Bolsonaro cresce e Lula cai vertiginosamente no Nordeste, aponta nova pesquisa Genial/Quaest

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A diferença entre o petista e o atual chefe do Executivo caiu 16 pontos percentuais

A diferença entre Lula e Bolsonaro caiu 16 pontos segundo a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (6). O levantamento apontou uma forte tendência de alta do presidente Jair Bolsonaro (PL) e de queda do ex-presidente 

Lula (PT) no Nordeste, região onde o petista tem vantagem. 

O resultado desta quarta-feira indica que Lula estaria com 59% das intenções de voto na região contra 22% de Bolsonaro. Contudo, no mês passado a diferença era bem maior, com Lula liderando com 68% contra 15% do atual presidente. Entre as mulheres, em junho, a pesquisa apontou 50% a 22% para o petista. Este mês, a preferência de Lula caiu para 46% e Bolsonaro cresceu para 27%.

A pesquisa Genial/Quaest ouviu 2 mil pessoas com mais de 16 anos, entre os dias 29 de junho e 2 de julho, em entrevistas nas casas dos eleitores nos 26 estados do Brasil e no Distrito Federal e está registrada na Justiça Eleitoral sob número BR 01763/2022.

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Projeto dá anistia a crimes de natureza política e livra parlamentares perseguidos por Alexandre de Moraes

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Carla Zambelli: projeto restabelece independência do Congresso Nacional - (Foto: Nilson Bastian/Câmara dos Deputados)

Carla Zambelli: projeto restabelece independência do Congresso Nacional O Projeto de Lei 1102/22 concede anis…

O Projeto de Lei 1102/22 concede anistia a crimes de natureza política ou conexos, bem como aos que sejam praticados por motivação política, incluindo condutas inseridas no âmbito da liberdade de expressão, manifestação e crença. A anistia valerá para atos praticados entre 1º de janeiro de 2019 e 21 de abril de 2022.

A anistia inclui crimes contra o Estado Democrático de Direito, como atentado à soberania, atentado à integridade nacional, espionagem, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, interrupção do processo eleitoral, violência política e sabotagem.

A instauração ou continuidade de procedimento investigatório desses atos será caracterizada como abuso de autoridade, incluindo fatos praticados pelas autoridades do Poder Judiciário nas funções auxiliares e essenciais à Justiça que tenham caracterizado violação ao devido processo legal.

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A proposta foi apresentada pela deputada Carla Zambelli (PL-SP) e é assinada por 70 parlamentares de nove partidos diferentes – MDB, PL, PP, Pros, PSC, PSD, PTB, Republicanos e União. Na justificativa, os deputados afirmam que a proposta visa restabelecer a independência do Congresso Nacional, que teria sofrido interferências do Poder Judiciário, como a prisão e cassação indireta do mandato do deputado Daniel Silveira (PTB-RJ).

Os autores do projeto sustentam que o processo contra Silveira foi motivado por opiniões expressadas no contexto de sua atividade parlamentar e por isso tinham garantia da inviolabilidade. “O projeto nada mais é do que um restabelecimento da autoridade, autonomia e independência do Congresso Nacional, de modo a que os Poderes da República possam coexistir em harmonia”, explica Carla Zambelli.

Mandato
A proposta assegura os direitos políticos de quem praticou os atos anistiados, incluindo a manutenção de mandato parlamentar, e a extinção de todos os efeitos decorrentes das condutas a si imputadas, sejam cíveis ou penais.

A autoridade judicial responsável pelo processo deverá declarar extinta a pena e todos os seus efeitos, dispensando-se, neste caso, requerimento do interessado.

Exceções
A anistia não se aplica a prática de tortura, tráfico de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo, crimes hediondos, lesões corporais ou qualquer tipo de agressão física, invasão de propriedade ou danos ao patrimônio público ou privado.

Tramitação
A proposta será analisada em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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Petistas em desespero: Comissão convoca Marcos Valério para esclarecer ligações entre PT e facção criminosa

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“As ligações do PT com o crime organizado não são de hoje. O PT vem tanto batalhar por transparência, então vamos esclarecer isso”, disse Eduardo Bolsonaro

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (5) a convocação do publicitário Marcos Valério para esclarecer as relações entre o PT e a facção criminosa PCC. O requerimento aprovado é de autoria do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

Marcos Valério era operador financeiro do esquema de corrupção conhecido como Mensalão, que desviava dinheiro público de estatais para comprar apoio político para o então presidente Lula no Congresso Nacional.

Recententemente, a revista Veja vazou trechos da delação premiada de Valério que estabeleceu relações de altos dirigentes do PT com o assassinato do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, além de apontar relações do partido com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

“As ligações do PT com o crime organizado não são de hoje. O PT vem tanto batalhar por transparência, então vamos esclarecer isso”, disse Eduardo Bolsonaro. Ainda não há data definida para a oitiva do publicitário.

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Pacheco contraria Randolfe e decide instaurar CPIs somente depois das eleições

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Presidente do Senado disse que todos os requerimentos de abertura de CPI serão lidos no Plenário

Líderes partidários do Senado Federal decidiram que não vão dar palanque eleitoral para Randolfe Rodrigues e sua turma antes das eleições deste ano. Trocando em miúdos, CPI só depois do pleito de outubro. O anúncio foi feito agora à tarde por Rodrigo Pacheco, presidente do Congresso.

O colégio de líderes resolveu evitar o uso das CPIs como palanque eleitoral, o que poderia alterar o resultado das eleições de 2022 e comprometer ainda mais a já desgastada imagem da Casa. Rodrigues já fez seu showzinho e, como uma criança mimada que não ganhou o doce, ameaçou levar o assunto aos seus colegas do STF. A ideia é conseguir uma liminar que obrigue os líderes, eleitos e representantes do povo, a fazer o que já constataram ser inviável no momento.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, usou sua conta no Twitter para anunciar a decisão:

“O Senado, integralmente, reconhece a importância das CPIs para investigar ilícitos no MEC, desmatamento ilegal na Amazônia, crime organizado e narcotráfico. Os requerimentos serão lidos em plenário por dever constitucional e questões procedimentais serão decididas. Porém, a ampla maioria dos líderes entende que a instalação de todas elas deve acontecer após o período eleitoral, permitindo-se a participação de todos os senadores e evitando-se a contaminação das investigações pelo processo eleitoral. Esse é o extrato da reunião de líderes ocorrida nesta manhã”, tuitou Pacheco.

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Advocacia-Geral da União vai acompanhar de perto cumprimento da legislação eleitoral

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Decreto publicado pela Advocacia-Geral da União (AGU) determina que a instituição vai monitorar o cumprimento da legislação eleitoral até o pleito de outubro. “O decreto só veio deixar mais clara essa atribuição específica da Advocacia Geral da União, dizendo o seguinte: todo e qualquer ato, no período eleitoral, que eventualmente possa confrontar com a legislação eleitoral, deve passar pela assessoria da advocacia-geral da União”, explicou o advogado-geral da União, Bruno Bianco.

Segundo Bianco, por meio do decreto , sempre que houver um ato, uma política pública, ou qualquer fator que eventualmente possa confrontar com a legislação eleitoral a AGU, dentro do âmbito do executivo, fará essa análise. “O presidente da República vai ter a certeza de que todos os atos, durante esse período, e que todas as políticas públicas, durante esse período, passarão por um crivo jurídico e ele vai ter a certeza de que todos esses atos estarão de acordo com a legislação eleitoral.

Bianco também falou sobre a judicialização causada pela redução do ICMS sobre os combustíveis nos estados, dos quais a AGU participou. “Tivemos decisões favoráveis ao cumprimento da lei e os estados, de fato, começando a cumprir e nós já estamos vendo a redução do valor do combustível”.

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Pré-candidato a vice na chapa de Lula é acusado de receber R$ 7,8 milhões em propina e tem bens bloqueados pela Justiça

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MP-SP pede bloqueio de bens de Alckmin no caso Odebrecht

O Ministério Público de São Paulo, por meio do promotor Ricardo Manuel Castro, entrou com um recurso contra a decisão da justiça paulista que revogou, no último dia 19, o bloqueio dos bens do ex-governador Geraldo Alckimin (PSB-SP) até o valor de R$ 9,9 milhões.

O pré-candidato a vice-presidente na chapa de Lula (PT) é réu em uma ação de improbidade administrativa por suposto recebimento de caixa dois da Odebrecht nas eleições de 2014. Alckmin foi acusado de receber R$ 7,8 milhões da construtora na época em que foi reeleito governador pelo PSDB.

Além da delação dos ex-executivos da empreiteira, o MP agregou à investigação planilhas de um doleiro, mensagens trocadas pela transportadora encarregada de distribuir os valores e gravações telefônicas que mostram entregas de dinheiro vivo na casa de um ex-assessor do governo em São Paulo. Alckmin nega todas as acusações.

O bloqueio dos bens havia sido determinado em 2019 para garantir que Alckimin tenha como devolver dinheiro aos cofres públicos em caso de condenação.

A juíza Luiza Barros Rozas Verotti, da 13ª Vara da Fazenda Pública, afirmou que não havia mais motivo para manter os imóveis, veículos e contas bancárias em nome de Alckmin indisponíveis depois das alterações feitas pelo Congresso na Lei de Improbidade no ano passado, afrouxando as punições.

Para a magistrada, o MP agora precisaria provar que “há indícios concretos de dilapidação do patrimônio” para justificar o bloqueio. Ou seja, seria necessário comprovar que Alckmin tinha a intenção de se desfazer do patrimônio para escapar da devolução do dinheiro em caso de condenação.

A promotoria, por sua vez, afirma que a nova Lei de Improbidade não deve ser aplicada de forma retroativa, em ações já aceitas pela Justiça no passado, e o bloqueio de bens no caso de Alckmin se mostra “razoável e proporcional” para quem “dilapidou o patrimônio público apossando-se fraudulentamente daquilo que não lhe pertencia”.

O recurso pedindo o novo bloqueio de bens do ex-governador ainda será analisado pela Justiça e pode causar incômodo à chapa Lula-Alckmin em plena campanha.

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Governadores de esquerda entram na justiça para não reduzir o imposto dos combustíveis. “Estão unidos contra o trabalhador”, diz Bolsonaro

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Senado aprova PEC com pacote de auxílios a carentes e a caminhoneiros

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Inicialmente, proposta apenas reduzia os preços dos combustíveis

O Senado aprovou hoje (30), em dois turnos, a proposta de emenda constitucional (PEC) 1, que traz um pacote de medidas para diminuir os impactos gerados pela alta dos combustíveis e aumentar o valor de benefícios sociais. Após vários arranjos e negociações, uma PEC com propostas do governo para compensar os estados e o Distrito Federal pela redução do ICMS sobre o diesel se transformou em uma proposta para ampliar o valor do Auxílio Brasil, programa assistencial que substituiu o Bolsa Família, dentre outras medidas.

Da PEC 16, que acabou apensada à PEC 1, o único ponto que restou foi a compensação aos estados que reduzirem a alíquota de ICMS sobre o etanol. A PEC aprovada hoje também traz o pagamento do voucher caminhoneiro, no valor de R$ 1 mil mensais por cinco meses. Outra proposta é a inclusão de mais 1,6 milhão de famílias no Auxílio Brasil, programa que substituiu o Bolsa Família. Além de aumentar significativamente o número de beneficiários do programa social, há previsão de um incremento de R$ 200 no valor do programa até dezembro deste ano. Agora, a PEC segue para análise da Câmara.

A aprovação da PEC contou com votos de alguns senadores que se manifestaram contra trechos da proposta, discordaram de parte do texto, mas votaram favoravelmente. A justificativa foi de que os mais carentes precisam de ajuda neste momento de crise no qual vive o país.

Para ajudar na aprovação da PEC, o relator, Fernando Bezerra (MDB-PE), retirou um dispositivo do texto que daria uma espécie de “cheque em branco” para o governo gastar com auxílios sem ficar sujeito à aplicação de “qualquer vedação ou restrição prevista em norma de qualquer natureza”. Bezerra afirmou que o texto não extrapola os limites legais, mas atua de forma emergencial.

“O texto recolheu as principais preocupações, de modo que pudéssemos respeitar o mandamento jurídico do país, mas podendo agir de forma emergencial, como exige a situação que estamos enfrentando”.

Estado de EmergênciaContinua depois da publicidade

A oposição questionou muito a possibilidade prevista na PEC de o governo decretar Estado de Emergência. Esse dispositivo foi inserido na proposta para o governo não correr risco de cometer crime eleitoral ao repassar benefícios assistenciais a menos de três meses das eleições. A criação desse tipo de benefício é proibida em ano de eleições. A única exceção é justamente durante a vigência de Estado de Emergência.

Segundo Bezerra, no entanto, as medidas autorizadas por um eventual decreto de Estado de Emergência serão somente aquelas previstas na PEC, sem a possibilidade de novos programas usarem a PEC para ampliar os gastos. “Não resta dúvidas, pois, de que não haverá brecha ou espaço para novas medidas ou ampliação de gastos dessas mesmas medidas”, disse Bezerra.

Taxistas

Horas antes da votação, o relator incluiu um trecho que garante também benefícios para os taxistas, outra categoria, assim como os caminhoneiros, afetada diretamente pela alta dos combustíveis. O auxílio vai custar mais R$ 2 bilhões aos cofres públicos. Os motoristas de aplicativos e mototaxistas não estão incluídos na medida.

Também foi incluído um suplemento orçamentário de R$ 500 milhões ao programa Alimenta Brasil, regulamentado em dezembro do ano passado. Trata-se de um programa de aquisição de alimentos de produtores rurais familiares, extrativistas, pescadores artesanais, povos indígenas e demais populações tradicionais.

Bezerra também incluiu um trecho que proíbe o governo de fazer publicidade sobre pagamento desses benefícios. A medida agradou a oposição, já que dificulta uma tentativa de capitalizar politicamente com esses benefícios a três meses das eleições.

Auxílio Brasil

A PEC prevê a inclusão de mais 1,6 milhão de famílias que aguardam cadastro no Auxílio Brasil, zerando, assim, a fila de espera do programa. Além de aumentar o número de beneficiários do programa social, há previsão de um incremento de R$ 200 no valor do programa até dezembro deste ano.

Com o aumento, o custo adicional será de cerca de R$ 26 bilhões. A justificativa para o adicional no auxílio, segundo Bezerra, é a exacerbação do quadro inflacionário brasileiro e a inflação de dois dígitos, que tem consumido a renda dos mais pobres.

Transporte de idosos

Em relação ao transporte público de passageiros, o texto que será apresentado trará compensação às empresas pela gratuidade para idosos no transporte urbano, metropolitano e semi-urbano, inclusive o existente dentro de uma mesma Região Integrada de Desenvolvimento (Ride).

O Distrito Federal, com seu entorno, tem a maior do país. Para a medida, o custo será de R$ 2,5 bilhões. A intenção é aliviar o sistema também prejudicado pela elevação do preço do diesel.

Etanol

O texto prevê ainda a modificação na forma de ressarcimento aos estados na redução da tributação do etanol hidratado. Segundo Bezerra, para dar mais equilíbrio aos preços finais da gasolina e do álcool, influenciados pelo teto de 17% de arrecadação de ICMS, o governo precisará repassar o valor de R$ 3,8 bilhões aos estados. Esse dinheiro será aplicado em créditos tributários.

O critério de distribuição desse valor é o nível de consumo do etanol em cada unidade federativa. São Paulo deve ficar com cerca de 55% dos recursos, segundo o parlamentar. Antes de sair do papel, no entanto, caberá aos governadores definirem legislação específica para distribuição desses créditos.

Com exceção da inclusão de novas famílias no Auxílio Brasil, todas as demais medidas terão validade apenas até 31 de dezembro deste ano, inclusive o incremento de R$ 200 no programa que substituiu o Bolsa Família.

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Redes sociais do Governo Federal serão substituídas a partir de 2 de julho

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O uso de redes provisórias preservará o histórico das açõers do Governo realizadas antes do período das eleições

O Governo Federal anunciou nesta terça-feira (28) que criará contas temporárias nas redes sociais para serem usadas durante o período eleitoral de 2022. Segundo o comunicado, a partir de 2 de julho, só serão publicados nestes perfis e páginas os conteúdos inequivocamente adequados às restrições da legislação em vigor.

A mudança tem o objetivo de evitar ações judiciais contra candidatos e contra o próprio Presidente da República por conteúdos que possam ser interpretados como propaganda eleitoral irregular.

Eis a íntegra do comunicado:

“Devido a restrições impostas pela legislação eleitoral e pela jurisprudência da Justiça Eleitoral, as redes oficiais do Governo Federal serão temporariamente substituídas por redes provisórias — entre 02 de julho e o término das Eleições de 2022.

“As redes atuais serão temporariamente substituídas por redes provisórias, nas quais serão publicados apenas conteúdos inequivocamente de acordo com a legislação eleitoral, eliminando qualquer possibilidade de interpretações prejudiciais ao Governo e ao Presidente da República.

“Acontece que há abordagens normalmente permitidas, mas que passam a ser proibidas exclusivamente no período eleitoral. Há também várias interpretações judiciais da Lei Eleitoral que geram um enorme grau de incertezas sobre o tema devido aos diversos entendimentos disponíveis.

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Correção: As redes sociais atuais serão tiradas do ar e ficarão inacessíveis até o final das eleições. Retornarão com seu histórico preservado após o segundo turno.

“Sabe-se que não se pode fazer abordagem publicitária institucional no período eleitoral, mas as dúvidas pairam sobre publicações antigas, realizadas, sim, antes do período eleitoral –mas que seguiriam no ar, dado o caráter de permanência e a interatividade das redes sociais.

“Foram realizadas várias consultas aos órgãos competentes e encontraram-se várias decisões recentes e novas interpretações relativas às implicações da permanência de publicações feitas antes do período eleitoral, considerando irregular a permanência das referidas publicações.

“A suspensão temporária e a consequente abertura de redes provisórias se deu em face da análise dessas decisões por parte do jurídico da Presidência da República, da Advocacia Geral da União e da própria Secom do Governo Federal.

“Com a substituição temporária das redes oficiais, preserva-se o histórico de publicações, visto que, em algumas redes, não seria possível ocultar uma postagem a não ser apagando-a, o que configuraria um atentado contra a memória e a História do Governo Federal.

“Cabe salientar que, ao término do período eleitoral, as redes sociais atuais serão reativadas.

“Já os sites oficiais da plataforma gov.br permanecerão abertos e acessíveis, com a observância dos ditames legais previstos para o período eleitoral.

“Primando, portanto, pelos princípios constitucionais que guiam a atuação do Governo no âmbito da comunicação institucional e oficial, a Secom e os órgãos do Governo suspenderão temporariamente as redes sociais oficiais atuais e abrirão novas redes provisórias.

“Mantêm-se, assim, canais e fluxos de comunicação com os brasileiros, observando-se a legislação eleitoral, protegendo o Governo de interpelações desnecessárias ou descabidas e eliminando riscos desnecessários a uma eventual candidatura do atual Chefe do Executivo Federal.”

Acesse as redes provisórias do Governo Federal para o período eleitoral (de 02 de julho até o término do pleito): Twitter: https://twitter.com/gov_dobrasil  Instagram: http://instagram.com/gov_brasil  Facebook: http://facebook.com/governodobrasil.2…  YouTube: http://bit.ly/gov_youtube

Bolsonaro oficializará o general Braga Netto como vice

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Presidente confirmou a escolha pelo nome do general e elogiou a atuação dele nas Forças Armadas

O presidente Jair Bolsonaro declarou, na noite deste domingo (26), que vai anunciar o ex-ministro Walter Braga Netto como candidato a vice pela sua chapa presidencial “nos próximos dias”. Ao confirmar a opção pelo general, o chefe do Executivo também elogiou outros nomes que chegaram a ser cotados para a função, como a ex-ministra Tereza Cristina e o ministro Augusto Heleno.

– Pretendo anunciar nos próximos dias o general Braga Neto como vice. Temos outros excelentes nomes como a Tereza Cristina. O general Heleno quase foi meu vice lá atrás, entre tantos nomes de pessoas maravilhosas, fantásticas que vinham sendo trabalhada ao longo do tempo – afirmou.

Ao falar sobre Braga Netto, Bolsonaro elogiou a atuação do general nas Forças Armadas, lembrando seus 45 anos de serviço na caserna e as passagens do general pela intervenção na Segurança do Rio de Janeiro e no governo. O presidente da República também elogiou a ex-ministra da Agricultura Tereza Cristina, que chegou a ser cotada como possível vice na chapa de Bolsonaro.

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