Girão comemora investigação da compra de respiradores do Consórcio Nordeste

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O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) comemorou, em pronunciamento nesta quarta-feira (27), a operação da Polícia Federal para investigar as irregul…

O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) comemorou, em pronunciamento nesta quarta-feira (27), a operação da Polícia Federal para investigar as irregularidades na aquisição de respiradores pelo Consórcio Nordeste durante a pandemia do coronavírus. O contrato no valor de R$ 48 milhões seria para a aquisição de 300 respiradores, que nunca foram entregues.

— A Polícia Federal, uma das instituições mais respeitadas do Brasil, deflagrou, juntamente com a Controladoria-Geral da União, uma importantíssima operação com 14 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Bahia, em busca de provas sobre aquele que ficou conhecido como “o calote da maconha”.

O senador destacou que durante os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia, no ano passado, insistiu para que fosse aberta uma investigação do Consórcio Nordeste, já que havia documentos comprovando que a empresa contratada, Hempcare, comercializa produtos à base de maconha. Para ele, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte investigou “o que a CPI do Senado não teve a coragem de fazer”.

Girão também informou que entregou ao procurador-geral da República, Augusto Aras, junto com o deputado estadual Kelps Lima, o relatório da CPI do Rio Grande do Norte (RN) sugerindo o indiciamento de dois governadores, Fátima Bezerra e Rui Costa, além de dois secretários estaduais, empresários e diretores do Consórcio Nordeste.

— Essa operação da Polícia Federal reacende as esperanças do brasileiro de bem por justiça. Afinal, esse crime não é apenas de corrupção, não. Engana-se quem pensa que esse crime é apenas de corrupção, pois ele foi praticado no período mais crítico da pandemia, causando mais dor, mais morte e desesperança. Para mim, isto é assassinato. Desviar verba pública em época de pandemia não é apenas corrupção contra a administração pública, mas assassinato — declarou. 

Por Portal Novo Norte

Grupo com mais de 1300 advogados lança nota pública de apoio à constitucionalidade do indulto presidencial a Daniel Silveira

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O grupo de juristas sustenta que o presidente Jair Messias Bolsonaro, cumpriu os deveres constitucionais que lhe competem como Chefe da Nação Brasileira e do Poder Executivo

Um grupo de 1.315 Advogados lançou uma nota pública de apoio ao indulto presidencial concedido ao Deputado Federal Daniel Silveira no decreto do dia 21 de abril de 2022.

O grupo de juristas sustenta que o presidente Jair Messias Bolsonaro, cumpriu os deveres constitucionais que lhe competem como Chefe da Nação Brasileira e do Poder Executivo Federal como grande defensor da LIBERDADE e GARANTIAS FUNDAMENTAIS previstas na Constituição Federal de 1988 atendendo ao clamor da população brasileira contra o ativismo judicial inconstitucional.

Os advogados asseveram que a origem do inquérito inconstitucional é instrumento de “perseguição política em plena Democracia e Estado de Direito”.

Na visão dos advogados, os integrantes na atual composição da Suprema Corte assumiram um sistema inquisitório, contrariando a Constituição Federal de 88, este que se caracteriza pela separação das funções de acusar (Ministério Público), julgar (Magistrado) e defender (Advogado).

Na conclusão, o grupo afirma que a medida constitucional adotada por Bolsonaro não privilegia exclusivamente Daniel Silveira.

“O que está em jogo é a liberdade constitucional e natural dos brasileiros!

Trata-se de barrar um perigoso precedente que alguns integrantes no Parlamento e do Judiciário criaram”, destacam os 1.315 advogados signatários da nota pública.

Por Ponto e Vírgula

Em demonstração de força de Bolsonaro, Congresso mantém maioria dos vetos

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O Congresso Nacional decidiu pela manutenção da maioria dos vetos apreciados na sessão desta quinta-feira (28) - Geraldo Magela/Agência Senado

O Congresso Nacional decidiu pela manutenção da maioria dos vetos apreciados na sessão desta quinta-feira (28).

O Congresso Nacional decidiu pela manutenção da maioria dos vetos apreciados na sessão desta quinta-feira (28). Um deles é o veto parcial (VET 15/2022) à Lei 14.311, de 2022, que determina o retorno ao trabalho presencial das gestantes com esquema vacinal completo contra o coronavírus. A lei, originária do PL 2.058/2021

Continua depois da publicidade, disciplina o trabalho das grávidas não imunizadas quando a atividade não puder ser feita à distância — questão até então não prevista na Lei 14.151, de 2021, que trata do afastamento da empregada gestante durante a pandemia.

Com a decisão do Congresso, fica mantido o veto ao item que previa, no caso de retorno por interrupção da gestação, o recebimento de salário-maternidade nas duas semanas de afastamento garantidas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Também foi mantido o veto à previsão de considerar gravidez de risco no caso de o trabalho ser incompatível com sua realização em domicílio por meio de teletrabalho, trabalho remoto ou outra forma à distância, substituindo a remuneração pelo salário-maternidade.

Nos dois casos, os vetos foram justificados por contrariedade ao interesse público, ao instituir concessão de benefício previdenciário destinado à situação de maternidade de forma diversa ao previsto para o auxílio-maternidade.

Câncer

Também foi mantido o veto parcial (VET 63/2021) à lei que cria o Estatuto da Pessoa com Câncer. A Lei 14.238, de 2021, é originada do PL 1.605/2019, proposto pela Câmara dos Deputados e aprovado no Senado, com modificações, em agosto do ano passado. O presidente da República, Jair Bolsonaro, vetou o artigo que obrigava o Estado a garantir “o acesso de todos os pacientes a medicamentos mais efetivos contra o câncer”.

O governo argumentou que essa nova obrigação ao Estado conflitaria com as atuais diretrizes terapêuticas em oncologia. “A medida comprometeria o processo estabelecido de análise de tecnologia em saúde no Brasil. E afrontaria a equidade em relação ao acesso a tratamentos medicamentosos de outros pacientes portadores de enfermidades igualmente graves, ao pretender garantir oferta de medicamentos apenas a pacientes portadores de neoplasias malignas — câncer”, defendeu o Executivo.

O Congresso também decidiu pela manutenção do veto parcial (VET 14/2022) à Política Nacional de Atenção à Oncologia Pediátrica (Lei 14.308, de 2022), oriunda do PL 3.921/2020, aprovado no Senado no último mês de fevereiro. Um dos itens vetados trata do reconhecimento das instituições, das casas de apoio e dos grupos de apoio na rede de atenção oncológica do Ministério da Saúde e das secretarias estaduais de saúde para viabilização de assistência integral a pacientes e a seus familiares. Segundo o governo, essas entidades não podem ser consideradas estritamente da área da saúde e são filantrópicas, com isenção fiscal, às quais não caberia a medida.

Outro veto mantido foi o colocado a trecho que determinava a abrangência da nova política à saúde suplementar. Segundo o Executivo, geraria insegurança jurídica na medida em que as ações não seriam compatíveis com a legislação em saúde suplementar e com as competências da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Além disso, conforme a mensagem do veto, essa determinação impactaria significativamente o cálculo dos valores do fundo destinado ao custeio dessas coberturas, “o que consequentemente aumentaria o valor pago pelos consumidores por seus planos de saúde.”

Também foi mantido o veto que condicionava os repasses de recursos da União para os estados à existência dos planos estaduais em cima da nova lei. O Poder Executivo alega que haveria vício de inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público, porque seria criada uma exigência expressamente vedada.

Covid

O Congresso também decidiu manter o veto parcial à lei que institui o Programa Prioritário Pró-Pesquisa Covid-19 (VET 13/2022). O programa é direcionado às empresas que fizerem doações a institutos que desenvolvem pesquisas para o enfrentamento da pandemia (Lei 14.305, de 2022). O projeto que deu origem à lei foi aprovado no Senado em agosto do ano passado (PL 1.208/2021).

O principal item vetado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, trata da possibilidade de pessoa jurídica tributada com base no lucro real poder deduzir do Imposto de Renda devido, em cada período de apuração, o total das doações em espécie efetuadas ao programa. O projeto enviado à sanção previa que a dedução não poderia ultrapassar 30% do imposto devido, com exceção para pessoas jurídicas da área de saúde ou de medicamentos, que teriam autorizado o percentual de 50%.

Outro item vetado trata da previsão de que os recursos deveriam ser depositados em favor do programa, nos termos de regulamentação a ser editada pelo governo. Para Bolsonaro, a proposição incorre em vício de inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público, uma vez que a medida poderia dar margem à aplicação de recursos fora da Conta Única, pois não restaria claro se os recursos seriam arrecadados pela União, com a execução das despesas previstas na Lei Orçamentária Anual (LOA).

Infraestrutura

O veto parcial (VET 67/2021 item 38) ao projeto que trata do Marco Legal das Ferrovias também foi mantido (PLS 261/2018). O substitutivo do senador Jean Paul Prates (PT-RN) ao projeto do senador licenciado José Serra (PSDB-SP) foi aprovado no Senado no início do mês de outubro do passado e em seguida enviado à Câmara dos Deputados. O projeto foi transformado na Lei 14.273, de 2021. O veto mantido foi ao prazo de 90 dias para a lei entrar em vigor. O governo alegou que esse tempo criaria um hiato indevido na lei, que está valendo desde dezembro do ano passado.

Foram mantidos ainda os vetos parciais (VET 36/2021) apresentados pelo Executivo ao Projeto de Lei de Conversão (PLV) 7/2021, que trata do processo de privatização da Eletrobras. A matéria tem origem na Medida Provisória (MP) 1.031/2021, que foi transformada na Lei 14.182, de 2021.

Esses itens vetados estavam pendentes de apreciação pelo Senado. Um deles previa prioridade de recursos para determinadas áreas residenciais nas capitais dos estados. Outro previa a realocação da população afetada por áreas de servidão da Eletrobrás. O governo alegou que as medidas contrariam o interesse público ao criar obrigação legal não necessariamente relacionada às concessões da Eletrobras. O líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (PL-TO), disse que a manutenção do veto foi acertada com a base aliada e destacou o acordo com os parlamentares.

O Congresso também decidiu manter o veto parcial (VET 25/2021) a trechos do Marco Legal das Startups (Lei Complementar 182, de 2021, decorrente do PLP 146/2019). Foram vetados itens que tratavam da relação de investimentos e apuração de impostos. O governo alegou que a medida poderia ferir a legislação que trata de renúncia fiscal.

Racha e LOA

Deputados e senadores também decidiram pela manutenção do veto parcial ao projeto de lei que punia a divulgação de imagens de infrações graves de trânsito (VET 12/2022). O presidente Jair Bolsonaro argumentou que as regras ferem as liberdades de expressão e de imprensa. Com a decisão do Congresso, os trechos não serão incorporados à Lei 14.304, de 2022, que resultou do projeto (PL 130/2020).

O projeto classificava como infração gravíssima de trânsito a divulgação de imagens de veículos cometendo atos como manobras arriscadas e rachas em vias públicas. Veículos que transmitissem essas imagens, como plataformas de redes sociais e empresas de comunicação, poderiam ser intimadas a remover o conteúdo. O texto final da lei dispõe apenas sobre o prazo para expedir notificações sobre suspensão ou cassação de carteira de motorista. Esse prazo começa a ser contado a partir da data da instauração do processo destinado à aplicação dessas penalidades.

Também foram mantidos 233 dispositivos do veto parcial (VET 11/2022) a itens do Orçamento da União para 2022 (LOA – Lei 14.303, de 2022, oriunda do PLN 19/2021). O presidente Jair Bolsonaro havia cortado R$ 3,1 bilhões em despesas aprovadas em dezembro pelos parlamentares: R$ 1,3 bilhão das definidas pelas Comissões, as chamadas emendas de comissão, e R$ 1,8 bilhão em gastos sem destino obrigatório, as chamadas despesas discricionárias. A área que mais perdeu recursos foi Ministério do Trabalho e Previdência, com veto de R$ 1 bilhão.

Por portal novo Norte

PGR recebe notícia-crime contra os ministros Fachin e Barroso

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Ministros do TSE são acusados de crime eleitoral

Um advogado encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma notícia-crime contra os ministros Luís Roberto Barroso e Edson Fachin questionando os dois para investigação por crime eleitoral. A ação é datada do dia 2 de abril e foi recebida pela PGR no dia 20.

A ministra do STF Cármen Lúcia pediu manifestação do procurador-geral da República Augusto Aras sobre a ação, impetrada pelo advogado paulista Arthur Hermogenes Sampaio Junior.

No documento, o advogado alega que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o comando dos dois ministros, não deveria condecorar personalidades “pró-Lula” em ano eleitoral.

– Um membro do Tribunal Superior Eleitoral condecorar ativistas políticos em pleno ano eleitoral, caracteriza sem SOMBRA DE DÚVIDA, grave crime eleitoral, pois, claramente induz a população a acreditar que os condecorados, (ativistas políticos pró-Lula), teriam e têm o “aval” do tribunal e assim favorecendo o outro candidato a disputa eleitoral, tal “ATO” não pode ser aceito, por tratar de crime eleitoral praticado pelos noticiados, com o uso da máquina estatal, ainda, o uso de recursos do TSE, com as despesas naturais de um evento, desse vulto, que no mínimo, retirou os noticiados de seus “afazeres” e atividades de Ministro, ou seja, julgamento de processos – diz texto do despacho.

O advogado refere-se a um evento ocorrido no último dia 28 de março, quando o TSE condecorou com Ordem do Mérito do TSE Assis Brasil personalidades que se destacaram em diversas áreas de atuação. Ao todo foram 28 pessoas que, segundo Arthur Hermogenes, são ativistas da esquerda.

Dentre os homenageados estão médicos, infectologistas, sanitaristas, jornalistas, deputados, atriz, biólogo, professora, magistrada, apresentadora de TV, economista e um publicitário.

De acordo com o TSE, a honraria foi concedida a tais personalidades em razão da “contribuição que deram ao TSE realizar as Eleições Municipais de 2020 e enfrentar os desafios impostos pela pandemia de Covid-19 pela disseminação de desinformação”.

Para o advogado, no entanto, o TSE “teria condecorado personalidades pró-Lula”. Isto posto, Arthur Hermogenes Sampaio Junior tenta enquadrar como crime eleitoral cometido pelos ministros.

Por Portal Novo Norte

Na Marcha dos Prefeitos, MDR apresenta ações na área de mobilidade urbana

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Debate abordou os principais desafios do transporte público nos municípios brasileiros

Brasília (DF) – O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) apresentou a prefeitos de todo o País, nesta quarta-feira (27), ações desempenhadas pela Pasta na área de mobilidade urbana. A palestra ocorreu no terceiro dia da Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que ocorre até a quinta-feira (28), em Brasília, e teve como tema Mobilidade e trânsito: desafios do transporte público nos municípios.

Durante a apresentação, o diretor substituto do Departamento de Projetos de Mobilidade e Serviços Urbanos do MDR, Marcos Daniel, destacou a importância de dar atenção aos mais diversos municípios brasileiros, independentemente do tamanho de sua população, para que, juntos, seja possível planejar avanços no transporte e na mobilidade urbana.

“Nós temos que ouvir vários municípios de diferentes portes populacionais. Falamos muito da questão do planejamento da mobilidade urbana, como planejar boas soluções, considerando os diferentes tipos de cidades que o nosso país tem”, explicou Marcos Daniel.

O diretor ressaltou, ainda, a importância de ouvir as dificuldades que os prefeitos têm encontrado em relação ao tema para buscar soluções. “Temos várias ações para ajudar. Foi muito produtivo ouvir as demandas dos municípios. É essencial construir um programa e ações para fortalecer o papel dos municípios e conseguir garantir um bom transporte e uma boa mobilidade. Ouvimos as práticas, as demandas e os desafios”, contou.

Entre os principais desafios citados estão o valor das tarifas, que não acompanha os sucessivos aumentos do diesel, a falta de infraestrutura nos municípios para que o sistema de transporte cresça e a diminuição do número de passageiros, principalmente após a pandemia, com a consolidação do trabalho remoto.

Segundo dia

Nesta terça-feira (26), o ministro Daniel Ferreira participou da abertura oficial da 23ª edição da Marcha em Defesa dos Municípios. À tarde, o MDR participou de palestra na área de Proteção e Defesa Civil. A diretora do Departamento de Articulação e Gestão da Defesa Civil Nacional, Karine Lopes, ressaltou a relevância dos municípios brasileiros na prevenção e resposta aos desastres. 

Primeiro dia

O Ministério do Desenvolvimento Regional também participou do primeiro dia da marcha, na segunda-feira (25), com uma programação de palestras voltadas às áreas de urbanização, habitação e saneamento básico. 

Na área de urbanização, o tema principal foi a Carta Brasileira para Cidades Inteligentes. O documento tem como base a Política Nacional de Desenvolvimento Urbano (PNDU) e visa orientar a agenda de cidades inteligentes do Governo Federal para os próximos anos, servindo de alicerce também para que estados e municípios formulem políticas públicas, de modo a consolidar o entendimento de que a tecnologia deve estar a serviço do cidadão.

Já na área de habitação, o foco foram as ações executadas pelo MDR para ampliar o acesso à casa própria por meio do Programa Casa Verde e Amarela e o lançamento da iniciativa Parcerias, em conjunto com entes públicos locais. A ideia é fomentar que estados e municípios aportem contrapartidas que podem zerar ou diminuir a necessidade de entrada das famílias de baixa renda.

Por fim, na área de saneamento básico, foram apresentadas oportunidades para os municípios decorrentes da aprovação do Novo Marco Legal do Saneamento Básico, que tem como objetivo principal estruturar um ambiente de segurança jurídica, competitividade e sustentabilidade para atrair novos investimentos para universalizar e qualificar a prestação dos serviços no setor. A meta do Governo Federal é alcançar a universalização até 2033, garantindo que 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e 90%, à coleta e ao tratamento de esgoto.

Por Portal Novo Norte

Presidente da República, Jair Bolsonaro, recebe parlamentares no Palácio do Planalto

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No evento, o Presidente e os parlamentares discursaram em defesa da liberdade de expressão e defenderam o respeito à Constituição

O Presidente da República, Jair Bolsonaro, participou, nesta quarta-feira (27/04), no Palácio do Planalto, de encontro com parlamentares em defesa da liberdade de expressão. Ministros do Governo também acompanharam o evento.

Na abertura do encontro, o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) relatou que um grupo de parlamentares solicitou ao Presidente Jair Bolsonaro que os recebesse no Palácio do Planalto para realizar o evento. Deputados das bancadas evangélica e de segurança pública discursaram em favor da liberdade de expressão no país, defenderam o respeito à Constituição Federal e o fortalecimento da democracia.

O Presidente Jair Bolsonaro agradeceu aos parlamentares pela iniciativa do ato e afirmou que a liberdade não tem preço e é mais importante que a própria vida. Segundo ele, a liberdade é algo sagrado do qual não se pode abrir mão. O Presidente Jair Bolsonaro disse ainda que o Governo Federal atua sempre de acordo com os preceitos da Constituição.

Por Portal Novo Norte

Daniel Silveira será membro titular da CCJ da Câmara

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Deputado já participou de reunião nesta quarta-feira em Brasília

O deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) tomou posse como membro titular da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Nesta quarta-feira (27), a nova formação do colegiado foi instalada no Distrito Federal com o nome do parlamentar na lista de presença da reunião.

Silveira, inclusive, compareceu à reunião, de acordo com página oficial da comissão. A presidência da CCJ ficou com o deputado Arthur Maia (União Brasil-BA).

Por unanimidade, com 20 votos, o deputado também foi eleito como 1º vice-presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Casa.

Uma das comissões mais importantes da Casa, a CCJ tem como uma das atribuições analisar a viabilidade da cassação de mandatos parlamentares.

Na última quarta-feira (20), Daniel Silveira foi condenado a oito anos e nove meses de prisão, perda do mandato e direitos políticos e ainda ao pagamento de multa. Em reviravolta, na quinta (21), o presidente Jair Bolsonaro anunciou que concederia o instituto da graça ao deputado e garantiu que o decreto seria cumprido.

Por Portal Novo Norte

Silveira é eleito vice-presidente da comissão de Segurança

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Deputado foi indicado pelo seu partido para ocupar a vaga na comissão da Câmara

Nesta quarta-feira (27), o deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) foi eleito como vice-presidente da Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara. Ele foi indicado pelo seu partido para a única chapa que disputou o posto.

No total, 20 deputados votaram na chapa de Silveira. A comissão será presidida pelo deputado Aluisio Mendes (PSC-MA). Já o segundo vice-presidente será o deputado Junio Amaral (PL-MG).

Em discurso antes da definição do resultado das eleições, Daniel Silveira falou sobre seus objetivos.

– Fui o quarto mais propositivo do Congresso, tenho bastante projetos, principalmente na área da segurança pública. A nossa pauta principal é a lei orgânica das polícias militares e das polícias civis, que está tramitando na casa há 30 anos. (…) Seria um grande avanço para as forças, e é isso que a gente quer reviver aqui. Na pandemia congelou, a gente quer colocar aqui de novo – apontou.

Silveira também será membro titular da Comissão de Constituição e Justiça e da Comissão de Esportes.

Por Portal Novo Norte

Esperidião pede aprovação dos convites a ministros do STF para prestar esclarecimentos

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O senador Esperidião Amin (PP-SC) pediu a aprovação dos convites aos ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Fede…

O senador Esperidião Amin (PP-SC) pediu a aprovação dos convites aos ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), para esclarecerem, perante os senadores, “informações e afirmações que têm sido veiculadas pelo mundo afora”.  Em pronunciamento nesta terça-feira (26). ele solicitou ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que delibere sobre o primeiro requerimento e aceite, para apreciar, o segundo requerimento, já que esses esclarecimentos contribuirão para “melhorar a democracia brasileira”. 

Quanto ao inquérito 4.781, sobre as fake news, iniciado de ofício no STF e que tem como relator o ministro Alexandre de Moraes, trata-se, na opinião de Espiridião, de um processo inquisitorial aberto em 2019, em que a suposta vítima apura, investiga e condena em última instância. 

— Meu avô materno ficou anticlerical quando descobriu vestígios de ferramentas da inquisição nos seus trabalhos de artesão, em Verona, na Itália. E eu estou me inspirando nele — afirmou. 

O senador criticou igualmente a participação do ministro Luís Roberto Barroso em um evento na Universidade de Austin, no estado norte-americano do Texas, quando o magistrado se referiu “aos países governados por populistas: Hungria, Polônia, Peru e Brasil”. Para Esperidião, trata-se de um comentário típico de analista político, impróprio de um juiz.

Por Portal Novo Norte

TSE desaprova contas partidárias do PSDB referente ao ano de 2016

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Tribunal entendeu que partido aplicou irregularmente R$ 4 milhões

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desaprovou nesta terça-feira (26) a prestação de contas do diretório nacional do PSDB referente ao exercício financeiro de 2016. O tribunal entendeu que o partido aplicou irregularmente cerca de R$ 4 milhões dos recursos do Fundo Partidário, dinheiro público destinado à manutenção das legendas. 

Entre as inconsistências encontradas estão uso de recursos para pagamento de salários acima do valor de mercado e repasses a diretórios estaduais que estavam proibidos de receber dinheiro do fundo. 

Durante o processo, o Ministério Público Eleitoral (MPE) e órgão interno do TSE que fiscaliza as contas defenderam a desaprovação da prestação e a devolução de aproximadamente R$ 19 milhões pela falta de comprovação de gastos. 

Ao analisar o caso, por unanimidade, os ministros seguiram voto do relator, ministro Benedito Gonçalves. Para o ministro, a maior parte dos gastos apontados como irregulares pelos pareceres dos órgãos está amparada por documentos que detalham as despesas, mas cerca de R$ 4 milhões foram aplicados irregularmente. 

Durante o julgamento, o advogado Gustavo Kanffer, representante do PSDB, rebateu os pareceres que apontaram as irregularidades e defendeu a aprovação das contas. 

“Consideramos que há um grau de subjetividade demasiado no último parecer. Ele se distancia daquilo que é a análise técnica”, afirmou. 

Desaprovações

Recentemente, o TSE também desaprovou as contas partidárias do PROS e do PSL (atual União Brasil) do ano de 2016. 

Por Portal Novo Norte