Astronauta Marcos Pontes denuncia omissão do governo Lula no combate à dengue

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Pontes também criticou o fato de apenas 15% das doses da vacina terem sido utilizadas até agora.

O senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) criticou, em pronunciamento na terça-feira (12), a atuação do governo federal em relação à epidemia de dengue. Segundo o parlamentar, muitas vidas poderiam ter sido preservadas se o governo tivesse agido proativamente em 2023.

— No dia 19 de abril de 2023 […], alertei sobre a urgente necessidade de combatermos a epidemia de dengue que já se anunciava. Essa epidemia ameaçava impactar o Brasil, conforme indicado por médicos e pesquisadores. Destaquei a importância da vacina Qdenga, aprovada pela Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] no dia 2 de março de 2023, e a necessidade de o Ministério da Saúde agir rapidamente para disponibilizar essa vacina à população. Contudo, somente nove meses após essa aprovação, em dezembro de 2023, o Ministério da Saúde, de forma tardia, obviamente, decidiu incluir a vacina no nosso Programa Nacional de Imunizações. Nesse período, observamos um aumento alarmante no número de casos, culminando na declaração de emergência de saúde em diversos estados. No início do ano, os casos triplicaram em apenas um mês.

Pontes também criticou o fato de apenas 15% das doses da vacina terem sido utilizadas até agora. O senador ressaltou que o Brasil tem capacidade de aplicar vacinas com rapidez e eficiência em todo o território nacional e citou como exemplo a campanha de imunização contra a covid-19. Para o parlamentar, a decisão de vacinar apenas jovens de 10 a 14 anos, em cidades específicas, demonstra a falta de preparo do Executivo em relação à dengue.

O senador ressaltou que a atual crise já atingiu 1,3 milhão de pessoas, com 363 mortes e 763 óbitos ainda em investigação. Pontes classificou os números de inaceitáveis e evidenciam uma “falta de articulação alarmante”, exigindo uma resposta coordenada, efetiva e imediata.

— A dengue é uma coisa que acontece todos os anos, e a gente tem que resolver esse problema, tem que mitigar esse risco para a população. As ferramentas, as tecnologias estão à disposição. O que precisa é planejamento anterior, fazer a previsão do que precisa e executar a prevenção de forma eficaz. É impressionante como a gente vê essas coisas acontecendo com nenhuma atitude sendo tomada — destacou Pontes.

Por portal Novo Norte

Ministério Público denuncia jornalistas da Folha e Brasil 247 por fake news na campanha eleitoral de 2022

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Os jornalistas são acusados de violar a legislação eleitoral por disseminar informações sabidamente falsas durante a campanha eleitoral, com a possibilidade de influenciar o eleitorado, enfrentando penas que incluem detenção ou multa, especialmente agravadas se cometidas por meio da imprensa ou internet.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) acusou os jornalistas Arthur Rodrigues, da Folha de S.Paulo, e Joaquim de Carvalho, do Brasil 247, de publicar informações falsas sobre um tiroteio ocorrido durante a campanha eleitoral do agora governador Tarcísio de Freitas em Paraisópolis, em 2022. Segundo o promotor Fabiano Augusto Petean, da 1ª Zona Eleitoral em São Paulo, apenas o Brasil 247 publicou o conteúdo questionado, mas ambos os jornalistas foram denunciados por divulgar fatos inverídicos relacionados a candidatos, infringindo o Código Eleitoral.

A reportagem da Folha de S.Paulo afirmou que auxiliares de Tarcísio de Freitas teriam pressionado para apagar imagens de um tiroteio capturadas por um cinegrafista da Jovem Pan. Este incidente interrompeu uma agenda de campanha de Freitas, na qual um confronto entre a Polícia Militar e criminosos resultou na morte de um homem. Posteriormente, a Folha divulgou um áudio que sugeria a eliminação das filmagens, com alegações de que a voz pertencia a um agente da Abin em licença não remunerada.

Por outro lado, o Brasil 247 veiculou que Tarcísio de Freitas teria encenado o incidente para criar uma falsa narrativa de atentado. O promotor Petean contesta essa versão, citando o arquivamento do inquérito policial que investigava a morte, o qual concluiu que o disparo fatal partiu de um policial militar. Ele também menciona que, apesar das alegações, não foram encontradas provas de que a equipe de Tarcísio utilizou o incidente para fins eleitorais negativos.

Os jornalistas são acusados de violar a legislação eleitoral por disseminar informações sabidamente falsas durante a campanha eleitoral, com a possibilidade de influenciar o eleitorado, enfrentando penas que incluem detenção ou multa, especialmente agravadas se cometidas por meio da imprensa ou internet.

Por portal Novo Norte

Congressista dos EUA destaca preocupações com direitos humanos no Brasil. Veja o vídeo

O republicano também anunciou sua intenção de propor uma legislação, denominada ‘Lei da Democracia, Liberdade e dos Direitos Humanos no Brasil’. A medida visa reforçar o compromisso com a democracia, a liberdade e os direitos humanos no país sul-americano.

hris Smith, Presidente do Comitê Global de Direitos Humanos da Câmara dos Estados Unidos, expressou preocupação com a situação dos direitos humanos no Brasil, especialmente em relação à oposição. Em um encontro com deputados brasileiros, Smith criticou as ações de Alexandre de Moraes, destacando que os brasileiros têm sido alvo de violações de direitos humanos. “O que eu vejo no Brasil hoje, principalmente em investigações de Alexandre de Moraes, é chamado de ‘governar pela Lei’, o oposto do Estado de Direito”, disse Smith.

O republicano também anunciou sua intenção de propor uma legislação, denominada ‘Lei da Democracia, Liberdade e dos Direitos Humanos no Brasil’. A medida visa reforçar o compromisso com a democracia, a liberdade e os direitos humanos no país sul-americano.

Smith enfatizou a importância de uma ação legislativa para contrapor as práticas consideradas abusivas e garantir a proteção dos direitos fundamentais dos cidadãos brasileiros. Esta iniciativa sinaliza uma atenção especial do governo americano às questões políticas e sociais do Brasil, buscando promover um ambiente mais justo e democrático.

Por portal Novo Norte

Eduardo Bolsonaro encontra Trump para falar sobre brasileiros perseguidos politicamente e exilados

Durante a conversa, Eduardo Bolsonaro planeja expressar críticas à política externa do governo Lula, especialmente no que tange à relação com os Estados Unidos, exemplificando com o recebimento de um navio de guerra iraniano pela Marinha do Brasil.

O deputado Eduardo Bolsonaro estará nos Estados Unidos nesta quarta-feira (13) para uma reunião com o ex-presidente norte-americano Donald Trump no resort Mar-a-Lago, na Flórida. O objetivo do encontro é discutir a situação dos “brasileiros exilados” no exterior e alegações de perseguição a políticos e militantes de direita no Brasil. Eduardo Bolsonaro aproveitará a ocasião para entregar uma carta a Trump, detalhando supostas irregularidades.

Durante a conversa, Eduardo Bolsonaro planeja expressar críticas à política externa do governo Lula, especialmente no que tange à relação com os Estados Unidos, exemplificando com o recebimento de um navio de guerra iraniano pela Marinha do Brasil. A reunião também contará com a presença de uma comitiva de parlamentares brasileiros.

Paralelamente, a participação de Trump na política americana segue relevante, pois a Suprema Corte dos EUA decidiu, no último dia 4/3, que ele está apto a concorrer nas eleições presidenciais de novembro deste ano. A decisão veio após uma proibição anterior de concorrer, imposta pela Justiça do Colorado devido a suspeitas de envolvimento na invasão ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021.

Segundo a última pesquisa Reuters/Ipsos, Trump e o atual presidente Joe Biden estão tecnicamente empatados nas intenções de voto, com 37% e 34%, respectivamente. 

Por portal Novo Norte

Com bolsonarista na CCJ da Câmara, projeto que torna invasão de terra em crime pode avançar

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Lupion também mencionou a preocupação com o “Abril Vermelho”, período de mobilizações do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), e a intenção de acelerar a aprovação de um pacote anti-invasões.

Pedro Lupion (PP-PR), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, destacou nesta terça-feira (12) um cenário mais favorável para as pautas agropecuárias na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, com a nova presidência de Caroline de Toni (PL-SC). Ele expressou maior otimismo em relação à tramitação de projetos importantes para o setor, diferentemente do ano anterior, quando a CCJ era presidida pelo PT e projetos relevantes não avançaram.

Lupion também mencionou a preocupação com o “Abril Vermelho”, período de mobilizações do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), e a intenção de acelerar a aprovação de um pacote anti-invasões. Este pacote inclui quatro projetos essenciais para o setor, abrangendo não apenas a CCJ, mas também as Comissões de Segurança Pública e de Agricultura.

Um dos projetos em foco visa classificar a invasão de terras como crime, com punições severas para os infratores, incluindo a proibição de participarem de programas governamentais. Esta medida foi recomendada por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do MST.

Alberto Fraga (PL-DF), presidente da Comissão de Segurança Pública, anunciou seu apoio a essas iniciativas, mencionando projetos que propõem considerar a invasão de terras como um crime de terrorismo, já em estágio avançado de tramitação. Essas ações conjuntas refletem um esforço coordenado para fortalecer as políticas de segurança no campo e proteger as propriedades rurais.

Por portal Novo Norte

Após incêndio em casas de dirigentes do União Brasil, Caiado anuncia medidas contra Bivar

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O pedido para que a Polícia Federal investigue o incêndio, endossado pela bancada do partido, busca esclarecer as circunstâncias e responsabilidades no ocorrido, em meio a um contexto de tensão e acusações mútuas que marcam a atual fase do União Brasil.

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), anunciou nesta terça-feira (12) o que o União Brasil apresentará denúncia ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o deputado Luciano Bivar (União-PE), suspeitando de sua participação no incêndio das casas de praia de Antônio Rueda, presidente eleito do partido, e de sua irmã, em Ipojuca (PE), ocorrido na noite anterior. Caiado qualificou o ato como “crime político” e prometeu buscar a cassação do mandato de Bivar, além de uma investigação pela Polícia Federal, seguindo a recomendação da bancada do União Brasil.

Este incidente é o ápice de uma briga pela presidência do partido, que já havia levado Rueda a acusar Bivar de ameaças de morte, com base em um vídeo que supostamente registra a ameaça. A disputa interna se intensificou desde o início do ano, com Bivar tentando se manter na presidência contra um acordo que indicava Rueda para o cargo.

Em resposta às acusações de Caiado durante uma coletiva de imprensa, Bivar desqualificou o governador, chamando-o de “pigmeu moral” e mencionando críticas anteriores feitas por Bolsonaro a Caiado. Essa troca de farpas evidencia a profundidade da crise no União Brasil, que já contava com representações criminais e disputas pela liderança da legenda.

O pedido para que a Polícia Federal investigue o incêndio, endossado pela bancada do partido, busca esclarecer as circunstâncias e responsabilidades no ocorrido, em meio a um contexto de tensão e acusações mútuas que marcam a atual fase do União Brasil.

Por portal Novo Norte

Senadores denunciam ministra de Lula por descarte de remédios

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Parlamentares afirmam que muitos dos medicamentos descartados pelo Ministério da Saúde estariam dentro do prazo de validade

Dez senadores da oposição protocolaram na Procuradoria-Geral da República (PGR) um pedido de investigação contra a ministra da Saúde, Nísia Trindade, sob a acusação de que teria ocorrido o descarte de 150 mil medicamentos adquiridos para atendimento ao povo Yanomami. Segundo os parlamentares, muitos dos remédios estariam dentro do prazo de validade.

– Diante desta situação, é inaceitável o descarte a tantos medicamentos dentro do prazo de validade, os quais poderiam ser utilizados e salvado a vida de inúmeros indígenas Yanomami que faleceram pela falta de acesso a medicamentos e atendimentos de saúde – destacam os políticos.

O documento em questão é assinado pelos senadores Marcos Pontes (PL-SP), Magno Malta (PL-ES), Mecias de Jesus (Republicanos-RR), Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Rogério Marinho (PL-RN), Ciro Nogueira (PP-PI), Damares Alves (Republicanos-DF), Tereza Cristina (PP-MS), Jorge Seif (PL-SC), Plínio Valério (PSDB-AM), Eduardo Girão (Novo-CE), Carlos Heinze (PP-RS), Carlos Portinho (PL-RJ) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Em janeiro do ano passado, o Ministério da Saúde declarou emergência de saúde pública. No entanto, segundo os senadores, a situação teria piorado desde então.

– Há relatórios do próprio ministério que relatam aumento expressivo no número de óbitos provocados por diversas doenças, em especial pela desnutrição e malária que continua a assolar e dizimar os indígenas no território Yanomami apesar de todos os recursos e esforços empregados para as ações emergenciais de saúde e proteção aos Yanomami no ano de 2023 – aponta.

Ao site O Antagonista, o Ministério da Saúde alegou que “a atual gestão se deparou com um cenário de crise humanitária do povo Yanomami causado pela desassistência e desestruturação da saúde indígena nos últimos anos” e disse que os medicamentos descartados foram adquiridos em anos anteriores.

– Não há falta de medicamentos ou insumos para assistência dessa população. Os medicamentos que foram comprados nos anos anteriores e estavam com a data de validade próxima do vencimento, foram descartados – resumiu a pasta.

Por portal Novo Norte

Gleisi diz se incomodar com Michelle Bolsonaro pregando

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Deputada disse que “ninguém pode falar em nome de Deus”

A presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), criticou a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Durante entrevista à CNN Brasil, a parlamentar disse que se incomoda com Michelle pregando.

– Porque nós não podemos entrar, discutindo com o público evangélico a religiosidade, a crença e a fé. Aliás, isso me incomoda muito. Me incomoda muito quando eu vejo a Michelle Bolsonaro fazendo um discurso em cima de um caminhão, que parece uma pregação evangélica, e se colocando como porta-voz de Deus, ela, [Jair] Bolsonaro, aquele grupo político. Isso não existe. Ninguém pode falar em nome de Deus, entendeu. (…) Me incomoda como pessoa que tem fé, como pessoa que é cristã. Então, eu acho que nós não podemos usar isso. Nós temos que falar com o povo evangélico como nós falamos com o povo em geral – falou Hoffmann ao programa CNN Entrevistas.

Gleisi também atacou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), apontando que ele não é um representante de Deus.

– É porque se trabalha com muita mentira, e uma das mentiras é essa: dizer que o Bolsonaro é um representante de Deus, é um Messias. Ir para as igrejas evangélicas, fazer pregação e misturar com a luta política. Isso é muito ruim – avaliou.

Por portal Novo Norte

Gayer e lideranças de direita denunciarão nos EUA violações de direitos humanos

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Além de sua participação no evento nos Estados Unidos, Gustavo Gayer tem sido notícia recentemente por sua pré-candidatura à Prefeitura de Goiânia, que ganhou força com o apoio de Wilder Morais (PL), presidente do PL em Goiás. 

O deputado federal Gustavo Gayer (PL), junto a outras lideranças da direita, incluindo Eduardo Bolsonaro (PL) e Marcel Van Hattem (Novo), estarão nos Estados Unidos nesta terça-feira (12) para um evento que tem como objetivo denunciar “graves violações dos direitos humanos cometidos por autoridades brasileiras”. O ato acontecerá em frente ao Capitólio, em Washington D.C., marcando a presença de figuras importantes da oposição ao governo atual do Brasil.

Os parlamentares pretendem expor uma série de acusações contra o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), entre elas, a prevaricação judicial, abuso político de procedimentos legais para perseguir a oposição, violações da liberdade de expressão e ações para silenciar a mídia opositora. Essas denúncias colocam em foco a tensão existente entre o governo e seus opositores, refletindo preocupações significativas com o estado da democracia no Brasil.

Além de sua participação no evento nos Estados Unidos, Gustavo Gayer tem sido notícia recentemente por sua pré-candidatura à Prefeitura de Goiânia, que ganhou força com o apoio de Wilder Morais (PL), presidente do PL em Goiás. 

Gayer também destacou que não utilizará fundo eleitoral em sua campanha, optando por doar esses recursos para os pré-candidatos a vereador de seu partido na capital goiana, com a meta de eleger pelo menos sete vereadores nas eleições municipais de 2024.

Por portal Novo Norte

Duas casas do futuro presidente do União Brasil pegam fogo ao mesmo tempo e advogado levanta possibilidade perturbadora

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Incêndios em Casas de Antônio Rueda Levantam Suspeitas de Ação Política

Na noite desta segunda-feira (11/3), as residências de praia de Antônio Rueda, presidente eleito do União Brasil, e de sua irmã Marília Rueda, localizadas em um condomínio na Praia de Toquinho, litoral sul de Pernambuco, foram simultaneamente incendiadas. Devido à intensidade e simultaneidade dos incêndios, a defesa de Rueda suspeita de envolvimento do atual presidente do partido, o deputado Luciano Bivar, com quem Rueda mantém desavenças políticas. “Não temos como não suspeitar de Bivar”, afirmou Paulo Emílio Catta Preta, advogado de Rueda, destacando a gravidade da situação caso se confirme a suspeita de violência política.

Além disso, Catta Preta revelou à imprensa que Bivar possui laços com o condomínio, aumentando as suspeitas sobre sua possível participação nos eventos. “Tenho informação de que o condomínio foi construído por Bivar e que ele tem uma casa lá”, declarou o advogado. Esta conexão sugere que Bivar teria facilidade de acesso para executar ou ordenar os incêndios.

Em meio a acusações cruzadas, a situação escalou com Rueda apresentando uma representação criminal contra Bivar à Polícia Civil do Distrito Federal, após receber ameaças diretas ao bem-estar de sua família. Segundo o advogado de Rueda, várias ameaças foram feitas por Bivar, evidenciadas por relatos e um vídeo de uma ligação telefônica em que Bivar ameaça um familiar de Rueda.

Antônio Rueda, que estava nos Estados Unidos durante os incidentes, retornou ao Brasil e planeja discutir as próximas etapas legais com seu advogado, incluindo perícias nas residências afetadas.

Por portal Novo Norte