Frota perde processo e terá de pagar R$ 50 mil para petista

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Ex-parlamentar terá de indenizar por danos morais o presidente do PT de Ubatuba, São Paulo

O ex-deputado federal Alexandre Frota foi condenado a indenizar em R$ 50 mil, por danos morais, o presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) de Ubatuba, São Paulo, Gerson Florindo de Souza.

Em 2018, Frota acusou Gerson de ter simulado ser apoiador de Jair Bolsonaro (PL) e xingado o candidato à Presidência da República pelo PT na época, Fernando Haddad, durante um evento em Brasília (DF).

No episódio, o ex-parlamentar compartilhou um vídeo nas mídias sociais, no qual um indivíduo trajado com camisa e boné em apoio a Bolsonaro dirige insultos e palavras indecorosas a Haddad. A partir disso, Frota disse que o PT e Florindo armaram o ataque com a finalidade de macular a candidatura de Bolsonaro.

O petista conseguiu provar na Justiça que não estava em Brasília na data do ocorrido. Além da indenização, o ex-deputado terá de se retratar em suas redes sociais e manter o desagravo por pelo menos 15 dias, sob pena de multa de R$ 150 mil.

– A repercussão da publicação, que obtivera milhares de acessos, além de comentários depreciativos, atingiu a honra e imagem do autor – diz a decisão expedida pela 10ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Por Portal Novo Norte

Zema e Leite sobre Lula: “Pouco entendimento do que é governo”

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Os governadores mostraram seus pontos de desentendimento com o atual presidente

Os governadores de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), fizeram algumas críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pontuando que o petista não entende o que é o governo.

Os políticos fizeram a declaração à imprensa durante o 7º encontro do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud) que aconteceu entre os dias 2 e 4 de março na cidade do Rio de Janeiro.

– Há manifestações que demonstram pouco entendimento do que que é governo e do que é estado. Esse movimento ocorre principalmente por parte do próprio partido do presidente da República, que tem feito ataques frontais ao Banco Central e seus dirigentes. A autonomia concedida tem uma razão de ser, no ponto de vista macroeconômico, então isso gera sobressaltos. E coloca mais dúvidas sobre certezas – disse Leite ao jornal O Globo.

Zema também criticou Lula e falou sobre os avanços conquistados nos governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro que são ameaçados pelo petista.

– Nós tivemos discursos desencontrados, contra avanços obtidos nos últimos anos. Há tópicos sensíveis, como a questão do Banco Central e a reforma trabalhista, que espero que fiquem só no discurso. Conseguimos a duras penas esses avanços e agora vejo esse possível retrocesso com preocupação.

Por Portal Novo Norte

Lira afirma que há vontade política para votar reforma tributária neste ano

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Arthur Lira: críticas ao Banco Central não contribuem para redução dos juros - (Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados)

Bruno Spada/Câmara dos Deputados Arthur Lira: críticas ao Banco Central não contribuem para redução dos juros O presidente da Câmara dos Deputado…

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse nesta segunda-feira (6) que há vontade política do Congresso Nacional e do governo em votar a reforma tributária, tema que ele considera o mais importante do ano.

“Temos uma vontade conjunta, do governo eleito e do Congresso, em dialogar para tentarmos votar a reforma tão falada, tão difícil, que é a reforma tributária”, afirmou Lira. Ele participou de evento da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

O presidente reiterou que o assunto é a prioridade do primeiro semestre, mas ainda falta ao Planalto estabilizar uma base de apoio. “O governo ainda não tem uma base consistente, nem na Câmara e nem no Senado, para enfrentar matérias de maioria simples, quanto mais matérias de quórum constitucional”, declarou.

Lira afirmou que o grupo de trabalho da Câmara que está discutindo a reforma deverá agilizar a construção de um texto minimamente consensual, para depois ser levado ao Plenário. Ele reconheceu que o debate exigirá paciência, porém disse haver disposição na Casa.

“O grupo de trabalho não é conclusivo, mas vai diminuir as distâncias. O objetivo é sair da dicotomia do ‘contra’ e ‘a favor’”, disse. “O importante é que a gente não olhe para a reforma do umbigo de cada um.”

O colegiado é coordenado pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e relatado pelo deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). O grupo de trabalho deve realizar audiências públicas nesta semana sobre as propostas de emenda à Constituição (PECs) 45/19, da Câmara, e 110/19, do Senado, que tratam do assunto.

Lira também reiterou que não haverá revisão de leis importantes aprovadas pelo Congresso na legislatura passada, como a reforma trabalhista e a independência do Banco Central. “Não teremos retrocesso”, disse.

Âncora fiscal
O presidente afirmou que espera do governo um texto equilibrado sobre a nova âncora fiscal do País, cujo projeto de lei complementar que deve ser enviado à Câmara em agosto, como manda a Emenda Constitucional 126. A emenda tem origem na chamada PEC da Transição (PEC 32/22).

Segundo Lira, isso foi fruto de negociação com o então ministro indicado da Fazenda, Fernando Haddad, e líderes partidários, no final do ano passado. “O texto da âncora fiscal terá que vir ‘médio’, equilibrado. Se não tivermos claro um apoio de mais de 308 [deputados], ele não vai a Plenário”, declarou.

Perguntado sobre os juros básicos da economia (Selic), Lira disse que críticas recentes feitas pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e outros integrantes do governo não contribuem para a redução da taxa. “O que é que trouxe para benefício dos juros a discussão do [fim da independência] Banco Central? Temos de deixar de falar para nossas bolhas, sejam elas quais forem”, afirmou.

Semipresidencialismo
O presidente da Câmara defendeu ainda a aprovação do semipresidencialismo no Brasil. Segundo ele, o sistema permite uma melhor divisão de responsabilidades entre o Congresso Nacional e o presidente da República na condução do governo. No ano passado, um grupo de trabalho da Câmara recomendou a adoção desse sistema de governo.

“Nossa Constituição é parlamentarista. O semipresidencialismo seria essencial para a gente sair desse emaranhado do presidencialismo de coalização, muitas vezes confundido com um toma-lá-dá-cá”, afirmou Lira. “Não é razoável que a gente não procure um modelo mais adequado [ao Brasil]”, acrescentou.

O semipresidencialismo é um sistema em que um presidente eleito pelo voto popular indica um primeiro-ministro no Congresso para implementar o programa de governo vencedor nas eleições.

Lira acredita que o sistema poderá ser adotado em um futuro próximo, à medida que o número de partidos cair com o fim das coligações – medida adotada nas eleições proporcionais desde 2020 – e o advento das federações partidárias, no ano passado. “Vamos caminhar para uma diminuição partidária clara”, disse.

Por Portal Novo Norte

Lula deveria estar na prisão, diz Van Hattem

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Segundo Marcel Van Hattem, essa irresponsabilidade resultará em dívida e inflação, prejudicando a todos, especialmente os mais pobres que os petistas dizem defender

Marcel van Hattem fez um pronunciamento enérgico na Câmara dos Deputados, criticando o gasto excessivo do governo Lula (PT), que já foi preso.

O parlamentar expressou claramente sua opinião, que é compartilhada por muitas pessoas justas e conscientes: “Lula deveria estar na prisão”. Nas mídias sociais, Marcel também publicou um texto dizendo que estamos caminhando para mais um governo desastroso do PT, com Lula implementando políticas populistas e gastando o dinheiro público sem responsabilidade.

Segundo ele, essa irresponsabilidade resultará em dívida e inflação, prejudicando a todos, especialmente os mais pobres que os petistas dizem defender.

Veja o vídeo:

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André Fernandes processará quem o chamou de negacionista

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O deputado fala sobre um artigo que fala sobre a origem da Covid-19 e sobre a ineficiência das máscaras

Um artigo publicado pela revista Veja traz como fato informações que muitos conservadores já davam como certas há quatro anos: o vírus da Covid-19 escapou por acidente de um laboratório chinês; as máscaras não impedem a contaminação; e o lockdown não foi eficiente para barrar a doença.

O texto foi escrito por Vilma Gryzinski que fez questão de dizer que, após tais constatações, os negacionistas diriam “estão vendo só, nós tínhamos razão”.

O termo negacionista foi atribuído a todos aqueles que – por razões principalmente políticas – se colocavam contra as decisões como fechar as empresas, limitar o direito de ir e vir e obrigar o uso de máscaras em ambientes públicos.

Por ser chamado desta maneira por muitas vezes pela imprensa, o deputado federal André Fernandes (PL-CE) agora promete processar os veículos que o apontaram como negacionista.

– Agora que a imprensa está afirmando que o vírus chinês foi produzido em laboratório da china e que o uso de máscaras durante a pandemia foi inútil, processarei cada veículo da imprensa que me acusou de negacionista por falar as mesmas coisas há três anos. Danos serão reparados! – informou o parlamentar no Twitter.

Por Portal Novo Norte

Nikolas Ferreira cobra ministros sobre Consenso de Genebra

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O parlamentar teme que o governo Lula flexibilize o aborto no país e, para isso, retirou o Brasil da declaração pró-vida

O deputado federal Nikolas Ferreira apresentou três requerimentos na Câmara dos Deputados para que ministros do governo Lula se expliquem sobre a retirada do Brasil do acordo internacional do Consenso de Genebra.

Uma das primeiras ações do novo governo foi desligar o país da Declaração do Consenso de Genebra sobre Saúde da Mulher e Fortalecimento da Família. O documento assinado por 36 países é uma aliança em defesa de quatro objetivos: melhor saúde para as mulheres; preservação da vida humana; fortalecimento da família como a unidade fundamental da sociedade; e proteção da soberania de todas as nações na política global.

Cada um dos requerimentos apresentados na sexta-feira (3) requer a explicação de um ministro, sendo eles: Nísia Trindade, da Saúde; Cida Gonçalves, das Mulheres; e Mauro Vieira; das Relações Exteriores.

– Temeroso da dimensão das inevitáveis consequências jurídicas e sociais que esse ato de retirada do Brasil do acordo internacional do Consenso de Genebra ocasionará e, no intuito de evitar uma flexibilização do aborto, vem, muito respeitosamente, solicitar informações com o objetivo de contribuir para a proteção da vida dos brasileiros desde a concepção – escreveu Nikolas Ferreira nas justificativas dos requerimentos.

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O Brasil vai acabar indo para trás, diz Ciro Nogueira

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Para Ciro, Bolsonaro está sendo injustamente acusado de desonestidade em relação à apreensão de joias com diamantes avaliadas em R$ 16,5 milhões, presenteadas pela Arábia Saudita à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

O senador do PP do Piauí, Ciro Nogueira, não está calado diante das acusações do Partido dos Trabalhadores (PT) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, seu ex-chefe, que está sendo responsabilizado pelos problemas iniciais do governo Lula.

No domingo (5), o ex-ministro da Casa Civil afirmou que “o Brasil está prestes a ir para onde o PT só olha: para trás”. Para Ciro, Bolsonaro está sendo injustamente acusado de desonestidade em relação à apreensão de joias com diamantes avaliadas em R$ 16,5 milhões, presenteadas pela Arábia Saudita à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. O ex-ministro de Bolsonaro tem criticado iniciativas de Lula, como a reoneração dos combustíveis, que aumenta os impostos sobre a exportação de petróleo bruto. Ele considera que, após festas, discursos e carnaval, o governo do PT “bateu de frente com a realidade” em março, e aconselha a não culpar os outros, mas resolver os problemas.

“O PT não ataca os outros: ele se olha no espelho! Acusa a honra de um líder honesto, usa o Alvorada para difamar o governo anterior, culpa os outros pelo déficit que cria. O PT só ataca o passado em vez de atacar o presente e o futuro”, concluiu Ciro Nogueira. 

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PEC do fim do foro privilegiado pode avançar após requerimento de Deltan Dallagnol

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A proposta acaba com a prerrogativa de foro para autoridades em casos de crimes comuns, deixando a competência para julgar esses casos com a primeira instância

O deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos-PR) apresentou um requerimento na Câmara dos Deputados para votação da PEC do fim do foro privilegiado. A proposta, de autoria do ex-senador Álvaro Dias (Podemos-PR), extingue o foro especial por prerrogativa de função em casos de crimes comuns, retirando a competência do STF para processar e julgar ações penais contra deputados federais, senadores da República e ministros de Estado.

Deltan defende que o foro privilegiado é um escudo protetor de criminosos poderosos contra a justiça, que beneficia mais de 57 mil autoridades no Brasil, perpetua a impunidade, gera nulidades e é um dos maiores aliados da corrupção e do crime no país. Ele ressalta que a prática é uma das maiores distorções da legislação brasileira e que é hora de acabar com ela.

A PEC do fim do foro privilegiado foi aprovada por unanimidade em uma comissão especial da Câmara dos Deputados em dezembro de 2018 e está pronta para votação. A proposta acaba com a prerrogativa de foro para autoridades em casos de crimes comuns, deixando a competência para julgar esses casos com a primeira instância, como ocorre para cidadãos comuns.

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Lula não descarta tirar Juscelino do Ministério após denúncias

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O presidente deve se encontrar com o ministro na próxima semana

O Ministro das Comunicações, Juscelino Filho, pode perder o posto caso não consiga comprovar que é inocente de todas as acusações contra ele. A afirmação foi feita pelo presidente Lula nesta quinta-feira (2).

Em entrevista, o líder petista declarou que tentou conversar com o ministro, mas que ele está no exterior. Um encontro entre eles deve acontecer na próxima semana e Juscelino terá o direito de se defender.

– A gente ter uma conversa, porque ele tem direito de provar a sua inocência. Mas se ele não conseguir provar a sua inocência, ele não pode ficar no governo. Eu garanto a todo mundo a presunção de inocência – revelou Lula ao jornalista Reinaldo Azevedo, da Band News.

O filho do ex-governador do Maranhão é acusado de usar um avião da FAB e receber diárias de um hotel para participar de um leilão de cavalos de raça em São Paulo entre os dias 26 e 30 de janeiro.

Em sua defesa, Juscelino, através do Ministério das Comunicações, emitiu uma nota dizendo que as diárias recebidas foram devolvidas.

– Após averiguação nos últimos dias acerca do que ocorreu com a viagem de São Paulo, informamos que já foram devolvidas as diárias referentes à viagem – garante a assessoria do político.

A nota diz ainda que após o “cumprimento da agenda oficial” o ministro “usufruiu, sim, do seu direito de praticar atividades de foro particular em São Paulo” e que não há prática ilegal no ato.

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Jordy protocola pedido de impeachment de Lula: “Sem moleza pro bandido”

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Deputado deu declarações nas redes sociais, nesta quinta-feira

Nesta quinta-feira (2), o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) usou as redes sociais para contar que protocolou um pedido de impeachment contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O parlamentar disse que o petista se omitiu nos atos de 8 de janeiro “mesmo sendo alertado sobre os riscos de vandalismo”.

Durante as manifestações de janeiro, houve invasão e depredação dos prédios dos Três Poderes, em Brasília (DF).

– Protocolei o pedido de impeachment de Lula por ter se omitido nos atos do 8 de janeiro mesmo sendo alertado sobre os riscos de vandalismo alertados pelos órgãos de inteligência. Sem moleza pro bandido – escreveu Jordy.

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