Destino do Brasil é incerto, mas o de Lula é o impeachment, diz Zé Trovão

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A situação econômica, na visão do deputado, tende a piorar antes de apresentar qualquer melhoria.

O deputado federal Zé Trovão (PL-SC) criticou a administração atual do presidente Lula, prevendo um cenário econômico desfavorável para o Brasil. Segundo Trovão, o governo anterior deixou o país com um superávit de R$ 54 bilhões, uma situação que ele atribuiu à competente gestão das contas nacionais durante a pandemia e à capacidade de incrementar a renda da população brasileira. O deputado expressou preocupação com a possibilidade de Lula aumentar o déficit nos próximos anos, citando o fechamento de mais de 700 mil empresas como um indicativo da deterioração econômica.

O parlamentar enfatizou sua descrença na capacidade do atual governo em reverter o déficit nacional. Ele mencionou que Lula já admitiu a dificuldade em zerar o déficit, o que, para Trovão, sinaliza um futuro econômico incerto e potencialmente negativo. A situação econômica, na visão do deputado, tende a piorar antes de apresentar qualquer melhoria.

Zé Trovão manifestou sua esperança de que o presidente Lula possa enfrentar um processo similar ao impeachment de Dilma Rousseff, baseando-se em crimes de responsabilidade. O deputado expressou o desejo de uma mudança de liderança, vislumbrando um futuro onde o atual presidente seja retirado do cargo. A discussão em torno dessas declarações continua a ganhar espaço no cenário político nacional.

Malafaia entra na luta contra a Reforma Tributária e promete pressionar políticos

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Segundo informações do Estadão, Malafaia tem a intenção de votar contra o projeto atualmente em tramitação na Câmara dos Deputados

Silas Malafaia, pastor da ADVEC, adotou uma estratégia de pressão sobre os deputados federais, com ênfase nos parlamentares evangélicos, em relação à votação da reforma tributária. Segundo informações do Estadão, Malafaia tem a intenção de votar contra o projeto atualmente em tramitação na Câmara dos Deputados.

A tática adotada pelo pastor inclui a exposição dos nomes dos deputados que apoiarem a reforma nas redes sociais. Esta abordagem tem como objetivo influenciar o voto dos parlamentares e mobilizar a opinião pública contra aqueles que se posicionarem a favor do texto da reforma.

Paralelamente, a ação de Malafaia tem gerado desconforto entre os membros da chamada “Bancada da Bíblia”. Isso ocorre devido ao fato de alguns desses parlamentares estarem ligados a emendas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o que coloca esses deputados em uma posição delicada diante da pressão exercida pelo líder religioso.

Sem “diálogo cabuloso”: Moro diz qual era a atitude do governo Bolsonaro com criminosos

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Sua declaração vem na esteira das notícias sobre a recepção de Luciane Barbosa Farias, conhecida como “dama do tráfico amazonense”, por parte de integrantes do atual Ministério da Justiça.

Em um pronunciamento nas redes sociais nesta segunda (13), o ex-ministro da Justiça e atual senador Sergio Moro fez uma crítica direta à atual gestão do Ministério da Justiça. Moro destacou a diferença em sua abordagem quando ministro, mencionando que, embora seu mandato também tenha incluído o recebimento de criminosos em Brasília, esses eram encaminhados diretamente para presídios federais. Sua declaração vem na esteira das notícias sobre a recepção de Luciane Barbosa Farias, conhecida como “dama do tráfico amazonense”, por parte de integrantes do atual Ministério da Justiça.

O caso ganhou notoriedade após relatos de que Luciane Barbosa, esposa de Clemilson dos Santos Farias, apelidado de Tio Patinhas e líder da facção criminosa Comando Vermelho no Amazonas, foi recebida por dois secretários do ministro Flávio Dino. Diante desses eventos, o deputado Kim Kataguiri (União-SP) solicitou o impeachment de Dino, que, por sua vez, afirmou não ter conhecimento prévio dos encontros. Além disso, o ministro pode enfrentar investigações por parte da Procuradoria Geral da República.

Esse cenário político-judiciário se desdobra em meio a debates acalorados sobre a conduta adequada e a ética no tratamento de criminosos por autoridades governamentais. A abordagem do Ministério da Justiça sob a gestão de Sergio Moro contrasta fortemente com as ações atuais, suscitando discussões sobre as diretrizes e políticas de segurança pública no país.

Nikolas Ferreira detona Felipe Neto

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O episódio começou quando Felipe Neto, conhecido por suas posições progressistas e apoio ao governo Lula, compartilhou em seu Instagram uma situação peculiar que vivenciou

Neste sábado (11), uma troca de farpas virtuais marcou as redes sociais, envolvendo o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o influenciador digital Felipe Neto. O episódio começou quando Felipe Neto, conhecido por suas posições progressistas e apoio ao governo Lula, compartilhou em seu Instagram uma situação peculiar que vivenciou, destacando a polarização política no Brasil. A narrativa do youtuber descreveu um incidente onde uma mãe impediu que seu filho tirasse uma foto com ele, citando divergências políticas.

Respondendo ao post, Nikolas Ferreira, parlamentar conhecido por suas posições conservadoras e crítico do lulismo, utilizou suas redes sociais para compartilhar a publicação de Neto, adotando um tom sarcástico. Em sua resposta, Ferreira expressou ironia ao comentar a atitude da mãe mencionada na história de Neto, dizendo: “Muito triste mesmo… a gente não conhecer essa mãe pra dar um abraço.”

Este incidente ilustra a contínua tensão política que permeia as redes sociais, refletindo a polarização no cenário político brasileiro. Felipe Neto, notório por suas críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro e apoio ao presidente Lula, frequentemente usa suas plataformas para expressar suas visões políticas. Por outro lado, Nikolas Ferreira, alinhado com o conservadorismo, frequentemente se posiciona contra as visões progressistas, como demonstrado em sua reação ao post de Neto. 

Governo Lula poderá sofrer graves consequências no Congresso após ataques do Enem ao Agro

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A prova, que é uma das principais ferramentas de avaliação para ingresso no ensino superior no Brasil, trouxe questões que foram consideradas por muitos como ataques ideológicos ao setor agrícola

Em resposta aos ataques do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no último domingo, relacionados ao setor do agronegócio, o Congresso Nacional pode dificultar as votações das pautas do governo. A prova, que é uma das principais ferramentas de avaliação para ingresso no ensino superior no Brasil, trouxe questões que foram consideradas por muitos como ataques ideológicos ao setor agrícola. O descontentamento gerado por essas questões levou a uma mobilização imediata dos parlamentares, culminando em uma ação decisiva no Congresso.

A bancada ruralista e conservadora, significativa em número, expressou forte repúdio às abordagens apresentadas no Enem. Um parlamentar, em particular, manifestou-se de forma veemente: “Jogar o agro contra o país é uma vergonha, um esculacho. Ao invés de valorizar e enaltecer, o governo faz, através do Enem, uma orientação ideológica contra o avanço do setor no Brasil.” A crítica não se limitou às palavras, evoluindo para uma ação concreta por parte dos deputados.

A situação, que se tornou um ponto crítico para o governo do presidente Lula, representado pelo ministro da Educação, Camilo Santana, promete intensificar os debates e as discussões na política nacional na próxima semana. O episódio marca um momento de tensão entre o governo e o setor agrícola, um dos pilares da economia brasileira, e sinaliza uma semana de debates acalorados no cenário político do país.

Penas mais duras para gestores públicos que fraudam dados contábeis

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Projeto busca estabelecer como crime a manipulação, adulteração ou fraude em informações contábeis, especialmente em empresas de capital aberto.

O deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança, líder da Frente Parlamentar pelo Livre Mercado (FPLM), apresentou um projeto de lei na quinta-feira (9). Este projeto busca estabelecer como crime a manipulação, adulteração ou fraude em informações contábeis, especialmente em empresas de capital aberto.

Principais Pontos do Projeto:

  • Criminalização de Fraudes Contábeis: O PL propõe tornar crime práticas irregulares de manipulação contábil.
  • Penalidades Incluem Prisão: Gestores infratores enfrentarão multas e penas de prisão de 2 a 5 anos.
  • Foco na Integridade do Sistema Financeiro: A medida visa proteger investidores e assegurar a confiabilidade das informações financeiras.

O deputado ressalta a importância desta legislação para a proteção dos investidores e a confiança no sistema financeiro do Brasil. A proposta vem em um momento crucial, em que a precisão das informações contábeis se mostra fundamental para a saúde e eficiência dos mercados financeiros, além de ser vital para a sustentabilidade da economia do país.

Repercussões e Próximos Passos:

  • Responsabilização em Três Esferas: Com a aprovação do PL, gestores que cometerem fraudes poderão ser punidos civil, administrativa e penalmente.
  • Expectativa de Maior Transparência no Mercado: A iniciativa é vista como um passo importante para garantir maior transparência e confiança no mercado financeiro brasileiro.

Partidos de esquerda: “E viva a luta do povo palestino”, diziam os militantes em audiência pública (vídeo)

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Nesta quarta-feira aconteceu audiência pública promovida por partidos de esquerda na comissão de Direitos Humanos

Por Tribuna 5

Deputada quer saber se Lula tem armas de fogo registradas

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A investigação proposta pela deputada federal busca verificar a existência de registro de armamento em nome de Lula no Sistema Nacional de Armas (Sinarm)

A parlamentar Daniela Reinehr (PL-SC), conhecida por suas posições alinhadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, apresentou um requerimento de informação ao Ministro da Justiça, Flávio Dino, buscando esclarecer se o atual chefe do Executivo, Luiz Inácio Lula da Silva, possui armas de fogo registradas. A ação ocorre em um contexto de debates intensificados sobre políticas armamentistas no país.

A investigação proposta pela deputada federal busca verificar a existência de registro de armamento em nome de Lula no Sistema Nacional de Armas (Sinarm), além de questionar se o presidente foi contemplado com armas durante este ou outros mandatos. O interesse de Daniela Reinehr se acentua diante das críticas do atual presidente às políticas de armas adotadas na gestão anterior.

Argentina: Milei chama Lula de “corrupto” e “comunista” e diz que não vai se encontrar com o petista

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Milei, que tem se posicionado firmemente contra Lula, acusou o líder brasileiro de financiar a campanha de seu oponente

Em uma  entrevista concedida a um jornalista peruano, Javier Milei, aspirante ao cargo máximo da Argentina, negou qualquer possibilidade de diálogo com o presidente brasileiro Lula, taxando-o de corrupto e comunista. Milei, que tem se posicionado firmemente contra Lula, acusou o líder brasileiro de financiar a campanha de seu oponente, embora não tenha apresentado evidências para tal acusação.

A resposta do governo brasileiro às declarações de Milei veio de um ministro, que afirmou que o Brasil optará por não reagir às provocações. Segundo ele, o propósito de Milei é arrastar o Brasil para um confronto e depois acusá-lo de interferir nas eleições argentinas. O ministro descreveu Milei como alguém que busca notoriedade por meio de declarações audaciosas e garantiu que Lula está disposto a se encontrar com quem quer que seja eleito na Argentina, fosse Sergio Massa ou o próprio Milei.

As tensões eleitorais na Argentina também se refletem em campanhas no país, com acusações de que Lula estaria envolvido no financiamento da campanha adversária. Enquanto isso, peças publicitárias em Buenos Aires comparavam as tarifas propostas pelos candidatos, o que Milei categorizou como parte de uma “campanha do medo”. Estas são as informações da coluna de Mônica Bergamo, da Folha, que também revelou a possibilidade dos assinantes compartilharem até cinco acessos diários a conteúdos exclusivos do jornal.

Seu senador votou a favor da PEC da reforma tributária? Veja a lista

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Ambas as rodadas de votação culminaram no mesmo resultado, com 53 votos a favor e 24 contrários

Em uma sessão marcada pela análise minuciosa da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma tributária, o Senado Federal brasileiro aprovou o texto-base em dois turnos de votação nesta quarta-feira. Ambas as rodadas de votação culminaram no mesmo resultado, com 53 votos a favor e 24 contrários, superando o mínimo de 49 votos necessários para aprovação de emendas constitucionais.

As mudanças introduzidas pelos senadores ao texto original da PEC, que agora retorna à Câmara dos Deputados para nova apreciação, incluem uma cláusula que proíbe o aumento da carga tributária e a revisão quinquenal das exceções fiscais. Estas últimas beneficiam uma variedade de setores e atividades que conquistaram vantagens tributárias, especialmente durante as negociações finais da proposta. Além disso, foi adicionada uma provisão que estabelece um mecanismo de cashback para impostos sobre a energia elétrica e o gás de cozinha para a população de baixa renda, bem como para produtos da cesta básica.

Vaja como cada senador votou:

Alan Rick (União Brasil – AC) votou Sim
Alessandro Vieira (MDB – SE) votou Sim
Ana Paula Lobato (PSB – MA) votou Sim
Angelo Coronel (PSD – BA) votou Sim
Astronauta Marcos Pontes (PL – SP) votou Não
Augusta Brito (PT – CE) votou Sim
Beto Faro (PT – PA) votou Sim
Carlos Portinho (PL – RJ) votou Não
Carlos Viana (Podemos – MG) votou Sim
Chico Rodrigues (PSB – RR) votou Sim
Cid Gomes (PDT – CE) não compareceu
Ciro Nogueira (PP – PI) votou Sim
Cleitinho (Republicanos – MG) votou Não
Confúcio Moura (MDB – RO) votou Sim
Damares Alves (Republicanos – DF) votou Não
Daniella Ribeiro (PSD – PB) votou Sim
Davi Alcolumbre (União Brasil – AP) votou Sim
Dr. Hiran (PP – RR) votou Não
Eduardo Braga (MDB – AM) votou Sim
Eduardo Girão (Novo – CE) votou Não
Eduardo Gomes (PL – TO) votou Sim
Efraim Filho (União Brasil – PB) votou Sim
Eliziane Gama (PSD – MA) votou Sim
Esperidião Amin (PP – SC) votou Não
Fabiano Contarato (PT – ES) votou Sim
Fernando Dueire (MDB – PE) votou Sim
Fernando Farias (MDB – AL) votou Sim
Flávio Arns (PSB – PR) votou Sim
Flávio Bolsonaro (PL – RJ) votou Não
Giordano (MDB – SP) votou Sim
Hamilton Mourão (Republicanos – RS) votou Não
Humberto Costa (PT – PE) votou Sim
Irajá (PSD – TO) não compareceu
Ivete da Silveira (MDB – SC) votou Sim
Izalci Lucas (PSDB – DF) votou Não
Jader Barbalho (MDB – PA) votou Sim
Jaime Bagattoli (PL – RO) votou Não
Jaques Wagner (PT – BA) votou Sim
Jayme Campos (União Brasil – MT) votou Sim
Jorge Kajuru (PSB – GO) votou Sim
Jorge Seif (PL – SC) votou Não
Jussara Lima (PSD – PI) votou Sim
Laércio Oliveira (PP – SE) votou Sim
Leila Barros (PDT – DF) votou Sim
Lucas Barreto (PSD – AP) votou Sim
Luis Carlos Heinze (PP – RS) votou Não
Magno Malta (PL – ES) votou Não
Mara Gabrilli (PSD – SP) votou Sim
Marcelo Castro (MDB – PI) votou Sim
Marcio Bittar (União Brasil – AC) votou Sim
Marcos do Val (Podemos – ES) votou Não
Marcos Rogério (PL – RO) não votou (art. 13)
Margareth Buzetti (PSD – MT) votou Sim
Mecias de Jesus (Republicanos – RR) votou Não
Nelsinho Trad (PSD – MS) votou Sim
Omar Aziz (PSD – AM) votou Sim
Oriovisto Guimarães (Podemos – PR) votou Não
Otto Alencar (PSD – BA) votou Sim
Paulo Paim (PT – RS) votou Sim
Plínio Valério (PSDB – AM) votou Sim
Professora Dorinha Seabra (União Brasil – TO) votou Sim
Randolfe Rodrigues (Sem Partido – AP) votou Sim
Renan Calheiros (MDB – AL) votou Sim
Rodrigo Cunha (Podemos – AL) votou Sim
Rodrigo Pacheco (PSD – MG) estava na presidência (art. 51 RISF) e não votou