O corajoso discurso de Paulo Figueiredo no Congresso Americano

Venho de uma família com um longo legado de lutar contra a tirania.

Senhor Presidente, Membro Wilde e membros distintos do Comitê, meu nome é Paulo Figueiredo.

Eu sou a prova viva das violações de direitos humanos no Brasil. Por fazer o trabalho de um bom jornalista, fui censurado, meus bens foram congelados e meu passaporte brasileiro foi cancelado, tudo sem processo legal.

Venho de uma família com um longo legado de lutar contra a tirania. Meu bisavô, o general Euclides Figueiredo, liderou uma revolução contra o ditador mais brutal do Brasil, Getúlio Vargas, e por isso passou anos na prisão. Seu filho, meu avô, João Figueiredo, tornou-se o 38º presidente do Brasil em 1979 com a tarefa de acabar com o regime militar. Como presidente, ele concedeu anistia, realizou eleições livres, permitiu múltiplos partidos políticos e, ao final do seu mandato, devolveu pacificamente o poder aos civis, restaurando a democracia plena no Brasil.

Com esse legado de gerações lutando por liberdade de expressão, essa responsabilidade agora recai sobre mim. No final de 2022, ano da última eleição presidencial no Brasil, eu era um comentarista político na JP News, uma rede de TV frequentemente comparada à Fox News americana. O programa de horário nobre em que eu estava foi eleito o melhor pelo país e tinha mais audiência do que as últimas duas redes combinadas, incluindo a CNN, com mais de 5 milhões de seguidores em todas as redes sociais e mais engajamento do que praticamente qualquer jornalista.

Sob qualquer medida, eu era um dos jornalistas mais influentes do país, até que comecei a ser alvo de uma série de decisões da mais alta corte do país. Em dezembro de 2022, todas as minhas redes sociais foram canceladas para brasileiros. Depois, descobri que a ordem também congelava meus bens financeiros, suspendia a confidencialidade das minhas transações, ameaçava multas toda vez que eu dizia algo que não estava de acordo com o ministro Alexandre de Moraes e até cancelou meu passaporte brasileiro.

Eu desapareci de todo o meu público. Esse é o equivalente moderno de ser mandado para uma prisão, como foi meu bisavô. Em janeiro de 2022, após a posse de Lula e as revoltas de 8 de janeiro, o Congresso brasileiro acusou a JP News de financiar a revolta, desmonetizou a rede e ameaçou a concessão pública. A Jovem Pan cedeu, demitiu todos os seus comentaristas conservadores e adotou uma linha mais pró-Moraes.

Eu fiquei desempregado, com tudo congelado, e me mudei para as plataformas Rumble e Locals, que prometeram sempre manter a liberdade de expressão. Tornei-me um dos principais criadores de conteúdo em cada uma delas, com 120.000 seguidores no Rumble e cerca de 6.000 inscritos pagos no Locals. Mas em 2023, ordens absurdas de Moraes e a supressão da liberdade de expressão, comigo como um dos principais alvos, acabaram fazendo com que ambas as plataformas fossem fechadas para todos os brasileiros.

Em 8 de fevereiro de 2024, a mídia brasileira noticiou uma nova ofensiva contra mim. Eu estava sendo investigado por falar de forma precisa na TV sobre o Alto Comando Brasileiro e seu papel em dezembro de 2022. Nessa investigação, houve uma nova medida proibindo que eu tivesse contato com o ex-presidente Bolsonaro e com qualquer outra pessoa investigada, uma tática clara de intimidação.

Lembrem-se desse nome: Alexandre de Moraes. Ele é, de fato, o ditador do Brasil. Ele é o ministro da Suprema Corte, dirige o TSE, a Corte Eleitoral, e também está à frente da infame investigação de fake news, que começou em 2019 e segue até hoje.
Pablo Carvalho: Alexandre de Moraes. Lembrem desse nome. Ele é, de fato, o ditador do Brasil. É ministro da Suprema Corte, dirige o TSE, a Corte Eleitoral, e também lidera a infame investigação de fake news, que começou em 2019 e segue até hoje.

Meu trabalho estava ocorrendo no meu estúdio na Flórida, onde morava desde 2016. Eu, portanto, estava sob a jurisdição desse país o tempo todo e, consequentemente, protegido pelos direitos garantidos pela Primeira Emenda da Constituição americana.

As empresas americanas têm obedecido ordens ilegais diretamente de ministros brasileiros, sem procedimentos internacionais, e estão cedendo dados de indivíduos que estão sob jurisdição americana. Este Congresso deveria lidar com isso, já que não só viola nossos direitos constitucionais, mas também representa um risco de inteligência e, possivelmente, viola a FCPA.

De forma alguma fui o único jornalista afetado. No mesmo dia, o jornalista premiado e autor Rodrigo Constantino, e Guilherme Fiúza, foram alvos de decisões similares. Outros jornalistas, como Allan dos Santos, também presente hoje, enfrentaram medidas ainda mais duras, incluindo ordens de prisão. O podcaster libertário Monark, conhecido como o Joe Rogan brasileiro, sofreu um destino semelhante. Ambos estão exilados nos Estados Unidos.

Há outros exemplos, como congressistas e até mesmo uma juíza, Ludmila Grilo, aqui na audiência, ou congressistas como Gustavo Gayer, Nikolas Ferreira e muitos outros membros do Congresso. Mesmo o senador Marcos do Val teve suas redes sociais bloqueadas e seus escritórios invadidos. O congressista Daniel Silveira está preso há nove anos por gravar um vídeo criticando Moraes.

O ex-procurador Deltan Dallagnol, que processou Lula por corrupção, também está aqui por ordem de Moraes. Uma pesquisa mostra que 70% dos congressistas acreditam que a Suprema Corte invade sua jurisdição. Dois terços dos brasileiros acreditam que o país vive sob uma ditadura judiciária.

Protestos com centenas de milhares de pessoas se manifestam principalmente contra Moraes. O povo brasileiro e o Congresso sabem que Moraes está fora de controle, mas estão paralisados pelo medo.

Muitos se perguntam como um único juiz pode fazer tanto, dado que o Brasil tem leis de liberdade de expressão. Na verdade, Alexandre de Moraes não tem esse poder. Suas ações violam flagrantemente a Constituição do Brasil, incluindo os artigos 5, 49 e 220, bem como leis internacionais das quais o Brasil é signatário.

Esta censura e perseguição ocorrem dentro de processos ilegais, como a investigação de fake news, que agora investiga até Elon Musk. Moraes age como a suposta vítima, investigador, procurador e juiz, sem direito a recurso.

Ele também age através do TSE, que lhe deu poderes diferenciados durante as eleições de 2022 e que persistem até hoje. Esses atos ocorrem de forma velada, com casos sob sigilo e advogados sem acesso aos arquivos.

Meu caso é emblemático. Por um ano e meio, sofro as penas sem ter sido formalmente notificado dos procedimentos, o que me torna incapaz de me defender. As decisões contra mim só foram conhecidas após o Comitê Judiciário desta Câmara solicitar as decisões judiciais.

Os documentos chocaram o mundo e o povo brasileiro. Isso acontece porque o Brasil não tem uma lei criminalizando fake news. Por esse motivo, Moraes enfrenta uma série de alegações na Corte Interamericana de Direitos Humanos, mas os casos estão parados.

Os Estados Unidos têm um papel importante. Alguns dizem que o governo americano e ONGs agiram para fortalecer a censura no Brasil.

O governo americano pode ter ajudado o TSE brasileiro a desenvolver estratégias para combater a desinformação e fortalecer práticas de censura, com agentes do FBI e oficiais do Departamento de Justiça participando de reuniões do TSE.

As reuniões marcaram o início da escalada autoritária do TSE. Enquanto o governo Biden agiu de forma principalmente informal, Moraes deu ordens judiciais pela Suprema Corte do Brasil, ameaçando multas ou desconexão completa de plataformas como o Telegram em 2022.

ONGs americanas, como a Ford Foundation e a Open Society de George Soros, forneceram relatórios cruciais para a investigação de fake news. O Financial Times relatou ações sigilosas de altos oficiais americanos para apoiar a censura no Brasil.

Isso é preocupante, porque os Estados Unidos, tradicionalmente promotores da liberdade de expressão, apoiam um presidente alinhado com China, Rússia, Cuba e outros, que mina os interesses americanos e o dólar como moeda global.

O Congresso deve garantir que o regime de Moraes e Lula pare de operar nas sombras. A verdade liberta. O Congresso deve usar seu poder para lançar luz sobre os fatos.

Congressistas, visitem o Brasil. Vocês são bem-vindos ao nosso parlamento e sua presença trará maior visibilidade do que tivemos.

Recursos indo para a OEA não deveriam ser direcionados para agências que não atendem aos interesses do povo americano.

Sanções devem ser aplicadas a oficiais brasileiros que violam as liberdades do povo brasileiro.

Isso é o que imploro de vocês em nome de milhões de brasileiros.

Deus abençoe a América e Deus abençoe o Brasil.

Por portal Novo Norte

Deputados querem que ministra de Lula explique frase “mulher trans é mulher sim”

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Além de Nikolas Ferreira, outros parlamentares como Clarissa Tércio (PP/PE) e Coronel Fernanda (PL/MT) também assinaram o requerimento, reforçando a demanda por transparência e ações efetivas do Ministério das Mulheres. 

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL/MG) solicitou nesta segunda (6) a convocação da Ministra das Mulheres, Aparecida Gonçalves, para prestar esclarecimentos sobre um áudio vazado recentemente. A gravação, atribuída à assessora Malu Aquino, levantou questões sobre a posição do Ministério quanto à definição do termo “mulher”. A assessora é citada dizendo que “a mulher trans é mulher sim”.

Este requerimento, apresentado perante a Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados, destaca a necessidade de esclarecimentos urgentes devido à sensibilidade e relevância do tema abordado no áudio. O documento enfatiza que o ministério deve ter uma definição clara sobre quem é considerado mulher nas políticas governamentais, especialmente por ser responsável por promover ações voltadas para esse público.

Além de Nikolas Ferreira, outros parlamentares como Clarissa Tércio (PP/PE) e Coronel Fernanda (PL/MT) também assinaram o requerimento, reforçando a demanda por transparência e ações efetivas do Ministério das Mulheres. 

A Ministra Aparecida Gonçalves ainda não se manifestou oficialmente sobre o pedido, mas se o requerimento for aprovado ela deverá comparecer à Comissão para fornecer os devidos esclarecimentos e definir a postura do Ministério diante das crescentes indagações sobre suas políticas de gênero.

Por portal Novo Norte

Deputado pede auditoria do TCU em evento usado por Lula para pedir votos para Boulos

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“É fundamental que o TCU investigue o uso desses recursos em um evento que claramente tinha conotação política”, enfatizou Kataguiri.

O deputado federal Kim Kataguiri (União-SP) protocolou nesta segunda (6) na Câmara dos Deputados um requerimento que pede ao Tribunal de Contas da União (TCU) uma auditoria sobre o uso de recursos públicos no evento “Festival Cultura e Direitos”, realizado no dia 1º de maio. O evento, que contou com financiamento parcial da Lei Rouanet e patrocínio da Petrobras, foi utilizado pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva para pedir votos para o pré-candidato à prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos.

Em seu requerimento, Kataguiri destacou a necessidade de verificar se houve violação das normas que regulamentam o uso de fundos públicos para eventos culturais, bem como a conformidade das ações do presidente com a legislação eleitoral, que proíbe campanha antes do dia 16 de agosto. “É fundamental que o TCU investigue o uso desses recursos em um evento que claramente tinha conotação política”, enfatizou Kataguiri.

O deputado ressaltou que essas infrações podem resultar em multas e até inelegibilidade dos envolvidos, configurando improbidade administrativa e prejuízo aos cofres públicos. Ele também sublinhou a importância de assegurar a transparência e legalidade no uso de fundos públicos, especialmente durante um ano eleitoral.

Por portal Novo Norte

Polícia Federal na cola de pessoas ligadas a Luciano Bivar

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Operação Stasis investiga ameaças ao presidente do União Brasil, Antônio Rueda, após desentendimentos com Luciano Bivar.

A Polícia Federal deflagrou nesta terça (7) a Operação Stasis para investigar ameaças contra Antônio Rueda, presidente do União Brasil. A operação, autorizada pelo Supremo Tribunal Federal, cumpriu cinco mandados de busca e apreensão no interior de Pernambuco. As investigações, iniciadas pela Polícia Civil do Distrito Federal, passaram ao STF e, depois, à PF.

Rueda sucedeu Luciano Bivar na liderança do partido após uma intensa disputa interna. Bivar, considerado traidor pelos bolsonaristas por seu afastamento do governo anterior, resistiu à sucessão e teria contestado a eleição de Rueda até o fim. Ele enfrenta agora acusações relacionadas a ameaças, enquanto o inquérito é conduzido sob sigilo pelo ministro Kassio Nunes Marques.

A defesa de Rueda solicitou a intervenção do STF após um incêndio em março atingir propriedades de sua família em Pernambuco. Bivar negou envolvimento, qualificando as acusações como “ilações”. A Procuradoria-Geral da República endossou a investigação, e a PF agora concentra-se nas ameaças a Rueda.

Por portal Novo Norte

Governo Lula não entregou 20% do que prometeu às vítimas das enchentes de 2023, afirma senador

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O senador expressou sua preocupação com a repetição de promessas não cumpridas, questionando a eficácia do governo Lula em situações de crise.

O senador Jorge Seif (PL – SC) discursou nesta segunda (6) sobre as recentes catástrofes climáticas no Rio Grande do Sul, apontando falhas do governo federal nas respostas aos desastres. Segundo Seif, mesmo após eventos semelhantes em outubro de 2023, apenas “nem 20% do que foi prometido, efetivamente, chegou aos municípios e às pessoas afetadas”.

O senador expressou sua preocupação com a repetição de promessas não cumpridas, questionando a eficácia do governo Lula em situações de crise. “Será que vai ser só narrativa? Será que o Governo vai, realmente, fazer o seu papel e, acima de tudo, com celeridade?”, indagou Seif. Ele também destacou a solidariedade inter-estadual, mencionando a mobilização de recursos e ajuda entre os estados do sul, além de iniciativas próprias para facilitar a assistência aos afetados, como a organização de doações e a compra de equipamentos para a Defesa Civil.

Além das críticas ao Executivo, Seif apelou por uma ação coordenada entre os três poderes para agilizar a ajuda necessária, citando a urgência de quem sofre com as consequências das enchentes. “Não podemos esperar toda essa burocracia que, ainda que seja necessária para fins de controle, por se tratar de uma questão emergencial, precisamos tomar medidas emergenciais”, afirmou o senador, ressaltando a necessidade de respostas rápidas e efetivas em situações de emergência.

Por portal Novo Norte

Deputados de direita querem destinar metade dos fundos partidário e eleitoral para vítimas das enchentes no RS

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Dois Projetos de Lei apresentados nesta segunda (6) na Câmara dos Deputados sugerem a realocação de 50% dos recursos de fundos políticos para medidas emergenciais em resposta às devastadoras enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul.

Deputados de direita querem destinar metade dos fundos partidário e eleitoral para vítimas das enchentes no RS

Dois Projetos de Lei apresentados nesta segunda (6) na Câmara dos Deputados sugerem a realocação de 50% dos recursos de fundos políticos para medidas emergenciais em resposta às devastadoras enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul. O primeiro projeto foca no Fundo Partidário, enquanto o segundo visa o Fundo Especial de Financiamento de Campanha. 

As iniciativas são de autoria dos deputados Bibo Nunes (PL-RS) e   Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL – SP) e contam com o apoio dos deputados federais Daniel Trzeciak (PSDB/RS), Nikolas Ferreira (PL/MG), Franciane Bayer (REPUBLIC/RS), Adriana Ventura (NOVO/SP), Sargento Fahur (PSD/PR), Rosangela Moro (UNIÃO/SP), Marcel van Hattem (NOVO/RS), Delegado Paulo Bilynskyj (PL/SP), Coronel Meira (PL/PE), Carla Zambelli (PL/SP), Filipe Barros (PL/PR), Mauricio Marcon (PODE/RS), Alfredo Gaspar (UNIÃO/AL), Adilson Barroso (PL/SP), Pastor Eurico (PL/PE) e Coronel Chrisóstomo (PL/RO) 

A destinação de 50% desses fundos resultaria na mobilização de cerca de R$ 621,9 milhões do Fundo Partidário e cerca de R$ 2,45 bilhões do Fundo Eleitoral para as medidas emergenciais em resposta às enchentes no Rio Grande do Sul.

As propostas, apresentadas quase simultaneamente, visam mobilizar aproximadamente R$ 621 milhões do Fundo Partidário e cerca de R$ 4,9 bilhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha. Estes fundos seriam utilizados para acelerar a recuperação das áreas afetadas, garantir recursos básicos para a população e apoiar serviços críticos como hospitais e sistemas de drenagem.

“Estamos diante de um cenário que exige uma resposta rápida e eficaz do governo e dos partidos políticos. É um momento de solidariedade e ação urgente,” declarou o deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança. Segundo ele, as medidas propostas são essenciais para a reconstrução das infraestruturas e o suporte às mais de 19.368 pessoas desabrigadas e outras 873.275 afetadas diretamente pelas enchentes.

Agora, os projetos serão analisados pelas comissões correspondentes antes de serem votados no plenário da Câmara.

Por portal Novo Norte

Girão ciritca volta do DPVAT: “É uma coisa totalmente descabida”

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Girão instou os brasileiros a contactarem seus senadores para expressar descontentamento antes da decisão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) marcada para a próxima terça-feira.

Durante a sessão de sexta-feira (3), o Senador Eduardo Girão (Bloco Parlamentar Vanguarda/NOVO – CE) expressou forte oposição à possível reintrodução do seguro DPVAT. Em seu discurso por videoconferência, Girão qualificou a medida como “descabida” e um exemplo de “prioridades invertidas”, destacando que a sua reintrodução passou despercebida e não trouxe melhorias evidentes para a população.

Girão instou os brasileiros a contactarem seus senadores para expressar descontentamento antes da decisão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) marcada para a próxima terça-feira. Segundo o senador, essa votação representa um aumento de impostos desnecessário que afetaria diretamente o bolso dos contribuintes.

O senador também fez uma conexão entre esta votação e outros temas polêmicos, como a legalização dos jogos de azar e os problemas relacionados à liberdade de expressão e perseguição política no Brasil, que ele planeja denunciar em um evento no Congresso americano na próxima semana.

Finalizando seu discurso, Girão reforçou a necessidade de vigilância e participação cívica dos brasileiros nas decisões políticas, especialmente aquelas que podem afetar diretamente suas vidas financeiras e pessoais. Ele alertou que medidas como a reintrodução do DPVAT poderiam ter impactos negativos longos e profundos para a sociedade brasileira.

Por portal Novo Norte

TRE condena deputado Rodrigo Amorim por violência política de gênero

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Em julgamento nesta quinta-feira (2), o colegiado do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) condenou, por 4 votos a 2, o deputado e…

Em julgamento nesta quinta-feira (2), o colegiado do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) condenou, por 4 votos a 2, o deputado estadual Rodrigo Martins Pires de Amorim (União Brasil) pelo crime de gênero contra a vereadora trans Benny Briolly (PSOL Niterói).

A ação penal eleitoral foi movida pelo Ministério Público e pela vereadora Benny Briolly, tendo em vista que em discurso proferido na Assembleia Legislativa do Estado (Alerj), em 17 de maio de 2022, Rodrigo Amorim ofendeu a parlamentar, chamando-a de “boizebu” e “aberração da natureza”, entre outras ofensas e humilhações.

O deputado foi condenado por violência politica de gênero à pena de um ano, quatro meses e 13 dias de prisão, que acabou convertida em multa de 70 salários-mínimos e à prestação de serviços à população em situação de rua. Essa é a primeira condenação de violência política de gênero no âmbito da Justiça Eleitoral. Cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O presidente do TRE-RJ, desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira, considerou que o crime estava amplamente caracterizado.

Por portal Novo Norte

Ministro de Lula transforma pronunciamento oficial em propaganda e vai ter que se explicar na Justiça

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O PSDB ressaltou que o uso repetitivo do nome de Lula e a referência ao governo como “nosso governo” violam o princípio da imparcialidade exigido em discursos oficiais.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, será acionado judicialmente após ser acusado pelo PSDB de fazer propaganda política em seu pronunciamento nacional, no qual promoveu a figura de Lula e fez referências pessoais ao presidente neste 1º de maio. O partido destaca que o pronunciamento, realizado em um contexto institucional, transformou-se em uma plataforma de promoção partidária.

O PSDB ressaltou que o uso repetitivo do nome de Lula e a referência ao governo como “nosso governo” violam o princípio da imparcialidade exigido em discursos oficiais. A nota divulgada pelos líderes do partido enfatiza a necessidade de esclarecimentos por parte do ministro, destacando a importância de manter a neutralidade e a imparcialidade nas comunicações do governo em redes nacionais.

“O PT, mais uma vez, demonstra ter enorme dificuldade em separar o que é interesse público do que são seus próprios interesses. O pronunciamento para promover a pessoa do presidente da República e o “nosso governo” citado outras tantas transformou o que deveria ser um espaço institucional em propaganda política e pessoal”, diz nota assinada pelo presidente do partido, Marconi Perillo, e pelo presidente do Instituto Teotônio Vilela, Aécio Neves.

Por portal Novo Norte

Bolsonaro já tem seu candidato para o futuro

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Bolsonaro expressou forte apoio a Tarcísio de Freitas, dizendo: “Ouso dizer que podemos ter alguém igual a ele no futuro, melhor, é muito difícil”.

Durante a feira de tecnologia agrícola Agrishow, realizada nesta segunda-feira (29) em Ribeirão Preto (SP), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) destacou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como uma figura central para dar continuidade ao seu legado político. Em seu discurso, Bolsonaro afirmou que Freitas possui todas as qualidades necessárias para avançar com os projetos iniciados em seu governo, citando especificamente a pavimentação da BR-163 e a inauguração de parte da Ferrovia Norte-Sul.

Bolsonaro expressou forte apoio a Tarcísio de Freitas, dizendo: “Ouso dizer que podemos ter alguém igual a ele no futuro, melhor, é muito difícil”. Este apoio vem em um momento onde Bolsonaro, inelegível até 2030, procura manter sua influência na política brasileira.

O ex-presidente também relembrou contribuições de outros membros de sua equipe, como Tereza Cristina, ex-ministra da Agricultura, e Jorge Seif, ex-secretário de Aquicultura e Pesca e atual senador. Criticando a administração atual, Bolsonaro comentou que poucos conseguem nomear cinco ministros do governo vigente, questionando sua competência e integridade.

Ao concluir, Bolsonaro reiterou sua confiança no futuro político sob a liderança de Tarcísio de Freitas: “Se eu não voltar um dia, fiquem tranquilos, plantamos sementes ao longo desses nossos quatro anos”, disse, recebendo aplausos e coros de apoio dos participantes do evento.

Por portal Novo Norte