Gustavo Gayer é ameaçado por esquerdistas após denunciar doutrinação em escola

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O parlamentar já denunciou um dos autores e fez boletim de ocorrência

Em um vídeo publicado nas suas redes sociais, o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) afirmou que tem recebido ameaças e que não pode deixar a sua casa para preservar sua família.

Gayer declara que começou a ser ameaçado depois de criticar uma professora de arte que usava uma camiseta com a frase: “Seja marginal, seja herói”, do artista plástico Hélio Oiticica. A professora foi demitida.

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Inclusive, ele fez um boletim de ocorrência para denunciar o policial rodoviário federal Fabrício Rosa, que é filiado ao PT.

– Urgente! A esquerda de Goiás está planejando aterrorizar a minha família para que eu pare de denunciar a doutrinação nas salas de aula – explicou.

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O parlamentar, inclusive, não esteve na Câmara nesta terça-feira (16), e já anunciou que não irá para Brasília esta semana para poder proteger seus filhos que correm riscos.

Por portal Novo Norte

Em decisão unânime, TSE cassa mandato do deputado Deltan Dallagnol

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Em decisão unânime, TSE cassa mandato do deputado Deltan Dallagnol

Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta terça-feira(16) cassar o mandato do deputado federal Deltan Dallagnol (Pode-PR). Deltan atuou como chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba e, após deixar o cargo, foi o deputado mais votado do Paraná nas eleições de 2022, com 344 mil votos. Cabe recurso da decisão, mas Deltan Dallagnol terá de sair do cargo eletivo, ocupado há três meses.

A decisão deverá ser cumprida imediatamente e os votos recebidos pelo parlamentar na eleição serão computados para a legenda.

A elegibilidade de Deltan foi contestada pela federação formada pelo PT no estado e o candidato a deputado Oduwaldo Calixto (PL). Antes de chegar ao TSE, a inelegibilidade de Deltan foi rejeitada pela Justiça Eleitoral do Paraná. Ambos sustentaram que o ex-procurador não poderia concorrer às eleições por ter sido condenado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no caso das diárias pagas à força-tarefa.

Além disso, segundo a acusação, Deltan também não poderia ter concorrido por ter saído do Ministério Público Federal (MPF) durante a tramitação de processos administrativos disciplinarescontra ele no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

Voto do relator

O relator do processo, ministro Benedito Gonçalves, votou pela cassaçãodo mandato de Deltan Dallagnol.

O ministro disse que o ex-procurador pediu exoneração do MPF no dia 3 de novembro de 2021, quando já havia sido condenado pelo CNMP a pena de censura e de advertência e ainda tinha 15 procedimentos diversos em tramitação desfavoráveis aele no órgão.

Para o ministro, o objetivo de Deltan foi fazer “uma manobra” para evitar a perda do cargo e o enquadramento na Lei da Ficha Limpa.

“A partir do momento em que foi apenado com advertência e censura, não há dúvida de que elas passariam a ser consideradas em PADs de outras infrações disciplinares, aproximando da pena de demissão”, afirmou.

De acordo com a norma, são inelegíveis, pelo prazo de oitoanos, membros do Ministério Público que tenham perdido o cargo por sentença ou que tenham pedido exoneração durante a tramitação de processo disciplinar.

O relator ressaltou ainda que, conforme a lei eleitoral, Deltan só poderiadeixar o MPF seis meses antes das eleições para participar do pleito. “O recorrido agiu para fraudar a lei, uma vez que praticou uma série de atos para obstar processos disciplinares contra si, e, portanto, elidir a inelegibilidade”, concluiu.

Defesa

O advogado Leandro Rosa, representante de Deltan, disse que o deputado estava apto a concorrer às eleições e que a decisão do TCU contra ele foi suspensa por uma liminar da Justiça Federal em Curitiba.

O advogado afirmou ainda que o pedido de exoneração feito pelo ex-procurador foi realizado após o CNMP fornecer uma certidão queconfirmou não haverprocessos em andamento contra ele.

A defesa confirmou que o ex-procurador recebeu pena de advertência e de censura pelo conselho, mas as penas foram cumpridas e o processos encerrados.

“Deltan formalizou seu pedido de exoneração, porque o seu órgão de fiscalização disse que ele não tinha nenhumprocesso disciplinar aberto”, disse.

Por portal Novo Norte

Uso de inteligência artificial pelo poder público será sujeito a regulamentação

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Integrantes da comissão de juristas e senadores na entrega do relatório final do grupo, que embasou o projeto - Foto: Pedro Gontijo/Senado Federal

Começa a tramitar pelas comissões permanentes do Senado o projeto que regulamenta os sistemas de inteligência artificial e estabelece uma série de …

Começa a tramitar pelas comissões permanentes do Senado o projeto que regulamenta os sistemas de inteligência artificial e estabelece uma série de regras para a utilização dessas tecnologias pelo poder público, incumbnido o Executivo de indicar o órgão responsável pela regulação e fiscalização do setor.

PL 2.338/2023 , a ser apreciado agora pelas comissões, foi elaborado pela comissão especial de juristas presidida pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Ricardo Villas Bôas Cueva e apresentado pelo senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado.

Câmeras e comportamento social

De acordo com o projeto, o poder público não poderá usar sistemas de inteligência artificial para avaliar e classificar os cidadãos com base no seu comportamento social ou sua personalidade para controlar o acesso a bens e serviços públicas.

Já o uso de câmeras para identificar pessoas em espaços públicos só será permitido se houver lei federal específica para isso, além de autorização judicial para busca de vítimas de crimes ou pessoas desaparecidas, para localizar suspeitos de crimes cuja pena máxima de reclusão seja superior a dois anos ou em situações de crime em flagrante.

Além disso, o projeto já classifica como sendo de alto risco — e, portanto, sujeitos a regras mais rígidas — os sistemas de inteligência artificial que vierem a ser utilizados em determinadas atividades tipicamente governamentais, ou que podem ser realizadas, conforme o caso, tanto pelo poder público como pela iniciativa privada, como controle de trânsito; gestão de abastecimento de água e eletricidade; acesso à educação e avaliação de estudantes; acesso a serviços públicos; administração da justiça; gestão de serviços de emergência, como bombeiros e assistência médica; investigação criminal e segurança pública; e controle de fronteiras; e avaliação individual de risco de cometimento de crimes e de traços de personalidade e de comportamento criminal.

Consultas públicas

O PL 2.338/2023 estabelece normas específicas para a contratação de sistemas de inteligência artificial pelo poder público, além das regras gerais aplicadas a todos os sistemas, como a garantia de correção de erros e vieses e de não discriminação.

Antes de contratar, será obrigatório promover audiências e consultas públicas sobre o uso pretendido e sobre os dados a serem utilizados. Também será obrigatório registrar quem usou o sistema e como, e garantir que os dados provenham de fontes seguras. Conforme o projeto, caso o sistema venha a ser considerado de alto risco e não seja possível eliminar ou mitigar esses riscos, seu uso pelo poder público não será permitido.

Fiscalização

A fiscalização e a regulação dos sistemas de inteligência artificial será responsabilidade de uma autoridade competente a ser indicada pelo Poder Executivo, de acordo com o PL 2.338/2023. Caberá a essa autoridade criar as normas de regulamentação da lei; zelar pela proteção aos direitos fundamentais; estimular a adoção de boas práticas no setor; e aplicar sanções administrativas no caso de descumprimento da lei.

A autoridade competente prevista no texto também poderá autorizar o funcionamento dasandboxregulatória, isto é, o ambiente regulatório experimental, em que os sistemas de inteligência artificial poderão funcionar temporariamente sem ter que cumprir todos as regras legais, com intuito de teste.

Por portal Novo Norte

Arthur Lira diz que direita é favorita ao Planalto em 2026

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Arthur Lira diz que direita é favorita ao Planalto em 2026

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), declarou que os candidatos de direita têm maior chance de vencer a disputa presidencial em 2026, se errarem menos. A fala ocorreu durante o evento LIDE Brazil Investment Forum, em Nova Iorque, nesta quarta-feira (10).

No entendimento de Lira, se o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) inelegível, cometerá um erro, já que permitirá que outros nomes ganhem proeminência na corrida pela Palácio do Planalto.

– A avaliação hoje da inelegibilidade do presidente Bolsonaro é uma decisão arriscada, porque nós estamos a três anos e nove meses de uma eleição – disse.

Ele compreende que “dá tempo de o Cláudio Castro ficar forte, o governador Zema ficar forte, de o governador Tarcísio ficar mais forte”.

– Na minha concepção, menos chance de cometer erros do que o presidente Bolsonaro cometeu durante sua campanha – pontuou.

Lira afirmou que Bolsonaro tem mais força como eleitor do que como candidato à presidência em 2026.

– Um candidato de direita errando menos, com fortalecimento de uma base que existe no Brasil e o presidente Bolsonaro como eleitor, o quadro fica bastante desanimador para quem quiser disputar uma eleição em 2026 – finalizou.

Por portal Novo Norte

Governo Lula libera R$ 9 bilhões do orçamento secreto

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Durante a campanha eleitoral, o petista acusou Bolsonaro de corrupção pelo pagamento das emendas do relator

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu pagar R$ 9 bilhões em emendas do orçamento secreto por intermédio dos ministérios das Cidades e da Integração Nacional e Desenvolvimento Regional.

Os valores foram negociados na gestação anterior e não foram pagos, porque o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou as emendas como “inconstitucionais”.

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Agora, Lula decidiu pagar as emendas que durante a campanha eleitoral chamou de “corrupção” e o fez sem dar transparência à negociação.

Do valor autorizado pelo Palácio do Planalto, apenas R$ 333,6 milhões já foram quitados, os demais serão feitos atendendo a pedidos dos parlamentares. Essa é uma tentativa de acalmar o Congresso e, quem sabe, ganhar apoio para aprovar projetos importantes.

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Até o momento, o governo teve derrotas representativas como a derrubada das mudanças do marco legal do saneamento e o adiamento do Projeto de Lei 2630/2020.

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O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), esteve com Lula pessoalmente para cobrar o pagamento das verbas “penduradas”. Mas além dos deputados, o Senado também tem direito a valores e o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), indicou que esses valores também poderão ser liberados.

Por portal Novo Norte

Vídeo: Deputado ameaça prender MC Pipokinha no Paraná

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Tito Barrichello, que é delegado, disse que estará no show

Nesta segunda-feira (8), o deputado estadual Tito Barrichello (União-PR) ameaçou prender a cantora MC Pipokinha. A artista fará shows no Paraná, no próximo dia 20. As informações são do portal O Tempo.

Barrichello chamou a funkeira de “prostituta”.

– Que apresente ela aqui, sem hipocrisia, senhor presidente, em uma casa de prostituição. Que o faça em uma casa de prostituição que é um local apropriado para uma prostituta. Mas não em um local em que estão nossos jovens – declarou o parlamentar.

Ele, que também é delegado, disse que oficiou diversos órgãos e estará no show para prender a MC, se for necessário.

– Eu estarei presente, senhor presidente, estarei presente no evento e se houver apresentação pornográfica no show eu vou dar voz de prisão a ela. Está aqui a minha algema, como delegado, e mando um recado. MC Pipokinha, a senhora vai sair, MC Pipokinha, algemada. Está aqui a algema. Vai sair algemada em Curitiba. Pq aqui vigora a lei e a ordem – afirmou.

Por portal Novo Norte

PL decide os deputados que serão indicados para a CPMI

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Os titulares serão André Fernandes, Eduardo Bolsonaro e Delegado Ramagem

O Partido Liberal (PL) decidiu os nomes dos deputados que farão parte da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre os atos de 8 de janeiro.

A sigla apresentará três nomes de titulares e três suplentes. Os titulares serão: André Fernandes (CE), Eduardo Bolsonaro (SP) e Delegado Ramagem (RJ). Os suplentes serão Marco Feliciano (SP), Filipe Barros (PR) e Nikolas Ferreira (MG). As informações são do Metrópoles.

Fernandes é o autor do pedido de CPMI e tem trabalhado para que as investigações aconteçam sem interferência do governo federal.

Pelo Twitter, o parlamentar criticou a forma como os presidentes da Câmara e Senador, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco, estão agindo para evitar a participação de deputados da oposição na CPMI.

– Lira e Pacheco fizeram manobras para retirar duas vagas da oposição e remanejar para base governista – Lula – na CPMI do 8 de janeiro, ignorando claramente o regimento interno de ambas as casas. O Novo entrou com MS no STF para garantir seu direito e Barroso virou o relator. Não temos dúvidas que o Governo investiu e investirá tudo possível para ter maioria, comando e controle da narrativa dentro da CPMI. Nos cabe não permitir que isso aconteça. Não será uma tarefa fácil, mas desistir não é uma opção. O governo teme essa CPMI! Em frente! – informou.

Por portal Novo Norte

Almeida demite secretário que se reuniu com Janja

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O ex-secretário dos Direitos das Crianças diz que o ministro ficou com “melindrado” com o encontro

O ministro Silvio de Almeida, dos Direitos Humanos, demitiu o então secretário dos Direitos da Criança e do Adolescente, Ariel de Castro, que revelou à imprensa que o motivo foi uma reunião entre ele e a primeira-dama Janja da Silva.

Castro declarou ao Metrópoles que o ministro ficou “melindrado” com o encontro entre o secretário e a esposa do presidente Lula.

– Senti que o ministro ficou melindrado por ela (Janja) ir no meu gabinete e não no dele. A assessoria dela marcou a reunião com a minha assessoria diretamente. Como eu iria não aceitar a visita dela? (…) Não vi nada demais em agendar – revelou o advogado.

Para o ex-secretário, a visita de Janja ao seu gabinete demonstrava a importância da secretaria e do trabalho desenvolvido.

De acordo com a reportagem, Almeida só foi convidado para o encontro depois que as duas assessorias realizaram todos os trâmites e isso o desagradou.

O encontro estava marcado para o dia 4 de abril, mas foi adiantado para o dia 3. O ministro foi informado e se fez presente na reunião, mas na última quarta-feira (3), ele foi desligado do governo.

Por portal Novo Norte

Em quatro meses, Tarcísio já tem prestígio maior que Lula em SP

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Pesquisa foi apresentada nesta segunda-feira pelo Instituto Paraná

Já no início de sua gestão à frente do estado de São Paulo, e apesar da polarização política, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) recebeu a aprovação de 65,3% dos eleitores, segundo pesquisa realizada pelo Instituto Paraná e divulgada nesta segunda-feira (8). Os que se declararam insatisfeitos com a gestão do ex-ministro da Infraestrutura representam 26,7% dos paulistanos, e 8% dos entrevistados não souberam opinar.

O presidente Lula (PT) foi aprovado por 55,6% e reprovado por 38,7% do público entrevistado. Os que não souberam responder são 5,6%.

O estudo também revelou que 45,3% dos participantes entendem a administração de Tarcísio como ótima ou boa, enquanto 33,4% acham regular e 16,4% consideram ser ruim ou péssima. Cerca de 4,8% não opinaram.

O Instituto Paraná falou com 1.208 eleitores na cidade de São Paulo entre os dias 30 de abril e 4 de maio. A margem de erro é de 2,9 pontos percentuais.

Por portal Novo Norte

Suspeito de “rachadinha” segue no gabinete de Alcolumbre

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O advogado desviou cerca de R$ 2 milhões com o esquema de devolução de salário de “servidores fantasmas”

O senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) mantém em seu gabinete o advogado Paulo Boudens, apontado como o operador de um esquema de “rachadinha” entre os funcionários do parlamentar.

De acordo com a revista Veja, o acusado recebe R$ 24 mil por mês em uma contração de “trabalho diferenciado”. Para a revista, funcionários de Alcolumbre informaram que ele não comparece ao gabinete há mais de um ano.

– Faz mais de ano que o doutor Boudens não vem aqui. Ele fica de sobreaviso e só vem quando o senador Alcolumbre precisa dele – disse um funcionário ouvido pela Veja.

A investigação do gabinete do senador fala ainda da contratação de mulheres da periferia de Brasília que aparecem como contratadas, mas nunca trabalharam. Elas devolviam a maior parte dos salários para o gabinete de Alcolumbre.

Cerca de R$ 2 milhões foram desviados e Boudens fechou um acordo de não persecução penal com a Procuradoria-Geral da República (PGR), se comprometendo a devolver o valor.

Por ter assumido a responsabilidade do esquema, o advogado poupou o senador de ser alvo de uma investigação direta. O processo referente à “rachadinha” tramita no Supremo Tribunal Federal e está em posse do ministro Luís Roberto Barroso.

Por portal Novo Norte