Luiz Lima lamenta a falta de perfil técnico de Margareth Menezes

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A ministra da Cultura teve dificuldades de responder as perguntas dos deputados

A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados ouviu, nesta quarta-feira (3), a ministra da Cultura, Margareth Menezes, que pode apresentar as prioridades da pasta.

O deputado Luiz Lima (PL-RJ) compartilhou um vídeo mostrando que Menezes não conseguia acompanhar a rotina da Comissão, se enrolando nas respostas mais simples.

Uma das perguntas sobre os cachês dos artistas que foram aumentados na nova Lei Rouanet. A resposta não ficou clara para os deputados.

– Eu já estive à frente de uma das secretarias do esporte, mesmo antes de ser Deputado, e posso garantir que, para estar à frente de uma pasta tão importante para o País, o mínimo que se precisa é ter critérios e estar preparado para responder quaisquer tipos de perguntas de quaisquer agentes do legislativo – lamentou Luiz Lima.

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Por portal Novo Norte

Eduardo sobre operação da PF contra seu pai: “Esculacho”

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Deputado deu declarações nesta quarta-feira

Nesta quarta-feira (3), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) chamou de “esculacho” a operação da Polícia Federal (PF) na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele deu declarações no plenário da Câmara.

Segundo o parlamentar, a PF poderia ter solicitado informações ao ex-chefe do Executivo.

– Por que Bolsonaro teria motivos para falsificar o cartão de vacina? Por que a Polícia Federal não podia pedir informações ao presidente [Bolsonaro] para o presidente dar as explicações por escrito ou ir à Polícia Federal dar o testemunho. Para que a necessidade de fazer esse esculacho? – questionou.

Ele falou ainda em “perseguição da esquerda”.

– Isso daí, pode ter certeza, é uma medalha. Nada, nada, nada dá mais honra em ser filho de Jair Bolsonaro do que a perseguição covarde, vil, baixa e bizarra que a esquerda tenta imprimir contra o presidente – falou.

Por portal Novo Norte

Sanderson chama Moraes de abusador e critica prisão de Torres

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Deputado deu declarações nesta quarta-feira

Nesta quarta-feira (3), o deputado federal Ubiratan Sanderson (PL-RS) chamou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de “abusador”. A declaração foi dada após o mandado de busca e apreensão cumprido pela Polícia Federal (PF) na casa do ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL). As informações são da coluna Grande Angular, do Metrópoles.

Sanderson, que é presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados, discursou durante o lançamento da Bancada da Bala. Ele convocou os parlamentares a se unirem contra o “abusador no STF” e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

– Agora, temos um ministro do STF que dá o direito de abusar das pessoas, de entrar nas casas, de fazer e acontecer. E, nós, deputados federais, com a responsabilidade que temos, não temos o direito de nos acovardar. Não é só ‘Nós temos de enfrentar o abusador no STF [Alexandre de Moraes]’. Temos de enfrentar o desonrado [Lula], alguém que não tem a menor condição de ocupar a Presidência [da República] – falou.

Ele também falou sobre o ex-ministro e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres, que está detido desde o dia 14 de janeiro, acusado de omissão pelos atos de 8 de janeiro.

O deputado visitou Torres no último sábado (29). Segundo ele, a prisão do ex-ministro é “tortura psicológica”.

– Estive lá sábado [29/4] de tarde, visitando por duas horas Anderson Torres. O homem está há quatro meses preso. [É] delegado da Polícia Federal, [ex-]ministro da Justiça, sem ter cometido um único crime – comentou.

Por portal Novo Norte

Girão parabeniza sociedade por ‘se manter vigilante’ contra PL das Fake News

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Eduardo Girão (Novo-CE), em pronunciamento nesta quarta-feira (3), parabenizou os deputados federais e a sociedade brasileira por se “manterem vigi…

Eduardo Girão (Novo-CE), em pronunciamento nesta quarta-feira (3), parabenizou os deputados federais e a sociedade brasileira por se “manterem vigilantes” e não permitirem a aprovação do Projeto de Lei das Fake News ( PL 2.630/2020 ) — apelidado de “PL da censura”, segundo o senador. Para Girão, o projeto tem sido amplamente rejeitado porque é uma tentativa de restringir a liberdade de expressão dos cidadãos.

— Esse PL tem vários artigos que tratam do pagamento, pelas plataformas, de conteúdos jornalísticos. Isso certamente vai impactar negativamente na remuneração dos comunicadores independentes, das redes sociais, promovendo uma verdadeira reserva de mercado para a tradicional mídia, que voltariam a ser os únicos veículos de formação de opinião dos brasileiros — afirmou.

Girão também criticou a interferência do ministro da Justiça, Flávio Dino, por estabelecer multa à empresa Google em R$ 1 milhão, obrigando-a a retirar das redes a opinião contrária ao projeto de lei. Para o parlamentar, isso é “medida típica de ditadura”. 

— A decisão do próprio ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandando a Polícia Federal investigar o Google, ouvir os presidentes de algumas empresas pelo mesmo motivo e vir ao Congresso, influenciar na votação da matéria, escancara, entre outras situações, uma interferência direta em um Poder e mostra um flagrante de como a regulamentação dos abusos cometidos, via TSE e STF, durante a campanha presidencial, funcionou — declarou.

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Flávio Bolsonaro critica operação de busca e apreensão contra ex-presidente

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Em discurso nesta quarta-feira (3), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou a autorização de busca e apreensão na casa do ex-presidente Jair Bo…

Em discurso nesta quarta-feira (3), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou a autorização de busca e apreensão na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro em operação da Polícia Federal que trata de suposta falsificação de cartões de vacinação.

— Se há uma coisa que é consenso no Brasil hoje é uma tentativa orquestrada e declarada de assassinar a reputação do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro. Como não conseguem envolvê-lo em esquema de corrupção nenhum, ficam buscando qualquer coisa que resulte em uma prisão arbitrária dele ou em uma inelegibilidade sem qualquer fundamento — disse o senador.

Ele afirmou que a acusação de adulteração de cartão de vacina contra o ex-presidente não tem fundamento.

— O então presidente Bolsonaro, como chefe de Estado, nunca precisou apresentar cartão em lugar nenhum, nunca tirou do bolso nada para comprovar que ele tivesse se vacinado, até porque era público que ele declarava que não tinha tomado vacina, e arcou com os ônus e os bônus disso — acrescentou.

Flávio Bolsonaro disse que a busca e apreensão contra o ex-presidente, autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, parece uma tentativa de achar “qualquer coisa” suspeita. O senador disse também que o ex-presidente “vai esclarecer tudo, como tem feito em todas as vezes que é chamado a colaborar com a Justiça”.

— E como para o Bolsonaro a gente sabe que não existe a presunção de inocência, e é óbvio que uma busca e apreensão na casa de um ex-presidente gera repercussão mundial, fica a pergunta: Qual a intenção de alguém em autorizar uma busca e apreensão na casa de um ex-presidente por causa de um motivo infantil desse?

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Câmara aprova projeto que susta decretos de Lula que alteraram regras de saneamento

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Segundo os autores e deputados defensores da suspensão, o decreto permite a regularização de contratos atuais que deveriam ser extintos sem possibilidade de renovação, o que impediria a realização de licitação para a contratação do serviço.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (3) projeto de decreto legislativo (PDL) que suspende dispositivos de dois decretos presidenciais de regulamentação do novo marco do saneamento básico. A matéria será enviada ao Senado.

O texto é um substitutivo do deputado Alex Manente para o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 98/23, de autoria do deputado Evair Vieira de Melo, ao qual estão apensados outros onze PDLs sobre o mesmo tema.

Esses decretos editados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no início de abril deste ano revogam outras regulamentações editadas por Bolsonaro em 2020 e 2021.

Segundo os autores e deputados defensores da suspensão, o decreto permite a regularização de contratos atuais que deveriam ser extintos sem possibilidade de renovação, o que impediria a realização de licitação para a contratação do serviço.

Já os defensores da regulamentação argumentam que ela beneficia cidades pequenas que não seriam de interesse de empresas privadas na montagem de blocos de municípios para a prestação regionalizada.

“Estamos sustando a contratação de estatais em diversos estados sem licitação e a possiblidade de contar situações irregulares como parte da capacidade econômica”, afirmou o relator.

No Decreto 11.466/23, o substitutivo suspende trecho que permite ao prestador de serviços de saneamento em atuação incluir no processo de comprovação da capacidade econômico-financeira eventuais contratos provisórios não formalizados ou mesmo instrumentos de natureza precária.

Para contar esses serviços na comprovação da capacidade econômica, o decreto permite às empresas a regularização dos contratos junto ao titular do serviço ou da estrutura de prestação regionalizada até 31 de dezembro de 2025. A data final do contrato regularizado deveria ser limitada a janeiro de 2040, prazo final permitida caso seja necessária prorrogação do prazo inicial previsto de dezembro de 2033.

Entretanto, a lei determina que os contratos provisórios não formalizados e os vigentes prorrogados fora das regras na nova lei serão considerados irregulares e precários, o que não permitiria sua regularização.

Documentação
Ainda neste decreto, o PDL suspende outro artigo que lista várias documentações que o prestador de serviço de saneamento deve apresentar para comprovar sua capacidade econômico-financeira até 31 de dezembro de 2023, como cópia dos contratos com a inclusão dos respectivos anexos e termos aditivos e minuta de termo aditivo que pretenda celebrar para incorporar ao contrato as metas de universalização.

Prestação regionalizada
No Decreto 11.467/23, o projeto suspende cinco dispositivos com detalhes de regulamentação da prestação regionalizada dos serviços de saneamento.

Nesse tipo de prestação, os municípios são agregados para viabilizar a execução do serviço com ganho de escala, podendo ser em áreas metropolitanas ou mesmo em blocos de cidades que não compartilhem divisas territoriais.

Os trechos cuja suspensão foi aprovada pelo Plenário permitiam a coexistência de mais de um prestador de serviço dentro da mesma estrutura regionalizada, assim seria possível realizar licitação para apenas parte dos municípios abrangidos se outros já contassem com contratos vigentes ou situações de prestação direta pelos municípios integrantes.

Essa prestação direta poderia ocorrer com autorização da entidade de governança interfederativa e, nos casos de municípios que já tivessem atingido as metas de universalização, a eventual concessão da prestação do serviço neste município seria sempre condicionada à sua anuência.

De igual maneira, em regiões metropolitanas, aglomerações urbanas ou microrregiões, a prestação dos serviços no âmbito da prestação regionalizada por entidade estadual seria equiparada à prestação direta e condicionada à formalização dos termos da prestação.

Governo
Mais cedo, o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), tentou negociar mais prazo para análise da proposta. Ele lamentou a aprovação do texto. “Aqueles que estão defendendo este novo marco do saneamento não tiveram a preocupação com aqueles que mais precisam, porque o que prevaleceu foi o interesse econômico”, disse.

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Frias: Relator vai distribuir R$ 10 bi para aprovar PL da Censura

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Valor será liberado pelo governo via emendas parlamentares em troca de votos, disse deputado

O deputado federal Mário Frias (PL-SP) usou seu Twitter na noite desta terça-feira (2) para se manifestar acerca do adiamento da votação do Projeto de Lei da Censura.

O parlamentar se queixou por Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara, não ter marcado nova data para pautar a votação da proposição e denunciou que o relator da proposta, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), agora, ganhou mais tempo para distribuir os R$ 10 bilhões oferecidos pelo governo federal, via pagamento de emendas parlamentares, a fim de obter os votos necessários para a aprovação.

– No entanto, o presidente da Casa não marcou nova data para pautar o PL da Censura, o que cria uma aura de insegurança e instabilidade para nós, que defendemos a liberdade de expressão e somos contrários a esse PL. Em resumo, o que temos é um prazo maior para o Orlando Silva distribuir os 10 bi que o governo liberou para o pagamento de emendas parlamentares em troca de votos, conforme amplamente divulgado pela mídia – disse Frias.

– O prazo é providencial para a esquerda, porém não é de todo mal, pois também temos prazo para virar ainda mais votos, mas com valores morais e tecnicidade e não $$$ – disse o parlamentar.

Mário Frias considerou que também terá a oportunidade de aumentar o número de adesões ao grupo dos que rejeitam o projeto de lei.

– Vamos assim, com pequenas vitórias, nessa luta de Davi contra Golia$$$.

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Tarcísio: Jamais disputaria contra Jair Bolsonaro

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Governador de SP deu declarações nesta terça-feira

Nesta terça-feira (2), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse que nunca eleições contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele deu declarações durante entrevista à jornalista Andréia Sadi, da GloboNews.

Tarcísio ressaltou que não irá disputar contra uma pessoa que abriu todas as portas para ele.

– Eu não vou disputar nunca contra uma pessoa que me abriu todas as portas – falou.

Ele foi ministro da Infraestrutura durante o governo Bolsonaro e disse que fala com o ex-presidente da República quando dá saudade.

– Eu desenvolvi uma relação de amizade com ele. É um amigo próximo.

Em sua avaliação, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) poderia ser uma opção para o pleito de 2026.

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Relator quer votar PL das Fake News em duas semanas

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Deputado Orlando Silva deu declarações a jornalistas, nesta terça-feira

Nesta terça-feira (3), o deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP), relator do Projeto de Lei 2630/2020 (o PL da Censura), disse a jornalistas que pretende pôr o texto em votação no plenário daqui a duas semanas. As informações são do site O Antagonista.

O texto estava na pauta desta terça, mas foi retirado após pedido do relator. Ele disse que o principal entrave é a fiscalização da eventual nova lei.

Orlando Silva pediu que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), retirasse o projeto da pauta do dia. Segundo ele, a decisão foi tomada após ouvir lideranças partidárias de siglas aliadas e entender que é preciso de mais tempo para refazer o projeto.

– Quero fazer um apelo a vossa excelência, se vossa excelência pudesse, consultando os líderes, retirasse da pauta de hoje essa discussão para que pudéssemos consolidar a incorporação de todas as sugestões que foram feitas – declarou.

O parlamentar diz que pretende criar um melhor texto possível para unificar a Câmara.

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Lira acata pedido de relator do PL da Censura e adia votação

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Orlando Silva, relator do PL, alegou que a proposta carece de últimos ajustes

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), acatou o pedido do relator do projeto de lei apelidado de PL da Censura, Orlando Silva (PCdoB), e adiou a votação da proposta, prevista inicialmente para esta terça-feira (2). Lira também considerou o pedido feito por algumas lideranças da Casa.

Os líderes que se posicionaram por retirar a votação de pauta foram: André Fufuca (PP-MA), Hugo Motta (Republicanos-PB), Zeca Dirceu (PT-PR), André Figueiredo (PDT-CE), Guilherme Boulos (PSOL-SP), Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e Fred Costa (Patriota-MG).

Os líderes que votaram contra retirar de pauta a votação foram: Altineu Côrtes (PL-RJ), Adriana Ventura (Novo-SP) e Carlos Jordy (PL-RJ).

Orlando Silva alegou, durante sua fala no plenário, que carece de mais tempo para que a proposta seja analisada e feitas as devidas alterações no texto, atendendo às sugestões que os deputados fizeram nesta terça.

O relator admite a necessidade de lapidar melhor o trecho que trata da possível autoridade que ficará responsável por fiscalizar as regras da proposta, uma das partes mais delicadas da proposição.

– Especulamos hoje durante todo o dia alguns caminhos alternativos para que a lei tenha algum mecanismo de fiscalização que possa se cumprir a lei, aplicando inclusive sanções. Mas ocorre que mesmo após todos esses encontros e ouvindo todas as bancadas, nós não tivemos, e eu assumo como minha responsabilidade de relator, tempo útil para examinar todas as sugestões – disse o deputado do Partido Comunista do Brasil.

Com a disseminação do conteúdo da proposta e a natureza do projeto de lei – além das campanhas feitas nas mídias sociais contra a aprovação do PL da Censura – o governo se vê obrigado a jogar cada vez mais pesado contra os pulverizadores de informações contrárias à aprovação da proposição legislativa. As big techs que se posicionaram contra o PL já estão vendo suas ações neutralizadas administrativamente pelo governo e juridicamente. É o caso do Google, Meta, Spotify e Brasil Paralelo.

Por portal Novo Norte