Prefeito reeleito e vice tomam posse e reforçam compromisso com desenvolvimento de Macaé

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O primeiro dia de 2025 foi marcado pela cerimônia oficial de posse do prefeito Welberth Rezende, que assumiu seu segundo mandato à frente do governo municipal de Macaé. A sessão solene, realizada na Câmara Legislativa, também empossou o vice-prefeito, Fabiano Paschoal e os 17 vereadores eleitos para o pleito de 2025-2028.

Seguindo a Lei Orgânica, a cerimônia foi presidida pelo vereador Amaro Luiz que deu início à oficialização da posse dos vereadores. Em seguida, foram empossados o prefeito e vice-prefeito.

O prefeito Welberth falou do orgulho e responsabilidade ao assumir o cargo em uma votação histórica para a cidade. Ele agradeceu o apoio da população e reiterou o compromisso de transformação de Macaé.

“Mantenho firme o propósito de lutar e servir em prol de fazer dessa cidade e fazer desse um município cada vez melhor. Hoje, estamos vivendo um pleno desenvolvimento e ainda temos muitos desafios a serem superados, apesar de termos trabalho muito. É uma grande honra poder representar a cidade por mais quatro anos, cidade que tanto amo”, destacou.

Welberth ressaltou ainda algumas ações realizadas desde quando assumiu a prefeitura pela primeira vez, em 2021, começando pelo estreitamento do relacionamento do governo municipal com as esferas estadual e nacional.

“A boa gestão se faz somando esforços. Ao longo dos últimos quatros anos foram cerca de 300 obras , entre elas o maior programa de drenagem da história de Macaé. Tivemos também saldo de quase 40 mil vagas de empregos, diversificação da economia (…)

Macaé hoje é muito melhor do que 2021, mas é tempo de olharmos para o futuro. Tomo posse para o novo mandato, ao lado do meu amigo de longa data, doutor Fabiano. O futuro começa hoje e com esforço e dedicação faremos de Macaé um lugar ainda melhor para se viver”, concluiu ao elencar ações em áreas como Saúde, Educação, Infraestrutura e Mobilidade Urbana.

Fabiano Paschoal, também falou sobre a nova etapa de sua atuação no governo municipal, agora como vice-prefeito. “É um desafio auxiliar esse prefeito que se doa de verdade para o mandato. São 24 horas fazendo políticas públicas em favor do município de Macaé. E este também é meu desafio a partir de agora!”, afirmou, citando sua trajetória de vida e experiências profissionais, dentre elas à frente da presidência da 15ª subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e como procurador geral do município de Macaé.

Alan Mansur assume a presidência da Câmara Municipal de Macaé

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A Câmara Municipal de Macaé iniciou uma nova legislatura nesta quarta-feira (1º) com a eleição de Alan Mansur para a presidência. A votação aconteceu logo após a posse do prefeito Welberth Rezende e do vice Dr. Fabiano Paschoal. Alan Mansur será acompanhado por Luciano Diniz como 1º vice-presidente, Cesinha como 2º vice-presidente, Leandra Lopes como 1ª secretária e Tico Jardim como 2º secretário.

O processo eleitoral foi marcado por consenso entre os vereadores, refletindo o compromisso de unir forças para atender às demandas da população macaense. Alan Mansur ressaltou a importância de manter o diálogo entre o Legislativo e o Executivo, destacando sua intenção de fortalecer a transparência e promover iniciativas que beneficiem a cidade.

A composição da nova Mesa Diretora representa um equilíbrio de ideias e experiência, garantindo que as decisões do Legislativo sejam pautadas pelo bem-estar coletivo e pelo desenvolvimento do município.

Nove deputados federais renunciam a seus mandatos para assumir prefeituras

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Nove deputados federais renunciaram nesta terça-feira (1º) a seus mandatos para assumir o cargo de prefeito – sete titulares e dois suplentes no exercício do mandato. São eles:

Abilio Brunini – Cuiabá (MT)

Alberto Mourão – Praia Grande (SP)

Carmen Zanotto – Lages (SC)

Dr. Benjamim – Açailândia (MA)

Gerlen Diniz – Sena Madureira (AC)

Hélio Leite – Castanhal (PA)

Paulinho Freire – Natal (RN)

Ricardo Silva ­– Ribeirão Preto (SP)

Washington Quaquá – Maricá (RJ)

Veja abaixo o quadro das substituições

PF investiga financiamento de candidatura por facções criminosas

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (17/12), a Operação Escudo Eleitoral, com o objetivo investigar a atuação de facções criminosas no processo eleitoral das Eleições municipais de 2024.

As investigações tiveram início logo após a divulgação dos resultados das Eleições, quando surgiram indícios de estreito vínculo entre candidato eleito ao cargo de vereador na capital piauiense e possível liderança de facção criminosa.

Em razão da gravidade dos fatos e celeridade na atuação da Polícia Federal e do 1º Juízo de Garantias do Núcleo I da Justiça Eleitoral no Piauí, estão sendo cumpridos quatro mandados judiciais de busca e apreensão em endereços vinculados aos investigados em Teresina/PI.

A investigação apura indícios de crimes de lavagem de dinheiro vinculados à organização criminosa, com potencial de comprometer a integridade do processo democrático, sendo investigado o financiamento de campanha eleitoral através de recursos provenientes de ORCRIM. Os materiais apreendidos serão analisados e subsidiarão a continuidade das investigações, que seguem sob sigilo judicial.

PF investiga crimes de captação de sufrágio e financiamento ilegal de campanha eleitoral

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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (17/12) a Operação Mamon do Sertão, que tem como objetivo combater os crimes de captação de sufrágio (compra de votos) e financiamento ilegal de campanha eleitoral.

Foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Juízo da 38ª Zona Eleitoral, com o emprego de 60 policiais federais, nas cidades de João Pessoa, Catolé do Rocha e Riacho dos Cavalos.

Nessa fase, a investigação visa coletar novos elementos de prova de autoria e materialidade dos fatos apurados, objetivando a responsabilização penal dos investigados.

PT quer cassar mandato de filho de Bolsonaro, vereador mais votado em Camboriú

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Jair Renan Bolsonaro e outros cinco vereadores eleitos pelo Partido Liberal (PL) em Balneário Camboriú, SC, estão no centro de uma polêmica. A coligação PT-PV-PCdoB pediu ao Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC) a cassação de suas candidaturas, alegando fraude na cota de gênero. A acusação é de que o PL usou mulheres apenas para cumprir a cota, mas quem ocupa as vagas são homens, na prática.

O pedido de cassação foi feito no domingo (15), véspera da diplomação, que aconteceu nesta segunda-feira (16). A denúncia afirma que as mulheres candidatas não receberam o suporte necessário para a campanha e não foram tratadas igualmente, algo que violaria as regras da cota de gênero. “Está evidente que as candidatas não receberam o mesmo tratamento e tampouco receberam os estímulos materiais necessários para efetivação dos objetivos precípuos que norteiam a norma da cota de gênero”, alegou o advogado da coligação petista.

Jair Renan, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, foi o vereador mais votado da cidade, com 3.033 votos. Mas se a denúncia for aceita e ele for condenado, ele e outros cinco vereadores do PL podem perder seus mandatos. Além de Renan, os vereadores Victor Forte, Kaká Fernandes, Guilherme Cardoso, Anderson Santos e Medeiros estão na mira da Justiça.

Câmara aprova punição para quem obstruir via pública com barricadas para cometer crimes

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A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que tipifica o crime de bloquear ou obstruir via pública com barricadas para cometer crimes. A proposta será enviada ao Senado.

De autoria do deputado Sargento Portugal (Pode-RJ), o Projeto de Lei 3191/24 foi aprovado nesta quarta-feira (11) com substitutivo do relator, deputado Delegado Ramagem (PL-RJ).

O projeto prevê pena de reclusão de 3 a 5 anos e multa para quem bloquear ou obstruir via pública, restringir a livre circulação de pessoas, bens e serviços ou causar qualquer tipo de embaraço à perseguição policial ou à atuação das forças de segurança pública com o uso de barricadas.

Para efeitos de caracterização do crime, as barricadas são definidas como o obstáculo defensivo criado pelo ajuntamento de objetos, podendo ser feitas com barricas, estacas ou qualquer outro meio que obstrua total ou parcialmente a via pública.

Nesse caso, incluem-se construções de alvenaria, cancelas, colunas ou paredes de concreto e congêneres.

A intenção é evitar que o crime organizado impeça o acesso de veículos policiais em áreas nas quais atuem milícias, facções, organizações paramilitares, grupos criminosos ou esquadrões.

Qualificação
O texto prevê ainda aumento em 2/3 da pena para aqueles que estiverem no comando individual ou coletivo de organização criminosa e praticarem, incitarem ou determinarem a prática desse novo crime.

Movimentos sociais
O texto aprovado deixa claro que não será crime montar barricadas provisórias em manifestações ou reivindicações de direitos e garantias constitucionais, seja em passeatas, reuniões, greves, aglomerações ou qualquer outra forma de manifestação política com propósitos sociais.

Rio de Janeiro
Delegado Ramagem afirmou que as facções criminosas têm promovido diversas ações para dificultar a ação da polícia, além de posicionarem fuzis em pequenas aberturas, tornando policiais alvos fáceis. “Esta é a realidade que ocorre no Rio de Janeiro e já se espalhou para diversos estados. Facções usam barricadas para dominar bairros inteiros, proteger suas práticas criminosas, evitar progressão da polícia, isolar atuação do Estado, compondo verdadeiro poder paralelo”, disse.

Ramagem explicou que as barricadas atrapalham mais que somente os trabalhos da polícia, mas também serviços de limpeza urbana, de atendimento de saúde e serviços privados, como internet e telefonia.

Para o autor do projeto, deputado Sargento Portugal, o texto é uma resposta a toda a população do Rio de Janeiro. “O território é do povo, e não de nenhuma facção criminosa. O crime organizado tem de ser combatido.”

De janeiro a setembro deste ano, a polícia militar fluminense removeu mais de 5.700 barricadas na entrada de territórios dominados pelo tráfico e pela milícia no estado do Rio de Janeiro.

Segundo a deputada Talíria Petrone (Psol-RJ), quem é do Rio sabe que é fundamental enfrentar as barricadas postas por criminosos que dificultam o direito de ir e vir e são instrumentos do crime.

Prisões por compra de votos podem tirar mandatos de 2 vereadores eleitos em Casimiro de Abreu

Depois de pedir a cassação do mandato do vereador reeleito em Casimiro de Abreu, Pedro Gadelha (UNIÃO), o Ministério Público Eleitoral (MPE) entrou com nova ação na cidade, dessa vez contra a vereadora eleita Rosimery de Pezão (PODE).

A vereadora, diplomada nessa semana, é alvo de acusação de “captação ilícita de sufrágio”, como é chamado judicialmente o crime de compra votos, mesmo delito que pode tirar o mandato de Pedro Gadelha, que teve seu assessor, Glauco Pereira, preso em flagrante no dia da eleição acusado de oferecer dinheiro em troca de votos.

Além de Rosimery de Pezão, a ação também acusa de envolvimento no crime o marido da vereadora eleita, o ex-vereador e ex-presidente da Câmara de Casimiro, Alessandro Pezão, condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em junho desse ano pelo crime de corrupção eleitoral ativa, bem como Ronaldo Mathias de Oliveira.
De acordo com o MPE, a ação, proposta pela 50ª Promotoria Eleitoral, requer a cassação do registro de candidatura e do diploma da vereadora eleita, e o pagamento de multa por parte de todos os 3 envolvidos no crime.

A ação contra Rosimery de Pezão lembra a prisão em flagrante de Ronaldo pela equipe de fiscalização do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ), após receber uma denúncia com um vídeo no qual ele e Alessandro Pezão repassavam dinheiro para um eleitor no dia da votação, realizada no último dia 6 de outubro.

Durante a abordagem, a equipe de fiscalização que efetuou a prisão de Ronaldo encontrou com ele a quantia de R$ 330,00 em dinheiro, 2 blocos de anotações, e 3 folhas destacadas contendo o número da candidatura de Rosimery.

“Embora os representantes tenham negado os fatos atribuídos a eles, restou comprovado que a candidata foi auxiliada em sua campanha pelo seu esposo e por Ronaldo e que praticaram a conduta de compra de votos. Assim, restou caracterizada a conduta descrita no artigo 41-A da Lei 9.504/1997”, argumenta o MPE em um dos trechos da ação.

“Censura começa com bons propósitos”, alerta advogado do Google no STF sobre responsabilidade das redes sociais

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Durante julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira (27), o advogado da Google Brasil, Eduardo de Mendonça, fez críticas à proposta de responsabilizar as redes sociais pelos conteúdos publicados pelos usuários. Em sua sustentação oral, ele afirmou que “a censura sempre começa com bons propósitos”, alertando sobre os perigos de criar um sistema que remova automaticamente conteúdos controversos. A discussão envolve o Marco Civil da Internet e a responsabilidade das plataformas por discursos de ódio e desinformação.

O advogado reforçou que, embora a Google reconheça os problemas causados por conteúdos nocivos, como discursos de ódio e desinformação, a internet não é a origem desses problemas. “Essas mazelas precedem muito a tecnologia”, disse ele, citando exemplos históricos de manipulação de informação por regimes autoritários. Para ele, a tecnologia apenas amplifica questões já presentes na sociedade, e não deve ser responsabilizada de forma indiscriminada. Ele ainda destacou que o Marco Civil da Internet, que já estabelece regras claras para a remoção de conteúdos, não deve ser alterado de forma a permitir censura.

Entre os pontos mais polêmicos de sua fala, o advogado da Google afirmou que “não faria sentido responsabilizar uma plataforma por não haver removido um conteúdo cujo exame é polêmico”. Ele argumentou que isso geraria um incentivo a plataformas para remover qualquer conteúdo controverso, o que, em sua visão, afetaria diretamente a liberdade de expressão. “Um sistema como esse seria um incentivo maciço à remoção de tudo que seja controverso ou possa ser questionado”, declarou, defendendo que a liberdade de expressão deve ser preservada, mesmo nos casos mais delicados.

Com o julgamento ainda em andamento, especialistas alertam para as possíveis consequências dessa decisão. A Google, junto a outras plataformas, defende que a liberdade de expressão não deve ser limitada por um sistema de responsabilidade “automática” e que as mudanças devem ser cuidadosamente debatidas para evitar excessos.

Governador segue exemplo de Paulo Guedes e sanciona Lei da Liberdade Econômica

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O governador de Rondônia, Marcos Rocha (UB), sancionou nesta quarta-feira (27) a Lei n° 5.918, instituindo a Declaração de Direitos de Liberdade Econômica no estado, seguindo o exemplo do ex-ministro Paulo Guedes, que promoveu reformas semelhantes no âmbito federal.

A nova legislação tem como objetivo simplificar o exercício de atividades econômicas e proteger o empreendedorismo, criando um ambiente mais favorável para negócios. Alinhada com a Lei Federal nº 13.874, sancionada em 2019, a medida busca garantir mais liberdade para os empreendedores e reduzir a intervenção do estado no setor privado.

A Lei da Liberdade Econômica classifica as atividades econômicas de acordo com o risco envolvido, estabelecendo normas mais simples para negócios de baixo risco e procedimentos específicos para os de risco moderado ou alto. Marcos Rocha destacou que a regulamentação da lei trará segurança jurídica aos empreendedores e facilitará a abertura de empresas, com o objetivo de promover um crescimento sustentável e seguro para o estado. A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) ficará responsável pela implementação da nova legislação, com prazo para regulamentação de até 180 dias.

A reação dos empresários e gestores públicos ao sancionamento da lei foi amplamente positiva. Sérgio Gonçalves, vice-governador e titular da Sedec, ressaltou que a medida ajudará a fortalecer Rondônia como um polo de investimentos e geração de empregos, além de modernizar a gestão pública.

Nas redes sociais, Marcos Rocha reafirmou seu compromisso com a desburocratização e o estímulo ao empreendedorismo, destacando que o estado agora está alinhado com os princípios da liberdade econômica.

Com a nova legislação, Rondônia se prepara para um ambiente mais favorável ao crescimento econômico e à criação de empregos. A expectativa é que, com a redução da burocracia e mais autonomia para os empreendedores, o estado atraia novos investimentos e se torne um modelo de desenvolvimento sustentável, seguindo o caminho aberto por reformas semelhantes no governo federal. As próximas etapas incluem a regulamentação e a classificação das atividades econômicas, com prazo de 30 dias para as autoridades locais encaminharem as informações necessárias.