Número de candidatos policiais aumenta nas eleições de 2022

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Mais de 1,7 mil candidatos vinculados às forças de segurança apresentaram registro no TSE

A quantidade de candidatos policiais e de outras forças de segurança cresceu nas eleições de 2022 na comparação com 2018. De acordo com um levantamento divulgado pelo portal G1, o número de postulantes a cargos eletivos oriundos das polícias Militar, Civil, do Corpo de Bombeiros e membros das Forças Armadas aumentou 27% nos últimos quatro anos.

De acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 1.755 candidatos vinculados às forças de segurança apresentaram registro no TSE. Quatro anos atrás, o total foi de 1.379. Segundo o levantamento, o maior crescimento ocorreu entre os candidatos que declararam trabalhar como policiais militares. O número saltou de 601, em 2018, para 817 neste ano.

Para determinar quais candidatos são caracterizados como membros das forças de segurança, o veículo considerou a informação fornecida pelos candidatos sobre a sua ocupação e a identificação do nome de urna. O grupo dos candidatos que utilizam nomes de patentes ou cargos nas forças de segurança, mas que registraram outras ocupações, apresentou aumento de 78%.

Entre os partidos, o PL, sigla do presidente Jair Bolsonaro, é o que tem o maior número de candidatos das forças de segurança, com 208 postulantes a cargos eletivos, o que representa um total de 13% dos concorrentes da sigla. O PSTU, por outro lado, é o partido que tem o menor número de candidatos oriundos dessa parcela da população, com apenas 2 nomes.

Entre os estados, o Rio de Janeiro é quem lidera em número de candidatos das forças de segurança, com 241 postulantes. Já Tocantins é o estado que tem menos concorrentes oriundos das polícias e das Forças Armadas, com apenas quatro candidatos.

Por Portal Novo Norte

Bolsonaro sobre início em Juiz de Fora: “Onde tentaram nos parar”

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Presidente discursou no mesmo local onde levou uma facada em 2018

O primeiro ato da campanha do presidente Jair Bolsonaro à reeleição para a Presidência da República ocorreu na terça-feira (16), no município de Juiz de Fora, em Minas Gerais. O ato foi repleto de simbolismo. O candidato, inclusive, discursou por cerca de 11 minutos no mesmo ponto onde, em 6 de setembro de 2018, foi vítima de uma facada desferida por Adélio Bispo de Oliveira, também em ato de campanha. Ele também relembrou o atentado do qual foi vítima.

– Estamos dando a largada de onde tentaram nos parar em 2018 – disse.

No comício, Bolsonaro repetiu o tom adotado nas últimas semanas que antecederam a campanha, tanto que voltou a convocar seus apoiadores para “ir às ruas pela última vez”, em referência aos atos de 7 de Setembro, data que marca o bicentenário da Independência.

Segundo o presidente, os manifestos serão a favor da “independência” e da “liberdade” do Brasil. No mesmo contexto e com tom mais elevado, Bolsonaro também criticou seu principal adversário na disputa pelo Palácio do Planalto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

– O Brasil é uma grande nação, é um grande país, que, até pouco tempo, era roubado pela esquerdalha que estava no poder. O país não quer mais corrupção. O Brasil estava à beira de um colapso, com problemas éticos, morais e econômicos, e marchava, sim, a passos largos para o socialismo – desabafou.

Bolsonaro ainda sinalizou que pretende utilizar um possível melhor momento econômico, às vésperas da eleição, e as reduções observadas no preço dos combustíveis nas últimas semanas, como estratégia para seduzir o eleitorado.

– Nós podemos, cada vez mais, dizer que o nosso país é um país de prosperidade. Podemos comparar o nosso Brasil com outro país do mundo. Ninguém tem o que nós temos. Vocês veem o esforço do governo para que a nossa inflação diminua e para que os preços dos combustíveis também caiam – ilustrou.

O candidato à reeleição defendeu pautas mais conservadoras. Assim como declarou em outras oportunidades, se disse contra aborto, contra “ideologia de gênero” e contra o “comunismo”.

– O país que não quer o retrocesso, não quer a volta da ideologia de gênero nas escolas. Somos um país que respeita a vida desde a sua concepção e que não quer se aliar ao comunismo de outros locais do mundo – concluiu.

Por Portal Novo Norte

Vídeo de estreia da campanha de Bolsonaro convida povo às ruas

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Peça tem duração de quase dois minutos e será divulgada nas redes sociais

Com o mote “Pelo Bem do Brasil”, o primeiro vídeo de campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) conclama a população para ir às ruas de verde e amarelo, com “liberdade”, “verdade” e “fé”. A peça tem duração de 1 minuto e 52 segundos e será divulgada nas redes sociais a partir desta terça-feira (16).

– Chegou a hora! A campanha do capitão do povo já começou e a gente tem que acordar com uma vontade enorme de seguir acreditando neste novo Brasil. Temos que ir para as ruas todos juntos, com a nossa liberdade, nossa verdade e nossa fé. Se precisar a gente vai colocar o verde, o amarelo, na cara sim, porque é a cor da nossa bandeira – diz o narrador do vídeo, que foi obtido previamente pelo portal Poder360.

A peça ainda exibe trechos do discurso do chefe do Executivo durante a convenção de lançamento de sua candidatura à reeleição. A declaração do presidente que foi escolhida para ser exibida traz a defesa de um “povo forte” em relação ao Estado.

– A vida de ninguém é fácil e, para superar as dificuldades, quem deve estar na frente é cada um de vocês. Não é o presidente, o governador ou o prefeito. A nossa missão é não atrapalhar a vida de vocês. É cada vez mais tirar o Estado de cima de vocês. Estado forte, povo fraco. Povo forte, Estado forte – declara Bolsonaro.

A inserção também traz cenas do presidente em contato com a população, inclusive em motociatas. Confira o vídeo completo:

Por Portal Novo Norte

Michelle cresce nas redes e supera Lula, Janja, Ciro e Tebet

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Primeira-dama tem ocupado papel destaque na campanha de reeleição do presidente Jair Bolsonaro

A popularidade da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, tem registrado um crescimento impressionante desde que ela assumiu protagonismo na campanha de reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo levantamento feito pela consultoria Bites, os números têm superado presidenciáveis como Ciro Gomes (PDT), Simone Tebet (MDB), Lula (PT) e também Janja da Silva, esposa do candidato petista. As informações são do jornal O Globo.

Somente no Instagram, Michelle ganhou 160 mil novos seguidores nos últimos 30 dias. O índice ultrapassa a soma de todos os novos seguidores de Ciro e Tebet, incluindo em outras plataformas. Respectivamente, eles angariaram 45 mil e 55 mil novos usuários, levando em conta não apenas o Instagram, mas também Twitter, Youtube e Facebook.

Nas interações, a primeira-dama supera até mesmo Lula, somando 88 mil curtidas, comentários e compartilhamentos, enquanto o petista acumula 46 mil. Michelle só não ultrapassou o presidente, que registrou 118 mil interações durante o período.

Também nos últimos 30 dias, o número de buscas por Michelle no Google foi 24 vezes maior que o por Janja. Apenas nesse quesito seu nome não ultrapassou as buscas pelos presidenciáveis Ciro e Tebet, sendo 2,7 menor que o do pedetista, e 1,5 vezes menor que o da emedebista.

Até o momento, Michelle tem 3,3 milhões de seguidores no Instagram. Para efeitos de comparação, Ciro possui 1,2 milhão, Simone Tebet tem 190 mil, Lula tem 5,8 milhões e Janja tem 57,5 mil.

Na avaliação da consultora Bites, Michelle é “um dos principais ativos digitais” na campanha do presidente Jair Bolsonaro, ampliando seu eleitorado entre mulheres e evangélicos.

Por Portal Novo Norte

Eleições 2022: restam 2 dias de prazo para solicitar voto em trânsito

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O mesmo prazo vale para a votação em eventual segundo turno

Se o eleitor já souber que não estará perto de seu local de votação no dia da eleição, marcada para 2 de outubro, pode solicitar votar em trânsito, em outra localidade do país, mas só se preencher um cadastro prévio e indicar onde pretende votar. O prazo para está aberto há quase um mês, e se encerra na próxima quinta-feira (18).

O mesmo prazo vale para a votação em eventual segundo turno, em 30 de outubro. O eleitor pode informar qualquer cidade do país com mais de 100 mil habitantes para votar. Contudo, há diferenças de acordo com o estado em que se vota.

Caso esteja no mesmo estado de seu domicílio eleitoral, o eleitor poderá votar para os cargos de presidente, governador, senador, deputado federal e estadual ou distrital. Já se estiver em outro estado, poderá votar somente para presidente da República.

É possível solicitar o voto em trânsito em apenas um ou nos dois turnos de votação. É permitido, inclusive, votar em trânsito numa localidade no primeiro turno e em outra no segundo turno.

Se esse for o caso, ambos os locais devem ser indicados até a próxima quinta-feira.

Os locais habilitados a receber o voto em trânsito podem ser conferidos no portal da Justiça Eleitoral . O requerimento para votar em trânsito, porém, deve ser feito somente de forma presencial, diretamente em qualquer cartório eleitoral. É indispensável levar documento oficial com foto.

Não é possível votar em trânsito fora do Brasil. Eleitores com título registrado fora do país, porém, podem votar em trânsito para presidente, em alguma localidade do território nacional, caso se encontre dentro do Brasil.

“O voto em trânsito funciona como uma transferência temporária de domicílio eleitoral. A habilitação para votar em trânsito não transfere ou altera quaisquer dados da inscrição eleitoral. Após as eleições, a vinculação do eleitor com a seção de origem é restabelecida automaticamente”, informa o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Por Portal Novo Norte

Projeto restringe chaves PIX a CPF e CNPJ

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O autor do projeto, deputado Vicentinho - (Foto: Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados)

Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados O autor do projeto, deputado Vicentinho O Projeto de Lei 1989/22 restringe as chaves PIX (sistema de pagamentos…

O Projeto de Lei 1989/22 restringe as chaves PIX (sistema de pagamentos instantâneos implementado pelo Banco Central) ao número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou ao Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) dos usuários.

“A possibilidade de emprego de número de celular e de endereço eletrônico como chaves PIX tem facilitado a ocorrência de delitos e tem dificultado a identificação e punição dos criminosos”, afirma o deputado Vicentinho (PT-SP), autor da proposta.

Segundo o parlamentar, o CPF e o CNPJ são “dados permanentes que, teoricamente, tornam mais fácil a detecção do destino dos recursos”.

Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta também retira a possibilidade de uso da chave aleatória, hoje possível para os pagamentos via PIX.

“Embora criada para oferecer maior segurança, permitindo que não se compartilhe dados pessoais, ela também pode ser utilizada para complexificar a identificação das partes da operação de transferência e a consequente apuração do delito”, avalia o deputado.

Tramitação
A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Por Portal Novo Norte

Eleições começam nas ruas e nas redes em Macaé

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Os exatos 47 dias de campanha eleitoral foram iniciados nesta terça-feira (16) em Macaé com estratégias de candidatos lançadas nas ruas e nas redes sociais. Apesar de grandes aparatos, vídeos bem elaborados e discursos empolgantes, as eleições de 2022 ainda não ganharam destaque na rotina da população macaense.
Entre os eventos que agitaram o primeiro dia de campanha, o lançamento da candidatura a Deputado Federal do médico oncologista Flávio Antunes reuniu lideranças importantes do cenário político da cidade.
No palco do salão nobre do Tênis Clube sede social, estavam ao lado de Flávio o prefeito Welberth Rezende, o deputado estadual e também candidato à reeleição, Chico Machado, os vereadores Reginaldo do Hospital e Paulo Paes.
Na plateia, médicos e profissionais da Saúde, além de secretários da gestão municipal, também compareceram o ato em favor de Flávio.
“Por muitas vezes fui convidado a fazer parte de um projeto político, mas só agora sinto no meu coração o verdadeiro chamado de sair da minha zona de conforto e realizar, de uma forma diferente e ainda maior, o meu compromisso e responsabilidade pessoal, como médico e como servo do Senhor: o de servir a população da minha cidade”, discursou Flávio.

Lançamentos nas redes
O ex-prefeito Riverton Mussi utilizou as redes sociais para anunciar a confirmação da sua candidatura à Deputado Federal.
O ex-vereador e ex-presidente da Câmara de Macaé, Paulo Antunes, também lançou nas redes a sua campanha à Deputado Estadual, pelo PDT, com o apoio de Riverton.
Outros nomes locais também iniciaram a campanha eleitoral deste ano, como os médicos Augusto César (Deputado Federal), Christino Áureo (Deputado Federal), Gelinho (Deputado Estadual), Danilo Funke (Deputado Estadual), Julinho do Aeroporto (Deputado Estadual) e Marcel Silvano (Deputado Estadual).

Ausências sentidas
Outros nomes cotados acabaram não se confirmando na disputa eleitoral deste ano, como o do ex-prefeito Dr. Aluízio e dos vereadores Iza Vicente, Alan Mansur e Cesinha.

Para Lira, eleição será feita com respeito, amplo debate e paz

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Lira: "Democracia se recicla e se fortalece na vontade popular - (Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados)

Marina Ramos/Câmara dos Deputados Lira: “Democracia se recicla e se fortalece na vontade popular” O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Li…

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), destacou o início da campanha eleitoral como o momento no qual a democracia se recicla e se fortalece a vontade popular. Por meio de suas redes sociais, Lira defendeu o processo eleitoral com respeito, amplo debate de ideias e paz. Para ele, trata-se de um momento crucial para a democracia.

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“Hoje, com o início da campanha eleitoral, a democracia no Brasil começa um processo vigoroso de visitar suas raízes, para fortalecer seus troncos e alimentar seus galhos e folhas”, afirmou.

“Este é um momento crucial, quando a democracia se recicla e se fortalece na vontade popular. Vamos celebrar esse momento democrático, com respeito, amplo debate de ideias e paz”, disse Lira.

Por Portal Novo Norte

Votos em branco e nulos são descartados e não beneficiam ninguém

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Quem não quer votar tem as opções de votar em branco ou anular o voto - (Foto: Montagem Thiago Fagundes/Agência Câmara)

Câmara Quem não quer votar tem as opções de votar em branco ou anular o voto No Brasil, o voto é obrigatório.

No Brasil, o voto é obrigatório. No entanto, o eleitor é livre para não escolher candidato algum. O cidadão é obrigado a comparecer às urnas, mas pode optar por votar em branco ou anular o voto se não se identificar com nenhum candidato.

Os votos brancos e nulos são descartados na apuração do resultado das eleições. Apenas os votos válidos são contabilizados para identificar os candidatos eleitos. E mesmo se mais de 50% dos eleitores anularem o voto, a eleição não será anulada, conforme destaca Anna Paula Oliveira Mendes, professora de Direito Eleitoral.

“Votos brancos e nulos não têm nenhuma influência no resultado eleitoral. Não existe nenhuma possibilidade de os votos brancos e nulos serem, por exemplo, maiores do que o número de votos válidos e por isso o resultado da eleição ser anulado”, afirma.

No caso das eleições presidenciais, está na própria Constituição que será eleito presidente o candidato que obtiver a maioria absoluta dos votos, excluídos os brancos e os nulos.

Na prática, votos brancos e nulos apresentam a mesma função – em geral, expressar insatisfação com os candidatos ou o sistema ou o quadro político de forma geral. A única diferença está na forma como o eleitor prefere invalidar seu voto, como ressalta a professora Anna Paula Mendes.

“Quando ele quer votar branco ele aperta ‘branco’ na urna eletrônica, e para votar nulo é só ele apertar uma sequência numérica que não corresponde a nenhum candidato ou partido, como 000, por exemplo”, explica.

Há quem pense que os votos brancos vão para os partidos, porém isso não ocorre. Votos brancos e nulos são considerados apenas para fins estatísticos. A única consequência que podem trazer é a diminuição da quantidade de votos que um candidato precisa para ser eleito, pois só os votos válidos serão computados.
Votos brancos e nulos refletem nas fórmulas do Quociente Eleitoral (QE) e Quociente Partidário (QP), utilizadas para contabilizar o resultado das eleições proporcionais para o Legislativo, mas sem que isso favoreça nenhuma candidatura.

Por Portal Novo Norte

TSE libera campanha de prevenção à varíola dos macacos

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Corte, no entanto, negou campanha de incentivo ao alistamento militar

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, decidiu ontem (15) e hoje (16) sobre pedidos feitos pela Secretaria Especial de Comunicação Social, do governo federal. Ele autorizou a veiculação de campanha nacional de prevenção à varíola dos macacos, com restrições, mas negou a de incentivo ao alistamento militar. Em ambos os casos, cabe recurso.

As decisões são liminares (urgentes e provisórias). Os despachos estão também entre os últimos de Fachin como presidente do TSE. Ele deixa o cargo nesta terça-feira (16), quando passa o comando da Justiça Eleitoral para o ministro Alexandre de Moraes, em cerimônia marcada para as 19h.

A autorização da Justiça Eleitoral para veiculação de campanhas nacionais é necessária por causa da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), que proíbe qualquer publicidade institucional que possa configurar o uso abusivo da máquina pública para promoção do governante, ocasionando desequilíbrio na disputa, nos três meses que antecedem o pleito.

Campanhas

No caso da campanha nacional de prevenção à varíola dos macacos, Fachin afirmou que ela se enquadra nas exceções previstas pela legislação eleitoral. “Verifica-se que a divulgação da aludida campanha é de interesse público, na medida em que assegura o direito à informação e à saúde individual e coletiva”, escreveu o ministro.

As peças da campanha devem ser veiculadas entre 12 e 30 de agosto, decidiu Fachin. Nelas, somente pode ser identificado o Ministério da Saúde, determinou o ministro. Na internet, ele liberou somente o endereço  www.gov.br/varioladosmacacos.

Já em relação à Campanha para o Serviço Militar Obrigatório, Fachin considerou que ela não se enquadra nos requisitos para exceção, por não ser imprescindível que seja veiculada durante o período vedado pela Lei das Eleições.

No pedido feito ao TSE, o secretário especial de Comunicação Social, André de Sousa Costa, havia solicitado que a campanha tivesse início em agosto, com prazo indefinido para acabar.

Ele sustentou haver “interesse público na referida publicidade, pois o serviço militar obrigatório, além de ser um processo de incorporação às Forças Armadas (Lei do Serviço Militar), é uma obrigação constitucional cívica cujo descumprimento pode dar azo a sanções, fazendo-se necessário garantir o amplo conhecimento ao maior número de cidadãos”.

Fachin, contudo, entendeu não haver prejuízo se a campanha for veiculada em outro momento. “A própria asserção de que não há prazo final para a campanha compromete a verificação dos elementos de gravidade e urgência que romperiam o período de vedação da publicidade institucional”, escreveu o ministro.

Por Portal Novo Norte