Presidente crê em inflação menor em 2023

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Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Bolsonaro foi ao Congresso para promulgação de PEC 

O presidente Jair Bolsonaro esteve no Congresso Nacional no fim da tarde de hoje (14) para participar da sessão de promulgação da emenda à Constituição que prevê a criação de um estado de emergência para ampliar o pagamento de benefícios sociais até o fim do ano . Em seu discurso, Bolsonaro disse acreditar na redução da inflação, até mesmo em queda de preços, a partir do próximo ano.

“Juntamente com o parlamento, tomamos medidas de modo que fosse criado um teto de ICMS nos estados para os [produtos considerados] essenciais. Isso se fará pesar para uma inflação bem menor no próximo ano, ousando dizer que poderemos ter, inclusive, deflação. É o Brasil voltando à normalidade que se caracterizou no período pré-pandemia”, disse o presidente. Deflação é quando, ao contrário da inflação, os preços passam a cair”, disse o presidente.

Bolsonaro citou o aumento dos combustíveis e dos gêneros alimentícios como um dos principais aumentos sentidos no país. O presidente se referiu ao parlamento como um parceiro do Poder Executivo, citando medidas como a aprovação do projeto que limita a aplicação de alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis, aprovada no Congresso em junho.

Jair Bolsonaro caminhou a pé do Palácio do Planalto até o plenário do Senado, por volta das 18h, para participar pessoalmente da sessão de promulgação das emendas constitucionais. Antes de seguir para o plenário, passou alguns minutos na sala da Presidência do Senado, onde conversou a portas fechadas com o presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Em seguida, foi acompanhado por Pacheco ao plenário. Bolsonaro cumprimentou os presentes e sentou-se ao lado do presidente do Congresso na mesa.

A cerimônia marcou o último dia de atividades no Congresso antes do seu recesso. Deputados e senadores interrompem oficialmente suas atividades em Brasília a partir do dia 18 e retornam no dia 1º de agosto.

Por Portal Novo Norte

Polícia Civil descarta motivação política em crime que matou petista em Foz do Iguaçu

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Foto: Divulgação

Segundo os investigadores, o crime foi praticado por motivo torpe e colocou em risco a vida de outras pessoas

A Polícia Civil do Paraná irá indiciar o agente penal Jorge José da Rocha Guaranho, autor dos disparos que tiraram a vida do guarda municipal Marcelo Aloizio da Rocha, por homicídio duplamente qualificado. 

Segundo os investigadores, o crime foi praticado por motivo torpe e colocou em risco a vida de outras pessoas. Desta forma, fica descartada a motivação política no crime. 

Segundo a delegada responsável pelo caso, não estão presentes os requisitos para se configurar um crime político ou crime de ódio. As informações foram dadas pela corporação em uma entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira (15). 

Guaranho ainda está internado em estado grave e respira com a ajuda de aparelhos. A Justiça negou um pedido de imposiçào de sigilo no processo.

Conforme apurado no inquérito, Guaranho foi até o local da festa com temática do PT para “provocar” os participantes. No local, o policial penal gritou “Aqui é Bolsonaro” e foi atingido com pedras pelo dono da festa, o petista Marcelo Arruda. Guaranho teria se sentido humilhado pelo fato de terem sido atingidos sua esposa e sua filha de colo. Assim, voltou ao local minutos depois e cometeu o crime.

Por Portal Novo Norte

As três sugestões dos militares consideradas essenciais para as Eleições de 2022

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Foto: Divulgação

Propostas foram discutidas durante audiência pública no Senado

O Ministro da Defesa, general Paulo Sergio Nogueira, afirmou que militares consideram “essenciais” três das 15 propostas que as Forças Armadas já apresentaram à Comissão de Transparência das Eleições, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Há três propostas que consideramos importantes e que, se acolhidas – e ainda há tempo para acolhê-las [para as eleições deste ano] – resolveriam muita coisa”, declarou Nogueira ao participar, hoje (14), de uma audiência pública realizada pela Comissão de Fiscalização e Controle do Senado.

As sugestões apresentadas a pretexto de “aprimorar o processo eleitoral” pedem que o teste de integridade a que as urnas eletrônicas são submetidas reproduzam as mesmas condições do dia da votação, incluindo o uso da identificação biométrica de eleitores. “Isto reduziria a possibilidade de um código malicioso [malware] furtar-se ao teste”, justificou Nogueira.

Os militares também propõem que urnas eletrônicas que a Justiça Eleitoral adquiriu a partir de 2020 sejam submetidos ao Teste Público de Segurança. De acordo com o ministro, a estimativa é que cerca de 39% dos equipamentos que serão empregados nas eleições deste ano estejam entre elas.

“Salvo melhor juízo, não foi feito teste público de segurança nestas [novas] urnas. A justificativa do tribunal é que essas são urnas altamente tecnológicas, com sistema criptográfico de altíssima geração e que não haveria necessidade do teste”, disse Nogueira, acrescentando que a medida reduziria eventuais dúvidas quanto à integridade dos equipamentos.

Também classificada por Nogueira como uma “consideração”, a terceira das propostas é para que o TSE torne efetiva a participação das “entidades fiscalizadoras” em todas as oito fases do processo eleitoral.

“São três propostas que entendemos como essenciais e concitamos [estimulamos] para que possamos conversar sobre elas”, incitou o ministro ao afirmar que a adoção das medidas minimizaria “toda a pressão, toda a discussão” técnica e política em torno da segurança do sistema eleitoral. “Apresentamos propostas plausíveis e exequíveis que não tem nada de outro mundo”.

Consultado pelaAgência Brasilpara que se manifestasse sobre as sugestões, o Tribunal Superior Eleitoral ainda não se pronunciou sobre o assunto. O presidente da Corte, ministro Edson Fachin, foi convidado pela Comissão de Fiscalização e Controle a participar da audiência pública, mas afirmou já ter outros compromissos agendados para a mesma data.

Em maio deste ano, representantes da Polícia Federal, do Ministério Público Federal, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), do Congresso Nacional e do Tribunal de Contas da União (TCU), além de membros das áreas acadêmica e científica que participaram do Teste Público de Segurança assinaram um relatório que aponta que o sistema eleitoral eletrônico é “íntegro e seguro”, mesmo que “apresentando espaços para melhoria nos quesitos relativos à qualidade do projeto e à dependência dos mecanismos de segurança externos”.

Ontem (13), o Tribunal de Contas da União (TCU) tornou público o resultado de uma auditoria que apontou não haver “ riscos relevantes à realização das eleições de 2022” no Brasil. A auditoria, contudo, “ainda terá continuidade com a avaliação de requisitos de auditabilidade dos procedimentos estabelecidos pelo TSE”.

Técnico

Convidado a acompanhar o ministro da Defesa ao Senado e fazer uma exposição técnica durante a audiência pública, o coronel Marcelo Nogueira de Souza, do Exército, elogiou as medidas de segurança eletrônica que o TSE vem implementando ao longo dos anos, mas não descartou “algumas ameaças” ao sistema.

“Reconhecemos que houve um avanço incrível na segurança da urna eletrônica e do sistema eletrônico de votação, mas também que estas contribuições foram feitas muito em [função de] uma [possível] ameaça externa”, comentou o coronel, pontuando que as informações que o TSE forneceu aos militares convidados a integrar a Comissão de Transparência das Eleições foram insuficientes para avaliar o real potencial risco de os equipamentos sofrerem com o que ele classificou como “ameaças internas”.

“Em relação a ameaças externas, há sim um grande nível de proteção. A urna não se conecta à internet e não tem outras ligações [em rede]. Já em relação a ameaças internas, não temos disponível, até o momento, a documentação que nos leve a formar uma opinião conclusiva […] Mas, enquanto ameaça, como uma vulnerabilidade, é sim possível a inserção de um código malicioso que fique lá, latente, esperando algum tipo de acionamento e que se furte aos testes”, acrescentou Souza.

Para o militar, que é graduado em Engenharia de Telecomunicações e possui mestrado em Engenharia Elétrica, umas das fragilidades do sistema reside no fato de que, segundo o próprio TSE, cerca de 10% das urnas costumam apresentar problemas no dia da eleição e, por isso, precisam ser substituídas. De acordo com Souza, as urnas reservas não passam pelos testes de integridade, mas são colocadas em uso conforme a necessidade.

“É possível que um código malicioso esteja instalado nas urnas reservas”, disse Souza. “Por esta e outras possibilidades de uso de malware por agente interno, propomos uma pequena alteração no que já está estabelecido. Coerente com uma resolução do próprio TSE, que prevê a realização do teste das urnas em condições reais de uso, [sugerimos] que [algumas] urnas sejam escolhidas para que, em vez de serem levadas para a sede dos TREs [Tribunais Regionais Eleitorais], seriam colocadas em paralelo na [própria] sessão eleitoral, onde haveria [seria usada por] eleitores com biometria. O eleitor votaria e seria perguntado se ele gostaria de contribuir para o teste da urna, gerando um fluxo de registro na urna teste similar ao das urnas originais. Após isto, os servidores fariam a votação em cédula de papel que seria conferida com o boletim de urna. A escolha aleatória das urnas [testes]modificaria pequenos procedimentos já estabelecido, mas traria um grau de segurança maior em relação à possível ameaças”, finalizou o coronel.

Por Portal Novo Norte

Girão defende ‘entendimento’ entre TSE e Ministério da Defesa sobre segurança das urnas

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Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) disse nesta quinta-feira (14) que vai propor “um entendimento” entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) disse nesta quinta-feira (14) que vai propor “um entendimento” entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Ministério da Defesa sobre sugestões apresentadas pelos militares acerca da segurança das urnas eletrônicas. O parlamentar presidiu uma audiência pública sobre o tema na Comissão de Fiscalização e Controle (CTFC).

— Esse entendimento é plenamente viável. São três pontos apenas que nos separam de um acordo, de algo que possa leva a essa tranquilidade que precisamos — afirmou.

A audiência pública contou com a presença do ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira. Ele disse que as Forças Armadas atuam como “colaboradores do processo eleitoral” e realiza um “trabalho eminentemente técnico, sem viés político”. Segundo o militar, de 15 sugestões apresentadas pela pasta ao TSE, seis foram acolhidas total ou parcialmente, duas serão adotadas em eleições futuras e sete foram rejeitadas. O general defendeu a adoção de três medidas não atendidas:

  • Teste de integridade das urnas nas mesmas condições da votação, inclusive com a utilização da biometria do próprio eleitor;
  • Teste público de segurança em um novo lote de urnas eletrônicas, que representam 39% do total de máquinas usadas pela Justiça Eleitoral; e
  • Acesso do TSE para que entidade promovam fiscalização e auditoria em todas as fases do processo eleitoral.

O ministro negou que a pasta tenha a intenção de revisar ou interferir no resultado das eleições presidenciais de outubro.

— O que a gente deseja neste momento é paz social. Um momento muito sensível, uma polarização muito grande. Todos temos que estar juntos e unidos para que tenhamos transparência e confiabilidade para uma eleição tranquila. Em absoluto, jamais, em tempo algum, seremos revisores de eleições. Tudo o que diz respeito às Forças Armadas normalmente aparece mais. Aí, dá a impressão de que a gente é o protagonista. O protagonista é o TSE. O protagonista é o povo brasileiro — afirmou.

A audiência pública contou com a presença do coronel Marcelo Nogueira de Souza, que chefia uma equipe técnica do Ministério da Defesa designada para acompanhar as eleições deste ano. O militar admite que as urnas eletrônicas apresentaram “um avanço incrível” nos últimos anos. Mas disse que a possibilidade de fraude promovida por “agentes internos” não está descartada.

— A gente reconhece que houve um avanço incrível na segurança da urna eletrônica e do sistema eletrônico de votação, mas essa evolução foi feita muito baseada numa ameaça externa ao perímetro de segurança de desenvolvimento. No que tange à vulnerabilidade interna, a gente não tem documentação que nos leve a formar uma opinião conclusiva de que a solução é segura. É possível que um código malicioso tenha, sim, sido inserido na urna e fique lá latente esperando algum tipo de acionamento — disse.

Cautela

O representante da Transparência Internacional Brasil, Michael de Freitas Mohallem, defendeu cautela na alteração de regras a menos de 80 dias do pleito. Ele criticou o “protagonismo” das Forças Armadas no debate sobre o processo eleitoral.

— Entre as inúmeras atribuições das Forças Armadas, não há competências explícitas para assumir papel de protagonista do debate sobre reformas eleitorais, muito menos de revisor dos resultados da eleição. Me parece importante que as Forças Armados assumam um espaço proporcional e adequado às suas competências e se ausente dessa participação protagonista do debate nacional. Talvez essa confusão venha acontecendo — afirmou.

A audiência pública contou ainda com a participação do deputado Filipe Barros (PL-PR), relator da proposta de emenda à Constituição do voto auditável (PEC 135/2019). A matéria foi rejeitada pela Câmara e arquivada em agosto do ano passado. Para o parlamentar, há “um consenso científico” de que as urnas eletrônicas usadas pela Justiça Eleitoral “são ultrapassadas e vulneráveis”.

— O sistema hoje depende 100% de uma fé cega naqueles que estão dentro do TSE. Não é qualquer falta de respeito eu dizer que a democracia se constrói na desconfiança. Não sou obrigado a confiar nos técnicos do TSE. Não sou obrigado a confiar que o voto será registrado, apurado e totalizado corretamente por pessoas que não sei nem quem são. Eu, como eleitor, titular do meu voto, tenho direito de saber se meu voto foi registrado, apurado e totalizado corretamente — afirmou.

Repercussão

O senador Esperidião Amin (PP-SC) defendeu a possibilidade de impressão do voto.

— Sempre que se vai debater, alguém diz: “querem voltar ao voto impresso e em cédula. Querem fazer a contagem manual dos votos”. Eu tenho insistido sempre nisso: é a auditabilidade do voto. Ou seja: a possibilidade de auditar se o voto computado eletronicamente e totalizado eletronicamente corresponde materialmente ao voto impresso. É isso que nos falta — ponderou.

O senador Eduardo Girão reconhece que o uso das urnas eletrônicas é “um assunto espinhoso”. Para o parlamentar, o sistema eleitoral brasileiro precisa ser e parecer isento para assegurar legitimidade ao resultado.

— Reza a tradição que não basta a rainha ser honesta. Ela tem que parecer honesta. Acredito que isso se aplica muito bem ao processo eleitoral. Ele precisa estar livre de todo e qualquer resquício de suspeita. Os sinais são inequívocos de que este pleito deverá ser um dos mais polarizados da história recente. Diante do atual acirramento politico que assola o Brasil, nunca foi tão imprescindível que o processo eleitoral esteja afastado de toda e qualquer desconfiança — afirmou.

O senador Plínio Valério (PSDB-AM) criticou a ausência de representantes do TSE, que foram convidados, mas não compareceram ao debate. Para o parlamentar, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin, Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso — respectivamente presidente, vice-presidente e ex-presidente do TSE — promovem “ativismo judicial” e devem sofrer processos de impeachment. 

— Eles têm que entender que no Senado nem todos estão calados. Reclamamos sempre desse desrespeito, dessa intromissão e dessa usurpação que fazem. Porque os ministros são usurpadores. Entram no Legislativo como se fossem. A gente vive insistindo: esse pessoal pensa que é semideus e mora no Olimpo. Mas não moram. Com esse desrespeito constante e cristalino que eles demonstram, já têm mil motivos e dezenas de pedidos para “impinchar” esses ministros. Temos que enfrentar o STF e acabar com isso enquanto é tempo — afirmou.

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Senado debate recomendações do Ministério da Defesa ao TSE sobre o processo eleitoral (Veja vídeo)

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Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

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Bolsonaro liga para familiares de petista morto em Foz e repudia atos de violência

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Foto: Divulgação

Irmãos de Marcelo Arruda são apoiadores de Bolsonaro e foram convidados para visitar o Palácio do Planalto

Nesta terça-feira (12), o presidente Jair Bolsonaro conversou com Luiz Arruda, irmão do tesoureiro do PT de Foz de Iguaçu (PR), Marcelo Arruda, que foi assassinado no último domingo durante uma festa em que comemorava seus 50 anos.

O chefe do Executivo deu os pêsames ao parente da vítima e repudiou atos de violência, segundo informações do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.

De acordo com Guilherme Amado, colunista do Metrópoles, os irmãos de Arruda são apoiadores de Bolsonaro. Eles foram convidados pelo presidente a participar de uma coletiva de imprensa a ser realizada na próxima quinta-feira (15). Embora não tenham deixado claro se aceitaram o convite, eles disseram a Bolsonaro que não querem que o caso seja explorado politicamente.

Veja o vídeo:

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Senado debate recomendações do Ministério da Defesa ao TSE

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Foto: Divulgação

O Senado promove na quinta-feira (14), às 10h, audiência pública interativa para debater as recomendações dadas pelo Ministério da Defesa ao TSE pa…

O Senado promove na quinta-feira (14), às 10h, audiência pública interativa para debater as recomendações dadas pelo Ministério da Defesa ao TSE para o aprimoramento do processo eleitoral.

O debate é de iniciativa do senador Eduardo Girão (Podemos-CE) e ocorre no âmbito da Comissão de Fiscalização e Controle (CTFC).

“O próprio Ministério da Defesa identificou diversos pontos em que seriam necessárias algumas ações por parte do corpo técnico do TSE para aperfeiçoar o sistema eletrônico de votação, visando deixá-lo mais confiável e, desta forma, podendo trazer mais tranquilidade para os eleitores quanto a sua inviolabilidade. O objetivo desta audiência que ora venho requerer é trazermos para dentro do Senado Federal, mais especificamente para essa CTFC, uma discussão que hoje toma contornos de enorme relevância, principalmente num contexto de um país tão polarizado como o Brasil atual”, ressalta Girão na justificativa do requerimento do debate.

O debate contará com a participação, já confirmada, do ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira, e do representante da Transparência Internacional Brasil, Michael de Freitas Mohallem.

Também foram convidados para o debate o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin; o deputado federal Filipe Barros (PL-PR), e o diretor geral da Polícia Federal, Márcio Nunes de Oliveira. Eles ainda não confirmaram a participação.

A audiência pública será realizada na sala 6 da ala Nilo Coelho.

Como participar

O evento será interativo: os cidadãos podem enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo Portal e?Cidadania, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como hora de atividade complementar em curso universitário, por exemplo. O Portal e?Cidadania também recebe a opinião dos cidadãos sobre os projetos em tramitação no Senado, além de sugestões para novas leis.

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Fake News eleitoral: Apoiadores de Lula criam imagem falsa para associar médico estuprador a Bolsonaro

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Foto: Divulgação

Mentira foi compartilhada por perfis de esquerda e teve milhares de interações

Perfis no Twitter mantidos por simpatizantes da esquerda estão divulgando na rede uma montagem com a foto do médico anestesista Giovanni Quintella, preso por estupro, sugerindo que ele seria apoiador do presidente Jair Bolsonaro. 

A imagem, no entanto, é uma montagem grotesca. Trata-se de mais uma fake news eleitoral com a finalidade de associar uma imagem negativa ao presidente que disputará a reeleição em outubro de 2022 na tentativa de tirar-lhe votos. Além disso, a imagem fomenta o ódio contra o candidato e pode intensificar a onda de violência contra os apoiadores de Jair Bolsonaro, como o episódio do Maninho do PT, que causou um traumatismo craniano em um militante que protestava contra o PT. Maninho do PT empurrou o manifestante contra um caminhão em movimento e recebeu elogios de Lula por isso.

Não há qualquer postagem nas redes sociais do médico que indica que ele teria simparia pelo atual presidente da República. No entanto, uma matéria do Yahoo News informa que ele curtiu páginas como “Jovens de Esquerda” e “Cirão da Massa”. Ontem, o conteúdo das redes do médico foi tirado do ar.

Um dos perfis que compartilhou a imagem falsa é @EdsonFilho74, que tem como capa a imagem do ex-presidiário Lula, que já foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro pela Lava Jato.

Se você encontrar esta imagem na internet, denuncie o perfil que postou esta fake news.

Giovanni Quintella Bezerra foi preso e autuado em flagrante por estupro nesta segunda-feira (11). O caso ocorreu em um hospital de São João Meriti, município localizado na Baixada Fluminense no Rio de Janeiro, foi filmado por colegas de trabalho do médico.

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Randolfe surta mais uma vez e diz que vai processar Bolsonaro por morte de petista em Foz do Iguaçu

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Senador enche as gavetas do judiciário com narrativas falsas e conversa fiada

O senador Randolfe Rodrigues (REDE/AP) não se cansa de ocupar o judiciário com narrativas falsas e conversa fiada sem fundamento. 

No surto desta segunda-feira (11), Randolfe disse que vai entrar com uma representação no TSE para que o tribunal investigue o presidente Jair Bolsonaro por “discurso de ódio” e “incitação à violência”. Certamente, o senador quer “levantar a bola” para que o seu amigo Alexandre de Moraes tome alguma ação contra o presidente.

“As instituições, candidatos e partidos comprometidos com a democracia têm a obrigação de reagir ao avançar da barbárie bolsonarista. Ainda esta semana iremos propor representação ao TSE para responsabilizar Jair Bolsonaro por discursos de ódio e incitação à violência”, tuitou Randolfe.

Mais uma ação que vai parar no fundo da lata de lixo da Procuradoria-Geral da República.

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Caluniadores agem como urubus para tentar nos prejudicar 24 horas por dia, diz Bolsonaro

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Presidente se manifestou sobre a troca de tiros que resultou na morte de um petista no Paraná

O presidente Jair Bolsonaro (PL) se pronunciou sobre o assassinato do guarda civil e tesoureiro do PT, Marcelo Aloizio de Arruda, morto neste sábado (9) durante a comemoração de seu aniversário de 50 anos, em Foz do Iguaçu, no Paraná. Por intermédio de suas redes sociais, o chefe do Executivo deixou claro que “dispensa qualquer tipo de apoio de quem pratica violência contra opositores”. A mensagem foi publicada às 19h15 deste domingo (10).

As investigações apontam que o crime teria sido motivado por intolerância política, visto que o atirador, o agente penitenciário federal Jorge José da Rocha Guaranho, é apoiador de Bolsonaro, como mostram suas publicações nas redes sociais. Testemunhas também afirmam que ele teria gritado “Aqui é Bolsonaro” antes de efetuar os disparos.

– Dispensamos qualquer tipo de apoio de quem pratica violência contra opositores. A esse tipo de gente, peço que por coerência mude de lado e apoie a esquerda, que acumula um histórico inegável de episódios violentos – postou o pré-candidato à reeleição.

Em uma sequência de tuítes, o presidente lembrou o episódio de setembro de 2018, semanas antes do primeiro turno eleitoral, quando foi alvo de uma facada em Juiz de Fora. Na declaração, ele também alfinetou seu rival pela corrida eleitoral, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que neste sábado (9) fez um agradecimento especial a um ex-vereador do PT preso em 2018 por tentativa de homicídio.

– É o lado de lá que dá facada, que cospe, que destrói patrimônio, que solta rojão em cinegrafista, que protege terroristas internacionais, que desumaniza pessoas com rótulos e pede fogo nelas, que invade fazendas e mata animais, que empurra um senhor num caminhão em movimento – acrescentou o presidente, que ainda cobrou investigações sobre o caso.

– Que as autoridades apurem seriamente o ocorrido e tomem todas as providências cabíveis, assim como contra caluniadores que agem como urubus para tentar nos prejudicar 24 horas por dia – finalizou.

– Independente das apurações, republico essa mensagem de 2018:

Dispensamos qualquer tipo de apoio de quem pratica violência contra opositores. A esse tipo de gente, peço que por coerência mude de lado e apoie a esquerda, que acumula um histórico inegável de episódios violentos.

— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) July 10, 2022

ENTENDA O CASO
O guarda municipal Marcelo Arruda, candidato a vice-prefeito nas últimas eleições, foi assassinado a tiros durante sua festa de aniversário de 50 anos, ocorrida na noite deste sábado (9/7), em Foz do Iguaçu (PR). A festa tinha como tema o PT e fazia várias referências ao ex-presidente e pré-candidato Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo relatos, por volta das 23h, Jorge Guaranho invadiu a festa e atirou em Marcelo, que estava armado e revidou. Foi noticiado inicialmente que o atirador também teria morrido, mas novas informações confirmam que ele está internado em estado estável. A polícia investiga o crime como sendo de “motivação de política”.

Por Portal Novo Norte