Nikolas convoca para protestos contra indicação de Flávio Dino ao STF

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A campanha de Ferreira, que começou no X, antigo Twitter, na quarta-feira (29), tem como objetivo influenciar a decisão do Senado, onde Flávio Dino será sabatinado para confirmar sua nomeação ao STF

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), iniciou uma mobilização contra a nomeação de Flávio Dino para o Supremo Tribunal Federal (STF). O protesto, anunciado através das redes sociais do parlamentar, está marcado para 10 de dezembro, às 10h, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Ferreira, em suas postagens, criticou a escolha de Dino, atual ministro da Justiça, nomeado pelo presidente Lula (PT) para ocupar a vaga deixada pela ministra Rosa Weber no STF.

A campanha de Ferreira, que começou no X, antigo Twitter, na quarta-feira (29), tem como objetivo influenciar a decisão do Senado, onde Flávio Dino será sabatinado para confirmar sua nomeação ao STF. O deputado manifestou preocupações sobre a imparcialidade e o perfil político de Dino, alegando que sua aprovação poderia ser prejudicial. Além disso, Ferreira fez um apelo aos eleitores para que fiscalizem e estejam cientes dos votos de cada senador durante a sabatina.

O ato convocado por Nikolas Ferreira faz parte de um esforço mais amplo para “resgatar a Justiça”, conforme descrito pelo deputado. As postagens e ações do parlamentar refletem uma crescente tensão política em torno das nomeações ao STF e o papel da Suprema Corte no cenário político brasileiro. O protesto visa mobilizar a opinião pública e pressionar o Senado a considerar cuidadosamente a nomeação de Dino.

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Por Tribuna 5/ You Tube

Acusado de rachadinha e assédio, Janones queria ser o candidato de Lula à presidência em 2026

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Aliados próximos de Janones revelaram que o deputado, antes de se tornar foco das investigações da PGR, nutria a ambição de suceder Lula na Presidência.

André Janones, deputado filiado ao Avante, enfrenta um grande revés em seus planos políticos após se tornar alvo da Procuradoria-Geral da República (PGR). Investigado por suspeita de rachadinha e assédio moral, Janones tinha aspirações de concorrer à Presidência em 2026, esperando apoio do atual presidente Lula. Seus sonhos de renovação e liderança na esquerda política agora parecem distantes, com a PGR pedindo ao STF a abertura de inquérito contra ele.

Aliados próximos de Janones revelaram que o deputado, antes de se tornar foco das investigações da PGR, nutria a ambição de suceder Lula na Presidência. Com 78 anos, Lula era visto por Janones como um mentor que poderia apoiá-lo em um movimento de renovação política. Janones, conhecido por sua linguagem popular e perfil jovem, via-se como uma figura emergente capaz de preencher um vazio na esquerda brasileira.

A trajetória política de Janones já indicava seus planos presidenciais. Em 2022, ele cogitou concorrer ao Planalto, mas recuou para apoiar Lula, assumindo um papel central na coordenação das redes sociais da campanha presidencial. Após a eleição, Janones buscou um cargo mais influente, almejando a Secretaria de Comunicação Social. Contudo, resistências dentro do PT, devido ao seu estilo agressivo de campanha, impediram sua nomeação.

Hoje, a situação de Janones é delicada. Com a PGR investigando as acusações de rachadinha e um pedido de cassação em análise pelo Conselho de Ética da Câmara, feito pelo PL, seu futuro político está incerto. O ano de 2023, que começou com aspirações presidenciais, pode terminar com Janones lutando para manter seu mandato. As acusações e investigações marcam uma queda dramática para o deputado, que via em 2026 a oportunidade de ascender ao cargo mais alto da política brasileira.

Mandatos no STF e fim da reeleição no Executivo serão votados em 2024

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Em entrevista coletiva na segunda (27), Pacheco anunciou temas que devem entrar na pauta do Legislativo em 2024 - Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

O fim da reeleição no Executivo e a transformação dos cargos de ministros do Supremo Tribunal Federal em mandatos temporários estarão na pauta do P…

O fim da reeleição no Executivo e a transformação dos cargos de ministros do Supremo Tribunal Federal em mandatos temporários estarão na pauta do Poder Legislativo em 2024. O presidente do Senado e do Congresso, Rodrigo Pacheco, já mencionou que pautará as propostas para votação no ano que vem. As mudanças são apoiadas por vários senadores. Os senadores Plínio Valério (PSDB-AM), Flávio Arns (PSB-PR) e Angelo Coronel (PSD-BA) têm propostas semelhantes que estão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), mas ainda não tiveram a relatoria indicada.

— Essa proposta de emenda à Constituição ainda está na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Nós vamos dar a cadência devida na CCJ, mas este ano ainda não vai ser possível. Mas eu quero crer que, no começo do ano que vem, a gente possa evoluir nessa proposta de emenda à Constituição, assim como na proposta de emenda à Constituição do fim da reeleição no Brasil. São dois temas muito apropriados para o início do ano que vem — afirmou Rodrigo Pacheco em entrevista à repórter Paula Groba, enviada especial para a COP 28 em Dubai.

Em entrevistas àAgência Senado, os três autores apoiaram a decisão do presidente.

— Senador Pacheco demonstra as mesmas preocupações que diversos membros do Congresso. É preciso enfrentar essa discussão e o Congresso Nacional decidir essas eventuais adequações. O importante é vermos que essa discussão é muito necessária neste momento, a fim de evitarmos termos cortes jurídicas com atuação ou tendências políticas que rivalizem com os representantes eleitos pelo povo — disse Angelo Coronel.

Ele é autor da PEC 77/2019 , que limita o mandato de ministros do STF a oito anos, permitida uma recondução, e aumenta para 55 anos a idade mínima para compor a Suprema Corte.

— A principal motivação é assegurar o equilíbrio entre os Poderes. É preciso preservar o Poder Judiciário e evitar todo tipo de perpetuação de poder. Determinar mandatos para alta cúpula do Judiciário é uma forma de evitar que um Poder da República fique refém dos mandatos de seus membros. Assim como no Legislativo e no Executivo, é preciso que o Judiciário tenha essa renovação nos cargos principais — defende.

A proposta altera a escolha dos ministros, que passariam a ser indicados também pela Câmara e pelo Senado. O objetivo principal é descentralizar as indicações, segundo o autor. Dos 11 ministros, 3 seriam eleitos pelo Senado e 3 pela Câmara; os demais continuariam sendo indicados pelo presidente da República. Todos os indicados teriam que ser escolhidos dentre os “ministros de tribunais superiores, desembargadores ou juízes de tribunais”. Senado e Câmara também elegeriam parte do Superior Tribunal de Justiça (STJ), do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Superior Tribunal Militar (STM). Caso aprovada, a escolhados próximos seis ministros do Supremo será feita primeiro pela Câmara e pelo Senado, alternadamente. Depois disso, as demais indicações serão feitas pelo órgão (Câmara, Senado ou Presidência da República) que indicou o ministro cujo cargo ficou vago.

Já Plínio Valério é autor da PEC 16/2019 , que estabelece mandato fixo de oito anos para ministros do Supremo e aumenta a idade mínima para nomeação de 35 para 45 anos. O senador sublinha que as novas regras só valeriam para futuras indicações feitas após a publicação da emenda constitucional.

— Hoje alguns pensam que o prédio do Supremo é o Olimpo, mas não é. Alguém tem que ter poder para colocar um freio nisso e esse poder chama-se Senado Federal. Nós fazemos as leis, o Congresso. Quem pode aprimorar, quem pode trabalhar, modificar ou fazer nova lei, somos nós. Não são eles. Nós temos que assumir o nosso papel e o Rodrigo acertou muito bem, está tendo o apoio total nosso aqui, pra gente continuar fazendo coisas dentro da lei, pela lei. Eu acho que essa PEC vai tramitar legal — afirmou Plínio Valério.

A PEC 16/2019 também fixa prazos para o presidente fazer suas indicações para o STF e para o Senado analisá-las. O presidente da República teria de indicar ao Senado o nome de um novo membro do STF em até um mês do surgimento da vaga no tribunal. O Senado teria, então, até 120 dias para analisar a indicação.

Se o nome for aprovado pelo Senado (por maioria absoluta), o presidente da República terá dez dias para proceder à nomeação do novo ministro. Caso nada faça, será considerado que o presidente deu anuência tácita à nomeação. Esses prazos não existem hoje.

— O Senado representa o Brasil. E eles foram empoderados como juiz de um Supremo Tribunal Federal e alguns deles se julgam semideuses. Por causa dessa longevidade. Ele entra aos 40, 45, 50 e só sai com 75, quando então já tem casa em Nova York, casa em Portugal e não vão mais dar satisfação porque vão morar fora. Com oito anos [de mandato], ele vai ser bom, ser justo, não vai sucumbir aos encantos do poder — acrescentou Plínio Valério.

Ele antecipou que a relatoria das mudanças no STF deve ficar com a senadora Tereza Cristina (PP-MS). Na avaliação de Plínio Valério, o texto final deve acabar propondo um mandato fixo de 10 ou 12 anos e uma idade mínima de 45 anos. Plínio Valério disse que as PECs deverão ser apensadas e tramitarão em conjunto, cabendo ao futuro relator condensar as propostas e as emendas apresentadas em um texto substitutivo.

Na segunda-feira (27), Rodrigo Pacheco afirmou que a criação de um mandato temporário fixo para ministros do STF e a elevação da idade mínima para ingresso podem “ser uma sistemática muito positiva para o Brasil”. Ele disse que o Supremo não pode se tornar a última instância da discussão política no Congresso Nacional.

Por sua vez, a PEC 51/2023 , de Flávio Arns, estabelece mandato de 15 anos para o cargo de ministro do STF e fixa em 50 anos a idade mínima para a nomeação. A proposta estabelece também uma quarentena para impedir que sejam nomeados para o STF quem houver exercido nos três anos anteriores, por qualquer período, um dos seguintes cargos: procurador-geral da República, defensor público-geral Federal, ministro de Estado ou titular de órgão diretamente subordinado à Presidência da República, ou, ainda, dirigente de entidade da administração pública federal indireta. Aguarda indicação de relator na CCJ.

— Uma questão estatal fundamental jamais foi objeto de reforma constitucional: as regras de seleção dos ministros do STF e a duração de seus cargos. Essa questão é crucial porque, além de determinar o grau de legitimidade, independência e imparcialidade que os membros da cúpula do Judiciário ostentarão, ela também diz respeito ao tipo de jurisdição constitucional que desejamos ter em relação à nossa própria identidade nacional — argumenta Arns.

O senador diz querer “um novo modelo de jurisdição constitucional”.

— As nossas leis e regras jurídicas mudam de modo cada vez mais acelerado, para acompanhar o ritmo crescente da globalização, inovação tecnológica e diversificação cultural. Nada mais coerente e razoável que a forma de escolha dos nossos guardiões da Constituição, bem como a frequência com que a Corte se renova, sejam adequadas à realidade sociopolítica brasileira, bem como adaptáveis às suas constantes mudanças — acrescenta.

Arns afirma também que o debate sobre a forma de mandato e de escolha dos membros do STF vem sendo feito pelos congressistas há mais de uma década.

— Todas as instituições estatais estão sujeitas a atualizações e aprimoramentos normativos, inclusive o Congresso Nacional, que já sofreu tantas mudanças desde a primeira Constituição republicana do Brasil — diz.

A última instância

O STF completou 215 anos em 2023, pois teve como embrião a Casa da Suplicação do Brasil, que tinha 23 membros, primeiro órgão judiciário independente do país, criado em 10 de maio de 1808, para exercer o ofício de instância final de apelação nos processos iniciados no território da então colônia — ou seja, os processos podiam ser encerrados no Brasil, sem mais a necessidade de manifestação da Casa de Suplicação de Lisboa.

Após a Proclamação da Independência (7 de setembro de 1822), a Constituição de 1824 transforma o órgão em Supremo Tribunal de Justiça, integrado por 17 juízes, que só foi instalado em 1829 e durou até 1891.

Passou a se chamar Supremo Tribunal Federal entre 1890/91. Na Constituição de 1891, o STF era composto por 15 juízes,nomeados pelo presidente da República com posterior aprovação do Senado. Em 1931 o número de ministros foi reduzido para 11.Do início da República (15 de novembro de 1889) até 1933, o cargo era vitalício. A Constituição de 1934 estabeleceu aposentadoria compulsória aos 75 anos para todos os servidores públicos, limite que foi diminuído para 68 anos na Constituição de 1937 .

Com a Constituição de 1946 , a aposentadoria compulsória é estabelecida em 70 anos, limite que vigorou até 2015, com a aprovação da chamada PEC da Bengala , transformada na Emenda Constitucional 88 , que aumentou para 75 anos a idade da aposentadoria compulsória.

A aposentadoria compulsória permaneceu em 70 anos de idade durante toda a ditadura militar iniciada em 1964, mas o Ato Institucional 2/1965 , aumentou o número de ministros para 16 e o Ato Institucional 6/1969 , restabeleceu o número de 11 ministros.

Com a retomada democrática, a composição com 11 magistrados foi mantida e a Constituição de 1988 reforçou a competência do Supremo como guardião da Constituição.

Reeleição não

Outra proposta que voltará à tona em 2024 é a extinção da reeleição para presidente, governador e prefeito. A medida já foi tema de dezenas de PECs desde o começo do século, mas nenhuma prosperou. Atualmente há a PEC 12/2022 , do senador Jorge Kajuru (PSB-GO), que também está na CCJ aguardando relatoria. O texto ainda aumenta de quatro para cinco anos o tempo de mandato para quem ocupar esses cargos a partir de 2026.

O instituto da reeleição já dura desde 1997 ( Emenda Constitucional 16 ). Entre 1891 e 1996 não havia essa possibilidade. A PEC foi proposta no segundo mês do governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, em 1994 , que se beneficiaria da mudança para obter um segundo mandato a partir de 1998. Os dois presidentes seguintes, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, também conseguiram se reeleger; Jair Bolsonaro não. Vice-presidente de Dilma, Michel Temer nunca se candidatou à Presidência, cumpriu parte do mandato de Dilma após o impeachment, mas não tentou manter-se no cargo.

Na Câmara dos Deputados, também há dezenas de propostas que tratam de reeleição, do STF e assuntos correlatos, como a PEC 262/2008 , que tem outras 27 PECs apensadas à ela. A proposta muda as regras de preenchimento de vagas nos tribunais superiores, mas há matérias apensadas que propõem o fim da reeleição para o Executivo e o mandato de sete, oito ou dez anos para ministros do Supremo, entre outros.

PEC 376/2009 , outra em tramitação naquela Casa, unifica as datas de eleição de todos os mandatos eletivos e acaba com a reeleição no Executivo. Ela tem mais dez PECs apensadas, como a que reduz de oito para quatro anos a duração do mandato de senadores; a que limita reeleições no Poder Legislativo; e a que extingue a figura dos suplentes de senadores. Ambas aguardam votação na CCJC da Câmara.

Com produção de Débora Brito

Decisão do STF afronta liberdade de imprensa e visa calar críticos, revela senador

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Girão disse que a tese também favorece condutas abusivas por parte de autoridades públicas em todos os níveis e esferas de poder.

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) classificou como gravíssima a tese aprovada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira (29). A corte decidiu que veículos de comunicação podem ser responsabilizados civilmente por declarações feitas por entrevistados em reportagens jornalísticas. Em pronunciamento nesta sexta-feira (1), o parlamentar afirmou que os STF infligiu “mais um duro golpe contra a liberdade de expressão”. Para o parlamentar, a medida serve para calar pessoas com pensamentos conservadores, já que a tese intimida veículos independentes e críticos:

— Onde já se viu isso no planeta? Este país está mesmo completamente de cabeça para baixo! Os donos do poder, com medo de críticas a eles, tomam uma decisão dessa! Sabe o que vai acontecer? Simplesmente, não vão chamar mais, absolutamente, não vão chamar pessoas, políticos, outros cidadãos da sociedade que são críticos do sistema, que discordam, por exemplo, do que o STF está fazendo, jogando o Brasil em uma insegurança jurídica jamais vista na história desta nação!

Para o senador, a medida impõe duas consequências diretas muito negativas à sociedade. Além do ataque explícito à liberdade de expressão e de imprensa, Girão disse que a tese também favorece condutas abusivas por parte de autoridades públicas em todos os níveis e esferas de poder.

— Todos nós conhecemos a grande dificuldade na coleta de provas de qualquer crime financeiro. Quantas vezes grandes esquemas de corrupção só foram devidamente investigados e desvendados depois que denúncias dos graves indícios foram noticiados pelos meios de comunicação, e, geralmente, através de alguma entrevista? A partir de agora, o importantíssimo trabalho do jornalismo investigativo brasileiro será marginalizado e até criminalizado.

Girão celebrou o fato de o deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS) ter alcançado as assinaturas necessárias para instalação da CPI do “Abuso de Poder” na Câmara dos Deputados. Na avaliação do senador, a instalação dessa CPI será uma vitória para o Brasil.

— Essa CPI vai trazer luz a tudo que está acontecendo. Gente que está sendo condenada de forma irresponsável, 17 anos de prisão, enquanto grandes corruptos, assassinos, traficantes soltos, que tiveram penas muito menores [aplicadas] aos brasileiros do dia 8 de janeiro. A maioria esmagadora entrou por curiosidade, não quebrou nada. Está sendo humilhad, chamada de terrorista.

Bolsonaro participa do lançamento da Academia Brasileira de Política Conservadora

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Durante o evento, Bolsonaro ressaltou a importância da participação na política e agradeceu ao presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, pela acolhida no partido, destacando o papel do conservadorismo para o futuro do Brasil.

Foi lançada nesta sexta-feira (1º) a Academia Brasileira de Política Conservadora, uma iniciativa organizada pelo Partido Liberal (PL). O evento contou com a presença de figuras políticas de destaque, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. Durante o evento, Bolsonaro ressaltou a importância da participação na política e agradeceu ao presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, pela acolhida no partido, destacando o papel do conservadorismo para o futuro do Brasil.

O senador Rogério Marinho, presidente do PL no Rio Grande do Norte, enfatizou a missão da Academia de fortalecer valores como tradição, espírito comunitário, valores cristãos e amor à pátria. A plataforma da Academia, disponibilizada gratuitamente, visa educar o público sobre conservadorismo, liberalismo econômico e os impactos do socialismo e comunismo ao longo da história. Marinho destacou que os conteúdos produzidos, incluindo vídeos de curta duração, visam esclarecer sobre essas ideologias e suas influências culturais.

O evento, realizado no Hotel Holiday Inn, contou com a presença de prefeitos, vereadores e líderes políticos de diversos municípios, além de deputados federais do PL, como General Girão, Sargento Gonçalves e Robinson Faria. A iniciativa marca um esforço significativo do PL e de suas lideranças para promover e difundir a política conservadora no Brasil, refletindo uma crescente mobilização em torno desses ideais no cenário político nacional.

Por portal Novo Norte

Deputado revela “podres” de Flavio Dino e faz alerta. Veja o vídeo

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Yglésio destacou a situação atual da Polícia Civil, descrevendo-a como desmantelada pela gestão de Dino no estado

Em uma recente visita à Comissão de Segurança Pública da Câmara Federal, o Deputado Estadual Yglésio, em seu segundo mandato pelo Maranhão, expressou sérias preocupações a respeito da indicação de Flávio Dino para o STF e revelou fatos estarrecedores sobre o ministro de Lula. 

Yglésio destacou a situação atual da Polícia Civil, descrevendo-a como desmantelada pela gestão de Dino no estado, e comentou sobre as condições desfavoráveis enfrentadas pela perícia técnica e pela Polícia Militar.

O deputado também apontou críticas diretas a Flávio Dino, enfatizando sua postura contrária à liberdade de pensamento e de fala parlamentar.

Yglésio fez ainda um alerta sobre o perigo representado por Flávio Dino, mencionando sua falta de veracidade e tendência a evitar debates. 

Veja o vídeo:

Senador Girão comenta a impugnação da candidata ao conselho tutelar mais votada do Brasil (vídeo)

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Por Tribuna 5/ You Tube

Tucanada quer a volta do “Teatro das Tesouras” e nem esconde

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Isso ficou claro durante a convenção realizada nesta quinta-feira (30), onde o partido delineou estratégias para se firmar como “oposição” ao PT

O sonho dos caciques do PSDB é ter de volta o “Teatro das Tesouras”, uma estratégia política que buscava manter no poder PT e PSDB, em alternância, fazendo o povo brasileiro acreditar que se tratavam de adversários políticos. Isso ficou claro durante a convenção realizada nesta quinta-feira (30), onde o partido elegeu Marconi Perillo como novo presidente da sigla e delineou estratégias para se firmar como “oposição” ao PT. O destaque ficou por conta das declarações do ex-senador José Anibal, que elogiou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, do PT, e apontou dificuldades impostas pelo Congresso Nacional, em um aceno claro ao petismo. “O atual ministro da Fazenda tem alguma sensibilidade para esses temas [econômicos]. Mas o Congresso Nacional dificulta muito o trabalho dele. Ali é uma tarefa árdua, é matar um leão todo dia”, afirmou Anibal.

Anibal, que retirou sua candidatura à presidência do PSDB, enfatizou a necessidade de unificação do partido. “Eu não acho que disputa divide. Disputa unifica. O que nós não podemos é ficar fazendo de conta que a nossa unidade é sólida”, destacou, reconhecendo desafios enfrentados pelo PSDB no atual cenário político. Apesar das divergências internas, o partido elegeu Marconi Perrillo como presidente, numa chapa única, buscando fortalecer sua estrutura interna.

José Anibal defendeu a importância de o PSDB estabelecer uma agenda unificadora para os brasileiros. “Colocar uma agenda que unifique os brasileiros, o PSDB tem condições de fazer”, disse ele, apontando para uma direção estratégica que o partido pretende seguir.

Dino será um “político de toga” no STF, diz deputada

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Segundo Rosana Valle, a trajetória política de Dino, marcada por mais de 30 anos de militância, levanta dúvidas sobre sua capacidade de manter a imparcialidade necessária no STF.

A indicação de Flávio Dino para o Supremo Tribunal Federal (STF) foi alvo de críticas pela deputada federal e presidente do PL Mulher de São Paulo, Rosana Valle. Durante uma entrevista ao programa Meio-Dia em Brasília nesta quinta (30), Valle expressou preocupações sobre a parcialidade de Dino, citando sua longa associação com o PT e seu envolvimento em campanhas eleitorais do ex-presidente Lula. Segundo a deputada, a trajetória política de Dino, marcada por mais de 30 anos de militância, levanta dúvidas sobre sua capacidade de manter a imparcialidade necessária no STF.

Em resposta à indicação, parlamentares de oposição começaram uma mobilização para contestá-la. Um ato está programado para 10 de dezembro em Brasília, com o objetivo de impedir a efetivação de Dino como ministro do STF. Esta reação sublinha a divisão política em torno da escolha e intensifica o debate sobre os critérios de seleção para o mais alto tribunal do país.

Além de questionar a imparcialidade de Dino, Rosana Valle criticou o processo de indicação de ministros do STF. Em suas declarações, ela sugeriu a necessidade de revisão deste método, argumentando que não parece ser o mais democrático. A deputada mencionou a existência de “uma ditadura do Judiciário”, enfatizando a importância de se repensar a forma como os membros do Tribunal são escolhidos.