Direita vence, mas não consegue maioria para governar Espanha

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Conservadores terão de negociar com diversos partidos

Neste domingo, o Partido Popular (PP), comandado por Alberto Núñez Feijóo, encabeça o resultado das eleições gerais na Espanha, embora a disputa esteja mais acirrada do que previsto pelos analistas e pesquisas de opinião. O partido de direita provavelmente necessitará de acordos com diversas agremiações para assumir o comando do país. Com quase totalidade das urnas apuradas, o PP conquistou 33% dos votos, contra 31,72% do Partido Socialista (PSOE), do atual primeiro-ministro, Pedro Sánchez. Em termos de assentos, o PP obteve 136, enquanto o PSOE conquistou 122.

Dada a necessidade de obter a maioria de 176 cadeiras no parlamento para formar uma coalizão, o PP enfrentará desafios. Segundo os resultados, o atual parlamento será composto por 172 cadeiras de partidos de esquerda e 170 de direita. O Vox, partido de extrema direita, emergiu como a terceira maior legenda, com 33 cadeiras, seguido pela coalizão de esquerda Sumar, com 31 cadeiras.

Embora o PP tenha superado o PSOE, terá dificuldades para formar uma coalizão com o Vox, pois juntos somam 169 cadeiras, sete a menos que o necessário para formar um governo. Apesar disso, os conservadores comemoraram a vitória. Feijóo, líder do PP, manifestou seu orgulho pela vitória e assumiu a responsabilidade de evitar a incerteza na Espanha, buscando diálogo com outros partidos. Por outro lado, Sánchez, do PSOE, declarou que a direita e a extrema direita “foram derrotadas” e aposta na possibilidade de forjar alianças para formar um governo, mesmo tendo conquistado menos cadeiras que o PP. Contudo, as negociações prometem ser tensas, especialmente com os partidos catalães ERC e Junts, que apoiam a independência da região, e já sinalizam resistência à ideia de apoiar Sánchez.

Por portal Novo Norte

Para Valdemar, TSE persegue Bolsonaro e Moraes o provoca

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“É isso que o pessoal da direita não se conforma”, declarou o presidente do PL

Valdemar Costa Neto, líder do Partido Liberal (PL), acusou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de perseguir o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em entrevista ao Folha de S.Paulo, Valdemar afirmou que a direita se sente incomodada com as ações que consideram injustas contra Bolsonaro, indicando que a hostilidade percebida contra os juízes é uma reação a esses incidentes. Ele foi especialmente crítico com relação ao ministro Alexandre de Moraes, alegando que suas decisões são tendenciosas e provocam os seguidores de Bolsonaro.

Valdemar argumentou que Moraes impôs uma multa exorbitante de R$ 22,9 milhões ao seu partido, uma cifra que ele descreveu como simbolicamente associada ao PT. Ele também fez alusão à escolha do ministro do dia 22, número do PL, para julgar Bolsonaro. Para ele, essas decisões inflamam os simpatizantes do ex-presidente, gerando mais tensões entre a direita e o judiciário.

Sobre as eleições de 2030, Valdemar comentou que, apesar de Bolsonaro não ter muitas esperanças de participar, está cogitando recorrer a tribunais internacionais. Caso Bolsonaro não consiga reaver seus direitos políticos, o PL tem em vista nomes como os governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Ele ressaltou, contudo, que a decisão final cabe a Bolsonaro. Quando perguntado sobre Michelle Bolsonaro, ele mencionou que é provável que a ex-primeira-dama se candidate ao Senado, e elogiou sua popularidade crescente, fazendo uma comparação divertida entre ela e o ex-presidente.

Por portal Novo Norte

Oposição apresenta projeto para barrar decreto de armas de Lula

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Autor do texto é o deputado Paulo Bilynskyj; proposta é assinada por 53 parlamentares

Um grupo de 53 deputados de oposição, liderados por Paulo Bilynskyj (PL-SP), apresentou no último sábado (22) um projeto legislativo visando anular o recente decreto do governo Lula sobre armas. A proposta visa restabelecer as normas da gestão anterior, liderada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A decisão do atual governo, criticada por Bilynskyj em suas redes sociais, impõe restrições à aquisição e disponibilidade de armas e munições, que ele argumenta excederem o poder regulamentar e violarem o Estatuto do Desarmamento.

As alterações propostas pelo decreto do governo incluem a redução da quantidade de armas acessíveis aos caçadores, atiradores esportivos e colecionadores (CACs), restrições ao uso de alguns calibres e limitações no horário de funcionamento dos clubes de tiro. Além disso, a responsabilidade pelo controle dos equipamentos usados pelos CACs será gradualmente transferida do Comando do Exército para a Polícia Federal. Esse movimento é considerado uma ruptura significativa com as políticas de Bolsonaro, que priorizou a facilitação do acesso a armas, resultando em um aumento notável nos registros CACs de 117,5 mil em 2018 para 783,4 mil no ano passado.

Ubiratan Sanderson (PL-RS), um dos co-autores do projeto, afirmou no Twitter que as medidas foram “prejudicialmente instauradas por Lula para atacar os CACs e prejudicar os vendedores de artigos de tiro esportivo no Brasil”. A proposta, que pode revogar as normas estabelecidas pelo Poder Executivo, necessita de aprovação tanto da Câmara quanto do Senado. Assinam também o projeto diversos deputados, entre eles Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), Junio Amaral (PL-MG), Capitão Alden (PL-BA), Delegado Fabio Costa (PP-AL) e Alfredo Gaspar (União Brasil-AL).

Por portal Novo Norte

Nikolas convida seguidores para 21 dias de oração pelo Brasil

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Deputado promoverá transmissões ao vivo em julho e convidou pastores, cantores e influenciadores

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) utilizou as redes sociais nesta quinta-feira (29) para convidar seus seguidores a participarem de um evento especial. A partir do dia 1º de julho, Ferreira realizará transmissões ao vivo diárias em seu perfil no Instagram, juntamente com pastores, cantores e influenciadores alinhados com o Reino de Deus. O objetivo é promover 21 dias de oração pelo Brasil, iniciando sempre às 22h.

Durante as transmissões, o deputado destacou a importância de buscar soluções espirituais para os desafios enfrentados pelo país. Ele ressaltou a necessidade de combater os problemas com armas espirituais, além das estratégias convencionais. Acredita-se que a união e a fé das pessoas engajadas nessa iniciativa possam contribuir para uma transformação positiva na realidade brasileira.

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A proposta de realizar 21 dias de oração e louvor visa mobilizar um grupo diversificado de pessoas comprometidas com a causa espiritual. Através dessa ação conjunta, o deputado Ferreira espera fortalecer a conexão com o divino e promover a união de forças para superar os obstáculos e dificuldades presentes no país.

Por portal Novo Norte

CPMI do 8/1: Deputado diz que relatora quer culpar Bolsonaro

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Abilio Brunini diz que relatório a ser apresentado no colegiado já está pronto

O deputado federal Abilio Brunini (PL-MT), embora não faça parte oficialmente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos atos de 8 de janeiro, tem participado do colegiado e afirmou que a base do governo e a relatora do colegiado, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), já têm um relatório pronto com o objetivo de culpar o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo Brunini, a situação se resume a uma “guerra de narrativas” e a ideia de culpar Bolsonaro já foi definida. Devido a essa postura do relatório, o deputado se uniu a um grupo de parlamentares de oposição que apoia a apresentação de um relatório paralelo. A decisão final será amadurecida em conjunto com o senador Magno Malta (PL-ES), segundo vice-presidente da Comissão, após o recesso do Legislativo.

Brunini ainda ressaltou que, apesar do direcionamento pró-governo na Comissão, algumas das narrativas apresentadas para culpar Bolsonaro pelas invasões de 8 de janeiro não estão encontrando comprovação ou sendo bem-sucedidas. Diante disso, ele acredita que a estratégia da base governista passou a ser a de partir para o ataque, visto que as acusações diretas não têm surtido o efeito desejado.

Por Portal Novo Norte

Senador fica furioso por perder voo e grita com funcionário; veja

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Alan Rick teve reação descontrolada após ser avisado que só embarcaria no dia seguinte

Um atendente da companhia aérea Latam foi hostilizado no aeroporto de Brasília pelo senador Alan Rick (União Brasil-AC), após perder um voo para Rio Branco. Imagens de vídeo mostram que o parlamentar enfurecido bateu no balcão e gritou com o funcionário depois de ser informado de que só poderia embarcar no dia seguinte. O ataque de fúria de Alan Rick, ocorrido no início do ano passado, começou a circular nas redes sociais recentemente.

O vídeo, que exibe o entrevero, foi divulgado nas redes nesta quinta-feira (20). A assessoria do político afirmou que o incidente ocorreu no início do ano passado, quando ele aguardava o voo e a companhia aérea teria alterado o portão de embarque, resultando em sua perda. O senador alegou não ter ouvido o aviso e exigiu ser colocado no voo, mesmo após o funcionário explicar que isso não seria possível e que ele teria que aguardar até o dia seguinte.

Alan Rick foi eleito senador nas eleições de 2022, após dois mandatos consecutivos como deputado federal no Acre. Em nota, ele pede desculpas pelo “lamentável episódio” de perder o controle e se mostrar grosseiro no aeroporto, mas também critica o “péssimo atendimento” das companhias aéreas. O senador ressalta que já tem enfrentado questões relacionadas ao serviço inadequado oferecido pelas companhias aéreas aos acreanos e que tem buscado melhorias em reuniões com diversas empresas do setor.

Por Portal Novo Norte

Deputada acusa Jean Wyllys de preconceito: “Capacitismo”

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Amália Barros usa prótese ocular e foi alvo de piadas nas redes sociais

Na imagem, um colar com o olho de vidro de Amália Barros está sendo utilizado pela ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro. A montagem foi realizada em meio à polêmica gerada pelo pedido para que a parlamentar retirasse sua prótese ocular durante um evento do PL. A crítica foi direcionada a Jean Wyllys, ao destacar que, ao compartilhar essa publicação de deboche, milhares de pessoas que usam próteses são atacadas e sofrem preconceito. Ele é classificado como mais um capacitista, e é mencionado que a lei que reconhece a visão monocular como deficiência só se tornou possível graças a Michelle e ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

A visão do olho esquerdo de Amália Barros foi perdida quando ela tinha 20 anos, e desde então, ela passou por 12 cirurgias até precisar, em 2016, colocar uma prótese ocular. Com o apoio do casal Bolsonaro, ela conseguiu a aprovação da lei que reconhece a visão monocular como deficiência. Atualmente, ela é uma defensora das pessoas com deficiências na Câmara dos Deputados. Diante do ataque de Jean Wyllys, Amália destaca que não se surpreende, pois durante os anos em que ele esteve na Câmara, nunca demonstrou preocupação com questões relacionadas às pessoas com deficiência. Ela exige respeito pelos milhares de brasileiros que enfrentam diariamente ataques desse tipo de pessoa.

Por Portal Novo Norte

Deputado expulso do PL diz que fez o L em ‘momento de alegria’

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Yury do Paredão justificou que estava empolgado com a inauguração do sistema de bombas da transposição do Rio São Francisco

O deputado federal Yury do Paredão (PL-CE) foi expulso do Partido Liberal após ser fotografado fazendo o gesto do “L” ao lado de ministros do governo Lula (PT). Segundo o parlamentar, o gesto foi feito em um “momento de alegria” durante a inauguração do sistema de bombas da transposição do Rio São Francisco, no Ceará. Em entrevista ao jornal O Globo, foi declarado que a imagem vazou para a imprensa de forma inesperada.

A decisão de expulsar o deputado foi anunciada pelo dirigente do partido, Valdemar Costa Neto, após uma reunião na manhã de quinta-feira (20). O encontro entre ambos foi descrito por Yury como “respeitoso e tranquilo”. O parlamentar afirmou que aguardará o desfecho das diligências para escolher qual partido se filiará e ressaltou que continuará defendendo seu mandato e dialogando com o governo, caso este atenda aos interesses da população brasileira. Ele também revelou a possibilidade de concorrer à prefeitura de Juazeiro do Norte.

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A foto polêmica foi registrada durante um evento do governo federal para inaugurar o sistema de bombas da transposição do Rio São Francisco, em Salgueiro, no Ceará. A imagem também inclui o secretário de Comunicação Social da Presidência, Paulo Pimenta, e o ministro do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes. Vale destacar que, em maio, o deputado já havia recebido críticas por aparecer em uma foto com Lula, o ministro da Educação, Camilo Santana, o governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), e o líder governista na Câmara, José Guimarães (PT-CE), ocasião em que ele criticou o “radicalismo” político e o “ódio”.

Por Portal Novo Norte

Eduardo Leite aciona MP contra Jean Wyllys por homofobia (vídeo)

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Governador do Rio Grande do Sul ingressou com representação contra o ex-deputado

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), apresentou uma representação ao Ministério Público gaúcho contra o ex-deputado federal Jean Wyllys devido a declarações consideradas homofóbicas. O gestor tomou essa medida após uma discussão entre os dois sobre as escolas cívico-militares. Leite ressaltou que a sociedade deve ser baseada no respeito e na tolerância, rejeitando qualquer forma de preconceito, independentemente de afiliação política. A denúncia foi anunciada pelo governador em suas redes sociais.

A controvérsia teve início quando o governador manifestou seu apoio à manutenção das escolas cívico-militares no estado, em uma publicação no Twitter na última sexta-feira (14). Em resposta, Jean Wyllys criticou a decisão de Leite, concentrando seus ataques na orientação sexual do governador. Wyllys afirmou que políticos gays com homofobia internalizada desenvolvem fetiches relacionados ao autoritarismo e aos uniformes. Eduardo Leite classificou a declaração como “deprimente e cheia de preconceitos em incontáveis direções”.

O advogado Lucas Mourão, representante de Jean Wyllys, afirmou que ainda não foi notificado pelo Ministério Público e que não teve acesso ao conteúdo da representação apresentada por Eduardo Leite.

Por portal Novo Norte

Veja deputados e senadores que pedem impeachment de Barroso

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Parlamentares da oposição apresentaram pedido contra o ministro do STF

Um impeachment contra o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi apresentado por parlamentares da oposição nesta quarta-feira (19) em resposta à sua fala a respeito da “derrota do bolsonarismo”. Esta ação, vista como um “crime continuado” pelo coletivo, é o reflexo do descontentamento dos mesmos com a postura do ministro, que, segundo eles, vem constantemente demonstrando “seu desprezo pelo equilíbrio e independência entre os Poderes”.

A necessidade de uma investigação contra o magistrado foi unicamente reivindicada por deputados e senadores, que pedem a intervenção do Senado Federal. O conjunto dos parlamentares reforçou conjuntamente o pedido para que o representante da Suprema Corte seja punido pelas suas ações e palavras.

SENADORES:

Carlos Portinho (PL-RJ)

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Cleitinho (Republicanos-MG)

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Damares Alves (Republicanos-DF)

Esperidião Amin (PP-SC)

Flávio Bolsonaro (PL-RJ)

Hamilton Mourão (Republicanos-RS)

Jaime Bagattoli (PL-RO)

Jorge Seif (PL-SC)

Luis Carlos Heinze (PP-RS)

Luís Eduardo Girão (Novo-CE)

Magno Malta (PL-ES)

Márcio Bittar (União Brasil-AC)

Marcos Pontes (PL-SP)

Rogério Marinho (PL-RN)

Styvenson Valentim (Podemos-RN)

DEPUTADOS:

Alexandre Ramagem (PL-RJ)

Alberto Fraga (PL-DF)

Alfredo Gaspar (União Brasil-AL)

Amalia Barros (PL-MT)

André Fernandes (PL-CE)

Bia Kicis (PL-DF)

Bibo Nunes (PL-RS)

Carla Zambelli (PL-SP)

Capitão Alden (PL-BA)

Capitão Alberto Neto (PL-AM)

Caroline De Toni (PL-SC)

Chris Tonietto (PL-RJ)

Coronel Chrisóstomo (PL-RO)

Coronel Meira (PL-PE)

Coronel Telhada (PP-SP)

Coronel Ulysses (União Brasil-AC)

Cristiane Lopes (União Brasil-RO)

Daniela Reinehr (PL-SC)

Daniel Freitas (PL-SC)

Delegado Fábio Costa (PP-AL)

Delegado Palumbo (MDB-SP)

Diego Garcia (Republicanos-PR)

Dr. Frederico (Patriota-MG)

Eduardo Bolsonaro (PL-SP)

Eduardo Pazuello (PL-RJ)

Eros Biondini (PL-MG)

Esperidião Amin (PP-SC)

Filipe Barros (PL-PR)

General Girão (PL-RN)

Gilberto Silva (PL-PB)

Gilson Marques (Novo-SC)

Gilvan da Federal (PL-ES)

Gustavo Gayer (PL-GP)

Junio Amaral (PL-MG)

Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP)

Marcel van Hattem (Novo-RS)

Marcelo Moraes (PL-RS)

Marco Feliciano (PL-SP)

Marcos Pollon (PL-MS)

Márcio Bittar (União Brasil-AC)

Marcio Alvino (PL-SP)

Mario Frias (PL-SP)

Messias Donato (Republicanos-ES)

Miguel Lombardi (PL-SP)

Mauricio Marcon (Podemos-RS)

Nicoletti (União Brasil-RR)

Nikolas Ferreira (PL-MG)

Paulo Bilynskyj (PL-SP)

Paulo Fernando (Republicanos-DF)

Pastor Eurico (PL-PE)

Pezenti (MDB-SC)

Rodolfo Nogueira (PL-MS)

Sargento Fahur (PSD-PR)

Sargento Gonçalves (PL-RN)

Sanderson (PL-RS)

Silvia WaiãpI (PL-AP)

Styvenson Valentim (Podemos-RN)

Thiago Flores (MDB-RO)

Zé Trovão (PL-SC)

Zucco (Republicanos-RS)

Por portal Novo Norte