Ministros do STF e TSE Miram Aliados de Bolsonaro em 2022: Investigação Sigilosa Revelada

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Em 2022, nove deputados aliados ao ex-presidente Jair Bolsonaro foram investigados a pedido do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, conforme revelou a Folha de S.Paulo. As investigações foram conduzidas pelo perito Eduardo Tagliaferro, que estava à frente da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação (AEED) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A lista incluía sete deputados do Partido Liberal (PL), entre eles Eduardo Bolsonaro e Carla Zambelli, além de dois parlamentares de outros partidos, como Daniel Silveira (PTB). A investigação foi baseada em relatórios produzidos pelo TSE durante o período em que Moraes presidiu o tribunal, segundo diálogos obtidos pelo jornal.

De acordo com as mensagens, datadas de outubro de 2022, o pedido de investigação foi repassado por um juiz auxiliar de Moraes no STF e chegou ao perito do TSE para análise. O material produzido teria sido utilizado para embasar decisões no inquérito das fake news, uma das frentes de investigação mais polêmicas da época.

Apesar da gravidade das acusações, o ministro Alexandre de Moraes e seus assessores não se pronunciaram sobre os diálogos revelados, mantendo silêncio frente aos questionamentos da imprensa.

Com Informações de Pleno News.

Jornalistas Allan dos Santos e Oswaldo Eustáquio são alvos de nova ordem de Moraes

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Na manhã desta quarta-feira (14), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou novamente as prisões dos jornalistas Allan dos Santos e Oswaldo Eustáquio. A decisão foi tomada a pedido da Polícia Federal (PF), que acusa ambos de coordenarem ataques contra policiais federais envolvidos em investigações lideradas pelo próprio Moraes.

Jornalistas estão exilados

De acordo com a PF, os jornalistas utilizaram as redes sociais para difamar e ameaçar agentes da Polícia Federal. Eustáquio, inclusive, estaria se passando pela filha, Mariana, para realizar postagens no Twitter/X. A jovem, por ser menor de idade, também é alvo de investigações, o que motivou a presença do Conselho Tutelar durante a operação.

Polícia Federal realiza operações em várias regiões do país

Ao todo, foram cumpridas nove medidas cautelares e dois mandados de busca em estados como Rio de Janeiro, Espírito Santo, Amazonas e Distrito Federal. Mesmo com os mandados de prisão, ambos os jornalistas permanecem exilados no exterior. Allan dos Santos é investigado por supostos crimes de obstrução de Justiça, crimes contra a honra e ameaças, enquanto Oswaldo Eustáquio enfrenta acusações de corrupção de menores, em decorrência do uso das redes sociais pela filha.

Bolsonaristas aderem a Pablo Marçal em São Paulo

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O pré-candidato à Prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB), está conquistando espaço entre os eleitores que votaram em Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022. Pesquisa do Datafolha revelou que Marçal já conta com a preferência de 29% desses eleitores, um aumento de 7 pontos percentuais em comparação com o levantamento anterior, realizado em julho.

Marçal Ganha Força

Entre os eleitores que escolheram Tarcísio de Freitas (Republicanos) para o governo paulista, Marçal também cresceu. A pesquisa aponta que 25% desse grupo agora apoia o pré-candidato, uma alta de 6 pontos percentuais. Esse aumento na base de apoio a Marçal mostra a simpatia do eleitorado pela autenticidade que ele demonstra em vídeos na internet.

Nunes em Queda

Por outro lado, o atual prefeito Ricardo Nunes (MDB), que tem o apoio de Bolsonaro e Tarcísio, viu sua popularidade cair. Entre os bolsonaristas, o apoio a Nunes caiu de 42% para 38%. O movimento foi semelhante entre os eleitores de Tarcísio, onde a preferência pelo prefeito oscilou de 40% para 42%, mostrando uma tendência de queda para o atual gestor.

Cenário Eleitoral

Na disputa geral, Nunes e Guilherme Boulos (Psol) estão tecnicamente empatados, com 23% e 22% das intenções de voto, respectivamente. Marçal e José Luiz Datena (PSDB) vêm em seguida, ambos com 14%. A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 8 de agosto, com uma margem de erro de 3 pontos percentuais.

Voto Petista

Apesar do crescimento entre os eleitores bolsonaristas, Marçal ainda enfrenta dificuldades para atrair o voto petista. Entre os eleitores de Lula (PT) e Fernando Haddad (PT), ele oscilou de 2% para 5%, enquanto Boulos manteve a liderança com 41% das intenções de voto dos lulistas. 

A pesquisa eleitoral, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-03279/2024, foi realizada pelo Instituto Datafolha entre os dias 6 e 8 de agosto de 2024. O levantamento entrevistou presencialmente 1.092 eleitores do município de São Paulo, com uma margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pelo jornal Folha de S.Paulo ao custo de R$ 95.438,14.

Moraes bloqueia contas de Marcos do Val e dificulta tratamento contra câncer da mãe do senador

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O senador Marcos do Val, em entrevista à Rádio Auriverde de Bauru nesta terça (13), revelou as consequências da decisão do ministro Alexandre de Moraes de bloquear quase 50 milhões de reais de suas contas. “Quem escuta pensa que eu tinha esse dinheiro. Não, não tenho, só tinha mil reais na conta”, desabafou o senador. A decisão, segundo ele, é “inacreditável” e não teve validação do Congresso ou do Senado, o que gerou sua revolta.Decisão de Moraes impede Marcos do Val de exercer seu mandatoMarcos do Val relatou que o bloqueio atingiu a conta usada para ressarcimento das despesas do gabinete, o que o impossibilita de exercer seu mandato. “Não tenho agora recurso pra ir a Brasília, pra poder te prestigiar quinta-feira”, disse o senador, referindo-se à falta de condições para participar de compromissos oficiais. O senador enfatizou que a medida cerceia não só seu direito de fala, mas também sua capacidade de atuar como representante eleito.Senador acusa ministro de cercear direitos democráticos e cobrar “preço desumano”O senador criticou duramente o ministro Moraes, afirmando que a decisão é uma retaliação por suas denúncias contra o ministro. “Eu fui postando várias provas… e dali em seguintes, fui postando quem é o Alexandre, o que ele tá fazendo de ilegal”, afirmou. Marcos do Val destacou que a multa aplicada é “equivalente a mil dias de R$ 20 mil”, totalizando os R$ 50 milhões. “Eu não consigo hoje pagar nem o plano de saúde da minha mãe, que está com câncer”, disse, revelando a gravidade da situação.Bloqueio afeta tratamento de câncer da mãe do senador, agravando a situação familiarDurante a entrevista, Marcos do Val revelou que sua mãe, que luta contra um câncer, foi diretamente afetada pela decisão. “Tinha melhorado, o câncer infelizmente voltou, então eu tô assim, é desumano”, declarou, evidenciando o impacto pessoal da medida. O senador expressou indignação ao constatar que uma ação judicial está prejudicando o tratamento de saúde de um familiar, o que ele considera um abuso de poder.Marcos do Val convoca Pacheco a reagir contra as ações do STFMarcos do Val aproveitou a oportunidade para convocar o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, a agir contra o que ele considera perseguição política. “Pacheco, você tá vendo senadores sendo perseguidos, sendo cerceados em seus direitos constitucionais, e você tá prostrado, tá sentado sem fazer nada”, criticou. O senador alertou que a inércia do Senado pode resultar em um legado de covardia para a história da instituição.

Senador relata que ações de Moraes já impactaram sua vida pessoal e políticaAlém das dificuldades financeiras e profissionais, Marcos do Val também revelou que o bloqueio de suas contas e a perseguição que enfrenta afetaram sua vida pessoal. “Inclusive, eu me divorciei por conta do Alexandre Moraes”, afirmou, explicando que sua ex-esposa decidiu se separar devido aos riscos e pressões envolvendo o caso. O senador não poupou críticas ao ministro, chamando-o de “diabólico” e o acusando de ser o “homem mais perverso que já viveu no Brasil”.Senador acusa STF de manipulação política em conluio com governo BidenO senador afirmou que há uma articulação internacional para proteger as ações do STF, envolvendo até o governo dos Estados Unidos. Segundo ele, a decisão de liberar Lula foi apoiada pelo governo Biden, que desejava um presidente de esquerda no Brasil. “Tem todo um complexo… Trump vai ser o próximo presidente e vai cobrar essas decisões”, disse, acreditando que a situação no Brasil pode mudar com a volta de Trump ao poder.Marcos do Val denuncia chantagem política e pede reação do SenadoDo Val acusou diretamente o STF de chantagem política contra senadores que se opõem às suas decisões. “Eles colocam em processos cabíveis, outros sim, outros não, só para intimidar”, afirmou. O senador destacou a necessidade urgente de uma reação do Senado, pedindo que o presidente Pacheco coloque em pauta as decisões que possam frear o que ele vê como abuso de poder por parte do ministro Moraes.

Para Girão, Olimpíadas na França expuseram intolerância aos cristãos

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O senador Eduardo Girão (Novo-CE) afirmou, em pronunciamento nesta segunda-feira (12), que as Olimpíadas de Paris ficarão marcadas negativamente por ataques aos cristãos. O parlamentar criticou a cerimônia de abertura, onde ocorreu uma performance que causou controvérsia ao ser comparada com a pintura bíblica A Última Ceia, de Leonardo da Vinci.— O mundo é impactado por uma verdadeira aberração, com a simulação “artística” da Santa Ceia, com drag queens junto a uma criança, simulando ali uma imagem sagrada para os cristãos. […] Deixa o sagrado em paz! Quer promover a inclusão? Ok, perfeito, estamos junto nisso. Quer promover a diversidade? Ok, mas para que o ataque? Porque sabem que os cristãos são pacíficos, aí passam por cima.Girão também condenou sanções aplicadas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) àskatistaRayssa Leal, que utilizou sinais de libras para expressar uma mensagem religiosa, e ao surfista João Chianca, que teve a sua prancha vetada por estar estilizada com a imagem de Jesus Cristo.— O atleta teve que substituir às pressas por uma outra prancha de surfe sem nenhum símbolo. Atacar pode, mas dar o testemunho na prancha, sem falar nada, não pode. As alegações do COI para esse procedimento estão baseadas numa das regras dos Jogos Olímpicos que proíbe qualquer tipo de demonstração ou propaganda política, religiosa ou racial. Ora, então estamos diante de uma profunda incoerência, pois a abertura oficial com a escandalosa performance da Santa Ceia foi recebida por bilhões de cristãos em todo o mundo como uma grosseira e desrespeitosa discriminação religiosa.

Alberto Fernandez diz que olho rocho em ex-mulher foi por “tratamento estético”

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Na última semana, fotos da ex-primeira-dama argentina, Fabiola Yañez, com um olho roxo foram divulgadas, gerando suspeitas de agressão do ex-marido. Em resposta, o ex-presidente Alberto Fernández alegou que o ferimento não foi causado por violência, mas por um tratamento estético para rugas.Resposta e defesaAs imagens dos ferimentos de Fabiola circularam amplamente na imprensa argentina, levando a um aumento das especulações sobre a suposta agressão. Em sua defesa, Fernández declarou que nunca houve qualquer tipo de abuso, e que os hematomas são resultado de um procedimento cosmético.Entrevista polêmicaEm uma entrevista ao jornalista Horacio Verbitsky, do portal El Chote a La Luna, Fernández questionou a veracidade das acusações, mencionando que sua ex-companheira nunca relatou nenhum episódio de abuso a terceiros. Ele também destacou seu histórico de relacionamentos anteriores como prova de sua inocência.Acusações e medidas legaisA ex-primeira-dama, no entanto, denunciou Fernández no tribunal por violência de gênero. Ela afirma que as agressões físicas foram constantes durante o relacionamento e que as fotos divulgadas não refletem a gravidade da situação. A Justiça argentina já impôs uma medida protetiva contra o ex-presidente.Continuação do casoA controvérsia continua, com Fernández prometendo provar sua inocência e Yañez reafirmando as acusações. A investigação está em andamento, e a opinião pública segue dividida quanto à veracidade das alegações de ambos os lados.

Observadores internacionais atestam vitória de González e derrota de maduro

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Observadores internacionais declararam que Edmundo González, candidato da oposição na Venezuela, venceu as eleições contra Nicolás Maduro com mais de 60% dos votos. A chefe da missão do Centro Carter, Jennie Lincoln, confirmou na quinta-feira (8) que o observatório eleitoral internacional considera a vitória de González legítima e que “não há provas” de um ciberataque nas urnas eletrônicas, justificativa usada pelo regime chavista para o atraso na publicação dos resultados.O Centro Carter, convidado pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela, controlado pelo chavismo, para monitorar as eleições, relatou que o órgão eleitoral não publicou resultados detalhados, alegando um ataque hacker. Maduro, reeleito para um terceiro mandato, denunciou um “golpe de Estado ciberfascista”.Lincoln explicou que empresas que monitoram a rede garantem que não houve negação de serviço (hack) naquela noite. A transmissão dos dados de votação é feita por linha telefônica e telefone via satélite, não por computador, evitando a perda de dados.A chefe da missão destacou que o presidente da CNE, Elvis Amoroso, prometeu publicar os resultados tabela a tabela no site do órgão e entregar um CD com os dados aos partidos políticos, mas essa promessa não foi cumprida. A análise do Centro Carter e outras organizações confirma a vitória de González com mais de 60% dos votos, número similar ao divulgado pela oposição, que alega ter 67% dos votos, enquanto o CNE atribui 52% a Maduro e 43% a González.Após a saída da Venezuela, o Centro Carter avaliou que a eleição não estava em conformidade com os padrões internacionais de integridade eleitoral e não pode ser considerada democrática. A legitimidade do pleito foi questionada por vários países, incluindo Estados Unidos, União Europeia, Colômbia, Brasil e México, que sugeriram uma verificação imparcial dos resultados.Com informações de Veja.

Girão critica demora do STF e denuncia abuso de autoridade

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O senador Eduardo Girão (Novo-CE), em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (7), criticou a demora do Supremo Tribunal Federal (STF) para analisar pedidos de senadores para visitar presos acusados de participação nos atos de 8 de janeiro.Girão citou casos específicos, como o de Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), preso desde agosto de 2023, cuja visita só foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes após sete meses de cobrança, mesmo com o apoio de mais de 20 senadores.O parlamentar também criticou a condenação da cabeleireira Débora Rodrigues, que cumpre pena de 15 anos acusada de pichar uma estátua do STF. Para o senador, o tratamento dado a ela é “desproporcional e demonstra as arbitrariedades cometidas pelos ministros da Corte”.— Ela está lá, condenada, apesar de mãe de duas crianças pequenas, com nove e seis anos de idade. Ela se encontra ilegalmente presa há um ano e quatro meses. E o pior, julgada pelos seguintes crimes: associação criminosa armada, abolição violenta do Estado democrático de direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça, com deterioração do patrimônio público da União — disse.O senador anunciou que está coletando assinaturas para um novo pedido de visita ao ex-policial e ex-deputado federal Daniel Silveira, condenado pelo STF em abril de 2022 a 8 anos e nove meses de prisão por declarações públicas contra ministros do STF. O parlamentar questionou a postura do Senado que, segundo ele, deveria abrir processos de impeachment contra os ministros do Supremo.— Todas essas arbitrariedades e abusos de autoridade cometidos por ministros do STF só acontecem em função da omissão covarde do Senado da República. Está-se ajoelhando em subserviência a uma verdadeira ditadura do Judiciário. Eu vou continuar cumprindo o meu dever de forma responsável, possível, mas com coragem, porque eu quero colocar a cabeça no travesseiro e dormir. Nos próximos dias, farei mais pronunciamentos até que a gente resolva essa situação de injustiça no Brasil — concluiu.

Redes sociais terão 24h para tirar fake news eleitoral do ar

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As plataformas TikTok, LinkedIn, Facebook, WhatsApp, Instagram, Google, Kawai, Telegram e X (antigo Twitter) firmaram com o TSE um novo compromisso: remover conteúdos falsos sobre campanhas eleitorais e eleições em até 24 horas. Esse acordo foi firmado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com grandes empresas de tecnologia para combater a desinformação. A ministra Carmen Lúcia, presidente do TSE, anunciou a medida, que está em vigor desde junho deste ano.Durante uma coletiva de imprensa, Carmen Lúcia explicou que a prioridade da Corte eleitoral é proteger a veracidade dos fatos. “Nosso objetivo é garantir que os eleitores votem livremente, sem serem influenciados por informações falsas”, afirmou a ministra. A rapidez na remoção do conteúdo dependerá da gravidade da desinformação.Além desse acordo com as big techs, o TSE também lançou um disque-denúncia para facilitar a participação da população no combate à desinformação. O número 1491 já está disponível gratuitamente desde quarta-feira (7). As denúncias recebidas serão encaminhadas ao Centro Integrado de Enfrentamento à Desinformação e Defesa da Democracia.Outra iniciativa anunciada é o lançamento de um site pela Polícia Federal. Neste site, estarão disponíveis informações sobre processos relacionados à desinformação, permitindo que as pessoas verifiquem a veracidade das acusações feitas nas redes sociais. A ministra Carmen Lúcia enfatizou a importância dessas medidas para manter a integridade do processo eleitoral e assegurar que as escolhas dos eleitores sejam baseadas em informações reais.

Janones arranja confusão em shopping e sai escoltado por seguranças

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Uma confusão envolvendo o deputado federal André Janones (Avante – MG) chamou a atenção dos frequentadores de um shopping em Brasília na noite de terça-feira. Em vídeos que circulam na internet, Janones aparece discutindo acaloradamente com um homem e, em um momento, cuspe em seu desafeto.A situação se agravou a ponto de seguranças do shopping precisarem escoltar o parlamentar para fora do local. Entre os que compartilharam as imagens nas redes sociais está o deputado estadual Tomé Abduch (Republicanos – SP). Ele postou vídeos em que é possível ouvir outras pessoas presentes no shopping xingando Janones após o bate-boca.Janones comentou o incidente nas suas redes sociais, afirmando que “saiu no pau” com dois apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele disse que os homens o abordaram com um “discurso fascista” e tentaram intimidá-lo.O episódio rapidamente ganhou repercussão nas redes, com muitos usuários debatendo o comportamento do parlamentar e a necessidade de escolta. As cenas mostram Janones vestindo uma camiseta azul se aproximando do homem antes de cuspir em sua direção, como publicado pelo portal Poder 360.