Justiça Eleitoral defere registro de candidatura de Antônio Marcos para prefeito de Casimiro de Abreu

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A Justiça Eleitoral da 50ª Zona Eleitoral de Casimiro de Abreu deferiu o registro de candidatura de Antônio Marcos de Lemos Machado para o cargo de prefeito nas eleições municipais. Antônio Marcos concorre sob a coligação “Amar Casimiro de Verdade”, composta pelos partidos Podemos (PODE), Partido Democrático Trabalhista (PDT), Agir, e Partido Social Democrático (PSD).

O pedido de registro de candidatura, número 0600194-21.2024.6.19.0050, foi devidamente instruído com a documentação exigida pela legislação em vigor. Após a publicação do edital, o prazo legal transcorreu sem que houvesse impugnação ao pedido.

Em resposta às críticas e dúvidas levantadas pelos adversários políticos, Antônio Marcos comentou: “os adversários disseram que eu não conseguiria registrar minha candidatura, porque na realidade minha inelegibilidade termina no dia 2 de outubro, quatro dias antes da eleição. Mesmo assim, diziam que eu não iria conseguir. Tem muita gente que ainda me pergunta: ‘Você é candidato mesmo?’ Porque os adversários trabalham muito forte isso. E eu consegui. Parti para uma candidatura com o aval dos advogados, me dando garantia de que seria tudo certo, não teria problema nenhum.”

Antônio Marcos também enfatizou que “o adversário mentiu o tempo todo que eu não conseguiria registrar, e, agora, foi deferido o registro. Do lado de cá a gente trabalha com a verdade, não tem interesse em ficar falando mentira, e do lado de lá é mentira o tempo todo. Agora é partir para a luta”.

O Ministério Público Eleitoral manifestou-se favoravelmente ao deferimento do registro, e a decisão foi tomada pelo juiz Rafael Azevedo Ribeiro Alves, que considerou que todas as condições legais e de elegibilidade foram cumpridas, não havendo qualquer informação que indicasse inelegibilidade do candidato.

Antônio Marcos disputará as eleições com o número 20, utilizando o nome de urna “Antônio Marcos”. A decisão foi publicada neste domingo (1).

Candidato forja próprio sequestro e será indiciado

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Um candidato a vereador de Iguatu, no Ceará, será indiciado pela Polícia Federal (PF) após forjar o próprio sequestro. Eliomar Cardoso da Silva, filiado ao PT, apareceu em um vídeo nas redes sociais, amarrado com arame farpado e com adesivos de sua campanha destruídos e jogados ao chão, alegando ter sido vítima de um crime.As investigações da PF começaram após Eliomar relatar o suposto sequestro às autoridades locais, alegando que havia sido atacado por uma organização criminosa. No entanto, as inconsistências no seu relato chamaram a atenção dos investigadores, levando o próprio candidato a confessar que tudo não passava de uma encenação.Com a confissão, Eliomar será formalmente indiciado por falsa comunicação de crime, conforme o artigo 340 do Código Penal. A situação gerou grande repercussão, tanto nas redes sociais quanto na imprensa, com a circulação de diversas fake news alimentando a narrativa inventada pelo candidato.O Ministério Público Eleitoral, por sua vez, informou que solicitará à Polícia Federal todos os documentos da investigação, com o objetivo de impedir o registro da candidatura de Eliomar. No sistema Divulga, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o candidato já aparecia com a candidatura deferida antes do escândalo vir à tona.Até o momento, nem Eliomar nem o Partido dos Trabalhadores se pronunciaram sobre o caso, apesar dos pedidos de esclarecimento feitos pelo portal G1.Com imformação do Pleno News.

Governo Lula à beira de novo desgaste com STF e base aliada

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As movimentações recentes no governo Lula mostram que o embate com o Supremo Tribunal Federal (STF) está longe de terminar. O pacote de propostas que busca limitar os poderes do STF, em análise na Câmara dos Deputados, já conta com o apoio de parlamentares da base governista. A aprovação dessas medidas, que incluem o fim das decisões monocráticas e o julgamento de parlamentares fora do STF, parece cada vez mais possível.A decisão do ministro Flávio Dino, que deu 15 dias para o governo federal combater incêndios pelo país, colocou ainda mais pressão sobre a administração Lula. Embora houvesse expectativa de que o ministro jogasse a responsabilidade para os governos estaduais, a carga caiu diretamente no colo do governo federal. Como se não bastasse, a recente determinação de Alexandre de Moraes sobre o “X” agravou ainda mais o quadro de tensão.Outro tema que ganhou destaque é o fim do foro privilegiado, uma proposta que pode retirar do STF o julgamento de parlamentares federais, abrindo mais uma frente de desgaste para o governo Lula. Essa questão acendeu o interesse de diversos partidos, incluindo aqueles que recebem grandes quantias do fundo partidário e eleitoral, como o PL e o PT.Enquanto o governo tenta se equilibrar, a situação dentro do Congresso também não é das melhores. Propostas impopulares e a pressão para responder rapidamente às crises têm deixado o Planalto em alerta constante. Ainda assim, medidas que antes pareciam impossíveis de avançar na Câmara agora parecem inevitáveis, mesmo que sob protesto.Para completar o cenário de desgaste, os partidos da base governista também estão na mira por causa dos recursos milionários recebidos de multas eleitorais. No topo da lista, PL e PT, seguidos de União Brasil, têm sido criticados por utilizar verbas do fundão partidário para quitar dívidas, especialmente após a aprovação da PEC da Anistia dos Partidos.O clima de tensão entre governo, STF e Congresso só aumenta, e a expectativa é de que os próximos dias sejam decisivos para o futuro dessas propostas e do próprio governo Lula.Com imformação do Diario do Poder

Campanha em Quissamã tem atraído figurões do PL

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Depois de receber a visita do senador Romário (PL-RJ) será a vez do senador Flávio Bolsonaro visitar o pequeno município de Quissamã, no Norte Fluminense. O candidato a prefeito Armando Carneiro (PL) e o vice Marcinho Pessanha (MDB) realizam nesta sexta-feira (30/08) caminhadas com 01 dos Bolsonaros, mas também com os deputados estaduais Alan Lopes e Felippe Poubel. Semana passada foi a vez de Romário aportar na cidade de 25 mil habitantes, mas que ostenta um orçamento milionário por conta dos royalties de petróleo. Armando Carneiro foi prefeito de Quissamã por dois mandatos (2005 a 2012) e deixou um legado de projetos sociais bem sucedidos, restauração de patrimônios históricos – como as senzalas e capela do Quilombo Machadinha, estação de trem de Conde de Araruama e outros prédios do século XIX – , educação e saúde de qualidade. Só no programa de habitação popular foram entregues mais de 800 casas em seu mandato. A saúde foi considerada a melhor do estado, pelo indice Firjan, e todos os estudantes tinham direito a bolsa de estudos para cursar a universidade. Segundo o candidato do PL, voltar à prefeitura é necessário para libertar Quissamã.  “Nosso município voltou a sofrer com miséria, o que é inconcebível com a arrecadação que tem. Dados oficiais apontam que triplicou o número de pessoas que estão abaixo da linha de pobreza nos últimos anos. A violência virou um problema insustentável para os moradores que estavam acostumados a dormir de janelas abertas no passado recente. Nada tem sido feito para resolver esse problema. É por isso que nosso grupo está empenhado em libertar Quissamã. E a presença de mais um senador da República para prestigiar a nossa campanha é um sinal claro de que contamos com o apoio de políticos importantes, que acreditam no nosso projeto de desenvolvimento para a cidade” destaca Armando.Serviço: Caminhada com Flávio Bolsonaro, Filippe Poubel e Alan LopesData: 30 de agosto de 2024Horário da Concentração: 11hLocal:  Comitê Central (Rua Conde de Araruama, 317, Centro, Quissamã – ao lado da Pizzaria do Moraes)

Pablo Marçal lidera pesquisa para prefeito de São Paulo em 2024

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Pablo Marçal, candidato do PRTB, aparece como líder na disputa pela prefeitura de São Paulo nas eleições de 2024, de acordo com uma nova pesquisa de intenção de voto espontâneo divulgada pelo Instituto Veritá. Marçal, que alcançou 30,9% das intenções de voto, se destaca na frente de outros concorrentes.O levantamento, realizado entre os dias 22 e 26 de agosto com 3.020 eleitores, coloca Guilherme Boulos (PSOL) em segundo lugar, com 21,6% das intenções, enquanto o atual prefeito, Ricardo Nunes (MDB), figura em terceiro, com 14,2%. Datena (PSDB) e Tabata Amaral (PSB) seguem na lista, com 6,3% e 5,8%, respectivamente.Além desses, Maria Helena (NOVO) aparece com 3,6%, e os demais candidatos somam 2,5% das intenções de voto. A pesquisa também revela que 9,7% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder, e 5,4% declararam voto em branco ou nulo.Registrada sob o número SP-02725/2024, no TRE-SP, a pesquisa ouviu 3.020 pessoas entre os dias 22 e 26 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Com imformação do Hora Brasilia.

Arminio Fraga apoia Tabata Amaral com doação milionária

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O ex-presidente do Banco Central, Arminio Fraga, figura de destaque no cenário econômico e político brasileiro, reforçou seu apoio à candidatura de Tabata Amaral (PSB-SP) à Prefeitura de São Paulo com uma generosa doação. De acordo com dados recentes divulgados pelo portal da transparência da Justiça Eleitoral, Fraga transferiu, via Pix, R$ 100 mil para a campanha da deputada, somando-se ao valor que ele já havia destinado em dezembro de 2023.Tabata, que tenta pela primeira vez um cargo no Executivo, tem recebido significativo apoio financeiro de Fraga, que já havia contribuído com R$ 100 mil para impulsionar sua pré-candidatura no final do ano passado. Esse apoio sublinha a relevância da candidatura de Tabata em uma das disputas mais importantes do país.Além de Tabata, Fraga tem sido um dos principais doadores das eleições de 2024, totalizando R$ 380 mil em doações para diversas campanhas. Entre os beneficiados estão candidatos a vereador no Rio de Janeiro e São Paulo, como Joyce Trindade (PSD-RJ) e Abidan Henrique (PSB-SP).O apoio de Fraga reflete sua influência e envolvimento ativo na política nacional, especialmente em momentos decisivos como as eleições municipais. Com essas contribuições, ele continua a moldar o cenário político, direcionando recursos para candidatos que compartilham de suas visões e propostas.Com imformação do Hora Brasilia.

Zuckerberg admite erro ao ceder a pressões do governo Biden

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O fundador e CEO da Meta, Mark Zuckerberg, reconheceu que sua empresa cometeu erros ao ceder às pressões do governo de Joe Biden para rebaixar ou restringir conteúdos nas redes sociais. Em uma carta enviada ao presidente do Comitê de Justiça do Congresso dos Estados Unidos, Jim Jordan, Zuckerberg admitiu que restringiu uma matéria do New York Post, publicada antes da eleição de 2020, que denunciava supostas irregularidades envolvendo Hunter Biden, filho do presidente.O executivo destacou que essa decisão foi tomada após alertas do FBI sobre uma possível operação de desinformação russa, mas que a Meta agora vê como um erro. Além disso, Zuckerberg revelou que, em 2021, sua equipe foi pressionada por funcionários de alto escalão do governo Biden para censurar conteúdos relacionados à COVID-19, o que também gerou frustração quando a empresa não atendeu todas as exigências.Zuckerberg fez uma autocrítica sobre a situação, afirmando que a Meta deveria ter sido mais transparente quanto às pressões sofridas e que a empresa revisou suas políticas para evitar que tais situações voltem a acontecer. Ele concluiu que, embora a decisão final tenha sido da empresa, as pressões governamentais foram inadequadas.Com imformação do Hora Brasilia.

Pedro Rousseff recebe R$ 100 mil de ex-ministro: ajuda ou influência?

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Pedro Rousseff, sobrinho da ex-presidente Dilma Rousseff e candidato a vereador em Belo Horizonte, já está no centro de uma polêmica: uma doação de R$ 100 mil para sua campanha, feita pelo ex-ministro Walfrido dos Mares Guia, antigo aliado de Lula. A quantia foi transferida via Pix na sexta-feira (16) e levanta questionamentos sobre o tipo de influência que Pedro, de apenas 24 anos, já exerce dentro do Partido dos Trabalhadores (PT).Walfrido, que ocupou cargos estratégicos no governo Lula, incluindo o Ministério do Turismo e a Secretaria de Relações Institucionais, parece trazer à tona a velha política de alianças do PT, agora em torno da candidatura de Pedro. Além desse apoio de peso, o jovem candidato também recebeu uma doação de R$ 10 mil do próprio pai, reforçando o capital financeiro de sua campanha.Pedro Rousseff, com o número 13.000, busca uma vaga na Câmara Municipal de Belo Horizonte, mas a forte presença de apoiadores ligados ao governo petista pode ser vista como um indicativo de que o partido ainda depende de suas antigas alianças para se manter relevante. O uso de um sobrenome famoso e a significativa ajuda financeira de veteranos do PT não passam despercebidos, suscitando dúvidas sobre a real autonomia e renovação que a candidatura de Pedro representa.A campanha de Pedro Rousseff traz à tona questões sobre até que ponto a renovação do PT é genuína, ou se é apenas mais um capítulo do jogo político onde nomes de peso e recursos abundantes se destacam, enquanto novas vozes podem acabar sendo sufocadas por figuras do passado.Com Imformação de Pleno News.

Ex-policial confesso de assassinato de Marielle tem conversas monitoradas com advogado

O ex-policial militar Ronnie Lessa, condenado pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes em 2018, agora tem permissão para conversas reservadas com seu advogado na prisão, conforme autorizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. No entanto, essa comunicação continuará sendo monitorada e gravada, decisão que já havia sido criticada anteriormente pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).Lessa, que atualmente está preso na Penitenciária de Tremembé, em São Paulo, foi transferido de Campo Grande no último mês de junho após fechar um acordo de colaboração premiada com a Polícia Federal (PF). A defesa do réu havia enfrentado dificuldades para se comunicar com ele, o que levou ao pedido de permissão para diálogos reservados, inicialmente negado pelo juiz auxiliar Airton Vieira.A decisão de Moraes foi tomada após um novo pedido da defesa nesta segunda-feira (19). O advogado de Lessa, Saulo Carvalho, destacou em seu requerimento que o contato com o cliente estava praticamente impossibilitado devido às restrições impostas.Ainda nesta semana, Lessa deve ser ouvido no julgamento na Suprema Corte sobre os mandantes do assassinato de Marielle e Anderson, identificados por ele como os irmãos Brazão – Chiquinho e Domingos, que estão sendo julgados.Com imformação de Pleno News

Governo recorre a app nacional para esconder conversas comprometedoras

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Com o objetivo de proteger conversas sensíveis, o governo federal está em busca de um aplicativo de mensagens nacional para substituir o WhatsApp, após uma série de vazamentos envolvendo membros do alto escalão. Ricardo Cappelli, atual presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e homem de confiança de Lula, lidera o processo de licitação para contratar empresas que possam oferecer essa alternativa.A iniciativa surgiu após preocupações de que dados confidenciais estariam em risco ao serem compartilhados em aplicativos estrangeiros. O episódio mais recente, que gerou alarme no governo, envolveu o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), cujas conversas privadas foram vazadas e revelaram detalhes comprometedores sobre seu trabalho no Judiciário.Cappelli, que anteriormente ocupou o cargo de secretário-executivo no Ministério da Justiça após a saída de Flávio Dino, agora busca soluções para garantir que as comunicações internas do governo permaneçam seguras e longe de olhos estrangeiros. Essa decisão visa evitar que novos episódios de vazamento ocorram, colocando em risco a confiança e a integridade das decisões governamentais.O jornal Folha de S.Paulo obteve recentemente seis gigabytes de conversas extraídas de um celular que pertenciam ao ministro Moraes. Esses diálogos, capturados pelo WhatsApp, expuseram uma série de práticas que levantam questões sobre a transparência e a lisura no exercício de suas funções.A licitação é vista como uma medida urgente e estratégica para reforçar a segurança digital no governo, em um momento em que a proteção de informações sensíveis se torna cada vez mais crucial.Com imformação de Pleno News.