Flagrante em escola pública: Professor proíbe apoio a Bolsonaro e intimida alunos

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Foto: Divulgação Reprodução Internet

Mas isso é preconceito também

Um vídeo que já está viralizando nas redes sociais mostra um professor, segundo a legenda, em uma sala de aula do município de Uberlândia (MG), ameaçando alunos que, por ventura, apoiem o presidente Jair Bolsonaro.

“Eu não aceito defesa de bolsonarista na minha sala de aula. Quando você defende preconceito racismo, homofobia e xenofobia, sinceramente você está defendendo um crime atrás do outro… pra mim é o fim da linha com vocês”, diz o professor.

Mas ao final da fala, uma voz feminina, ao fundo, rebate, o deixando visivelmente sem graça.

“Mas isso é preconceito também”

O que o esquerdopata não contava, entretanto, é que tudo estava sendo filmado e que chegaria a milhões de pessoas, pois a internet não perdoa!

Cabe, agora, às autoridades de educação do estado de Minas Gerais, ou mesmo ao ministério da Educação, tomarem as devidas providências, pois o professor, além de ter que provar tudo o que disse, fugiu completamente ao que deve fazer em sala de aula.

Bolsonaro nomeará 75 desembargadores em 2022

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Isto será possível após aprovação da lei que cria o TRF-6 e abre mais vagas em outros tribunais

O presidente Jair Bolsonaro poderá nomear 75 desembargadores no ano que vem, graças à criação do 6º Tribunal Regional Federal (TRF-6), em Minas Gerais, que terá 18 novos juízes. Além disso, haverá o acréscimo de quase 50% das vagas nos outros cinco tribunais regionais do Brasil.

“De um total de 139 desembargadores federais; portanto, o Brasil passará a ter 214. A lei que cria os novos cargos já está na mesa de Bolsonaro para ser sancionada”, diz um trecho da reportagem de Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo.

Os desembargadores são escolhidos após a apresentação da lista tríplice criadas pelos próprios tribunais e enviadas ao presidente. Já os juízes federais são escolhidos após incluírem os próprios nomes em uma lista.

Outra parte das vagas é destinada às listas tríplices enviadas pelos Ministérios Públicos e pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que também passam pelo crivo dos tribunais, e, em seguida, do presidente.

Imprensa independente denuncia ataques durante “farsa eleitoral” na Nicarágua

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A imprensa independente da Nicarágua tem sido alvo de ameaças e ataques desde a cobertura dos protestos de 2018 contra o regime

A organização Periodistas y Comunicadores Independientes de Nicaragua (PCIN) denunciou nesta quarta-feira (10) que registrou 52 ataques contra a imprensa durante o processo eleitoral que culminou no domingo com a reeleição de Daniel Ortega pelo quarto mandato consecutivo.

Entre 25 de outubro e 7 de novembro, dia da votação, ocorreram “52 ataques, dos quais seis são considerados crimes, todos cometidos por agentes da Polícia Nacional da Nicarágua”, disse o grupo em relatório preliminar.

Entre os incidentes são mencionados “17 ataques à mídia por tentativa de entrar em centros de votação”, que incluem casos de “perseguição, agressão física, cerco e censura”, disse a organização jornalística.Continua depois da publicidade

“Em 100% dos centros de votação onde foram identificadas equipes jornalísticas de meios independentes, foram fotografadas e captadas em vídeo” pelas autoridades, acrescentou.

Entretanto, “sete equipes de imprensa internacionais denunciaram publicamente ter sido impedidas de entrar no país, no entanto, sabemos de mais casos não notificados por razões de segurança”, disse o PCIN.

Ortega se dirigiu à mídia internacional na segunda-feira em uma cerimônia pública, acusando-os de serem “funcionários de agências de inteligência”. “Esses não entram aqui. Os canalhas têm coragem de nos dizer que querem vir cobrir as eleições, se estiverem nos xingando”, disse.Continua depois da publicidade

No poder desde 2007, Ortega conquistou o quarto mandato consecutivo com 76% dos votos no domingo, em uma eleição em que não teve rivais de peso, porque sete candidatos presidenciais da oposição foram presos e três de seus partidos proibidos.

Durante o processo eleitoral, o PCIN teve conhecimento de “duas detenções de jornalistas, que foram vítimas de abuso de poder ao serem obrigados a usar uniforme de prisão, recolha de impressões digitais sem investigação prévia e furto de equipamento”, segundo o relatório, que não especifica se os comunicadores ainda estivavam presos.

A imprensa também foi vítima de “duas batidas policiais”, 10 casos de “perseguições e ameaças de mobilização de jornalistas em diversos pontos e duas ameaças a jornalistas no exílio estendidas a familiares”Continua depois da publicidade

Soma-se a isso “um ataque cibernético a uma plataforma de informação”.

“Ao aumentar os cercos antes da votação, o regime conseguiu imobilizar equipes de jornalistas que decidiram não sair de casa para não se exporem”, acusou o PCIN.

A imprensa independente da Nicarágua tem sido alvo de ameaças e ataques desde que cobriu os protestos que eclodiram em 2018 contra o regime, cuja repressão deixou mais de 300 mortos, segundo grupos humanitários.

Fonte: NTN24 / AFP

Bolsonaro vai se filiar ao PL no dia 22 de novembro. Veja o vídeo

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(Brasília - DF, 03/02/2021) Presidente da República, Jair Bolsonaro durante coletiva de imprensa. Foto: Marcos Corrêa/PR

Anúncio foi feito pelo presidente do partido, Valdemar Costa Neto

O Presidente da República do Brasil, Jair Bolsonaro, assinará a ficha de filiação do Partido Liberal na manhã do próximo dia 22, em evento político dos liberais, a ser realizado em Brasília.

A informação foi confirmada pelo Presidente Nacional do PL, Valdemar Costa Neto, depois de reunião com o Chefe do Executivo brasileiro, na manhã deste dia 10 de novembro.

Segundo Costa Neto, Bolsonaro bateu o martelo sobre sua opção de partido durante o encontro que, de caráter institucional, também decidiu sobre a data da cerimônia de filiação. O evento contará com a presença de dirigentes do PL do Brasil inteiro.Continua depois da publicidade

O presidente liberal já designou uma comissão coordenadora que se responsabilizará pela organização do evento, que será realizado no centro de convenções do complexo Brasil 21.

Lira e Pacheco apontam interferência do STF na competência do Congresso

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Foto: Divulgação Pedro Gontijo | Senado Federal

Presidentes afirmam que o caso das emendas do relator é assunto interno do Legislativo.

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter nesta terça-feira (9) a decisão individual da ministra Rosa Weber que determinou a suspensão da execução dos recursos das chamadas “emendas do relator” relativas ao Orçamento da União deste ano.

Além disso, no prazo de 30 dias, o Congresso e o Executivo deverão dar ampla publicidade aos documentos que embasaram a distribuição dessas verbas nos exercícios de 2020 e de 2021.Continua depois da publicidade

Até o momento, além de Rosa Weber, relatora da ação, seguiram o entendimento a ministra Cármen Lúcia e os ministros Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Ricardo Lewandowski e Alexandre de Moraes. O julgamento continua para a tomada de mais quatro votos.

A liminar foi proferida na sexta-feira (5) e está em julgamento em sessão do plenário virtual, que vai até as 23h59.Continua depois da publicidade

Líderes do Congresso apontam interferência do STF

Ontem (8), o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), apresentou um recurso formal ao Supremo para derrubar a decisão da ministra.Continua depois da publicidade

O congressista argumentou que o Judiciário não pode indicar que o Legislativo adote determinado procedimento na lei orçamentária. Além disso, a questão trata de matéria interna do Congresso e não cabe interferência de outro poder.

De acordo com Lira, a suspensão das emendas do relator pode provocar a suspensão de serviços públicos. O Senado Federal também se manifestou na ação e defendeu a revogação da suspensão.

Mais cedo, o presidente da Casa Alta, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), defendeu a existência das emendas, afirmando que elas obedecem a uma lei que, caso seja julgada pouco transparente, pode ser motivo de propostas de mudanças, mas pela via legislativa.

“O que não se pode é, em razão de uma lei que, boa ou não, está prevista no ordenamento jurídico, que se paralise um orçamento publico de um país em recuperação, saindo de uma pandemia, o que pode prejudicar diversos setores da sociedade”, criticou.

Portal Novo Norte

Para Girão, escalada autoritária pretende cercear liberdade de expressão

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Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Em pronunciamento, nesta terça-feira (9), o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) disse que o Congresso Nacional precisa assumir a responsabilidade de legislar para conter o cerceamento de opiniões divulgadas nas redes sociais

Em pronunciamento, nesta terça-feira (9), o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) disse que o Congresso Nacional precisa assumir a responsabilidade de legislar para conter o cerceamento de opiniões divulgadas nas redes sociais. Em sua opinião, há em curso uma “crescente escalada autoritária”, que intimida as pessoas no seu direito à liberdade de expressão, garantido constitucionalmente.  

— Tenho notado, nas próprias redes sociais que acompanho e, muitas vezes, em minhas próprias, algumas manifestações estranhas, como se não entregassem certas mensagens conservadoras. Alguns temas específicos, que incomodam o establishment, o politicamente correto, aquilo, de alguma forma, perde força nas redes sociais. O que fazer? O que fazer sobre isso? Porque, um dia, todos aqui serão vítimas. Hoje, começam com médicos, com pessoas que estão aí tentando simplesmente opinar e, de alguma forma, estão sendo caladas, censuradas — declarou.

Para Girão, algumas das medidas autoritárias estão sendo tomadas por plataformas digitais e também estão sendo acompanhadas por alguns membros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo o senador, as decisões dessas cortes prejudicam principalmente os jornalistas, pois bloqueiam os canais de comunicação, promovendo sua desmonetização.Continua depois da publicidade

— O interessante é que todos eles têm um ponto em comum – os que estão sendo censurados: eles são conservadores. É muita coincidência! A justificativa tem sido sempre o cuidado com a proliferação das chamadas notícias falsas, as fake news. Todos concordamos, aqui, que tais abusos devem ser devidamente punidos, em acordo com a legislação vigente, é claro.

Portal Novo Norte

Participação das Forças Armadas no processo eleitoral faz Bolsonaro acreditar nas urnas eletrônicas

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Forças Armadas participarão de todas as fases do processo, desde a abertura do código-fonte até a sala secreta

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que a participação das Forças Armadas em todas as fases das eleições o faz acreditar nas urnas eletrônicas brasileiras. A declaração foi dada durante um discurso na cidade de Ponta Grossa/PR na sexta-feira (5).

Bolsonaro disse que, com a participação das Forças Armadas no processo, “dificilmente haverá fraude em 2022”.

Segundo o presidente, as Forças Armadas poderiam “pular” dentro do TSE para coibir possíveis indícios de fraude. Com o convite formal do ministro Barroso para que os militares participem de todas as fases do processo, Bolsonaro disse que o povo pode confiar no processo eleitoral.

“Conversando com ministro e comandantes das Forças aceitamos convite para participar de todas as etapas das eleições, desde a abertura do código fonte até a sala secreta. Assim sendo, pode confiar no sistema eleitoral. Dificilmente vai ter uma fraude nele. Repito: as Forças Armadas participarão de todos os processos por ocasião das eleições do ano que vem”, completou.

Com informações de Pleno.News

Lira mantém votação da PEC dos Precatórios nesta terça e prevê maior margem de apoio

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Lira: "Os Poderes se respeitam, sabem das suas atribuições - (Foto: Acervo Câmara dos Deputado)

Acervo Câmara dos Deputado Lira: “Os Poderes se respeitam, sabem das suas atribuições” O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL),…

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), manteve a votação da chamada PEC dos Precatórios (Proposta de Emenda à Constituição 23/21) para esta terça-feira, no Plenário. Ele voltou a afirmar que a margem de apoio à proposta deve aumentar na votação desta terça, quando espera obter um quórum maior. Na semana passada, o texto-base foi aprovado com 312 votos entre 456 presentes. São necessários 308 para a aprovação. A declaração foi dada em entrevista ao Broadcast, da Agência Estado.

Lira disse não acreditar que o Supremo Tribunal Federal (STF) venha a interferir na tramitação da proposta, conforme pedidos feitos em ações judiciais. “Não acredito em paralisação de votação por liminar que venha a obstacular a votação. O Supremo pode se pronunciar depois sobre a constitucionalidade ou inconstitucionalidade de uma matéria. Mas interferir no trâmite de uma matéria eu nunca vi acontecer. Espero que não aconteça, porque os Poderes se respeitam, sabem das suas atribuições e competências”, defendeu.

Arthur Lira argumentou que a votação é uma matéria interna corporis do Poder Legislativo. “Com relação a medidas judiciais, lamento sempre quando você judicializa a política. Você não pode o tempo todo estar ganhando votações de 1 a 312”, disse, referindo-se a um ministro do STF contra 312 deputados. O presidente da Câmara lembrou que sempre teve um bom relacionamento com o Supremo. “Naquela crise institucional dos Poderes, em setembro, sempre atuamos como bombeiros”, afirmou.

O presidente da Câmara também defendeu a votação remota de deputados que estavam em missão oficial, lembrando que entre eles foram seis votos contra e dois a favor da PEC. “Estamos ainda com a mudança do sistema virtual para o presencial. Há uma reclamação normal, todo mundo se acostumou a ficar nos estados, a trabalhar em home office. Sempre há solicitações de que a Câmara possa flexibilizar isso ainda neste ano”, argumentou.

Athur Lira observou que o voto virtual em missões oficiais foi permitido por Ato da Mesa. “O Infoleg foi criado por Ato da Mesa e não precisa alterar o Regimento.
É uma decisão interna corporis, sem nenhum tipo de ingerência de outros Poderes sobre essa decisão.”

A Mesa Diretora deve reunir-se na tarde desta segunda-feira para decidir sobre a votação virtual de deputados com comorbidades e sob licença médica.

Arthur Lira critica ‘interferência indevida’ do STF no Congresso

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Presidente da Câmara criticou diretamente decisão da ministra do STF Rosa Weber

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), criticou a decisão da ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender o pagamento das emendas de relator do Orçamento de 2021. Em entrevista ao G1, o parlamentar classificou como “interferência indevida” do Judiciário no Congresso Nacional.

“Eu avalio a decisão da ministra Rosa Weber como uma interferência indevida em questões internas do Congresso Nacional”, declarou.

Lira informou que se encontrará com o presidente do Supremo, Luiz Fux, nesta segunda-feira (8), a fim de que se evite um “choque entre as duas instituições”.

“Vamos nos encontrar com o presidente [do STF, Luiz] Fux, para evitar um choque entre as duas instituições. Vamos buscar uma solução. Estou atuando como bombeiro nesta questão”,  completou.

O vice-presidente do Senado, Veneziano Vital do Rego, também estará presente na reunião. De acordo com Lira, o Congresso não pode aceitar a decisão da ministra do STF, mas estaria disposto a discutir os critérios para a liberação dos recursos referentes às emendas.

No despacho em que deu prazo à Câmara, Weber sustentou que, “considerada a alta relevância do tema”, assinou o prazo de 24 horas “às autoridades impetradas, a fim de, querendo, prestem as informações que reputarem pertinentes, antes do exame do pedido de medida liminar”.

Bernard Tavares é eleito prefeito de Carapebus

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Bernard Tavares(Republicanos), foi eleito novo prefeito de Carapebus,na eleição suplementar realizada neste domingo(7). Ele recebeu 5.293 votos , que representam 53,14   dos votos válidos e vai governar a cidade até o dia 31 de dezembro de 2024. O seu vice é Marcelo Borginho. 


A eleição foi disputada por três candidatos: Dandinho( Avante)  Bernardo Tavares ( Republicanos) e Edward Araujo(PMB).
Veja o resultado:1-Bernard Tavares(Republicanos) 5.293 votos2-Dandinho(Avante)  4.620 votos 3-Edward Araújo (PMB) 47 votos 

A eleição suplementar em Carapebus foi necessária porque a candidata Christiane Miranda Cordeiro (PP), que foi eleita em 2020, teve o registro de candidatura indeferido pelo TRE. As contas dela relativas ao exercício de 2017 foram rejeitadas e ela ficou inelegível.Ela recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral e tomou posse enquanto o TSE analisava o recurso. O julgamento ratificou a inelegibilidade e ela teve que deixar o cargo. 

Postado há 59 minutes ago por ELVIS DO AMARAL