Senador Esperidião Amin acusa ministro do STF de abuso de autoridade e prepara discurso sobre suposto complô

0

O senador Esperidião Amin (PP-SC) informou que tem a intenção de utilizar a tribuna na terça-feira (6) para expor o que ele acredita ser um “complô de abuso de autoridades”. Isso foi desvendado devido à negativa do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em fornecer documentos relacionados a supostas atividades ilícitas da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), desrespeitando a legislação e a separação dos Poderes. Amin, que é membro da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso (CCAI), que fiscaliza a Abin, fez a solicitação dos dados em outubro e considera a recusa um ato de arbitrariedade.

Na última quarta-feira (31), em uma entrevista à CNN Brasil, Amin criticou as restrições de informação ao Legislativo impostas pelo STF, especialmente por Alexandre de Moraes.

O parlamentar expressou veementemente sua insatisfação com a recusa do ministro em autorizar que a Abin, a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) fornecessem as informações que ele havia solicitado devido aos sigilos impostos pelo próprio Moraes. Ele acredita que isso reproduz um fenômeno semelhante ao dos dispositivos de repressão em ditaduras.

Ele declarou: “O problema é que o chefe agora é o Supremo, que nega informações ao Congresso”. Segundo ele, essa interferência do STF nas entidades do Executivo estaria obstruindo a supervisão externa das atividades da Abin pelo Legislativo.

Amin recordou que o presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), pediu na última semana a relação de parlamentares supostamente espionados pela Abin, uma parte apenas das informações que solicitou da agência em outubro. O senador interpretou a recusa dos órgãos federais e do STF como um desrespeito à função constitucional do grupo formado por deputados e senadores. Por essa razão, ele planeja levar à Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso, assim que os trabalhos legislativos forem retomados, uma proposta para iniciar uma investigação sobre a PF, Abin e CGU por abuso de autoridade. Tecnicamente, é essa comissão que tem a responsabilidade de supervisionar a Abin, não o Judiciário.

“Enviamos ofícios à Abin, à PF, à CGU e ao STF pedindo os documentos sobre investigação de suposta investigação ilegal por meio de rastreamento de celulares de autoridades. Abin, PF e CGU negaram as informações e o STF nem respondeu ao ofício. Há um complô e a solução é abrir investigação por abuso de autoridade”, disse Amin nas redes sociais.

“Alexandre de Moraes proibiu que fôssemos informados. Temos no Supremo uma autoridade que congregou todas as informações para si. É o juiz do inquérito 4781 (Fake News), iniciado em março de 2019 e que não é o juiz natural porque não foi sorteado. Pior do que a espionagem é a inquisição promovida pelo STF”, lamentou o senador, que afirmou ainda que Moraes hoje “determina tudo na República”.

Comissão de inteligência

O presidente da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência, deputado Paulo Alexandre Barbosa, identificou um conflito de interesse na participação do deputado Alexandre Ramagem, investigado por suposta espionagem ilegal de autoridades enquanto comandava a Abin, na gestão de Jair Bolsonaro.

A comissão, composta por seis membros do Senado e seis da Câmara com mandatos de dois anos, é responsável por fiscalizar órgãos de inteligência e acessar documentos sigilosos. Ramagem foi indicado para a comissão pelo deputado Eduardo Bolsonaro, líder da minoria na Câmara. Apesar da PF pedir o afastamento de Ramagem, o ministro Alexandre de Moraes não efetivou a medida.

As informações são do Gazeta do Povo.

Por Jornal Folha Destra

Pesquisa aponta Bolsonaro e Caiado como maiores cabos eleitorais

0

A pesquisa também revelou que apenas 8,4% dos entrevistados classificam a gestão de Caiado como “ruim” ou “péssima”

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Paraná, divulgada nesta terça-feira (6), identifica o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), como os mais influentes cabos eleitorais em Goiânia. Segundo o estudo, o endosso de Bolsonaro poderia definir a escolha de 32,9% dos entrevistados, que afirmaram que “com certeza votariam” no candidato apoiado por ele nas eleições deste ano.

Ronaldo Caiado também demonstra significativa influência eleitoral, com 30,7% dos participantes da pesquisa indicando que o apoio do governador os levaria a votar em um determinado candidato. Além disso, Caiado desfruta de uma elevada taxa de aprovação de sua gestão entre os moradores da capital, com 81,9% dos entrevistados aprovando seu trabalho, especialmente na área de segurança pública, que é gerida de forma rigorosa pelo governador.

A pesquisa também revelou que apenas 8,4% dos entrevistados classificam a gestão de Caiado como “ruim” ou “péssima”, sugerindo uma ampla satisfação com sua administração entre os cidadãos de Goiânia. A segurança pública, um ponto forte de sua gestão, emerge como a principal razão para esta avaliação positiva.

Esses resultados sublinham a potencial influência de Bolsonaro e Caiado nas decisões eleitorais dos goianienses, destacando-os como figuras centrais no cenário político local à medida que se aproximam as eleições.

Clima ruim entre Lula e Lira pode levar ao travamento das pautas do Governo e até impeachment

0

A equipe presidencial expressou preocupação com a possibilidade de Lira influenciar líderes a se oporem ao diálogo com o Executivo, contando com a pressão do setor empresarial para evitar o travamento da pauta econômica no Congresso

No retorno dos trabalhos legislativos, Arthur Lira (PP-AL) adotou um discurso considerado agressivo, mas a equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu não agravar as tensões, buscando reabrir negociações com o presidente da Câmara dos Deputados. Apesar da disposição para o diálogo, o governo Lula está preparado para negociar diretamente com os líderes da base aliada, caso Lira mantenha sua postura confrontadora.

A equipe presidencial expressou preocupação com a possibilidade de Lira influenciar líderes a se oporem ao diálogo com o Executivo, contando com a pressão do setor empresarial para evitar o travamento da pauta econômica no Congresso. Internamente, apesar do apoio público ao presidente da Câmara, alguns líderes da base aliada reconheceram que o tom adotado por Lira foi inadequado, gerando mais conflitos do que o necessário com o Palácio do Planalto.

Lira, por sua vez, enviou sinais de que busca uma abordagem inclusiva, destacando que o Orçamento “pertence a todos”, mas enfrenta críticas por supostamente fechar mais portas do que abrir. O Planalto, buscando reduzir as tensões, espera por iniciativas de Lira para retomar as negociações, apesar do desconforto de Lula com o discurso do presidente da Câmara, levando-o a adiar um encontro previamente solicitado por Lira.

Diante do impasse, assessores de Lula alertam sobre as consequências de uma pauta econômica paralisada, mencionando a insatisfação potencial do mercado financeiro, particularmente da região da Faria Lima em São Paulo, com quem Lira tem boas relações. Este cenário eleva a tensão sobre possíveis pedidos de impeachment contra o presidente, caso as negociações não avancem.

Senil: Biden diz que se encontrou com presidente francês morto há 30 anos

0

A fala aconteceu enquanto Biden estava tentando animar as pessoas para votarem nas eleições primárias do partido dele, que vão acontecer na terça-feira, em Nevada

Joe Biden deu mais um sinal de que não anda nada bem. No último domingo (4),ele disse que teve uma reunião recente com François Mitterrand, um presidente da França que já morreu há quase 30 anos. 

A fala aconteceu enquanto Biden estava tentando animar as pessoas para votarem nas eleições primárias do partido dele, que vão acontecer na terça-feira, em Nevada. Ele queria mostrar os problemas que poderiam surgir se Donald Trump voltasse a ser presidente.

Na verdade, Biden queria falar sobre um papo que teve com o atual presidente da França, Emmanuel Macron, logo depois que ele (Biden) começou a governar. Ele tentou contar sobre uma vez que disse para Macron que os EUA estavam “de volta” à cena mundial, mas se confundiu e falou o nome de Mitterrand por engano. Depois, tentou corrigir o erro e falou sobre uma conversa imaginária com o líder da Alemanha, sobre como os EUA reagiriam se alguém tentasse atacar o parlamento britânico.

Esse deslize foi parte do discurso de Biden num evento que tinha o objetivo de falar sobre o perigo de Trump voltar a ser presidente e a importância de votar nas primárias democratas. Nevada, o estado onde Biden estava falando, é conhecido pelos seus cassinos e hotéis, tem muita gente que muda para lá para trabalhar e tem comunidades grandes de latinos, filipinos, chineses e negros. É um lugar onde as eleições podem ser imprevisíveis por causa da mistura de pessoas que moram lá.

Nas eleições primárias de terça-feira, Biden não tem concorrentes fortes, apenas Marianne Williamson e outros candidatos menos conhecidos. Ele foi lá para tentar ganhar mais apoio para as eleições mais importantes que vão acontecer no fim do ano, lembrando que, em 2020, ele ganhou em Nevada por uma diferença bem pequena.

Nikolas provoca a ira da esquerda ao chamar Lula de “Ladrão”

0

Em suas redes sociais, Nikolas não poupou críticas ao presidente, referindo-se a ele diretamente como “ladrão”.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) criticou a ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na sessão de abertura do Ano Legislativo na Câmara dos Deputados, nesta segunda-feira (5). Em suas redes sociais, Ferreira não poupou críticas ao presidente, referindo-se a ele diretamente como “ladrão”.

Lula, que optou por não comparecer à cerimônia, delegou ao ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), a tarefa de representá-lo e de entregar a mensagem presidencial ao Congresso. Esta mensagem destacava as intenções e prioridades do governo para o ano, procurando apaziguar as relações com o Legislativo e enfatizando a cooperação entre os poderes.

Na mensagem apresentada por Costa, o governo Lula elogiou a colaboração entre os poderes Executivo e Legislativo, sublinhando a importância desta para o desenvolvimento do país e a implementação de políticas públicas voltadas para o bem-estar da população brasileira. A democracia foi um tema central no discurso, reiterando o papel fundamental do Parlamento na criação de programas que visam a dignidade e o desenvolvimento nacional.

O ano legislativo começa quente e promete bons embates entre oposição e governistas.

Andre Longobardio: Novo Ciclo iniciado

0

Um bom soldado não foge a luta, apenas enfrenta os desafios, supera os obstáculos e defende o seu povo.

E assim inicio fevereiro, com desafio novo, pasta nova e muito trabalho à frente. Gratidão mais uma vez a prefeita Magdala Furtado pela confiança em delegar a mim a condução de mais uma secretaria na estrutura da Prefeitura Municipal de Cabo Frio/RJ.

Agora nomeado Secretário Adjunto de Ciência e Tecnologia, deixo meu carinho a equipe da Secretaria de Relações Institucionais e Captação de Recursos, a qual fui gestor por cerca de 7 meses com muito orgulho, sigo para nova pasta com a mesma disposição e afinco visando dedicar a Cabo Frio o máximo em políticas públicas com eficiência e de forma perene.

Bora buscar soluções de “cidades inteligentes” para Cabo Frio, convênios com instituições de ensino e pesquisa, fomento a tecnologia e inovação, ampliação de programas de ensino, estágio e sobretudo, deixar legado para nosso povo e futuras gerações.

Gratidão a todos que acompanham e torcem pelo nosso trabalho.

Bolsonaro preferia Salles como prefeito, mas confirma indicação de vice de Ricardo Nunes

0

A declaração foi dada durante uma entrevista ao programa Oeste sem Filtro, transmitido no canal da Revista Oeste no YouTube

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) anunciou nesta quinta (1º) Ricardo Mello Araújo, coronel da reserva da Polícia Militar de São Paulo e ex-comandante das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), como candidato a vice-prefeito na chapa de Ricardo Nunes (MDB) para a Prefeitura de São Paulo. A declaração foi dada durante uma entrevista ao programa Oeste sem Filtro, transmitido no canal da Revista Oeste no YouTube.

Bolsonaro expressou sua preferência inicial por Ricardo Salles para a posição, mas reconheceu a escolha de Araújo como definitiva, mencionando que Salles, por ser jovem e inteligente, poderá ter oportunidades futuras na política. Ele enfatizou o potencial de Salles, lembrando sua expressiva votação para deputado federal.

Ricardo Mello Araújo tem um histórico de liderança na segurança pública de São Paulo, tendo estado à frente da Rota, e também no setor de abastecimento, como chefe da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp). Durante sua gestão na Ceagesp, Araújo foi responsável por reverter prejuízos anteriores da empresa, alcançando um lucro líquido de R$ 27,4 milhões em 2021.

Reprovação de Lula só aumenta entre evangélicos

0

O levantamento indica que a desaprovação ao governo do petista aumentou para 58% entre os evangélicos, um acréscimo de 2 pontos percentuais em comparação com janeiro de 2023

Um pesquisa do PoderData revelou que Lula enfrenta uma crescente rejeição em meio ao eleitorado evangélico. O levantamento indica que a desaprovação ao governo do petista aumentou para 58% entre os evangélicos, um acréscimo de 2 pontos percentuais em comparação com janeiro de 2023. A aprovação, por outro lado, se mantém estável, oscilando dentro da margem de erro, de 31% para 29%.

A pesquisa, que entrevistou 2.500 pessoas em 229 municípios das 27 unidades federativas, mostra que, apesar dos esforços de Lula para conquistar o eleitorado religioso, especialmente os evangélicos, visando as eleições de 2024, há um claro desafio. Durante a Conferência Eleitoral do PT, Lula destacou a importância de comunicar-se melhor com esse grupo, crucial na base eleitoral de seu antecessor, Jair Bolsonaro.

No entanto, entre os católicos, o cenário é menos crítico, com uma aprovação de 59%, embora tenha caído 3 pontos percentuais desde 2023. A desaprovação entre este grupo também registrou aumento, de 31% para 35%.

Este é o reflexo de ataques e perseguições contra evangélicos, um grupo que vota em massa em candidatos conservadores e sempre foi preponderante nas votações recebidas por Jair Bolsonaro.

Casal evangélico disputará prefeituras em duas cidades diferentes. Entenda

0

Vanderlan Gomes é senador por Goiás desde 2019, e Izaura Cardoso, primeira-suplente do senador goiano Wilder Moraes desde 2023

Vanderlan e Izaura Cardoso serão lançados como pré-candidatos às prefeituras de Goiânia e Senador Canedo, respectivamente, pelo PSD. O casal é conhecido da política no Centro-Oeste: ele, senador por Goiás desde 2019, e ela, primeira-suplente de do senador goiano Wilder Moraes desde 2023.

Ismael Alexandrino, deputado federal e figura-chave na articulação política do PSD, mantém uma postura de cautela, mas não esconde a intenção do partido em apoiar os candidatos que melhor representem os interesses das cidades e do partido. Ele destaca a preparação cuidadosa do PSD para essas candidaturas, enfatizando a escolha de candidatos fortes e motivados.

Alexandrino tece elogios a Izaura, ressaltando sua competência, conhecimento profundo de Senador Canedo, experiência administrativa e sensibilidade às questões sociais, assegurando-lhe o apoio integral do PSD para a candidatura à prefeitura. Ele também frisa a importância de um diálogo construtivo com outros setores da sociedade para fortalecer a base de apoio da pré-candidatura.

Embora Izaura não tenha respondido diretamente às solicitações de comentário sobre sua pré-candidatura, suas ações e declarações anteriores indicam uma clara disposição em aceitar o desafio eleitoral, sublinhando seu compromisso com a mudança e o avanço baseados em sua vasta experiência. 

Zé Trovão pode ser preso. Decisão está nas mãos de Toffoli

0

Este pedido foi feito por Jéssica Veiga, ex-mulher de Trovão, sob a acusação de que ele descumpriu uma ordem judicial ao contatá-la por aplicativo de celular, violando assim a Lei Maria da Penha

A liberdade do deputado federal Zé Trovão (PL-SC) está agora nas mãos do Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, que analisará um pedido de prisão contra o parlamentar. 

Este pedido foi feito por Jéssica Veiga, ex-mulher de Trovão, sob a acusação de que ele descumpriu uma ordem judicial ao contatá-la por aplicativo de celular, violando assim a Lei Maria da Penha. Veiga alega ser vítima de violência psicológica e moral por parte de Trovão, com quem compartilha a paternidade de um filho de dois anos.

A gravidade das acusações e a natureza do delito sob a Lei Maria da Penha motivaram o envio do processo para o STF, dada a condição de foro privilegiado de Zé Trovão. Essa movimentação jurídica ocorreu após o Ministério Público Estadual de Santa Catarina identificar a impossibilidade de um juízo de primeiro grau decretar a prisão preventiva de uma autoridade com tal prerrogativa.

Trovão enfrenta outra denúncia similar de sua ex-noiva, Ana Rosa Schuster, que também o acusa de agressão sob a mesma lei. Ambas as acusações são negadas pelo deputado, que vê agora a possibilidade de prisão pendente da análise e decisão de Dias Toffoli, a quem cabe determinar os próximos passos legais no contexto dessas sérias alegações.

Por Jornal Terceira Via