Senador defende aprovação de projeto que freia excessos do TSE

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Foto: Waldemir Barretoa/Agência Senado

Em pronunciamento nesta terça-feira (20), o senador Carlos Portinho (PL-RJ) defendeu a inclusão na pauta de votações do PDL 371/2022, projeto que a…

Em pronunciamento nesta terça-feira (20), o senador Carlos Portinho (PL-RJ) defendeu a inclusão na pauta de votações do PDL 371/2022, projeto que anula os efeitos de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com regras para impedir a divulgação e o compartilhamento de fake news e com a previsão de punição de eventuais envolvidos nessas práticas.

De acordo com o senador, a aprovação do projeto é uma forma de o Senado fazer algo para barrar os constantes abusos praticados por integrantes do Judiciário. Portinho citou como excessos a decisão do presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, de multar o PL em R$ 22 milhões, após o partido requerer a impugnação de urnas usadas no segundo turno das eleições.

O senador ainda acusou de omissa a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), por não atuar para garantir o respeito às prerrogativas da advocacia na defesa dos envolvidos no Inquérito 4.828, do Supremo Tribunal Federal. O inquérito tem como objetivo apurar atos contra ministros da Corte e os atentatórios ao Estado democrático de direito.

Portinho denunciou que os advogados que atuam no âmbito do inquérito têm dificuldades para acessar a documentação que embasa as acusações contra seus clientes.

O senador reclamou também que as violações do Judiciário são praticadas contra o Poder Legislativo. Nesta semana mesmo, disse, o ministro Gilmar Mendes, do STF, em decisão monocrática, retirou dos limites impostos pelo teto de gastos as despesas do governo federal com o Auxílio-Brasil, esvaziando a competência do Congresso Nacional de legislar sobre a questão.

Os parlamentares também são desrespeitados em seu direito de emitir opinião, denunciou  Portinho, ao citar o casos de deputados e senadores que tiveram suas redes sociais retiradas do ar, por decisões do Judiciário, em função de críticas publicadas nesses espaços digitais.

Para o senador, as redes sociais são uma extensão das tribunas do Congresso Nacional e, por isso, é ilegal qualquer decisão que vá no sentido de impedir parlamentares de expressar suas ideias na internet.

— A crise do Judiciário é com a sociedade brasileira, porque transborda daqui. As pessoas estão incrédulas, indignadas. E dobram a aposta, dobram a aposta. Nos levando aonde? Para um momento de ruptura? É isso? Porque, se não tem mais Legislativo, se ele não faz mais leis, se o advogado não tem suas prerrogativas, se o parlamentar não tem suas prerrogativas, se o devido processo legal não é cumprido, não nos restou nada, nem cheiro de democracia. E justamente aquele que se arvorou em defendê-la é quem a avilta — afirmou.

Por Portal Novo Norte

Câmara aprova reajuste de subsídios do presidente da República, de parlamentares e ministros de Estado

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Deputados em sessão do Plenário Fonte: Agência Câmara de Notícias

Proposta passou pelo Senado e será enviada à promulgação

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (20) o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 471/22, da Mesa Diretora, que reajusta o subsídio dos membros do Congresso Nacional, do presidente e vice-presidente da República e dos ministros de Estado. A proposta foi votada em seguida no Senado e será encaminhada à promulgação.

De acordo com o substitutivo do deputado Hildo Rocha (MDB-MA), o aumento será escalonado em quatro percentuais. O primeiro deles (16,37%), válido a partir de 1º de janeiro, iguala o subsídio atual (R$ 33.763,00) ao subsídio dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), atualmente em R$ 39.293,32.

A partir de 1º de abril de 2023, os valores aumentam para R$ 41.650,92 (6%), passando para R$ 44.008,52 em 1º de fevereiro de 2024 (5,66%) e para R$ 46.366,19 a partir de 1º de fevereiro de 2025 (5,36%). O reajuste total, nos quatro anos, perfaz então 37,32%.

Impacto orçamentário
O impacto orçamentário previsto por cada órgão para os anos de 2023, 2024, 2025 e 2026 são os seguintes:

  • Câmara dos Deputados: R$ 86 milhões; R$ 18,8 milhões; R$ 19,1 milhões; e R$ 20,2 milhões;
  • Senado Federal: R$ 14,3 milhões; R$ 3 milhões; R$ 2,5 milhões; e R$ 3,5 milhões;
  • Poder Executivo: R$ 7,1 milhões; R$ 1,2 milhão; R$ 1,2 milhão; e R$ 1,3 milhão.

Inflação
O projeto tem por objetivo recompor apenas parcialmente os subsídios dos membros do Congresso Nacional, do presidente e do vice-presidente da República e dos ministros de Estado.

A inflação acumulada desde 2014, quando ocorreu a última revisão, é de aproximadamente 60%, e o projeto aprovado prevê, para janeiro de 2023, reajustamentos que variam entre 16,4% e 27%, percentuais abaixo da inflação. Do mesmo modo, os acréscimos previstos para os anos subsequente são inferiores à inflação acumulada.

De acordo com Hildo Rocha, a remuneração dos parlamentares, presidente e vice-presidente da República e dos ministros de Estado encontra-se atualmente muito inferior ao subsídio dos ministros do STF, definido como limite remuneratório no serviço público por força de mandamento constitucional.

Conheça a tramitação de projetos de decreto legislativo

Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Pierre Triboli
Com informações da Agência Senado

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Nikolas Ferreira após cerimônia de diplomação: “Nas trincheiras”

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Deputado federal eleito se manifestou por meio das redes sociais

Nesta segunda-feira (19), o deputado federal eleito Nikolas Ferreira (PL) participou da cerimônia de diplomação de deputados estaduais e federais eleitos de Minas Gerais, bem como do governador Romeu Zema (Novo) e do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos).

Em suas redes sociais, Nikolas disse que estará nas trincheiras por seus eleitores. Ele também agradeceu a Deus.

– Esse diploma é nosso. Obrigado Deus, família e eleitores. Estarei nas trincheiras por vocês – escreveu, no Instagram.

Segundo informações do jornal O Tempo, Ferreira disse que “vivemos em uma época em que um Poder apenas toma todas as decisões”. A declaração foi dada durante sua chegada ao evento.

– É claro que venho nesse evento com um sinal de gratidão. Gratidão pelos votos, a Deus, a minha família. Mas não temos o que comemorar. Vivemos em uma época em que um Poder apenas toma todas as decisões, eu fico até receoso com o que posso falar aqui, por exemplo – falou.

E acrescentou:

– Veja bem, eu, deputado mais votado do país, vivo com uma ‘tornozeleira eletrônica virtual’ e preciso ter cuidado com aquilo que eu falo, senão tenho meu direito de fala cassado.

Ele também comentou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que tornou inconstitucional o orçamento secreto. Ele lamentou e disse que “o STF decide tudo”.

– Vivemos um momento que o STF é quem manda. STF governa, legisla. Acabou parlamento, acabou o governo. Eu até evito ficar falando de Supremo aqui.

Nikolas disse ainda que esperava outro cenário em que o presidente Jair Bolsonaro (PL) seria reeleito. Ele falou em uma oposição inteligente ao presidente eleito Lula (PT).

– É claro que a gente esperava um outro cenário, em que a gente teria muito mais abertura. Mas agora eu acho que a gente precisa fortalecer nosso lugar como oposição, uma oposição inteligente.

Por Portal Novo Norte

PGR pede apreensão da arma e de munições de Zambelli

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Deputada disse, em nota, que “não tem condições de proceder com entrega da pistola e munições”

Nesta segunda-feira (19), a Procuradoria-Geral da República solicitou ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a apreensão de arma e munições da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). A PGR quer também a suspensão do porte de arma da parlamentar. As informações são do Metrópoles.

A petição trata da ação que apura uma discussão entre Zambelli e um homem, na véspera do segundo turno das eleições. Na ocasião, a deputada sacou uma arma. O caso ocorreu em uma avenida da capital paulista.

Segundo a vice-procurado Lindôra Araújo, a apreensão e suspensão do porte servem para “coibir a reiteração do delito investigado e resguardar a ordem pública”. Ela argumentou ainda que tal porte “não lhe autoriza o seu uso ostensivo, nem adentrar ou permanecer em locais públicos ou onde haja aglomeração de pessoas”.

Zambelli emitiu nota sobre o pedido da PGR. No texto, a deputada destaca que “não tem condições, ainda que fosse legítimo o pedido, de proceder com a entrega da pistola e munições”.

Leia, abaixo, a íntegra da nota da deputada:

Na petição, a Procuradoria Geral da República usa os seguintes argumentos para o seu pedido: “Procuradoria-Geral da República realizou a oitiva da Deputada Federal, conforme mídia anexa, oportunidade em que a parlamentar relatou, em apertada síntese, que foi interceptada por apoiadores do candidato Luiz Inácio Lula da Silva, que teriam passado a ofendê-la com xingamentos e palavras de baixo calão, e dizendo que “amanhã é Lula”, circunstância que lhe fez sacar a arma de fogo e apontá-la em direção a LUAN ARAUJO em legítima defesa de sua honra”.

Ocorre que o relato acima não reflete o teor do seu depoimento. Erra ao dizer que sacou a arma para defender sua honra. Está claro em meu depoimento e nos autos que o fiz com base nos Artigos 301 e 302 do CPP, depois de os 5 sujeitos se negarem a parar quando o Policial Valdecir deu voz de prisão a alguns deles.

Ocorreu também após encontrar-se sozinha com seu filho e depois de ouvir o estampido de um tiro, sem saber de onde veio.

Erra a PGR ao dizer que o porte é ilegal.

Erra ao afirmar que a arma foi usada em meio à aglomeração. Está claro nas imagens que a arma foi sacada para dar continuidade a uma ordem de prisão em flagrante delito, em situação controlada.

A deputada reitera, ainda, que encontra-se em missão oficial e não tem condições, ainda que fosse o legítimo o pedido, de proceder com a entrega da pistola e munições.

Seus advogados peticionarão com mais esclarecimentos e com a perícia que prova as afirmações acima.

Dep. Carla Zambelli

Por Portal Novo Norte

Ricardo Barros vê usurpação de poder em decisão do STF

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“Espero que Rosa Weber convoque o Supremo na quarta-feira para votar o Orçamento”, disse

O líder do governo de Jair Bolsonaro (PL) na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR), criticou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) contra as emendas de relator. Ele falou em “usurpação” de ação. As informações são do site O Antagonista.

– Agora espero que Rosa Weber [presidente do STF] convoque o Supremo na quarta-feira para votar o Orçamento (2023), já que eles estão usurpando o nosso direito [constitucional] – declarou Barros.

A decisão do STF tem sido vista como uma interferência do Judiciário sobre o Legislativo.

Por Portal Novo Norte

Após ser diplomado, General Girão vai até os manifestantes. 19/12.

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Por Portal Novo Norte

“STF fechou o Congresso”, dispara deputado Carlos Jordy

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Parlamentar criticou decisão do ministro do STF Gilmar Mendes

O deputado federal reeleito Carlos Jordy (PL-RJ) comentou, em publicação no Twitter, a decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que retirou despesas com o Auxílio Brasil do teto de gastos e garantiu a legalidade de se pagar o benefício por meio da abertura de crédito extraordinário, sem necessidade de mudança constitucional.

– STF tira do teto de gastos o bolsa família. Com isso, a PEC da transição perde razão de existir. O Supremo fechou o Congresso Nacional. Parabéns pela omissão @rodrigopacheco e @ArthurLira_. O espaço deixado pelo Legislativo, ao não agir e não se respeitar, foi ocupado pelo STF – escreveu.

A decisão de Gilmar Mendes, na prática, oferece uma saída para o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manter o pagamento de R$ 600 no futuro Bolsa Família mesmo sem conseguir aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da transição.

Por Portal Novo Norte

Aos gritos de “mito”, Tarcísio é diplomado governador de SP

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Cerimônia ocorreu no Tribunal Regional Eleitoral do estado

O governador eleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicano), foi diplomado em cerimônia no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), realizada nesta segunda-feira (19). Na ocasião, a plateia o ovacionou e puxou um coro chamando-o de “mito”, apelido também utilizado para se referir ao presidente Jair Bolsonaro (PL).

Tarcísio venceu o até então candidato ao governo do estado, Fernando Haddad (PT), por 55,27% dos votos contra 44,73%. O petista, por sua vez, ocupará o cargo de ministro da Fazenda do governo Lula (PT).

A solenidade desta segunda não diplomou apenas Tarcísio, mas também os parlamentares eleitos para o Congresso Nacional e para a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).

Entre eles estavam o deputado federal Kim Kataguiri (União-SP) e a deputada federal eleita Rosângela Moro (União-SP). Ambos foram vaiados na cerimônia. No caso da esposa do senador eleito Sergio Moro (União-PR), uma pessoa da plateia chegou a gritar “volta para Curitiba”, de acordo com informações do portal Metrópoles.

Por Portal Novo Norte

Emendas de Relator: STF considera “orçamento secreto” inconstitucional

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Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

Por 6 votos a 5, Supremo entendeu que emendas de relator são ilegais

Por 6 votos a 5, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucionais as emendas de relator do Orçamento, as chamadas RP9, mais conhecidas por orçamento secreto. A corte finalizou hoje (19) o julgamento de ações dos partidos Cidadania, PSB, PSOL e PV, que entendem que as emendas RP9 são ilegais e não estão previstas na Constituição.

Até o último dia 15, quando o julgamento foi suspenso , o placar era de 5 votos a 4 contra o orçamento secreto. A presidente do STF e relatora das ações, ministra Rosa Weber, votou pela inconstitucionalidade das emendas RP9   e foi seguida pelos ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e Cármen Lúcia. Ela considerou que o modelo prejudica a distribuição de recursos, o direito dos parlamentares de participar do ajuste do Orçamento e a sociedade, por dificultar a obtenção de informações sobre a aplicação do dinheiro.

Já os ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Nunes Marques votaram pela possibilidade da adoção das emendas, mas com a aplicação de formas proporcionais de distribuição e de fiscalização. E o ministro André Mendonça votou para manter as emendas de relator ao entender que a decisão política sobre o destino dos recursos orçamentários cabe ao Legislativo.

Após a suspensão do julgamento, o Congresso Nacional aprovou uma resolução que muda as regras dos recursos distribuídos pelas emendas de relator para tornar esses repasses mais transparentes à sociedade.

Nesta segunda-feira (19), ao proferir seu voto, o ministro Ricardo Lewandowski disse que a medida apresentou avanços para “mitigar a enorme discricionariedade que o relator tem na distribuição dos recursos orçamentários”. Entretanto, para ele, as mudanças ainda não estão de acordo com os parâmetros constitucionais de transparência. Já o ministro Gilmar Mendes, último a votar, julgou as ações parcialmente procedentes e avaliou que, apesar da necessidade de se garantir mais transparência, não é possível simplesmente declarar inconstitucional a possibilidade de emendas de relator previrem despesas, restringindo-a a ajustes técnicos.

O apelido de orçamento secreto surgiu da ausência de identificação dos deputados e senadores que indicaram a aplicação de tais recursos. Assim, segundo críticos das RP9, as emendas são usadas pelo Executivo federal para cooptar deputados e senadores a votarem matérias de seu interesse em troca de alocações diretas para órgãos públicos. Os recursos previstos para 2023 estão em torno de R$ 19 bilhões.

Por Portal Novo Norte

Comissão aprova projeto da Lei Marília Mendonça, com regras para sinalização de torres de transmissão de energia

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O relator, deputado Arnaldo Jardim - (Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados)

Pablo Valadares/Câmara dos Deputados O relator, deputado Arnaldo Jardim A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados aprovou projeto que…

A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados aprovou projeto que torna obrigatória a sinalização das torres que sustentam linhas de transmissão de energia elétrica nas proximidades de pistas de pouso e decolagem do País.

Pelo texto, todas as torres, incluindo as sob concessão ou permissão de distribuição de energia elétrica, serão sinalizadas com cores que permitam ao piloto de aeronave identificá-las apropriadamente como sinal de advertência.

A proposta estabelece ainda que as linhas (cabos ou fios de transmissão) deverão utilizar esferas com cores de advertência de forma a permitir a sinalização para o tráfego aéreo, conforme regulamento a ser definido pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), do Comando da Aeronáutica.

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De maneira complementar, concessionárias e permissionárias de transmissão e distribuição de energia elétrica poderão instalar nas linhas de transmissão placas de advertência e esferas com cores de advertência, a fim de ampliar a sinalização para o tráfego aéreo.

Foi aprovado um substitutivo ao Projeto de Lei 4009/21, já aprovado pelo Senado. Relator da matéria, o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) optou por um novo texto para, segundo ele, “garantir maior clareza” e estabelecer que os planos de voos das aeronaves devem conter as informações necessárias à segurança do voo, conforme regulamentação do Decea.

Homenagem
Se for aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo presidente da República, o texto será chamado de Lei Marília Mendonça, em homenagem à cantora, que morreu no dia 5 de novembro de 2021. O avião em que ela viajava colidiu com redes de transmissão de energia elétrica em Caratinga (MG).

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Até o momento, as investigações já concluíram que as torres da Companhia de Energia de Minas Gerais não tinham obrigatoriedade de ser sinalizadas, pois estavam fora da área de proteção do aeroporto, que tem um raio de três quilômetros.

Tramitação
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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Por Portal Novo Norte