Caiado reverte inelegibilidade, mas continua com chance quase zero de vitória em 2026

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Caiado reverte inelegibilidade, mas continua com chance quase zero de vitória em 2026

A ação foi rejeitada por sete votos a zero, acompanhando parecer do Ministério Público Eleitoral, que não viu abuso de poder político nos atos questionados.

Pablo Carvalho

Por: Pablo Carvalho

09/04/2025 às 09h47

Caiado reverte inelegibilidade, mas continua com chance quase zero de vitória em 2026

O Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) derrubou por unanimidade, nesta terça-feira (8/4), a pena de inelegibilidade do governador Ronaldo Caiado (UB), afastando a acusação de abuso de poder político nas eleições municipais de 2024. A decisão também anulou a cassação da chapa de Sandro Mabel e Cláudia Lira em Goiânia, mantendo os mandatos e encerrando a disputa jurídica iniciada pelo PL.

Apesar de elegível, Caiado enfrenta grandes obstáculos para se firmar como nome competitivo da direita em 2026. Fora da polarização entre Lula e Bolsonaro, o governador de Goiás tem dificuldade para crescer nacionalmente e consolidar apoio popular. Mesmo com discurso de gestor equilibrado, é visto como figura secundária no cenário eleitoral majoritário.

A direita tem nomes com maior densidade eleitoral e apelo junto à base conservadora, como o ex-presidente Jair Bolsonaro e sua esposa, Michelle Bolsonaro. Ambos têm recall nacional e forte engajamento nas redes sociais, o que torna remota a chance de Caiado chegar ao segundo turno em uma eventual candidatura presidencial.

Caiado comemorou a decisão do TRE-GO com discurso de confiança na Justiça. Já o prefeito Sandro Mabel reafirmou seu compromisso com Goiânia e disse que seguirá honrando os 353 mil votos recebidos. A ação foi rejeitada por sete votos a zero, acompanhando parecer do Ministério Público Eleitoral, que não viu abuso de poder político nos atos questionados.

Denunciado por corrupção, ex-ministro de Lula pode assumir liderança do União Brasil na Câmara

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Mesmo denunciado por desvio de emendas parlamentares, o ex-ministro das Comunicações, Juscelino Filho (União-MA), pode assumir a liderança do União Brasil na Câmara dos Deputados. A articulação, conduzida por integrantes da cúpula do partido, é vista como sinal de apoio após sua exoneração, publicada na terça-feira (9) no Diário Oficial da União.

Juscelino deixou o ministério após a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentar denúncia por corrupção e lavagem de dinheiro. Com a saída da Esplanada, ele retorna ao mandato de deputado federal. A ideia de colocá-lo como líder da bancada funcionaria como reação política à acusação, considerada por aliados uma tentativa de criminalizar as emendas.

O atual líder do União Brasil na Câmara, Pedro Lucas Fernandes (MA), foi indicado pelo partido para o lugar de Juscelino no ministério. No entanto, a nomeação ainda não foi oficializada. A expectativa é que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anuncie o novo titular da pasta até sexta-feira (11), após viagem a Honduras.

O bizarro ensaio fotográfico de Alexandre de Moraes no dia do julgamento de Bolsonaro

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Enquanto o Supremo Tribunal Federal julgava se recebia a denúncia contra Jair Bolsonaro pela suposta tentativa de golpe, o ministro Alexandre de Moraes posava para um ensaio fotográfico no próprio gabinete. As imagens foram publicadas em uma reportagem internacional.

O fotógrafo Fábio Setti relatou em seu Instagram os bastidores da sessão. Ele descreveu Moraes como uma figura “de importância ímpar” no cenário político e afirmou que o clima estava leve, mesmo no contexto de um julgamento de grande repercussão nacional e internacional.

Segundo Setti, a sessão aconteceu no período da manhã, antes da retomada do julgamento. Moraes teria recebido a equipe com bom humor: “Só não faço foto cruzando os bracinhos e olhando pra janela”, brincou o ministro.

O gabinete, conforme descrito pelo fotógrafo, exibe uma camisa do Corinthians autografada logo na entrada. O ministro, torcedor declarado do clube, também mostrou imagens religiosas e uma biblioteca com livros que afirmou ter lido “quase todos”.

Jornalista faz cara de espanto ao comentar rejeição crescente de Lula

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A jornalista Ana Flor, da GloboNews, teve uma reação de espanto ao vivo nesta quinta-feira (4) ao comentar dados que revelam a piora na percepção dos brasileiros sobre a economia no governo Lula 3. “É algo muito preocupante para o governo”, afirmou, em tom visivelmente apreensivo.

Segundo Ana, pela primeira vez neste mandato, a maioria da população afirma que a situação econômica do país piorou. O levantamento citado mostra que 55% dos entrevistados percebem piora, enquanto apenas 21% dizem que houve melhora e 23% acreditam que tudo continua igual.

A jornalista chegou a repetir a informação com ênfase, como se tentasse assimilar o impacto: “Pela primeira vez, tem mais gente dizendo que a economia piorou do que gente dizendo que melhorou.” Em seguida, reconheceu a dificuldade do governo em fazer o brasileiro sentir no bolso os efeitos das medidas anunciadas.

Na tentativa de suavizar o cenário, Ana Flor mencionou o crédito consignado com o FGTS, o adiantamento do 13º salário de aposentados e a queda de preços nos alimentos e combustíveis. No entanto, admitiu que grande parte da população, especialmente os 40 milhões de trabalhadores informais, não é beneficiada por essas políticas.

A jornalista alertou para o risco político da deterioração da imagem econômica do governo: “É uma péssima notícia para um governo que quer tentar a reeleição já no ano que vem.”

Desespero: Moraes ameaça prender Filipe Martins na véspera de depoimento nos EUA

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Na véspera de prestar depoimento às autoridades americanas, marcado para terça-feira (9), Filipe Martins foi alvo de uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou multa de R$ 20 mil e ameaçou prisão, exigindo explicações em até 24 horas.

O motivo da reação judicial é um vídeo mudo, publicado em outubro de 2023 no perfil do advogado de Martins, o ex-desembargador Sebastião Coelho. A gravação, silenciosa e sem qualquer declaração, mostra a presença de Filipe ao lado de seu defensor em um ambiente fechado.

Apesar de estar há mais de seis meses disponível na internet sem qualquer repercussão judicial, o vídeo voltou à tona justamente no momento em que Martins se prepara para depor fora do alcance direto do STF. A coincidência levanta suspeitas sobre o timing da medida e seus reais objetivos.

A decisão de Moraes é vista por juristas como desproporcional e sem amparo legal claro. Martins não fala no vídeo, tampouco descumpre qualquer ordem explícita de silêncio. Mesmo assim, o STF trata o caso como possível quebra de medida cautelar.

Sebastião Coelho, advogado de Martins, classificou a reação como “abuso de autoridade” e alertou para os riscos de se criminalizar uma simples aparição em vídeo. “Estamos diante de um precedente perigosíssimo. A pessoa está sendo punida por existir”, afirmou.

Para analistas, o caso escancara uma escalada no controle narrativo exercido pelo Judiciário, especialmente diante de vozes dissonantes. Martins é ex-assessor internacional da Presidência da República do governo Bolsonaro e crítico declarado da atuação do STF em temas sensíveis.

A ofensiva ocorre no momento em que Martins pretende levar informações aos EUA que, segundo aliados, podem comprometer integrantes do Judiciário brasileiro.

A liberdade de expressão e o devido processo legal são pilares de qualquer democracia funcional. Quando um cidadão é ameaçado por simplesmente aparecer em um vídeo mudo, o país entra em terreno perigoso — onde a censura não apenas vigia, mas antecipa e pune.

Organizações de direitos civis alertam para o risco de se estabelecer uma lógica de “repressão preventiva” no Brasil, com semelhanças preocupantes com modelos autoritários como o chinês, onde o Estado define quem pode falar, aparecer ou sequer existir no debate público.

PF na cola da Família de Davi Alcolumbre

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Familiares do senador Davi Alcolumbre (União-AP) são alvo de denúncias por envolvimento em desmatamento ilegal na Amazônia Legal, segundo revelou o portal UOL. Empresas ligadas à família, como a Agro Alegria e a Agropecuária Lago Novo, registraram cerca de 4,4 mil hectares no Cadastro Ambiental Rural (CAR), etapa usada em tentativas de regularizar terras públicas ocupadas de forma irregular no Amapá.

A Agro Alegria, do tio do senador, Pierre Alcolumbre, recebeu multa do Ibama em 2022 por desmatar 81 hectares em área protegida. A empresa contestou a infração, mas fez acordo para doar R$ 42,5 mil ao órgão ambiental. Já Érica Souza Rossi, responsável pelo registro das áreas no CAR, é investigada pelo Ministério Público Federal por integrar uma organização que atuava na grilagem e corrupção de servidores do Incra.

Durante seu mandato como presidente do Senado em 2019, Alcolumbre assinou decreto que flexibilizou a regularização de terras griladas, medida que beneficiaria indiretamente propriedades da própria família. Em paralelo, no governo Bolsonaro, ele pressionou pela transferência de terras da União ao estado do Amapá, enquanto a família ampliava suas atividades agrícolas e pecuárias em áreas públicas.

Em 2023, o Ministério da Integração aprovou um convênio de R$ 8,6 milhões com a Prefeitura de Santana (AP) para pavimentar uma estrada ligando fazendas dos Alcolumbre, obra ainda não iniciada. O caso envolve ainda a gleba Matapi Curiaú Vila Nova, com 99 mil hectares de terras públicas, onde há suspeitas de pressões políticas para facilitar a regularização de áreas ocupadas de forma ilegal.

“Foi uma tentativa de asfixia”: Cristina Graeml relata bastidores das Eleições de 2024

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A jornalista curitibana Cristina Graeml participou do programa Pânico, da Jovem Pan, nesta segunda-feira (7), e compartilhou bastidores de sua entrada na política, os obstáculos enfrentados na eleição municipal em Curitiba e seus planos como pré-candidata ao Senado pelo Podemos.

Durante a entrevista, Cristina criticou o sistema eleitoral brasileiro, que, segundo ela, dificulta a entrada de candidatos fora do chamado “sistema”. Ela relatou ter sido alvo de multas por irregularidades mínimas, como o tamanho do nome do vice nos santinhos, e lembrou o bloqueio de sua principal rede social no início da campanha.

Cristina também denunciou ter sido vetada de debates, mesmo após a confirmação da candidatura, enquanto adversários de partidos igualmente pequenos foram liberados. Segundo ela, houve um processo deliberado de invisibilização de sua candidatura por parte da mídia e de estruturas partidárias locais.

“Foi uma tentativa de asfixia”, afirmou, destacando que, mesmo sem tempo de TV, fundo eleitoral ou estrutura profissional, alcançou o segundo turno em Curitiba com quase 400 mil votos. “O eleitor descobria que eu era candidata só no dia da eleição”, relatou.

Após a eleição, Cristina disse que recebeu convites de vários partidos, mas escolheu o Podemos por garantir sua vaga ao Senado. Ela foi lançada nacionalmente pela deputada Renata Abreu, presidente da sigla, em um evento em Brasília.

Cristina também comentou sua motivação para continuar na política: “As pessoas me dizem: você é a nossa voz. Não posso ignorar isso.” Ela contou que seu plano de governo foi construído com 200 voluntários e que a campanha foi mantida com doações e trabalho coletivo.

Sobre a manifestação ocorrida no domingo (6) na Avenida Paulista, a jornalista destacou a presença popular e a união de governadores e parlamentares da direita. Para ela, o movimento revelou uma nova configuração da oposição, com articulação nacional e forte apoio popular.

A jornalista ainda anunciou que está escrevendo um livro sobre sua experiência eleitoral, com denúncias sobre os bastidores das campanhas e o funcionamento real do sistema político brasileiro. “É uma questão de honra publicar esse livro ainda neste ano”, declarou.

Cristina segue como colunista da Gazeta do Povo, da Revista Oeste e da rádio AuriVerde Brasil, e mantém forte presença nas redes sociais, onde conta com mais de 670 mil seguidores. Ao fim do programa, ela foi ovacionada pelo público presente no estúdio.

A pré-candidatura de Cristina ao Senado promete ser uma das apostas da direita no Paraná para 2026, com discurso combativo, foco na transparência e crítica aberta ao que ela chama de “estrutura fechada” da política tradicional.

Suprema Corte autoriza Trump a deportar venezuelanos acusados de crimes

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A Suprema Corte dos Estados Unidos autorizou na segunda-feira (7) o governo do presidente Donald Trump a retomar a deportação imediata de venezuelanos, incluindo supostos membros da gangue Tren de Aragua. Por 5 votos a 4, os juízes restabeleceram o uso da Lei de Inimigos Estrangeiros, de 1798, anulando decisão de instância inferior que havia barrado a medida.

A lei, criada no século 18 e usada apenas em três guerras passadas, foi invocada por Trump para remover migrantes considerados ameaça à segurança nacional. A decisão foi celebrada por membros do governo como uma vitória contra o crime. A secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, afirmou que “é um dia ruim para terroristas nos EUA”.

O caso ganhou atenção após o juiz James Boasberg, de Washington, suspender a aplicação da lei por 14 dias. Apesar da ordem, ao menos 261 migrantes foram deportados, e Boasberg investiga se houve descumprimento deliberado por parte do governo. A Procuradoria alega razões de segurança para não divulgar informações sobre os voos.

Durante audiência em 3 de abril, o juiz questionou o motivo da recusa em fornecer os dados, mesmo após diversas ordens judiciais. Agora, Boasberg avalia se deve responsabilizar funcionários da administração Trump por desacato. Uma nova audiência está marcada para segunda-feira (8), quando o tema voltará a ser analisado.

Trump, por sua vez, comemorou a decisão em sua rede social, dizendo que a Suprema Corte confirmou o Estado de Direito ao permitir que o presidente proteja o país. A medida marca um avanço significativo na agenda migratória de seu novo mandato, com foco em segurança e deportações rápidas de estrangeiros ligados ao crime.

Kamala Harris tinha plano sigiloso para eventual morte de Joe Biden no cargo

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Ele considerava que a escolha de um juiz conservador para formalizar o juramento poderia ser decisiva para validar a posse

Um ex-diretor de comunicações da então vice-presidente dos EUA, Kamala Harris, elaborou uma estratégia para empossá-la rapidamente como presidente caso Joe Biden morresse subitamente, segundo o livro Fight: Inside the Wildest Battle for the White House, lançado terça-feira (1º) pela William Morrow and Company.

O autor do plano seria Jamal Simmons, que atuava na Casa Branca até janeiro de 2023. De acordo com os jornalistas Jonathan Allen (NBC News) e Amie Parnes (The Hill), Simmons montou uma lista de juízes federais nomeados por republicanos — mas não por Donald Trump — que poderiam reforçar a legitimidade de Harris no cargo.

Simmons temia uma reação hostil da base trumpista à ascensão de Harris à presidência, num cenário similar ao de Lyndon B. Johnson, que assumiu após o assassinato de John F. Kennedy em 1963. Ele considerava que a escolha de um juiz conservador para formalizar o juramento poderia ser decisiva para validar a posse.

A planilha com nomes de juízes teria sido repassada a outro funcionário antes da saída de Simmons da equipe, em janeiro de 2023. O conteúdo exato do documento não foi revelado.

Fight ainda relata tensões entre a equipe de Biden e a campanha de Harris. Segundo os autores, Barack Obama teria se mostrado relutante em apoiar Harris para 2024, duvidando da força eleitoral dela e da capacidade de Biden de enfrentar Donald Trump.

Kamala Harris, que hoje integra o casting da CAA Speakers, ainda não se pronunciou sobre o conteúdo do livro. A agência que a representa também não respondeu à imprensa norte-americana até a publicação da matéria.

A obra descreve os bastidores da derrota democrata e da recondução de Trump à Casa Branca em 2024, após entrevistas com mais de 150 fontes ligadas ao alto escalão da política nos Estados Unidos.

Nikolas Ferreira quer explicações de Camilo Santana sobre ocultação de dados do Saeb

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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) protocolou, na quinta-feira (4), requerimento que convoca o ministro da Educação, Camilo Santana, a prestar esclarecimentos à Câmara sobre a decisão do MEC de não divulgar os microdados da avaliação do Saeb para o 2º ano do ensino fundamental em 2023.

A convocação será feita em comissão conjunta entre a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle e a Comissão de Educação. Para o parlamentar, a omissão dos dados fere os princípios da transparência e da publicidade e compromete o diagnóstico das políticas de alfabetização no país.

A denúncia foi revelada por reportagem da Folha de S.Paulo, que apontou que o governo Lula pretende engavetar os dados de alfabetização de crianças avaliadas no ciclo mais crítico da educação básica. Segundo Nikolas, trata-se de uma “decisão pouco republicana” que “mascara falhas do governo”.

O Saeb é a principal avaliação da qualidade da educação básica. Segundo o requerimento, deixar de divulgar os resultados do 2º ano compromete o acompanhamento do aprendizado de leitura, escrita e matemática, fundamentais para o desenvolvimento escolar posterior.

Nikolas argumenta que a sociedade tem direito de acesso aos dados produzidos com recursos públicos, e questiona quem vai ressarcir o erário, caso a não divulgação represente perda de patrimônio público. Ele cobra a apresentação dos estudos técnicos que embasaram a medida.

O deputado ainda recorda que o atual governo abandonou um programa de alfabetização baseado em evidências e com bons resultados, reconhecidos pelo próprio Manuel Palacios, atual presidente do Inep. Para ele, esconder os dados pode ser uma tentativa de encobrir fracassos da atual gestão.