Bolsonaro vai se filiar ao PL no dia 22 de novembro. Veja o vídeo

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(Brasília - DF, 03/02/2021) Presidente da República, Jair Bolsonaro durante coletiva de imprensa. Foto: Marcos Corrêa/PR

Anúncio foi feito pelo presidente do partido, Valdemar Costa Neto

O Presidente da República do Brasil, Jair Bolsonaro, assinará a ficha de filiação do Partido Liberal na manhã do próximo dia 22, em evento político dos liberais, a ser realizado em Brasília.

A informação foi confirmada pelo Presidente Nacional do PL, Valdemar Costa Neto, depois de reunião com o Chefe do Executivo brasileiro, na manhã deste dia 10 de novembro.

Segundo Costa Neto, Bolsonaro bateu o martelo sobre sua opção de partido durante o encontro que, de caráter institucional, também decidiu sobre a data da cerimônia de filiação. O evento contará com a presença de dirigentes do PL do Brasil inteiro.Continua depois da publicidade

O presidente liberal já designou uma comissão coordenadora que se responsabilizará pela organização do evento, que será realizado no centro de convenções do complexo Brasil 21.

Lira e Pacheco apontam interferência do STF na competência do Congresso

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Foto: Divulgação Pedro Gontijo | Senado Federal

Presidentes afirmam que o caso das emendas do relator é assunto interno do Legislativo.

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter nesta terça-feira (9) a decisão individual da ministra Rosa Weber que determinou a suspensão da execução dos recursos das chamadas “emendas do relator” relativas ao Orçamento da União deste ano.

Além disso, no prazo de 30 dias, o Congresso e o Executivo deverão dar ampla publicidade aos documentos que embasaram a distribuição dessas verbas nos exercícios de 2020 e de 2021.Continua depois da publicidade

Até o momento, além de Rosa Weber, relatora da ação, seguiram o entendimento a ministra Cármen Lúcia e os ministros Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Ricardo Lewandowski e Alexandre de Moraes. O julgamento continua para a tomada de mais quatro votos.

A liminar foi proferida na sexta-feira (5) e está em julgamento em sessão do plenário virtual, que vai até as 23h59.Continua depois da publicidade

Líderes do Congresso apontam interferência do STF

Ontem (8), o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), apresentou um recurso formal ao Supremo para derrubar a decisão da ministra.Continua depois da publicidade

O congressista argumentou que o Judiciário não pode indicar que o Legislativo adote determinado procedimento na lei orçamentária. Além disso, a questão trata de matéria interna do Congresso e não cabe interferência de outro poder.

De acordo com Lira, a suspensão das emendas do relator pode provocar a suspensão de serviços públicos. O Senado Federal também se manifestou na ação e defendeu a revogação da suspensão.

Mais cedo, o presidente da Casa Alta, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), defendeu a existência das emendas, afirmando que elas obedecem a uma lei que, caso seja julgada pouco transparente, pode ser motivo de propostas de mudanças, mas pela via legislativa.

“O que não se pode é, em razão de uma lei que, boa ou não, está prevista no ordenamento jurídico, que se paralise um orçamento publico de um país em recuperação, saindo de uma pandemia, o que pode prejudicar diversos setores da sociedade”, criticou.

Portal Novo Norte

Para Girão, escalada autoritária pretende cercear liberdade de expressão

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Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Em pronunciamento, nesta terça-feira (9), o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) disse que o Congresso Nacional precisa assumir a responsabilidade de legislar para conter o cerceamento de opiniões divulgadas nas redes sociais

Em pronunciamento, nesta terça-feira (9), o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) disse que o Congresso Nacional precisa assumir a responsabilidade de legislar para conter o cerceamento de opiniões divulgadas nas redes sociais. Em sua opinião, há em curso uma “crescente escalada autoritária”, que intimida as pessoas no seu direito à liberdade de expressão, garantido constitucionalmente.  

— Tenho notado, nas próprias redes sociais que acompanho e, muitas vezes, em minhas próprias, algumas manifestações estranhas, como se não entregassem certas mensagens conservadoras. Alguns temas específicos, que incomodam o establishment, o politicamente correto, aquilo, de alguma forma, perde força nas redes sociais. O que fazer? O que fazer sobre isso? Porque, um dia, todos aqui serão vítimas. Hoje, começam com médicos, com pessoas que estão aí tentando simplesmente opinar e, de alguma forma, estão sendo caladas, censuradas — declarou.

Para Girão, algumas das medidas autoritárias estão sendo tomadas por plataformas digitais e também estão sendo acompanhadas por alguns membros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo o senador, as decisões dessas cortes prejudicam principalmente os jornalistas, pois bloqueiam os canais de comunicação, promovendo sua desmonetização.Continua depois da publicidade

— O interessante é que todos eles têm um ponto em comum – os que estão sendo censurados: eles são conservadores. É muita coincidência! A justificativa tem sido sempre o cuidado com a proliferação das chamadas notícias falsas, as fake news. Todos concordamos, aqui, que tais abusos devem ser devidamente punidos, em acordo com a legislação vigente, é claro.

Portal Novo Norte

Participação das Forças Armadas no processo eleitoral faz Bolsonaro acreditar nas urnas eletrônicas

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Forças Armadas participarão de todas as fases do processo, desde a abertura do código-fonte até a sala secreta

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que a participação das Forças Armadas em todas as fases das eleições o faz acreditar nas urnas eletrônicas brasileiras. A declaração foi dada durante um discurso na cidade de Ponta Grossa/PR na sexta-feira (5).

Bolsonaro disse que, com a participação das Forças Armadas no processo, “dificilmente haverá fraude em 2022”.

Segundo o presidente, as Forças Armadas poderiam “pular” dentro do TSE para coibir possíveis indícios de fraude. Com o convite formal do ministro Barroso para que os militares participem de todas as fases do processo, Bolsonaro disse que o povo pode confiar no processo eleitoral.

“Conversando com ministro e comandantes das Forças aceitamos convite para participar de todas as etapas das eleições, desde a abertura do código fonte até a sala secreta. Assim sendo, pode confiar no sistema eleitoral. Dificilmente vai ter uma fraude nele. Repito: as Forças Armadas participarão de todos os processos por ocasião das eleições do ano que vem”, completou.

Com informações de Pleno.News

Lira mantém votação da PEC dos Precatórios nesta terça e prevê maior margem de apoio

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Lira: "Os Poderes se respeitam, sabem das suas atribuições - (Foto: Acervo Câmara dos Deputado)

Acervo Câmara dos Deputado Lira: “Os Poderes se respeitam, sabem das suas atribuições” O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL),…

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), manteve a votação da chamada PEC dos Precatórios (Proposta de Emenda à Constituição 23/21) para esta terça-feira, no Plenário. Ele voltou a afirmar que a margem de apoio à proposta deve aumentar na votação desta terça, quando espera obter um quórum maior. Na semana passada, o texto-base foi aprovado com 312 votos entre 456 presentes. São necessários 308 para a aprovação. A declaração foi dada em entrevista ao Broadcast, da Agência Estado.

Lira disse não acreditar que o Supremo Tribunal Federal (STF) venha a interferir na tramitação da proposta, conforme pedidos feitos em ações judiciais. “Não acredito em paralisação de votação por liminar que venha a obstacular a votação. O Supremo pode se pronunciar depois sobre a constitucionalidade ou inconstitucionalidade de uma matéria. Mas interferir no trâmite de uma matéria eu nunca vi acontecer. Espero que não aconteça, porque os Poderes se respeitam, sabem das suas atribuições e competências”, defendeu.

Arthur Lira argumentou que a votação é uma matéria interna corporis do Poder Legislativo. “Com relação a medidas judiciais, lamento sempre quando você judicializa a política. Você não pode o tempo todo estar ganhando votações de 1 a 312”, disse, referindo-se a um ministro do STF contra 312 deputados. O presidente da Câmara lembrou que sempre teve um bom relacionamento com o Supremo. “Naquela crise institucional dos Poderes, em setembro, sempre atuamos como bombeiros”, afirmou.

O presidente da Câmara também defendeu a votação remota de deputados que estavam em missão oficial, lembrando que entre eles foram seis votos contra e dois a favor da PEC. “Estamos ainda com a mudança do sistema virtual para o presencial. Há uma reclamação normal, todo mundo se acostumou a ficar nos estados, a trabalhar em home office. Sempre há solicitações de que a Câmara possa flexibilizar isso ainda neste ano”, argumentou.

Athur Lira observou que o voto virtual em missões oficiais foi permitido por Ato da Mesa. “O Infoleg foi criado por Ato da Mesa e não precisa alterar o Regimento.
É uma decisão interna corporis, sem nenhum tipo de ingerência de outros Poderes sobre essa decisão.”

A Mesa Diretora deve reunir-se na tarde desta segunda-feira para decidir sobre a votação virtual de deputados com comorbidades e sob licença médica.

Arthur Lira critica ‘interferência indevida’ do STF no Congresso

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Presidente da Câmara criticou diretamente decisão da ministra do STF Rosa Weber

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), criticou a decisão da ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender o pagamento das emendas de relator do Orçamento de 2021. Em entrevista ao G1, o parlamentar classificou como “interferência indevida” do Judiciário no Congresso Nacional.

“Eu avalio a decisão da ministra Rosa Weber como uma interferência indevida em questões internas do Congresso Nacional”, declarou.

Lira informou que se encontrará com o presidente do Supremo, Luiz Fux, nesta segunda-feira (8), a fim de que se evite um “choque entre as duas instituições”.

“Vamos nos encontrar com o presidente [do STF, Luiz] Fux, para evitar um choque entre as duas instituições. Vamos buscar uma solução. Estou atuando como bombeiro nesta questão”,  completou.

O vice-presidente do Senado, Veneziano Vital do Rego, também estará presente na reunião. De acordo com Lira, o Congresso não pode aceitar a decisão da ministra do STF, mas estaria disposto a discutir os critérios para a liberação dos recursos referentes às emendas.

No despacho em que deu prazo à Câmara, Weber sustentou que, “considerada a alta relevância do tema”, assinou o prazo de 24 horas “às autoridades impetradas, a fim de, querendo, prestem as informações que reputarem pertinentes, antes do exame do pedido de medida liminar”.

Bernard Tavares é eleito prefeito de Carapebus

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Bernard Tavares(Republicanos), foi eleito novo prefeito de Carapebus,na eleição suplementar realizada neste domingo(7). Ele recebeu 5.293 votos , que representam 53,14   dos votos válidos e vai governar a cidade até o dia 31 de dezembro de 2024. O seu vice é Marcelo Borginho. 


A eleição foi disputada por três candidatos: Dandinho( Avante)  Bernardo Tavares ( Republicanos) e Edward Araujo(PMB).
Veja o resultado:1-Bernard Tavares(Republicanos) 5.293 votos2-Dandinho(Avante)  4.620 votos 3-Edward Araújo (PMB) 47 votos 

A eleição suplementar em Carapebus foi necessária porque a candidata Christiane Miranda Cordeiro (PP), que foi eleita em 2020, teve o registro de candidatura indeferido pelo TRE. As contas dela relativas ao exercício de 2017 foram rejeitadas e ela ficou inelegível.Ela recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral e tomou posse enquanto o TSE analisava o recurso. O julgamento ratificou a inelegibilidade e ela teve que deixar o cargo. 

Postado há 59 minutes ago por ELVIS DO AMARAL

Pacheco cogita atropelar Alcolumbre e pautar sabatina de Mendonça direto no Plenário

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Foto: Divulgação

Sabatina do ex-AGU no Senado está emperrada por Davi Alcolumbre

O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta quinta-feira (4) que não descarta a possibilidade de levar a sabatina de André Mendonça direto a plenário, diante do embargo dos últimos meses. O ex-ministro da Justiça foi indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo presidente Jair Bolsonaro.

“Acho que temos que trabalhar com a hipótese real e concreta de que as comissões vão realizar o seu trabalho, vão realizar as sabatinas, porque isso é a regularidade, é a normalidade”, disse o senador.

Antes, porém, Pacheco espera esgotar todas as alternativas, uma vez que, segundo ele, levar a sabatina ao plenário é uma medida drástica.

Na última quarta-feira (3), o parlamentar anunciou que será realizado um “esforço” concentrado para pautar e votar as indicações de autoridades feitas pelo governo federal ao longo de 2021.

“O senador Davi está ciente do esforço concentrado, assim como todos os demais senadores. Acredito que vão realizar sabatinas. Vamos poder apreciar os nomes nos plenários, e o esforço concentrado será o mais proveitoso possível. O Senado vai cumprir seu dever”, assegurou Pacheco, em um “recado” a Davi Alcolumbre (DEM-AP) por sua demora em pautar a sabatina.

Senado: presidente pode levar PEC dos Precatórios direto para plenário

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Foto; Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Proposta ainda está em tramitação na Câmara

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-RO), não afasta a possibilidade de levar a Proposta de Emenda à Constituição dos Precatórios, a PEC 23/21, direto para o plenário da Casa, sem passar por comissão. Em entrevista coletiva na noite de hoje (4), Pacheco falou sobre o assunto. Outra possibilidade é a PEC passar primeiro pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), presidida pelo senador Davi Alcolumbre (DEM-AP).

“Se aprovado [o texto] na Câmara, nós levarmos diretamente ao plenário é uma possibilidade que existe, mas não podemos desconsiderar a possibilidade de apreciar pela CCJ. E percebo no presidente Davi Alcolumbre essa disposição e esse senso de urgência em relação à PEC dos Precatórios”, disse Pacheco.

O presidente do Senado fez uma defesa em prol do debate sobre o assunto. Para ele, é importante o Congresso debater e chegar a uma conclusão sobre a questão dos precatórios, bem como viabilizar o Auxílio Brasil, que substituiria o Bolsa Família e transferiria uma renda mensal de R$ 400 aos mais carentes. Para ele, é importante chegar a uma solução sobre um auxílio financeiro aos mais pobres sem que isso fure o teto de gastos.

Precatórios são dívidas da União que resultam de sentenças judiciais as quais não cabe mais recurso. A proposta define o valor de despesas anuais com precatórios, corrige seus valores exclusivamente pela taxa Selic e muda a forma de calcular o teto de gastos. Na prática, abre espaço fiscal no Orçamento da União para o pagamento do novo benefício assistencial criado pelo governo, o Auxílio Brasil. Chamada de “PEC do Calote” por parlamentares contrários, a medida autoriza o pagamento parcelado dos precatórios.

Segundo Pacheco, os líderes partidários, mesmo os de oposição, concordam sobre a importância de discutir os problemas dos precatórios e do espaço no Orçamento para o Auxílio Brasil. “Até aqueles que discordam do método estabelecido pela PEC sabem da importância de nós garantirmos um programa social no Brasil. Pode ser que a PEC seja um instrumento, mas essa é uma avaliação que o plenário do Senado fará”.

A PEC foi aprovada na Câmara, em primeiro turno, na madrugada de hoje. O placar, no entanto, foi apertado. Eram necessários 308 votos para aprová-la e 312 deputados votaram nesse sentido. A votação em segundo turno está prevista para ocorrer na terça-feira (9), a partir das 9h.

Fernando Bezerra Coelho pede a votação da BR do Mar e da nova Lei do Câmbio

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O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) disse que essas matérias são “importantíssimas” para a agenda econômica do Governo Federal - Waldemir Barreto/Agência Senado

Em pronunciamento, nesta quarta-feira (3|), o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) informou que, na próxima reunião de líderes do Senado

Em pronunciamento, nesta quarta-feira (3|), o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) informou que, na próxima reunião de líderes do Senado, vai renovar o pedido de apoio para a votação, ainda no mês de novembro, de duas matérias que considera “importantíssimas” para a agenda econômica do Governo Federal.

Trata-se do projeto de lei (PL 4.199/2020) da BR do Mar, já relatado pelo senador Nelsinho Trad (PSD-MS) , e a nova Lei do Câmbio PL 5387/2019), que tem o senador Carlos Viana (PSD-MG) como relator.

O parlamentar elogiou a capacidade do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, de administrar os conflitos que são próprios de uma casa legislativa com interesses distintos. E, na condição de líder do governo, testemunhou o esforço de Pacheco para evitar a caducidade das Medidas Provisórias, fazendo com que fossem votadas em tempo hábil.

— É evidente que o Governo tem uma agenda própria, gostaria que essa agenda tivesse uma velocidade maior. Mas as resistências muitas vezes se encontram mesmo é pelo conteúdo das matérias que estão sendo debatidas e que estão sendo analisadas aqui no Senado Federal.

Fernando Bezerra também cumprimentou Pacheco pelo esforço concentrado no final de novembro e início de dezembro, que permitirá a análise dos nomes de diversos indicados para agências, embaixadas e tribunais superiores. Nesse sentido, reiterou o pedido da Liderança do Governo de que seja apreciado o nome de André Mendonça para o Supremo Tribunal Federal (STF).