Daniel Silveira será membro titular da CCJ da Câmara

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Deputado já participou de reunião nesta quarta-feira em Brasília

O deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) tomou posse como membro titular da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Nesta quarta-feira (27), a nova formação do colegiado foi instalada no Distrito Federal com o nome do parlamentar na lista de presença da reunião.

Silveira, inclusive, compareceu à reunião, de acordo com página oficial da comissão. A presidência da CCJ ficou com o deputado Arthur Maia (União Brasil-BA).

Por unanimidade, com 20 votos, o deputado também foi eleito como 1º vice-presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Casa.

Uma das comissões mais importantes da Casa, a CCJ tem como uma das atribuições analisar a viabilidade da cassação de mandatos parlamentares.

Na última quarta-feira (20), Daniel Silveira foi condenado a oito anos e nove meses de prisão, perda do mandato e direitos políticos e ainda ao pagamento de multa. Em reviravolta, na quinta (21), o presidente Jair Bolsonaro anunciou que concederia o instituto da graça ao deputado e garantiu que o decreto seria cumprido.

Por Portal Novo Norte

Silveira é eleito vice-presidente da comissão de Segurança

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Deputado foi indicado pelo seu partido para ocupar a vaga na comissão da Câmara

Nesta quarta-feira (27), o deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) foi eleito como vice-presidente da Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara. Ele foi indicado pelo seu partido para a única chapa que disputou o posto.

No total, 20 deputados votaram na chapa de Silveira. A comissão será presidida pelo deputado Aluisio Mendes (PSC-MA). Já o segundo vice-presidente será o deputado Junio Amaral (PL-MG).

Em discurso antes da definição do resultado das eleições, Daniel Silveira falou sobre seus objetivos.

– Fui o quarto mais propositivo do Congresso, tenho bastante projetos, principalmente na área da segurança pública. A nossa pauta principal é a lei orgânica das polícias militares e das polícias civis, que está tramitando na casa há 30 anos. (…) Seria um grande avanço para as forças, e é isso que a gente quer reviver aqui. Na pandemia congelou, a gente quer colocar aqui de novo – apontou.

Silveira também será membro titular da Comissão de Constituição e Justiça e da Comissão de Esportes.

Por Portal Novo Norte

Esperidião pede aprovação dos convites a ministros do STF para prestar esclarecimentos

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O senador Esperidião Amin (PP-SC) pediu a aprovação dos convites aos ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Fede…

O senador Esperidião Amin (PP-SC) pediu a aprovação dos convites aos ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), para esclarecerem, perante os senadores, “informações e afirmações que têm sido veiculadas pelo mundo afora”.  Em pronunciamento nesta terça-feira (26). ele solicitou ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que delibere sobre o primeiro requerimento e aceite, para apreciar, o segundo requerimento, já que esses esclarecimentos contribuirão para “melhorar a democracia brasileira”. 

Quanto ao inquérito 4.781, sobre as fake news, iniciado de ofício no STF e que tem como relator o ministro Alexandre de Moraes, trata-se, na opinião de Espiridião, de um processo inquisitorial aberto em 2019, em que a suposta vítima apura, investiga e condena em última instância. 

— Meu avô materno ficou anticlerical quando descobriu vestígios de ferramentas da inquisição nos seus trabalhos de artesão, em Verona, na Itália. E eu estou me inspirando nele — afirmou. 

O senador criticou igualmente a participação do ministro Luís Roberto Barroso em um evento na Universidade de Austin, no estado norte-americano do Texas, quando o magistrado se referiu “aos países governados por populistas: Hungria, Polônia, Peru e Brasil”. Para Esperidião, trata-se de um comentário típico de analista político, impróprio de um juiz.

Por Portal Novo Norte

TSE desaprova contas partidárias do PSDB referente ao ano de 2016

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Tribunal entendeu que partido aplicou irregularmente R$ 4 milhões

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desaprovou nesta terça-feira (26) a prestação de contas do diretório nacional do PSDB referente ao exercício financeiro de 2016. O tribunal entendeu que o partido aplicou irregularmente cerca de R$ 4 milhões dos recursos do Fundo Partidário, dinheiro público destinado à manutenção das legendas. 

Entre as inconsistências encontradas estão uso de recursos para pagamento de salários acima do valor de mercado e repasses a diretórios estaduais que estavam proibidos de receber dinheiro do fundo. 

Durante o processo, o Ministério Público Eleitoral (MPE) e órgão interno do TSE que fiscaliza as contas defenderam a desaprovação da prestação e a devolução de aproximadamente R$ 19 milhões pela falta de comprovação de gastos. 

Ao analisar o caso, por unanimidade, os ministros seguiram voto do relator, ministro Benedito Gonçalves. Para o ministro, a maior parte dos gastos apontados como irregulares pelos pareceres dos órgãos está amparada por documentos que detalham as despesas, mas cerca de R$ 4 milhões foram aplicados irregularmente. 

Durante o julgamento, o advogado Gustavo Kanffer, representante do PSDB, rebateu os pareceres que apontaram as irregularidades e defendeu a aprovação das contas. 

“Consideramos que há um grau de subjetividade demasiado no último parecer. Ele se distancia daquilo que é a análise técnica”, afirmou. 

Desaprovações

Recentemente, o TSE também desaprovou as contas partidárias do PROS e do PSL (atual União Brasil) do ano de 2016. 

Por Portal Novo Norte

Lasier sugere que STF deixe análise do indulto a Daniel Silveira para depois das eleições

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O senador Lasier Martins (Podemos-RS) sugeriu, em pronunciamento nesta terça-feira (26), que o Senado atue para convencer o Supremo Tribunal Federa…

O senador Lasier Martins (Podemos-RS) sugeriu, em pronunciamento nesta terça-feira (26), que o Senado atue para convencer o Supremo Tribunal Federal a deixar para depois das eleições deste ano o julgamento da ação que questiona o decreto presidencial de indulto do deputado federal Daniel Silveira, condenado pelo tribunal na semana passada, a oito anos e nove meses de prisão, por crimes de ameaça ao Estado Democrático de Direito.

Para ele, a decisão é ilegal, porque, em seu artigo 53, a Constituição Federal estabelece que os parlamentares são invioláveis penal e civilmente por quaisquer opiniões e votos. 

Lasier Martins reconheceu que o deputado federal se excedeu em suas manifestações. Na opinião dele, o caso deveria ser conduzido pela Câmara dos Deputados, num eventual processo de cassação por quebra de decoro parlamentar, e não pelo STF, que atuou na condição de investigador, acusador e julgador do parlamentar.

— Poderiam aqueles ofendidos se queixar à Polícia Federal ou à Mesa da Câmara dos Deputados, mas não agir em causa própria, como um tribunal de exceção, adotando a incrível aberração de desrespeitar o sistema acusatório brasileiro, em que a polícia investiga, o Ministério Público acusa e o juiz julga — disse.

Para Lasier Martins, esse caso reforça ainda mais a necessidade de o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), decidir pela abertura de processo de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF, que é o relator da ação penal que resultou na condenação de Daniel Silveira.

O senador aproveitou para apresentar requerimento de convite ao ministro Luís Roberto Barroso, do STF, para prestar esclarecimentos sobre declaração feita esta semana, em evento na Alemanha, de que as Forças Armadas estariam atuando no sentido de prejudicar o processo eleitoral deste ano.

Por Portal Novo Norte

Senadores devem servir de mediadores na atual crise entre Poderes, avalia Girão

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O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) pediu que seja deliberado requerimento assinado por 34 senadores para que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), seja convidado a comparecer ao Senado Federal. Para o parlamentar, é necessário que os senadores sirvam, de alguma forma, de mediadores na atual crise entre o Poder Executivo e o Poder Judiciário, contribuindo para a pacificação do Brasil. 

Em pronunciamento nesta terça-feira (26), Girão considerou que a decisão do presidente Jair Bolsonaro de conceder a graça ao deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) foi totalmente amparada pela Constituição. O senador disse ainda que o STF foi arbitrário ao condenar o deputado a mais de oito anos de prisão, por crime de opinião. 

Girão mencionou a opinião do jurista Ives Gandra Martins, “um dos mais renomados constitucionalistas do Brasil”, de que, no caso de impasse entre Executivo e Legislativo ou entre Executivo e Judiciário, a Constituição reserva às Forças Armadas, de forma pontual, o exercício do poder moderador, “de modo a restabelecer a ordem e proteger a democracia”. 

— E onde é que entra a gente? Qual o nosso papel de Legislativo nisso tudo? Eu acho que nós temos o dever de agir para evitar algo que não interessa a ninguém. A quem interessa tamanha crise entre um presidente eleito e o STF? Entre o Executivo e o Judiciário? A quem interessa esse impasse? — perguntou.

O senador mencionou ações de ministros do STF que, segundo ele, mostram excesso de ativismo judicial e militância político-ideológica. Ele lembrou que, em 72 anos de vigência da Lei 1.079, de 1950 (que regulamenta o impeachment), cinco presidentes da República já sofreram processo de impeachment. No entanto, apesar de o Senado ser o único a ter o poder de abrir processo contra ministros da Suprema Corte, “pela vontade da maioria dos senadores, esta Casa permanece omissa diante de tantos abusos cometidos”.

Por Portal Novo Norte

Presidente da Câmara: decisão sobre cassação de mandato é do Congresso

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Arthur Lira tem defendido posicionamento após condenação de Silveira

O presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), reiterou nesta terça-feira (26) que cabe ao Congresso Nacional a decisão sobre cassação de mandato de parlamentares.

“O Supremo Tribunal Federal tem a competência para julgar, o presidente da República tem a competência para conceder graça ou indulto, a Câmara e o Senado têm que decidir sobre mandato parlamentar”, disse Lira, informando que este é o entendimento da assessoria jurídica da Câmara. O presidente da Câmara disse que não vai “abrir mão” dessa competência constitucional das duas Casas de cassar o mandato de deputados federais e senadores.

Arthur Lira tem defendido o posicionamento após a condenação do deputado Daniel Silveira (PTB-RJ) pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 8 anos e 9 meses de prisão, além de multa, pelos crimes de tentativa de impedir o livre exercício dos Poderes e coação no curso do processo. Silveira também foi condenado com a perda do mandato e a suspensão dos direitos políticos após o fim dos recursos, penas que podem tornar o parlamentar inelegível temporariamente.

Indulto

Após condenação pela Suprema Corte, o presidente Jair Bolsonaro concedeu indulto a Silveira ao considerar como “prerrogativa presidencial para concessão de indulto individual é medida fundamental à manutenção do Estado democrático de direito” e que “a liberdade de expressão é pilar essencial da sociedade em todas as suas manifestações”.

Em paralelo, a Câmara entrou com recurso no STF solicitando o reconhecimento da atribuição do Congresso Nacional em relação à perda de mandato de parlamentar. Mesmo com a condenação, Daniel Silveira permanece em liberdade com uso de tornozeleira eletrônica e no exercício do mandato de deputado federal até o momento.

Daniel Silveira foi acusado pelo Ministério Público Federal de incitar atos antidemocráticos e de fazer ataques a instituições, incluindo o próprio STF. O deputado ainda pode recorrer da decisão.

Por Portal Novo Norte

Com fala irresponsável e desastrada, Barroso consegue unir ainda mais as Forças Armadas em torno de Bolsonaro

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O governo entendia como aviso, e sempre evitou desentendimentos.

Vamos lembrar que o General Paulo Sérgio nunca foi a primeira escolha, mas um acordo de parte, quando os três generais anteriores saíram das armas, como se diz no exército.

Sempre foi um militar moderado. Porém, sabia costurar uma crítica ou outra ao presidente, de modo pontual, sem muita polêmica. O governo entendia como aviso, e sempre evitou desentendimentos.

Agora o ministro se posicionou contra as falas de veludo, e mostrou que a acusação recente soou grave na alta cúpula militar. Isso mostra que se havia uma porcentagem ínfima de militares, que ainda tinham alguma espécie de resistência as políticas do atual executivo, essa porcentagem praticamente sumiu.

Barroso conseguiu unificar as forças militares em torno do governo, que indiretamente endossaram os novos recados, através dos clubes de reservas.

A notícia é boa, pois uma crise se mostra nos bastidores. Se o indulto for revogado, na acusação de desvio de finalidade, é grande a chance da revogação não ter efeito. A OAB já percebeu que a coisa pode desandar, e através do pedido de revogação da multa do advogado de Daniel, mostrou a tendência, que preocupa os ministros.

O silêncio é estratégico. Com uma manifestação marcada para dia primeiro, qualquer medida brusca, pode incendiar os apoiadores do presidente, e aumentar sua base. Talvez exista alguma tentativa de minar financeiramente Daniel, mas isso ainda é especulação.

Por isso equipes de Marketing estão falhando, e a oposição está apreensiva.

Parte do MDB já quer abandonar Tebet, e seguir Bolsonaro. As pesquisas mais sérias não conseguem mais esconder alguns dados, e tudo caminha bem, apesar do anúncio de crise.

Se a guerra parar até o fim de Julho, e essa polêmica do indulto encerrar sem complicações mais sérias, eu vou revisar uma das minhas previsões.

Nesse caso, podemos pensar sim em um primeiro turno…

Com uma vantagem que pode ser histórica nos pleitos para o executivo.

Por Ponto e Vírgula

Aonde quer chegar o STF?

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Integrantes dos Clubes Naval, Militar e de Aeronáutica manifestamos incondicional apoio ao Presidente da República em seu esforço para sustentar a democracia e a liberdade de expressão no país.

Contrariamente ao que se espera de uma corte constitucional, o STF vem há tempos propagando notórias e repetidas demonstrações de partidarismo político em suas interpretações da Constituição Federal e, até mesmo de modo surpreendente, manifestando publicamente preferências partidárias, como agiu um de seus Ministros em evento no exterior, ao considerar como inimigo o Chefe do Poder Executivo.

Arrogando-se o direito de, sem cerimônias, interferir nas atribuições dos demais Poderes que constituem o Estado Brasileiro, decidiu recentemente aquele Tribunal punir, de modo injusto e desproporcional, um parlamentar que, de forma insultuosa, emitiu opinião sobre a corte e alguns de seus integrantes.

Estritamente de acordo com o que reza a Carta Magna, o Presidente exerceu o direito de indultar o punido, não por concordar com os insultos, mas para corrigir um processo e julgamento cristalinamente inconstitucionais, posto que caberia ao Congresso conduzi-los.

Estabelecido o impasse institucional, pergunta-se: Aonde querem chegar alguns Ministros do Supremo? Pretendem enfraquecer nossa democracia? Com que finalidade? Premeditaram essa crise para fazer valer suas indisfarçáveis tendências políticas? É esta a postura que os cidadãos brasileiros devem esperar de uma corte que se pressupõe isenta e tida como suprema?

Nós, integrantes dos Clubes Naval, Militar e de Aeronáutica manifestamos incondicional apoio ao Presidente da República em seu esforço para sustentar a democracia e a liberdade de expressão no país.

Almirante de Esquadra (Refº) Luiz Fernando Palmer Fonseca

Presidente do Clube Naval

General de Divisão Eduardo José Barbosa

Presidente do Clube Militar

Major Brigadeiro do Ar Marco Antonio Carbalo Perez

Presidente do Clube de Aeronáutica

Por Portal Novo Norte

Em Nota, Forças Armadas dizem que falas de Barroso são “irresponsáveis”

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Ministro do STF atacou a credibiidade das Forças Armadas

As Forças Armadas emitiram nota neste domingo (24) para repudiar as falas ofensivas do ministro do STF, Luís Roberto Barroso.  Sem apresentar provas, Barroso disse que as Forças Armadas estariam sendo usadas para “atacar e descredibilizar” o processo eleitoral brasileiro.

A declaração dada pelo ministro em palestra a uma instituição alemã causou extrema insatisfação entre os generais. Confira na íntegra.

Nota Oficial – As Forças Armadas e o processo eleitoral

Acerca da fala do Ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, durante participação, por videoconferência, em um seminário sobre o Brasil, promovido por entidade acadêmica estrangeira, em que afirma que as Forças Armadas são orientadas a atacar e desacreditar o processo eleitoral, o Ministério da Defesa repudia qualquer ilação ou insinuação, sem provas, de que elas teriam recebido suposta orientação para efetuar ações contrárias aos princípios da democracia.

Afirmar que as Forças Armadas foram orientadas a atacar o sistema eleitoral, ainda mais sem a apresentação de qualquer prova ou evidência de quem orientou ou como isso aconteceu, é irresponsável e constitui-se em ofensa grave a essas Instituições Nacionais Permanentes do Estado Brasileiro. Além disso, afeta a ética, a harmonia e o respeito entre as instituições.

As Forças Armadas, republicanamente, atenderam ao convite do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e apresentaram propostas colaborativas, plausíveis e exequíveis, no âmbito da Comissão de Transparência das Eleições (CTE) e calcadas em acurado estudo técnico realizado por uma equipe de especialistas, para aprimorar a segurança e a transparência do sistema eleitoral, o que ora encontra-se em apreciação naquela Comissão. As eleições são questão de soberania e segurança nacional, portanto, do interesse de todos.

As Forças Armadas, como instituições do Estado Brasileiro, desde o seu nascedouro, têm uma história de séculos de dedicação a bem servir à Pátria e ao Povo brasileiro, quer na defesa do País, quer na contribuição para o desenvolvimento nacional e para o bem-estar dos brasileiros. Elas se fizeram, desde sempre, instituições respeitadas pela população.

Por fim, cabe destacar que as Forças Armadas contam com a ampla confiança da sociedade, rotineiramente demonstrada em sucessivas pesquisas e no contato direto e regular com a população. Assim, o prestígio das Forças Armadas não é algo momentâneo ou recente, ele advém da indissolúvel relação de confiança com o Povo brasileiro, construída junto com a própria formação do Brasil.

Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira
Ministro de Estado da Defesa

Por Portal Novo Norte