebra conquistas que ajudaram a melhorar a qualidade de vida da população

Facilitar o acesso à moradia digna às famílias do Brasil é uma das prioridades do Governo Federal e nestes Mil Dias de dedicação ao povo brasileiro, já foram entregues mais de um milhão de moradias pelos programas habitacionais desenvolvidos pelo governo.

No campo, de 2019 a 2021, foram entregues mais de 230 mil títulos de propriedade rural. O documento é fundamental para garantir o acesso de assentados e pequenos produtores ao crédito agrícola. A moderna e sustentável agricultura brasileira de baixo carbono alimenta mais de um bilhão de pessoas no mundo e utiliza apenas 8% do território nacional.

O Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) é uma das ações do Governo Federal para minimizar os impactos de problemas climáticos na produção agrícola. Em 2020, foram contratadas mais de 189 mil apólices de seguro rural, beneficiando mais de 104 mil produtores.

O desenvolvimento sustentável também está presente nas comunidades isoladas, por meio do Programa Calha Norte. A iniciativa está presente em 442 municípios de 10 estados e atende aproximadamente 15 milhões de pessoas, incluindo a população indígena.

ENFRENTAMENTO DA PANDEMIA

Na pior pandemia da história recente, o Governo Federal levou comida à mesa para mais de 68 milhões de pessoas em 2020, por meio do Auxílio Emergencial. Um investimento de R$ 295,14 bilhões. Em 2021, o benefício já alcançou mais de 39,4 milhões de pessoas. Um ano do Auxílio Emergencial equivale a mais de 10 anos de Bolsa Família.

Iniciativas como Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) ajudaram a salvar 517 mil empresas, e o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm) salvou o emprego de quase 10 milhões de trabalhadores, em 2020. 

Para garantir a proteção de profissionais de saúde que atuam na linha de frente do enfrentamento à Covid-19, o Governo Federal distribuiu 363 milhões de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para todo o país. Entre os itens estão máscaras, aventais, óculos e protetores faciais, toucas, sapatilhas, luvas e álcool.

O investimento na infraestrutura para o enfrentamento da pandemia da Covid-19 no país também foi prioridade. Somente em 2021, foram habilitados mais de 23 mil leitos de UTI Adulto e outros 5.953 Leitos de Suporte Ventilatório Pulmonar, para atendimento aos pacientes graves.

E o empenho do Governo Federal para vacinar toda a população atinge marcas importantes, como a média móvel de casos e de mortes que já apresenta queda de mais de 70%. Mais de 267 milhões de doses já foram distribuídas. Dessas, 222 milhões já foram aplicadas nos braços dos brasileiros. O percentual da população totalmente vacinada já ultrapassa 50% da população adulta.

Mais de um milhão de cestas básicas foram entregues a indígenas de todo o país desde o início da pandemia. São cerca de 23 mil toneladas de alimentos distribuídas a mais de 200 mil famílias indígenas.

Durante a pandemia, foram disponibilizados, por meio da Lei Aldir Blanc, R$ 3 bilhões para estados e municípios apoiarem trabalhadores do setor, pontos de cultura e iniciativas de fomento.

A retomada econômica já reflete seus números positivos, com a criação de aproximadamente 1,8 milhão de novos empregos, somente nos primeiros sete meses deste ano.

O país já tem mais de 29 mil selos emitidos. Municípios com mais de 90% de adesão ao “Selo Turismo Responsável, Limpo e Seguro”, colocam o Brasil entre os 10 primeiros países do mundo a implementar protocolos sanitários para o turismo. A iniciativa é elogiada pelas maiores organizações internacionais do setor: a Organização Mundial do Turismo (OMT) e o Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC).

DEFESA DO MEIO AMBIENTE

Durante a Cúpula dos Líderes sobre o Clima, o Brasil antecipou de 2060 para 2050, o objetivo de alcançar a neutralidade climática. Os recursos humanos e financeiros, destinados ao fortalecimento dos órgãos ambientais, foram dobrados, com vistas a zerar o desmatamento ilegal.

O combate a incêndios florestais também foi prioridade nos 11 estados dos biomas da Amazônia, Cerrado e Pantanal. A Operação Guardiões do Bioma conta com um efetivo de 9,6 mil profissionais e, até o mês de setembro, combateu mais de 8,2 mil incêndios florestais.

O Programa Lixão Zero contribuiu para desativar mais de 620 lixões e bater recorde na reciclagem de latas de alumínio. Criado em 2019, visa aprimorar a gestão de resíduos sólidos urbanos e contribuir com a destinação ambientalmente adequada do lixo.

MELHORIA DA INFRAESTRUTURA

Desde 2019, o Governo Federal realizou a transferência de 74 ativos à iniciativa privada, entre concessões, renovações, arrendamentos, investimento cruzado e cessões onerosas. Os investimentos contratados somam R$ 73,095 bilhões. A previsão é que essas ações resultem na geração de um milhão de empregos (diretos, indiretos e emprego-renda ao longo dos contratos). A expectativa é chegar ao final de 2022 com a concessão de mais de 100 ativos e a contratação de R$ 250 bilhões em infraestrutura.

NOVO MARCO LEGAL

Com a sanção do novo Marco Legal do Saneamento, que completou um ano em julho, o Governo Federal tem como objetivo alcançar a universalização dos serviços de saneamento básico até 2033, garantindo que 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e 90%, ao tratamento e à coleta de esgoto. Desde 2019, foram entregues mais de 450 obras de saneamento em todo o país.

COMBATE À CORRUPÇÃO

Em dezembro de 2020, o Governo Federal lançou o Plano Anticorrupção para o período entre 2020 e 2025, com o objetivo estruturar e executar ações para aprimorar, no âmbito do Poder Executivo Federal, os mecanismos de prevenção, detecção e responsabilização por atos de corrupção, avançando no cumprimento e no aperfeiçoamento da legislação anticorrupção e no atendimento de recomendações internacionais.

INVESTIMENTO EM EDUCAÇÃO

Escolas de todo o país também receberam obras de melhorias em infraestrutura.  Desde 2019, foram entregues cerca de 2.525 obras escolares em todos os Estados. Além disso, desde 2020, foram implantadas quase 130 Escolas cívico-militares (Ecim).

O transporte escolar também foi garantido, por meio do Programa Caminho da Escola, que é voltado a estudantes residentes, prioritariamente, em áreas rurais e ribeirinhas.  Foram entregues mais de 5,9 mil ônibus escolares fabricados especialmente para o tráfego nestas regiões, sempre visando à segurança e à qualidade do transporte.

MELHORIA DAS COMUNICAÇÕES

Os brasileiros estão muito mais conectados. Desde janeiro de 2019, foram instalados 14,4 mil pontos do Programa Wi-Fi Brasil, sendo mais de 80% das conexões instaladas nas Regiões Norte e Nordeste. Destaca-se o atendimento a 10.015 escolas, 757 Unidades Básicas de Saúde, 815 telecentros, 471 aldeias indígenas, 555 unidades de segurança pública e milhares de outros locais de interesse público.

INVESTIMENTO EM ENERGIA

Desde 2019, o Brasil tem sido uma potência quando o assunto é investimentos no setor de Petróleo, Gás e Biocombustíveis. Somente em investimentos decorrentes dos leilões realizados, estima-se um montante de mais de R$ 402 bilhões. Em bônus de assinatura, foram arrecadados R$ 84 bilhões, sendo que somente em função do leilão de excedentes da cessão onerosa foram transferidos para estados e municípios o montante de R$ 11,73 bilhões.

TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

Também foi possível economizar com as transferências bancárias, que foram substituídas pelo PIX, que é gratuito e seguro. Com a transformação digital, foram mais de três mil serviços públicos digitalizados. As carteiras de motorista, de trabalho, e os serviços do INSS, por exemplo, agora podem ser acessadas de forma rápida pelo celular.

DESBUROCRATIZAÇÃO

O Revogaço, que visa a redução do número de atos normativos inferiores a decreto, concluiu a quarta de cinco etapas do processo de revisão previsto. Dos 72.537 atos que existiam desde o início do governo, 22.519 foram revogados até o momento. Assim, o Governo Federal melhora o ambiente de negócios, dá mais transparência às ações, garante segurança jurídica e desburocratiza o Brasil.

ACOLHIMENTO HUMANITÁRIO

Para garantir o atendimento humanitário aos refugiados e migrantes venezuelanos em situação de vulnerabilidade, em Roraima, principal porta de entrada da Venezuela no Brasil, o Governo Federal já interiorizou quase 60 mil pessoas pela Operação Acolhida. Com a Operação, o Brasil reforça sua vocação, capacidade e reputação internacional em lidar com graves crises humanitárias e valorizar os direitos humanos.

“Renan sempre foi cangaceiro”, diz Jorginho Mello

0

Eu não sou um homem de briga, mas sou um homem que tem respeito pelas pessoas e tenho coragem de enfrentar”, disse Jorginho.

Em entrevista ao Boletim da Manhã do canal Terça Livre nesta sexta-feira (24), o senador Jorginho Mello (PL-SC) falou sobre seu bate-boca com o também senador Renan Calheiros na CPI da Pandemia.

“O Renan (Calheiros) sempre foi cangaceiro. Ele pensa que dá uma trucada alguém tem medo dele. Eu não sou um homem de briga, mas sou um homem que tem respeito pelas pessoas e tenho coragem de enfrentar”, disse Jorginho.

O senador catarinense criticou a forma com que Calheiros conduz os depoimentos na CPI, sempre tentando manipular as respostas dos depoentes. “Quando as pessoas vão lá dar depoimento ele quer que digam exatamente o que ele quer que diga. Se está fazendo uma oitiva, você tem que deixar a pessoa responder se é verdade, o que fez e o que não fez”, disse.

Jorginho também falou que é preciso deixar a disputa eleitoral para o momento oportuno. “O relatório dele está pronto: deve ser 2 mil páginas para incriminar o presidente Bolsonaro. Não é assim, por favor. Vamos ter respeito. Vamos deixar as eleições para o ano que vem”, ponderou.

Após encontro com Bolsonaro, Boris Johnson se diz ‘encantado’

1

Presidente Brasileiro foi elogiado pelo primeiro-ministro britânico

A imprensa britânica noticiou nesta segunda-feira (20) que o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, disse que ficou encantado ao conhecer o presidente Jair Bolsonaro. Eles se encontraram durante a manhã em Nova York, onde participarão da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

Eles conversaram sobre a Covid-19, e Bolsonaro disse ter desenvolvido uma imunidade “excelente” à doença. Johnson, por sua vez, disse que já teve Covid duas vezes, ao que Bolsonaro apontou para si próprio e fez um sinal de negativo, afirmando, por meio de um intérprete, que ainda não contraiu o vírus, pouco antes de rir. Boris também comentou sobre as vacinas e elogiou um imunizante em particular.

“AstraZeneca é uma ótima vacina. Eu tomei a AstraZeneca”, disse o primeiro-ministro britânico.Continua depois da publicidade

Johnson reforçou o apoio ao imunizante quando a imprensa foi conduzida para fora da sala. Na ocasião, Johnson recomendou: “Tomem as vacinas AstraZeneca”.

Outra pauta da conversa dos chefes de Estado foram as mudanças climáticas. O presidente brasileiro foi elogiado pelo compromisso que o país assumiu de acabar com o desmatamento ilegal até o ano de 2030.

Lula perde processo contra Eduardo Bolsonaro por “fake news”

0

Ex-presidente terá que pagar as custas do processo e honorários dos advogados de Eduardo Bolsonaro

O ex-presidiário Lula perdeu um processo que movia contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro e terá que pagar as custas do processo, além dos honorários advocatícios dos advogados do deputado.

Lula pedia R$ 131.400,00 de indenização de Eduardo Bolsonaro em função do deputado ter compartilhado uma Continua depois da publicidadepublicação que dizia que Marisa Letícia tinha 256 milhões de reais investidos, quando, na verdade, o montante era de 26 000 reais. O equívoco foi atribuído a um erro de digitação de um juiz da 1ª Vara da Família de São Bernardo do Campo (SP). 

O desembargador Rômulo de Araújo Mendes, do TJDFT, mencionou o equívoco da Justiça e entendeu que Eduardo Bolsonaro não demonstrou intenção de ferir o direito de personalidade de Marisa Letícia, “mostrando-se descabida a pretensão reparatória por danos morais”.

Com informações da coluna Radar, de Veja.

Novo Código Eleitoral reduz controle de gastos com dinheiro público em campanhas

0
Foto: Divulgação

Para advogado, controle de gastos é o ponto mais sensível dentre as mudanças

A Câmara dos Deputados aprovou, em primeiro turno, o texto-base do novo Código Eleitoral. O projeto, com 902 artigos, aglutina em um só texto toda a legislação eleitoral e temas de resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A proposta, que para ser aprovada precisa ser votada em segundo turno, trata de assuntos como inelegibilidade, prestação de contas, pesquisas eleitorais, gastos de campanha, acesso a recursos dos fundos partidário e de campanha, entre outros.

Para o advogado e professor Acacio Miranda da Silva Filho, especialista em Direito Constitucional e Penal, alguns pontos da proposta são muito sensíveis para a sociedade, como a utilização do dinheiro público nas campanhas. Ele lembra que além do aumento do valor do fundo eleitoral, está em discussão que os partidos tenham menos obrigações para fazer a prestação de contas. “Em se tratando de dinheiro público, isso é um grande problema. Os partidos estariam gastando mais sem que a população e os órgãos de controle tenham acesso para saber com o que foi gasto e com qual finalidade”, afirma.

Ao comentar a permissão para propaganda política em templos e universidades, o advogado avalia que esses dispositivos foram criados a fim de confrontar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que, nas eleições de 2020, foi contundente no combate daquilo que se chama “abuso do poder religioso”. “Hoje, o Congresso Nacional é composto por várias bancadas religiosas e diante disso, essas bancadas entenderam por bem dar uma resposta ao Tribunal”. Já a defesa de candidaturas em universidades é um contrassenso para Acacio, uma vez que essas mesmas bancadas defenderam aspectos relacionados à escola sem partido. “São duas respostas a entendimentos judiciais que acabam permitindo a utilização indiscriminada destes estabelecimentos coletivos para a realização de campanhas eleitorais”, observa o advogado.

Outro ponto do novo código visto com bastante ressalva é o aumento da janela partidária. Com a mudança, os candidatos terão prazo maior para mudar de partido e disputarem a eleição subsequente. “Isso é ruim para democracia, para manutenção da ideologia partidária e, mais do que isso, dificulta que os eleitores votem em candidatos vinculados ao seu pensamento, para cobrá-los depois”, conclui.

Fonte:
Acacio Miranda da Silva Filho, Doutorando em Direito Constitucional pelo IDP/DF. Mestre em Direito Penal Internacional pela Universidade de Granada/Espanha. Pós-graduação lato sensu em Processo Penal na Escola Paulista da Magistratura e em Direito Penal na Escola Superior do Ministério Público de São Paulo. É especialista em Teoria do Delito na Universidade de Salamanca/Espanha, em Direito Penal Econômico na Universidade de Coimbra/IBCCRIM e em Direito Penal Econômico na Universidade Castilha – La Mancha/Espanha. Tem extensão em Ciências Criminais, ministrada pela Escola Alemã de Ciências criminais da Universidade de Gottingen, e em Direito Penal pela Universidade Pompeu Fabra.

Bolsonaro envia ao Congresso PL sobre liberdade nas redes sociais

0

Texto é semelhante ao da MP que alterava o Marco Civil da Internet, devolvida pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco

Após o Senado devolver a Medida Provisória (MP) que alterava o Marco Civil da Internet, o governo decidiu pela retomada do tema. Para isto, o presidente Jair Bolsonaro enviou um projeto de lei ao Congresso Nacional com alterações semelhantes às propostas na MP.

O anúncio foi feito neste domingo (19) pela Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom), que disse que a proposta tem por objetivo promover “liberdade e transparência nas redes sociais”.

Com as mudanças, “provedoras das plataformas terão de apresentar justa causa para excluir e remover conteúdos e usuários” de suas plataformas. De acordo com o governo, a ideia é combater “as arbitrariedades e as exclusões injustificadas e duvidosas, que lesam os brasileiros e suas liberdades”.

Em nota, a Secom explicou que “até hoje não há regras bem definidas que exijam justificativa clara para exclusão de conteúdo e contas em redes sociais. Sem clareza sobre os critérios para exclusões e suspensões, há possibilidade de ações arbitrárias e violações do direito à livre expressão”.

Por fim, o governo explicou que o projeto também pretende “evitar que conteúdos e perfis idôneos recebam – de forma injusta – o mesmo tratamento de criminosos”.

Veja o que informou a Secom:

Liberdade e transparência nas redes sociais: Presidente Jair Bolsonaro encaminha Projeto de Lei para garantir direitos dos brasileiros na redes. Com isso, as provedoras das plataformas terão de apresentar JUSTA CAUSA para excluir e remover conteúdos e usuários.

Este PL segue na mesma linha da MP enviada há alguns dias. A medida não impede a remoção de conteúdos e perfis, apenas combate as arbitrariedades e as exclusões injustificadas e duvidosas, que lesam os brasileiros e suas liberdades.

Até hoje não há regras bem definidas que exijam justificativa clara para exclusão de conteúdo e contas em redes sociais. Sem clareza sobre os critérios para exclusões e suspensões, há possibilidade de ações arbitrárias e violações do direito à livre expressão.

Liberdade de expressão: para remover e excluir conteúdos e usuários, o provedor de redes sociais terá de notificar o usuário com clareza quanto às motivações para isso, além de oferecer meios para contestação.

Evidentemente, conteúdos criminosos seguem sendo criminosos e já existe amparo legal para combatê-los. O PL vem justamente para evitar que conteúdos e perfis idôneos recebam – de forma injusta – o mesmo tratamento de criminosos.

Com este projeto, cria-se mais transparência quanto ao papel das empresas no controle de conteúdo e mais segurança jurídica aos brasileiros. O Governo do Brasil segue buscando meios de aperfeiçoar e garantir todas as justas e morais liberdades desta Nação.

Facebook e Youtube derrubam live de Bolsonaro segundos após fala sobre ivermectina

0

Imagens deram lugar a uma tela preta

O Facebook e o Youtube derrubaram a transmissão da live do presidente Jair Bolsonaro nesta quinta-feira (16) após uma menção à ivermectina.

“É crime falar em tratamento inicial no Brasil. Ano passado, me senti mal e tomei um negócio aí para a malária e me curei no dia seguinte… Eu, talvez, tenha sido reinfectado nos últimos dias, semanas, de vez em quando tomo ivermectina”, disse Bolsonaro, segundos depois as imagens foram substituídas por uma tela preta.

Não é a primeira vez que plataformas de mídia social censuram conteúdos de Bolsonaro. O YouTube já removeu vídeos do canal do presidente por supostamente violar políticas de informações sobre a covid-19. Nos conteúdos removidos, Bolsonaro falou da hidroxicloroquina e da ivermectina.

Pacheco defende sabatina de André Mendonça e diz que conversará com presidente da CCJ

0

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, defendeu nesta quinta-feira (16) a realização, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da sabatina …

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, defendeu nesta quinta-feira (16) a realização, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da sabatina de André Mendonça, indicado para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A mensagem (MSF 18/2021) do presidente da República, Jair Bolsonaro, foi publicada no Diário Oficial da União no dia 13 de julho. Mas o presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (DEM-A), ainda não agendou a arguição de Mendonça.

— Conversarei com Davi Alcolumbre, obviamente respeitando a autoridade dele como presidente da CCJ. Mas sempre faremos a ponderação do melhor caminho, o caminho de consenso, para podermos resolver essa questão — disse Pacheco.

O presidente do Senado disse desconhecer o motivo pelo qual André Mendonça ainda não foi ouvido pela CCJ. Ele negou rumores segundo os quais a sabatina não ocorreu porque Davi Alcolumbre teria preferência por outro candidato à vaga no STF.

— Desconheço essa informação. As razões pelas quais ainda não foi feita a sabatina podem ser muitas, inclusive o fato de que isso exige o esforço concentrado e a presença [dos senadores] em Brasília. É algo complexo, é uma indicação para o STF. Há outras pendências também relativas ao Conselho Nacional de Justiça e ao Conselho Nacional do Ministério Público. Vamos fazer o arranjo necessário para resolver não só essa indicação, como outras tantas que estão pendentes — afirmou.

Rodrigo Pacheco preferiu não especular sobre o apoio dos demais senadores ao nome de André Mendonça, que já chefiou a Advocacia Geral da União e o Ministério da Justiça. Segundo o parlamentar, a decisão final sobre o tema cabe ao Plenário da Casa.

— Seria leviano de minha parte fazer algum tipo de antecipação. O voto é de cada senador. Normalmente, é assim que funciona, e é assim que deve prevalecer em toda e qualquer indicação. É um exercício democrático. Fazendo a sabatina, vai para o Plenário, e o Plenário decide — disse.

Precatórios

O presidente do Senado defendeu uma “solução definitiva” para a questão dos precatórios. Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, um eventual reajuste do programa Auxílio Brasil (que substituirá o Bolsa Família em 2022) depende de uma solução para a dívida de R$ 90 bilhões da União com precatórios — ações judiciais que o governo federal perdeu e precisa pagar no próximo ano.

— Vamos nos debruçar na próxima semana para dar uma solução definitiva sobre essa questão. Isso é fundamental que aconteça no Brasil — disse.

Pacheco afirmou ainda que Guedes “tem todo o apoio do Congresso Nacional” para uma resolução “breve” do impasse. Segundo ele, o tema também conta com o empenho do ministro Luiz Fux, presidente do STF e do Conselho Nacional de Justiça.

— Há todo o nosso esforço para de alguma forma dar essa solução. Há uma proposta de emenda à Constituição sendo trabalhada na Câmara dos Deputados. Vamos ver essa e outras alternativas possíveis. O importante é que possamos conciliar valores fundamentais. Os precatórios precisam ser pagos. Ao mesmo tempo, precisamos estabelecer um programa social no Brasil. Todos esses conceitos, dentro do teto de gastos. Ou seja, a responsabilidade fiscal é algo que deve imperar no Brasil — afirmou.

Sessão do Congresso

Pacheco anunciou ainda que o Congresso Nacional deve se reunir ainda em setembro para analisar o veto total (VET 49/2021) de Jair Bolsonaro ao projeto de lei (PLS 477/2015) que institui as federações partidárias. Além dessa matéria, senadores e deputados podem votar pelo menos oito projetos de lei que abrem créditos especiais e suplementares a diversos órgãos públicos.

Lira anuncia que governo vai enviar projeto sobre remoção de conteúdo em redes sociais

0

Texto será semelhante ao da Medida Provisória 1068/21, que foi devolvida pelo Congresso ao Poder Executivo

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que o presidente Jair Bolsonaro vai enviar à Casa um projeto de lei sobre remoção de conteúdos de redes sociais. O texto será semelhante ao da Medida Provisória 1068/21, que foi devolvida ao Executivo nesta terça-feira (14) pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, por ter sido considerada inconstitucional.

“Eu tenho a informação de que o governo vai mandar para esta Casa um projeto de lei com urgência constitucional tratando do assunto. Penso que esse tema será melhor esclarecido tanto na comissão especial que discute o tema [PL 2630/20, sobre fake news] quanto com a urgência constitucional que deve estar chegando nesta Casa na próxima semana”, disse Lira.

A declaração foi feita na noite desta quarta-feira (15), durante a votação de dispositivo sobre tema semelhante no novo Código Eleitoral (PLP 112/21). O Plenário da Câmara aprovou, com o voto favorável de 309 deputados e 166 contrários, uma emenda do PT para dar às plataformas de mídias sociais a autonomia para retirar conteúdos no ar, dando ao autor a possibilidade de reivindicar na Justiça a restauração da publicação.

Para o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), o objetivo da medida é evitar as notícias falsas durante a campanha. “A pessoa que, porventura, tenha sido ou se sentido prejudicada pode mover uma ação para restituição daquele conteúdo. Mas a plataforma não pode conviver com conteúdo criminoso e estar impedida de removê-lo. Nós temos que colocar uma forma de limitação aos conteúdos criminosos, às fake news”, declarou.

Já o líder do PSL, deputado Vitor Hugo (PSL-GO), afirmou que discorda da devolução da medida provisória e defende o projeto de lei futuro. “Defendemos um texto equilibrado para que não haja, por parte dos provedores de internet, qualquer atitude que represente censura de caráter político, ideológico ou religioso”, afirmou.

Novo código limita poder do TSE na regulamentação de normas eleitorais

0

Projeto seguirá para análise no Senado

Aprovado pela Câmara dos Deputados, o projeto do novo Código Eleitoral (PLP 112/21) limita os poderes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na regulamentação das normas eleitorais. O projeto dá ao Congresso Nacional poder de sustar resoluções do TSE que considerar exorbitantes de seu poder regulamentar – a exemplo do que ocorre com atos do Poder Executivo.

A suspensão desses atos será com eficácia imediata ou para o futuro por meio de decreto legislativo.

Nesse sentido, observando as regras da nova lei, o TSE poderá regulamentar temas como:

– estrutura e funcionamento interno de seus órgãos;

– atendimento aos cidadãos e aos partidos políticos;

– procedimentos necessários para a realização das eleições;

– procedimentos sobre exercício do voto;

– procedimentos de vigência limitada em circunstâncias de desastres sociais e naturais e calamidade pública.

Para editar ou reformular as normas, o tribunal terá de realizar audiência pública com participação de representantes da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, dos órgãos de classe diretamente interessados, das entidades de direito eleitoral de âmbito nacional, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), do advogado-geral da União, do procurador-geral eleitoral e também de outras pessoas ou instituições a critério do relator.

Os regulamentos para eleições ordinárias serão editados em caráter permanente e somente poderão ser alterados nas seguintes hipóteses:

– reconhecimento da ilegalidade ou inconstitucionalidade de dispositivo regulamentado pelo próprio TSE ou pelo Supremo Tribunal Federal (STF);

– análise da constitucionalidade de dispositivo legal pelo Supremo Tribunal Federal;

– surgimento de nova lei ou emenda constitucional;

– introdução de medidas de aperfeiçoamento das boas práticas e desenvolvimento tecnológico dos equipamentos;

– correção de inexatidões materiais e retificação de erros de cálculo.

Também será proibido ao TSE restringir direitos ou estabelecer sanções distintas daquelas previstas na lei.

Vigência e abrangência
Quanto à vigência e à abrangência das normas do tribunal, o texto prevê aplicação imediata daquelas de caráter estritamente processual ou procedimental, inclusive para as ações eleitorais em curso.

No entanto, os atos processuais praticados não serão invalidados. As situações jurídicas que dependerem de decisão final da Justiça por causa de lei revogada poderão se beneficiar de nova lei que, expressa ou tacitamente, acabe com certa proibição ou fixe sanção menos grave.

Autonomia partidária
O texto garante a autonomia partidária e permite o funcionamento dos órgãos partidários provisórios por até oito anos. Esse é um ponto de disputa com a Justiça Eleitoral, que em 2019 determinou a eleição de novos diretórios e o fim dos órgãos provisórios com mais de 180 dias de duração.

Será permitida a realização de convenções partidárias em formato virtual, ainda que não previstas no estatuto partidário, assegurando-se autonomia para a utilização das ferramentas tecnológicas que os partidos escolherem.

Nesse caso, caberá à Justiça Eleitoral disponibilizar gratuitamente aos partidos políticos sistema computacional que garanta o registro em formato de livro-ata virtual.

Coligações
Sobre as coligações partidárias, a redação do projeto segue a Emenda Constitucional 97, de 2017, que proibiu as coligações para cargos proporcionais (deputados e vereadores).

Em agosto deste ano, a Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda à Constituição 125/11 revertendo essa proibição. Essa PEC aguarda votação no Senado.

Prisão
Quanto à proibição de prisão nos dias anteriores ao pleito, o projeto diminui de cinco para três dias o período dessa restrição, mantendo a exceção para flagrante delito ou sentença criminal condenatória por crime inafiançável.

Em vez de 48 horas depois do dia da eleição, a restrição passa a valer apenas para as 24 horas seguintes. Já para os candidatos, o período em que não poderão ser presos, salvo por flagrante delito, diminui de 15 para 10 dias antes da eleição até o encerramento da votação.