Eduardo Bolsonaro explica porque é contra prisão de Brasão e destaca inconstitucionalidade na ordem de Moraes. Veja o vídeo

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Em vídeo enviado da Europa, o deputado enfatiza a ilegalidade de prisões de parlamentares sem flagrante delito

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), em vídeo divulgado da europa nesta quarta-feira (10), condenou a prisão de Chiquinho Brasão, acusado de ser o mandante da morte da vereadora Marielle Franco, alegando ser um ato inconstitucional. O parlamentar ressaltou que a Constituição prevê a prisão de deputados somente em casos de flagrante delito de crime inafiançável, o que, segundo ele, não se aplica ao caso de Brasão.

Ele criticou a ação como um precedente perigoso que viola os princípios fundamentais do direito à ampla defesa e ao devido processo legal. Bolsonaro argumentou que, sem flagrante delito, a prisão de um deputado não só desrespeita a Constituição, mas também ameaça a liberdade e a imunidade parlamentar, colocando em risco o futuro da democracia e a liberdade dos deputados.

“Não podemos ser reféns das nossas próprias opiniões, falando de liberdade, devido processo legal e ampla defesa, e quando uma decisão dessa vem para as nossas mãos, a gente fazer justamente o contrário”, destacou o deputado. Ele enfatizou que a decisão de hoje poderia tornar os deputados reféns de um sistema que ignora a Constituição.

No final de seu pronunciamento, Eduardo Bolsonaro fez um apelo pela compreensão e apoio ao seu posicionamento, salientando a necessidade de respeitar as leis constitucionais e garantir a justiça de maneira legítima e legal.

Conselho de ética abre processo
O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados instaura nesta quarta-feira (10) o processo contra o deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ). A reunião está marcada para as 10 horas no plenário 2.

Chiquinho Brazão está preso desde o último dia 23. Ele é acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol) e do seu motorista, Anderson Gomes, em 14 de março de 2018, no centro do Rio de Janeiro. Na época, Brazão era vereador na capital fluminense.

Brazão nega as acusações. Segundo ele, os debates que manteve com a vereadora na Câmara Municipal do Rio de Janeiro não podem ser utilizados como motivo para ligá-lo ao assassinato de Marielle. “Eu estava ali lutando para aprovar o projeto de lei que regulamentava em um período de um ano os condomínios irregulares”, se defendeu por videoconferência em reunião da Comissão de Constituição e Justiça.

Por portal Novo Norte

Em vídeo publicado nas redes sociais, presidente do PRTB lança pré-candidatura de Padre Kelmon a prefeito de São Paulo

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Ricardo Avalanche anuncia a dupla Padre Kelmon e Pastor Manuel representando o partido na maior capital do país

O presidente do PRTB, Ricardo Avalanche, anunciou nesta quarta-feira (10) a pré-candidatura de Padre Kelmon e do pastor Manuel à prefeitura de São Paulo. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Avalanche destacou a representação da “dupla cristã de direita” na disputa pela maior cidade do Brasil. 

Padre Kelmon, que já disputou a presidência e se tornou conhecido após debates televisivos, deve ser a aposta do PRTB em 2024. Com 46 anos e natural de Acajutiba, Kelmon entrou na política após a impugnação da candidatura de Roberto Jefferson, ex-deputado federal e presidente do PTB.

Durante o último debate presidencial, Kelmon teve confrontos com Lula e foi criticado por Soraya Thronicke, além de ser filmado em interação com Jair Bolsonaro. “Povo cristão, estamos com esses homens de Deus”, afirmou Avalanche, ressaltando o apoio da comunidade cristã à candidatura de Kelmon e Manuel.

O PRTB, segundo Avalanche, responde aos “milhares e milhares de pedidos” do povo de São Paulo, lançando oficialmente a dupla Kelmon e Manuel na corrida pela prefeitura. Este anúncio marca a estratégia do partido de fortalecer sua presença na política paulistana, convidando a população a se unir à sua crescente base.

Por portal Novo Norte

Moro é absolvido em julgamento no TRE-PR. O que vem depois?

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Enquanto o processo não é finalizado nas instâncias superiores, Moro segue exercendo suas funções legislativas.

O senador Sergio Moro (União Brasil-PR) permanece em seu cargo após a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) desta terça (9), que o absolveu das acusações de abuso de poder econômico. Com o julgamento concluído no TRE-PR, o foco agora se volta para os possíveis próximos passos no processo legal.

O próximo passo envolve a possibilidade de recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As partes contrárias à decisão do TRE-PR podem recorrer ao TSE, buscando uma revisão do caso. Se isso acontecer, o TSE analisará as evidências e argumentações, tendo o poder de confirmar ou alterar a decisão inicial do TRE-PR.

Enquanto o processo não é finalizado nas instâncias superiores, Moro segue exercendo suas funções legislativas no Senado Federal. Ele mantém sua cadeira no Senado, participando das atividades parlamentares e representando os eleitores que o elegeram.

Em caso de recurso, o TSE deverá conduzir um novo julgamento, onde serão examinadas as provas e os argumentos apresentados por ambas as partes. Este julgamento será decisivo, determinando se a absolvição de Moro pelo TRE-PR será mantida ou não.

Caso o TSE decida pela cassação do mandato de Moro, isso pode levar à necessidade de novas eleições para o cargo de senador no Paraná. Esta situação implicaria em um cenário político movimentado, com repercussões significativas para os partidos envolvidos e para o eleitorado.

Além das implicações legais, o desenrolar do caso terá um forte impacto político, influenciando a opinião pública e as estratégias partidárias. O caso de Moro se tornou um ponto focal no cenário político nacional, com desdobramentos que irão além da esfera jurídica.

Por portal Novo Norte

Novo Projeto de Lei para regular redes ainda é sinal de perigo

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Membros do governo e parlamentares de situação, conhecidos por posições anti-liberdade, estão empenhados em regular as redes para calar vozes contrárias às suas

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), anunciou a criação de um grupo de trabalho para desenvolver uma nova proposta de regulamentação das redes sociais, deixando de lado o famigerado Projeto de Lei das Fake News, o “PL da Censura”. Esse novo passo visa construir um consenso, integrando diversas opiniões para superar a polarização vista no projeto anterior de Orlando Silva (PC do B-RJ). 

O projeto anterior enfrentou estagnação e divisões, à medida que partiu para responsabilizar as empresas de tecnologia por conteúdos considerados ilegais em suas plataformas. A nova fase de discussões vem em resposta às demandas por legislação que equilibre liberdade e controle na internet, evitando a influência de casos isolados nas decisões legislativas.

O debate ganhou nova intensidade após o empresário Elon Musk criticar o ministro Alexandre de Moraes, alegando que ele influenciou a libertação de Lula e interferiu no processo eleitoral a favor do ex-presidente. Como reação, Moraes incluiu Musk no inquérito que investiga as milícias digitais, evidenciando a postura do STF de não tolerar acusações.

Mas a expectativa não é das melhores, visto que membros do governo e parlamentares de situação, conhecidos por posições anti-liberdade, estão empenhados em regular as redes para calar vozes contrárias às suas. A expectativa é que o grupo de trabalho nomeie seus membros, escolha um novo relator e coordenador nas próximas semanas, mirando finalizar a proposta legislativa antes das eleições municipais de outubro. 

Por portal Novo Norte

Câmara aprova projeto de Lula que recria o DPVAT

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Com a nova regulamentação, será possível voltar a cobrar o seguro obrigatório.

A Câmara dos Deputados aprovou projeto que reformata o seguro obrigatório de veículos terrestres, mantendo com a Caixa Econômica Federal a gestão do fundo para pagar as indenizações. O Projeto de Lei Complementar (PLP) 233/23, do Poder Executivo, será enviado agora ao Senado.

O texto foi aprovado na forma de um substitutivo do relator, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), que retoma o pagamento de despesas médicas da vítima dos acidentes com veículos; e direciona entre 35% e 40% do valor arrecadado com o prêmio do seguro pago pelos proprietários de veículos aos municípios e estados onde houver serviço municipal ou metropolitano de transporte público coletivo.

Desde 2021, a Caixa opera de forma emergencial o seguro obrigatório após a dissolução do consórcio de seguradoras privadas que administrava o DPVAT, mas os recursos até então arrecadados foram suficientes para pagar os pedidos até novembro do ano passado.

Com a nova regulamentação, será possível voltar a cobrar o seguro obrigatório. Os prêmios serão administrados pela Caixa em um novo fundo do agora denominado Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito (SPVAT).

Por portal Novo Norte

Senado não pode prevaricar diante das acusações Elon Musk contra Moraes

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Cleitinho expressou preocupação com as possíveis ações contra a liberdade de expressão no Brasil, comparando a situação com países como Rússia e China.

O senador Cleitinho (REPUBLICANOS – MG) defendeu nesta terça (9) a investigação das denúncias feitas por Elon Musk contra Alexandre de Moraes. Ele sugeriu que o Senado convide Musk para discutir democracia e liberdade de expressão, além de apoiá-lo nas acusações que vem divulgando.

Cleitinho expressou preocupação com as possíveis ações contra a liberdade de expressão no Brasil, comparando a situação com países como Rússia e China. O senador questionou também ações da Anatel e mencionou problemas de transparência em compras públicas para hospitais, destacando a importância da transparência e da prestação de contas ao público.

O discurso abordou ainda a situação de perseguição política contra senadores, mencionando casos de possíveis cassações sem provas. Cleitinho pediu aos colegas senadores que se posicionem contra tais injustiças, ressaltando a importância da solidariedade e da luta contra perseguições políticas, independente da orientação partidária.

Por portal Novo Norte

Brasil está perdendo profissionais por causa de censura e perseguição política, diz senador

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O senador argumentou contra a tentativa de regulamentar o conteúdo nas redes sociais, enfatizando que a natureza ambígua das fake news torna difícil discernir verdade de mentira.

O senador Marcos do Val, do PODEMOS-ES, expressou nesta terça (9) preocupação com a regulamentação das redes sociais e a censura no Brasil, destacando o papel do Ministro Alexandre de Moraes e a perseguição à direita. Durante seu discurso, do Val questionou as ações do Supremo Tribunal Federal (STF), apontando para um estado de censura e perseguição política, especialmente em casos envolvendo figuras como Elon Musk. Ele mencionou a realização de buscas em sua residência e a inclusão em inquéritos relacionados a fake news, desafiando a imparcialidade da Justiça, “A gente está perdendo grandes profissionais que estão saindo do Brasil, sendo perseguidos também politicamente, buscando até asilos”, disse.

O senador argumentou contra a tentativa de regulamentar o conteúdo nas redes sociais, enfatizando que a natureza ambígua das fake news torna difícil discernir verdade de mentira. Ele também relatou a interferência do STF na liberdade de expressão, citando exemplos de contas de mídia social derrubadas por ordem judicial. Do Val ressaltou a migração de profissionais para o exterior devido a pressões políticas, questionando a integridade democrática do país.

Além disso, destacou a experiência pessoal de visita a um campo de detenção, descrevendo cenas de violência e tratamento injusto aos detidos. O senador criticou a falta de ação dos direitos humanos e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), assim como a inatividade de outras instituições jurídicas frente às injustiças relatadas.

Marcos do Val fez um apelo pela proteção da democracia e do STF, enfatizando a necessidade de respeitar a Constituição e salvaguardar a liberdade de expressão. Ele compartilhou a história de uma detenta, comparando sua esperança de liberdade com a de sobreviventes do holocausto, simbolizando a gravidade da situação enfrentada no Brasil.

Por portal Novo Norte

Senador Plínio Valério critica ação de ambientalistas e interferência judicial

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O senador também abordou o impacto social da restrição à exploração de recursos naturais, enfatizando a situação de pobreza no Amazonas.

O senador Plínio Valério (PSDB-AM) criticou nesta terça (9) a interferência judicial e de ambientalistas na concessão de licenciamento ambiental para a exploração de potássio pela empresa Potássio do Brasil, em Autazes, Amazonas. “Quando juízes legislam e legisladores julgam, o estado de direito e a democracia estão em risco”, declarou o senador, defendendo a separação dos poderes como essencial para a democracia.

Plínio Valério destacou as implicações econômicas da interferência em projetos de exploração de recursos naturais, como o potássio, ressaltando que a exploração desse recurso poderia contribuir para a autossuficiência brasileira em fertilizantes, além de gerar empregos e desenvolvimento na região. Criticou ambientalistas e parte do judiciário por obstruírem o progresso do projeto, referindo-se a eles como “profetas do apocalipse” que bloqueiam o desenvolvimento.

O senador também abordou o impacto social da restrição à exploração de recursos naturais, enfatizando a situação de pobreza no Amazonas. Citando estatísticas do IBGE, ele relacionou a pobreza extensiva no estado com as limitações impostas à exploração mineral.

Concluindo seu discurso, Plínio Valério enfatizou a necessidade de balancear a conservação ambiental com o desenvolvimento econômico, criticando a “hipocrisia internacional” e a influência negativa de ONGs estrangeiras. Argumentou que a exploração de recursos como o potássio traria benefícios substanciais para os habitantes locais, finalizando com um apelo para que o Amazonas seja incluído no progresso nacional.

Por portal Novo Norte

Senado vai ouvir Elon Musk e jornalista sobre acusações contra Alexandre de Moraes

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Shellenberger, coautor dos “Twitter Files Brazil”, e Tavares, detido recentemente no Brasil, ajudarão a examinar as supostas interferências do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e outros órgãos no conteúdo da plataforma.

A Comissão de Segurança Pública do Senado aprovou na sessão desta terça-feira (9) um requerimento para uma audiência pública com Elon Musk, presidente do X (antigo Twitter). A reunião, proposta pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE) e apoiada por Jorge Kajuru (PSB-GO), visa discutir acusações de censura na plataforma por políticos e membros do judiciário brasileiro. A audiência, que será virtual, também contará com a participação dos jornalistas Sérgio Tavares e Michael Shellenberger.

Shellenberger, coautor dos “Twitter Files Brazil”, e Tavares, detido recentemente no Brasil, ajudarão a examinar as supostas interferências do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e outros órgãos no conteúdo da plataforma. Estes documentos sugerem tentativas de monitorar usuários e restringir conteúdos baseando-se em hashtags específicas, o que levanta preocupações sobre a liberdade de expressão e o Marco Civil da Internet no Brasil.

A detenção de Sérgio Tavares pela Polícia Federal, devido a suas críticas ao judiciário e ao governo brasileiro, traz uma camada adicional de urgência à discussão sobre a liberdade de imprensa.

Eduardo Girão celebrou a aprovação do requerimento como uma “vitória da liberdade”, expressando otimismo sobre o potencial da audiência para esclarecer as alegações de censura política no país. O encontro é visto como um passo importante para garantir a transparência e a liberdade de expressão no Brasil.

Por portal Novo Norte

Deputado Vicentinho Júnior, presidente do PP no Tocantins, declara apoio à pré-candidatura de Jorge Frederico

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O deputado federal Vicentinho Júnior, presidente do PP no Tocantins, declarou apoio, nesta quinta-feira, 04, à pré-candidatura de Jorge Frederico a prefeito de Araguaína.

O deputado federal Vicentinho Júnior, presidente do PP no Tocantins, declarou apoio, nesta quinta-feira, 04, à pré-candidatura de Jorge Frederico a prefeito de Araguaína.

Vicentinho destacou o importante trabalho desempenhando por Jorge, reforçando o compromisso com o desenvolvimento de Araguaína.

“Seu trabalho enquanto deputado estadual é fundamental para o desenvolvimento do nosso Estado, especialmente na região norte e tenho plena confiança de que sua dedicação e compromisso continuarão a trazer progresso e bem-estar para Araguaína. Juntos, vamos construir um futuro ainda mais promissor para nossa cidade”, afirmou Vicentinho.

A pré-candidatura de Jorge Frederico conta ainda com importantes apoios dentro do PP, como o do deputado federal Lázaro Botelho. O partido fará parte da base de apoio à Jorge Frederico nas eleições de outubro.

“Fiquei muito feliz com o apoio do PP do Tocantins, um partido de grandeza, que é demonstrada pelos importantes membros de suas fileiras, como os deputados federais Lázaro e Vicentinho, a quem agradeço pela confiança hipotecada a nossa pré-candidatura”, destacou Jorge. 

Jorge fez questão de lembrar o perfil dos líderes partidários no Tocantins, destacando o trabalho realizado por eles. “Os Deputados Lázaro e Vicentinho figuram entre os campeões de recursos para o Tocantins, tendo destinado milhões de reais para Araguaína”.

A pré-campanha de Jorge Frederico segue em ritmo acelerado. Nesta semana, além do apoio do PP, de Lázaro e Vicentinho, Jorge garantiu também a vinda do deputado estadual Marcus Marcelo (PL), segundo deputado mais votado em Araguaína e ex-vice-prefeito da cidade.

Por portal Novo Norte