Senador Mourão repudia ataques ao Exército em discurso no Senado

0

O senador também reafirmou seu apoio ao Exército, elogiando os membros da instituição por sua contribuição em tempos de crise, como foi visto durante a pandemia de COVID-19.

Durante um discurso nesta quinta-feira (18) no plenário do Senado Federal, o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), ex-vice-presidente da República, defendeu o Exército Brasileiro contra supostos ataques e “campanhas de difamação”. Mourão, que serviu no Exército por 46 anos, expressou seu descontentamento com as críticas direcionadas aos líderes militares, especialmente aquelas propagadas por anônimos nas redes sociais.

“Essas pessoas anseiam tão somente por poder”, declarou Mourão, acusando os críticos do Exército de serem movidos por “paixões ideológicas radicais”. Ele criticou o uso do anonimato para atacar comandantes com longa dedicação ao país.

O senador também reafirmou seu apoio ao Exército, elogiando os membros da instituição por sua contribuição em tempos de crise, como foi visto durante a pandemia de COVID-19. “Em plena democracia, seguimos trabalhando de maneira silente, em prol do desenvolvimento e da soberania nacionais”, enfatizou Mourão.

Ele destacou a eficácia do Exército na logística de transporte de vacinas, equipamentos médicos e na operação de hospitais de campanha durante a crise sanitária.

O discurso ocorreu na sessão plenária do Senado, onde Mourão também celebrou o 376º aniversário do Exército, reconhecendo a longa história e a tradição da instituição na defesa dos interesses nacionais.

O pronunciamento do senador vem em um contexto de intensos debates sobre o papel das Forças Armadas no Brasil, ressaltando as ações do Exército em missões de paz e no apoio à população civil.

Por portal Novo Norte

Girão lembra denúncias que envolvem ministro de Lula no caso dos respiradores: “O Brasil espera respostas”

0

O senador também expressou sua frustração com a falta de ação durante a CPI, mencionando a impossibilidade de convocar figuras chave para testemunhar.

Na sessão do Senado desta quinta-feira, o Senador Eduardo Girão (NOVO – CE) usou seu tempo no plenário para denunciar o que chamou de “palanque eleitoral” durante a CPI da Pandemia em 2021, que segundo ele, foi controlada para impedir investigações sobre fraudes em estados e municípios. A esquerda fez uma “blindagem completa, impedindo qualquer investigação”, declarou o senador.

Ele detalhou um pagamento de R$48,7 milhões por respiradores que nunca foram entregues. “Interessante isso tudo, uma empresa que comercializava produtos à base de maconha faturou quase R$50 milhões, numa lapada”, criticou Girão, destacando a falta de expertise da empresa no setor de saúde e a falta de autorização para importação de produtos hospitalares.

O senador também expressou sua frustração com a falta de ação durante a CPI, mencionando a impossibilidade de convocar figuras chave para testemunhar. “Não conseguimos aprovar, na CPI, a convocação de Rui Costa, então Governador da Bahia”, disse ele, apontando protecionismo na comissão.

Ainda em seu discurso, Girão citou uma colaboração premiada que implicava diretamente Rui Costa. “Disse e provou que as negociações começaram com o empresário Cleber Isaac, que se identificou como amigo pessoal do Governador”, relatou. Ele também comentou sobre a falta de conhecimento de Rui Costa acerca do inglês, dizendo ironicamente: “Ele disse que ‘não tinha o domínio do idioma inglês para saber que hemp significa maconha'”.

Finalizando, Girão apelou por mais ação: “O Brasil espera respostas. Este caso maculou realmente o Nordeste e o Brasil inteiro.” Ele anunciou o apoio de outros parlamentares para novas investigações, mencionando uma iniciativa do Deputado Kim Kataguiri e o suporte do Senador Styvenson.

Por portal Novo Norte

Lira declara guerra ao Governo Lula

0

Lira declara guerra ao Governo Lula

Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados, intensificou seu confronto com o governo de Lula ao anunciar que autorizará a instalação de cinco Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) e dará prioridade a projetos da oposição. Este anúncio, formalizado para os 513 deputados nesta quarta-feira (17), marca uma escalada significativa na disputa política.

Em meio a acusações de incompetência dirigidas ao ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, Lira reforçou sua posição crítica após a demissão de seu primo, Wilson César de Lira Santos, do cargo de superintendente do Incra em Alagoas, uma ação interpretada como retaliação do governo.

Entre as CPIs esperadas, destacam-se as que investigarão o escândalo dos respiradores fantasmas, envolvendo Rui Costa, atual ministro da Casa Civil, e alegações de abuso de poder por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A oposição, particularmente motivada, espera que Lira também leve adiante a CPI do abuso de autoridade, com foco na suposta repressão do judiciário à liberdade de expressão.

A situação acirra ainda mais com a PEC das prerrogativas, proposta pelo deputado Rodrigo Valadares (União-SE), que visa limitar a presença da Polícia Federal nas proximidades da Câmara, e a CPI do Marajó, que pode começar seus trabalhos ainda no primeiro semestre, conforme indicado pelo deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP). Esta série de ações de Lira sinaliza uma clara declaração de guerra contra o governo atual, refletindo uma era de intensos embates políticos.

Por portal Novo Norte

Senado aprova PEC que criminaliza o porte de qualquer quantidade de droga, mas garante que não haverá prisão

0

A proposta de emenda à Constituição segue para a Câmara dos Deputados

O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (16) a PEC sobre drogas (PEC 45/2023). Foram 53 votos a favor e 9 contrários na votação em primeiro turno. Em seguida, houve acordo para votação em segundo turno sem a discussão em mais três sessões deliberativas. O placar em segundo turno ficou em 52 a 9. A proposta de emenda à Constituição segue para a Câmara dos Deputados.

O texto aprovado insere no art. 5º da Constituição Federal a determinação de que é crime a posse ou porte de qualquer quantidade de droga ou entorpecente “sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar”. A PEC é de autoria do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado.

— A proposta de emenda à Constituição prevê a criminalização do porte e posse de substância ilícita entorpecente (que são aquelas ditas pela administração pública como tais) e faz a ressalva da impossibilidade da privação da liberdade do porte para uso; ou seja, o usuário não será, jamais, penalizado com o encarceramento, não há essa hipótese. O usuário não pode ser criminalizado por ser dependente químico; a criminalização está no porte de uma substância, tida como ilícita, que é absolutamente nociva por sua própria existência — afirmou Pacheco.

O texto aprovado, de acordo com acréscimo do relator, o senador Efraim Filho (União-PB), também obriga que seja observada a distinção entre traficante e usuário “por todas as circunstâncias fáticas do caso concreto, [sendo] aplicáveis ao usuário penas alternativas à prisão e tratamento contra dependência”, em consonância com a Lei de Entorpecentes (Lei 11.343, de 2006). Na opinião do relator, as drogas impactam a saúde pública, ao aumentarem o consumo e a dependência química, e a segurança pública, fortalecendo o tráfico e financiando o crime organizado.

— É o Senado e o Parlamento reforçando suas prerrogativas em um tema que impacta a vida da família, da sociedade e da nação brasileira. A sociedade brasileira não quer a descriminalização — disse Efraim. O relator concedeu entrevista coletiva logo após a aprovação da PEC, em que comemorou a aprovação com maioria “ampla e sólida”.

A Lei de Entorpecentes teve origem em projeto do Senado de 2002, que teve sua aprovação finalizada em 2006, sendo sancionada em agosto daquele ano, no primeiro mandato presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva. 

A lei, em seu artigo 28 — cuja constitucionalidade está em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) —, determina que adquirir, guardar, ter em depósito, transportar, carregar, semear, cultivar ou colher drogas para consumo pessoal sujeita a pessoa a penas de advertência sobre os efeitos das drogas; prestação de serviços à comunidade; e medida educativa de comparecimento a programa ou curso educativo.

O mesmo artigo orienta que, para determinar se a droga é para consumo pessoal, o juiz “atenderá à natureza e à quantidade da substância apreendida, ao local e às condições em que se desenvolveu a ação, às circunstâncias sociais e pessoais, bem como à conduta e aos antecedentes do agente”. Além disso, a lei diz que o juiz tem que determinar ao poder público “que coloque à disposição do infrator, gratuitamente, estabelecimento de saúde, preferencialmente ambulatorial, para tratamento

Fonte: Agência Senado

Por portal Novo Norte

Violência: Deputado de extrema-esquerda pode perder o mandato após expulsar ativista com chutes (vídeo)

0

O confronto iniciou-se após uma acalorada discussão entre Braga e Costenaro, que escalou rapidamente quando ofensas pessoais foram trocadas.

O deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), identificado com a extrema esquerda, pode enfrentar o risco de cassação do mandato após um episódio de violência na Câmara dos Deputados. Nesta terça-feira (16), Braga expulsou um integrante do Movimento Brasil Livre (MBL), Gabriel Costenaro, com chutes, levando o caso ao Departamento de Polícia Legislativa (DEPOL).

O confronto iniciou-se após uma acalorada discussão entre Braga e Costenaro, que escalou rapidamente quando ofensas pessoais foram trocadas. O fotógrafo Lula Marques, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), documentou o início da altercação. Segundo Braga, as ações foram uma resposta a múltiplas provocações de Costenaro, incluindo ameaças e alegações não comprovadas de violência doméstica.

Kim Kataguiri (União Brasil-SP), cofundador do MBL e aliado de Costenaro, interveio e posteriormente dirigiu-se à delegacia para prestar apoio ao colega. Em meio ao tumulto, tanto Kataguiri quanto Braga quase partiram para agressões físicas, mas foram contidos pelos policiais presentes.

Após o incidente, Kataguiri expressou sua indignação no X, acusando Braga de agressão e prometendo solicitar a cassação do mandato do deputado do PSOL por quebra de decoro parlamentar.

Nikolas coloca Ministro de Lula contra a parede e quer saber por que o MEC ainda tem 3.783 obras paradas

0

A demanda de Ferreira coloca o ministro em uma posição delicada, questionando diretamente as razões pela qual não foram concluídos os termos de compromisso com as prefeituras, que são cruciais para a retomada das construções.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) protocolou nesta segunda (15) um requerimento dirigido ao Ministro da Educação, Camilo Santana, exigindo esclarecimentos sobre a paralisação de 3.783 obras na educação básica. O documento destaca a ausência de iniciativas para novas obras com recursos federais desde o início do governo de Lula, com a exceção da conclusão das que já estavam em progresso.

A demanda de Ferreira coloca o ministro em uma posição delicada, questionando diretamente as razões pela qual não foram concluídos os termos de compromisso com as prefeituras, que são cruciais para a retomada das construções. Estas obras, incluindo principalmente escolas, quadras, e ampliações de salas de aula, afetam diretamente cerca de 741 mil alunos em 1.664 municípios, majoritariamente nas regiões norte e nordeste do Brasil.

O requerimento também solicita detalhes sobre as estratégias que serão empregadas pelo Ministério para acelerar os processos burocráticos e estabelece questionamentos sobre o cronograma para a retomada das obras, com um foco especial nas construções de creches.

Por portal Novo Norte

Quem vai precisar de anistia é Alexandre de Moraes, diz congressista

0

O deputado reforçou que anistia geralmente “você dá para quem comete crime”, insinuando que as ações de Moraes poderiam ser interpretadas como tal.

Em uma análise sobre as recentes ações do Ministro Alexandre de Moraes, especialmente no que tange às ações ditatoriais para calar vozes e controle o discurso nas redes sociais, o Deputado Federal Marcel Van Hattem projetou um cenário futuro desfavorável para o ministro. Van Hattem destacou que, se Moraes continuar no ritmo atual, ele estará “escolhendo ficar como ditador permanente do Brasil”, uma posição insustentável que, segundo o deputado, levará a um inevitável fracasso. A declaração foi dada em uma entrevista ao jornalista Alexandre Pittoli da Rádio Auriverde de Bauru nesta terça (16).

Van Hattem foi enfático ao afirmar que “a consequência é ou ele ter esse poder autoritário, totalitário, consolidado, ou ele cair e cair numa desgraça profunda e quem vai precisar de anistia é ele.” O deputado reforçou que anistia geralmente “você dá para quem comete crime”, insinuando que as ações de Moraes poderiam ser interpretadas como tal. Ele também mencionou o controverso 8 de janeiro, destacando que, embora apoie a anistia para os envolvidos, “a verdade que precisa ser dita é que a maior parte das pessoas do 8 de janeiro não cometeu crime nenhum”.

O congressista salientou que o Ministro está “comprando uma briga grande demais, com gente demais no Brasil, gente honesta, que não merece estar sendo perseguido”. Ações recentes atribuídas ao Ministro Alexandre de Moraes, como a revelação de informações pessoais de usuários da plataforma X (anteriormente conhecida como Twitter) sem decisões judiciais prévias, e o banimento de perfis de destacadas personalidades de direita sem decisões transitadas em julgado, têm levantado um debate internacional sobre a liberdade de expressão no Brasil. Essas medidas estão sendo vistas por críticos como tentativas de silenciar vozes dissidentes e controlar o discurso público nas redes sociais. 

Por portal Novo Norte

Esse movimento de perseguição política e censura não tem como terminar bem, diz Van Hattem

0

Van Hattem foi enfático ao afirmar que não existe “apaziguamento possível” com o tipo de comportamento adotado pelas elites, tanto no Brasil quanto em outros países.

O  concedeu uma entrevista, onde discutiu questões relacionadas à liberdade de expressão e a perseguição política internacional. O deputado Deputado Federal Marcel Van Hattem alertou sobre uma “caçada internacional à liberdade de expressão”, mencionando ações em países como a União Europeia, Canadá e Estados Unidos, além de citar exemplos específicos como Escócia e Irlanda. A fala do deputado ocorreu durante uma entrevista ao jornalista Alexandre Pittoli, da Rádio Auriverde de Bauru na manhã desta terça (16).

Van Hattem também ressaltou a situação de Elon Musk, que enfrenta ataques à liberdade de expressão no X (Twitter) em diversos países, incluindo legislações restritivas à liberdade de expressão. Ele enfatizou que essas questões não são exclusivas do Brasil, mas que ocorrem globalmente de maneira sutil, mas que aqui ocorrem de maneira agressiva.

Durante sua entrevista à Rádio Auriverde, o Deputado destacou a grave situação de “perseguição política, de censura” que, segundo ele, “não tem como terminar bem”. Van Hattem foi enfático ao afirmar que não existe “apaziguamento possível” com o tipo de comportamento adotado pelas elites, tanto no Brasil quanto em outros países. Ele expressou preocupação com um futuro global em que a repressão à liberdade de expressão pode acentuar “ressentimento” e aumentar a “rejeição às elites”, apontando para um cenário de agravamento de conflitos e divisões sociais.

Além disso, o parlamentar destacou a importância da ação internacional, com figuras como Elon Musk e Michael Schellenberg, enfatizando que a luta pela liberdade de expressão é uma batalha global. Van Hattem expressou otimismo quanto ao aumento do debate sobre o assunto nas redes sociais, esperando que isso influencie positivamente as decisões no Congresso Nacional.

A entrevista abordou o papel do Brasil no cenário geopolítico, com as ações de Moraes podendo deslocar o país para uma posição periférica Van Hattem ressaltou a responsabilidade do Brasil e a necessidade de uma ação contundente para combater a censura e promover a liberdade de expressão.

Por portal Novo Norte

Mendonça rejeita queixas-crime contra Nikolas Ferreira

0

Este entendimento está alinhado ao parecer da Procuradoria-Geral da República de 2023, em que a então vice-PGR, Lindôra Araújo, afirmou que Nikolas Ferreira não pode ser responsabilizado penalmente por suas ações no Congresso Nacional.

O Ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, negou cinco queixas-crime relacionadas ao discurso do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) no Dia Internacional da Mulher do ano passado. Na ocasião, Ferreira usou uma peruca e apresentou-se como “Nicole”, em um ato que foi criticado como transfóbico por afirmar que “as mulheres estão perdendo seu espaço para homens que se sentem mulheres”.

Mendonça, que foi sorteado como relator das ações, argumentou que a análise da conduta do deputado não é função do Judiciário, mas sim da Câmara dos Deputados, que tem a competência para avaliar uma possível quebra de decoro parlamentar. O ministro defendeu ainda que a conduta de Nikolas está protegida pela imunidade parlamentar, destacando que “a atividade parlamentar engloba o debate, a discussão, o esforço de demonstrar, por vezes de forma contundente e mediante diferentes instrumentos retóricos, as supostas incongruências, falhas e erros de adversários e de discursos político-ideológicos contrários”.

Este entendimento está alinhado ao parecer da Procuradoria-Geral da República de 2023, em que a então vice-PGR, Lindôra Araújo, afirmou que Nikolas Ferreira não pode ser responsabilizado penalmente por suas ações no Congresso Nacional.

Por portal Novo Norte

Comissão promove debate sobre o uso da colaboração premiada

0

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados promove audiência pública na quarta-feira (17) sobre a colaboração premiada, instituída no …

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados promove audiência pública na quarta-feira (17) sobre a colaboração premiada, instituída no Brasil por meio da Lei 12.850/13 .

Segundo o deputado Alberto Fraga (PL-DF), autor do requerimento para o debate, “o instituto da colaboração premiada trouxe avanços no enfrentamento ao crime organizado, mas vem, com certa frequência, sendo questionado judicialmente, inclusive com anulações de operações policiais e decisões judiciais decorrentes de denúncias acerca da forma de condução de investigações, oitivas e interrogatórios.”

O deputado acredita que é preciso fazer um “diagnóstico de como ocorrem na prática esses acordos e, se for o caso, propor o aperfeiçoamento do instituto”.

O requerimento também foi assinado pelo deputado Capitão Alden (PL-BA).

Clique aqui para ver a pauta da reunião e a lista de convidados.

A audiência pública será realizada às 16h30 no plenário 6.

Por portal Novo Norte