Gleisi defende MST no Conselhão do governo e critica agronegócio

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Gleisi defende MST no Conselhão do governo e critica agronegócio

Pelo Twitter, a presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, se colocou contra os que criticam a participação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no “Conselhão” do governo Lula.

Hoffmann diz que parte do agronegócio tem criticado a decisão do governo federal de trazer o MST para discutir as políticas públicas que serão implementadas nos próximos anos.

– Que história é essa de questionar a participação do MST no Conselhão? É o maior movimento social organizado no Brasil e quem sabe no mundo. Representa boa parte da agricultura familiar e camponesa! Coloca comida no prato do povo. Parte do agronegócio brasileiro está mostrando prepotência e radicalismo, partidarizando o setor. Isso é ruim para o Brasil e para o próprio setor – escreveu.

O governo escolheu o MST para participar do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), órgão que será responsável por assessorar o presidente na formulação de políticas públicas e diretrizes de desenvolvimento econômico e sustentável.

A decisão de convidar o movimento social partiu do próprio presidente Lula que quer manter o contato com o grupo que visa promover políticas públicas para os trabalhadores do campo e debater sobre a reforma agrária.

https://mobile.twitter.com/gleisi/status/1653050746739335170?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1653050746739335170%7Ctwgr%5E6eb952e3f064208f1f6698c8c1b8d609e3cfa626%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fportalnovonorte.com.br%2Fnoticias%2Fnoticia%2F40611%2Fgleisi-defende-mst-no-conselhao-do-governo-e-critica-agronegocio

Por portal Novo Norte

Lula quer propor crédito para ajudar crise na Argentina

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Solução seria linha de crédito de exportação entre ambos países

O secretário executivo do Ministério da Fazenda, Gabriel Galípolo, afirmou nesta segunda-feira (1º) que Brasil e Argentina discutem a criação de uma linha de crédito de exportação entre ambos países. O risco da modalidade, segundo ele, está atrelado à conversibilidade da moeda, especialmente por envolver o dólar.

– A demanda pelos produtos existe, o problema é a conversibilidade da moeda, ele (empresário) vai vender em pesos na Argentina, aí quando tiver que pagar o financiamento do lado de cá, o que vai acontecer é que tem problema de conversibilidade. Será que o volume de pesos aferidos ao converter para real vai ser suficiente para pagar a dívida? – disse durante entrevista à Globo News.

O secretário acrescentou ainda que a complexidade dessa estrutura envolve um problema de conversibilidade em um comércio realizado hoje por uma moeda de um terceiro país, os Estados Unidos, que não participa dessa relação.

– Hoje existe comércio entre Brasil e Argentina que é feito por uma moeda de um terceiro país, não participante desse comércio, e a política monetária desse país afeta a disponibilidade dessa moeda para realização desse comércio – afirmou.

Galípolo explicou que as linhas de exportação são financiamentos que pagam diretamente as empresas brasileiras que vendem serviços e mercadorias para empresas argentinas e, segundo ele, são relevantes dada a restrição de balanço de pagamento que ocorre no país vizinho, que enfrenta uma grave crise econômica. Ele estima que existem, hoje, cerca de 210 empresas brasileiras que comercializam com a Argentina.

O secretário reforçou que o BNDES desempenha um papel essencial no processo dessas linhas de exportação, com governança do ponto de vista de garantias e exigências que precisam ser cumpridas. Ele também disse que tem ocorrido um diálogo com bancos multilaterais sobre a situação da Argentina e afirmou que o banco dos Brics tem um peso adicional, já que envolve a China, principal parceiro comercial que tem alta musculatura de participação econômica.

Galípolo declarou ainda que a Argentina é um importante parceiro comercial, especialmente por importar produtos industriais e de alto valor agregado. Ele estima que houve uma perda de aproximadamente U$ 6 bilhões de espaço no comércio com o país vizinho diante da entrada da China nos últimos cinco anos.

– O país asiático vem viabilizando mecanismos de financiamento em alternativa a meios de pagamento – afirmou.

Por portal Novo Norte

Bancada Evangélica orienta voto contrário ao PL da Censura

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Câmara deve votar no PL 2630/2020 nesta terça-feira

A Frente Parlamentar Evangélica (FPE) emitiu uma nota orientando a todos os deputados que fazem parte da bancada que votem contra ao Projeto de Lei 2630/2020 chamado de PL da Censura.

O presidente da FPE, deputado federal Eli Borges (PL-TO), escreve que a entidade vê com preocupação o relatório final elaborado pelo deputado comunista Orlando Silva (PCdoB-SP).

“Embora haja a inclusão de princípio replicando o direito constitucional à liberdade religiosa em toda sua expressão, é válido observar que o texto mantém em suas regras diversos dispositivos que penalizam a pluralidade de ideias e sobretudo os valores cristãos”, diz trecho da nota.

Críticos ao PL entendem que ele abre precedentes para calar opositores políticos, além de impedir a pregação do Evangelho, pois qualquer pessoa poderia denunciar publicações que sejam consideradas como crime de ódio.

“Ainda mais, nos causa espanto que haja um cheque em branco para o executivo regular por DECRETO os procedimentos dos meios de comunicação disponíveis (conforme nova redação sugerida para o artigo 319 do CPP – avocado pelo artigo 58 do PL 2630/2020).Por fim, ressaltamos que mais de 40% dos artigos do relatório não tenham sido objeto de audiência pública, tendo sido adicionados nesta legislatura, quando não houve nenhum debate. Nós da FPE temos plena consciência de quem nos levou à Brasília e qual a nossa principal missão”, completa o texto.

Eli Borges também nega que tenha fechado questão favorável ao projeto, como muitos sites noticiaram. Segundo ele, os jornalistas que publicaram tais informações erraram.

“A FPE é um grupo composto por membros de vários partidos, entendemos e respeitamos as posições nos encaminhamentos das votações dentro das siglas partidárias. No entanto, a FPE entende que a defesa de suas pautas ligadas à Fé Cristã, são inegociáveis, e o Parlamentar genuinamente cristão compreende isso, e nunca negociará o sagrado direito de garantir a liberdade religiosa e democrática, individual e coletiva conforme preceitua a Carta Magna”.

Por portal Novo Norte

Comunista, relator do PL da Censura dispara contra big techs

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Orlando Silva disse que tais empresas fazem “ação suja” contra aprovação da proposta

O relator do projeto de lei das Fake News na Câmara, deputado Orlando Silva, do Partido Comunista do Brasil (PCdoB-SP) – sigla de extrema-esquerda – fez uma grave denúncia contra as big techs. Ele acusou essas empresas de empreenderem uma “ação suja” para sabotar as discussões sobre o texto.

Personalidades políticas e diversas plataformas digitais vêm alertando sobre o risco de censura e se posicionando duramente contra a aprovação da proposta.

Mas o relator da proposição, Orlando Silva, ex-ministro do Esporte nos pretéritas gestões petistas, quer tornar a seara digital um ambiente controlado pelo governo.

– Nunca vi tanta sujeira em uma disputa política. O Google, por exemplo, usa sua força majoritária no mercado para ampliar o alcance das posições de quem é contra o projeto e diminuir de quem é favorável ao projeto – disse.

Segundo o relator, as big techs utilizam a “força econômica para distorcer o debate político” e têm até “constrangido” influenciadores digitais a se posicionarem sobre o projeto, para barrá-lo “custe o que custar”.

Diante da articulação governista e a celeridade em aprovar requerimento para que a proposta tramite em regime de urgência – ou seja, vá direto ao plenário, não precisando ser discutida nas comissões – assustou diversos setores da sociedade, que temem pela aprovação expressa e irrefletida de algo tão delicado e caro como a liberdade de expressão.

A margem apertada da votação, no entanto, acendeu alerta no governo e no presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), que temem não conseguir aprová-lo, até mesmo por consequência da grande movimentação contrária ao projeto à medida que mais pessoas vão tendo ciência da natureza da matéria.

Por portal Novo Norte

Projeto de Lei da Censura não tem votos garantidos, avaliam líderes da Câmara

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Para eles, Lira não deve arriscar pautar o projeto para não “perder o jogo”.

Segundo fontes ouvidas pela CNN, líderes da Câmara dos Deputados afirmam que o presidente Arthur Lira (PP-AL) só colocará em votação o projeto de censura (PL 2630) se tiver votos suficientes para garantir sua aprovação. Para eles, Lira não deve arriscar “perder o jogo”.

Nesta terça-feira (2), antes da abertura da sessão no plenário, haverá uma reunião de líderes para avaliar a situação e contar votos, que contará com a presença do relator do projeto, o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP).

Por portal Novo Norte

Governo Lula está com medo do Parlamento, diz Senador

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Marinho também falou sobre a dificuldade de exercer o papel de oposição diante de um governo que não apresenta projetos, e criticou o modus operandi da gestão petista em governar por medidas arbitrárias.

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), concedeu uma entrevista ao jornal O Globo neste domingo (1º), na qual fez diversas críticas ao governo e cobrou a punição dos envolvidos nos ataques radicais em janeiro deste ano. Segundo Marinho, é preciso identificar todos os responsáveis, já que “a página que não foi virada ainda é quem se omitiu”. Ele também destacou que “houve um crime perpetrado contra as instituições”.

Ao ser questionado sobre a responsabilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro nos atos do dia 8 de janeiro, o senador afirmou que há uma cobrança por declarações mais calorosas apenas contra um lado, enquanto o outro goza de salvo-conduto para se expressar sem repressão. Ele citou retóricas de membros do PT que falavam em fechar o Congresso e prender ministros do STF, e criticou a falta de indignação em relação a essas falas.

Marinho também falou sobre a dificuldade de exercer o papel de oposição diante de um governo que não apresenta projetos, e criticou o modus operandi da gestão petista em governar por medidas arbitrárias. Ele pontuou que o governo tem se proposto a mudar questões importantes por decreto, o que vai contra o espírito da lei, e chamou o governo de “ilegal” e de “desprezo ao rito parlamentar”.

O parlamentar afirmou que o governo está com medo do Parlamento e de testar suas posições ideológicas. Ele também criticou o novo arcabouço fiscal apresentado pelo governo, que permite a irresponsabilidade fiscal sem que haja punição, e alertou para o risco de recessão em razão das ações econômicas da atual gestão.

Por fim, quando questionado sobre a possibilidade de tornar Bolsonaro inelegível, o senador afirmou que isso seria “uma violência contra uma parte considerável do eleitorado brasileiro”.

Por portal Novo Norte

Réplica de bebê de 12 semanas é símbolo da luta pró-vida

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O ministro dos Direitos Humanos se recusou a receber a réplica das mãos do senador Eduardo Girão

Nesta quinta-feira (27), o senador Eduardo Girão (Novo-CE) tentou entregar uma réplica de um feto de 12 semanas ao ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, durante audiência no Senado, mas o presente foi recusado.

– Eu não quero receber isso por um motivo muito simples. Eu vou ser pai agora, e eu sei muito bem o que significa isso. Isso é pra mim uma performance que eu repudio profundamente – respondeu o ministro na recusa.

A réplica feita de plástico é símbolo da luta pró-vida, pois mostra que um bebê de 12 semanas está totalmente formado. A idade gestacional é escolhida por grupos abortistas para dizer que até esta fase não há vida.

Nesta idade fetal, porém, a criança já tem todos os principais órgãos desenvolvidos. Os olhos já estão mais próximos, as orelhas estão quase na posição definitiva, os ossos já estão formados e o corpo começa a enrijecer.

Algumas personalidades políticas que conhecem a batalha pró-vida no mundo saíram em defesa do senador, como é o caso da professora de Direito Penal da Universidade de São Paulo (USP), Janaina Paschoal.

– Para quem não sabe, a maior parte das entidades e projetos referentes à causa pró-vida utiliza o bonequinho de feto como símbolo, quase um mascotinho. Para um ativista pró-vida, sua entrega é algo muito natural – disse ela no Twitter.

Paschoal entende ainda que Girão é um parlamentar eleito pela defesa da vida, logo, debater esta pauta com o ministro dos Direitos Humanos é honrar os votos que recebeu.

O senador Sergio Moro (União Brasil-PR), também deu total apoio para seu colega. Inclusive, ele revelou que já recebeu uma réplica dessas em outra ocasião.

– Não entendi a recusa e o argumento do Min de Lula de que a entrega da réplica de um feto com 12 semanas seria ofensiva. Era um argumento contra o aborto, só isso. Tempos atrás recebi uma réplica igual do senador Eduardo Girão, pessoa aliás sempre muito educada. Minha solidariedade ao senador – escreveu Moro.

Por portal Novo Norte

Lula em Madri, diz que a ONU criou o Estado de Israel, hoje não consegue criar o Estado palestino.

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Potr portal Novo Norte

Comentarista da CNN associa Cid Gomes ao Prof. Girafales

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Senador levou quadro negro e giz escolar para sessão

Nesta terça-feira (25), foi realizada a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) no Senado para ouvir o atual presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, e discutir medidas para a redução da taxa básica de juros (Selic). O assunto fez com que o senador Cid Gomes (PDT-CE) protagonizasse uma cena incomum.

O parlamentar resolveu levar para a sessão um quadro negro e com um giz branco desenhou números para criticar a gestão de Campos Neto. Cid Gomes também propôs que o atual presidente do BC “pedisse para sair”.

O posicionamento do senador teve a desaprovação do comentarista da CNN Helio Beltrão. O especialista em economia e presidente do Instituto Ludwig von Mises Brasil (IMB) comparou o comportamento de Cid Gomes com o do Professor Girafales, personagem do seriado de TV mexicano Chaves, e pontuou importantes falas do presidente do BC.

– Dar aula para Campos Neto me parece uma pretensão muito grande – avaliou o comentarista.

E continuou:

– O que ele não entende é que se você marreta a Selic, você pode piorar a taxa de juros de mercado. Existe uma diferença entre a taxa de juros que o Banco Central pratica, que é a Selic, que o Roberto Campos disse que compõe só 2% do total de empréstimo da economia. Os outros 98% tem haver com prazos mais longos que são negociados no mercado e que dependem fundamentalmente, disse Roberto, da credibilidade do governo para ela cair – pontuou Beltrão.

O comentarista também explicou o motivo das altas taxas do mercado.

– Quando o governo está com um cenário que você não tem um arcabouço definido, em que removeu o teto de gastos, que o governo critica o tempo inteiro o Banco Central, que parecem fazer bullying, que querem acabar com essa autonomia e não gosta de nada disso, é claro que para você emprestar para um governo que é gastador sempre vai sair mais caro a taxa de juros e contamina todos os empréstimos da economia. O que eles querem não é que se abaixe a Selic, mas a taxa de mercado – explicou.

Para Helio Beltrão, “quanto mais besteiras eles [o governo] fazem, mais sobe a taxa de mercado”.

Potr portal Novo Norte

Juninho Luna recebe homenagem em Brasília

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Foto: Divulgação

O trabalho de fortalecimento das iniciativas políticas realizadas pelos legislativos dos municipais da região, capaz de promover o desenvolvimento conjunto entre as cidades que dividem aspectos sociais e econômicos a partir da dinâmica do petróleo, foi reconhecido pela União Nacional dos Vereadores do Brasil (UVB) ao homenagear o Secretário de Governo de Macaé, Juninho Luna, durante a 23ª Marcha dos Legislativos Municipais que acontece nesta semana em Brasília.


A atuação de Juninho como interlocutor da cidade que projeta hoje o maior volume de investimentos privados no Estado do Rio de Janeiro, e cumpre a tarefa de promover discussões e iniciativas que impulsionem o desenvolvimento econômico regional também foi destacado através da entrega da medalha da UVB que condecora agentes públicos responsáveis por construir pontes entre os poderes independentes de representação popular que fortalecem o conceito da democracia brasileira.


“Essa medalha representa uma parte significativa da minha trajetória política por trabalhar em prol do fortalecimento conjunto entre as cidades que dividem os mesmos desafios econômicos, sociais e sustentáveis da nossa região. E levar essa pauta a Brasília é defender a representatividade dos municípios que contribuem de forma direta com o desenvolvimento do país”, ressaltou Juninho.


Ex-vice-presidente da União Nacional de Vereadores do Brasil em 2012, Juninho Luna foi homenageado pelo atual presidente da instituição, Gilson Conzatti,


“Juninho nunca deixou de acompanhar as ações da nossa União e segue como um representante importante das cidades do Rio de Janeiro. Essa moção honrosa significa reconhecer um trabalho que nos fortalece como instituição capaz de promover pautas positivas e coletivas que possam melhorar a vida da população brasileira”, disse Gilson.